De esposa de um a ser mulher de três...

De como ser mulher de um, passei a ser mulher de três...

Meu nome é Carolina, sou assistente do Licenciado Fernandez, meu chefe imediato, que pediu minha transferência de um escritório que haviam fechado antes. E como meu marido é amigo do Licenciado Rangel, dono da firma, não teve problema pra eu trabalhar lá. Na primeira entrevista, ele pediu que, pela imagem da empresa, eu sempre usasse saia e salto alto, e como eu adoro me vestir assim, não tive nenhum inconveniente. Passados alguns dias, comecei a notar os olhares lascivos dele sobre mim quando passo na frente dele, e ele começa a se sentir à vontade pra me tratar com muita intimidade no jeito de falar quando estamos sozinhos, mas me tratando com muito respeito na frente dos outros.

Começando tudo como um jogo simples, ele começa a me assediar com palavras sobre as saias
combinam com minhas pernas e salto alto, me chamando para seu escritório só para me ver sentada de frente para ele, e me observando por trás assim que saio, o que eu noto e me sinto lisonjeada por provocar isso nele, já que não sou indiferente a ele. Ele é mais velho que eu, talvez entre 12 e 15 anos mais velho, e isso é algo que me atrai muito em um homem. Daí em diante, sua conversa foi ficando cada vez mais direta, dizendo que não entendia como as mulheres gostavam de usar fio dental sem que o fio entre as nádegas as incomodasse, chamando assim para não me fazer sentir mal naquele momento, ao que apenas sorri com certa malícia e disse que eu também não entendia isso... depois ele começou a elevar o tom dos comentários, me perguntando se eu me depilava entre as pernas e dizendo que sentia inveja do meu marido por me ter na cama todas as noites, e mostrei certa indignação sem demonstrar raiva. Depois, ele começou a me mandar fotos de mulheres e homens fazendo sexo no meu e-mail, perguntando se isso me incomodava, ao que eu respondia que não, mas que não era certo ele fazer isso. Ele me convida para jantar um dia, mas meu marido sempre passa para me buscar, então não posso sair com ele.

Um dia, enquanto organizava uns arquivos, sem que eu percebesse ele se posicionou bem atrás de mim para espiar por cima do meu ombro o arquivo que eu revisava. Colocando as mãos na minha cintura, pediu que procurasse um específico e, sem me dar tempo, aproximou seu corpo do meu por trás. Notei imediatamente que seu pau estava duro, e minha reação foi fazer uma leve pressão para trás para afastá-lo, mas só consegui que ele o posicionasse entre minhas nádegas, se mexendo um pouco e passando a língua no meu pescoço e orelha. Isso me fez soltar um pequeno gemido involuntário. Um pouco surpresa, pedi que se afastasse, que alguém podia passar e nos ver naquela situação. Ele me disse que não tinha ninguém por perto e que devíamos aproveitar o momento. Se aproximou de novo, segurou minha cintura para que eu não me soltasse, e comecei a sentir umidade entre minhas pernas. Sem contar a ele, só repetia: "Não continua, por favor", "Vão chegar e nos ver". Ele passou a língua de novo no meu pescoço e, percebendo minha agitação, me levou até uma mesa próxima, dizendo: "Que bunda firme você tem, Caro", "Como você me deixa excitado só de olhar". Já dentro e sem me soltar, meteu a mão por frente, até tocar meu thong e chegar na minha buceta, me beijando na boca. Depois passou a mão por trás, dentro da minha saia, e colocou os dedos no meu ânus, acariciando e arrancando de mim um gemido suave. Continuei dizendo: "Não me comprometa, meu marido é amigo do doutor Rangel", "Por que você faz isso comigo, se é casado?". Ele tentou tirar a mão que tocava minha buceta, introduzindo um dedo suavemente e com outro pressionando meu clitóris, fazendo eu perder minha vontade aos poucos. Ele disse: "Ninguém vai saber disso, desde que você chegou eu te desejo e quero foder com você, sua safada". Com um movimento rápido das mãos, levantou minha saia e puxou meu thong até os joelhos. Surpresa, tentei subi-lo de novo e, ao me inclinar para tentar ajustar, ele aproveitou o momento para colocar seu membro entre minhas nádegas, e eu deixei, pouco a... Não resisti muito, e aproveitei para tirar completamente meu thong e colocá-lo no bolso dele. Ele começou a apertar minhas nádegas com as mãos e a abri-las, ao mesmo tempo que colocou seu membro entre elas, sentindo a pressão no meu ânus e na minha buceta repetidamente para me excitar. De repente, ouvimos o barulho de uma colega se aproximando e, como pude, o afastei e saí rapidamente dali. Fui direto para minha mesa respirando um pouco ofegante, mas com o gosto daquele momento proibido. Momentos depois, fui pedir que ele me devolvesse meu thong, e ele respondeu que eu dissesse ao meu marido para me buscar mais tarde, porque ia ter trabalho e ele queria que eu o ajudasse, me dizendo: "Acabei de cheirar seu thong e saborear o mel impregnado, quero te comer hoje, Carolina". Voltei para minha mesa e novamente senti um desejo intenso dentro de mim, o medo do proibido e atordoada pela proposta dele. Sem pensar, fiz a ligação para meu marido, combinando que ele passaria mais tarde para me buscar, e só consegui ligar para o Doutor para informar que meu marido já sabia que eu ficaria para fazer um trabalho de última hora. Ele respondeu: "Parece que você quer provar o que sentiu entre as nádegas, né?", desligando o telefone e deixando um desejo intenso na minha barriga.
e continuei trabalhando e recebendo mensagens dele dizendo que tem meu fio-dental enroscado no pau dele e que o excita saber que eu estou trabalhando sem nada debaixo da minha saia e que ninguém sabe que eu ando por todos os cantos do escritório sem minha calcinha.

No final da tarde, o escritório fecha e todos saem, menos ele e eu. Com um pouco de medo, fico parada no meu lugar, olhando pela janela para a rua, enquanto ele verifica se a porta está trancada. Ele volta até mim, fica atrás de mim novamente e mete a mão por trás, começando a esfregar minha buceta. Com o dedo, ele contorna meu ânus, o que me deixa muito excitada. Ele desabotoa minha saia e a deixa cair, fazendo-me gemer, enquanto eu peço, por favor, que ninguém descubra isso. Ele sussurra no meu ouvido: "Quer que eu te dê uma fodida, sua gostosa safada?" E eu digo que sim, que também desejo muito isso.

Então ele diz: "Vira e me dá um boquete para você ver o que vai ter dentro de você." Eu me viro e me abaixo para puxar o pau dele, que sinto tão duro. Sai algo tão grande e desejável que eu esqueço de tudo e começo a beijá-lo desde as bolas, passando minha língua de baixo para cima, até enfiá-lo todo na minha boca. Com a língua, percorro as bordas da cabecinha dele, tão macia e carnuda, chupando e apertando, sentindo a excitação dele ao perceber como incha a cada chupada profunda. Ao olhar para o rosto dele, ele disse: "Olha só quem está aqui, tão comportadinha, e é uma verdadeira safada no boquete." E eu só me concentro no pau dele, saboreando e apertando, excitada com suas palavras.

De repente, ele diz: "Chega, safada, para, porque você vai me fazer gozar muito rápido. Sobe na mesa e abre bem as pernas." Depois, ele puxa uma cadeira, coloca a boca na minha buceta e me come com movimentos rápidos, passando para o meu ânus, o que provoca uma enorme excitação dentro de mim, me fazendo convulsionar a cada passada da língua entre meus tesouros escondidos. Depois, ele se levanta e começa a enfiar com força, o que me dá uma grande excitação, e entre gemidos, digo a ele: "Assim, assim, forte, forteeee!" Meus fluidos não demoram a molhar completamente aquele pau grande e duro, começando a escorrer pelo meu ânus, e ele aproveita para lubrificar e penetrar por ali também, me dando uma sensação que nunca havia sentido antes por estar... transando no escritório, termino de tirar minha blusa e sutiã, ficando só de salto alto, e ele me pergunta "quer que eu continue te comendo, gostosa?" eu digo que sim, que quero sentir ele dentro de mim, e ele manda "antes, dá uma volta pelo escritório toda pelada como se estivesse trabalhando e senta na cadeira do Doutor Rangel". Pegando uma gravata que ele tinha deixado lá, ele começou a passar ela entre minha buceta e meu cuzinho, já que eu estava de pernas abertas sobre a mesa dele. Depois disso, ele pediu que eu fosse até ele engatinhando até ficar colada no pau dele, me levando de volta pro escritório, onde ele me penetrou de novo com tanta força que eu não aguentei e meus fluidos saíram, banhando o pau dele e respingando na mesa, o que deixou ele ainda mais excitado, me dizendo "quero gozar dentro do seu cuzinho gostoso, sua putinha, quer?" "Sim, faz isso" eu disse, e me levando pro meio do escritório, ele pede que eu fique de quatro e com as mãos levanta minha bunda, me mandando esticar os braços com o rosto no tapete pra ter um ângulo melhor. De repente, sinto a língua dele se movendo rápido entre minha buceta e meu cuzinho, lubrificando com os fluidos que saíam de mim, me penetrando devagar e começando a se mover tão gostoso que eu fecho os olhos gemendo de dor e de um desejo que ele não pare, apertando bem forte a cada enfiada, o que faz ele gozar dentro do meu cuzinho com uma grande descarga de porra, me deixando tão satisfeita. Sem parar de dar as últimas enfiadas suaves, ficamos imóveis no chão por alguns minutos com o pau dele dentro, ofegantes de prazer. Continuo movendo meus quadris, sentindo agora uma suavidade sem dor com meu cuzinho relaxado, e sigo masturbando ele até esvaziar, sentindo o pau dele perder a dureza e diminuir de tamanho, saindo de mim suavemente enquanto ele diz "não quero que você tire minha porra pelo resto do dia, e se for transar com seu marido, faça, mas não deixe ele te penetrar pelo cú". Sorrindo, digo sim no ouvido dele, mas sem evitar que um pouco de A semente saiu no momento em que seu pênis saiu completamente, para evitar que molhasse o carpete, recolhi o sêmen que escorria entre minhas nádegas com meus dedos, e ele com sua mão os levou à minha boca para terminar saboreando. Então, no chão, ele me vira para ele e me empurra para baixo, dizendo: “limpa meu pau com sua boca, vadia”, colocando-o dentro da minha boca e fazendo um pouco de sucção, saem as últimas gotas que recebo com muito prazer, passando minha língua por todo seu pênis, limpando tanto os restos de sêmen quanto meus fluidos. Uma vez terminado, ele me beija na boca e diz: “você fode como uma verdadeira prostituta”, “errou de profissão”, o que me faz sentir prazer. Olho para ele e digo: “não imaginei que seria tão gostoso fazer assim, quero fazer de novo outro dia”. Ele me diz: “meu pau vai ser seu quantas vezes quiser, com a condição de que, quando estivermos sozinhos, vou te chamar de foxy ou vadia”, e quando estivermos com os outros, você será a direitinha Carolina”. Aproximei-me de seu ouvido e disse: “serei para você o que quiser”. Depois, ele pega meu fio-dental e passa entre minhas pernas para impregná-lo com meus fluidos, dizendo que fica com ele porque coleciona as calcinhas das mulheres com quem transou. Nisso, toca o telefone e é meu marido me esperando lá fora. O mais rápido possível, nos vestimos e ele me acompanha até onde está meu marido, cumprimenta-o e me diz: “obrigado, Carolina, sem sua ajuda não teria conseguido fazer esse trabalho sozinho”. E meu marido diz: “o senhor sabe que minha esposa tem muitas habilidades no trabalho”, e ele responde: “sim, claro, já pude comprovar plenamente”. Cavalheiresco, abre a porta do carro para eu entrar e, sem que meu marido perceba, toca minhas nádegas e me diz bem baixinho: “vadia gostosa, não esquece que tem meu leite dentro de você, não deixa seu marido te comer por aí hoje”. Eu apenas viro e sorrio, e vamos para casa, onde tive sexo novamente com meu marido, mas só pela vagina, para terminar aquela noite dormindo com sêmen de dois homens na minha vagina e ânus.

No dia seguinte cheguei no trabalho e ela me disse: "E aí, pegou ele como combinamos?" Respondi que sim, só pela buceta. "É, você é uma putinha mesmo, Caro!" E sorri, toda corada. Cerca de uma hora depois, o Licenciado Rangel me chamou no seu escritório e pediu que eu fechasse a porta. "Carolina, tenho uma notícia pra te dar, mas não leve pro lado ruim." Ele me levou até a mesa dele e no computador estava rolando um vídeo que ele tinha feito com uma câmera escondida no escritório, que pegava parte do centro da sala. No vídeo, a gente aparecia transando tanto na mesa dele quanto no meio do escritório, e eu andando nua. Sem saber o que dizer de tanta vergonha, só falei: "Me perdoe, Licenciado". "Não se assuste", ele disse. "Só eu vou ver isso, e Ernesto, seu marido, nunca vai ficar sabendo. Mas vendo tudo que você fez, não consigo evitar de dizer que você tem um corpo muito gostoso e uma bunda de sonho. E eu também quero te dar uma boa metida pra não ficar com esse desejo. Além disso, vou te dar uma grana extra cada vez que usar seus serviços. O que acha?" Ele pegou a gravata que o Licenciado Fernandez tinha usado pra me limpar e, cheirando ela, sem parar de olhar minha bunda, ficou atrás de mim e começou a acariciá-la. Levou minha mão até o pau dele por cima da calça e disse: "Avise seu marido que hoje você vai me acompanhar numa reunião importante e que eu levo você em casa depois". Colocou a gravata entre meus peitos e eu disse: "Tá bom, licenciado, como o senhor quiser..." CONTINUA…

De esposa de um a ser mulher de três...

15 comentários - De esposa de um a ser mulher de três...

dgd2016 +1
quedé caliente con tu relato Caro yo quiero contratarte para que seas mi secretaria, y coger por el ano y vagina a cada instante día
Excelente y muy rico tu relato. Te doy mis 10. Eres hermosa
Me encanto... Todo una putita... Tenes un bello orto... Gran relato me dejaste la pija dura. 10
Hermosa mujer.el relato muy bueno y caliente van 10 puntos y más fotos de esa cola golosa,
woooouuiu me matas de placer mmmm hoy te rindo tributo con este relato amor
tuleche +1
muy buenoooooo ahhhhh ma re calentó ufffff..
10..... de una!!!!
Mendigo Fernández...es todo un viejo lobo ....que afortunado 😁
Yo solo imagene era yo el ganón de todo ese momento tan rico
Hummm mendigo Fernández, que afortunado comerte por dónde el quiere....ojalá y subas más relatos con fotos tuyas , será un deleite para mis ojos