Minha aluna Daniela eu comi...(relato fictício)
Sou professor de uma instituição particular onde tem alunos do ensino fundamental e do ensino médio, como vocês podem ver, tenho contato com muitas meninas. Quero deixar claro que não estou atrás dessas meninas, simplesmente elas se apaixonam pela gente. Nunca fiquei com meninas do fundamental, espero até elas estarem no ensino médio. Bom, mas esclarecido esse ponto, vou contar esse relato que será um de vários que pretendo compartilhar.
Daniela era uma menina que entrou quando tava começando o primeiro ano do ensino fundamental. Eu tratava ela igual tratava todas as outras, mas tenho o costume de responder qualquer pergunta pra tirar as dúvidas, então essa menina em especial criou um certo carinho por mim, coisa que eu não dei muita importância, porque ela era muito novinha. Passaram os meses e os anos, e Daniela continuava me procurando no meu escritório, que ficava separado de todas as salas de aula. E mesmo assim, eu não via ela como mulher, porque não tinha nenhum atributo chamativo. Passaram-se três longos anos nisso, onde ela simplesmente chegava perto, me olhava e, de vez em quando, se esfregava em mim como se quisesse que eu reparasse nela. Mas eu ainda não via ela como mulher, até que ela entrou no ensino médio.
Quando entrei no ensino médio, ela tinha uns peitões enormes que não sei de onde surgiram. Eram espetaculares, ela era bonita com suas bochechas rosadas, mas como nunca reparei nela, agora a via gostosa, incrivelmente gostosa. Tinha uma bunda pequena, não tinha muita bunda, mas um corpo muito bem torneado, não faltava nada.

Como sempre subia pra me ver e me dar um beijo na bochecha, só que dessa vez ela me disse que sentia uma bolinha estranha no peito dela e que não sabia o que era, e que a mãe dela não tinha dado muita bola. Aí eu falei pra ela: fala de novo, e se ela não te der atenção, conta pra sua avó, que se dava super bem com ela, ou senão pra sua irmã. Caso elas não falem nada, você me pergunta de novo, se meu amor, eu falei, pensando que ela percebesse que eu tava falando com muito carinho.
No dia seguinte, bem cedinho, ela chegou perto de mim e falou: "Quero ver ele pra você dar uma olhada na minha bolinha, porque lá em casa não falaram nada. Que horas posso subir pra isso?" E sem eu perceber, já tava com a pica mais dura que um pedaço de carvalho. Já com esse pensamento, respondi: "Na hora que não tiver ninguém, você sobe, sem ninguém te ver pra não atrapalhar e não chamar atenção. Tá bom?" Muito animada, ela respondeu: "Siiiiiiiiiiim".
Beleza, te espero. Como todo dia nos intervalos, eu tava na minha sala que tem vista pra escola inteira, mas fica no segundo andar, então ninguém sobe a qualquer hora. Tava ansioso esperando o momento de ver ela entrar, e não demorou muito pra eu ver a Daniela entrando agachada pra ninguém perceber. Tentando manter a calma pra não ser tão óbvio, perguntei – o que ela tava sentindo e como era aquilo que ela tinha. Fiz isso porque, se eu tivesse errado, não teria problema na escola.

Ela me disse, ao mesmo tempo que apontava para o seio, que tinha uma bolinha. Aí eu mostrei o jeito certo de apalpar. Ela, sorrindo, disse "assim" enquanto tirava para fora um seio enorme, branco, divino, com um mamilo pequenininho e uma auréola rosada. Não, não, não, era sensual, algo que não consigo descrever porque parecia uma bonequinha, uma deusa. Pegou na minha mão, aproximou do seio dela e disse: "Aqui, sente". Eu tremia, meu pau duro doía de tão ereto que estava, mas me segurei, sabendo que não era hora de fazer nada com ela — precisava preparar o terreno.
Então não passei daquela carícia, e bateu a hora da aula e ela se mandou do mesmo jeito que entrou. No dia seguinte, a mesma coisa, só que dessa vez quem tomou a iniciativa fui eu. Sem falar nada, virei ela de frente e meti a mão por baixo do uniforme. Primeiro encontrei o sutiã dela, acariciei por cima e na hora senti os peitos dela ficarem durinhos. Aproveitei o momento pra enfiar a mão toda por baixo do sutiã, acariciando aquele peito gostoso. Parei um instante pra ver a reação dela, e ela não falou nada. Então continuei acariciando o mamilo dela. Já nem lembrava mais da tal bolinha, porque agora eu tinha outros pensamentos que ia botar em prática bem rápido.

De novo bateram e ela se retirou, mas não sem antes me dar um beijo na bochecha que agora parecia durar mais. Eu a desejava tanto que esperava ansioso pra vê-la entrar e, como num milagre, ela entrou de novo. Já não dizia nada; a primeira coisa que fazia era meter a mão no peito dela e acariciá-la sem falar uma palavra, só a acariciava. Batiam e ela se retirava. Assim se passaram umas três semanas — imaginem só o meu aguente. Minha pica já doía só de pensar nela. Até que chegou o dia esperado: num daqueles intervalos em que ela vinha, me disse: "Amanhã venho te ver de uma vez e já te dou o beijo." Eu concordei com a cabeça enquanto dizia: "Então acaricia mais uma vez esse peito tão gostoso." Ela sorriu e me deu um beijo na bochecha, e eu apertei suavemente o mamilo dela. Sem dizer mais nada, ela me deu um beijo na boca, e eu respondi na hora. Pela primeira vez, senti os lábios vermelhos dela, bem delineados, saboreei a língua dela e bebi a saliva que escorria pra minha boca. E ela disse: "Amanhã venho te ver." A partir daí, começou a me tratar por "você" quando estávamos sozinhos; na frente dos outros, ainda me tratava por "senhor".
No dia seguinte, já ia em cada intervalo e em cada um me deixava provar os lábios dela, mas agora eu queria provar o mel dos peitos dela. Então, sem querer esperar mais, levantei a blusa dela, abaixei o sutiã e, pela primeira vez, chupei os biquinhos dela com suavidade e ao mesmo tempo com luxúria. Ela dizia que sempre tinha me querido desde que estava no ensino médio. Eu simplesmente me dediquei a chupar aquelas tetas e não respondi. Assim, durante todos os intervalos, a Daniela subia comigo pra me deixar provar os lábios e os peitos dela. Até que um dia ela me perguntou por que a gente não saía junto. Eu disse que sim, mas que não podiam nos ver juntos perto da escola, então a gente devia procurar um lugar mais afastado. Além disso, eu tinha 20 anos a mais que ela, e o que iam pensar dela? Ela respondeu que não ligava, que ia se sentir orgulhosa de estar comigo. Da minha parte também, porque é gostoso ser visto com uma novinha, e eu, como velho, foda-se o que falassem. Mas tinha outro problema: sou casado. Claro que a Dany sabia disso e dizia que não se importava com nada, só em estar comigo. Isso me tranquilizava, além de me deixar feliz que mesmo assim ela quisesse ficar comigo.
Mas pra mim isso já não bastava mais, as carícias dela, os beijos e os peitos eram uma delícia, mas eu queria algo mais, queria aproveitar e ser o primeiro; porque ela era uma virgemzinha, já que nunca tinha tido namorado, e eu sei disso porque, como já falei, ela ficou comigo durante todo o ensino médio e nunca vi ela com ninguém. Então chegou a hora de poder comer ela, então a primeira coisa que fiz no nosso primeiro encontro foi acariciar ela como sempre e começar a passar a mão nas pernas dela por cima da calça e falar que tava morrendo de vontade dela. A resposta dela foi me encher de beijos, então resolvi meter a mão por baixo da calça dela, e ela se retorceu toda igual uma fera, falando que não, que não era hora e que ainda tava com medo.

Sem dizer nada, me acomodo no banco do carro, já que a gente tava num lugar afastado e com boa visão pra caso a viatura aparecesse, porque por ali só iam casais se pegando e, se vissem a gente, ninguém ligava. Pelo contrário, me excitava saber que iam ver uma garota nova dando pra mim. Mas voltando ao ponto: ela, me vendo meio sério, falou: "Tô com medo." Eu respondi com um sorriso e muito carinho: "Não, love, não teme que nada vai te acontecer, vou te tratar com carinho." Ela sorriu e me deu um beijo, o que significava que eu tinha o consentimento dela. Então passei minha mão por dentro da calça dela, sentindo a maciez dos pelinhos pubianos, a suavidade da buceta dela, quentinha e cheia de mel, pronta pra eu brincar. Ela semicerrava os olhos e suspirava, dizendo de novo que me amava. Comecei a enfiar meu dedo na ppk dela e pude confirmar que ela era mesmo virgem, embora aparentemente eu não tivesse dúvidas ao sentir. Verifiquei que aquele bum tava sentindo pela primeira vez as carícias de um homem e que logo eu ia poder comer ela.
Naquele dia, claro que não comi ela, porque sempre tenho o estilo de falar pra elas pensarem bem, que não quero que amanhã se arrependam e digam que eu tive culpa, e muito menos que o amor que sentem vire ódio, que analisem que sou muito velho e que ela era jovem, então falei: "Amanhã você me diz, já que é sexta, e se mesmo assim você me amar, no sábado a gente passa o dia todo junto e você se entrega pro meu amor". Claro que falei isso com muito amor, além de que realmente gostava muito dela e a desejava, mas nunca pensei em largar minha família por ela nem por ninguém.

Passou a sexta-feira e logo cedo ela subiu pra me ver. Chupei os peitos dela e, claro, meti a mão naquela rachada virgem que em breve eu ia comer. Acariciei os lábios da buceta dela pra dar prazer, e ela foi embora, deixando comigo aquele cheiro gostoso da buceta dela, que era mmmmmmmmm delicioso. Mas já tava chegando o sábado, e ela me disse que a gente ia se ver às 10 da manhã. Num lugar meio longe da escola e da casa dela, e também da minha.
Bom, finalmente sábado. Não consegui dormir a noite inteira pensando que hoje vou comer a Daniela, minha Daniela. Lá pelas 9h30 saí de casa e fui até o lugar onde combinamos de nos encontrar e, olha, ela já estava lá, com uma calça justa e uma blusa meio laranja que combinava com a calça que ela usava. Ela entrou no carro, trocamos um beijo carinhoso e seguimos direto pro nosso destino, que era um motel chamado Vênus. Sugestivo, né? Como o espaço pra escrever acabou, vou ter que terminar de contar no próximo relato. Então, por favor, fiquem ligados e me escrevam se gostaram.

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Como vocês lembram, no relato anterior eu fiquei no motel onde a Daniela ia perder a virgindade. A Dany é minha aluna e eu sou o professor dela.
Depois de nos encontrarmos no lugar combinado, a Daniela entrou no carro e na hora a gente se pegou num beijo de língua, trocando saliva. Só com isso, meu pau já ficou durasso na hora, e minhas mãos foram direto pra virilha dela, onde uma calcinha linda se marcava por baixo da calça. Meti a mão pra conferir aquele tesouro gostoso, que só cobria a entrada da buceta virgem. Passei os dedos, me ensopando com os sucos dela, que já prometiam uma tarde de prazer. Chegamos rapidinho no motel Vênus e, no estacionamento, a gente se comeu de beijo antes de entrar no quarto.
Tentei não perder a calma, porque minha intenção era tirar fotos dela desde o primeiro dia e fazer um vídeo mostrando como eu tava comendo ela. Então me segurei e comecei a beijar ela devagar, bem devagar, começando pelos lábios carnudos dela. Beijei o pescoço, e ela só respirava ofegante, fundo e entrecortado. Depois fui pro começo dos peitos dela e parei. Falei que ia tirar muitas fotos pra ela nunca esquecer como foi a primeira vez dela. Ela sorriu e disse que sim, que eu tirasse quantas quisesse. Então botei a mão na massa: tirei um peito pra fora e já fiz várias fotos, e enquanto colocava ele na boca e chupava, tirei muitas mais.
Tirei a blusa dela devagar, sem pressa, enquanto fotografava cada parte do corpo e, claro, chupava, lambia cada poro daqueles peitões enormes. Tomei o tempo que precisei pra deixar o desejo nela virar loucura, a ponto dela pegar os próprios peitos com as mãos e colocar na minha boca como se eu fosse um bebê. Eu tava adorando. Depois, fui beijar a barriga lisa e virgem dela, de uma menina adorável. Tirei a calça dela e deixei só com aquela calcinha que eu já tinha notado desde que vi. Era pequenininha, com um fiozinho que se enfiava naquele cuzinho gostoso. Nonononono, quando vi a buceta dela, precisa de muita imaginação pra chegar perto do que era. fiz nela, passei minha língua pelos vincos da buceta dela e pude saborear aqueles sucos que jorravam em grandes quantidades, chupei tudo e bebi cada gota dos líquidos dela que tinham gosto de céu, dediquei muito tempo enquanto, claro, tirava minhas fotos, passei mais de uma hora naquela parte do corpo dela que pra mim pareceu um minuto, até que chegou o momento em que ela me disse: "papi, me faz tua, siiiim!" E eu respondi: "sim, meu amor, só esperei você sentir que te quero e perder o medo", e ela respondeu: "já não tenho medo, quero me sentir sua mulher". "Sim, amor", me aproximei dela já pelado — vão pensar que nem sei como me despi —, mas fiquei na frente dela, coloquei meu pau perto do rosto dela e falei: "mete na sua boca, amor, e chupa". Não precisei repetir duas vezes: ela pegou com as mãos, chupou, lambeu, beijou e passou no rosto enquanto repetia: "te amo, pussy, te amo".

Deitei ela devagar e coloquei a ponta da minha rola na entrada da buceta encharcada dela, e comecei a meter. Ali mesmo tirei muitas mais fotos, e ela arqueou de dor, falando "mmmmmmmmmm, dói, papai". Não respondi, porque já tinha a boca no peito dela. Beijei os lábios dela e enfiei com força, e ela deu um leve grito. Perguntei: "Amor, quer que eu tire?" Ela respondeu enlaçando as pernas nas minhas costas. Não pensei mais, meti com tudo, mais forte, e senti como se tivesse quebrado um galhinho ao romper a virgindade dela.
Espero um momento pra ela se acostumar com meu pau dentro dela, e comecei a comer ela devagar, sem pressa, já tava de pau duro, então nada nem ninguém ia me impedir de continuar comendo ela. Comi e comi até ela começar a reclamar que nem uma gatinha, me beijava igual louca e eu respondia com o mesmo fogo, até que ela explodiu e me arranhou forte enquanto gemia o primeiro orgasmo da vida dela, o primeiro de muitos que teria do meu lado. Então não quis deixar barato e enchi a buceta dela com meu leite, sentia que era jato que saía enquanto falava: "tô te enchendo, amor, sente como tô enchendo você de porra, amor". Quero dizer que é muito raro eu beijar as duas que eu como, mas dessa vez não seria essa ocasião. Tirei umas fotos dela com a buceta encharcada de porra e sangue, e de novo meu pau subiu, não fiz ela esperar, meti de novo. Levantei as pernas dela por cima do meu ombro e comi ela gostoso. Dessa vez, queria demorar muito mais, e consegui. Ela não demorou e me deu outro orgasmo suculento que molhou minhas bolas, era uma delícia porque ela falava que finalmente era minha mulher, que nunca ia deixar de me amar e que não ligava de ser minha amante. Isso me excitava pra caralho e aproveitei pra falar que queria meter no cu dela, e ela respondeu que eu fizesse o que quisesse, que pra isso era minha mulher. Com muita sorte e muita vontade, na primeira estocada enfiei metade do meu pau naquele cu lindo, ela só falou: "paaaaaai, doi", e eu continuei comendo ela enquanto com meus dedos brincava com o clitóris dela. De novo ela me presenteou com uma esguichada da buceta gostosa dela enquanto eu tirava umas fotos com meu pau no cu dela. Não quis encher ela de novo porque não era a hora, tirei o pau de uma vez só de entre as nádegas, fazendo um barulho "choc mmmmmmm". Virei ela e, abrindo as nádegas, tirei outra foto, vendo aquele buraco alargado e com sangue. Beijei ela e chupei os peitos dela. de novo nos peitos, enquanto ela pedia pra eu chupar mais forte, eu, todo feliz, chupei e lambi de novo, e ela pediu pra eu morder e fazer um chupão. cheio de tesão, mordi os bicos dos peitos dela meio forte e ela disse "mais forte, papai", e eu mordi do jeito que quis até deixar os bicos dela inchados. enchi ela de chupões, não deixei um centímetro de pele sem minhas marcas, até no pescoço chupei, e com o cabelão comprido dela eu cobria tudo.
Fomos para o jacuzzi e lá nos beijamos, nos amamos. Ele me prometeu ser meu amante sempre que eu quisesse, que seria minha mulher. Me excita quando me dizem que vão ser minhas putas, e perguntei se ela queria ser. Por um momento ela se sentiu estranha, mas depois disse que sim, que seria minha puta pra sempre.
Ela subiu em mim e ali, entre a água e o sabão, enfiou de novo. Dessa vez, chupei a buceta dela com a mesma força que os peitos. Decidi tirar ela da água e chupar com mais gosto, e ela me deu um orgasmo delicioso na boca, que soube a glória. Engoli tudo e depois levei um pouco pra boca dela, enfiei e comi ela até meu pau começar a doer. Foi aí que gozei de novo, tirei e pedi pra ela chupar devagar pra limpar o leite e os fluidos dela. A partir daquele dia, a Daniela virou minha amante e minha putinha. Nós nos vestimos e fui deixar ela no mesmo lugar onde a peguei...
Mais pra frente vou contar pra vocês das vezes que eu comi ela na escola.Se é que vocês gostam de mim. Saudações, minha gente poringueira... não esqueçam de comentar e dar pontos...

Sou professor de uma instituição particular onde tem alunos do ensino fundamental e do ensino médio, como vocês podem ver, tenho contato com muitas meninas. Quero deixar claro que não estou atrás dessas meninas, simplesmente elas se apaixonam pela gente. Nunca fiquei com meninas do fundamental, espero até elas estarem no ensino médio. Bom, mas esclarecido esse ponto, vou contar esse relato que será um de vários que pretendo compartilhar.
Daniela era uma menina que entrou quando tava começando o primeiro ano do ensino fundamental. Eu tratava ela igual tratava todas as outras, mas tenho o costume de responder qualquer pergunta pra tirar as dúvidas, então essa menina em especial criou um certo carinho por mim, coisa que eu não dei muita importância, porque ela era muito novinha. Passaram os meses e os anos, e Daniela continuava me procurando no meu escritório, que ficava separado de todas as salas de aula. E mesmo assim, eu não via ela como mulher, porque não tinha nenhum atributo chamativo. Passaram-se três longos anos nisso, onde ela simplesmente chegava perto, me olhava e, de vez em quando, se esfregava em mim como se quisesse que eu reparasse nela. Mas eu ainda não via ela como mulher, até que ela entrou no ensino médio.
Quando entrei no ensino médio, ela tinha uns peitões enormes que não sei de onde surgiram. Eram espetaculares, ela era bonita com suas bochechas rosadas, mas como nunca reparei nela, agora a via gostosa, incrivelmente gostosa. Tinha uma bunda pequena, não tinha muita bunda, mas um corpo muito bem torneado, não faltava nada.

Como sempre subia pra me ver e me dar um beijo na bochecha, só que dessa vez ela me disse que sentia uma bolinha estranha no peito dela e que não sabia o que era, e que a mãe dela não tinha dado muita bola. Aí eu falei pra ela: fala de novo, e se ela não te der atenção, conta pra sua avó, que se dava super bem com ela, ou senão pra sua irmã. Caso elas não falem nada, você me pergunta de novo, se meu amor, eu falei, pensando que ela percebesse que eu tava falando com muito carinho.
No dia seguinte, bem cedinho, ela chegou perto de mim e falou: "Quero ver ele pra você dar uma olhada na minha bolinha, porque lá em casa não falaram nada. Que horas posso subir pra isso?" E sem eu perceber, já tava com a pica mais dura que um pedaço de carvalho. Já com esse pensamento, respondi: "Na hora que não tiver ninguém, você sobe, sem ninguém te ver pra não atrapalhar e não chamar atenção. Tá bom?" Muito animada, ela respondeu: "Siiiiiiiiiiim".
Beleza, te espero. Como todo dia nos intervalos, eu tava na minha sala que tem vista pra escola inteira, mas fica no segundo andar, então ninguém sobe a qualquer hora. Tava ansioso esperando o momento de ver ela entrar, e não demorou muito pra eu ver a Daniela entrando agachada pra ninguém perceber. Tentando manter a calma pra não ser tão óbvio, perguntei – o que ela tava sentindo e como era aquilo que ela tinha. Fiz isso porque, se eu tivesse errado, não teria problema na escola.

Ela me disse, ao mesmo tempo que apontava para o seio, que tinha uma bolinha. Aí eu mostrei o jeito certo de apalpar. Ela, sorrindo, disse "assim" enquanto tirava para fora um seio enorme, branco, divino, com um mamilo pequenininho e uma auréola rosada. Não, não, não, era sensual, algo que não consigo descrever porque parecia uma bonequinha, uma deusa. Pegou na minha mão, aproximou do seio dela e disse: "Aqui, sente". Eu tremia, meu pau duro doía de tão ereto que estava, mas me segurei, sabendo que não era hora de fazer nada com ela — precisava preparar o terreno.
Então não passei daquela carícia, e bateu a hora da aula e ela se mandou do mesmo jeito que entrou. No dia seguinte, a mesma coisa, só que dessa vez quem tomou a iniciativa fui eu. Sem falar nada, virei ela de frente e meti a mão por baixo do uniforme. Primeiro encontrei o sutiã dela, acariciei por cima e na hora senti os peitos dela ficarem durinhos. Aproveitei o momento pra enfiar a mão toda por baixo do sutiã, acariciando aquele peito gostoso. Parei um instante pra ver a reação dela, e ela não falou nada. Então continuei acariciando o mamilo dela. Já nem lembrava mais da tal bolinha, porque agora eu tinha outros pensamentos que ia botar em prática bem rápido.

De novo bateram e ela se retirou, mas não sem antes me dar um beijo na bochecha que agora parecia durar mais. Eu a desejava tanto que esperava ansioso pra vê-la entrar e, como num milagre, ela entrou de novo. Já não dizia nada; a primeira coisa que fazia era meter a mão no peito dela e acariciá-la sem falar uma palavra, só a acariciava. Batiam e ela se retirava. Assim se passaram umas três semanas — imaginem só o meu aguente. Minha pica já doía só de pensar nela. Até que chegou o dia esperado: num daqueles intervalos em que ela vinha, me disse: "Amanhã venho te ver de uma vez e já te dou o beijo." Eu concordei com a cabeça enquanto dizia: "Então acaricia mais uma vez esse peito tão gostoso." Ela sorriu e me deu um beijo na bochecha, e eu apertei suavemente o mamilo dela. Sem dizer mais nada, ela me deu um beijo na boca, e eu respondi na hora. Pela primeira vez, senti os lábios vermelhos dela, bem delineados, saboreei a língua dela e bebi a saliva que escorria pra minha boca. E ela disse: "Amanhã venho te ver." A partir daí, começou a me tratar por "você" quando estávamos sozinhos; na frente dos outros, ainda me tratava por "senhor".
No dia seguinte, já ia em cada intervalo e em cada um me deixava provar os lábios dela, mas agora eu queria provar o mel dos peitos dela. Então, sem querer esperar mais, levantei a blusa dela, abaixei o sutiã e, pela primeira vez, chupei os biquinhos dela com suavidade e ao mesmo tempo com luxúria. Ela dizia que sempre tinha me querido desde que estava no ensino médio. Eu simplesmente me dediquei a chupar aquelas tetas e não respondi. Assim, durante todos os intervalos, a Daniela subia comigo pra me deixar provar os lábios e os peitos dela. Até que um dia ela me perguntou por que a gente não saía junto. Eu disse que sim, mas que não podiam nos ver juntos perto da escola, então a gente devia procurar um lugar mais afastado. Além disso, eu tinha 20 anos a mais que ela, e o que iam pensar dela? Ela respondeu que não ligava, que ia se sentir orgulhosa de estar comigo. Da minha parte também, porque é gostoso ser visto com uma novinha, e eu, como velho, foda-se o que falassem. Mas tinha outro problema: sou casado. Claro que a Dany sabia disso e dizia que não se importava com nada, só em estar comigo. Isso me tranquilizava, além de me deixar feliz que mesmo assim ela quisesse ficar comigo.
Mas pra mim isso já não bastava mais, as carícias dela, os beijos e os peitos eram uma delícia, mas eu queria algo mais, queria aproveitar e ser o primeiro; porque ela era uma virgemzinha, já que nunca tinha tido namorado, e eu sei disso porque, como já falei, ela ficou comigo durante todo o ensino médio e nunca vi ela com ninguém. Então chegou a hora de poder comer ela, então a primeira coisa que fiz no nosso primeiro encontro foi acariciar ela como sempre e começar a passar a mão nas pernas dela por cima da calça e falar que tava morrendo de vontade dela. A resposta dela foi me encher de beijos, então resolvi meter a mão por baixo da calça dela, e ela se retorceu toda igual uma fera, falando que não, que não era hora e que ainda tava com medo.

Sem dizer nada, me acomodo no banco do carro, já que a gente tava num lugar afastado e com boa visão pra caso a viatura aparecesse, porque por ali só iam casais se pegando e, se vissem a gente, ninguém ligava. Pelo contrário, me excitava saber que iam ver uma garota nova dando pra mim. Mas voltando ao ponto: ela, me vendo meio sério, falou: "Tô com medo." Eu respondi com um sorriso e muito carinho: "Não, love, não teme que nada vai te acontecer, vou te tratar com carinho." Ela sorriu e me deu um beijo, o que significava que eu tinha o consentimento dela. Então passei minha mão por dentro da calça dela, sentindo a maciez dos pelinhos pubianos, a suavidade da buceta dela, quentinha e cheia de mel, pronta pra eu brincar. Ela semicerrava os olhos e suspirava, dizendo de novo que me amava. Comecei a enfiar meu dedo na ppk dela e pude confirmar que ela era mesmo virgem, embora aparentemente eu não tivesse dúvidas ao sentir. Verifiquei que aquele bum tava sentindo pela primeira vez as carícias de um homem e que logo eu ia poder comer ela.
Naquele dia, claro que não comi ela, porque sempre tenho o estilo de falar pra elas pensarem bem, que não quero que amanhã se arrependam e digam que eu tive culpa, e muito menos que o amor que sentem vire ódio, que analisem que sou muito velho e que ela era jovem, então falei: "Amanhã você me diz, já que é sexta, e se mesmo assim você me amar, no sábado a gente passa o dia todo junto e você se entrega pro meu amor". Claro que falei isso com muito amor, além de que realmente gostava muito dela e a desejava, mas nunca pensei em largar minha família por ela nem por ninguém.

Passou a sexta-feira e logo cedo ela subiu pra me ver. Chupei os peitos dela e, claro, meti a mão naquela rachada virgem que em breve eu ia comer. Acariciei os lábios da buceta dela pra dar prazer, e ela foi embora, deixando comigo aquele cheiro gostoso da buceta dela, que era mmmmmmmmm delicioso. Mas já tava chegando o sábado, e ela me disse que a gente ia se ver às 10 da manhã. Num lugar meio longe da escola e da casa dela, e também da minha.
Bom, finalmente sábado. Não consegui dormir a noite inteira pensando que hoje vou comer a Daniela, minha Daniela. Lá pelas 9h30 saí de casa e fui até o lugar onde combinamos de nos encontrar e, olha, ela já estava lá, com uma calça justa e uma blusa meio laranja que combinava com a calça que ela usava. Ela entrou no carro, trocamos um beijo carinhoso e seguimos direto pro nosso destino, que era um motel chamado Vênus. Sugestivo, né? Como o espaço pra escrever acabou, vou ter que terminar de contar no próximo relato. Então, por favor, fiquem ligados e me escrevam se gostaram.

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Como vocês lembram, no relato anterior eu fiquei no motel onde a Daniela ia perder a virgindade. A Dany é minha aluna e eu sou o professor dela.
Depois de nos encontrarmos no lugar combinado, a Daniela entrou no carro e na hora a gente se pegou num beijo de língua, trocando saliva. Só com isso, meu pau já ficou durasso na hora, e minhas mãos foram direto pra virilha dela, onde uma calcinha linda se marcava por baixo da calça. Meti a mão pra conferir aquele tesouro gostoso, que só cobria a entrada da buceta virgem. Passei os dedos, me ensopando com os sucos dela, que já prometiam uma tarde de prazer. Chegamos rapidinho no motel Vênus e, no estacionamento, a gente se comeu de beijo antes de entrar no quarto.
Tentei não perder a calma, porque minha intenção era tirar fotos dela desde o primeiro dia e fazer um vídeo mostrando como eu tava comendo ela. Então me segurei e comecei a beijar ela devagar, bem devagar, começando pelos lábios carnudos dela. Beijei o pescoço, e ela só respirava ofegante, fundo e entrecortado. Depois fui pro começo dos peitos dela e parei. Falei que ia tirar muitas fotos pra ela nunca esquecer como foi a primeira vez dela. Ela sorriu e disse que sim, que eu tirasse quantas quisesse. Então botei a mão na massa: tirei um peito pra fora e já fiz várias fotos, e enquanto colocava ele na boca e chupava, tirei muitas mais.
Tirei a blusa dela devagar, sem pressa, enquanto fotografava cada parte do corpo e, claro, chupava, lambia cada poro daqueles peitões enormes. Tomei o tempo que precisei pra deixar o desejo nela virar loucura, a ponto dela pegar os próprios peitos com as mãos e colocar na minha boca como se eu fosse um bebê. Eu tava adorando. Depois, fui beijar a barriga lisa e virgem dela, de uma menina adorável. Tirei a calça dela e deixei só com aquela calcinha que eu já tinha notado desde que vi. Era pequenininha, com um fiozinho que se enfiava naquele cuzinho gostoso. Nonononono, quando vi a buceta dela, precisa de muita imaginação pra chegar perto do que era. fiz nela, passei minha língua pelos vincos da buceta dela e pude saborear aqueles sucos que jorravam em grandes quantidades, chupei tudo e bebi cada gota dos líquidos dela que tinham gosto de céu, dediquei muito tempo enquanto, claro, tirava minhas fotos, passei mais de uma hora naquela parte do corpo dela que pra mim pareceu um minuto, até que chegou o momento em que ela me disse: "papi, me faz tua, siiiim!" E eu respondi: "sim, meu amor, só esperei você sentir que te quero e perder o medo", e ela respondeu: "já não tenho medo, quero me sentir sua mulher". "Sim, amor", me aproximei dela já pelado — vão pensar que nem sei como me despi —, mas fiquei na frente dela, coloquei meu pau perto do rosto dela e falei: "mete na sua boca, amor, e chupa". Não precisei repetir duas vezes: ela pegou com as mãos, chupou, lambeu, beijou e passou no rosto enquanto repetia: "te amo, pussy, te amo".

Deitei ela devagar e coloquei a ponta da minha rola na entrada da buceta encharcada dela, e comecei a meter. Ali mesmo tirei muitas mais fotos, e ela arqueou de dor, falando "mmmmmmmmmm, dói, papai". Não respondi, porque já tinha a boca no peito dela. Beijei os lábios dela e enfiei com força, e ela deu um leve grito. Perguntei: "Amor, quer que eu tire?" Ela respondeu enlaçando as pernas nas minhas costas. Não pensei mais, meti com tudo, mais forte, e senti como se tivesse quebrado um galhinho ao romper a virgindade dela.
Espero um momento pra ela se acostumar com meu pau dentro dela, e comecei a comer ela devagar, sem pressa, já tava de pau duro, então nada nem ninguém ia me impedir de continuar comendo ela. Comi e comi até ela começar a reclamar que nem uma gatinha, me beijava igual louca e eu respondia com o mesmo fogo, até que ela explodiu e me arranhou forte enquanto gemia o primeiro orgasmo da vida dela, o primeiro de muitos que teria do meu lado. Então não quis deixar barato e enchi a buceta dela com meu leite, sentia que era jato que saía enquanto falava: "tô te enchendo, amor, sente como tô enchendo você de porra, amor". Quero dizer que é muito raro eu beijar as duas que eu como, mas dessa vez não seria essa ocasião. Tirei umas fotos dela com a buceta encharcada de porra e sangue, e de novo meu pau subiu, não fiz ela esperar, meti de novo. Levantei as pernas dela por cima do meu ombro e comi ela gostoso. Dessa vez, queria demorar muito mais, e consegui. Ela não demorou e me deu outro orgasmo suculento que molhou minhas bolas, era uma delícia porque ela falava que finalmente era minha mulher, que nunca ia deixar de me amar e que não ligava de ser minha amante. Isso me excitava pra caralho e aproveitei pra falar que queria meter no cu dela, e ela respondeu que eu fizesse o que quisesse, que pra isso era minha mulher. Com muita sorte e muita vontade, na primeira estocada enfiei metade do meu pau naquele cu lindo, ela só falou: "paaaaaai, doi", e eu continuei comendo ela enquanto com meus dedos brincava com o clitóris dela. De novo ela me presenteou com uma esguichada da buceta gostosa dela enquanto eu tirava umas fotos com meu pau no cu dela. Não quis encher ela de novo porque não era a hora, tirei o pau de uma vez só de entre as nádegas, fazendo um barulho "choc mmmmmmm". Virei ela e, abrindo as nádegas, tirei outra foto, vendo aquele buraco alargado e com sangue. Beijei ela e chupei os peitos dela. de novo nos peitos, enquanto ela pedia pra eu chupar mais forte, eu, todo feliz, chupei e lambi de novo, e ela pediu pra eu morder e fazer um chupão. cheio de tesão, mordi os bicos dos peitos dela meio forte e ela disse "mais forte, papai", e eu mordi do jeito que quis até deixar os bicos dela inchados. enchi ela de chupões, não deixei um centímetro de pele sem minhas marcas, até no pescoço chupei, e com o cabelão comprido dela eu cobria tudo.
Fomos para o jacuzzi e lá nos beijamos, nos amamos. Ele me prometeu ser meu amante sempre que eu quisesse, que seria minha mulher. Me excita quando me dizem que vão ser minhas putas, e perguntei se ela queria ser. Por um momento ela se sentiu estranha, mas depois disse que sim, que seria minha puta pra sempre.
Ela subiu em mim e ali, entre a água e o sabão, enfiou de novo. Dessa vez, chupei a buceta dela com a mesma força que os peitos. Decidi tirar ela da água e chupar com mais gosto, e ela me deu um orgasmo delicioso na boca, que soube a glória. Engoli tudo e depois levei um pouco pra boca dela, enfiei e comi ela até meu pau começar a doer. Foi aí que gozei de novo, tirei e pedi pra ela chupar devagar pra limpar o leite e os fluidos dela. A partir daquele dia, a Daniela virou minha amante e minha putinha. Nós nos vestimos e fui deixar ela no mesmo lugar onde a peguei...

Mais pra frente vou contar pra vocês das vezes que eu comi ela na escola.Se é que vocês gostam de mim. Saudações, minha gente poringueira... não esqueçam de comentar e dar pontos...
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