Só de te comer não basta, só de te dominar não basta II

Saudações, vamos retomar o relato do meu encontro casual com a exuberante Belén.
No relato anterior, só falei dos primeiros 15 minutos no quarto, e a Belu já tinha espalhado pelo rosto todo o líquido pré-seminal que tinha vazado com as brincadeiras de dominação.
Lembrando que eu tinha tirado os peitos dela pelas mangas do vestido sem manga (na real, não sei como chamar o buraco por onde passam os braços) e ela estava com aquelas duas bolsas monumentais de carne penduradas e bem durinhas. Vê-la naquele estado, com a cara cheia do meu cheiro de pica e um pouco dolorida pela pressão nos seios, fez surgir em mim novos sentimentos e desejos que até então nunca tinham se manifestado. Sempre senti prazer em fazer as mulheres gozarem, curto muito aquele momento em que elas se perdem no tesão e não ligam mais pra nada, é uma questão mais egocêntrica, na real. Adoro fazê-las perder o controle do corpo. Eu achava que era "o prazer de dar prazer", mas percebi que, na verdade, era sobre o controle que eu exercia sobre elas, ser o dono da situação.
Assim estava Belén, totalmente entregue às minhas perversões, e eu não ia deixá-la na vontade.
Decidi que já era hora de fazê-la trabalhar, então só terminei de baixar a calça pra ela entender o serviço, e foi isso. Mal meu cinto bateu no chão, ela já estava levando as mãos pro meu pau pra levar à boca, e aí me veio a dúvida: "Em que momento eu disse que ela podia meter meu pau na boca? Em que momento eu indiquei como queria que me chupasse a pica?"
Isso não podia ficar assim, precisava de um castigo. Deixei ela levar meu pau à boca, peguei ela pela nuca com uma mão e forcei ela a enfiar tudo de uma vez. O reflexo de vômito foi imediato, mas não deixei ela se afastar, só falei: "Então tava com vontade de chupar minha pica, né? Que foi, foi muito??" Ela me olhava... Com os olhos brilhando e um traço de preocupação no olhar.
Com o pau mais calmo, depois de um primeiro contato com a traqueia dela, decidi tirar ele pra gente se dedicar a coisas fora do sexo tradicional.
Tirei o vestido dela por cima, e o espetáculo foi impressionante, a pele dela era mais branca que porra, tinha uns gordinhos mas só deixavam ela mais interessante. Ela ainda tava com o sutiã que ficava por baixo dos peitos sem nenhuma função de cobrir, mas o elástico continuava apertando aqueles peitos enormes. Eu não aguentava mais, queria sentir o contato com aquele corpo, queria me esfregar, então obriguei ela a deitar de lado e eu fiquei por trás fazendo conchinha. Tirei a calcinha vermelha fio dental que ela tava e comecei a empurrar com meu pau contra a bunda dela, queria que ela sentisse o duro que eu tava, queria que ela sentisse a pressão no cu do meu pau que tava pulsando. Minha surpresa foi quando senti umidade ali, era óbvio que a situação tinha deixado ela totalmente excitada e os fluidos tinham escorrido pelo cu dela, e isso me deixou louco.

Naquele momento eu segurava ela pelos peitos, enquanto sentia o cheiro de porra e excitação no cabelo dela e meu pau pressionava a bunda dela. Eu tava no céu, o cheiro no pescoço e no cabelo dela era inebriante, mas naquela tarde eu me sentia com vontade de tudo e queria explorar a intimidade dela, queria fazer ela se sentir exposta e desconfortável. Rezava pra que ela tivesse cheiro de cu, queria que o cheiro me derrubasse quando eu enfiasse minha cara entre aquelas duas nádegas, queria meter minha língua no cu dela e sentir cheiros novos, não sabia o que podia encontrar mas esperava que fosse algo forte.
Queria sair daquela posição de conchinha, então fiz ela juntar as pernas e levantar os joelhos. Sem mais delongas, meti de forma brusca meu polegar na buceta dela.

Lembro de uma noite com outra mulher que me disse que o polegar não tinha sido inventado pra isso, como ela tava errada. Assim que o polegar entrou, um arrepio percorreu o corpo inteiro da Belém, e Senti uma contração estranha na buceta molhada dela, eram tipo dois músculos paralelos aos lábios vaginais que apertaram meu polegar com uma força que eu nunca esperaria (pesquisando na internet descobri que algumas mulheres têm a habilidade de controlar os músculos vaginais pra gerar esse tipo de pressão). Comecei a fazer movimentos circulares com o polegar e ela respondeu bem, mas não era o que eu queria. Eu queria deixar ela louca, soltar a fera nela, então comecei a pressionar com o resto dos meus dedos pra abrir as pernas dela e estimular o clitóris. A lubrificação exagerada da buceta dela deixou isso fácil demais. Depois de alguns minutos estimulando ela assim, tive a ideia de levantar ela pela buceta pra ver como ela reagia.

Tirei o polegar e substituí pelos outros quatro dedos, que foram entrando bem devagar até a segunda falange. Meu polegar ficou livre pra roçar o começo da bunda dela, uma área que é uma das minhas favoritas. Depois que ela se acostumou com esses dedos invasores, apoiei meu polegar no cu dela e puxei pra cima. Ela respondeu girando as pernas pra deixar a bunda mais levantada.

Ela tava com a cabeça enfiada no travesseiro, abafando os gemidos, dava pra ver pelas veias do pescoço que a cara dela tava toda vermelha. Decidi deixar ela abafar os gritos, ia ser mais divertido quando ela não aguentasse mais.

Fiquei uns 10 minutos com meus quatro dedos enfiados na buceta dela, remexendo tudo. Já tinham entrado os quatro dedos por completo, e meus nós dos dedos estavam bem na entrada. Percebi que os gemidos dela ficavam muito mais fortes toda vez que meus nós ficavam perpendiculares à buceta dela, e essa era minha diversão: girar minha mão dentro da buceta dela.

Eu, por outro lado, tinha ficado apaixonado pelo cu dela. Era rosadinho, com todas as dobrinhas perfeitamente simétricas, sem nenhum pelo à vista. Não dava pra não lamber. Com meus quatro dedos lá dentro, ela na posição de quatro e meu corpo perpendicular ao dela. Comecei a passar minha língua pelo cu dela, a sensação foi deliciosa, ela se arrepiou e levou a mão pra proteger a portinha da minha língua, mas eu não deixei. Enfiei minha cara na bunda dela e continuei com minha tarefa. Ela puxou meu cabelo pra tentar me tirar, mas eu sentia aquele cheiro forte, meio rançoso, cheio de uma sexualidade perturbadora. Depois de alguns segundos, me acostumei com o cheiro e comecei a querer mais. Ela continuava puxando meu cabelo pra me afastar do cu dela, então resolvi segurar o cabelo dela pra evitar que ela se virasse. Coloquei meu pé direito em cima dos pés dela pra impedir que se mexesse. Com a outra mão, ela agarrou minha perna esquerda e cravou as unhas. Eu continuei com minha tarefa. Ela se contorcia, e minha tara aumentava cada vez mais. Pressionava minha língua contra o cu dela e sugava, sentia um gosto levemente amargo na boca toda. Comecei a ouvir os gemidos abafados dela ficando mais fortes e resolvi soltá-la pra ver se ela tava bem. Na real, pensei: "Passei do ponto, sua puta mãe." Assim que soltei, ela ficou deitada de bruços, com uma mão tampando a bunda e a outra na boca pra abafar um chorinho. Eu sentei do lado e perguntei como ela tava se sentindo... Continua P.S.: No próximo relato é que a diversão começa.

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