mi alumna Daniela(relato ficticio)

Minha aluna Daniela eu comi... (relato fictício)mi alumna Daniela(relato ficticio)


Sou professor de uma instituição particular onde tem alunos do ensino fundamental e do ensino médio, como vocês podem ver, tenho contato com muitas meninas. Quero deixar claro que não tô atrás dessas meninas, simplesmente elas se apaixonam pela gente. Nunca fiquei com meninas do fundamental, espero até elas estarem no ensino médio. Bom, mas esclarecido isso, vou contar esse relato que vai ser um de vários que pretendo contar pra vocês.
Daniela era uma menina que entrou quando tava começando o primeiro ano do ensino fundamental. Eu tratava ela igual todas as outras, mas tenho o costume de responder qualquer pergunta pra tirar as dúvidas, então essa menina em especial criou um certo apreço por mim, que eu não dei muita importância, porque ela era muito novinha. Passaram os meses e os anos, e Daniela continuava me procurando no meu escritório, que era separado de todas as salas de aula. E mesmo assim, eu não a via como mulher, porque ela não tinha nenhum atributo chamativo. Passaram-se três longos anos nisso, onde ela simplesmente se aproximava, me olhava e, de vez em quando, se esfregava em mim como se quisesse que eu reparasse nela. Mas eu ainda não a via como mulher, até ela entrar no ensino médio.
Quando entrei no ensino médio, ela tinha uns peitões enormes que não sei de onde surgiram. Eram espetaculares, ela era bonita com as bochechas rosadas, mas como nunca reparei nela, agora a via gostosa, incrivelmente gostosa. Tinha uma bundinha pequena, não tinha muita bunda, mas um corpo muito bem torneado, não faltava nada.



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Como sempre subia pra me ver e me dar um beijo na bochecha, só que dessa vez ela me disse que sentia um caroço estranho na buceta dela e que não sabia o que era, e que a mãe dela não tinha dado muita bola. Aí eu falei pra ela: fala de novo, e se ela não te der ouvido, conta pra sua avó, que se dava super bem com ela, ou senão pra sua irmã. Caso não te falem nada, você me pergunta de novo, se meu amor, eu falei, pensando que ela percebesse que eu tava falando com muito carinho.
No dia seguinte, bem cedinho, ela chegou perto de mim e falou: "Quero ver você pra dar uma olhada na minha bolinha, porque em casa não me falaram nada. Que horas posso subir pra isso?" E sem eu perceber, já tava com a pica mais dura que um pedaço de pau de carvalho. Já com esse pensamento, respondi: "Na hora que não tiver ninguém, você sobe sem ninguém te ver, pra não atrapalharem e não chamarem atenção. O que acha?" Muito animada, ela respondeu: "Siiiiiiiiiiim.
Beleza, te espero. Como todo dia nos intervalos, eu tava no meu escritório que tem vista pra escola toda, mas fica no segundo andar, então ninguém sobe a qualquer hora. Tava ansioso esperando o momento de ver ela entrar, e não demorou muito pra eu ver a Daniela entrando agachada pra ninguém ver ela. Tentando manter a calma pra não ser tão óbvio, perguntei – o que ela tava sentindo e como era o que ela tinha. Fiz isso porque, se eu tivesse errado, não teria problema na escola.



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Ela me disse, ao mesmo tempo em que apontava para o seio, que tinha um caroço, e eu mostrei a maneira correta de apalpar. Ela, sorrindo, disse: "Assim?" enquanto tirava para fora um seio enorme, branco, divino, com um mamilo pequenininho e uma auréola rosada. Não, não, não, era sensual, algo que não consigo descrever porque parecia uma bonequinha, uma deusa. Pegou na minha mão, aproximou do seio dela e disse: "Aqui, sente." Eu tremia, meu pau duro doía de tão ereto que estava, mas me segurei, sabendo que não era o momento de fazer nada com ela, que eu precisava preparar o terreno.
Então não passei daquela carícia, e bateu a hora da aula e ela se mandou do mesmo jeito que entrou. No dia seguinte, a mesma coisa, só que dessa vez fui eu quem tomou a iniciativa. Sem falar nada, virei ela de frente e meti a mão por baixo do uniforme. Primeiro, encontrei o sutiã e acariciei por cima, e na hora senti os peitos dela ficarem durinhos. Aproveitei o momento pra enfiar a mão toda por baixo do sutiã, acariciando aquele peito gostoso. Parei um instante pra ver a reação dela, e ela não disse nada. Então continuei acariciando o mamilo dela. Já nem lembrava mais da tal bolinha, porque agora eu tinha outros pensamentos que ia botar em prática bem rápido.





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De novo bateram e ela se retirou, mas não sem antes me dar um beijo na bochecha que agora parecia durar mais. Eu a desejava tanto que esperava ansioso pra vê-la entrar e, como num milagre, ela entrou de novo. Já não dizia nada; a primeira coisa que fazia era meter a mão no peito dela e acariciar sem dizer uma palavra, só a acariciava. Batiam e ela se retirava. Assim se passaram umas três semanas — imaginem só a minha resistência. Minha pika já doía só de pensar nela. Até que chegou o dia esperado. Num daqueles intervalos em que ela vinha, me disse: "Amanhã venho te ver de uma vez e já te dou meu beijo". Eu concordei com a cabeça enquanto dizia: "Então acaricio mais uma vez esse peito tão gostoso". Ela sorriu e me deu um beijo na bochecha, e eu apertei suavemente o mamilo dela. Sem dizer mais nada, ela me deu um beijo na boca, ao qual respondi na hora. Pela primeira vez, senti seus lábios vermelhos, bem delineados, saboreei sua língua e bebi sua saliva que escorria pra minha boca. E ela disse: "Amanhã venho te ver". A partir daí, começou a me tratar por "você" quando estávamos sozinhos; na frente dos outros, ainda me tratava por "senhor".
No dia seguinte, já ia em cada recreio e em cada um me deixava provar seus lábios, mas agora eu queria provar o mel dos seus peitos. Então, sem querer esperar mais, levantei a blusa dela e abaixei o sutiã e, pela primeira vez, chupei seus mamilos com suavidade e ao mesmo tempo com luxúria. Ela dizia que sempre tinha me desejado desde que estava no ensino médio; eu simplesmente me dediquei a chupar aquelas tetas e não respondi. Assim, durante todos os recreios, Daniela subia comigo para me deixar provar seus lábios e seus seios. Até que um dia ela me perguntou por que a gente não saía junto. Eu disse que sim, mas que não podiam nos ver juntos perto da escola, então a gente devia achar um lugar mais afastado. Além disso, eu tinha 20 anos a mais que ela, e o que iam pensar dela? Ela respondeu que não ligava, que teria orgulho de andar comigo. Por mim, também, porque é gostoso ser visto com uma novinha, e eu, como um coroa, foda-se o que falassem. Mas tinha outro problema: sou casado. Claro que a Dany sabia disso e dizia que não se importava com nada, só em estar comigo. Isso me tranquilizava, além de me dar prazer saber que, mesmo assim, ela queria ficar comigo.
Mas pra mim isso já não bastava mais. As carícias dela, os beijos e os peitos eram uma delícia, mas eu queria algo mais, queria ser o primeiro a provar; porque ela era uma virgemzinha, nunca tinha namorado, e eu sei disso porque, como já falei, ela ficou comigo durante o ensino médio inteiro e nunca vi ela com ninguém. Então chegou a hora de poder comer ela. Na nossa primeira saída, comecei acariciando ela como sempre, passei a mão nas pernas dela por cima da calça e falei que tava morrendo de vontade. A resposta dela foi me encher de beijos, então resolvi meter a mão por dentro da calça dela. Ela se debateu igual uma fera, falando que não, que não era a hora e que tava com medo.



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Sem dizer nada, me acomodei no banco do carro, já que estávamos numa área afastada e com boa visão pra caso a viatura se aproximasse, porque por ali só iam casais dar uns amassos e, se nos vissem, ninguém ligava — pelo contrário, me excitava saber que veriam uma garota jovem sendo comida por mim. Mas voltando ao ponto: ela, ao me ver meio sério, disse "tô com medo". Eu respondi com um sorriso e muito carinho: "Não, love, não teme que nada vai te acontecer, vou te tratar com carinho." Ela sorriu e me deu um beijo, o que significava que eu tinha o consentimento dela. Então, passei minha mão por dentro da calça dela, sentindo a maciez dos pelinhos pubianos, a suavidade da buceta dela, quentinha e cheia de mel, pronta pra eu brincar. Ela semicerrrou os olhos e suspirava, dizendo de novo que me amava. Comecei a enfiar meu dedo na boceta dela e pude confirmar que ela era realmente virgem — embora aparentemente eu não tivesse dúvidas ao sentir —, verifiquei que aquele buraco sentia pela primeira vez as carícias de um homem e que logo eu poderia comê-la.
Naquele dia, claro, não comi ela, porque sempre tenho o estilo de falar pra elas pensarem bem, que não quero que amanhã se arrependam e digam que eu tive culpa, e muito menos que o amor que sentem vire ódio. Falei pra ela analisar que sou muito velho e que ela era jovem, então disse: "Amanhã você me fala, já que é sexta, e se mesmo assim você me amar, no sábado a gente passa o dia todo junto e você se entrega pro meu amor." Claro, falei isso com muito amor, além de que realmente gostava muito dela e a desejava, mas nunca pensei em largar minha família por ela nem por ninguém.



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Passou a sexta-feira e logo cedo ela subiu pra me ver. Chupei os peitos dela e, claro, meti a mão naquela rachada virgem que logo mais eu ia comer. Acariciei os lábios da buceta dela pra dar prazer, e ela foi embora, deixando comigo aquele cheiro gostoso da buceta dela, que era mmmmmmmmm delicioso. Mas o sábado já tava chegando, e ela disse que a gente ia se ver às 10 da manhã. Num lugar meio longe da escola, da casa dela e também da minha.
Bom, finalmente sábado. Não consegui dormir a noite inteira pensando que hoje vou pegar a Daniela, minha Daniela. Lá pelas 9h30 saí de casa e fui até o lugar onde combinamos de nos encontrar, e hooo ela já estava lá, com uma calça justa e uma blusa meio laranja que combinava com a calça que ela usava. Ela entrou no carro, trocamos um beijo carinhoso e fomos direto pro nosso destino, que era um motel chamado Vênus. Sugestivo, né? Como o espaço pra escrever acabou, tenho que terminar de contar no próximo relato, então, por favor, fiquem ligados e me escrevam se vocês gostaram.



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Como vocês lembram, no relato anterior, eu fiquei no motel onde a Daniela ia perder a virgindade. A Dany é minha aluna e eu sou o professor dela.
Depois de nos encontrarmos no local combinado, a Daniela entrou no carro e na hora a gente se pegou num beijo de língua, trocando saliva. Só com isso meu pau já ficou durasso na hora, e minhas mãos foram direto pra virilha dela, onde uma calcinha linda se marcava por baixo da calça. Meti a mão pra conferir aquele tesouro gostoso, ela só tampava a entrada da buceta virgem, passei os dedos e me molhei toda com os sucos dela, que já prometiam uma tarde de prazer. Chegamos rapidinho no motel Vênus e no estacionamento a gente se comeu de beijo antes de entrar no quarto.

Tentei não perder a calma porque minha intenção era tirar fotos dela desde o primeiro dia e fazer um vídeo mostrando como eu tava comendo ela. Então me segurei e comecei a beijar ela devagar, igual um sabujo. Comecei pelos lábios carnudos dela, beijei o pescoço, e ela só respirava ofegante, fundo e entrecortado. Depois fui pro começo dos peitos dela e parei. Falei que ia tirar muitas fotos pra ela nunca esquecer como foi a primeira vez dela. Ela sorriu e disse que sim, que eu tirasse quantas quisesse. Então botei a mão na massa: tirei um peito dela pra fora e já fiz várias fotos, e enquanto eu metia ele na boca e chupava, tirei muitas mais.

Tirei a blusa dela devagar, sem pressa, enquanto fotografava cada parte do corpo e, claro, chupava, lambia cada poro daqueles peitões enormes. Tomei o tempo que precisava pra deixar o desejo nela virar loucura, tanto que ela mesma pegava nos peitos e colocava na minha boca como se fosse um bebê. Eu tava adorando. Depois, fui beijar a barriga lisa e virgem dela, de uma menina adorável. Tirei a calça dela e deixei só com aquela calcinha que eu já tinha notado desde que vi: era pequenininha, com um fiozinho que se enfiava naquele rabo lindo. Nonononono, quando vi a buceta dela, precisa de muita imaginação pra chegar perto do que era. fiz nela, passei minha língua pelas dobras da buceta dela e pude saborear aqueles sucos que jorravam em grande quantidade, chupei tudo e bebi cada gota dos líquidos dela que tinham gosto de céu. Dediquei muito tempo, enquanto claro, tirava minhas fotos. Passei mais de uma hora naquela parte do corpo dela, que pra mim pareceu um minuto, até que chegou o momento em que ela disse: "papai, me faz sua, siiiim!" E eu respondi: "sim, meu amor, só esperei você sentir que te quero e perder o medo". Ela respondeu: "já não tenho medo, quero me sentir sua mulher". "Sim, amor." Me aproximei dela, já pelado — vão pensar que nem sei como me despi —, mas fiquei na frente dela, coloquei meu pau perto do rosto dela e falei: "mete na sua boca, amor, e chupa". Não precisei repetir duas vezes. Ela pegou com as mãos e chupou, lambeu, beijou e passou no rosto enquanto repetia: "te amo, buceta, te amo".




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Deitei ela devagar e coloquei a ponta da minha rola na entrada da buceta dela, toda molhada, e comecei a meter. Nessa hora, tirei um monte de fotos, e ela arqueou de dor, falando "mmmmmmmmmm, dói, papai". Não respondi, porque tava com o peito dela na boca. Beijei os lábios dela e enfiei com força, e ela deu um gritinho. Perguntei: "Amor, quer que eu tire?" Ela respondeu enlaçando as pernas nas minhas costas. Não pensei duas vezes e fui com tudo, mais forte, e senti como se tivesse quebrado um galhinho ao romper a virgindade dela.
Espero um momento pra ela se acostumar com meu pau dentro dela, e comecei a comer ela devagar, sem pressa, já tava de pau duro, então nada nem ninguém ia me impedir de continuar comendo ela. Comi e comi até ela começar a reclamar que nem uma gatinha, me beijava com loucura e eu respondia com o mesmo fogo, até que ela explodiu e me arranhou com força enquanto gemia o primeiro orgasmo da vida dela, o primeiro de muitos que teria ao meu lado. Então não quis vacilar e enchi a buceta dela com meu leite, sentia que eram jatos saindo enquanto falava: "tô te enchendo, amor, sente como tô te enchendo de porra, amor". Quero dizer que é muito raro eu beijar as duas que eu como, mas dessa vez não seria essa ocasião. Peguei umas fotos dela com a buceta encharcada de porra e sangue, e de novo meu pau subiu e não fiz ela esperar, meti de novo. Levantei as pernas dela por cima do meu ombro e comi ela gostoso. Dessa vez, esperava demorar muito mais, e foi o que fiz. Ela não demorou e me deu outro orgasmo suculento que molhou minhas bolas, era uma delícia porque ela dizia que finalmente era minha mulher, que nunca ia parar de me amar e que não ligava de ser minha amante. Isso me deixava mais excitado ainda e aproveitei pra falar que queria meter no cu dela, e ela respondeu que eu fizesse o que quisesse, que pra isso era minha mulher. Com muita sorte e muita vontade, na primeira enfiada, enterrei metade do meu pau naquele cu lindo. Ela só falou: "papiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, tá doendo", e eu continuei comendo ela enquanto com meus dedos brincava com o clitóris dela. De novo ela me presenteou com uma esguichada daquela buceta gostosa enquanto eu tirava umas fotos com meu pau no cu dela. Não quis encher ela de novo porque não era a hora, tirei o pau de uma vez só de entre as nádegas, fazendo um som "shoc mmmmmmm". Virei ela e, abrindo as nádegas, tirei outra foto. Vendo aquele buraco alargado e com sangue, beijei ela e chupei os peitos dela. de novo os peitos, enquanto ela pedia pra eu chupar mais forte, eu, todo feliz, chupei e lambi, e de novo ela pediu pra eu morder e fazer um chupão, cheio de tesão eu mordi os biquinhos dela meio forte e ela disse "mais forte, papai", e eu mordi do jeito que quis até deixar os biquinhos dela grandes, enchi ela de chupões, não deixei um centímetro de pele sem minhas marcas, até no pescoço chupei e com o cabelão comprido dela eu cobria.
Fomos para o jacuzzi e lá nos beijamos, nos amamos. Ele me prometeu ser meu amante sempre que eu quisesse, que seria minha mulher. Me excita quando me dizem que vão ser minhas putas, e eu perguntei se ela queria ser. Por um momento ela se sentiu estranha, mas depois me disse que sim, que seria minha vadia pra sempre.
Ela subiu em mim e ali, entre a água e o sabão, enfiou de novo. Dessa vez, chupei a buceta dela com a mesma força que os peitos. Decidi tirar ela da água e chupar com mais gosto, me presenteando com um delicioso orgasmo na minha boca que teve gosto de glória. Engoli tudo e depois levei um pouco até a boca dela, enfiei e comi ela até meu pau começar a doer. Foi aí que gozei de novo, tirei e pedi pra ela chupar devagar pra limpar o sêmen e os fluidos dela. A partir daquele dia, a Daniela virou minha amante e minha putinha. Nos vestimos e fui deixar ela no mesmo lugar onde peguei...mi alumna Daniela(relato ficticio)
Mais pra frente vou contar pra vocês das vezes que comi ela na escola.Se é que vocês gostam de mim. Saudações, minha gente poringueira... não esqueçam de comentar e dar pontos...mi alumna Daniela(relato ficticio)

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