Pela manhã, Ricardo passou a mão no meu ombro e sussurrou no meu ouvido…
— Manu, sua tia já me contou as novas ideias, achei muito boas, e mesmo não conhecendo a Elvira, tenho certeza de que vai ser uma maravilha, já que você gostou dela.
— Só espero que minha tia se sinta à vontade, faria qualquer coisa por ela, ela merece o melhor.
Ricardo me deu um tapinha de aprovação e continuou servindo nas mesas. Imagino que com o incentivo da reunião, a Elvira se apressou em adiantar o vestido da Julia. Na semana seguinte, ligou pra minha tia dizendo que ela podia passar quando fosse conveniente, mas que avisasse antes. Minha tia organizou tudo pra conciliar o dia da festa do Ricardo com o serviço do restaurante e a possibilidade de ela também faltar comigo. Quando ficou compatível, ligou pra Elvira, que já tinha tudo preparado há dias: tinha se abastecido de cremes, géis, camisinhas e mais umas coisinhas. Tinha se informado por várias fontes e previsto pra não falhar nada, até comprou lingerie sexy.
Combinamos uma tarde, organizamos tudo do jeito mais discreto possível. Ricardo chegou uns minutos depois da gente; depois soubemos que ele ficou no bar da frente esperando até nos ver chegar. Dava pra ver que ele estava nervoso, eu também tava, e imagino que as mulheres estivessem na mesma. Minha tia foi elegante, sem ser exageradamente provocante, eu como sempre jovem e Ricardo de esporte, como de costume. A Elvira, na casa dela, tinha se arrumado: um pouco maquiada e com um vestido bem sexy. Com certeza conseguiu o objetivo dela de nos impressionar, principalmente o Ricardo, que só conhecia ela de vista. Por baixo de um vestido cinza grafite brilhante e bem justo, os peitos soltos marcavam, mas sem exagero, embora fossem coroados pelos bicos durinhos como adesivos. Ela nos fez entrar na sala, que não era muito espaçosa, mas tinha um sofá comprido e duas poltronas bem confortáveis. No móvel da parede, uma televisão grande e vários detalhes de… decoração, também algumas fotos, entre elas uma se destacava da filha dela, Raquel, era um close, mas dava pra ver no decote as protuberâncias das duas tetonas enormes. Assim, por cima, ela foi explicando a casa, que embora antiga era muito grande, tinha vários cômodos, uns dedicados ao trabalho dela, o último do corredor comprido era o da filha Raquel, que naquele momento estava trabalhando no restaurante. Sentados espalhados pela sala, ficamos conversando sobre coisas banais, a anfitriã se desdobrava contando coisas pra uns e outros, a verdade é que nos fazia sentir muito à vontade, já a conversa estava meio morrendo quando Elvira perguntou pra gente… - Que pouca atenção a minha, não ofereci nada, o que vocês querem? Antes que a gente pudesse escolher, minha tia se levantou e as duas saíram da sala, a gente ficou esperando. Quando as mulheres voltaram, traziam umas bandejas de bebidas, copos, uma geleira cheia e umas coisinhas pra petiscar, mas o que mais nos chocou é que elas vieram com uma roupa super sensual, minha tia com o sutiã novo que a gente já tinha visto e com a calcinha combinando, a parte escura que aparecia na calcinha dela não era pelo, era a buceta morena perfeitamente depilada, os peitos estavam enfeitados com a peça e parecia que queriam pular pra fora, só presos na renda pelos bicos, umas meias até a coxa destacavam as pernas morenas dela e uns sapatos de salto alto elevavam toda a figura, o balanço dos quadris ao andar fazia sumir da nossa vista a bandeja que ela levava nas mãos. Do lado dela, Elvira também tinha comprado lingerie especial pra ocasião, atrás da bandeja com as garrafas, ela usava um sutiã que só levantava os peitos por baixo com uma tirinha fina, o peito inteiro ficava solto no ar, por isso os bicos marcavam e as tetas não balançavam, a calcinha combinando subia até a cintura quase formando um V, nas coxas ela chegavam até o quadril enquanto na frente afundavam até o púbis depilado bem curtinho, também em formato de V, o umbigo ficava bem no centro enfeitado com uma perolinha, quando se abaixaram pra deixar as bandejas, Julia nos ofereceu a visão de um decote impressionante, os dois peitos se juntavam até a escuridão da roupa preta, Elvira não deixava nada pra imaginação, os dois peitos pendiam livremente separados e precedidos pelos dois bicos pontudos, quando se levantaram, as duas deram uma volta completa pra gente admirá-las também por trás, Julia com mais quadril se “agasalhava” com uma tanga que, se na frente só cobria o púbis depilado, atrás a única tirinha se enfiava entre as nádegas fazendo com que o conjunto todo fosse a bunda redonda dela, Elvira continuava na mesma linha em V, mas só até mostrar as covinhas do quadril, uma fita estreita tapava um pedaço das nádegas até sumir também entre elas. Sentaram-se entre nós e nos serviram o que a gente quisesse, embora o que mais queríamos não estivesse nas bandejas, quando estávamos na metade do copo, Elvira se levantou e trouxe o banquinho que usava pra experimentar, devia ter só meio metro de altura, mas colocou no centro da sala e disse… - Agora é hora de conhecer nossos ídolos, sobe, Manu!. Eu me surpreendi e olhei em volta como se eu não fosse o tal, mas todos ficaram me encarando e apontaram pro centro da sala, Elvira me deu a mão pra me ajudar a subir, fazendo uma reverência, de cima ainda dava pra ver os peitos dela mais gostosos. Começaram a aplaudir e eu tirei a camisa, meu peito, mesmo não sendo ruim, denunciava a inexperiência da minha juventude, a calça foi mais difícil por causa do desconforto do banquinho, mas tirei, por fim fiquei só de cueca, a piroca marcava grudada na barriga, Elvira passou a mão e se virou pra plateia, pegando na cintura foi abaixando devagar, me descobriu a cabecinha primeiro e aos poucos Pouco a pouco o tronco, que ficou quase na mesma posição, quase vertical, os ovos foram os últimos a sair, todo mundo aplaudiu, menos eu, que estava meio apressado. Julia se levantou e pegou na minha rola e na minha mão, Elvira me segurou pelos ovos e pela outra mão e me ajudaram a descer, todo mundo me incentivava como se eu fosse um campeão. Ricardo me parabenizou, estava muito animado, mas quando Julia mandou ele subir no banquinho de apresentação, ele já não estava tão contente. Minha tia sugeriu que ele fosse tirando as coisas de um jeito sexy, ele tirou a camisa devagar, quando terminou mostrou um peito que, sem ser musculoso, dava pra ver que era trabalhado. As calças mostraram umas pernas fortes e grossas, mas quando ele se levantou, por baixo da cueca azul clara marcava um volume que se desviava para um lado até chegar no meio do quadril. Minha tia olhava orgulhosa, eu assombrado, mas Elvira com a boca aberta, quase babando. Julia demorou, passou a mão várias vezes ao longo da rola, ela quase não cresceu de comprimento, mas engrossou pra caralho. Quando ela começou a puxar a cueca pra baixo, instintivamente Elvira se levantou e foi pra primeira fila, eu também quis ver aquela maravilha. Julia parou bem na hora que começava a aparecer um tufinho de pelo, claramente ele estava depilado, depois fiquei sabendo que ela mesma tinha depilado ele do jeito que gostava. Ela puxou a cueca de uma vez, a gente se assustou, tenho que confessar, a rola enorme pulou na nossa direção, era gigante, de comprida e de grossa, nunca imaginei que o Ricardo tivesse aquilo, ele era um cara legal e bonito, mas não era de uma estatura extraordinária nem nada. A rola ficou balançando na horizontal na frente das nossas caras incrédulas. Julia, como apresentadora, puxou a pele do prepúcio pra baixo pra mostrar toda a maravilha completa, a cabeça era mais grossa que o tronco, não era pontuda como a minha, mas redonda como uma maçã, parecia um cassetete. Ela mexeu pra todos os lados, as veias estavam inchadas, quase estourando. Minha tia rodeou ela com um Socou desde a raiz, depois o outro punho mais adiante. Elvira se apressou pra colocar o dela em seguida e ainda conseguiu enfiar o outro na sequência, quase cobrindo ele também. Quando minha tia já tinha soltado, Elvira ainda segurava ele com a mão que cobria a cabecinha, apertava e amassava sentindo ele pulsar, e depois deu um beijo suave. A gente ia sentar os quatro no sofá, mas Elvira disse que não íamos ficar muito confortáveis e pediu pra acompanharmos ela. Passamos pra outro quarto, ela tinha preparado tudo: duas camas de 110 cm juntas, tinha tirado a mesinha que separava elas e, unidas, formavam uma cama gigante. Além disso, em cada canto tinha umas velinhas aromáticas acesas. Ela fechou as cortinas o suficiente pra suavizar a luz, trancou a porta e, sem tirar os sapatos, subiu na cama. Deitada sobre toda a superfície branca do lençol, parecia um doce que tinha que ser devorado inteiro. Pelo outro lado, Julia seguiu ela — essa sim tirou os sapatos, mas só pra tirar a calcinha fio dental. O púbis já marcava com uma cor diferente da barriga. Elvira soltou o sutiã e os peitos quase nem acusaram, ficaram na mesma altura. Ao mesmo tempo, soltou o de Julia e, esticando, deixou ele em cima da mesinha. Minha tia retribuiu puxando a calcinha da costureira até tirar pelos pés, depois de ter tirado os saltos finos dela. Com a largura das duas camas, as minas eram tipo duas deusas. Ricardo foi o primeiro a subir, se deitou do lado da Julia. Elvira me chamou com os dedos pra ir com ela. Quando me deitei ao lado dela, Ricardo já tava beijando a Julia com paixão. A mão da minha tia tava agarrada na pica do Ricardo, percorrendo todo o comprimento dela com a mão até as bolas — tava dura igual uma estaca. Ele acariciava os peitos dela, que se destacavam duros e brilhantes. Elvira me beijou mordendo meu lábio inferior, mas logo se abaixou e procurou minha pica, lambeu ela toda antes de... Enfiei o capuz nos lábios dela, saboreei e engoli. Procurei o tufo de pelo em V, segui a seta que indicava o caminho e busquei os lábios dela. Não precisei procurar muito: abaixo do pelo crespo já nasciam os lábios carnudos. Caí na ficha de quem a Raquel lembrava — a filha dela também tinha uma buceta inchada e uns lábios enormes. Segui por eles até achar o clitóris. Esse sim era maior que o da filha e mais sensível. Mal encostei, ele endureceu, e quando soltei da pele, apareceu brilhante e molhado. Enquanto me chupava a pica, vi minha tia pegar na mão dela e levar até a pica do Ricardo. Quando tocou, agarrou com força, quase não cabia nos dedos. Senti a excitação dela na minha pica: começou a chupar com mais força. Eu, com uma mão, agarrei um peito da minha tia. Ela se aproximou pra eu alcançar melhor, enquanto o Ricardo tava comendo a buceta dela. Ela só conseguia lamber a glande, não dava conta de engolir tudo. A Elvira segurava ele parado. Quando o Ricardo virou e meteu a pica na Julia, todo mundo percebeu. O gemido ecoou pelo quarto inteiro. A Elvira não tinha soltado ele, só ia passando a mão conforme ele enfiava na buceta da minha tia. Quando a Julia pareceu que não conseguia mais respirar, ele parou de meter e começou a tirar. A Elvira sentiu uma vontade doida de ter uma pica na buceta e montou em cima de mim. Tava encharcada de lubrificação e cravou ela inteira — pelo menos coube. Na minha tia, sobrou metade pra fora. A Julia quis se servir sozinha e também sentou no Ricardo. Assim, ia se deixando cair até ele pressionar o útero dela. A Elvira pulava sem controle em cima de mim. O Ricardo pegou um peito da Elvira, e ela colocou a mão dele sobre o dela e guiou pra ele apalpar bem. Eu via os peitos da Julia balançando em cima do Ricardo. Agarrei eles e, segurando pelos bicos, mantive quietos. Minha tia cansou de cavalgar agachada e ficou de quatro. O Ricardo se posicionou atrás dela, que procurou entre as pernas dele O pau do garoto, enquanto ele segurava com as duas mãos mantendo a direção, quando ficou de frente só esperou, foi Júlia quem recuou até sentir a barra de carne entrando nela, era espetacular ver a tranca deslizando pra dentro. Elvira ficou besta, desceu de mim e ficou de quatro igual ao lado da Júlia, mas colada na bunda dela, via na cara dela como o pau venoso do Ricardo ia furando a buceta da minha tia, ela acompanhava tudo como se tivesse vendo um jogo de tênis, com o olhar vidrado seguindo o pau entrando e saindo pra direita e esquerda, apertava as bolas do Ricardo junto, eu colado na bunda dela metia meu pau na buceta dela, a cada estocada ela gemia, claramente não tava odiando, embora eu soubesse que o sonho dela era o pau do Ricardo, quando tirei ele minha tia me chamou, fiquei na frente dela e ela enfiou na boca, a cada estocada do Ricardo ela engolia metade do meu pau, Elvira tinha pegado um pedaço do pau que o Ricardo não conseguia meter na minha tia e apertava sentindo o sangue correndo nas veias, minha tia teve o primeiro orgasmo, começou suave mas explodiu de repente, quase mordeu meu pau, Ricardo bombava sem parar, até que ela caiu rendida no lençol. Elvira viu o céu aberto, quando o Ricardo saiu o pau dele ficou livre, não pensou duas vezes, mandou o Ricardo deitar de barriga pra cima com medo da tranca que ele tinha, ela subiu de um pulo, esfregou a cabeça do pau entre os lábios grandes e o clitóris, e sem esperar mais apontou pra entrada, a cabeçona do pau do garoto abriu caminho sem piedade, os lábios forçados se abriram com dificuldade mas não tinha outro jeito, a costureira respirava com dificuldade, mas não desistiu, continuou descendo no pau e foi enterrando, já tinha quase metade quando escapou um pouco, olhou pra ele e quis aproveitar mais, se deixou cair mais e mais, quase chegou a três quartos, se deitou no peito do Ricardo, para descansar um pouco. Minha tia já tinha se levantado, recuperada, e pegou na minha rola dura. Ela se sentou sobre as nádegas da Elvira e deixou cair saliva na racha do cu dela. Foi uma quantidade boa, porque chegou até o ânus. Depois, com o dedo, massageou tudo. A Elvira, ao sentir, relaxou e ficou procurando o dedo dela. Quando entrou, já estava bem distendida. Minha tia me apontou com o olhar o alvo. Eu me posicionei atrás. Ricardo, devagar, ia metendo e tirando a rola. De repente, acelerou quando me viu. A Elvira começou a gemer e gritar de prazer. Quando minha tia me deu um tapa na nádega, eu só precisei empurrar. Ao sentir que já estava na entrada do ânus, pressionei, sem brutalidade, mas com firmeza. Quando a Elvira se deu conta do que realmente estava acontecendo no cu dela, já estava cheio de carne dura. A rola do Ricardo não parava de bombar rápido, e ela já não quis ou não pôde dizer não. Relaxou e abriu as nádegas. Fui metendo a rola nela aos poucos, mas sem parar. Dentro da Elvira, eu sentia o roçar da vara do Ricardo com a minha, quase se tocando. A Elvira grunhia palavras sem nexo. Só deu pra entender que já tinha os dois buracos ocupados, mas queria os três. Minha tia não se intimidou. Sentou na frente dela, apoiada na cabeceira da cama, e abriu as pernas o máximo que pôde. A Elvira viu a buceta da Júlia como a porta do paraíso e se jogou pra chupar ela. A boca dela grudou como uma ventosa, lambeu e chupou o clitóris e a vagina, tirando todos os sucos do orgasmo que ela acabara de gozar. Minha tia estava nas nuvens. A comida que a Elvira dava era exatamente o que ela precisava depois do orgasmo dela. O que aconteceu foi algo excepcional, inesperado. Ricardo, acelerando cada vez mais, sentiu que ia gozar. Eu também percebi pelas pulsações que sentia através da Elvira, e ela mesma também notou. O resultado foi que a Elvira ficou tão excitada que o Ricardo não aguentou. Gozou dentro dela. Eu gozei no cu dela. Caí sobre as costas da Elvira, e ela, com meu peso, afundou a rola. Do Ricardo inteiro pra dentro, ela não percebeu até depois do orgasmo violento que teve, que deixou a buceta dela sensível. Ao mesmo tempo, minha tia, vendo a cena, gozou também, mais suavemente, mas encheu a cara da Elvira de fluido. Levamos quase um minuto pra conseguir nos mexer, eu fui o primeiro, caí do lado do Ricardo, com a piroca já mole e limpa, porque o esfíncter da Elvira tinha fechado o suficiente pra deixar passar só minha piroca, o sêmen não conseguiu sair. Na hora, a Elvira se levantou o bastante pra olhar entre ela e o Ricardo, entre os peitos dela viu a piroca do garoto inteira dentro da buceta dela, os poucos pelos dele se enroscavam na virilha depilada dela. Ela se deixou cair de novo, assustada. Minha tia, de pernas abertas, limpava a própria buceta com um lenço umedecido, a saliva e os fluidos dela chegavam no lençol. Quando a Elvira conseguiu se levantar, ficou deitada de lado, não ousava sentar direito nem na cama, tinha a parte de baixo completamente dilatada, vermelha de irritação e banhada de porra branca. Minha tia se deitou do lado dela, com o olhar perguntou como ela estava, ela disse…
— Tô no céu, não sinto meu corpo, nunca esperava nada igual. Nada do que eu tinha planejado deu certo, comprei camisinha, gel, creme e um vibrador pequeno caso desse vontade de enfiar algo no cu, tudo inútil, fui fodida por todos os lados e você me deu sua buceta de presente, tava uma delícia mesmo, valeu.
— Fico feliz que você tenha curtido, mas fica tranquila, eu também fui bem fodida e sua boca me fez gozar pela segunda vez, mas não pensa que acabou, os garotos já tão com a piroca quase pronta de novo pra uma segunda rodada. E era verdade, a Júlia tinha pegado na minha piroca e, apertando as bolas, tava deixando ela dura. O Ricardo tinha a dele caída sobre o quadril, parecia um peixe recém-tirado da água, não demorou pra dar sinais de vida e, se agitando aos poucos, foi se levantando. Elvira, ao ver Ricardo renascer, quis aproveitar ao máximo e, com o pau ainda mole, enfiou ele na boca. Com muito esforço, mas como ainda não estava em plena forma, conseguiu. A cabecinha redonda do garoto cabia justo na boca da costureira. Ela, com as duas mãos, percorria todo o comprimento da vara do garçom, de vez em quando esfregava os ovos dele, deixando-os duros e esticados. Conforme o pau ia ganhando volume, Elvira era obrigada a abrir mais e mais a boca. As mandíbulas não aguentavam mais, os lábios pareciam que iam rasgar nos cantos, os olhos de Elvira pareciam pular das órbitas. Ela tinha os dentes presos na borda da cabecinha de Ricardo e não conseguia soltar. Ricardo, alheio ao problema, ficava apalpando os peitos da costureira. Tava claro que os bicos dos peitos seguiam outro canal que não a boca, pois ficavam mais duros quanto mais ele acariciava. Elvira começou a agitar os braços pedindo ajuda. Nós não víamos ela, porque eu tava entre as pernas da minha tia enquanto ela me chupava o pau. Elvira começou a bater nas coxas de Ricardo com desespero, e isso foi o melhor que ela fez. Ele, vendo o problema pela cara desesperada de Elvira, murchou de repente, e o pau saiu todo marcado com os dentes dela. Mas a garota já conseguiu fechar a boca e respirar. Ela tossia e chorava ao mesmo tempo, tinha passado mal. Ficou olhando pra cabecinha do garoto, que também tinha passado mal por causa da ousadia dela. Pediu desculpas, mas ele, pra selar a paz, abriu as pernas dela e enfiou meio pau na buceta. Fez isso devagar, mas não parou até bater no fundo dela. Quando a gente se virou, eles estavam abraçados. O garoto por cima dela, apoiado nos cotovelos no lençol, com as mãos acariciando os peitos dela. Eles se beijaram, e no meio do beijo, Elvira envolveu a cintura de Ricardo e se apertou contra ele. Não vi a quantidade de pau que ela enfiou sozinha, mas vi que ela gozou abraçando ele. Minha tia me disse… — Parece que a Elvira gozou. encontrei a medida que sempre sonhei, tenho que admitir que gosto mais da sua, entra toda, sem medo e me toca onde mais me dá prazer, além disso, enche minha buceta roçando todos os nervos sensíveis, gosto muito de você, Manu, você é meu preferido. - Obrigado, Julia, você também gosta muito de mim, tem um corpo espetacular, uns peitos divinos e adora foder, dá pra ver que você gosta tanto de dar prazer quanto de receber, por isso tudo que faço parece pouco para você. - Já estou louca pra ficar sozinha com você e poder foder só nós dois, Ricardo é só um desabafo, mas você é tudo que uma mulher pode desejar. - Obrigado, Julia, você não sabe como eu gosto de estar dentro de você, sinto como você aperta minha pica com sua buceta, me mostra que me valoriza. - Pode ter certeza disso, com o que você me diz, está fazendo eu gozar de novo, me come e não para, quero sentir seu pau jorrando leite dentro de mim. - Então não vou demorar, você me deixou muito excitado. Nós dois cumprimos a palavra, enquanto minha tia gozava me abraçando, eu me esvaziava dentro dela, foi um ato de amor mais do que de sexo, mas nenhum de nós dois entendeu assim, era só sexo. Ricardo sentou na cama, puxou Elvira para perto, que com as pernas abertas se cruzou na cintura dele, sua buceta aberta foi recebendo a pica do garoto, com a comodidade da posição, ela com os braços sobre a cabeça se movia no ritmo das metidas do garoto, quando ele acelerou, Ricardo, ela segurava os peitos que pulavam pra cima e pra baixo, com os dedos beliscava os mamilos e os esticava quase arrancando, Ricardo agarrado nas cadeiras de Elvira a puxou e enfiou a pica, a garota já não se preocupou com a quantidade, só abriu os olhos assustada e suspirou, a verdade é que tinha engolido de novo toda a pica do garoto, ele com a goza que estava enchendo a buceta dela diminuiu o efeito, mas quando saiu um jorro de porra a pressão encheu o lençol. Quando tomamos banho, não cabíamos no chuveiro. mas fizemos rapidinho, de turno. quando saí, a Júlia tava colocando as meias, ainda sem calcinha. eu me abaixei e lambi a bunda dela, ela virou e falou…
— Manu, não seja safado, isso você faz outro dia.
Minha mãe perguntou como estavam os testes, eu respondi que esperava que tivesse mais algum, precisava de uns retoques. Ela também comentou que minha tia tinha prometido pra costureira que levaria uma cliente e que pagaria a confecção dos vestidos. Essa nova cliente era minha mãe, claro. Eu cruzei os dedos. Continua…
— Manu, sua tia já me contou as novas ideias, achei muito boas, e mesmo não conhecendo a Elvira, tenho certeza de que vai ser uma maravilha, já que você gostou dela.
— Só espero que minha tia se sinta à vontade, faria qualquer coisa por ela, ela merece o melhor.
Ricardo me deu um tapinha de aprovação e continuou servindo nas mesas. Imagino que com o incentivo da reunião, a Elvira se apressou em adiantar o vestido da Julia. Na semana seguinte, ligou pra minha tia dizendo que ela podia passar quando fosse conveniente, mas que avisasse antes. Minha tia organizou tudo pra conciliar o dia da festa do Ricardo com o serviço do restaurante e a possibilidade de ela também faltar comigo. Quando ficou compatível, ligou pra Elvira, que já tinha tudo preparado há dias: tinha se abastecido de cremes, géis, camisinhas e mais umas coisinhas. Tinha se informado por várias fontes e previsto pra não falhar nada, até comprou lingerie sexy.
Combinamos uma tarde, organizamos tudo do jeito mais discreto possível. Ricardo chegou uns minutos depois da gente; depois soubemos que ele ficou no bar da frente esperando até nos ver chegar. Dava pra ver que ele estava nervoso, eu também tava, e imagino que as mulheres estivessem na mesma. Minha tia foi elegante, sem ser exageradamente provocante, eu como sempre jovem e Ricardo de esporte, como de costume. A Elvira, na casa dela, tinha se arrumado: um pouco maquiada e com um vestido bem sexy. Com certeza conseguiu o objetivo dela de nos impressionar, principalmente o Ricardo, que só conhecia ela de vista. Por baixo de um vestido cinza grafite brilhante e bem justo, os peitos soltos marcavam, mas sem exagero, embora fossem coroados pelos bicos durinhos como adesivos. Ela nos fez entrar na sala, que não era muito espaçosa, mas tinha um sofá comprido e duas poltronas bem confortáveis. No móvel da parede, uma televisão grande e vários detalhes de… decoração, também algumas fotos, entre elas uma se destacava da filha dela, Raquel, era um close, mas dava pra ver no decote as protuberâncias das duas tetonas enormes. Assim, por cima, ela foi explicando a casa, que embora antiga era muito grande, tinha vários cômodos, uns dedicados ao trabalho dela, o último do corredor comprido era o da filha Raquel, que naquele momento estava trabalhando no restaurante. Sentados espalhados pela sala, ficamos conversando sobre coisas banais, a anfitriã se desdobrava contando coisas pra uns e outros, a verdade é que nos fazia sentir muito à vontade, já a conversa estava meio morrendo quando Elvira perguntou pra gente… - Que pouca atenção a minha, não ofereci nada, o que vocês querem? Antes que a gente pudesse escolher, minha tia se levantou e as duas saíram da sala, a gente ficou esperando. Quando as mulheres voltaram, traziam umas bandejas de bebidas, copos, uma geleira cheia e umas coisinhas pra petiscar, mas o que mais nos chocou é que elas vieram com uma roupa super sensual, minha tia com o sutiã novo que a gente já tinha visto e com a calcinha combinando, a parte escura que aparecia na calcinha dela não era pelo, era a buceta morena perfeitamente depilada, os peitos estavam enfeitados com a peça e parecia que queriam pular pra fora, só presos na renda pelos bicos, umas meias até a coxa destacavam as pernas morenas dela e uns sapatos de salto alto elevavam toda a figura, o balanço dos quadris ao andar fazia sumir da nossa vista a bandeja que ela levava nas mãos. Do lado dela, Elvira também tinha comprado lingerie especial pra ocasião, atrás da bandeja com as garrafas, ela usava um sutiã que só levantava os peitos por baixo com uma tirinha fina, o peito inteiro ficava solto no ar, por isso os bicos marcavam e as tetas não balançavam, a calcinha combinando subia até a cintura quase formando um V, nas coxas ela chegavam até o quadril enquanto na frente afundavam até o púbis depilado bem curtinho, também em formato de V, o umbigo ficava bem no centro enfeitado com uma perolinha, quando se abaixaram pra deixar as bandejas, Julia nos ofereceu a visão de um decote impressionante, os dois peitos se juntavam até a escuridão da roupa preta, Elvira não deixava nada pra imaginação, os dois peitos pendiam livremente separados e precedidos pelos dois bicos pontudos, quando se levantaram, as duas deram uma volta completa pra gente admirá-las também por trás, Julia com mais quadril se “agasalhava” com uma tanga que, se na frente só cobria o púbis depilado, atrás a única tirinha se enfiava entre as nádegas fazendo com que o conjunto todo fosse a bunda redonda dela, Elvira continuava na mesma linha em V, mas só até mostrar as covinhas do quadril, uma fita estreita tapava um pedaço das nádegas até sumir também entre elas. Sentaram-se entre nós e nos serviram o que a gente quisesse, embora o que mais queríamos não estivesse nas bandejas, quando estávamos na metade do copo, Elvira se levantou e trouxe o banquinho que usava pra experimentar, devia ter só meio metro de altura, mas colocou no centro da sala e disse… - Agora é hora de conhecer nossos ídolos, sobe, Manu!. Eu me surpreendi e olhei em volta como se eu não fosse o tal, mas todos ficaram me encarando e apontaram pro centro da sala, Elvira me deu a mão pra me ajudar a subir, fazendo uma reverência, de cima ainda dava pra ver os peitos dela mais gostosos. Começaram a aplaudir e eu tirei a camisa, meu peito, mesmo não sendo ruim, denunciava a inexperiência da minha juventude, a calça foi mais difícil por causa do desconforto do banquinho, mas tirei, por fim fiquei só de cueca, a piroca marcava grudada na barriga, Elvira passou a mão e se virou pra plateia, pegando na cintura foi abaixando devagar, me descobriu a cabecinha primeiro e aos poucos Pouco a pouco o tronco, que ficou quase na mesma posição, quase vertical, os ovos foram os últimos a sair, todo mundo aplaudiu, menos eu, que estava meio apressado. Julia se levantou e pegou na minha rola e na minha mão, Elvira me segurou pelos ovos e pela outra mão e me ajudaram a descer, todo mundo me incentivava como se eu fosse um campeão. Ricardo me parabenizou, estava muito animado, mas quando Julia mandou ele subir no banquinho de apresentação, ele já não estava tão contente. Minha tia sugeriu que ele fosse tirando as coisas de um jeito sexy, ele tirou a camisa devagar, quando terminou mostrou um peito que, sem ser musculoso, dava pra ver que era trabalhado. As calças mostraram umas pernas fortes e grossas, mas quando ele se levantou, por baixo da cueca azul clara marcava um volume que se desviava para um lado até chegar no meio do quadril. Minha tia olhava orgulhosa, eu assombrado, mas Elvira com a boca aberta, quase babando. Julia demorou, passou a mão várias vezes ao longo da rola, ela quase não cresceu de comprimento, mas engrossou pra caralho. Quando ela começou a puxar a cueca pra baixo, instintivamente Elvira se levantou e foi pra primeira fila, eu também quis ver aquela maravilha. Julia parou bem na hora que começava a aparecer um tufinho de pelo, claramente ele estava depilado, depois fiquei sabendo que ela mesma tinha depilado ele do jeito que gostava. Ela puxou a cueca de uma vez, a gente se assustou, tenho que confessar, a rola enorme pulou na nossa direção, era gigante, de comprida e de grossa, nunca imaginei que o Ricardo tivesse aquilo, ele era um cara legal e bonito, mas não era de uma estatura extraordinária nem nada. A rola ficou balançando na horizontal na frente das nossas caras incrédulas. Julia, como apresentadora, puxou a pele do prepúcio pra baixo pra mostrar toda a maravilha completa, a cabeça era mais grossa que o tronco, não era pontuda como a minha, mas redonda como uma maçã, parecia um cassetete. Ela mexeu pra todos os lados, as veias estavam inchadas, quase estourando. Minha tia rodeou ela com um Socou desde a raiz, depois o outro punho mais adiante. Elvira se apressou pra colocar o dela em seguida e ainda conseguiu enfiar o outro na sequência, quase cobrindo ele também. Quando minha tia já tinha soltado, Elvira ainda segurava ele com a mão que cobria a cabecinha, apertava e amassava sentindo ele pulsar, e depois deu um beijo suave. A gente ia sentar os quatro no sofá, mas Elvira disse que não íamos ficar muito confortáveis e pediu pra acompanharmos ela. Passamos pra outro quarto, ela tinha preparado tudo: duas camas de 110 cm juntas, tinha tirado a mesinha que separava elas e, unidas, formavam uma cama gigante. Além disso, em cada canto tinha umas velinhas aromáticas acesas. Ela fechou as cortinas o suficiente pra suavizar a luz, trancou a porta e, sem tirar os sapatos, subiu na cama. Deitada sobre toda a superfície branca do lençol, parecia um doce que tinha que ser devorado inteiro. Pelo outro lado, Julia seguiu ela — essa sim tirou os sapatos, mas só pra tirar a calcinha fio dental. O púbis já marcava com uma cor diferente da barriga. Elvira soltou o sutiã e os peitos quase nem acusaram, ficaram na mesma altura. Ao mesmo tempo, soltou o de Julia e, esticando, deixou ele em cima da mesinha. Minha tia retribuiu puxando a calcinha da costureira até tirar pelos pés, depois de ter tirado os saltos finos dela. Com a largura das duas camas, as minas eram tipo duas deusas. Ricardo foi o primeiro a subir, se deitou do lado da Julia. Elvira me chamou com os dedos pra ir com ela. Quando me deitei ao lado dela, Ricardo já tava beijando a Julia com paixão. A mão da minha tia tava agarrada na pica do Ricardo, percorrendo todo o comprimento dela com a mão até as bolas — tava dura igual uma estaca. Ele acariciava os peitos dela, que se destacavam duros e brilhantes. Elvira me beijou mordendo meu lábio inferior, mas logo se abaixou e procurou minha pica, lambeu ela toda antes de... Enfiei o capuz nos lábios dela, saboreei e engoli. Procurei o tufo de pelo em V, segui a seta que indicava o caminho e busquei os lábios dela. Não precisei procurar muito: abaixo do pelo crespo já nasciam os lábios carnudos. Caí na ficha de quem a Raquel lembrava — a filha dela também tinha uma buceta inchada e uns lábios enormes. Segui por eles até achar o clitóris. Esse sim era maior que o da filha e mais sensível. Mal encostei, ele endureceu, e quando soltei da pele, apareceu brilhante e molhado. Enquanto me chupava a pica, vi minha tia pegar na mão dela e levar até a pica do Ricardo. Quando tocou, agarrou com força, quase não cabia nos dedos. Senti a excitação dela na minha pica: começou a chupar com mais força. Eu, com uma mão, agarrei um peito da minha tia. Ela se aproximou pra eu alcançar melhor, enquanto o Ricardo tava comendo a buceta dela. Ela só conseguia lamber a glande, não dava conta de engolir tudo. A Elvira segurava ele parado. Quando o Ricardo virou e meteu a pica na Julia, todo mundo percebeu. O gemido ecoou pelo quarto inteiro. A Elvira não tinha soltado ele, só ia passando a mão conforme ele enfiava na buceta da minha tia. Quando a Julia pareceu que não conseguia mais respirar, ele parou de meter e começou a tirar. A Elvira sentiu uma vontade doida de ter uma pica na buceta e montou em cima de mim. Tava encharcada de lubrificação e cravou ela inteira — pelo menos coube. Na minha tia, sobrou metade pra fora. A Julia quis se servir sozinha e também sentou no Ricardo. Assim, ia se deixando cair até ele pressionar o útero dela. A Elvira pulava sem controle em cima de mim. O Ricardo pegou um peito da Elvira, e ela colocou a mão dele sobre o dela e guiou pra ele apalpar bem. Eu via os peitos da Julia balançando em cima do Ricardo. Agarrei eles e, segurando pelos bicos, mantive quietos. Minha tia cansou de cavalgar agachada e ficou de quatro. O Ricardo se posicionou atrás dela, que procurou entre as pernas dele O pau do garoto, enquanto ele segurava com as duas mãos mantendo a direção, quando ficou de frente só esperou, foi Júlia quem recuou até sentir a barra de carne entrando nela, era espetacular ver a tranca deslizando pra dentro. Elvira ficou besta, desceu de mim e ficou de quatro igual ao lado da Júlia, mas colada na bunda dela, via na cara dela como o pau venoso do Ricardo ia furando a buceta da minha tia, ela acompanhava tudo como se tivesse vendo um jogo de tênis, com o olhar vidrado seguindo o pau entrando e saindo pra direita e esquerda, apertava as bolas do Ricardo junto, eu colado na bunda dela metia meu pau na buceta dela, a cada estocada ela gemia, claramente não tava odiando, embora eu soubesse que o sonho dela era o pau do Ricardo, quando tirei ele minha tia me chamou, fiquei na frente dela e ela enfiou na boca, a cada estocada do Ricardo ela engolia metade do meu pau, Elvira tinha pegado um pedaço do pau que o Ricardo não conseguia meter na minha tia e apertava sentindo o sangue correndo nas veias, minha tia teve o primeiro orgasmo, começou suave mas explodiu de repente, quase mordeu meu pau, Ricardo bombava sem parar, até que ela caiu rendida no lençol. Elvira viu o céu aberto, quando o Ricardo saiu o pau dele ficou livre, não pensou duas vezes, mandou o Ricardo deitar de barriga pra cima com medo da tranca que ele tinha, ela subiu de um pulo, esfregou a cabeça do pau entre os lábios grandes e o clitóris, e sem esperar mais apontou pra entrada, a cabeçona do pau do garoto abriu caminho sem piedade, os lábios forçados se abriram com dificuldade mas não tinha outro jeito, a costureira respirava com dificuldade, mas não desistiu, continuou descendo no pau e foi enterrando, já tinha quase metade quando escapou um pouco, olhou pra ele e quis aproveitar mais, se deixou cair mais e mais, quase chegou a três quartos, se deitou no peito do Ricardo, para descansar um pouco. Minha tia já tinha se levantado, recuperada, e pegou na minha rola dura. Ela se sentou sobre as nádegas da Elvira e deixou cair saliva na racha do cu dela. Foi uma quantidade boa, porque chegou até o ânus. Depois, com o dedo, massageou tudo. A Elvira, ao sentir, relaxou e ficou procurando o dedo dela. Quando entrou, já estava bem distendida. Minha tia me apontou com o olhar o alvo. Eu me posicionei atrás. Ricardo, devagar, ia metendo e tirando a rola. De repente, acelerou quando me viu. A Elvira começou a gemer e gritar de prazer. Quando minha tia me deu um tapa na nádega, eu só precisei empurrar. Ao sentir que já estava na entrada do ânus, pressionei, sem brutalidade, mas com firmeza. Quando a Elvira se deu conta do que realmente estava acontecendo no cu dela, já estava cheio de carne dura. A rola do Ricardo não parava de bombar rápido, e ela já não quis ou não pôde dizer não. Relaxou e abriu as nádegas. Fui metendo a rola nela aos poucos, mas sem parar. Dentro da Elvira, eu sentia o roçar da vara do Ricardo com a minha, quase se tocando. A Elvira grunhia palavras sem nexo. Só deu pra entender que já tinha os dois buracos ocupados, mas queria os três. Minha tia não se intimidou. Sentou na frente dela, apoiada na cabeceira da cama, e abriu as pernas o máximo que pôde. A Elvira viu a buceta da Júlia como a porta do paraíso e se jogou pra chupar ela. A boca dela grudou como uma ventosa, lambeu e chupou o clitóris e a vagina, tirando todos os sucos do orgasmo que ela acabara de gozar. Minha tia estava nas nuvens. A comida que a Elvira dava era exatamente o que ela precisava depois do orgasmo dela. O que aconteceu foi algo excepcional, inesperado. Ricardo, acelerando cada vez mais, sentiu que ia gozar. Eu também percebi pelas pulsações que sentia através da Elvira, e ela mesma também notou. O resultado foi que a Elvira ficou tão excitada que o Ricardo não aguentou. Gozou dentro dela. Eu gozei no cu dela. Caí sobre as costas da Elvira, e ela, com meu peso, afundou a rola. Do Ricardo inteiro pra dentro, ela não percebeu até depois do orgasmo violento que teve, que deixou a buceta dela sensível. Ao mesmo tempo, minha tia, vendo a cena, gozou também, mais suavemente, mas encheu a cara da Elvira de fluido. Levamos quase um minuto pra conseguir nos mexer, eu fui o primeiro, caí do lado do Ricardo, com a piroca já mole e limpa, porque o esfíncter da Elvira tinha fechado o suficiente pra deixar passar só minha piroca, o sêmen não conseguiu sair. Na hora, a Elvira se levantou o bastante pra olhar entre ela e o Ricardo, entre os peitos dela viu a piroca do garoto inteira dentro da buceta dela, os poucos pelos dele se enroscavam na virilha depilada dela. Ela se deixou cair de novo, assustada. Minha tia, de pernas abertas, limpava a própria buceta com um lenço umedecido, a saliva e os fluidos dela chegavam no lençol. Quando a Elvira conseguiu se levantar, ficou deitada de lado, não ousava sentar direito nem na cama, tinha a parte de baixo completamente dilatada, vermelha de irritação e banhada de porra branca. Minha tia se deitou do lado dela, com o olhar perguntou como ela estava, ela disse…
— Tô no céu, não sinto meu corpo, nunca esperava nada igual. Nada do que eu tinha planejado deu certo, comprei camisinha, gel, creme e um vibrador pequeno caso desse vontade de enfiar algo no cu, tudo inútil, fui fodida por todos os lados e você me deu sua buceta de presente, tava uma delícia mesmo, valeu.
— Fico feliz que você tenha curtido, mas fica tranquila, eu também fui bem fodida e sua boca me fez gozar pela segunda vez, mas não pensa que acabou, os garotos já tão com a piroca quase pronta de novo pra uma segunda rodada. E era verdade, a Júlia tinha pegado na minha piroca e, apertando as bolas, tava deixando ela dura. O Ricardo tinha a dele caída sobre o quadril, parecia um peixe recém-tirado da água, não demorou pra dar sinais de vida e, se agitando aos poucos, foi se levantando. Elvira, ao ver Ricardo renascer, quis aproveitar ao máximo e, com o pau ainda mole, enfiou ele na boca. Com muito esforço, mas como ainda não estava em plena forma, conseguiu. A cabecinha redonda do garoto cabia justo na boca da costureira. Ela, com as duas mãos, percorria todo o comprimento da vara do garçom, de vez em quando esfregava os ovos dele, deixando-os duros e esticados. Conforme o pau ia ganhando volume, Elvira era obrigada a abrir mais e mais a boca. As mandíbulas não aguentavam mais, os lábios pareciam que iam rasgar nos cantos, os olhos de Elvira pareciam pular das órbitas. Ela tinha os dentes presos na borda da cabecinha de Ricardo e não conseguia soltar. Ricardo, alheio ao problema, ficava apalpando os peitos da costureira. Tava claro que os bicos dos peitos seguiam outro canal que não a boca, pois ficavam mais duros quanto mais ele acariciava. Elvira começou a agitar os braços pedindo ajuda. Nós não víamos ela, porque eu tava entre as pernas da minha tia enquanto ela me chupava o pau. Elvira começou a bater nas coxas de Ricardo com desespero, e isso foi o melhor que ela fez. Ele, vendo o problema pela cara desesperada de Elvira, murchou de repente, e o pau saiu todo marcado com os dentes dela. Mas a garota já conseguiu fechar a boca e respirar. Ela tossia e chorava ao mesmo tempo, tinha passado mal. Ficou olhando pra cabecinha do garoto, que também tinha passado mal por causa da ousadia dela. Pediu desculpas, mas ele, pra selar a paz, abriu as pernas dela e enfiou meio pau na buceta. Fez isso devagar, mas não parou até bater no fundo dela. Quando a gente se virou, eles estavam abraçados. O garoto por cima dela, apoiado nos cotovelos no lençol, com as mãos acariciando os peitos dela. Eles se beijaram, e no meio do beijo, Elvira envolveu a cintura de Ricardo e se apertou contra ele. Não vi a quantidade de pau que ela enfiou sozinha, mas vi que ela gozou abraçando ele. Minha tia me disse… — Parece que a Elvira gozou. encontrei a medida que sempre sonhei, tenho que admitir que gosto mais da sua, entra toda, sem medo e me toca onde mais me dá prazer, além disso, enche minha buceta roçando todos os nervos sensíveis, gosto muito de você, Manu, você é meu preferido. - Obrigado, Julia, você também gosta muito de mim, tem um corpo espetacular, uns peitos divinos e adora foder, dá pra ver que você gosta tanto de dar prazer quanto de receber, por isso tudo que faço parece pouco para você. - Já estou louca pra ficar sozinha com você e poder foder só nós dois, Ricardo é só um desabafo, mas você é tudo que uma mulher pode desejar. - Obrigado, Julia, você não sabe como eu gosto de estar dentro de você, sinto como você aperta minha pica com sua buceta, me mostra que me valoriza. - Pode ter certeza disso, com o que você me diz, está fazendo eu gozar de novo, me come e não para, quero sentir seu pau jorrando leite dentro de mim. - Então não vou demorar, você me deixou muito excitado. Nós dois cumprimos a palavra, enquanto minha tia gozava me abraçando, eu me esvaziava dentro dela, foi um ato de amor mais do que de sexo, mas nenhum de nós dois entendeu assim, era só sexo. Ricardo sentou na cama, puxou Elvira para perto, que com as pernas abertas se cruzou na cintura dele, sua buceta aberta foi recebendo a pica do garoto, com a comodidade da posição, ela com os braços sobre a cabeça se movia no ritmo das metidas do garoto, quando ele acelerou, Ricardo, ela segurava os peitos que pulavam pra cima e pra baixo, com os dedos beliscava os mamilos e os esticava quase arrancando, Ricardo agarrado nas cadeiras de Elvira a puxou e enfiou a pica, a garota já não se preocupou com a quantidade, só abriu os olhos assustada e suspirou, a verdade é que tinha engolido de novo toda a pica do garoto, ele com a goza que estava enchendo a buceta dela diminuiu o efeito, mas quando saiu um jorro de porra a pressão encheu o lençol. Quando tomamos banho, não cabíamos no chuveiro. mas fizemos rapidinho, de turno. quando saí, a Júlia tava colocando as meias, ainda sem calcinha. eu me abaixei e lambi a bunda dela, ela virou e falou…
— Manu, não seja safado, isso você faz outro dia.
Minha mãe perguntou como estavam os testes, eu respondi que esperava que tivesse mais algum, precisava de uns retoques. Ela também comentou que minha tia tinha prometido pra costureira que levaria uma cliente e que pagaria a confecção dos vestidos. Essa nova cliente era minha mãe, claro. Eu cruzei os dedos. Continua…
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