Mi amiga Pilar

Minha namorada já tinha ido para a Colômbia, para resolver uns documentos, para que a gente pudesse se casar e de quebra trazer o filho dela. Eu fiquei sozinho no apartamento, de vez em quando, a mãe dela vinha me ver, minha adorável sogra, que mais pra frente já vou contar alguma aventura com ela.
Era um dia de calor, quase no fim do verão, eu estava em casa, totalmente pelado, agora que a gente vivia sozinho, quase o dia inteiro a gente ficava sem roupa, tinha acabado de lavar as roupas e estava pendurando na varanda, morava no primeiro andar, em frente à varanda, tinha uma estrada principal e o prédio da frente ficava mais longe e era um pouco difícil ver bem minha varanda, mas pra mim tanto fazia se me vissem.
Minha varanda era de pedra, que chegava até a cintura, então da rua ninguém podia ver que eu estava pelado.

Enquanto pendurava as roupas, vi minha amiga Pilar, passando embaixo da minha casa, sempre tinha gostado um pouco dela, tinha algo que me atraía, media 1,60, um pouco gordinha, mas com uns peitões e uma bunda redonda e firme e pelo que o namorado dela me contava, ela era muito fogosa e ele me explicava as aventuras sexuais deles e isso me dava mais vontade dela.
Ela estava com uma camisa azul e um jeans apertado, que marcava a bunda dela, ao vê-la, meu pau ficou duro, chamei ela da varanda, me dava tesão, eu totalmente pelado, mas ela não podia ver nada, ela se virou e me cumprimentou, ela lá de baixo só podia ver que eu não estava de camiseta, ficamos conversando um pouco e de repente ela me pergunta com um sorriso safado se eu estava pelado, que tomasse cuidado para algum vizinho não me ver e ria, pensando que eu estava vestido.
Eu com toda naturalidade, disse que sim, que estava pelado e que tanto fazia se me vissem, nesse momento ela ficou quieta, surpresa, não sabia se eu falava sério, mas depois disse que não acreditava, que queria ver, nesse momento meu tesão aumentou, falei para ela não se surpreender e tentei me levantar na ponta dos pés um pouco, para que ela pudesse ver, ela conseguiu ver um pouco, mas da posição dela... A situação estava um pouco difícil, mas meu pau estava sobressaindo um pouco.
Ela me disse que não estava muito bom de ver, com aquele sorriso maroto, e então eu disse pra ela subir no meu apartamento, pra ver melhor. Pensei que ela ia dizer não, mas me surpreendeu e perguntou qual era meu andar. Apontei, e nem 15 segundos depois ela já estava batendo na minha porta. Abri, e ela ficou surpresa me vendo totalmente pelado, mas depois sorriu — e isso me deixou ainda mais excitado. Fiz ela entrar.

Já dentro do apartamento, ela falou que não era nada demais, que já tinha visto muito melhores que eu — o que não me surpreendeu —, mas o que ela gostava em mim era a minha ousadia. Contei o quanto sou atrevido e as loucuras que já fiz com minha namorada, e isso esquentou ela pra caramba. Ela perguntou onde minha namorada estava e, quando disse que estava na Colômbia, pareceu mais aliviada. Tinha medo que ela aparecesse e nos pegasse.

Enquanto conversávamos, comentei que também queria ver o corpo dela, já que ela estava me vendo pelado. Ela ficou se fazendo de difícil, mas ria. Sabia que ia demorar pra me fazer sofrer, mas que no final cederia. E não demorou nem cinco minutos até ela tirar a blusa, deixando à vista um sutiã meio transparente segurando seus peitos lindos. Meu pau ficou duro de novo, ela sorriu e começou a acariciar ele, aproximou a boca e deu uns beijinhos — mas sem chupar, o que me deixou ainda mais excitado.

Comecei a acariciar os peitos dela, consegui tirar o sutiã e deixar seus peitos enormes e lindos soltos. Comecei a acariciá-los, levantei ela da posição em que estava beijando meu pau e me dediquei a lamber seus peitos. Ela gemeu de prazer. Com a mão, acariciava sua buceta por cima da calça, desabotoei, mas era difícil colocar a mão com aquele jeans tão apertado.

Ela se levantou e, sensual, tirou a calça, ficando só de calcinha fio-dental preta, bem enfiada no seu bumbum lindo — que eu ia saborear em breve. Ela começou a se mover com sensualidade, se aproximando… onde eu estava sentado, ela subiu em cima de mim e começou a se esfregar na minha pica, roçando a buceta dela, coberta pela calcinha, enquanto eu beijava seus peitos. A putinha sabia como esquentar um homem e deixá-lo no limite.

Minha tesão não podia esperar mais, tirei a calcinha dela, levantei-a e comecei a chupar sua buceta bem depilada. Minha língua percorria todo seu clitóris, ela gemida e se mexia muito por causa das minhas lambidas e não demorou nada para gozar. Enquanto ela gozava, pegou minha cabeça e apertou contra sua buceta, para que eu não parasse — quase me afoguei, hehehe.

Ela sentou em cima de mim e ali mesmo minha pica entrou na sua buceta molhada e ela começou a se mover sensual, primeiro devagar, depois mais rápido, para voltar devagar. Ela me deixava em êxtase, nos beijávamos com paixão, como se fosse a última vez.

Levantei-a e a coloquei de quatro no sofá, minha boca foi direto para sua bunda linda e comecei a beijá-la, até chegar na sua buceta e minha língua voltou a fazer travessuras. Me levantei e minha pica foi direto para seu buraco, comecei a meter enquanto acariciava seus peitos. Estávamos curtindo muito o sexo, mas eu queria penetrar seu cuzinho virgem — a namorada dela já tinha me contado que tentou, mas nunca conseguiu.

Enquanto eu a fodia, enfiei um dedo no seu cu, ela não oferecia muita resistência, aliás, estava gostando. Eu já tinha conseguido meter três dedos no seu cuzinho, ela gritava entre dor e prazer. Essa ia ser minha chance. Rapidamente, sem dar tempo dela reagir, tirei minha pica da buceta dela para enfiar no seu cu. Meti um pouco, para não machucar muito. Nesse momento, ela me perguntou o que eu estava fazendo, que eu era um filho da puta, que estava doendo muito, mas com meus movimentos lentos, ela se acostumou rápido e me disse para não parar.

Depois de um tempo, minha pica entrava fácil no seu cu e eu estava fazendo um anal que o namorado dela nunca conseguiu.

Depois de um tempo, comentei que gostava do quanto ela era ousada. eu e ela, sugeri que a gente fizesse amor na varanda. No começo ela recusou, mas quando eu disse que deitados no chão ninguém ia nos ver, ela aceitou. Fomos pra varanda, me estiquei no chão e ela subiu em cima de mim, começou a cavalgar. Não demorou nada pra ela gemer, acho que pela situação e pelo tesão de onde a gente tava fazendo amor, ela ficou mais excitada e os gritos de prazer não paravam. Eu adoraria ter visto as caras das pessoas passando embaixo da nossa varanda, ouvindo os gemidos sem poder ver quem era. Minha vantagem era que ninguém me conhecia ali, não sabiam quem morava no apartamento, não poderiam comentar no dia seguinte sobre quem era.

Depois de 15 minutos fodendo na varanda, coloquei ela de pé e apoiei na grade, e eu por trás fui metendo na buceta e no cu dela. Ela tava tão quente que nem ligava se vissem. As pessoas passavam embaixo da varanda, mas mal conseguiam ver algo. Porém, da rua ou do outro lado, dava pra ver sim. Dos carros não sei se nos viram, mas da outra calçada, com certeza nos viram e alguns apontavam pra onde a gente estava. Mas não podiam nos reconhecer, e isso excitou ela ainda mais.

Depois de um tempo, gozei dentro dela. Com o tesão, nem pensei em usar proteção e ela também não sugeriu. No começo fiquei com medo, mas ela me tranquilizou, disse que tomava pílula, mas que se engravidasse, diria que foi do namorado. Sei que ela não engravidou, com o tempo continuamos nos vendo e quando ela fala do namorado e conta as aventuras sexuais dele, dá vontade de fazer o mesmo com a namorada dele, e ainda mais ousado.SE VOCÊS CURTIRAM, NÃO ESQUEÇAM DE AVALIAR, ME SEGUIR E VISITAR MEUS OUTROS POSTS

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