Depois daquele dia inesquecível em que acabei penetrando e inundando de porra quente e grossa o corpo da minha própria mãe, depois do que começou como uma simples e inocente "brincadeira" de troca de golpes com travesseiros, os dias se passaram sem que os fatos se repetissem, e mais, o rosto dela mostrava uma preocupação ou arrependimento profundo, parecendo tentar me evitar. Da minha parte, em nenhum momento senti ter feito algo errado, muito pelo contrário, aquela experiência, além de extremamente satisfatória, tinha surgido e terminado da forma mais natural e inocente que se pudesse imaginar. Obviamente, e por motivos óbvios, não era algo que pudesse ser contado aos amigos como se fosse qualquer coisa, ninguém em sã consciência ia ficar com uma cerveja na mão falando sobre o quanto tinha adorado acariciar, beijar, penetrar e gozar na própria mãe, ou o quanto os orgasmos dela podiam ser intensos sendo penetrada pelo próprio filho. Aquilo tinha acontecido na intimidade e num ambiente de amor e carinho maternal tão indiscutíveis que em nenhum momento eu podia me sentir arrependido por isso, e meu amor, carinho e respeito por ela, longe de diminuir, tinham aumentado, por mais que algo como chegar a sujar o rosto dela de porra pudesse ser considerado, no mínimo, impróprio. Embora eu entendesse as dúvidas, receios ou medos dela, já que o tabu era forte demais, e ainda mais para ela, me incomodava aquela atitude da parte dela, já que dificilmente ela poderia ver em mim o menor sinal de "arrependimento" ou diminuição do meu amor filial por ela. Apesar de ela tentar me "evitar", consegui encurralá-la para conversar. — Mãe, a gente precisa conversar... — Eu sei... me desculpa... não devia ter acontecido... sou sua mãe... você não fez nada de errado... a culpa foi minha... eu é que devia ter parado "aquilo"... você é muito novo e os hormônios e a inexperiência te cegaram, mas eu sou adulta e Eu deveria ter parado desde o primeiro momento… O que você vai pensar de mim?
— Pensar? A mesma coisa de antes, que eu te amo, mãe…
— E eu amo você, meu filho… mas… que vergonha…
— Não seja boba, mãe. Jamais poderia ter vergonha de você, ainda mais por ter me dado tanto prazer. Sou maior de idade e você não me estuprou. Eu queria fazer aquilo e sei perfeitamente que com nenhuma outra mulher eu me sentiria tão à vontade para perder a virgindade quanto com você.
— Isso também me preocupa… você deveria ter experimentado com outras garotas, não com uma mulher velha e gordinha como eu…
— Ha, ha, ha, ha. Velha e gordinha? Mãe, você é uma gostosa. Não precisa invejar nenhuma “garota”. Quantos não gostariam de poder ao menos tocar em você. Sou um sortudo por ter podido aproveitar seu corpo.
— Não seja puxa-saco, meu filho. Não tente me bajular.
— Bajular? Estou sendo modesto. Você tem uns peitos durões, e duvido muito que eu vá “provar” outra buceta tão quente e gostosa quanto a sua. Você deixaria qualquer um de pau duro, e eu, mais ainda.
— Uff, cala a boca, que você vai me envergonhar de novo.
— Repito que não temos que ter vergonha de nada, mãe. Você me fez imensamente feliz e eu adorei te fazer amor. Além disso… você também gostou.
Percebi que ela corou. Parecia que tinha aceitado que eu, pela minha juventude e inexperiência, tivesse ido tão longe, mas sentia vergonha do próprio prazer.
— Eu?…
— Mãe, por favor… Sou inexperiente, mas não tanto. Não tenha vergonha disso. Adorei sentir você gozando de prazer.
— Para, já chega. (O rubor era evidente)
Queria dizer o quanto ansiava poder penetrá-la de novo, e que naqueles dias seguintes, em que ela praticamente me ignorou, eu me masturbei como um louco lembrando do corpo ardente dela nos meus braços. Mas decidi adiar esse momento, fingindo desejar algo menos próximo de quebrar o tabu que a incomodava. - Aquilo foi maravilhoso, mãe. Não queria perder a chance de continuar aproveitando por um "simples" tabu.
- Simples? Me penetrar não é um "simples" tabu, meu filho.
- Bom... se pra você "isso" é forte demais, a gente podia tentar outro tipo de "jogo" e curtir sem fazer nada errado.
- ...?
- Sei lá... a gente podia... por exemplo... dançar abraçados de roupa íntima... nos beijar... "algum" carinho... queria que você sentisse todo o meu amor enquanto te abraço... (Coloquei minha cara mais inocente).
- ... mas... você promete não tentar mais nada?
- Claro. (Nunca menti tão bem).
Sem dar tempo pra ela pensar em quão mentiroso um filho com vontade de foder a própria mãe podia ser, procurei uma música lenta no rádio e, depois de me despir só de cueca (pra mostrar minhas "boas" intenções), convidei ela a fazer o mesmo, com meu melhor sorriso no rosto.
Minha mãe se despiu com elegância, e pude ver que a calcinha e o sutiã pretos que ela usava grudavam excitantemente no corpo dela como uma segunda pele.
Meu pau começou a subir antes mesmo de eu abraçar ela e começar a "dança".
- Já sabe, meu filho... "só" dançar, nos beijar e carinhos...
- Claro, mãe. Eu prometi.
Nos abraçamos, e quase na hora meu pau terminou de subir de vez, arrancando um sorriso "nervoso" da minha mãe quando ela sentiu a dureza e o calor do meu pau encostado no corpo dela, e o desejo que aquilo mostrava.
- Já?
- Sim, mãe, te amo e tava morrendo de vontade de poder "te abraçar".
Abraçados, começamos a dançar no ritmo da música romântica. Depressa, nossas bocas se encontraram, entrelaçando as línguas sem nenhum pudor.
A umidade e o gosto da boca dela me deram um prazer do caralho, e sem pensar, minha cintura "empurrou" na direção do corpo dela.
Sem parar de abraçar ela, minhas mãos foram percorrendo o pescoço dela, as costas... até chegar ao seu cuzão avantajado, que eu apalpava com gosto por cima da lingerie. Me excitava o tato da calcinha dela e a maciez daquele tecido. Minha mãe, embora o tempo todo tivesse fingido querer manter a "serenidade", diante da intensidade dos nossos beijos ou das carícias que eu fazia nela, aos poucos abandonou a passividade, e notei como os quadris dela também "empurravam" na direção do meu pau duro, querendo "sentir" ele com mais força. A lascívia e o desejo que exalava daquela dança eram mais que evidentes, ninguém que tivesse nos visto abraçados de roupa íntima, nos beijando com aquele tesão, e minhas mãos se deliciando na bunda dela, teria duvidado do caráter obsceno dos nossos atos, sem que nossa condição de mãe e filho pudesse amenizar essa impressão. Minha excitação aumentava a cada momento, e ainda mais quando minha mãe, apesar das tentativas de se manter "serena", mal conseguia abafar os gemidos de prazer que meus beijos ou carícias provocavam nela. Os peitos dela se cravaram nos meus. A gente se deslocava dançando num grau de excitação tão grande que chegamos a trombar com os móveis da sala várias vezes. A dança e o prazer se prolongaram até me fazer temer que eu fosse gozar a qualquer momento. Minha mãe, me notando tão excitado (ou assustada com a própria excitação dela), pareceu temer que nada pudesse me parar, e disse: - Fica quieto… vou te aliviar, que você tá se empolgando. (Naquela hora, minhas mãos já tinham entrado por baixo da calcinha dela) Ela desfez o abraço e se virou de costas pra mim. Senti os mamilos dela durinhos e o calor do corpo dela atrás de mim. Ela me beijou ternamente na nuca, enfiou a mão por baixo da minha cueca, e depois de acariciar minhas bolas suavemente, agarrou meu pau. Flop, flop, flop, flop. Começou a me masturbar. - Uffff, mãe……. - Flop. Flop. Flop… Porra… Como você tá duro. Meu filho. - É você que me deixa tão duro, mãe. Te amo e te desejo… você é uma gostosa…. - Flop, flop, flop… Você gosta de como eu Meneio?... flo, flop, flop. - Ufffffffff, tô morrendo de prazer, mamãe. - Não vai gozar no chão que acabei de passar pano… flop, flop, flop. Não dava pra ver o rosto dela enquanto eu me masturbava, com ela atrás de mim, mas imaginei ela sorrindo, sabendo que ia me fazer gozar de tesão. Quando percebi que não aguentava mais prazer, me virei rapidão, e quase sem me tocar, meu pau começou a pulsar, jorrando onda atrás de onda de porra que encharcou completamente a barriga e a calcinha dela. - Uffff. Que gozada, deve ter ficado satisfeito, meu filho, me deixou toda melada. - Pois é, o volume e o contraste dos grumos de porra branca na calcinha preta dela era espetacular, e teria sido o suficiente pra dar um troço em qualquer pessoa pudica que entrasse naquele quarto na hora, e pegasse minha mãe assim, sabendo quem era o dono daquela quantidade imensa de sêmen e como ela tinha chegado lá. Aquela visão me deu um tesão do caralho e eu abracei ela com força de novo, beijei com uma puta vontade, sentindo a umidade da minha própria porra na barriga dela ao encostar no corpo dela. Aos poucos, com a oposição "cada vez menor" da minha mãe, sem parar de nos abraçar e beijar, fui empurrando ela passo a passo em direção ao quarto dela. Eu queria quebrar a "promessa" e foder ela a qualquer custo, ela percebia isso perfeitamente pela minha ansiedade e pela dureza nova do meu pau encostado no corpo dela. Deitei ela na cama dela quase sem esforço, por mais que os "não, não, não, não" dela aumentassem na mesma proporção que a gente chegava perto do quarto. Olhei pra ela do jeito mais obsceno que dá pra imaginar, sentindo o impacto que aquele olhar causava no rosto da minha mãe "submissa". Dessa vez não tirei a calcinha que atrapalhava minha vontade de foder ela na hora, mas sim, agarrando com as duas mãos, rasguei ela toda. Minha mãe soltou um “ohhhh” assustada com o ímpeto das minhas ações. Eu acariciei e beijei ela de novo. Depois, esfreguei a ponta da pica por toda a extensão da buceta dela, sem chegar a penetrar. Minha mãe gemia de prazer sentindo minha pica esfregar daquele jeito tão obsceno na buceta molhada dela. A gente se olhava na cara, na expectativa. Surpreendentemente, o quadril da minha mãe começou a se levantar “procurando” aquela pica que lhe dava tanto prazer. Eu fiquei parado com a ponta do pau na entrada da buceta dela, pra que aquele movimento provocasse uma “autopenetração”. E foi isso mesmo: os primeiros centímetros da minha pica entraram na buceta molhada dela pelo próprio impulso do quadril, mesmo ela estando deitada de costas. Depois disso, empurrei com força até penetrar ela por completo. Os gemidos dela viraram verdadeiros gritos de prazer quando comecei a bombar com força o quadril em cima do corpo dela, a ponto de, em algum momento, ter que tapar a boca dela com a mão, porque os vizinhos podiam ouvir. Isso, junto com o fato de ela ser uma senhora separada e de me chamar de “meu filho” entre um gemido e outro, teria causado um escândalo no prédio. Eu ficava excitado vendo o rosto dela desfigurado de prazer, ou como ela abria os olhos a cada investida do meu quadril. Com as pernas abertas ao máximo, ela acabou abraçando minhas costas com elas, como se tivesse medo de que eu pudesse “escapar” e parar de foder ela. — Me fode! Não para, meu filho, pelo amor de Deus não para! Que pica gostosa você tem, seu safado! Tá me matando de gosto! De repente, ela levantou a cabeça e me mordeu o queixo. O corpo dela começou a dar sinais de que ia ter um orgasmo brutal, com espasmos de prazer. Ela chegou a deixar marcas dos dentes no meu queixo e unhas nas minhas costas. Mas, graças àquela mordida, os gritos dela não ecoaram pelo prédio inteiro. Meu prazer era indescritível, então aguentei pouco tempo mais metendo nela. Porraços. Gozei que nem um possesso, derramando toda a minha porra dentro da minha mãe. Uma atrás da outra, as pulsadas do meu pau encharcaram a buceta dela até saturar. Quando finalmente desfiz o abraço, e minha mãe notou os regos de sêmen escorrendo entre as coxas dela, ela me perguntou de novo... você ficou satisfeito, meu filho?
— Pensar? A mesma coisa de antes, que eu te amo, mãe…
— E eu amo você, meu filho… mas… que vergonha…
— Não seja boba, mãe. Jamais poderia ter vergonha de você, ainda mais por ter me dado tanto prazer. Sou maior de idade e você não me estuprou. Eu queria fazer aquilo e sei perfeitamente que com nenhuma outra mulher eu me sentiria tão à vontade para perder a virgindade quanto com você.
— Isso também me preocupa… você deveria ter experimentado com outras garotas, não com uma mulher velha e gordinha como eu…
— Ha, ha, ha, ha. Velha e gordinha? Mãe, você é uma gostosa. Não precisa invejar nenhuma “garota”. Quantos não gostariam de poder ao menos tocar em você. Sou um sortudo por ter podido aproveitar seu corpo.
— Não seja puxa-saco, meu filho. Não tente me bajular.
— Bajular? Estou sendo modesto. Você tem uns peitos durões, e duvido muito que eu vá “provar” outra buceta tão quente e gostosa quanto a sua. Você deixaria qualquer um de pau duro, e eu, mais ainda.
— Uff, cala a boca, que você vai me envergonhar de novo.
— Repito que não temos que ter vergonha de nada, mãe. Você me fez imensamente feliz e eu adorei te fazer amor. Além disso… você também gostou.
Percebi que ela corou. Parecia que tinha aceitado que eu, pela minha juventude e inexperiência, tivesse ido tão longe, mas sentia vergonha do próprio prazer.
— Eu?…
— Mãe, por favor… Sou inexperiente, mas não tanto. Não tenha vergonha disso. Adorei sentir você gozando de prazer.
— Para, já chega. (O rubor era evidente)
Queria dizer o quanto ansiava poder penetrá-la de novo, e que naqueles dias seguintes, em que ela praticamente me ignorou, eu me masturbei como um louco lembrando do corpo ardente dela nos meus braços. Mas decidi adiar esse momento, fingindo desejar algo menos próximo de quebrar o tabu que a incomodava. - Aquilo foi maravilhoso, mãe. Não queria perder a chance de continuar aproveitando por um "simples" tabu.
- Simples? Me penetrar não é um "simples" tabu, meu filho.
- Bom... se pra você "isso" é forte demais, a gente podia tentar outro tipo de "jogo" e curtir sem fazer nada errado.
- ...?
- Sei lá... a gente podia... por exemplo... dançar abraçados de roupa íntima... nos beijar... "algum" carinho... queria que você sentisse todo o meu amor enquanto te abraço... (Coloquei minha cara mais inocente).
- ... mas... você promete não tentar mais nada?
- Claro. (Nunca menti tão bem).
Sem dar tempo pra ela pensar em quão mentiroso um filho com vontade de foder a própria mãe podia ser, procurei uma música lenta no rádio e, depois de me despir só de cueca (pra mostrar minhas "boas" intenções), convidei ela a fazer o mesmo, com meu melhor sorriso no rosto.
Minha mãe se despiu com elegância, e pude ver que a calcinha e o sutiã pretos que ela usava grudavam excitantemente no corpo dela como uma segunda pele.
Meu pau começou a subir antes mesmo de eu abraçar ela e começar a "dança".
- Já sabe, meu filho... "só" dançar, nos beijar e carinhos...
- Claro, mãe. Eu prometi.
Nos abraçamos, e quase na hora meu pau terminou de subir de vez, arrancando um sorriso "nervoso" da minha mãe quando ela sentiu a dureza e o calor do meu pau encostado no corpo dela, e o desejo que aquilo mostrava.
- Já?
- Sim, mãe, te amo e tava morrendo de vontade de poder "te abraçar".
Abraçados, começamos a dançar no ritmo da música romântica. Depressa, nossas bocas se encontraram, entrelaçando as línguas sem nenhum pudor.
A umidade e o gosto da boca dela me deram um prazer do caralho, e sem pensar, minha cintura "empurrou" na direção do corpo dela.
Sem parar de abraçar ela, minhas mãos foram percorrendo o pescoço dela, as costas... até chegar ao seu cuzão avantajado, que eu apalpava com gosto por cima da lingerie. Me excitava o tato da calcinha dela e a maciez daquele tecido. Minha mãe, embora o tempo todo tivesse fingido querer manter a "serenidade", diante da intensidade dos nossos beijos ou das carícias que eu fazia nela, aos poucos abandonou a passividade, e notei como os quadris dela também "empurravam" na direção do meu pau duro, querendo "sentir" ele com mais força. A lascívia e o desejo que exalava daquela dança eram mais que evidentes, ninguém que tivesse nos visto abraçados de roupa íntima, nos beijando com aquele tesão, e minhas mãos se deliciando na bunda dela, teria duvidado do caráter obsceno dos nossos atos, sem que nossa condição de mãe e filho pudesse amenizar essa impressão. Minha excitação aumentava a cada momento, e ainda mais quando minha mãe, apesar das tentativas de se manter "serena", mal conseguia abafar os gemidos de prazer que meus beijos ou carícias provocavam nela. Os peitos dela se cravaram nos meus. A gente se deslocava dançando num grau de excitação tão grande que chegamos a trombar com os móveis da sala várias vezes. A dança e o prazer se prolongaram até me fazer temer que eu fosse gozar a qualquer momento. Minha mãe, me notando tão excitado (ou assustada com a própria excitação dela), pareceu temer que nada pudesse me parar, e disse: - Fica quieto… vou te aliviar, que você tá se empolgando. (Naquela hora, minhas mãos já tinham entrado por baixo da calcinha dela) Ela desfez o abraço e se virou de costas pra mim. Senti os mamilos dela durinhos e o calor do corpo dela atrás de mim. Ela me beijou ternamente na nuca, enfiou a mão por baixo da minha cueca, e depois de acariciar minhas bolas suavemente, agarrou meu pau. Flop, flop, flop, flop. Começou a me masturbar. - Uffff, mãe……. - Flop. Flop. Flop… Porra… Como você tá duro. Meu filho. - É você que me deixa tão duro, mãe. Te amo e te desejo… você é uma gostosa…. - Flop, flop, flop… Você gosta de como eu Meneio?... flo, flop, flop. - Ufffffffff, tô morrendo de prazer, mamãe. - Não vai gozar no chão que acabei de passar pano… flop, flop, flop. Não dava pra ver o rosto dela enquanto eu me masturbava, com ela atrás de mim, mas imaginei ela sorrindo, sabendo que ia me fazer gozar de tesão. Quando percebi que não aguentava mais prazer, me virei rapidão, e quase sem me tocar, meu pau começou a pulsar, jorrando onda atrás de onda de porra que encharcou completamente a barriga e a calcinha dela. - Uffff. Que gozada, deve ter ficado satisfeito, meu filho, me deixou toda melada. - Pois é, o volume e o contraste dos grumos de porra branca na calcinha preta dela era espetacular, e teria sido o suficiente pra dar um troço em qualquer pessoa pudica que entrasse naquele quarto na hora, e pegasse minha mãe assim, sabendo quem era o dono daquela quantidade imensa de sêmen e como ela tinha chegado lá. Aquela visão me deu um tesão do caralho e eu abracei ela com força de novo, beijei com uma puta vontade, sentindo a umidade da minha própria porra na barriga dela ao encostar no corpo dela. Aos poucos, com a oposição "cada vez menor" da minha mãe, sem parar de nos abraçar e beijar, fui empurrando ela passo a passo em direção ao quarto dela. Eu queria quebrar a "promessa" e foder ela a qualquer custo, ela percebia isso perfeitamente pela minha ansiedade e pela dureza nova do meu pau encostado no corpo dela. Deitei ela na cama dela quase sem esforço, por mais que os "não, não, não, não" dela aumentassem na mesma proporção que a gente chegava perto do quarto. Olhei pra ela do jeito mais obsceno que dá pra imaginar, sentindo o impacto que aquele olhar causava no rosto da minha mãe "submissa". Dessa vez não tirei a calcinha que atrapalhava minha vontade de foder ela na hora, mas sim, agarrando com as duas mãos, rasguei ela toda. Minha mãe soltou um “ohhhh” assustada com o ímpeto das minhas ações. Eu acariciei e beijei ela de novo. Depois, esfreguei a ponta da pica por toda a extensão da buceta dela, sem chegar a penetrar. Minha mãe gemia de prazer sentindo minha pica esfregar daquele jeito tão obsceno na buceta molhada dela. A gente se olhava na cara, na expectativa. Surpreendentemente, o quadril da minha mãe começou a se levantar “procurando” aquela pica que lhe dava tanto prazer. Eu fiquei parado com a ponta do pau na entrada da buceta dela, pra que aquele movimento provocasse uma “autopenetração”. E foi isso mesmo: os primeiros centímetros da minha pica entraram na buceta molhada dela pelo próprio impulso do quadril, mesmo ela estando deitada de costas. Depois disso, empurrei com força até penetrar ela por completo. Os gemidos dela viraram verdadeiros gritos de prazer quando comecei a bombar com força o quadril em cima do corpo dela, a ponto de, em algum momento, ter que tapar a boca dela com a mão, porque os vizinhos podiam ouvir. Isso, junto com o fato de ela ser uma senhora separada e de me chamar de “meu filho” entre um gemido e outro, teria causado um escândalo no prédio. Eu ficava excitado vendo o rosto dela desfigurado de prazer, ou como ela abria os olhos a cada investida do meu quadril. Com as pernas abertas ao máximo, ela acabou abraçando minhas costas com elas, como se tivesse medo de que eu pudesse “escapar” e parar de foder ela. — Me fode! Não para, meu filho, pelo amor de Deus não para! Que pica gostosa você tem, seu safado! Tá me matando de gosto! De repente, ela levantou a cabeça e me mordeu o queixo. O corpo dela começou a dar sinais de que ia ter um orgasmo brutal, com espasmos de prazer. Ela chegou a deixar marcas dos dentes no meu queixo e unhas nas minhas costas. Mas, graças àquela mordida, os gritos dela não ecoaram pelo prédio inteiro. Meu prazer era indescritível, então aguentei pouco tempo mais metendo nela. Porraços. Gozei que nem um possesso, derramando toda a minha porra dentro da minha mãe. Uma atrás da outra, as pulsadas do meu pau encharcaram a buceta dela até saturar. Quando finalmente desfiz o abraço, e minha mãe notou os regos de sêmen escorrendo entre as coxas dela, ela me perguntou de novo... você ficou satisfeito, meu filho?
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