Olá, amig@s do poringa.net:
Quero agradecer os comentários dos posts anteriores e também todos os novos seguidores. Valeu, galera. Adoro saber o que vocês pensam e o que meus posts provocam em vocês. Isso me dá gás pra continuar contando minhas histórias. Também não esqueço de quem prefere trocar ideia no privado e me conta suas fantasias. Valeu, gurias e guris. Então, espero que comentem este também e deem pontos. Assim a gente ganha mais medalhas e atrai mais gente pra essa comunidade linda.
Essa história aconteceu uns 6 anos atrás. E os protagonistas pediram o post deles.
Por amigos em comum, conheci o Franco, o farmacêutico do bairro, e a sua esposa gostosa. Franco é um gordo de 47 anos. Um cara muito trabalhador e tranquilo. Uma pessoa boa pra caralho e atenciosa. Casado com a Lorena. A Lorena era uma morena cheinha, mas com uma cara linda. Com 45 anos muito bem vividos. Uma dona de casa bem na dela. Muito sexy nos movimentos. Gostava de usar roupas elegantes que valorizavam a silhueta, sem ser provocante, mas adorava ser olhada.
Uma coisa que sempre me chamou a atenção, e também o Franco, era que ela não tinha onda com nenhum dos amigos, só comigo ela conversava e se soltava pra trocar ideia. Às vezes nem disfarçava pra se aproximar de mim, causava os olhares de todo mundo e fofocas. Como não queria problema com o Franco, tentava me afastar dela, mas era impossível.
Uma noite, a gente saiu pra um barzinho onde uns amigos iam tocar. E pra beber de boa, decidimos ir em dois carros com motoristas que não iam beber. No primeiro carro, iam 4 atrás e um na frente. No segundo, onde eu tava, éramos 6 atrás e dois na frente. O Franco foi de copiloto porque conhecia o lugar. Eu tava sentado atrás, do lado do motorista, bem colado na porta. Do meu lado, a Lorena com uma das minas no colo e o resto. Parecíamos sardinha enlatada, mas como não era muito longe, dava pra aguentar. Mal começamos a viagem, senti a mão da Lorena me tocando. Não leva a mal, mas ela tava esfregando a perna e, como a gente tava tão colado, acabava roçando na minha.
Essas roçadas foram virando carícias.
Primeiro disfarçadas, mas depois cada vez mais na cara que era de propósito.
Escondida pela outra mina, ninguém conseguia ver o que ela tava fazendo.
A mão esquerda dela foi procurando meu pau.
Segurei a mão dela pra ela parar, mas mesmo com minha mão apertando o pulso dela, ela não parou de acariciar meu pau, que já tava começando a endurecer.
E pra não chamar atenção, resolvi deixar.
Eu não podia fazer nenhum gesto, só olhar pra fora ou comentar alguma coisa da conversa no carro.
Eu não sabia o que fazer.
Tava apavorado que alguém visse o que tava rolando.
Só queria chegar logo pra isso acabar.
A mão dela não tava batendo uma punheta, só acariciava meu pau com muita ternura, como se fosse uma putinha.
Aqueles quarteirões pareceram intermináveis, mas ao mesmo tempo muito excitantes.
Quando faltavam uns dois quarteirões pro nosso destino, o motorista parou num lugar pra estacionar.
Quando desci, terminei de ajeitar o volume antes que alguém notasse.
Mas as provocações da Lorena não iam parar por ali.
Quando ela desceu depois da mina que tava em cima dela,
me olhou com cara de cúmplice, levou a mão esquerda até o nariz, cheirou pra eu ver, e com o olhar fixo em mim, passou a língua nos lábios e piscou o olho.
Eu já não sabia mais o que fazer, não queria foder com meu amigo, mas a puta da mulher dele me deixava de pau duro.
O marido abraçou ela e foram assim até o bar.
A gente curtiu a banda e tomou umas cervejas entre os amigos.
Quando meus amigos foram dançar, fiquei sentado e ela se aproximou de novo.
Lorena: Oi, cê tá bravo comigo???
Não gostou das minhas carícias??
Eu: Lorena, não quero problema com seu marido, ele é meu amigo, tá?
Lorena: Não seja chato. Faz tempo que eu te acho gostoso, Maury.
Me deixa ser sua putinha, vai???
Meu marido não vai falar nada. Sabe que eu gosto muito de você.
Eu: Nãão. Cê tá louca?
Lorena: Não, quer que eu te prove?
Eu: Não, Lore, vai me meter em encrenca.
Ela riu. Quando sinto o marido dela me segurar pelos ombros por trás.
Lorena: Na hora certa, gordão.
Franco: Tavam falando de mim?
Eu não sabia onde me enfiar.
Lorena: Sim, gordão.
Acho que seu amigo não gostou dos carinhos que fiz no carro. (Ela fez biquinho, a putinha).
Ele não acredita que eu falei que ele me deixa toda molhada.
Franco: Hã! Sério, amigo?
Tô decepcionado, o que rolou?
Eu: Hahaha, Franco, não queria te desrespeitar, mano.
Valorizo sua amizade e ela é sua mulher.
Por isso eu evitei.
Franco: Desde que te conheceu, ela vive enchendo o saco pra fazer um menage e transar com você, amigo.
Mas se você não topa, tudo bem.
Enquanto Franco sentou na cadeira de costas pra pista de dança, ela sentou do meu lado.
Enquanto o marido dela falava comigo, ela acariciava meu pau.
Franco: Você é um filho da puta.
Olha como ela tá entregue, nem comigo é assim.
Que tal a gente ir pra casa e fechar a noite com chave de ouro?
Vemos no que dá.
Lorena: Simmm, vamos, Maury?
Eu: Ok, vamos.
Saímos do bar quase sem cumprimentar ninguém.
O corno do Franco saiu correndo pra pegar um táxi.
Ela aproveitou pra me beijar e curtir minhas mãos bobas.
Não acreditava no que tava rolando: tinha uma mulher gostosa e apaixonada e, a 20 metros, o corno do marido dela desesperado atrás de um táxi.
Quando ele conseguiu o bendito táxi, nos chamou.
Franco: Amor, se acalma, cê tá muito puta com o Maury.
Você vai ter a noite toda, amor.
Lorena: Ai, gordão, não consigo me controlar e Você sabe.
Obrigada por me dar esse prazer, gordi. Te amo muito, sabia?
Subimos no carro e tenho certeza que o motorista bateu uma punheta quando a viagem acabou. Ver essa mulher seduzindo e distribuindo beijos pros dois amantes.
O coitado não entendia nada.
Queria disfarçar, mas não tinha olhos suficientes pra olhar por todos os espelhos.
Quando chegamos em casa, ela me pegou pela mão e me levou até a porta enquanto o marido pagava o táxi.
Ela nem esperou por ele, me levou pra sala e me beijou, foi desabotoando minha camisa botão por botão.
Franco: Como você tá gostosa, love. Nem me esperou?
Lorena: Ai, gordi, só tô deixando a visita à vontade.
Me deixa ser boazinha com a visita.
Franco: hahahaha. Você tá uma puta, love.
Nunca pensei que você teria coragem.
Lorena: Tenho coragem sim, sempre quis que ele me comesse desde o primeiro dia.
Franco: Sei disso. Mas achei que era só uma fantasia.
Lorena: Não me diga que se arrependeu, love?
Vem cá que eu cuido de você também, seu ciumento.
Como era de se esperar, os sentimentos de marido vieram à tona.
Por mais que fosse uma fantasia dos dois, era lógico que algo não tava certo.
Mas ela tava determinada e não ia deixar ele estragar o que ela começou.
Ele mostra as dúvidas de novo.
Ela se aproximou e falou baixinho.
Lorena: Você não pode fazer isso comigo, gordo.
Nunca fiquei com ninguém além de você.
Sabe que te amo e isso é só pra gente se divertir.
Você faz anos que não me satisfaz e eu nunca te traí.
Agora quero aproveitar, acho que mereço, ou não?
Franco: Eu sei, meu amor, mas tô com medo.
Lorena: Medo?
Franco: Sim.
Nós dois sabemos da fama dele.
Por isso você o escolheu desde o dia que o viu. se você gosta mais do que eu??
lorena: não seja idiota.
você tá aqui pra curtir comigo.
se não, eu ia dar sozinha. ok?
se você não me deixar aproveitar um bom macho, isso acaba aqui.
não podia acreditar no que tava acontecendo e no que tava ouvindo.
sentei no sofá, desconfortável e confuso, enquanto eles discutiam.
ela pegou ele pelo braço e levou pra cozinha.
já não dava mais pra ouvir nada além de murmúrios.
esperei uns minutos e vesti minha camisa e calça.
fiquei ali sozinho, na dúvida se ficava ou se vazava.
criei coragem e fui até a porta da entrada.
eu: galera, tudo bem, vou embora. não quero problema.
ela saiu da cozinha e veio na minha direção.
lorena: não, Maury, não vai.
espera um minuto, a gente já volta.
eu: não, Lore, tá tudo bem, te falei que não queria confusão.
ele não tá seguro e vai fazer um drama. sinto muito.
lorena: não, Maury, por favor.
franco: não vai, amigo.
ela planejou isso há meses e eu não falei não de cara.
eu te convidei e não parei isso antes.
ela foi até onde ele tava e beijou ele.
ele se entregou aos encantos dela.
ela não perdeu tempo e começou a despir ele.
nos levou até o sofá e se apoiou de quatro nele, deixando a bunda bem empinada pro marido.
ele entendeu bem a posição, ajoelhou e ajudou a tirar a calça dela.
ela, por sua vez, tirou minha camisa e depois minha calça.
lorena: mmm, vai, papai.
come essa bucetinha do jeito que eu gosto.
mmmm, assim, afasta a calcinha e mete essa língua quente, mmmm.
uiii, olha o que você provocou???
nosso convidado perdeu a ereção por causa da sua cena de ciúmes.
posso chupar ele????
ele não respondeu nada e só... dedico a chupar sua buceta como um louco.
ela tocava minha pica com carícias e me olhando de baixo.
levei a boca dela até minha pica e ela começou a chupar devagar.
enquanto ela gemia com a chupada de buceta que o marido dela dava, ela me dava prazer.
Lorena: mmm que prazer, isso é melhor do que eu imaginei.
ai pa assim mmm assim mmmm que gostoso.
Maury, sua pica é um manjar também, adoro.
ela, sem avisar, parou de chupar minha pica e saiu do sofá.
Lorena: haaaa, esqueci.
quero uma lembrança disso.
já volto.
ela foi até o quarto correndo???
eu: que foi????
Franco: foi pegar a câmera, com certeza.
nunca imaginei isso, ela tá uma puta e não tem volta.
eu: cê tá bem, amigo?
Franco: não sei.
eu: já foi, amigo, relaxa.
aproveita tua mulher e faz ela gozar.
é uma fantasia e nada mais.
aqui não aconteceu nada, fica tranquilo.
isso é super comum e é melhor que você esteja aqui do que ela te botar chifre.
ele ficou em silêncio, e ela voltou com a câmera.
colocou ela e veio pro sofá.
com as duas picas na mão, ela foi masturbando uma e chupando a outra, começou com o marido dela, que era um monte de nervos, e depois seguiu comigo.
nós dois pegamos ela pelos peitos, coberta só com uma camiseta preta sem sutiã.
o marido dela tirou a camiseta, e os peitos lindos dela ficaram à mostra.
ele chupava os peitos dela enquanto ela chupava minha pica.
nessa situação consegui relaxar e começar a curtir.
já não ligava mais pra merda dos sentimentos do Franco.
minha pica começou a endurecer e inchar.
ela percebeu que minha pica tava voltando a ficar dura igual no começo.
Lorena: aiii sim Maury agora tá bem melhor.
assim bem dura e empinada que eu quero mmmmm.
com essas palavras tomei a dianteira da situação.
peguei ela pelo cabelo e comecei a foder a boca dela.
ela curtia aquilo enquanto o marido tirava a calcinha dela bem molhada.
Franco: você é uma puta de merda, olha como ficou por chupar a pica dele.
Lorena: para de encher o saco, curte a puta que eu sou, otário, ou vaza e deixa a gente sozinho.
ela pegou ele pelos cabelos e puxou pra baixo, entre as pernas dela.
Lorena: chupa minha buceta e me deixa curtir uma pica boa.
o gordo cuck perdeu a autoridade do trio.
ela curtiu o gosto da minha pica e das minhas bolas como uma louca.
enquanto ele ficou submetido entre as pernas dela.
ela só parava de chupar minha pica pra gemer como uma puta e me avisar se eu quisesse gozar.
teve um orgasmo delicioso que fez ela tremer, mas não tirou a pica da boca.
isso me deixou louco.
Lorena: meu deus como isso é bom mmmmm.
já quero ser comida.
vamos pra cama, já é hora de foder.
ela tomou a dianteira de novo.
pegou na pica de nós dois e nos guiou até o quarto enquanto mandou o marido pegar a câmera.
ele obedeceu bem submisso.
já no quarto, ela pegou a câmera e me deu.
arrumei a câmera enquanto ela chupava a pica do marido em cima da cama.
o gordo tava ajoelhado na cama de olhos fechados, meio que olhando pro teto.
ela com a pica dele na boca e de quatro, mexendo a bunda pra frente e pra trás.
com as mãos ela abria as próprias nádegas, convidando pra eu meter.
sem parar de chupar a pica do marido, ela conseguiu sentir meu pau brincava na buceta dela.
eu lubrificava minha piroca com os sucos dela.
meu pau entrou um pouco enchendo a buceta dela e, por ser grossa e maior que a do marido dela, ela deu um pulinho e um grito.
franco: filho da puta, você meteu no cu dela???
eu: não, na buceta, otário.
x?
franco: nada não.
lorena: mmmm não para, mete tudo mmmm
que pau gostoso, maury. mmmmmmm.
uyyy é bem grossa mmmmmm
ayyy que filho da puta mmmmm.
ela colocou o pau do gordo na boca, que não parava de me olhar feio.
isso já não me importava mais.
ouvia aquela puta gemer entre as chupadas de pau, era genial.
e pensei comigo: gordo corno, quer me olhar feio? agora você vai ver.
eu comia ela devagar, metendo e tirando até a ponta do meu pau para entrar até o fundo uma e outra vez.
cada vez que eu metia até o fundo, ela dava um gritinho e ele não acreditava.
a mulher dele curtia meu pau como uma louca.
e soltava palavras putas com o pau do marido na boca.
lorena: uyyyyyy mmmmm ha ha ha ha
aiiii sim mmmm que bem você me come, gostoso mmmm.
ayyy sim, me enche toda a buceta, filho da puta mmm haa ha ha.
não para, por favor mmmm haaaaaa, quer que eu goze toda essa pica mmmm.
eu: sim, puta, goza tudo.
lorena: siiiim mmmm ha ha ha forte ayyyyyy ayyyyy.
deus, como você come bem, mau mmmmm.
mmmm que transa gostosa
haaa hahha haaaaa mmmm hahhhah siiiii mmmmm
o gordo não acreditava o quanto a mulher dele era puta.
Franco: Você é uma putinha filha da puta.
Não lembro de você ficar assim comigo.
Sabia que isso não era bom.
Lorena: Que isso, amor, isso é incrível.
Viu quanto tempo ele tá me comendo?
E ainda tá durasso e não gozou.
E olha que chupei ele pra caralho antes, e ainda tenho que aguentar sua cara de cu e suas reclamações.
Para com isso, idiota, e deita que vou montar em você pra ver se tira essa cara de otário.
Ele deitou de barriga pra cima e ela montou nele. Enquanto limpava minha pica com os sucos dela.
Lorena: Isso, gordão, viu como eu também curto sua pica?
Enquanto ela gozava com a pica do marido, eu fiquei atrás dela.
Dando beijos no pescoço, ela sabia o que eu queria e se inclinou um pouco sobre o marido, cuspindo na mão pra lubrificar a bunda dela, que parecia pedir pra ser preenchida por uma boa pica.
Segurei as nádegas dela e sussurrei no ouvido: “Pronta?”
“Você não faz ideia”, ela murmurou, mas devagar.
O gordo nem percebeu o que tava rolando na frente dos olhos dele.
Minha pica enfiou na bunda apertada dela, que era estreita pro tamanho da minha cabeça.
Ela respirou fundo e, com um gemido, engoliu metade da pica.
O corno sentiu a pressão da minha pica invadindo o cu da mulher dele.
Ele não gostou nada que eu pegasse ela pelo cu, acho que queria só pra ele.
Franco: nãooo, aguenta pelo cu não.
Lorena: Franco, corta essa, né?
Para de encher o saco, você já gozou dentro de mim.
Agora não vai mais poder me comer o cu, deixa ele que come gostoso.
O corno não durou nada.
Franco: Não era o que a gente combinou, amor.
Eu: Então, Franco, sua puta mãe.
Eu não dou elas de presente, ok?
Você me chamou aqui, agora aguenta.
Lorena: Não tem problema, Maury, continua comendo minha bunda, mmmm.
Aiiii, meu Deus, tá me partindo no meio, ha ha, mmmm, sim.
Aiiii, meu Deus, mmmm, vai assim que eu gosto, mmmm.
Gordo, mexe também, pelo amor de Deus, mmmm, que gostoso isso, mmmm.
Assim, os dois, mais, mmmm, sim, que picas boas, mmmmmm.
Aiiiiiiii, mmmm, sim, vou gozar, mmmmmmm.
Que gostoso, mais, mais, mais, mmmm, siiiiiiiim.
Ela se estremeceu e gemeu como uma cadela no cio.
Quando ela terminou, o gordo deu um empurrão e tirou nós dois de cima.
Lorena: Eiii, que que houve???
Franco: Nada, já foi, acabou.
Lorena: Que??? Maury, não gozou ou gozou???
Eu: Então, gordo corno, cansei.
Não, não gozei, Lore, não sou que nem ele que goza com duas bombadas, mas sabe de uma coisa?
Encheu meu saco, já foi, vou embora.
Pra que merda você quer um trio se não aguenta, gordo idiota?
Enquanto eu fui pra cozinha, todo tesudo, os dois discutiam no quarto.
Quando vou pra sala pegar minha roupa.
Franco: Desculpa, amigo, não vai embora assim.
Eu: Não, para de encher o saco.
Você que me trouxe aqui, ok?
Você é um babaca.
Lorena chegou e me beijou de boca aberta na frente do marido.
Ela me levou de volta pro quarto com o olhar perdido do marido.
Ela se deitou de barriga pra cima na cama e me disse.
Lorena: A A culpa é minha.
Prometi um monte de merda que não queria cumprir.
Mas fazer o quê, é justo que você também aproveite como a gente aproveitou.
Eu: O que você prometeu pra não ter mais problema?
Lorena: Sem anal com você e gozar dentro.
Tá bom.
Eu: Ok, fechou.
Só queria gozar e vazar dali. Isso não tava indo muito bem.
Mas ia aproveitar aquela buceta de novo.
Meu pau comia ela igual uma louca, arrancando gemidos e putaria.
O corno olhava enquanto se batia uma, vendo a puta da mulher dele sendo macetada uma vez atrás da outra pelo pau duro do amigo.
Queria gozar o mais rápido possível, mas não conseguia — sentir ela gemer dava mais prazer que gozar.
Lorena: Que pau bom e que ritmo foda que você tem, filho da puta.
Sabia que era bom, mas não tanto, mmmm, deus, mmmm, assim.
Como eu gosto de um macho igual você, mmmm, ha ha ha, mmmm, sim.
Aiiii, deus, adoro esse corno, já me comeu e não aguentou nada.
Você é uma besta, mmmm.
Siiim, me dá essa porra, você tá partindo minha buceta no meio, amor, mmmm.
Depois que ela gozou, tirei meu pau e não precisei fazer nada — ela mesma me masturbou, deixando minha porra cair toda na buceta dela.
Lorena: Vem, pai, tira uma foto pela amizade. Igual a que te pedi.
Ficamos os três deitados na cama, ela beijando o marido e segurando na minha pica.
O corno já não aguentava mais.
Ele acabou dormindo na cama com os carinhos da mulher dele.
Ela pegou na minha pica de novo e fomos tomar banho.
Entre beijos, nos ensaboávamos, aproveitando aquela solidão no chuveiro sem gemidos nem lamentos de um corno arrependido.
Ela ficou maravilhada quando viu que minha pica já tava pronta de novo pros estímulos dela.
Lorena: Não acredito, já tá dura de novo.
Eu: E o que você esperava, gostosa?
Lorena: Maury, você me comeu por horas!!!
Claro que o gordo não é assim.
Eu: Eu não sou o gordo.
Saímos do chuveiro e nos secamos.
O gordo dormia, e a gente pronto pra continuar.
Lorena: Tô pronta pra te curtir todinha, amor.
Eu: Ok, você foca nas fotos e deixa o corno não encher o saco.
Lorena: Ah, meu Deus, mmmmm, que chupada gostosa na buceta, mau, mmmmm, siiiim...
Ufffff, ha ha, mmm, que gostoso, te sinto, haaaa, não acredito, mmmm.
Ayyyyy, como te sinto, mau... mais do que os roncos do corno, hahaha.
Mmmmm, essa língua, esses lábios, que filho da puta, me faz sentir nas nuvens e muito puta ao mesmo tempo.
Minhas chupadas e seus gemidos ecoavam pelas paredes daquele quarto.
E o gordo roncando a um passo dali.
A gente tentou todas as posições pra foder.
Mas sentada em cima de mim foi o máximo.
Ela curtiu pra caralho ser comida em todas as posições.
Lorena: não acredito, maury.
eu: no que?
Lorena: tudo isso, tô tendo a melhor noite de sexo que já lembro.
nunca estive com ninguém além do gordo.
mas você me leva ao limite.
desde que te vi, tô toda molhada por você.
por algo os comentários do bairro.
eu: comentários???
lorena: sim, tudo que falam de você e das vizinhas.
eu: kkkkk são mentiras.
Lorena: kkkkkkk modesto?
eu: kkkkkk não, só não tenho memória às vezes kkkk.
agora que o gordo não tá enchendo o saco.
quero comer sua bunda de novo?
Lorena: hmmm quero, quero sentir mais desse prazer.
agora que já amolecemos, não vai doer como hoje.
eu coloquei ela de quatro e chupei tudo. língua e uma boa chupada que deixou ela louca.
uma vez na posição, ela com a mão guiou até o cu dela, pronto pra ser comido.
ela sentiu a ardência do meu pau entrando e eu senti os músculos anais apertando meu pau.
Lorena: uffffffff adoro sentir você dentro de mim, mau mmmmm.
nossa, não sei como vou parar depois de hoje, vou querer você sempre na minha cama mmm.
mmmm que puta sou, você tá comendo meu cu e meu marido dormindo na mesma cama.
ha ha ha nossa, tô que não aguento mais.
mas adoro seu pau bem dentro de mimoooooo.
sim mau, não para, forte, sou uma puta e mereço isso mmmmmm.
você é um filho da puta, não pode me foder também haaa hahhhaaaa mmm
quero seu gozo enchendo minhas entranhas mmmmmmm
uffffffff siiiim ufffffff tô exausta, mau.
meu pau explodiu dentro dessa bunda. e nós dois ficamos na cama e meu pau viu a luz quando ela se levantou.
os três dormindo na cama até o dia seguinte.
as coisas não foram bem nos primeiros meses, ficaram bravos e até separados por algumas semanas.
mas por sorte tudo passou e agora a gente curte um sexo bem gostoso os três.
o gordo gosta de ser corno e até jogamos um jogo bem legal, mas isso fica pra próxima.
____________________________________CONTINUA________________________________________
PS: espero que tenham gostado. quem quiser saber mais já sabe o que fazer com uma mensagem privada.
como sempre, todas as mensagens e comentários serão respondidos.
comentem e deem pontos pra eu continuar, abraços e até a próxima.
----------------------------------------------------------------------------------------------------------maury-só-eu--------
Quero agradecer os comentários dos posts anteriores e também todos os novos seguidores. Valeu, galera. Adoro saber o que vocês pensam e o que meus posts provocam em vocês. Isso me dá gás pra continuar contando minhas histórias. Também não esqueço de quem prefere trocar ideia no privado e me conta suas fantasias. Valeu, gurias e guris. Então, espero que comentem este também e deem pontos. Assim a gente ganha mais medalhas e atrai mais gente pra essa comunidade linda.
Essa história aconteceu uns 6 anos atrás. E os protagonistas pediram o post deles.
Por amigos em comum, conheci o Franco, o farmacêutico do bairro, e a sua esposa gostosa. Franco é um gordo de 47 anos. Um cara muito trabalhador e tranquilo. Uma pessoa boa pra caralho e atenciosa. Casado com a Lorena. A Lorena era uma morena cheinha, mas com uma cara linda. Com 45 anos muito bem vividos. Uma dona de casa bem na dela. Muito sexy nos movimentos. Gostava de usar roupas elegantes que valorizavam a silhueta, sem ser provocante, mas adorava ser olhada.
Uma coisa que sempre me chamou a atenção, e também o Franco, era que ela não tinha onda com nenhum dos amigos, só comigo ela conversava e se soltava pra trocar ideia. Às vezes nem disfarçava pra se aproximar de mim, causava os olhares de todo mundo e fofocas. Como não queria problema com o Franco, tentava me afastar dela, mas era impossível.
Uma noite, a gente saiu pra um barzinho onde uns amigos iam tocar. E pra beber de boa, decidimos ir em dois carros com motoristas que não iam beber. No primeiro carro, iam 4 atrás e um na frente. No segundo, onde eu tava, éramos 6 atrás e dois na frente. O Franco foi de copiloto porque conhecia o lugar. Eu tava sentado atrás, do lado do motorista, bem colado na porta. Do meu lado, a Lorena com uma das minas no colo e o resto. Parecíamos sardinha enlatada, mas como não era muito longe, dava pra aguentar. Mal começamos a viagem, senti a mão da Lorena me tocando. Não leva a mal, mas ela tava esfregando a perna e, como a gente tava tão colado, acabava roçando na minha.
Essas roçadas foram virando carícias.
Primeiro disfarçadas, mas depois cada vez mais na cara que era de propósito.
Escondida pela outra mina, ninguém conseguia ver o que ela tava fazendo.
A mão esquerda dela foi procurando meu pau.
Segurei a mão dela pra ela parar, mas mesmo com minha mão apertando o pulso dela, ela não parou de acariciar meu pau, que já tava começando a endurecer.
E pra não chamar atenção, resolvi deixar.
Eu não podia fazer nenhum gesto, só olhar pra fora ou comentar alguma coisa da conversa no carro.
Eu não sabia o que fazer.
Tava apavorado que alguém visse o que tava rolando.
Só queria chegar logo pra isso acabar.
A mão dela não tava batendo uma punheta, só acariciava meu pau com muita ternura, como se fosse uma putinha.
Aqueles quarteirões pareceram intermináveis, mas ao mesmo tempo muito excitantes.
Quando faltavam uns dois quarteirões pro nosso destino, o motorista parou num lugar pra estacionar.
Quando desci, terminei de ajeitar o volume antes que alguém notasse.
Mas as provocações da Lorena não iam parar por ali.
Quando ela desceu depois da mina que tava em cima dela,
me olhou com cara de cúmplice, levou a mão esquerda até o nariz, cheirou pra eu ver, e com o olhar fixo em mim, passou a língua nos lábios e piscou o olho.
Eu já não sabia mais o que fazer, não queria foder com meu amigo, mas a puta da mulher dele me deixava de pau duro.
O marido abraçou ela e foram assim até o bar.
A gente curtiu a banda e tomou umas cervejas entre os amigos.
Quando meus amigos foram dançar, fiquei sentado e ela se aproximou de novo.
Lorena: Oi, cê tá bravo comigo???
Não gostou das minhas carícias??
Eu: Lorena, não quero problema com seu marido, ele é meu amigo, tá?
Lorena: Não seja chato. Faz tempo que eu te acho gostoso, Maury.
Me deixa ser sua putinha, vai???
Meu marido não vai falar nada. Sabe que eu gosto muito de você.
Eu: Nãão. Cê tá louca?
Lorena: Não, quer que eu te prove?
Eu: Não, Lore, vai me meter em encrenca.
Ela riu. Quando sinto o marido dela me segurar pelos ombros por trás.
Lorena: Na hora certa, gordão.
Franco: Tavam falando de mim?
Eu não sabia onde me enfiar.
Lorena: Sim, gordão.
Acho que seu amigo não gostou dos carinhos que fiz no carro. (Ela fez biquinho, a putinha).
Ele não acredita que eu falei que ele me deixa toda molhada.
Franco: Hã! Sério, amigo?
Tô decepcionado, o que rolou?
Eu: Hahaha, Franco, não queria te desrespeitar, mano.
Valorizo sua amizade e ela é sua mulher.
Por isso eu evitei.
Franco: Desde que te conheceu, ela vive enchendo o saco pra fazer um menage e transar com você, amigo.
Mas se você não topa, tudo bem.
Enquanto Franco sentou na cadeira de costas pra pista de dança, ela sentou do meu lado.
Enquanto o marido dela falava comigo, ela acariciava meu pau.
Franco: Você é um filho da puta.
Olha como ela tá entregue, nem comigo é assim.
Que tal a gente ir pra casa e fechar a noite com chave de ouro?
Vemos no que dá.
Lorena: Simmm, vamos, Maury?
Eu: Ok, vamos.
Saímos do bar quase sem cumprimentar ninguém.
O corno do Franco saiu correndo pra pegar um táxi.
Ela aproveitou pra me beijar e curtir minhas mãos bobas.
Não acreditava no que tava rolando: tinha uma mulher gostosa e apaixonada e, a 20 metros, o corno do marido dela desesperado atrás de um táxi.
Quando ele conseguiu o bendito táxi, nos chamou.
Franco: Amor, se acalma, cê tá muito puta com o Maury.
Você vai ter a noite toda, amor.
Lorena: Ai, gordão, não consigo me controlar e Você sabe.
Obrigada por me dar esse prazer, gordi. Te amo muito, sabia?
Subimos no carro e tenho certeza que o motorista bateu uma punheta quando a viagem acabou. Ver essa mulher seduzindo e distribuindo beijos pros dois amantes.
O coitado não entendia nada.
Queria disfarçar, mas não tinha olhos suficientes pra olhar por todos os espelhos.
Quando chegamos em casa, ela me pegou pela mão e me levou até a porta enquanto o marido pagava o táxi.
Ela nem esperou por ele, me levou pra sala e me beijou, foi desabotoando minha camisa botão por botão.
Franco: Como você tá gostosa, love. Nem me esperou?
Lorena: Ai, gordi, só tô deixando a visita à vontade.
Me deixa ser boazinha com a visita.
Franco: hahahaha. Você tá uma puta, love.
Nunca pensei que você teria coragem.
Lorena: Tenho coragem sim, sempre quis que ele me comesse desde o primeiro dia.
Franco: Sei disso. Mas achei que era só uma fantasia.
Lorena: Não me diga que se arrependeu, love?
Vem cá que eu cuido de você também, seu ciumento.
Como era de se esperar, os sentimentos de marido vieram à tona.
Por mais que fosse uma fantasia dos dois, era lógico que algo não tava certo.
Mas ela tava determinada e não ia deixar ele estragar o que ela começou.
Ele mostra as dúvidas de novo.
Ela se aproximou e falou baixinho.
Lorena: Você não pode fazer isso comigo, gordo.
Nunca fiquei com ninguém além de você.
Sabe que te amo e isso é só pra gente se divertir.
Você faz anos que não me satisfaz e eu nunca te traí.
Agora quero aproveitar, acho que mereço, ou não?
Franco: Eu sei, meu amor, mas tô com medo.
Lorena: Medo?
Franco: Sim.
Nós dois sabemos da fama dele.
Por isso você o escolheu desde o dia que o viu. se você gosta mais do que eu??
lorena: não seja idiota.
você tá aqui pra curtir comigo.
se não, eu ia dar sozinha. ok?
se você não me deixar aproveitar um bom macho, isso acaba aqui.
não podia acreditar no que tava acontecendo e no que tava ouvindo.
sentei no sofá, desconfortável e confuso, enquanto eles discutiam.
ela pegou ele pelo braço e levou pra cozinha.
já não dava mais pra ouvir nada além de murmúrios.
esperei uns minutos e vesti minha camisa e calça.
fiquei ali sozinho, na dúvida se ficava ou se vazava.
criei coragem e fui até a porta da entrada.
eu: galera, tudo bem, vou embora. não quero problema.
ela saiu da cozinha e veio na minha direção.
lorena: não, Maury, não vai.
espera um minuto, a gente já volta.
eu: não, Lore, tá tudo bem, te falei que não queria confusão.
ele não tá seguro e vai fazer um drama. sinto muito.
lorena: não, Maury, por favor.
franco: não vai, amigo.
ela planejou isso há meses e eu não falei não de cara.
eu te convidei e não parei isso antes.
ela foi até onde ele tava e beijou ele.
ele se entregou aos encantos dela.
ela não perdeu tempo e começou a despir ele.
nos levou até o sofá e se apoiou de quatro nele, deixando a bunda bem empinada pro marido.
ele entendeu bem a posição, ajoelhou e ajudou a tirar a calça dela.
ela, por sua vez, tirou minha camisa e depois minha calça.
lorena: mmm, vai, papai.
come essa bucetinha do jeito que eu gosto.
mmmm, assim, afasta a calcinha e mete essa língua quente, mmmm.
uiii, olha o que você provocou???
nosso convidado perdeu a ereção por causa da sua cena de ciúmes.
posso chupar ele????
ele não respondeu nada e só... dedico a chupar sua buceta como um louco.
ela tocava minha pica com carícias e me olhando de baixo.
levei a boca dela até minha pica e ela começou a chupar devagar.
enquanto ela gemia com a chupada de buceta que o marido dela dava, ela me dava prazer.
Lorena: mmm que prazer, isso é melhor do que eu imaginei.
ai pa assim mmm assim mmmm que gostoso.
Maury, sua pica é um manjar também, adoro.
ela, sem avisar, parou de chupar minha pica e saiu do sofá.
Lorena: haaaa, esqueci.
quero uma lembrança disso.
já volto.
ela foi até o quarto correndo???
eu: que foi????
Franco: foi pegar a câmera, com certeza.
nunca imaginei isso, ela tá uma puta e não tem volta.
eu: cê tá bem, amigo?
Franco: não sei.
eu: já foi, amigo, relaxa.
aproveita tua mulher e faz ela gozar.
é uma fantasia e nada mais.
aqui não aconteceu nada, fica tranquilo.
isso é super comum e é melhor que você esteja aqui do que ela te botar chifre.
ele ficou em silêncio, e ela voltou com a câmera.
colocou ela e veio pro sofá.
com as duas picas na mão, ela foi masturbando uma e chupando a outra, começou com o marido dela, que era um monte de nervos, e depois seguiu comigo.
nós dois pegamos ela pelos peitos, coberta só com uma camiseta preta sem sutiã.
o marido dela tirou a camiseta, e os peitos lindos dela ficaram à mostra.
ele chupava os peitos dela enquanto ela chupava minha pica. nessa situação consegui relaxar e começar a curtir.
já não ligava mais pra merda dos sentimentos do Franco.
minha pica começou a endurecer e inchar.
ela percebeu que minha pica tava voltando a ficar dura igual no começo.
Lorena: aiii sim Maury agora tá bem melhor.
assim bem dura e empinada que eu quero mmmmm.
com essas palavras tomei a dianteira da situação.
peguei ela pelo cabelo e comecei a foder a boca dela.
ela curtia aquilo enquanto o marido tirava a calcinha dela bem molhada.
Franco: você é uma puta de merda, olha como ficou por chupar a pica dele.
Lorena: para de encher o saco, curte a puta que eu sou, otário, ou vaza e deixa a gente sozinho.
ela pegou ele pelos cabelos e puxou pra baixo, entre as pernas dela.
Lorena: chupa minha buceta e me deixa curtir uma pica boa.
o gordo cuck perdeu a autoridade do trio.
ela curtiu o gosto da minha pica e das minhas bolas como uma louca.
enquanto ele ficou submetido entre as pernas dela.
ela só parava de chupar minha pica pra gemer como uma puta e me avisar se eu quisesse gozar.
teve um orgasmo delicioso que fez ela tremer, mas não tirou a pica da boca.
isso me deixou louco.
Lorena: meu deus como isso é bom mmmmm.
já quero ser comida.
vamos pra cama, já é hora de foder.
ela tomou a dianteira de novo.
pegou na pica de nós dois e nos guiou até o quarto enquanto mandou o marido pegar a câmera.
ele obedeceu bem submisso.
já no quarto, ela pegou a câmera e me deu.
arrumei a câmera enquanto ela chupava a pica do marido em cima da cama.
o gordo tava ajoelhado na cama de olhos fechados, meio que olhando pro teto.
ela com a pica dele na boca e de quatro, mexendo a bunda pra frente e pra trás.
com as mãos ela abria as próprias nádegas, convidando pra eu meter.
sem parar de chupar a pica do marido, ela conseguiu sentir meu pau brincava na buceta dela.
eu lubrificava minha piroca com os sucos dela.
meu pau entrou um pouco enchendo a buceta dela e, por ser grossa e maior que a do marido dela, ela deu um pulinho e um grito.
franco: filho da puta, você meteu no cu dela???
eu: não, na buceta, otário.
x?
franco: nada não.
lorena: mmmm não para, mete tudo mmmm
que pau gostoso, maury. mmmmmmm.
uyyy é bem grossa mmmmmm
ayyy que filho da puta mmmmm.
ela colocou o pau do gordo na boca, que não parava de me olhar feio.
isso já não me importava mais.
ouvia aquela puta gemer entre as chupadas de pau, era genial.
e pensei comigo: gordo corno, quer me olhar feio? agora você vai ver.
eu comia ela devagar, metendo e tirando até a ponta do meu pau para entrar até o fundo uma e outra vez.
cada vez que eu metia até o fundo, ela dava um gritinho e ele não acreditava.
a mulher dele curtia meu pau como uma louca.
e soltava palavras putas com o pau do marido na boca.
lorena: uyyyyyy mmmmm ha ha ha ha
aiiii sim mmmm que bem você me come, gostoso mmmm.
ayyy sim, me enche toda a buceta, filho da puta mmm haa ha ha.
não para, por favor mmmm haaaaaa, quer que eu goze toda essa pica mmmm.
eu: sim, puta, goza tudo.
lorena: siiiim mmmm ha ha ha forte ayyyyyy ayyyyy.
deus, como você come bem, mau mmmmm.
mmmm que transa gostosa
haaa hahha haaaaa mmmm hahhhah siiiii mmmmm
o gordo não acreditava o quanto a mulher dele era puta.
Franco: Você é uma putinha filha da puta. Não lembro de você ficar assim comigo.
Sabia que isso não era bom.
Lorena: Que isso, amor, isso é incrível.
Viu quanto tempo ele tá me comendo?
E ainda tá durasso e não gozou.
E olha que chupei ele pra caralho antes, e ainda tenho que aguentar sua cara de cu e suas reclamações.
Para com isso, idiota, e deita que vou montar em você pra ver se tira essa cara de otário.
Ele deitou de barriga pra cima e ela montou nele. Enquanto limpava minha pica com os sucos dela.
Lorena: Isso, gordão, viu como eu também curto sua pica?
Enquanto ela gozava com a pica do marido, eu fiquei atrás dela.
Dando beijos no pescoço, ela sabia o que eu queria e se inclinou um pouco sobre o marido, cuspindo na mão pra lubrificar a bunda dela, que parecia pedir pra ser preenchida por uma boa pica.
Segurei as nádegas dela e sussurrei no ouvido: “Pronta?”
“Você não faz ideia”, ela murmurou, mas devagar.
O gordo nem percebeu o que tava rolando na frente dos olhos dele.
Minha pica enfiou na bunda apertada dela, que era estreita pro tamanho da minha cabeça.
Ela respirou fundo e, com um gemido, engoliu metade da pica.
O corno sentiu a pressão da minha pica invadindo o cu da mulher dele.
Ele não gostou nada que eu pegasse ela pelo cu, acho que queria só pra ele.Franco: nãooo, aguenta pelo cu não.
Lorena: Franco, corta essa, né?
Para de encher o saco, você já gozou dentro de mim.
Agora não vai mais poder me comer o cu, deixa ele que come gostoso.
O corno não durou nada.
Franco: Não era o que a gente combinou, amor.
Eu: Então, Franco, sua puta mãe.
Eu não dou elas de presente, ok?
Você me chamou aqui, agora aguenta.
Lorena: Não tem problema, Maury, continua comendo minha bunda, mmmm.
Aiiii, meu Deus, tá me partindo no meio, ha ha, mmmm, sim.
Aiiii, meu Deus, mmmm, vai assim que eu gosto, mmmm.
Gordo, mexe também, pelo amor de Deus, mmmm, que gostoso isso, mmmm.
Assim, os dois, mais, mmmm, sim, que picas boas, mmmmmm.
Aiiiiiiii, mmmm, sim, vou gozar, mmmmmmm.
Que gostoso, mais, mais, mais, mmmm, siiiiiiiim.
Ela se estremeceu e gemeu como uma cadela no cio.
Quando ela terminou, o gordo deu um empurrão e tirou nós dois de cima.
Lorena: Eiii, que que houve???
Franco: Nada, já foi, acabou.
Lorena: Que??? Maury, não gozou ou gozou???
Eu: Então, gordo corno, cansei.
Não, não gozei, Lore, não sou que nem ele que goza com duas bombadas, mas sabe de uma coisa?
Encheu meu saco, já foi, vou embora.
Pra que merda você quer um trio se não aguenta, gordo idiota?
Enquanto eu fui pra cozinha, todo tesudo, os dois discutiam no quarto.
Quando vou pra sala pegar minha roupa.
Franco: Desculpa, amigo, não vai embora assim.
Eu: Não, para de encher o saco.
Você que me trouxe aqui, ok?
Você é um babaca.
Lorena chegou e me beijou de boca aberta na frente do marido.
Ela me levou de volta pro quarto com o olhar perdido do marido.
Ela se deitou de barriga pra cima na cama e me disse.
Lorena: A A culpa é minha.
Prometi um monte de merda que não queria cumprir.
Mas fazer o quê, é justo que você também aproveite como a gente aproveitou.
Eu: O que você prometeu pra não ter mais problema?
Lorena: Sem anal com você e gozar dentro.
Tá bom.
Eu: Ok, fechou.
Só queria gozar e vazar dali. Isso não tava indo muito bem.
Mas ia aproveitar aquela buceta de novo.
Meu pau comia ela igual uma louca, arrancando gemidos e putaria.
O corno olhava enquanto se batia uma, vendo a puta da mulher dele sendo macetada uma vez atrás da outra pelo pau duro do amigo.
Queria gozar o mais rápido possível, mas não conseguia — sentir ela gemer dava mais prazer que gozar.
Lorena: Que pau bom e que ritmo foda que você tem, filho da puta.
Sabia que era bom, mas não tanto, mmmm, deus, mmmm, assim.
Como eu gosto de um macho igual você, mmmm, ha ha ha, mmmm, sim.
Aiiii, deus, adoro esse corno, já me comeu e não aguentou nada.
Você é uma besta, mmmm.
Siiim, me dá essa porra, você tá partindo minha buceta no meio, amor, mmmm.
Depois que ela gozou, tirei meu pau e não precisei fazer nada — ela mesma me masturbou, deixando minha porra cair toda na buceta dela.
Lorena: Vem, pai, tira uma foto pela amizade. Igual a que te pedi.
Ficamos os três deitados na cama, ela beijando o marido e segurando na minha pica. O corno já não aguentava mais.
Ele acabou dormindo na cama com os carinhos da mulher dele.
Ela pegou na minha pica de novo e fomos tomar banho.
Entre beijos, nos ensaboávamos, aproveitando aquela solidão no chuveiro sem gemidos nem lamentos de um corno arrependido.
Ela ficou maravilhada quando viu que minha pica já tava pronta de novo pros estímulos dela.
Lorena: Não acredito, já tá dura de novo.
Eu: E o que você esperava, gostosa?
Lorena: Maury, você me comeu por horas!!!
Claro que o gordo não é assim.
Eu: Eu não sou o gordo.
Saímos do chuveiro e nos secamos.
O gordo dormia, e a gente pronto pra continuar.
Lorena: Tô pronta pra te curtir todinha, amor. Eu: Ok, você foca nas fotos e deixa o corno não encher o saco.
Lorena: Ah, meu Deus, mmmmm, que chupada gostosa na buceta, mau, mmmmm, siiiim...Ufffff, ha ha, mmm, que gostoso, te sinto, haaaa, não acredito, mmmm.
Ayyyyy, como te sinto, mau... mais do que os roncos do corno, hahaha.
Mmmmm, essa língua, esses lábios, que filho da puta, me faz sentir nas nuvens e muito puta ao mesmo tempo.
Minhas chupadas e seus gemidos ecoavam pelas paredes daquele quarto.
E o gordo roncando a um passo dali.
A gente tentou todas as posições pra foder.
Mas sentada em cima de mim foi o máximo.
Ela curtiu pra caralho ser comida em todas as posições.
Lorena: não acredito, maury.eu: no que?
Lorena: tudo isso, tô tendo a melhor noite de sexo que já lembro.
nunca estive com ninguém além do gordo.
mas você me leva ao limite.
desde que te vi, tô toda molhada por você.
por algo os comentários do bairro.
eu: comentários???
lorena: sim, tudo que falam de você e das vizinhas.
eu: kkkkk são mentiras.
Lorena: kkkkkkk modesto?
eu: kkkkkk não, só não tenho memória às vezes kkkk.
agora que o gordo não tá enchendo o saco.
quero comer sua bunda de novo?
Lorena: hmmm quero, quero sentir mais desse prazer.
agora que já amolecemos, não vai doer como hoje.
eu coloquei ela de quatro e chupei tudo. língua e uma boa chupada que deixou ela louca.
uma vez na posição, ela com a mão guiou até o cu dela, pronto pra ser comido.
ela sentiu a ardência do meu pau entrando e eu senti os músculos anais apertando meu pau.
Lorena: uffffffff adoro sentir você dentro de mim, mau mmmmm. nossa, não sei como vou parar depois de hoje, vou querer você sempre na minha cama mmm.
mmmm que puta sou, você tá comendo meu cu e meu marido dormindo na mesma cama.
ha ha ha nossa, tô que não aguento mais.
mas adoro seu pau bem dentro de mimoooooo.
sim mau, não para, forte, sou uma puta e mereço isso mmmmmm.
você é um filho da puta, não pode me foder também haaa hahhhaaaa mmm
quero seu gozo enchendo minhas entranhas mmmmmmm
uffffffff siiiim ufffffff tô exausta, mau.
meu pau explodiu dentro dessa bunda. e nós dois ficamos na cama e meu pau viu a luz quando ela se levantou.
os três dormindo na cama até o dia seguinte.
as coisas não foram bem nos primeiros meses, ficaram bravos e até separados por algumas semanas.
mas por sorte tudo passou e agora a gente curte um sexo bem gostoso os três.
o gordo gosta de ser corno e até jogamos um jogo bem legal, mas isso fica pra próxima.
____________________________________CONTINUA________________________________________
PS: espero que tenham gostado. quem quiser saber mais já sabe o que fazer com uma mensagem privada.
como sempre, todas as mensagens e comentários serão respondidos.
comentem e deem pontos pra eu continuar, abraços e até a próxima.
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10 comentários - el cornudo del farmacéutico entregó a su mujer con foto.
Yo solo he participado en algo así una vez, pero el marido era un vergón. No solo los pichaflojas son cornudos contentos.