Meu nome é Juan, agora tenho 42 anos e sou médico de profissão. Economicamente, me dei muito bem, não vou negar. Mas no sexo com minha mulher, as coisas não vão tão bem. Ela mostra pouco interesse. No entanto, uns dias atrás aconteceu algo que vou contar agora.
Tenho uma filha de 18 anos, ela, diferente da mãe, sempre gostou de fazer exercício. Ela e eu praticamos tênis há um tempo. Sempre vamos juntos ao clube e nos divertimos muito. Mas devo dizer que ultimamente ela tem convidado uma amiga da escola que parece saída de uma revista. A amiga dela tem um rosto lindíssimo, pele bem branquinha e cabelo escuro. A pele dela é como se fosse de bebê. E o melhor de tudo é que a garota é uma gostosa. Ela tem 18 anos, igual à minha filha, e tem 1,70m de altura. Tem um rabão que é pra excitar a cidade inteira.
Ela é amiga nova da minha filha Ana. Pois é, ela a conheceu na nova escola. É incrível como o corpo dela é bem formado. Ela é uma delícia. Embora não tenha muito peito, dá pra ver uns peitinhos gostosos. A cinturinha fina e a barriga lisa são muito sexy. E os quadris largos que ela tem são excelentes. Com uma bunda grande e um rabo bem empinado. E o melhor de tudo é que ela tem uma cara deliciosa, parece uma modelo, a pele dela é tão branca quanto papel, mas contrasta perfeitamente com o cabelo preto comprido.
Sempre que vamos ao clube jogar tênis, a amiga dela, Camila, usa uma saia curta branca bem justa. É uma delícia como a curva da bunda dela aparece. Às vezes, queria ser a saia dela pra ficar colado naquele rabo. A verdade é que sempre que terminamos de jogar, eu fico muito excitado. Não faço nada além de olhar as pernas gostosas dela e procuro oportunidade pra me deliciar com a bunda dela.
Outro dia, aconteceu algo no clube. Num saque muito forte que a Camila deu, ela ficou agachada por um momento. Parecia que tinha se machucado.
Eu sou médico clínico geral, mas já fiz alguns cursos de medicina. esportiva. E naquele momento me senti sortudo por ter feito aqueles cursos. Corri rápido pra onde ela estava. Ela tava agachada, apoiada nos joelhos. Dizia que tava com muita dor na cintura e que não conseguia se mexer. Eu peguei ela no colo e levei pra uma das áreas de descanso. Enquanto carregava ela, tive a chance de agarrar aquelas pernas gostosas que ela tem, hmmm... era uma delícia! Sentei ela e ela disse que ainda tava doendo muito. Sem pensar, sugeri uma massagem rápida pra relaxar o músculo. Então pedi pra ela deitar de bruços. Comecei a massagear as costas dela. Aquele rabo dela tava uma delícia por baixo da saia. Enquanto massageava, eu olhava de canto como a calcinha dela marcava em V através da saia. Tava marcando pra caralho! Não pude aproveitar aquela bunda com total liberdade porque minha filha Ana tava por perto, mas mesmo assim foi muito excitante. Depois de alguns minutos, ela se sentiu melhor. Mas eu me apressei em dizer que precisava fazer um exame mais detalhado, pra garantir que não tinha uma lesão maior. Então marquei ela no meu consultório no dia seguinte de manhã, e foi isso que aconteceu: Secretária: Doutor, tem uma moça aqui chamada Camila Marquez. Eu: Manda ela entrar, Úrsula. Aí ela entrou e tava uma gostosa! Vestindo uma calça jeans branca, uma camiseta preta dos Rolling Stones e um tênis Converse. Aquela calça tava uma delícia nela. Já não aguentava de vontade de ver ela por trás. Camila: Bom dia, Doutor, tô aqui como combinamos. Eu: Oi, Camila, senta aí. Como você tá se sentindo? Camila: Bem, já quase não dói, só vim pra revisão. Eu: Poxa, foi um baita esticão que você deu na quadra. Bom, vem pra cá, vou pedir pra você deitar de bruços e levantar a camiseta. Vamos ver exatamente onde tá a lesão. Ela deitou e eu fiquei impressionado com aquele rabo gostoso que ela tinha. Tava um bundão enorme, Esses jeans. E como de costume, dava pra ver a costura da calcinha através da calça. Isso era uma delícia de se ver. Comecei a tocar os ossinhos da coluna dela, tocava um por um e falava pra ela me avisar se sentisse dor em algum. As costas dela eram brancas e macias. Era muito gostoso ao toque e o cheiro dela era maravilhoso. A fragrância que a pele dela exalava era deliciosa. Comecei pela parte média das costas e fui descendo até chegar na cintura dela. Enquanto isso, eu não parava de olhar pra aquela bunda bem empinada que ela tem. Já não aguentava mais de vontade de enfiar minha mão por dentro daquela calça. Continuei massageando a parte baixa das costas e, como quem não quer nada, enfiava as pontas dos dedos na beirada da calça dela. Numa dessas, senti no tato uma calcinha gostosa. Eu estava suando de tão excitado que ela me deixava, até que resolvi ir mais longe.
Eu: O que você sentiu? Tá doendo?
Camila: Um pouco quando você aperta na parte de baixo, mas quase nada.
Eu: Olha, Camila, vou pedir pra você abaixar um pouco a calça. Só descobre o seu rabo.
Camila: Precisa disso?
Eu: Sim, claro, preciso ver se na parte de baixo também está tudo bem. (Uma mentira enorme, claro)
Nisso, ela desabotoou a calça e era emocionante ver como ela ia descobrindo aquele rabão. Era uma delícia ver ela deitada ali, abaixando a calça, mal conseguindo por causa da bunda enorme dela. O mais gostoso foi ver aquela bundona numa calcinha branca. Ficava uma delícia, a calcinha enfiada no meio daquela bunda. Com vontade de descer e lamber toda aquela bunda enorme dela.
Comecei a tocar ela, fazendo pressão nos ossos da coluna, como vocês sabem, esses ossinhos descem até o cóccix, passando pelo cu, então continuei fazendo isso com toda a má intenção. Fui apertando até chegar bem onde as nádegas começavam a se separar, quanto mais eu descia, mais eu enfiava a mão entre a bunda dela. Ela não parecia incomodada, pelo menos não falava nada. Continuei assim. até que cheguei no cu dela. Comecei a tocar ele de um jeito gostoso. Acariciando o buraquinho quente dela em círculos.
Eu: Nessa parte aqui, o que você sente?
Camila: Não sinto dor nem nada.
Eu: Mas o que você sente? Sente ruim ou gostoso?
Camila: Bom, na verdade tô meio desconfortável, mas dá uma sensação gostosinha.
Ao ouvir isso, eu sabia que não podia parar. Continuei acariciando aquele buraquinho delicioso até que me arrisquei a enfiar a pontinha do meu dedo indicador.
Camila: O que cê tá fazendo?
Eu: Calma, Camila, só tô explorando se todos os músculos estão relaxados. Relaxa.
Comecei a enfiar o dedo inteiro devagar. Tirava e enfiava lentamente. Era uma delícia. O calor que aquele rabão irradiava na minha mão era maravilhoso. Não acreditava que tinha essa menina aqui e que tava metendo o dedo na bundona dela.
Eu: Como você sente isso? Ruim ou bom?
Camila: Que vergonha, doutor, mas... é que tô sentindo muito gostoso.
Eu: Quer que eu enfie mais o dedo? (mesmo já tendo enfiado tudo)
Camila: Sim, um pouco... (Ela falou de olhos fechados e voz baixa)
Eu notei que lá embaixo ela tava começando a ficar molhada. A buceta dela tava toda melada. Ao sentir isso na minha mão, tirei o dedo do cu e peguei um creme que tenho na prateleira. Passei nos meus dedos e comecei a enfiar dois dedos no cu dela.
Camila: Ai, doutor! Nunca fizeram isso comigo...
Eu: Nunca, Camila? Cê é virgem?
Camila: Não, não sou, mas não sabia que por trás era tão gostoso. (Ela continuava de olhos fechados e respirando ofegante)
Ao ouvir isso, tirei os dedos e puxei a pica pra fora. Já tava bem dura e quente igual um vulcão. As veias do meu pau pareciam que iam estourar a qualquer momento. Só sentia minha pica pulsar, como se tivesse vida própria. Aí subi onde ela tava deitada e com as duas mãos abri a bundona dela e coloquei a ponta da pica no buraquinho. Mas não enfiei, fechei as nádegas dela e comecei a me masturbar nelas, dando pequenas enfiadas com a ponta. Queria que sentisse o calor da minha pica entre as bundas dela e que tivesse uma ideia do que eu ia meter.
Ela começou a respirar mais ofegante, a carinha bonita dela foi ficando vermelhinha, e nem se fala da bunda dela. Tava tão quente que parecia que tava colada num aquecedor. Tirei minha pica de entre as bundas dela e passei creme nela toda. Depois abri de novo aquelas bundonas e comecei a meter devagarinho. Enfiei primeiro a cabeça, ela deu um gritinho.
Camila: Aaai! Não, doutor! Não vai entrar!
Mas mesmo assim ela começou a empinar ainda mais a bunda. Eu fui metendo mais e mais até que tava toda dentro.
Comecei a me mexer devagar, tava tão excitado que sentia que se eu fosse rápido ia gozar antes da hora. Agarrei aquelas cinturonas e comecei a dar devagar, já não aguentava mais de vontade de enfiar tudo de uma vez.
Eu: Calma. Só relaxa.
Camila: Devagar... É muito larga!
Ela gemia e gemia. Mas não parava de empinar aquele rabão. Quanto mais eu metia, mais ela colava a bunda no meu corpo.
Até que de repente ela disse:
Camila: Que gostoso, que gostoso. Mete tudo... tudo, doutor.
Minha pica entrava e saía deliciosamente daquele cuzão. O cu dela apertava meu pau de um jeito gostoso. Era bem apertadinho, mas aos poucos fui alargando. Até que com o passar dos minutos fui aumentando a velocidade. O buraco dela tava totalmente dilatado e enquanto eu metia, cuspia na bunda dela pra escorregar melhor. Depois me deitei por cima dela e segurei pelos ombros. Comecei a dar umas enfiadas brutas e ela só de olhos fechados, com o suor escorrendo pelo lado do rosto.
Enquanto comia ela pelo cu, comecei a beijar o pescoço dela. Com a língua, lambi o suor do pescoço e do rosto dela. E sussurrava no ouvido:
Eu: Sempre desejei essa sua bunda... Você tem a raba mais gostosa da cidade... E vou deixar ela bem larga de tanto que você é putinha.
Camila: Não para... (Ela dizia entre um gemido e outro) (gemido)
De repente senti que meu pau já não aguentava mais a pressão daquela bunda enorme e percebi que era hora de gozar de vez.
Pensei em esporrar tudo dentro do cu dela, mas como vocês podem ver, eu não podia desperdiçar aquela cara tão perfeita e gostosa que ela tinha.
Então, contra minha vontade, tirei o pau do cu dela e fiquei de pé. Caminhei até onde estava o rosto dela e, quando cheguei, ela me olhou e disse:
Camila: O que o doutor vai fazer? (E depois de perguntar, fechou os olhos de novo.)
Eu comecei a bater uma punheta enquanto olhava para aquele rostinho lindo de pele branca e tão bonito quanto o de uma modelo. Nisso, não aguentei mais e comecei a esporrar todo o sêmen na cara bonita dela. Saíram jorros quentes e grossos sob pressão e enchi a cara toda dela de porra. Espalhei no cabelo, nos olhos, no nariz e na boquinha linda dela. Depois, com meu pau, espalhei toda a porra que tinha deixado em cada parte do rosto dela. Ela não se mexia. Só abriu a boca e começou a lamber o sêmen dos lábios dela.
Aquela manhã foi uma das mais deliciosas da minha vida.
Tenho uma filha de 18 anos, ela, diferente da mãe, sempre gostou de fazer exercício. Ela e eu praticamos tênis há um tempo. Sempre vamos juntos ao clube e nos divertimos muito. Mas devo dizer que ultimamente ela tem convidado uma amiga da escola que parece saída de uma revista. A amiga dela tem um rosto lindíssimo, pele bem branquinha e cabelo escuro. A pele dela é como se fosse de bebê. E o melhor de tudo é que a garota é uma gostosa. Ela tem 18 anos, igual à minha filha, e tem 1,70m de altura. Tem um rabão que é pra excitar a cidade inteira.
Ela é amiga nova da minha filha Ana. Pois é, ela a conheceu na nova escola. É incrível como o corpo dela é bem formado. Ela é uma delícia. Embora não tenha muito peito, dá pra ver uns peitinhos gostosos. A cinturinha fina e a barriga lisa são muito sexy. E os quadris largos que ela tem são excelentes. Com uma bunda grande e um rabo bem empinado. E o melhor de tudo é que ela tem uma cara deliciosa, parece uma modelo, a pele dela é tão branca quanto papel, mas contrasta perfeitamente com o cabelo preto comprido.
Sempre que vamos ao clube jogar tênis, a amiga dela, Camila, usa uma saia curta branca bem justa. É uma delícia como a curva da bunda dela aparece. Às vezes, queria ser a saia dela pra ficar colado naquele rabo. A verdade é que sempre que terminamos de jogar, eu fico muito excitado. Não faço nada além de olhar as pernas gostosas dela e procuro oportunidade pra me deliciar com a bunda dela.
Outro dia, aconteceu algo no clube. Num saque muito forte que a Camila deu, ela ficou agachada por um momento. Parecia que tinha se machucado.
Eu sou médico clínico geral, mas já fiz alguns cursos de medicina. esportiva. E naquele momento me senti sortudo por ter feito aqueles cursos. Corri rápido pra onde ela estava. Ela tava agachada, apoiada nos joelhos. Dizia que tava com muita dor na cintura e que não conseguia se mexer. Eu peguei ela no colo e levei pra uma das áreas de descanso. Enquanto carregava ela, tive a chance de agarrar aquelas pernas gostosas que ela tem, hmmm... era uma delícia! Sentei ela e ela disse que ainda tava doendo muito. Sem pensar, sugeri uma massagem rápida pra relaxar o músculo. Então pedi pra ela deitar de bruços. Comecei a massagear as costas dela. Aquele rabo dela tava uma delícia por baixo da saia. Enquanto massageava, eu olhava de canto como a calcinha dela marcava em V através da saia. Tava marcando pra caralho! Não pude aproveitar aquela bunda com total liberdade porque minha filha Ana tava por perto, mas mesmo assim foi muito excitante. Depois de alguns minutos, ela se sentiu melhor. Mas eu me apressei em dizer que precisava fazer um exame mais detalhado, pra garantir que não tinha uma lesão maior. Então marquei ela no meu consultório no dia seguinte de manhã, e foi isso que aconteceu: Secretária: Doutor, tem uma moça aqui chamada Camila Marquez. Eu: Manda ela entrar, Úrsula. Aí ela entrou e tava uma gostosa! Vestindo uma calça jeans branca, uma camiseta preta dos Rolling Stones e um tênis Converse. Aquela calça tava uma delícia nela. Já não aguentava de vontade de ver ela por trás. Camila: Bom dia, Doutor, tô aqui como combinamos. Eu: Oi, Camila, senta aí. Como você tá se sentindo? Camila: Bem, já quase não dói, só vim pra revisão. Eu: Poxa, foi um baita esticão que você deu na quadra. Bom, vem pra cá, vou pedir pra você deitar de bruços e levantar a camiseta. Vamos ver exatamente onde tá a lesão. Ela deitou e eu fiquei impressionado com aquele rabo gostoso que ela tinha. Tava um bundão enorme, Esses jeans. E como de costume, dava pra ver a costura da calcinha através da calça. Isso era uma delícia de se ver. Comecei a tocar os ossinhos da coluna dela, tocava um por um e falava pra ela me avisar se sentisse dor em algum. As costas dela eram brancas e macias. Era muito gostoso ao toque e o cheiro dela era maravilhoso. A fragrância que a pele dela exalava era deliciosa. Comecei pela parte média das costas e fui descendo até chegar na cintura dela. Enquanto isso, eu não parava de olhar pra aquela bunda bem empinada que ela tem. Já não aguentava mais de vontade de enfiar minha mão por dentro daquela calça. Continuei massageando a parte baixa das costas e, como quem não quer nada, enfiava as pontas dos dedos na beirada da calça dela. Numa dessas, senti no tato uma calcinha gostosa. Eu estava suando de tão excitado que ela me deixava, até que resolvi ir mais longe.
Eu: O que você sentiu? Tá doendo?
Camila: Um pouco quando você aperta na parte de baixo, mas quase nada.
Eu: Olha, Camila, vou pedir pra você abaixar um pouco a calça. Só descobre o seu rabo.
Camila: Precisa disso?
Eu: Sim, claro, preciso ver se na parte de baixo também está tudo bem. (Uma mentira enorme, claro)
Nisso, ela desabotoou a calça e era emocionante ver como ela ia descobrindo aquele rabão. Era uma delícia ver ela deitada ali, abaixando a calça, mal conseguindo por causa da bunda enorme dela. O mais gostoso foi ver aquela bundona numa calcinha branca. Ficava uma delícia, a calcinha enfiada no meio daquela bunda. Com vontade de descer e lamber toda aquela bunda enorme dela.
Comecei a tocar ela, fazendo pressão nos ossos da coluna, como vocês sabem, esses ossinhos descem até o cóccix, passando pelo cu, então continuei fazendo isso com toda a má intenção. Fui apertando até chegar bem onde as nádegas começavam a se separar, quanto mais eu descia, mais eu enfiava a mão entre a bunda dela. Ela não parecia incomodada, pelo menos não falava nada. Continuei assim. até que cheguei no cu dela. Comecei a tocar ele de um jeito gostoso. Acariciando o buraquinho quente dela em círculos.
Eu: Nessa parte aqui, o que você sente?
Camila: Não sinto dor nem nada.
Eu: Mas o que você sente? Sente ruim ou gostoso?
Camila: Bom, na verdade tô meio desconfortável, mas dá uma sensação gostosinha.
Ao ouvir isso, eu sabia que não podia parar. Continuei acariciando aquele buraquinho delicioso até que me arrisquei a enfiar a pontinha do meu dedo indicador.
Camila: O que cê tá fazendo?
Eu: Calma, Camila, só tô explorando se todos os músculos estão relaxados. Relaxa.
Comecei a enfiar o dedo inteiro devagar. Tirava e enfiava lentamente. Era uma delícia. O calor que aquele rabão irradiava na minha mão era maravilhoso. Não acreditava que tinha essa menina aqui e que tava metendo o dedo na bundona dela.
Eu: Como você sente isso? Ruim ou bom?
Camila: Que vergonha, doutor, mas... é que tô sentindo muito gostoso.
Eu: Quer que eu enfie mais o dedo? (mesmo já tendo enfiado tudo)
Camila: Sim, um pouco... (Ela falou de olhos fechados e voz baixa)
Eu notei que lá embaixo ela tava começando a ficar molhada. A buceta dela tava toda melada. Ao sentir isso na minha mão, tirei o dedo do cu e peguei um creme que tenho na prateleira. Passei nos meus dedos e comecei a enfiar dois dedos no cu dela.
Camila: Ai, doutor! Nunca fizeram isso comigo...
Eu: Nunca, Camila? Cê é virgem?
Camila: Não, não sou, mas não sabia que por trás era tão gostoso. (Ela continuava de olhos fechados e respirando ofegante)
Ao ouvir isso, tirei os dedos e puxei a pica pra fora. Já tava bem dura e quente igual um vulcão. As veias do meu pau pareciam que iam estourar a qualquer momento. Só sentia minha pica pulsar, como se tivesse vida própria. Aí subi onde ela tava deitada e com as duas mãos abri a bundona dela e coloquei a ponta da pica no buraquinho. Mas não enfiei, fechei as nádegas dela e comecei a me masturbar nelas, dando pequenas enfiadas com a ponta. Queria que sentisse o calor da minha pica entre as bundas dela e que tivesse uma ideia do que eu ia meter.
Ela começou a respirar mais ofegante, a carinha bonita dela foi ficando vermelhinha, e nem se fala da bunda dela. Tava tão quente que parecia que tava colada num aquecedor. Tirei minha pica de entre as bundas dela e passei creme nela toda. Depois abri de novo aquelas bundonas e comecei a meter devagarinho. Enfiei primeiro a cabeça, ela deu um gritinho.
Camila: Aaai! Não, doutor! Não vai entrar!
Mas mesmo assim ela começou a empinar ainda mais a bunda. Eu fui metendo mais e mais até que tava toda dentro.
Comecei a me mexer devagar, tava tão excitado que sentia que se eu fosse rápido ia gozar antes da hora. Agarrei aquelas cinturonas e comecei a dar devagar, já não aguentava mais de vontade de enfiar tudo de uma vez.
Eu: Calma. Só relaxa.
Camila: Devagar... É muito larga!
Ela gemia e gemia. Mas não parava de empinar aquele rabão. Quanto mais eu metia, mais ela colava a bunda no meu corpo.
Até que de repente ela disse:
Camila: Que gostoso, que gostoso. Mete tudo... tudo, doutor.
Minha pica entrava e saía deliciosamente daquele cuzão. O cu dela apertava meu pau de um jeito gostoso. Era bem apertadinho, mas aos poucos fui alargando. Até que com o passar dos minutos fui aumentando a velocidade. O buraco dela tava totalmente dilatado e enquanto eu metia, cuspia na bunda dela pra escorregar melhor. Depois me deitei por cima dela e segurei pelos ombros. Comecei a dar umas enfiadas brutas e ela só de olhos fechados, com o suor escorrendo pelo lado do rosto.
Enquanto comia ela pelo cu, comecei a beijar o pescoço dela. Com a língua, lambi o suor do pescoço e do rosto dela. E sussurrava no ouvido:
Eu: Sempre desejei essa sua bunda... Você tem a raba mais gostosa da cidade... E vou deixar ela bem larga de tanto que você é putinha.
Camila: Não para... (Ela dizia entre um gemido e outro) (gemido)
De repente senti que meu pau já não aguentava mais a pressão daquela bunda enorme e percebi que era hora de gozar de vez.
Pensei em esporrar tudo dentro do cu dela, mas como vocês podem ver, eu não podia desperdiçar aquela cara tão perfeita e gostosa que ela tinha.
Então, contra minha vontade, tirei o pau do cu dela e fiquei de pé. Caminhei até onde estava o rosto dela e, quando cheguei, ela me olhou e disse:
Camila: O que o doutor vai fazer? (E depois de perguntar, fechou os olhos de novo.)
Eu comecei a bater uma punheta enquanto olhava para aquele rostinho lindo de pele branca e tão bonito quanto o de uma modelo. Nisso, não aguentei mais e comecei a esporrar todo o sêmen na cara bonita dela. Saíram jorros quentes e grossos sob pressão e enchi a cara toda dela de porra. Espalhei no cabelo, nos olhos, no nariz e na boquinha linda dela. Depois, com meu pau, espalhei toda a porra que tinha deixado em cada parte do rosto dela. Ela não se mexia. Só abriu a boca e começou a lamber o sêmen dos lábios dela.
Aquela manhã foi uma das mais deliciosas da minha vida.
8 comentários - la amiga de mi hija
Buen relato, van ocho puntosl