Entregando minha esposa 8
Deitei a menina, fui pra cozinha, achei uma garrafa de vinho tinto que tinham me dado fazia pouco tempo. Me servi uma taça generosa de vinho, peguei um romance que tava enrolando há um tempão, fui pro quarto ler, tentando a todo custo não pensar na Déborah. Lá pelas 12:00 da noite, ouvi a porta abrindo, os saltos da Déborah pisando na sala, larguei o livro no criado-mudo, tomei um gole de vinho e deixei o copo na mesa, junto com o livro. Déborah entrou no quarto, me olhou sorrindo, tinha tirado o vestido antes de entrar, tava só de cat suit e os sapatos brancos, começou a andar na frente da cama de um jeito sensual.
-Esse gato com esses sapatos... me deixa com uma rabuda...
- Você tem uma rabuda, amor...
—Mas os tacos e o gato destacam mais, né...?
Me despiro mostrando pra ele como eu tava.
-Olha como você me deixa...
-Não só pra você...
Ela para na frente do espelho fazendo poses e olhando pra própria bunda.
—Eles ficam loucos... —não disse nada.— Desde antes de estar contigo que eu não ficava com dois no mesmo dia... te parabenizo, o Adrián adorou o conjuntinho... certo que você não conhece ele... Adrián é um amigo novo... —fez uma pausa e começou a andar de forma sensual pelo quarto.
- O que posso te contar...? Chegamos no cinema...
- Por que você não vem pra cama melhor e me conta comigo montando em você...
—Primeiro vou te contar um pouquinho assim... porque se eu contar enquanto a gente faz, você vai gozar na hora... então é melhor eu contar um pouquinho antes assim...
—Assim que a gente se viu, sentiu uma corrente entre nós dois... aquela química explosiva que rola às vezes... — olho de canto pra cama e ela viu meu pau dando pulinhos — como você esquenta fácil, amor... assim não consigo te contar nada...
-Por favor, me segue...
—A gente mal se falou... no cinema, ele sentou bem encostado na parede, eu do lado dele, e a Lupe do meu lado com o amigo dela... eles já se conheciam, e logo estavam se pegando. Num momento do filme, senti a mão do Adrián pousar no meu joelho e começar a percorrer a parte de dentro das minhas coxas. Virei a cabeça e falei no ouvido dele: "Perdeu alguma coisa?" Ele virou a cabeça e a gente se beijou... aí começamos a nos pegar também. Apertei o volume dele por cima da calça... tava bem duro... desabotoei a calça dele e meti a mão por dentro da cueca... comecei a brincar com os dedos de leve na cabecinha dele... ele gemia no meu ouvido...
—Por favor, para... faz tempo que não transo... vou me sujar todinho... — fez outra pausa, me olhou sorrindo e foi pra cozinha, voltou com dois copos de cerveja, me propôs um brinde por nós.
- Você não tem ideia do quanto me excitou ele falar isso... ter ele tão tesudo assim... não dava pra desperdiçar... fiz ele gozar na minha mão, mas foi uma quantidade impressionante... enquanto ele gozava, enfiei minha língua até a garganta dele. Quando a gente se acalmou um pouco, ele foi no banheiro se arrumar... como você fica excitado só de eu te contar... acho que você não vai aguentar me comer... não vai durar nada comigo... - eu não respondi, ela me deu umas chupadas, se levantou e começou a andar pelo quarto enquanto tomava a cerveja dela.
-Mal sentou, já me convidou pra ir na casa dele... pra ficarmos mais à vontade... peguei na mão dele... falei pra Lupe que a gente ia embora... temos muito o que conversar, falei sorrindo... a gente também, ele disse, se referindo ao amigo dele.
—Lá no hall do cinema foi quando te chamei... ele me perguntou como você engana ele... coitado do teu marido... falei que você não enganava ele... ele me olhou sem entender o que eu queria dizer...
Ando sensual pelo quarto, enquanto arrumava a roupa dela pro dia seguinte, se vestia bem mais gostosa agora. — Quero que os caras do escritório... agora que vem a festa de fim de semana... pensem que tô disponível... tesuda... — meu pau dava pulinhos. — Ai, amor... não dá pra falar com você..., queria que fosse o chefe... mas ele me parece meio assustado... — voltou pra cozinha, colocou gelo na cerveja dela, que é como ela gosta de tomar.
Ele não morava muito longe... fomos no meu carro... o dele ficou com a esposa... eles têm dois filhos e precisam do carro pra se locomover... em cada parada no trânsito a gente se apertava... ele ia passando a mão na minha perna, nos meus peitos... a gente tava muito tarado, os dois. No elevador, as mãos voavam pra todo lado, ele não quis que eu chupasse ele ali. Assim que entramos, tirei o vestido, quando ele viu o presente lindo que você me deu, ficou duro na hora... não acreditava, me aproximei dele, me ajoelhei... desabotoei a calça dele de novo, puxei até o pé... sentia que ele tava na minha mão... à minha mercê... me sentia poderosa... forte... sensual... ainda mais com esse presente que você me deu, parece que não tenho barriga... apertava a rola dele por cima da cueca com meus lábios... brincava com a boca... sentia como ele tava duro de novo... a rola dele era de um comprimento normal... mas era bem fina... me lembrava o David... lembra que te contei sobre ele?
-Como é que eu vou esquecer... você me deixou maluco com tudo que me contou sobre ele...
—Pena que ele foi embora do país... queria que a gente pudesse aproveitar junto..., mas tô me perdendo nos detalhes... puxei a cueca dele com força... sentia que ele tava na minha mão... ele tem uma bunda fibrosa... bem durinha... adorava apertar ela... primeiro coloquei os ovos dele na boca... o pau dele ficou apoiado no meu rosto, do lado do meu nariz... o cheiro de homem dele me excitava... —meu pau já tava pulando de novo.— definitivamente hoje você não come... vou bater uma pra você quando terminar de contar... mas sexo não... bah... masturbação também é sexo... e ainda mais se for uma mulher como eu que faz... não é? —ela riu da própria piada— vestiu um roupão e foi até o quarto da menina ver como ela tava, obviamente dormindo tranquila. Quando voltou, ficou de novo só com o gato.
- Depois brinquei com minha língua e boca... por toda a cabeça dele... ele adorava... jogava a cabeça pra trás... a respiração dele ficava ofegante... os olhos fechados... depois enfiei tudo pra dentro enquanto apertava a bunda linda que ele tem... -meu pau deu outro pulo.- você fica com muito tesão quando elogio algo de outros caras... olhei nos olhos dele e falei... que pau bonito você tem... adoro... é meio fino, né?, ele me perguntou... me lembra o de um ex-namorado que tive... foi o que mais me fez gozar pelo cu... a cara dele mudou... você gosta pelo cu... adoro e se for um pau assim, nem te conto... vamos experimentar...? falei, não tinha sofão, então fomos pro quarto, coloquei um travesseiro no chão... me ajoelhei com o corpo em cima da cama... olhei pra ele por cima do ombro... e... quer ou não? ele colocou camisinha e trouxe algo pra lubrificar... primeiro brincou com os dedos e, ajoelhado atrás de mim, me chupava que nem um desesperado... depois lubrificou bem... eu tinha levado a mão na minha bucetinha e me acariciava devagar... nós dois estávamos no fogo... esperava sentir pelo menos metade do que sentia com o David... já era o suficiente... que delícia quando ele entrou... a respiração dele ofegante... o pau dele bem duro... e igual ao do David, encaixou lindo em mim...
—E te faz lembrar da sua ex...?
-Parecida... mas mais dura... o dele amolecia um pouco porque ele tinha medo de me machucar... -ela agarrou meus cabelos na minha bundinha minúscula e puxou forte, me enfiando fundo... ele tava cada vez mais louco.
A puta da minha mulher não gosta de dar o cu... pelo menos comigo... ela diz que dói... eu sempre achei que não podia doer... que meu pau não é grosso...
-É que às vezes os maridos são tão sem graça... e merecem tão pouco... -Ela me agarrou firme na cintura e começou a me furar bem forte... me masturbei com força e senti que gozava como uma gostosa enquanto empurrava com minha raba pra trás. - muito mais gostoso que com o David... seu ex não sabe o que tá perdendo...
-Com esse seu rabão já me satisfaz... adoro como você aperta minha pica com essa bunda enorme... queria encher ela de porra...
—Você vai enfiar na minha boca... hein...?
- Não te dá nojo...?
—Porque... é deliciosa a porra dos males... o único que não deixei foi meu marido... — Deborah olhou pra mim de novo e percebeu que eu tava perto, sem me tocar — amor... nem posso te contar... você não tá vendo nada... imagina se eu deixasse você me comer... 15 segundos você durava...
Acabei de preparar a roupa dela, voltei pra cozinha, daí a pouco voltei.
—Posso continuar... —assenti com a cabeça— ele tirou a camisinha e eu comecei a chupar ele devagar... quando sentia que ele tava perto, eu parava... peguei um pouco de lubrificante... engoli ele bem e, com o dedo médio da mão direita... ajoelhada na frente dele e olhando nos olhos dele... comecei a brincar em volta do cuzinho dele... ele tava meio arisco... quando senti que ele tava bem perto, enfiei o dedo bem fundo enquanto apertava a bunda esquerda dele com a outra mão... ele gozou que nem um porco... soltou um gemido cheio de dor e prazer.
Já mais calmos, sentamos pra tomar umas... ele abriu uma cerveja...
—Você me disse que não traía seu marido...
É uma longa história, mas vou resumir pra você... desde muito novinha eu sempre fui louca por caras... sempre saí com vários ao mesmo tempo... nunca tive namorado fixo... quando conheci o Raúl, que é o nome do meu marido... senti que era alguém diferente... coisas que a mulherada sabe... na cama era nota dez... tivemos uma filha... tudo nos trinques... com o tempo a gente percebeu que ele ficava muito excitado quando eu contava minhas aventuras... daí passamos a fantasiar que eu estivesse com outros na frente dele... e daí estamos evoluindo... quando liguei pra ele e falei que ia bater um papo com a Lupe, era pra ele saber que eu ia dar pra outro... ele sabia com quem eu tava saindo... ficou pensativo, não acreditava muito no que eu tava dizendo.
Aliás, se quiser me ver de novo e a gente fazer, tem que ser na frente do meu marido... coitado, pra ele também poder aproveitar...
—Que puta que você é...
—Sim... e isso deixa eles loucos... principalmente meu marido... bom, já é hora de eu ir... o coitado deve estar me esperando... todo quentinho... como marido tem que esperar... me troquei... passei seu telefone pra ele... falei que se quisesse repetir, era só combinar com você... vem... fica na frente do espelho... vai cuspir toda essa porra no espelho, hein...?
-Como quiser, meu anjo...
Ela ficou atrás de mim e apertou minha rola devagar.
—Tá mole... duas batidinhas e já goza, hein...?
—Você me deixa louco...
Com a mão esquerda dele começou a brincar com minha bunda, o dedo do meio entrou nela.
- Vai, me dá a porra... assim... com meu dedinho no teu cu... vai, cachorrinha...
-AAAAAhhhhh!!! siii... que delícia, filha da puta... te amoooo!!!
Ela sorriu.
- Bem porquinho... como você gozou, hein...? Mais do que me comendo...
-É diferente...
-Bom... limpa tudo e vamos dormir que é tarde.
Deitei a menina, fui pra cozinha, achei uma garrafa de vinho tinto que tinham me dado fazia pouco tempo. Me servi uma taça generosa de vinho, peguei um romance que tava enrolando há um tempão, fui pro quarto ler, tentando a todo custo não pensar na Déborah. Lá pelas 12:00 da noite, ouvi a porta abrindo, os saltos da Déborah pisando na sala, larguei o livro no criado-mudo, tomei um gole de vinho e deixei o copo na mesa, junto com o livro. Déborah entrou no quarto, me olhou sorrindo, tinha tirado o vestido antes de entrar, tava só de cat suit e os sapatos brancos, começou a andar na frente da cama de um jeito sensual.
-Esse gato com esses sapatos... me deixa com uma rabuda...
- Você tem uma rabuda, amor...
—Mas os tacos e o gato destacam mais, né...?
Me despiro mostrando pra ele como eu tava.
-Olha como você me deixa...
-Não só pra você...
Ela para na frente do espelho fazendo poses e olhando pra própria bunda.
—Eles ficam loucos... —não disse nada.— Desde antes de estar contigo que eu não ficava com dois no mesmo dia... te parabenizo, o Adrián adorou o conjuntinho... certo que você não conhece ele... Adrián é um amigo novo... —fez uma pausa e começou a andar de forma sensual pelo quarto.
- O que posso te contar...? Chegamos no cinema...
- Por que você não vem pra cama melhor e me conta comigo montando em você...
—Primeiro vou te contar um pouquinho assim... porque se eu contar enquanto a gente faz, você vai gozar na hora... então é melhor eu contar um pouquinho antes assim...
—Assim que a gente se viu, sentiu uma corrente entre nós dois... aquela química explosiva que rola às vezes... — olho de canto pra cama e ela viu meu pau dando pulinhos — como você esquenta fácil, amor... assim não consigo te contar nada...
-Por favor, me segue...
—A gente mal se falou... no cinema, ele sentou bem encostado na parede, eu do lado dele, e a Lupe do meu lado com o amigo dela... eles já se conheciam, e logo estavam se pegando. Num momento do filme, senti a mão do Adrián pousar no meu joelho e começar a percorrer a parte de dentro das minhas coxas. Virei a cabeça e falei no ouvido dele: "Perdeu alguma coisa?" Ele virou a cabeça e a gente se beijou... aí começamos a nos pegar também. Apertei o volume dele por cima da calça... tava bem duro... desabotoei a calça dele e meti a mão por dentro da cueca... comecei a brincar com os dedos de leve na cabecinha dele... ele gemia no meu ouvido...
—Por favor, para... faz tempo que não transo... vou me sujar todinho... — fez outra pausa, me olhou sorrindo e foi pra cozinha, voltou com dois copos de cerveja, me propôs um brinde por nós.
- Você não tem ideia do quanto me excitou ele falar isso... ter ele tão tesudo assim... não dava pra desperdiçar... fiz ele gozar na minha mão, mas foi uma quantidade impressionante... enquanto ele gozava, enfiei minha língua até a garganta dele. Quando a gente se acalmou um pouco, ele foi no banheiro se arrumar... como você fica excitado só de eu te contar... acho que você não vai aguentar me comer... não vai durar nada comigo... - eu não respondi, ela me deu umas chupadas, se levantou e começou a andar pelo quarto enquanto tomava a cerveja dela.
-Mal sentou, já me convidou pra ir na casa dele... pra ficarmos mais à vontade... peguei na mão dele... falei pra Lupe que a gente ia embora... temos muito o que conversar, falei sorrindo... a gente também, ele disse, se referindo ao amigo dele.
—Lá no hall do cinema foi quando te chamei... ele me perguntou como você engana ele... coitado do teu marido... falei que você não enganava ele... ele me olhou sem entender o que eu queria dizer...
Ando sensual pelo quarto, enquanto arrumava a roupa dela pro dia seguinte, se vestia bem mais gostosa agora. — Quero que os caras do escritório... agora que vem a festa de fim de semana... pensem que tô disponível... tesuda... — meu pau dava pulinhos. — Ai, amor... não dá pra falar com você..., queria que fosse o chefe... mas ele me parece meio assustado... — voltou pra cozinha, colocou gelo na cerveja dela, que é como ela gosta de tomar.
Ele não morava muito longe... fomos no meu carro... o dele ficou com a esposa... eles têm dois filhos e precisam do carro pra se locomover... em cada parada no trânsito a gente se apertava... ele ia passando a mão na minha perna, nos meus peitos... a gente tava muito tarado, os dois. No elevador, as mãos voavam pra todo lado, ele não quis que eu chupasse ele ali. Assim que entramos, tirei o vestido, quando ele viu o presente lindo que você me deu, ficou duro na hora... não acreditava, me aproximei dele, me ajoelhei... desabotoei a calça dele de novo, puxei até o pé... sentia que ele tava na minha mão... à minha mercê... me sentia poderosa... forte... sensual... ainda mais com esse presente que você me deu, parece que não tenho barriga... apertava a rola dele por cima da cueca com meus lábios... brincava com a boca... sentia como ele tava duro de novo... a rola dele era de um comprimento normal... mas era bem fina... me lembrava o David... lembra que te contei sobre ele?
-Como é que eu vou esquecer... você me deixou maluco com tudo que me contou sobre ele...
—Pena que ele foi embora do país... queria que a gente pudesse aproveitar junto..., mas tô me perdendo nos detalhes... puxei a cueca dele com força... sentia que ele tava na minha mão... ele tem uma bunda fibrosa... bem durinha... adorava apertar ela... primeiro coloquei os ovos dele na boca... o pau dele ficou apoiado no meu rosto, do lado do meu nariz... o cheiro de homem dele me excitava... —meu pau já tava pulando de novo.— definitivamente hoje você não come... vou bater uma pra você quando terminar de contar... mas sexo não... bah... masturbação também é sexo... e ainda mais se for uma mulher como eu que faz... não é? —ela riu da própria piada— vestiu um roupão e foi até o quarto da menina ver como ela tava, obviamente dormindo tranquila. Quando voltou, ficou de novo só com o gato.
- Depois brinquei com minha língua e boca... por toda a cabeça dele... ele adorava... jogava a cabeça pra trás... a respiração dele ficava ofegante... os olhos fechados... depois enfiei tudo pra dentro enquanto apertava a bunda linda que ele tem... -meu pau deu outro pulo.- você fica com muito tesão quando elogio algo de outros caras... olhei nos olhos dele e falei... que pau bonito você tem... adoro... é meio fino, né?, ele me perguntou... me lembra o de um ex-namorado que tive... foi o que mais me fez gozar pelo cu... a cara dele mudou... você gosta pelo cu... adoro e se for um pau assim, nem te conto... vamos experimentar...? falei, não tinha sofão, então fomos pro quarto, coloquei um travesseiro no chão... me ajoelhei com o corpo em cima da cama... olhei pra ele por cima do ombro... e... quer ou não? ele colocou camisinha e trouxe algo pra lubrificar... primeiro brincou com os dedos e, ajoelhado atrás de mim, me chupava que nem um desesperado... depois lubrificou bem... eu tinha levado a mão na minha bucetinha e me acariciava devagar... nós dois estávamos no fogo... esperava sentir pelo menos metade do que sentia com o David... já era o suficiente... que delícia quando ele entrou... a respiração dele ofegante... o pau dele bem duro... e igual ao do David, encaixou lindo em mim...
—E te faz lembrar da sua ex...?
-Parecida... mas mais dura... o dele amolecia um pouco porque ele tinha medo de me machucar... -ela agarrou meus cabelos na minha bundinha minúscula e puxou forte, me enfiando fundo... ele tava cada vez mais louco.
A puta da minha mulher não gosta de dar o cu... pelo menos comigo... ela diz que dói... eu sempre achei que não podia doer... que meu pau não é grosso...
-É que às vezes os maridos são tão sem graça... e merecem tão pouco... -Ela me agarrou firme na cintura e começou a me furar bem forte... me masturbei com força e senti que gozava como uma gostosa enquanto empurrava com minha raba pra trás. - muito mais gostoso que com o David... seu ex não sabe o que tá perdendo...
-Com esse seu rabão já me satisfaz... adoro como você aperta minha pica com essa bunda enorme... queria encher ela de porra...
—Você vai enfiar na minha boca... hein...?
- Não te dá nojo...?
—Porque... é deliciosa a porra dos males... o único que não deixei foi meu marido... — Deborah olhou pra mim de novo e percebeu que eu tava perto, sem me tocar — amor... nem posso te contar... você não tá vendo nada... imagina se eu deixasse você me comer... 15 segundos você durava...
Acabei de preparar a roupa dela, voltei pra cozinha, daí a pouco voltei.
—Posso continuar... —assenti com a cabeça— ele tirou a camisinha e eu comecei a chupar ele devagar... quando sentia que ele tava perto, eu parava... peguei um pouco de lubrificante... engoli ele bem e, com o dedo médio da mão direita... ajoelhada na frente dele e olhando nos olhos dele... comecei a brincar em volta do cuzinho dele... ele tava meio arisco... quando senti que ele tava bem perto, enfiei o dedo bem fundo enquanto apertava a bunda esquerda dele com a outra mão... ele gozou que nem um porco... soltou um gemido cheio de dor e prazer.
Já mais calmos, sentamos pra tomar umas... ele abriu uma cerveja...
—Você me disse que não traía seu marido...
É uma longa história, mas vou resumir pra você... desde muito novinha eu sempre fui louca por caras... sempre saí com vários ao mesmo tempo... nunca tive namorado fixo... quando conheci o Raúl, que é o nome do meu marido... senti que era alguém diferente... coisas que a mulherada sabe... na cama era nota dez... tivemos uma filha... tudo nos trinques... com o tempo a gente percebeu que ele ficava muito excitado quando eu contava minhas aventuras... daí passamos a fantasiar que eu estivesse com outros na frente dele... e daí estamos evoluindo... quando liguei pra ele e falei que ia bater um papo com a Lupe, era pra ele saber que eu ia dar pra outro... ele sabia com quem eu tava saindo... ficou pensativo, não acreditava muito no que eu tava dizendo.
Aliás, se quiser me ver de novo e a gente fazer, tem que ser na frente do meu marido... coitado, pra ele também poder aproveitar...
—Que puta que você é...
—Sim... e isso deixa eles loucos... principalmente meu marido... bom, já é hora de eu ir... o coitado deve estar me esperando... todo quentinho... como marido tem que esperar... me troquei... passei seu telefone pra ele... falei que se quisesse repetir, era só combinar com você... vem... fica na frente do espelho... vai cuspir toda essa porra no espelho, hein...?
-Como quiser, meu anjo...
Ela ficou atrás de mim e apertou minha rola devagar.
—Tá mole... duas batidinhas e já goza, hein...?
—Você me deixa louco...
Com a mão esquerda dele começou a brincar com minha bunda, o dedo do meio entrou nela.
- Vai, me dá a porra... assim... com meu dedinho no teu cu... vai, cachorrinha...
-AAAAAhhhhh!!! siii... que delícia, filha da puta... te amoooo!!!
Ela sorriu.
- Bem porquinho... como você gozou, hein...? Mais do que me comendo...
-É diferente...
-Bom... limpa tudo e vamos dormir que é tarde.
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