Um sábado que saí pra um encontro com uns amigos da faculdade, umas 2 da manhã, meu celular tocou. Era minha mãe, perguntando que horas eu ia voltar pra casa, ela tava muito preocupada. Quando falei com ela, percebeu que eu tava meio bêbado. Aí, como eu tava perto da casa dos meus tios, achei melhor ir pra lá descansar.
Quando cheguei e toquei a campainha, minha tia Marilu abriu a porta. Ela já tava me esperando porque minha mãe tinha ligado pra ela e falou que eu ia pra casa dela. Pra evitar qualquer reclamação, já que era tarde pra caralho e ainda por cima acordei ela, fingi que tava mais bêbado do que realmente tava. Ela me levou pro quarto do meu primo Pepe, que agora tava na escola militar, e me deitou com cuidado na cama. Tirou meus sapatos, e também tirou minha jaqueta e a camisa.Achei que depois disso ela fosse pro quarto dela continuar dormindo, mas não, porque ela afrouxou meu cinto e começou a baixar minha calça até tirar ela completamente. Eu, nisso, fingia que tava bêbado e ficava de olho fechado, então fiquei só de cueca preta, nada mais. Daí ela tentou me colocar na cama, mas não aguentava meu peso, então saiu do quarto pra pegar algo pra me cobrir e eu não passar frio de madrugada.
Minha tia é uma mulher de 47 anos, cabelo preto cacheado que cai nos ombros, olhos grandes, baixinha (1,55 m), e o melhor que ela tem é a raba, que é bem grande e bem empinada pra idade dela. Além disso, como ela é bem violão, fica muito gostosa, e os peitos são de tamanho médio. Sempre gostei dela, mas como é minha tia, só tinha fantasias e depois batia uma. Aproveitei que ela saiu do quarto pra esfregar a pica e deixar ela dura, o que aconteceu rápido. Quando ouvi ela voltando, fechei os olhos de novo. Ela chega com o cobertor pra me cobrir e vê o volume que se formou na cueca.
Ela fica uns segundos olhando minha ereção, meio surpresa, e depois, ao me cobrir, a mão dela roça no meu pau — não sei se foi sem querer ou de propósito — e aí roçou de novo. Aí percebi que não era acaso. Ela começa a me balançar pra ver se eu acordava e fala baixinho:
— Manuel, se ajeita direito pra dormir!
Vendo que eu não respondia nem aos movimentos, ela achou que eu tava bem grogue. Então abaixou o cobertor e colocou de lado, enquanto, com muito medo, colocou a mão direita no volume da cueca e começou a esfregar bem devagar. Isso fez minha ereção aumentar ainda mais. A mão dela apertava e depois esfregava, até que não aguentou mais e baixou minha cueca. Na frente dos olhos dela apareceu minha pica dura e bem empinada, finalmente livre do confinamento! A mão dela subia e descia, era gostoso sentir minha tia me fazendo uma boa punheta, mas eu rezava pra rolar algo mais. E rolou, depois de uns minutos. de agarrar firme e esfregar, ela se inclinou e aproximou a boca do meu pau.
Com a ponta da língua, começou a passar por toda a glande e foi descendo até chegar na base do pau e beijar minhas bolas, e depois meteu ele na boca e começou a chupar como se fosse um sorvete do sabor favorito dela. Eu tava morrendo de vontade de segurar ela pelos cabelos e mandar ela continuar chupando, mas tinha que continuar como se tivesse dormindo.
A boquinha quente dela engolia toda a minha pica e era uma maravilha sentir a língua dela brincando lá dentro, enquanto me fazia um boquete gostoso, ela também se masturbava. Foram uns 25 minutos de um sexo oral dos bons da minha tia, até que senti que ia explodir de prazer e gozei uma porrada de leite dentro da boca dela, que engoliu tudo, e eu não aguentei mais e soltei um gemido de prazer.
- Agggggggg!
Ela se assustou, levantou o olhar pra ver minha cara e, quando viu que eu tava de olhos abertos, se levantou rápido e quis ir embora, mas eu segurei a mão dela e puxei pra perto de mim.
- Valeu, tia, você é demais, mas agora não pode ir embora, não pode me deixar assim. Agora eu tenho que retribuir o favor!
Quando cheguei e toquei a campainha, minha tia Marilu abriu a porta. Ela já tava me esperando porque minha mãe tinha ligado pra ela e falou que eu ia pra casa dela. Pra evitar qualquer reclamação, já que era tarde pra caralho e ainda por cima acordei ela, fingi que tava mais bêbado do que realmente tava. Ela me levou pro quarto do meu primo Pepe, que agora tava na escola militar, e me deitou com cuidado na cama. Tirou meus sapatos, e também tirou minha jaqueta e a camisa.Achei que depois disso ela fosse pro quarto dela continuar dormindo, mas não, porque ela afrouxou meu cinto e começou a baixar minha calça até tirar ela completamente. Eu, nisso, fingia que tava bêbado e ficava de olho fechado, então fiquei só de cueca preta, nada mais. Daí ela tentou me colocar na cama, mas não aguentava meu peso, então saiu do quarto pra pegar algo pra me cobrir e eu não passar frio de madrugada.
Minha tia é uma mulher de 47 anos, cabelo preto cacheado que cai nos ombros, olhos grandes, baixinha (1,55 m), e o melhor que ela tem é a raba, que é bem grande e bem empinada pra idade dela. Além disso, como ela é bem violão, fica muito gostosa, e os peitos são de tamanho médio. Sempre gostei dela, mas como é minha tia, só tinha fantasias e depois batia uma. Aproveitei que ela saiu do quarto pra esfregar a pica e deixar ela dura, o que aconteceu rápido. Quando ouvi ela voltando, fechei os olhos de novo. Ela chega com o cobertor pra me cobrir e vê o volume que se formou na cueca.
Ela fica uns segundos olhando minha ereção, meio surpresa, e depois, ao me cobrir, a mão dela roça no meu pau — não sei se foi sem querer ou de propósito — e aí roçou de novo. Aí percebi que não era acaso. Ela começa a me balançar pra ver se eu acordava e fala baixinho:
— Manuel, se ajeita direito pra dormir!
Vendo que eu não respondia nem aos movimentos, ela achou que eu tava bem grogue. Então abaixou o cobertor e colocou de lado, enquanto, com muito medo, colocou a mão direita no volume da cueca e começou a esfregar bem devagar. Isso fez minha ereção aumentar ainda mais. A mão dela apertava e depois esfregava, até que não aguentou mais e baixou minha cueca. Na frente dos olhos dela apareceu minha pica dura e bem empinada, finalmente livre do confinamento! A mão dela subia e descia, era gostoso sentir minha tia me fazendo uma boa punheta, mas eu rezava pra rolar algo mais. E rolou, depois de uns minutos. de agarrar firme e esfregar, ela se inclinou e aproximou a boca do meu pau.
Com a ponta da língua, começou a passar por toda a glande e foi descendo até chegar na base do pau e beijar minhas bolas, e depois meteu ele na boca e começou a chupar como se fosse um sorvete do sabor favorito dela. Eu tava morrendo de vontade de segurar ela pelos cabelos e mandar ela continuar chupando, mas tinha que continuar como se tivesse dormindo.
A boquinha quente dela engolia toda a minha pica e era uma maravilha sentir a língua dela brincando lá dentro, enquanto me fazia um boquete gostoso, ela também se masturbava. Foram uns 25 minutos de um sexo oral dos bons da minha tia, até que senti que ia explodir de prazer e gozei uma porrada de leite dentro da boca dela, que engoliu tudo, e eu não aguentei mais e soltei um gemido de prazer.
- Agggggggg!
Ela se assustou, levantou o olhar pra ver minha cara e, quando viu que eu tava de olhos abertos, se levantou rápido e quis ir embora, mas eu segurei a mão dela e puxei pra perto de mim.
- Valeu, tia, você é demais, mas agora não pode ir embora, não pode me deixar assim. Agora eu tenho que retribuir o favor!
3 comentários - Mi Tía Marilú