Depois daquela segunda experiência de prazer desenfreado com a minha mãe, que, como "lembrança", tinha deixado as marcas dos dentes no meu queixo dolorido, ao me morder enquanto o corpo dela se debatia entre os estragos de um orgasmo monumental, os dias seguintes passaram com uma certa "normalidade". Digo "certa" normalidade, porque o frenesi com que a gente tinha se revirado obscenamente na cama dela poderia ter trazido "consequências", já que minha mãe ainda estava em idade "fértil". Levados pela luxúria e pelo prazer mais devastador, cheguei a inundar a buceta dela com meu semen quente e abundante. Nós dois fomos culpados: eu por gozar sentindo meu pau pulsar no fundo das entranhas dela e espalhar até a última gota de porra na buceta molhada dela, e ela por prender meu corpo com as pernas entrelaçadas nas minhas costas, o que, de qualquer forma, teria impossibilitado que eu gozasse fora. Depois ela me confessou que, apesar do perigo, tinha gozado pra caralho se sentindo inundada pelo meu semen, e por ter visto meu rosto desfigurado de luxúria enquanto eu me derramava na buceta dela. Felizmente, aqueles medos não se concretizaram. Obviamente, meu desejo por ela não só não tinha diminuído, como aumentava a cada momento. Jamais poderia esquecer o tesão de ter perdido a virgindade nos braços dela, a lembrança do calor, da maciez, ou do cheiro do corpo dela, seus carinhos ternos, o amor maternal que eles transmitiam, seus abraços ou beijos... ou sentir os espasmos de prazer do corpo quente dela enquanto era fodida pelo próprio filho. No entanto, a última coisa que eu queria era que minha mãe se sentisse como um mero objeto sexual, e que temesse que nossa relação "normal" de mãe e filho pudesse ser afetada. Nada mais longe da realidade, porque nunca me senti tão ligado a ela, e meu amor filial se mantinha tão forte e indestrutível como sempre. Decidi afastar aquele tipo de "brincadeira", mantendo a "normalidade" familiar entre aqueles episódios de amor e luxúria desenfreados. Não conseguia evitar misturar olhares de amor filial com os mais obscenos que se possa imaginar, mas, no geral, cumpria diligentemente o papel de filho inocente. Fiquei imensamente feliz ao constatar que, após aquela segunda experiência, e provavelmente ajudada pelo meu comportamento "correto", minha mãe não demonstrava mais os medos ou receios iniciais em relação ao tabu daquilo. Pelo contrário, notei-a mais segura de si, aumentando a frequência das visitas ao cabeleireiro, se maquiando ou se vestindo de forma mais elegante. Também comecei a perceber uma certa tendência "exibicionista" da parte dela, oculta para mim até aquele momento, pois, embora ela se mostrasse satisfeita com minha "contenção", seu rosto não conseguia disfarçar o prazer que minhas olhares lascivos lhe causavam, ou o fato de comprar o tipo de lingerie que mais me excitava. Em poucos dias, minha mãe pudica, entediada e desiludida, havia passado a revelar um caráter incrivelmente tarado e, possivelmente, exibicionista. Uma vez a peguei na frente do espelho do quarto, vendo como ficava sua nova roupa íntima, especialmente olhando para a bunda, área que até então, por ser grande, a deixava complexada, e que agora, graças às minhas carícias, ela começava a apreciar como uma parte excitante do corpo. "Tontamente", ela começou a ter "descuidos" na presença dos amigos que me visitavam. Algum botão desabotoado esquecido, alguma postura provocativa... Tudo muito disfarçado, mas eu, já alerta para essa nova faceta exibicionista da minha mãe, percebia perfeitamente sua total falta de "inocência". Nem preciso dizer que meus amigos aproveitavam aqueles "descuidos" para devorá-la com os olhos, fingindo a mesma "inocência" que minha mãe. O auge desses "jogos" chegou um dia em que três dos meus amigos vieram me visitar para ver um jogo de futebol. Enquanto estávamos na sala torcendo pelo nosso time, ela apareceu lá, minha Mãe, de lingerie e fingindo se surpreender pra caralho com a visita dos meus amigos.
- Ahhh. Desculpa. Não ouvi vocês chegarem. Vim pegar uma parada…
Longe de sair correndo dali, e com os meus amigos olhando bestas, mal conseguindo desgrudar os olhos dos peitos dela ou do volume da buceta por baixo da calcinha, ela ficou “procurando” alguma coisa nas gavetas da estante, deixando eles se acabarem de olhar à vontade.
O tesão dos meus amigos foi na hora, fazendo comentários nervosos sobre o jogo de futebol até saírem da nossa casa.
Quando ficamos sozinhos, e tão excitado quanto eles, eu falei:
- Ufff. Você deixou eles loucos, mãe.
- Eu? Kkkk. Duvido que eles se alterem por ver uma mulher mais velha de lingerie…
- Mãe, não sei como te dizer, mas você é uma gostosa.
- Não é pra tanto, já devem ter visto um monte de mina pelada, não vão “se assustar” por me ver.
- Pois é, você diz isso… eles são do meu grupo de amigos porque são tão tímidos quanto eu era antes…
- Kkkkkk. Cê acha que eles “repararam” em mim? (O rosto dela mostrava curiosidade pelos detalhes).
- Ufff. Eles te “comeram” com os olhos, mãe.
- Não é pra tanto.
- Ufffff. É o que eu tô te falando, mãe. E olha que, comigo na frente, eles tentaram disfarçar.
- Do seu amigo Alberto, eu acredito. Dá pra ver que ele é mais “safado”, mas do João e do José duvido, a cara deles mostra que são gente boa.
- Justamente esses dois devem estar chegando em casa com a intenção de se acabarem na punheta pensando em você. O Alberto também, mas esses dois atravessaram sua calcinha com os olhos.
A excitação da minha mãe era óbvia, ouvindo da minha própria boca a impressão que o corpo dela tinha causado nos meus amigos medrosos, então resolvi aproveitar pra tentar realizar meus desejos mais obscuros com ela.
Sem parar de descrever as punhetas certeiras que eles iam bater fantasiando com ela, fui tirando a roupa dela devagar. deixando-a de novo só de calcinha. O corpo dela tremia de desejo, e eu me despi, mostrando a dureza da minha ereção.
- Mãe... queria que você me chupasse...
- Uff. Nunca fiz isso... nem com seu pai... (os olhos dela não desgrudavam da minha pica).
- Vai, mãe. Por favor. Só um pouquinho...
Ela se ajoelhou diante do meu pau e começou a beijá-lo com carinho.
- Uff, que delícia, mãe.
A língua dela percorreu meu membro inteiro, me dando um prazer indescritível. Ver minha mãe de calcinha e sutiã, ajoelhada e submissa, lambendo minha pica com safadeza era algo extremamente excitante que aumentava meu prazer até limites inimagináveis.
Finalmente, ela decidiu colocar na boca, no começo com um pouco de receio, mas aos poucos foi se soltando, me dando um boquete de campeonato e conseguindo enfiar quase tudo na boca. Nunca pensei que pudesse sentir tanto prazer.
Pra entender o que aconteceu depois, vocês precisam imaginar a cena. Minha mãe ajoelhada, semi-nua, com a pica ereta do próprio filho na garganta, e eu com as mãos na cabeça dela dizendo: "Porra, que gostoso, mãe, como você chupa bem."
Ouvimos um barulho na porta da sala que nos aterrorizou.
Quase tivemos um infarto ao ver ali, de olhos arregalados, meu tio Roberto, irmão da minha mãe, um solteirão dois anos mais velho que ela, meio gordinho, de um jeito super afável e bonachão.
Esse cara tinha as chaves da nossa casa, que tinham sido dadas a ele "pra qualquer emergência" na nossa ausência, e ele nunca tinha usado sem bater antes.
Até aquele dia, em que pela "Lei de Murphy", ele tinha escolhido o "pior momento" pra fazer isso.
Minha mãe se levantou rápido. O que só fez deixar minha ereção enorme ainda mais à vista.
- Mas... Roberto... Que... (Minha mãe não conseguia falar nada coerente, já que um "não é o que você está pensando" era desnecessário numa situação daquelas.) (cenário). — Eu… Pe-perdão, de- devia ter te ligado. (Meu tio gaguejava, tão assustado quanto nós). Apesar do “constrangedor” da situação, não me escapou um detalhe… Meu tio gaguejava, mas… não conseguia evitar de olhar alternadamente para os peitos da irmã, cujos mamilos eretos eram inegáveis apesar do sutiã que os escondia, e a buceta que se insinuava por baixo da calcinha. Durante alguns minutos, aquela troca de incongruências se arrastou entre a busca de palavras da minha mãe e a gagueira ridícula do meu tio, dando tempo para que até ela mesma percebesse os olhares “suspeitos” do Roberto, que estava completamente vidrado. Aproveitei para me vestir, já que minha ereção não ajudava a “acalmar” o clima, e me surpreendi que minha mãe não fizesse o mesmo. Ela fingiu começar a controlar a situação; do terror de ter sido pega numa situação tão imprópria, passou a suspeitar que seu irmão, longe de estar escandalizado, a olhava com olhos lascivos, e que só seu caráter medroso o impedia de expressar seu desejo. Ela se aproximou dele e disse: — Se acalma… — Pe-pe-mas… É que que eu… Ela o abraçou e beijou. — Viu? Não tem problema. Roberto respondeu àquele beijo fraternal, sem conseguir evitar ficar de pau duro. — Porra, maninho, que que é essa coisa tão dura que você tem entre as pernas? — Eu… Eu… é que que… — Fui muito malvada… se quiser, pode me castigar, fui muito safada… — O quê? O que, o que você tá fa-falando… Alucinado, assisti como minha mãe “ajudou” o ainda pasmado Ramón a se sentar no sofá, deitando-se ela logo depois sobre as pernas dele, de barriga para baixo, de modo que oferecia a bunda abertamente. — Me bate, fui muito safada. Seu irmão, evidentemente mais excitado do que assustado, entendeu na hora, e bateu nela por cima da calcinha, com força suficiente para fazer barulho, mas sem machucar. Machucá-la. — Tô to toma. Ma ma mala. Minha mãe fingia tentar resistir ao “castigo” com tanta convicção que aumentou o tesão até limites inimagináveis. Meu tio, com o rosto irreconhecível, possuído pela lascívia mais absoluta, não só a “surrava”, como também aproveitou pra apalpar a bunda da irmã cada vez mais submissa. Aquilo me excitava pra caralho, não só pelo comportamento exibicionista ou submisso da minha mãe, mas também pelo caráter e personalidade de quem infligia aquele castigo obsceno: o próprio irmão dela. Um homem de aparência tão bonachona e ingênua que só despertava ternura em quem o conhecia, e agora agia com minha mãe como o mais pervertido dos homens. — Vou te castigar como você merece, esses tapas são pouco castigo pra você. (Me surpreendi que ele tivesse parado de gaguejar e a voz dele soasse tão segura) — Faz comigo o que quiser, você me pegou com meu próprio filho e eu mereço qualquer coisa que você me faça. Ramón se levantou e, mostrando que sob seu corpo rechonchudo escondia uma força inacreditável, pegou minha mãe no colo sem demonstrar esforço. Levou ela no colo até o quarto, e eu segui, depois do convite da minha mãe, que, mostrando seu tesão exibicionista, queria que eu presenciasse tudo o que pudesse acontecer. Ele a deixou cair na cama, e Ramón se despiu completamente em poucos segundos. Fiquei alucinado vendo o corpo dele super peludo, até nas costas, o que dava um aspecto de “urso”. Mas o mais surpreendente foi ver a ereção enorme da rola venosa dele, inversamente proporcional ao caráter ingênuo e bonachão do meu tio. Minha mãe, deitada e submissa, sorriu ao ver o estado de excitação do irmão. Ramón se deitou ao lado dela e praticamente arrancou a calcinha dela com as mãos enormes, enquanto beijava ela na boca. Naqueles momentos, completamente possuído por um desejo incontrolável, Ramón parecia mais um animal no cio prestes a violar" minha mãe, do tio ingênuo e inocente que nos visitava com frequência e adorava comer tudo que a irmã colocasse no prato dele. Apesar do tamanho da pica dele, a umidade evidente da buceta da minha mãe facilitou que Ramón penetrasse a irmã até a base dos ovos. Ela alternava o olhar entre o irmão que a fodia e o próprio filho que presenciava tudo sem perder um detalhe. As investidas selvagens de um Ramón desenfreado sobre o corpo da irmã faziam a cabeceira da cama bater na parede, ouvindo-se um "blom, blom, blom" a cada uma delas. Minha mãe gemia de prazer enquanto o irmão soltava sons guturais indecifráveis. - Agggggsss, ggggguas... Mmmmggssssggg (Blom, Blom, blom) - Você gosta de me foder? (Blom, Blom, blom) - Agggggssdd, gfffdddsssss, que vontade eu tinha de meter em você, nunca pensei que conseguiria... Aggggggsss (Blom, Blom, blom) - Você realmente gosta muito de me foder? Com certeza já comeu mulheres muito melhores. (Blom, Blom, blom) - Aggggsddf essa é a melhor transa da minha vida agggss grssrrrs, você tem a buceta mais quente e molhada que já provei (Blom, Blom, blom) - Mmmmmm, eu te quero... (Blom, Blom, blom) - Agggsffgg, você não imagina quantas punhetas eu bati sonhando com esse momento. (Blom, Blom, blom) Minha mãe abria as pernas o máximo que podia, enquanto beliscava os mamilos do irmão, gemendo ambos como loucos enquanto continuavam os bom, bom, bom, no ritmo das investidas. Dessa vez, me preocupei menos com os gritos de prazer da minha mãe ao atingir o orgasmo, já que, embora com certeza tenham atravessado as paredes e pudessem ser ouvidos pelos vizinhos, ela não acrescentou o habitual "filho meu", que teria tornado tudo escandaloso. Meu tio, enlouquecido ao sentir os espasmos da irmã, aumentou ainda mais o ritmo das estocadas, e terminou inundando a buceta dela de esperma entre os gemidos mais obscenos que possam imaginar. Meu pau uivava de desejo. E assim que meu tio tirou o membro da minha mãe, decidi assumir o lugar. Completamente submissa e extasiada pelo orgasmo recente, ajudei ela a ficar de quatro na cama. Vendo os restos de porra do meu tio escorrendo da buceta molhada dela, decidi explorar outro caminho. Ramón percebeu minhas intenções perversas e foi rapidamente ao banheiro pegar vaselina. Ele mesmo passou no cu da minha mãe, chegando a enfiar um dedo pra lubrificar bem fundo. A submissão dela aumentava o tesão da situação. De quatro, com os peitos duros apontando pro colchão e a bunda empinada, ela esperava ser sodomizada pelo próprio filho sem reclamar. Fora de mim, depois de separar as nádegas dela, encostei a ponta do pau no cu fechado dela. Empurrei com força, conseguindo enfiar os primeiros centímetros com relativa facilidade. Sentia o aperto do cu dela envolvendo meu pau. Empurrei de novo, mas ficou mais difícil porque a vaselina não tinha chegado tão fundo. Tentei de novo com mais força, fazendo minha mãe gritar ao sentir o próprio filho quase rasgando o cu dela. — Para, para, que você vai rasgar meu cu… meu filho, para. Apesar dos "pedidos" dela, não parei até enfiar o pau inteiro e sentir o cu dela roçando nas minhas bolas. A sensação de ser envolvido num lugar tão apertado e quente no meu pau me dava um prazer do caralho. Ramón ficava alucinado, sem perder nenhum detalhe de como eu sodomizava minha mãe. Comecei a meter nela, fazendo os gritos de dor virarem gemidos de prazer. — Mete forte, meu filho. Mmmmmmm que gostoso… — Você gosta que eu rasgue seu cu, mamãe? — Mmmmmm eu aaaamo Nessa posição, com a bunda dela à minha mercê, aproveitei pra dar umas palmadas sem parar de meter. Ela, extasiada, se tocava no clitóris com uma mano, enquanto meu pau entrava e saía do cu dela. Eu a sodomizei por um bom tempo, me deliciando o máximo que pude com aquele cu maravilhoso e apertado.
- Já enchi sua buceta de porra… agora vou entupir seu cu, mamãe.
- Siiiiim, quero sentir sua porra….
Gozei como um possesso, inundando o fundo do cu dela com esperma quente e grosso.
Sem esperar eu tirar o pau do cu dela, Ramón, que tinha se masturbado sem perder um detalhe, se aproximou do rosto da minha mãe, deixando a cara e o cabelo dela perdidos de porra.
Ela aumentou as próprias carícias no clitóris e gozou entre espasmos de prazer.
Depois de alguns minutos de relaxamento, minha mãe, com o rosto, a buceta e o cu encharcados de porra, extremamente corada e olhando pra nossa cara, perguntou: vocês ficaram satisfeitos?
- Ahhh. Desculpa. Não ouvi vocês chegarem. Vim pegar uma parada…
Longe de sair correndo dali, e com os meus amigos olhando bestas, mal conseguindo desgrudar os olhos dos peitos dela ou do volume da buceta por baixo da calcinha, ela ficou “procurando” alguma coisa nas gavetas da estante, deixando eles se acabarem de olhar à vontade.
O tesão dos meus amigos foi na hora, fazendo comentários nervosos sobre o jogo de futebol até saírem da nossa casa.
Quando ficamos sozinhos, e tão excitado quanto eles, eu falei:
- Ufff. Você deixou eles loucos, mãe.
- Eu? Kkkk. Duvido que eles se alterem por ver uma mulher mais velha de lingerie…
- Mãe, não sei como te dizer, mas você é uma gostosa.
- Não é pra tanto, já devem ter visto um monte de mina pelada, não vão “se assustar” por me ver.
- Pois é, você diz isso… eles são do meu grupo de amigos porque são tão tímidos quanto eu era antes…
- Kkkkkk. Cê acha que eles “repararam” em mim? (O rosto dela mostrava curiosidade pelos detalhes).
- Ufff. Eles te “comeram” com os olhos, mãe.
- Não é pra tanto.
- Ufffff. É o que eu tô te falando, mãe. E olha que, comigo na frente, eles tentaram disfarçar.
- Do seu amigo Alberto, eu acredito. Dá pra ver que ele é mais “safado”, mas do João e do José duvido, a cara deles mostra que são gente boa.
- Justamente esses dois devem estar chegando em casa com a intenção de se acabarem na punheta pensando em você. O Alberto também, mas esses dois atravessaram sua calcinha com os olhos.
A excitação da minha mãe era óbvia, ouvindo da minha própria boca a impressão que o corpo dela tinha causado nos meus amigos medrosos, então resolvi aproveitar pra tentar realizar meus desejos mais obscuros com ela.
Sem parar de descrever as punhetas certeiras que eles iam bater fantasiando com ela, fui tirando a roupa dela devagar. deixando-a de novo só de calcinha. O corpo dela tremia de desejo, e eu me despi, mostrando a dureza da minha ereção.
- Mãe... queria que você me chupasse...
- Uff. Nunca fiz isso... nem com seu pai... (os olhos dela não desgrudavam da minha pica).
- Vai, mãe. Por favor. Só um pouquinho...
Ela se ajoelhou diante do meu pau e começou a beijá-lo com carinho.
- Uff, que delícia, mãe.
A língua dela percorreu meu membro inteiro, me dando um prazer indescritível. Ver minha mãe de calcinha e sutiã, ajoelhada e submissa, lambendo minha pica com safadeza era algo extremamente excitante que aumentava meu prazer até limites inimagináveis.
Finalmente, ela decidiu colocar na boca, no começo com um pouco de receio, mas aos poucos foi se soltando, me dando um boquete de campeonato e conseguindo enfiar quase tudo na boca. Nunca pensei que pudesse sentir tanto prazer.
Pra entender o que aconteceu depois, vocês precisam imaginar a cena. Minha mãe ajoelhada, semi-nua, com a pica ereta do próprio filho na garganta, e eu com as mãos na cabeça dela dizendo: "Porra, que gostoso, mãe, como você chupa bem."
Ouvimos um barulho na porta da sala que nos aterrorizou.
Quase tivemos um infarto ao ver ali, de olhos arregalados, meu tio Roberto, irmão da minha mãe, um solteirão dois anos mais velho que ela, meio gordinho, de um jeito super afável e bonachão.
Esse cara tinha as chaves da nossa casa, que tinham sido dadas a ele "pra qualquer emergência" na nossa ausência, e ele nunca tinha usado sem bater antes.
Até aquele dia, em que pela "Lei de Murphy", ele tinha escolhido o "pior momento" pra fazer isso.
Minha mãe se levantou rápido. O que só fez deixar minha ereção enorme ainda mais à vista.
- Mas... Roberto... Que... (Minha mãe não conseguia falar nada coerente, já que um "não é o que você está pensando" era desnecessário numa situação daquelas.) (cenário). — Eu… Pe-perdão, de- devia ter te ligado. (Meu tio gaguejava, tão assustado quanto nós). Apesar do “constrangedor” da situação, não me escapou um detalhe… Meu tio gaguejava, mas… não conseguia evitar de olhar alternadamente para os peitos da irmã, cujos mamilos eretos eram inegáveis apesar do sutiã que os escondia, e a buceta que se insinuava por baixo da calcinha. Durante alguns minutos, aquela troca de incongruências se arrastou entre a busca de palavras da minha mãe e a gagueira ridícula do meu tio, dando tempo para que até ela mesma percebesse os olhares “suspeitos” do Roberto, que estava completamente vidrado. Aproveitei para me vestir, já que minha ereção não ajudava a “acalmar” o clima, e me surpreendi que minha mãe não fizesse o mesmo. Ela fingiu começar a controlar a situação; do terror de ter sido pega numa situação tão imprópria, passou a suspeitar que seu irmão, longe de estar escandalizado, a olhava com olhos lascivos, e que só seu caráter medroso o impedia de expressar seu desejo. Ela se aproximou dele e disse: — Se acalma… — Pe-pe-mas… É que que eu… Ela o abraçou e beijou. — Viu? Não tem problema. Roberto respondeu àquele beijo fraternal, sem conseguir evitar ficar de pau duro. — Porra, maninho, que que é essa coisa tão dura que você tem entre as pernas? — Eu… Eu… é que que… — Fui muito malvada… se quiser, pode me castigar, fui muito safada… — O quê? O que, o que você tá fa-falando… Alucinado, assisti como minha mãe “ajudou” o ainda pasmado Ramón a se sentar no sofá, deitando-se ela logo depois sobre as pernas dele, de barriga para baixo, de modo que oferecia a bunda abertamente. — Me bate, fui muito safada. Seu irmão, evidentemente mais excitado do que assustado, entendeu na hora, e bateu nela por cima da calcinha, com força suficiente para fazer barulho, mas sem machucar. Machucá-la. — Tô to toma. Ma ma mala. Minha mãe fingia tentar resistir ao “castigo” com tanta convicção que aumentou o tesão até limites inimagináveis. Meu tio, com o rosto irreconhecível, possuído pela lascívia mais absoluta, não só a “surrava”, como também aproveitou pra apalpar a bunda da irmã cada vez mais submissa. Aquilo me excitava pra caralho, não só pelo comportamento exibicionista ou submisso da minha mãe, mas também pelo caráter e personalidade de quem infligia aquele castigo obsceno: o próprio irmão dela. Um homem de aparência tão bonachona e ingênua que só despertava ternura em quem o conhecia, e agora agia com minha mãe como o mais pervertido dos homens. — Vou te castigar como você merece, esses tapas são pouco castigo pra você. (Me surpreendi que ele tivesse parado de gaguejar e a voz dele soasse tão segura) — Faz comigo o que quiser, você me pegou com meu próprio filho e eu mereço qualquer coisa que você me faça. Ramón se levantou e, mostrando que sob seu corpo rechonchudo escondia uma força inacreditável, pegou minha mãe no colo sem demonstrar esforço. Levou ela no colo até o quarto, e eu segui, depois do convite da minha mãe, que, mostrando seu tesão exibicionista, queria que eu presenciasse tudo o que pudesse acontecer. Ele a deixou cair na cama, e Ramón se despiu completamente em poucos segundos. Fiquei alucinado vendo o corpo dele super peludo, até nas costas, o que dava um aspecto de “urso”. Mas o mais surpreendente foi ver a ereção enorme da rola venosa dele, inversamente proporcional ao caráter ingênuo e bonachão do meu tio. Minha mãe, deitada e submissa, sorriu ao ver o estado de excitação do irmão. Ramón se deitou ao lado dela e praticamente arrancou a calcinha dela com as mãos enormes, enquanto beijava ela na boca. Naqueles momentos, completamente possuído por um desejo incontrolável, Ramón parecia mais um animal no cio prestes a violar" minha mãe, do tio ingênuo e inocente que nos visitava com frequência e adorava comer tudo que a irmã colocasse no prato dele. Apesar do tamanho da pica dele, a umidade evidente da buceta da minha mãe facilitou que Ramón penetrasse a irmã até a base dos ovos. Ela alternava o olhar entre o irmão que a fodia e o próprio filho que presenciava tudo sem perder um detalhe. As investidas selvagens de um Ramón desenfreado sobre o corpo da irmã faziam a cabeceira da cama bater na parede, ouvindo-se um "blom, blom, blom" a cada uma delas. Minha mãe gemia de prazer enquanto o irmão soltava sons guturais indecifráveis. - Agggggsss, ggggguas... Mmmmggssssggg (Blom, Blom, blom) - Você gosta de me foder? (Blom, Blom, blom) - Agggggssdd, gfffdddsssss, que vontade eu tinha de meter em você, nunca pensei que conseguiria... Aggggggsss (Blom, Blom, blom) - Você realmente gosta muito de me foder? Com certeza já comeu mulheres muito melhores. (Blom, Blom, blom) - Aggggsddf essa é a melhor transa da minha vida agggss grssrrrs, você tem a buceta mais quente e molhada que já provei (Blom, Blom, blom) - Mmmmmm, eu te quero... (Blom, Blom, blom) - Agggsffgg, você não imagina quantas punhetas eu bati sonhando com esse momento. (Blom, Blom, blom) Minha mãe abria as pernas o máximo que podia, enquanto beliscava os mamilos do irmão, gemendo ambos como loucos enquanto continuavam os bom, bom, bom, no ritmo das investidas. Dessa vez, me preocupei menos com os gritos de prazer da minha mãe ao atingir o orgasmo, já que, embora com certeza tenham atravessado as paredes e pudessem ser ouvidos pelos vizinhos, ela não acrescentou o habitual "filho meu", que teria tornado tudo escandaloso. Meu tio, enlouquecido ao sentir os espasmos da irmã, aumentou ainda mais o ritmo das estocadas, e terminou inundando a buceta dela de esperma entre os gemidos mais obscenos que possam imaginar. Meu pau uivava de desejo. E assim que meu tio tirou o membro da minha mãe, decidi assumir o lugar. Completamente submissa e extasiada pelo orgasmo recente, ajudei ela a ficar de quatro na cama. Vendo os restos de porra do meu tio escorrendo da buceta molhada dela, decidi explorar outro caminho. Ramón percebeu minhas intenções perversas e foi rapidamente ao banheiro pegar vaselina. Ele mesmo passou no cu da minha mãe, chegando a enfiar um dedo pra lubrificar bem fundo. A submissão dela aumentava o tesão da situação. De quatro, com os peitos duros apontando pro colchão e a bunda empinada, ela esperava ser sodomizada pelo próprio filho sem reclamar. Fora de mim, depois de separar as nádegas dela, encostei a ponta do pau no cu fechado dela. Empurrei com força, conseguindo enfiar os primeiros centímetros com relativa facilidade. Sentia o aperto do cu dela envolvendo meu pau. Empurrei de novo, mas ficou mais difícil porque a vaselina não tinha chegado tão fundo. Tentei de novo com mais força, fazendo minha mãe gritar ao sentir o próprio filho quase rasgando o cu dela. — Para, para, que você vai rasgar meu cu… meu filho, para. Apesar dos "pedidos" dela, não parei até enfiar o pau inteiro e sentir o cu dela roçando nas minhas bolas. A sensação de ser envolvido num lugar tão apertado e quente no meu pau me dava um prazer do caralho. Ramón ficava alucinado, sem perder nenhum detalhe de como eu sodomizava minha mãe. Comecei a meter nela, fazendo os gritos de dor virarem gemidos de prazer. — Mete forte, meu filho. Mmmmmmm que gostoso… — Você gosta que eu rasgue seu cu, mamãe? — Mmmmmm eu aaaamo Nessa posição, com a bunda dela à minha mercê, aproveitei pra dar umas palmadas sem parar de meter. Ela, extasiada, se tocava no clitóris com uma mano, enquanto meu pau entrava e saía do cu dela. Eu a sodomizei por um bom tempo, me deliciando o máximo que pude com aquele cu maravilhoso e apertado.
- Já enchi sua buceta de porra… agora vou entupir seu cu, mamãe.
- Siiiiim, quero sentir sua porra….
Gozei como um possesso, inundando o fundo do cu dela com esperma quente e grosso.
Sem esperar eu tirar o pau do cu dela, Ramón, que tinha se masturbado sem perder um detalhe, se aproximou do rosto da minha mãe, deixando a cara e o cabelo dela perdidos de porra.
Ela aumentou as próprias carícias no clitóris e gozou entre espasmos de prazer.
Depois de alguns minutos de relaxamento, minha mãe, com o rosto, a buceta e o cu encharcados de porra, extremamente corada e olhando pra nossa cara, perguntou: vocês ficaram satisfeitos?
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