A nalguda da sogra do meu irmão (parte 1)



Vou contar pra vocês como a gente comeu uma milf completa em todos os sentidos da palavra, que é a sogra do meu irmão. E digo "a gente comeu" porque cada um de nós — meu pai, meu irmão e eu — comeu ela por conta própria.Meu nome é Victor, isso aconteceu há 8 anos, quando eu tinha 18.

A verdade é que nenhum homem da família era tão sortudo, mas a gente já tava ligado nisso porque essa mulher era muito gostosa. Nunca me considerei bonito, na real sou gordinho e meio baixinho, mas sempre tive culhão pra chegar em qualquer mina, e acho que isso me ajudou pra caralho na vida. Minha mãe, uma mulher de 50 anos, bem conservadora, embora meu pai sempre tentasse fazer ela se vestir de um jeito mais sexy, nunca conseguiu. Meu pai, um cara de 52 anos, meio careca, barrigudo e, como dizem, de olho alegre, porque vive paquerando toda mulher que cruza o caminho dele. Meu irmão mais velho e genro dessa milf se chama Armando, tinha 25 anos, um cara muito sério. E meu irmão mais novo se chama Fabián, que tinha 14 anos e tava na puberdade (então vou chamar ele de puberto nessa história), onde os hormônios tão a mil, já viu, né?

Tudo começou quando meu irmão deu a notícia de que os sogros dele viriam conhecer a família, já que o sogro era um médico muito renomado e viria fazer uma cirurgia no fim de semana. Eles eram de Guadalajara, e a filha deles tinha vindo estudar aqui, onde conheceu meu irmão — estavam namorando há dois anos. Ele perguntou se dava pra eles ficarem uns dias em casa, porque queriam passar um tempo com a filha e, de quebra, nos conhecer. Na verdade, meu irmão também nunca tinha conhecido os sogros. Como minha casa é bem grande, não teve problema por parte dos meus pais. Ninguém imaginava que a sogra dele seria tão gostosa, porque a namorada dele não era bonita — não era feia, mas era uma mulher magra, sem nada de especial que chamasse a atenção.

Lembro do dia que chegaram. Meu irmão tinha avisado que seria na quinta-feira. Justamente nesse dia não tivemos aula e todo mundo esperava em casa junto com a namorada do meu irmão. A campainha tocou, meu irmão e ela foram até a porta enquanto meus pais, o pivete e eu esperávamos na sala. Ouvimos a voz da namorada dele apresentando os pais dela. Fecharam a porta e começaram a caminhar na nossa direção.

Começaram a ouvir o som de uns saltos que claramente não eram da namorada do meu irmão, porque ela estava de sapatos baixos. E qual não foi nossa surpresa quando entramos na sala: uau, era a mulher mais gostosa que eu já tinha visto na vida. Uma mulher muito sexy, com cabelo ruivo ondulado, 1,70m, maquiada como uma verdadeira puta, lábios carnudos pintados de vermelho intenso. Vestia uma jaqueta preta de couro aberta até os peitões enormes; a blusa por baixo era tão decotada que mal dava pra ver, quase dava pra notar os bicos dos peitos de tão grande que era o decote. E o mais provocante é que ela usava uma correntinha de prata comprida que se enfiava entre os peitões enormes. A jaqueta era tão justa que marcava uma cinturinha fina, mas o que me matou mesmo foram aqueles leggings cinza de lycra tão justos que ela vestia naquelas pernonas bem torneadas, que brilhavam por causa da lycra, e com umas sapatilhas de salto agulha que faziam aquele rabo ficar ainda mais empinado. Puta merda, parecia uma puta completa. E quando eu pensei que não podia ver mais, antes de nos apresentar, ela se virou pra arrumar a bolsa numa mesa que estava atrás. Quase desmaiei ao ver aquele rabão enorme que ela carregava; parecia que aqueles leggings iam estourar a qualquer momento de tanto que esticavam, e como eram de lycra, transparentavam pra caralho. Dava pra ver uma calcinha fio-dental preta deliciosa, só se via o triangulinho na parte de cima; o fio se perdia dentro daquelas nádegas enormes. Não acreditava no que meus olhos estavam vendo, mas não era o único. Rapidamente vi meu pai e meus irmãos babando ao vê-la. Puta merda, eu tava com uma ereção como nunca antes, e só de ver uma mulherão dessas, minha mente voava imaginando o tesão que seria estar na cama com ela, penetrar ela uma vez e outra.

Essa é a única foto que consegui tirar naquele dia, mas guardo ela como o maior tesouro que tenho.

A nalguda da sogra do meu irmão (parte 1)


Continuando a história, a noiva do meu irmão nos apresentou aos pais dela. O senhor se chamava Fernando, um homem de 52 anos, a mesma idade do meu pai, e não era nada bonito. Todo mundo se perguntava como ele tinha conseguido conquistar, casar e ter uma filha com aquela deusa. Muito provavelmente era por causa do bom emprego que ele tinha. Já essa milf se chamava Rebeca, uma senhora de 45 anos, muito bem conservada e bem safada. Desde que nos apresentou, cumprimentou cada um de nós com um beijo e um abraço, esfregando aqueles peitos gostosos, e obviamente ninguém perdeu a oportunidade de retribuir o abraço. Pelo menos eu, peguei ela pela cintura e esfreguei o corpo dela no meu de propósito, pra ela sentir a ereção que tinha me causado. Cheguei a ouvir um gemidinho quando ela sentiu, e depois vi nos olhos dela um olhar de surpresa e safadeza, respondendo ao meu ato com um sorriso provocante.

Ficaram conversando na sala um tempão e depois fomos pra mesa jantar. Mais tarde, como já tinha dito, meu pai era um cara que aproveitava cada momento e cada desculpa pra chegar numa mulher, e não ia deixar passar essa chance de ter uma milfão em casa. Ele levantou, foi botar música pra dançar e na hora chegou perto falando

- Quero dançar com a minha sogra

e sem esperar resposta, foi e pegou ela pela mão, levou ela um pouco afastada da gente, na verdade ninguém conseguia ver eles, só o moleque e eu. Enquanto dançava, dava pra notar como ele segurava ela pela cintura e chegava perto do ouvido dela, falando alguma coisa que fazia ela rir em cumplicidade com ele. Ver ela dançar era um verdadeiro espetáculo, ele colava ela no peito e, nas voltas que dava, a gente não perdia a chance de apreciar como aquelas nalgotas balançavam, enfiadas naqueles leggings.

Pueberto: Que gostosa essa senhora, além disso dá pra ver que é bem putinha, já viu como a calcinha fio-dental preta fica transparente nela?
Eu: Nossa, essa é do caralho, por isso que o pai não perdeu a chance de tirar ela pra dançar pra poder apalpar ela toda.

E dito e feito, meu pai foi ficando cada vez mais ousado, já que pude perceber que a cada volta ele roçava os dedos na bunda da Rebeca. Chegou um momento em que ele não se segurou mais e colocou a mão nas nádegas dela, aproveitando que ninguém podia ver. Aí ela pediu um tempinho, pensei que fosse reclamar de alguma coisa, mas qual não foi minha surpresa: ela só queria tirar a jaqueta. Finalmente pude ver a blusa dela, era amarela, de manga comprida, mas com um decaimento enorme que fazia as tetonas dela balançarem. Ela deixou a jaqueta numa cadeira e voltou pro meu pai pra continuar dançando. Não tinha se importado nem um pouco com o que ele tinha feito — pegar na bunda dela descaradamente foi tratado como algo natural, sem importância. Naquele momento, comecei a acreditar que ela era uma puta de verdade.

Acho que o marido dela já sabia que tipo de puta ele tinha, porque não demonstrou nenhum interesse ou incômodo ao saber que alguém estava dançando com a esposa dele. Mais tarde, meu pai já estava meio bêbado e disse que a gente deveria tirar a foto de lembrança. Todo mundo já tinha se arrumado, mas meu pai já estava tramando alguma coisa, porque começou a nos posicionar do jeito dele: deixou minha mãe perto do marido, a Rebeca na sequência, seguida do meu irmão e da namorada dele, o pivete e eu, e finalmente a Rebeca de novo. Ele foi ajustar a câmera pra programar o timer, voltou, parou do lado da Rebeca e não teve vergonha de abraçar ela por trás — pfff, eu fiquei em choque ao ver meu pai colado nas costas daquela mulher. Dava pra ver como as bundonas dela se apertavam contra o pau do meu pai, mas o aperto que ela tava levando não parecia incomodar, até parecia que ela tava gostando, porque colocou as mãos por cima das mãos do meu pai, que estavam na barriga lisa dela, bem lá em cima, roçando os peitos dela. Claro que minha mãe ficou incomodada, mas ao longo da vida dela já tinha passado por muitas paqueras e momentos constrangedores que meu pai fez, então não era surpresa que uma mulher daquelas chamasse a atenção do marido dela. Por outro lado, o marido da Rebeca fingiu que não tava vendo nada, fazendo vista grossa. Assim passaram os dez segundos que pareceram uma eternidade até o flash da câmera disparar. Meu pai soltou ela e foi pegar a câmera, claramente dava pra ver a ereção que ele teve ao sentir o pau encaixado naquele par de bundas. Ele mostrou a foto pra gente, e todo mundo ficou pasmo com o jeito que ele abraçava a comadre — mais do que comadre, parecia a mulher dele, a mina dele. Mas ninguém comentou nada sobre isso. A noite acabou e todo mundo foi dormir.

No dia seguinte, eu tava tomando café da manhã com o moleque e ele tava me contando que passou a noite inteira batendo punheta imaginando a Rebeca, o que sinceramente eu também tinha feito. Falei pra ele que tava convencido de que ela era uma puta completa e que eu tinha que comer ela antes dela ir embora. Meu pai tinha saído com o marido da Rebeca pra resolver uns negócios e mostrar a cidade pra ele, minha mãe tava no quintal, meu irmão e a namorada dele já tinham ido pra escola. De repente, a gente ouviu o barulho dos saltos da Rebeca descendo as escadas. Ela vinha vestida com a mesma meia-calça e a blusa decotada, já que não tinha trazido outra muda de roupa. Ela olhou pra gente com aquele sorriso safado dela.

Rebeca: Bom dia, gostosos
Eu: Oi, senhora.
Rebeca: Não me chamem assim, por favor, me faz sentir velha. Me chamem só de Rebeca e podem me tratar por "você" sem problema nenhum.
Eu: Ok, tá bom assim, vai ser assim mesmo, Rebeca.

Ela me cumprimentou com um beijo na bochecha, encostando a palma da mão na outra bochecha, e antes que cumprimentasse meu irmão, eu falei pra ela

Ei, meu irmão acha que tem uns lábios bem sensuais e talvez muito gostosos.

Meu irmão ficou paralisado, sem dizer uma palavra. Pensei que a Rebeca pudesse levar a mal, e por um momento me arrependi do que tive coragem de falar pra ela, mas ela só olhou pra ele com um certo carinho e disse:

Que lindo, mmm... vamos, experimenta eles e me conta

Ela se aproximou dele e, fechando os olhos, esticou a boquinha com aqueles lábios carnudos e lindos. Meu irmão me olhou surpreso e na hora deu um selinho nela. Com isso, pude confirmar o que já vinha pensando: essa mulher era uma puta completa e tava sedenta por sexo. Não ia me custar nada transar com ela.

Rebeca: E bem, como elas sabem

Ao que meu irmão, todo nervoso, só conseguiu falar

Se são ricos

Na hora ela acariciou a bochecha dele, olhou pra ele com um sorriso e seguiu seu caminho pra cozinha. A gente só ficou olhando pra fio dental preta que aparecia dentro daquela malha e como aquela raba quicava enquanto ela andava.

Então pensei num plano, sabia que meu pai e o sogro dele iam chegar tarde, meu irmão e a namorada dele também sempre chegavam de noite, o pivete ia estar na escola, então ia ter a casa quase só com a Rebeca à tarde. Minha mãe ia estar, mas já dava um jeito de lidar com isso.

Puberto: Não acredito que provei os lábios daquela deusa.
Eu: Po, seu sortudo do caralho, mas daqui a pouco é minha vez.
Puberto: Como assim?
Eu: Vou sair antes da aula pra vir comer ela.
Puberto: Haha, mesmo parecendo que ela é super gostosa, duvido que chegue a esse ponto.
Eu: Já vai ver, de noite vou te contar como o corpo dela é gostoso.

Já estava decidido, tinha virado um desafio pessoal comer a sogra do meu irmão. Terminei de tomar café e fui pro meu quarto preparar umas paradas. Ouvi a Rebeca falando com minha mãe, perguntando onde tinha um shopping pra comprar umas roupas. Já imaginava a festa que vários caras iam fazer ao ver uma mulherão daquele jeito, vestida assim, saindo pra comprar sozinha. Não me surpreenderia se tirassem umas fotos ou gravassem com o celular, igual eu fazia quando via uma mulher que merecia.

Nois fomo tudo pra escola, entrei só nas primeiras aulas pra contar pros meus amigos o que eu tinha vivido e o que tava prestes a fazer.

E foi assim que voltei pra casa lá pras 2 da tarde, encontrei minha mãe na cozinha.

Eu: Oi, mamãe
Mamãe: Oi filho, o que aconteceu, por que você chegou tão cedo?
Eu: As aulas foram suspensas.
Mamãe: Já entendi.
Eu: E a Rebeca?
Mamãe: Nossa, que intimidade toda com a dona Rebeca
Eu: Haha, ela é novinha e já deu a maior liberdade pra gente.
Mamãe: Além de muito gostosa, né?
Eu: Haha não vou negar não, mãe, é uma gostosa
Mamãe: Kkkk ai filho, você é homem e eu te entendo, essa mulher chama a atenção de qualquer um, ela tá no quarto dela descansando depois de umas compras que foi fazer.
Eu: Então só vocês tão em casa?
Mamãe: É isso aí.
Eu: Ok mãe, te vejo mais tarde.

E aí me mandei pro quarto da Rebeca, que ficava no terceiro andar. Não escutei nenhum barulho, então entrei devagar no quarto dela. Ela tava deitada na cama, mostrando a bunda ainda com aqueles leggings cinza, e agora que eu tava sozinho dava pra apreciar muito melhor aquela calcinha fio-dental preta gostosa que me deixava louco. Morria de vontade de tocar nela e sabia que se eu abusasse naquele momento, naquela mesma cama onde ela tava deitada, podia ter uma tarde de sexo com ela. De repente, tropecei num dos tênis dela, o que fez ela acordar.

Rebeca: Victor, o que aconteceu?
Eu: Oi Rebeca, só vim te dar um oi, saí cedo da escola.
Rebeca: Ah, que bom, assim você me faz companhia, ia ver um filme. Quer ver comigo?
Eu: Sim, claro
Rebeca: Se quiser, pode deitar do meu lado pra ficar mais confortável.

Sem pensar duas vezes, deitei do lado dela.

Eu: Soube que você foi fazer compras.
Rebeca: Isso mesmo, comprei uma camisola pra dormir, umas blusas, uma saia branca, na verdade é uma minissaia hehe, uns tênis vermelhos e hmm… —Ficou pensando por um momento— … um par de fio-dentais.

Já imaginam o tesão que eu tava, com uma pica dura prestes a explodir, mas já tava no caminho certo, queria ver até onde isso podia chegar.

Eu: Você sempre usa fio dental.
Rebeca: Gosto de usar com leggings ou minissaias, adoro me vestir de forma gostosa.
Eu: Esse material da sua calça legging é lycra?

Perguntei isso enquanto comecei a acariciar as pernas dela, ela não mostrou nenhum tipo de incômodo.

Rebeca: Sim, adoro esse material, ele se ajusta melhor em mim.

Eu já não aguentei mais e aqui começou tudo, era agora ou nunca.

Eu: Ó, então, tô com um problema aqui
Rebeca: Me fala do que se trata, talvez eu possa te ajudar.
Eu: na verdade, você é a única que pode me ajudar

Peguei a mão dela e coloquei no meu pau todo duro, e antes que ela dissesse qualquer palavra, me aproximei da boca dela e comecei a beijá-la. Ela correspondeu ao beijo da melhor forma, uau, que gostoso era provar aqueles lábios carnudos. Enfiava minha língua e devorava a dela, enquanto minhas mãos acariciavam aquela bundona por cima da calça legging, deixando sentir a calcinha fio-dental. Por outro lado, ela começou a esfregar meu pau por cima da bermuda que eu tava usando. Uau, era como estar no paraíso, não conseguia acreditar no que tava acontecendo. Tinha que me concentrar pra não gozar antes de penetrar ela, mas era quase impossível.

Não podia ter mais sorte quando minha mãe gritou pra me avisar que ia sair um instante. Só desgrudei meus lábios da Rebeca pra responder que tava sabendo, depois continuei beijando ela. Me afastei e falei no ouvido dela.

Vou pegar umas camisinhas no meu quarto.

Ela só me olhou e sorriu. Finalmente estava na casa completamente sozinho com ela, me esperava numa cama enquanto eu ia pro meu quarto pegar umas camisinhas, era fato que ia transar com aquela mulher que me deixava com tesão desde o primeiro instante que vi, tava que não acreditava.

Meu quarto era do lado do dela, então me apressei e voltei só de cueca, vi ela olhar pro meu pau que parecia uma barraca de circo todo duro, deitei com ela e continuei beijando enquanto começava a tirar a roupa dela, primeiro tirei a blusa e o sutiã uauuuu era uns peitos incríveis bem redondinhos e empinados, nada caídos apesar da idade dela, fiquei um tempão chupando enquanto ouvia como ela ficava excitada porque soltava uns gemidinhos e os bicos dela tinham ficado bem durinhos.

Rebeca: Dá pra ver que você tava morrendo de vontade de me comer.
Eu: Claro, desde ontem que te vi, me deu uma ereção do caralho.
Rebeca: Jeje sim, percebi quando você me cumprimentou e me apertou contra o seu corpo, vamos ver como é que tá.

Nesse momento, ela enfiou a mão dentro da minha cueca e agarrou meu pau.

Rebeca: Uau, que maravilha, é assim que eu gosto.

Isso me fez pensar que não era a primeira vez que ela traía o marido, e quem sabe quantos mais já tinham aproveitado aquele corpo de deusa que ela tinha. Tirei meu pau e enfiei na boca dela, ela estava chupando tudo, como se fosse um pirulito que aproveitava ao máximo, eu já estava quase gozando, então pedi pra ela parar porque queria penetrar ela antes de esvaziar todo meu leite. Aí tirei o leggings dela e finalmente pude ver aquela calcinha fio dental gostosa que tanto tinha me encantado, tirei bem devagar e finalmente a tinha completamente nua na minha frente. Comecei a beijar o corpo dela inteiro como um louco, passei a língua por tudo, pelas pernas, pela barriga lisa e pelos peitos. No final, cheguei na buceta dela, que estava completamente molhada, os líquidos que escorriam eram deliciosos, minha língua brincava com o clitóris dela. Percebi que ela estava adorando, porque não parava de gemer, e até tirei o primeiro orgasmo dela lambendo aquela ppk. Era uma mulher muito gostosa e fogosa. Depois de um bom tempo saboreando aquela delícia, me preparei para enfiar meu amigo, que já pedia pra entrar dentro dela, mas Rebeca me parou, dizendo que ela mesma colocaria a camisinha. Passei uma pra ela, ela abriu com os dentes e colocou na boca. Pegou meu pau e colocou a camisinha com a boca, como toda uma expert. Uau, que sensação gostosa, nunca tinha experimentado algo assim. Ela se deitou na cama e abriu as pernas pra facilitar a entrada. Comecei a penetrar bem devagar, primeiro entrou só a ponta e notei que ela fechava os olhos de tesão. Continuei até meter tudo, e ela soltou um gemido. Meu ritmo começou a acelerar a cada estocada que eu dava.

Rebeca: Ai ai aiiii, que gostosa você tem, papai, que gostoso você mete em mim
Eu: Não pensei que você fosse tão piranha, achei que ia dar mais trabalho te levar pra cama.
Rebeca: Me dá mais, siiiim, siiiim, assim, ayyy que gostosooo

Os peitos dela balançavam que nem duas bolas, percebi que ela tava tendo vários orgasmos, não parava de gemer que nem uma putinha. Antes de gozar, peguei a calcinha fio dental dela, cheirei, o aroma era uma delícia, coloquei de volta e pedi pra ela ficar de quatro, queria meter de cachorrinho com a calcinha ainda nela. E foi isso, ela virou e uau, que vista espetacular. Ajeitei o fio dental pro lado e enfiei tudo de uma vez, comecei a acelerar o ritmo, ela gritava de prazer, os gemidos ecoavam em cada canto da casa. Depois de um tempo, não aguentei mais e gozei naquela posição, enchendo a camisinha com toda a minha porra. Era impressionante o quanto jorrei, quase lotou a camisinha de sêmen, era tudo que aquela mulher tinha provocado em mim.

Depois de terminar, ouvi a porta abrir. Era meu pai e o marido da Rebeca, que tinham acabado de chegar e estavam cumprimentando minha mãe. Isso me preocupou, porque minha mãe já tinha chegado há um tempo e com certeza tinha ouvido os gemidos da Rebeca. Peguei minha cueca e me despedi da Rebeca com um beijo na boca. Parecia que ela não estava nem aí, tava super tranquila. E antes de eu ir, ela segurou minha mão e disse:

Rebeca: Foi muito gostoso, espero que se repita.
Eu: Sim, claro, você foi uma delícia.

Vesti uma roupa rápida e desci pra cumprimentar meu pai. Mais tarde, o pivete chegou junto com meu irmão e a namorada dele. A gente tava quase jantando, e eu tava contando pro pivete a tarde de sexo que tinha tido com a Rebeca. Ele me ouvia incrédulo enquanto eu relatava tudo, imaginando cada cena. Nisso, a Rebeca desceu, vestindo só a camisola que tinha comprado pra dormir — dava pra ver as pernas lindonas dela. Meu pai e meus irmãos não conseguiam parar de olhar, mesmo tentando disfarçar, era quase impossível. Eu não acreditava que tinha comido aquela deusa algumas horas atrás.

Papai: Uau, que camisola gostosa
Rebeca: Comprei essa hoje à tarde e mais algumas outras peças também.

Meu pai ficava de olho esbugalhado quando eu falava tudo aquilo olhando pra ela de cima a baixo, dava pra ver a vontade que ele tinha de meter nela já, e bom, não culpo ele, todo mundo tava assim, só eu sabia como era estar com aquela mulher. Sentamos pra jantar, meu pai contava sobre os negócios que tinha ido ver com o compadre dele. Meu pai vivia de comprar e vender qualquer coisa, especialmente carros e eletrodomésticos, verdade é que ia muito bem com esse tipo de negócio, por isso tinha que rodar vários lugares pra achar os melhores preços. Ele contava dos carros que tinham ido ver, e já tinha um plano engatilhado.

Papai: Gostei dos carros que a gente viu hoje, mas queria dar uma olhada nuns outros amanhã que um amigo meu recomendou.
Fernando: Adoraria te acompanhar, mas como te falei, tenho que ir resolver uns roles pra operação de domingo.
Papai: Você já tinha me falado, e aí, sua Rebeca, acha que pode me acompanhar amanhã? De quebra, a gente dá um rolê pra você conhecer a cidade.
Rebeca: Sim, claro, adoraria conhecer ela melhor, só fui no shopping até agora.
Papai: Perfeito então amanhã a gente vai embora de manhã cedo.

No segundo conto, vou contar como ela ficou toda provocante pra sair e, claro, como meu pai comeu ela.


5 comentários - A nalguda da sogra do meu irmão (parte 1)

mrblow +1
NO MAMES..QUE PUTO CULOTE..MAS FOTOS WEY