Meu nome é Alex e depois de muito tempo lendo e curtindo vários contos no site, finalmente me decidi a escrever um dos meus próprios. Espero os comentários de vocês e tomara que seja do agrado de todos. Essa aventura começou há uns anos, mais ou menos no verão de 2013, quando decidi inscrever meu filho, na época com 8 anos, numa liga de beisebol infantil na cidade de Los Angeles, Califórnia, onde morávamos naquela época. Sendo pai solteiro, busquei o esporte como um jeito de criar um vínculo maior com meu filho (o que acabou dando certo pra caralho), mas o que veio junto foi algo que nunca esperava. Como sou um grande fã de beisebol e joguei muito na infância e juventude, depois de só duas semanas do início da temporada, o pai de um dos meninos e técnico do time nos deu a notícia de que seria transferido por causa do trabalho pra outra cidade e estava procurando um pai voluntário pra cuidar do time na ausência dele. Depois de uma reunião rápida com os pais, decidiram que eu seria o técnico substituto, o que me pegou de surpresa, mas aceitei. Do mesmo jeito, escolheriam uma das mães pra ficar responsável por controlar tudo que envolvesse dinheiro e papelada relacionada às atividades do time, e elegemos por voto unânime uma jovem mãe de um dos meninos que, assim como eu, era nova nessa parada de participar de eventos esportivos dos nossos filhos. Naquela época, eu tinha 28 anos, moreno, alto, com um corpo atlético, o que me ajudava pra caralho a pegar mulher, ainda mais sendo um homem solteiro e com uma situação financeira média-alta. Foi só questão de tempo até eu começar a fazer amizade com os pais e mães de todas as crianças, e foi assim que, aos poucos, fui criando uma relação muito boa com todo mundo no geral. Mas a única que não parecia ser tão cordial era a mãe responsável pelo time. O nome dela é Janeth, e naquela época ela devia ter uns 25 anos (relativamente jovem pra ter um filho de 8 anos) cabelo loiro, magra mas com umas curvas que deixavam qualquer homem de boca aberta, especialmente quando usava vestidos colados no corpo e salto alto, o que era bem frequente por causa do trabalho num banco local. Uma tarde liguei pra Janeth pra perguntar umas paradas sobre uniformes e horários, e senti as respostas dela meio secas e meio grossas. Mas na época só pensei que era a personalidade dela e pronto. Passaram uns dias e a gente se viu de novo no treino dos pequenos e, ao contrário da última conversa que tivemos, dessa vez ela tava relaxada e super amigável. O que achei estranho e até pensei que ela era meio doida. No fim do treino, a maioria dos pais e filhos foram embora e, quando eu e ela ficamos sozinhos no banco de reservas enquanto as crianças juntavam o equipamento, ela me disse que tinha algo importante pra falar.
A- Me diz, o que é tão importante? Aconteceu alguma coisa?
J- Quero me desculpar por ter sido meio grossa com você no dia que você ligou.
A- Não se preocupa, não precisa se desculpar. Mas já que você tocou no assunto...
J- É que o Raul (o marido dela) é um homem muito ciumento e não gostou nada que você ligou quando viu o identificador de chamadas.
A- Deixa eu adivinhar!! Ele tá com ciúme.
J- Sim, é que ele é muito inseguro e, pra ser sincera, ele não gosta de você, e imagino que seja porque sua personalidade é totalmente oposta.
A- Não entendi o que você quer dizer.
J- É que você parece ser uma pessoa muito segura do que faz e amigável com todo mundo.
A- Entendi. Então não vou mais te ligar. Tudo relacionado ao time a gente conversa aqui e assim não te causo problema em casa.
J- Claro que pode me ligar, só faz em horário de trabalho (horário comercial) e tá tudo certo.
Quando ela disse isso, virou e me olhou nos olhos rapidamente com um olhar e um sorriso disfarçado de vergonha, mas muito safado. Dias depois, estando no meu escritório, vejo que chega uma mensagem de texto de Janeth, primeiro cumprimentando e depois perguntando umas merdas sem noção e sem relação com o esporte dos pequenos. E assim foi, todo santo dia, pelas semanas seguintes. Enquanto nos jogos e treinos ela se mostrava séria na frente do marido, mas amigável e simples na ausência dele. Numa segunda de manhã, pouco depois de chegar no escritório, recebo uma mensagem dela dizendo que na noite anterior teve uma briga enorme com o marido e me enche de detalhes sobre o relacionamento deles, que na real não me importavam, mas uma coisa ficou bem gravada na minha cabeça. Ela revelou que ela e o marido não tinham nenhum tipo de relação de casal (que desprezo, pensei), e tudo por causa do marido ter problemas sérios com drogas e, consequentemente, problemas no relacionamento, como ela me contava. Eu dei uns conselhos pra ver se melhorava a relação deles (quem era eu pra dar esse tipo de conselho), mas na real eu decidi e me propus que era hora de consolar ela do jeito que ela merecia. Continuamos com nossas trocas de mensagens diárias de rotina, que eu fui aumentando o nível (sexualmente falando), mas tomando cuidado pra não ser vulgar ou grosseiro, pensando que era só questão de tempo até as coisas rolarem do jeito que eu vinha planejando. Quando vi que ela começou a participar e, longe de se assustar, me contou algumas experiências sexuais dela (bem bestas, por sinal, por falta de experiência), e eu contei muitas das minhas, esperando que ela se excitesse e se tocasse ao pensar nelas. E pra minha surpresa, foi exatamente isso que aconteceu, e eu sei porque ela mesma confessou. Depois dessa última troca de textos reveladores, ela não me escreveu por vários dias, e quando eu a via nos treinos, só me cumprimentava sem olhar na minha cara, e mesmo quando o marido não estava, ela se mantinha distante. Até que me decidi e, um dia, mais ou menos sabendo a hora que ela saía pra almoçar, liguei pra ela: J- Oi. Como você tá? Que estranho você ligar, normalmente manda mensagem. A- Oi. Tá ocupada? Podemos conversar? Uns minutos? J- Tô saindo do banco. Vou pegar algo pra comer na cafeteria da frente. Mas me fala. A- É que hoje tenho algo pra te dizer e acho melhor conversar do que ficar mandando texto, mesmo que o ideal fosse pessoalmente, sei que não dá. Não vou te tomar muito tempo, só queria me desculpar pelas mensagens daquele dia. Acho que passei do ponto e me desculpa se te ofendi. J- Não, de jeito nenhum. Não me ofendeu nem um pouco, eu também dei corda pra conversa chegar até ali. Mas a verdadeira razão de eu ter me mantido distante é que me sinto atraída por você e acho que, sendo uma mulher casada, não posso fazer isso. A- Entendo e não se preocupa, esse assunto não vai ser tocado de novo. J- Obrigada por entender e a gente se vê depois. Depois dessa ligação, eu sabia que, mesmo ela se fazendo de santa e batendo no peito, já tinha compartilhado umas coisas comigo que me tornavam cúmplice dela, e eu tinha certeza de que ela tava esperando minha investida. Era só questão de tempo. A gente se via nos jogos e treinos dos pequenos, e os olhares entre nós dois eram intensos, imagino que várias pessoas perceberam, era impossível não notar. Vendo ela tão gostosa, me decidi e me aproximei, e do nada falei como ela tava linda. Ela corou e me agradeceu. Quando surgiu uma oportunidade e não tinha ninguém por perto, falei que precisava vê-la em outro lugar, a sós, pra poder conversar e esclarecer umas coisas. Ela disse que não dava naqueles dias, mas que no fim de semana seguinte o marido dela ia levar o filho pra visitar a avó a umas horas de distância de Los Angeles, e como ela e a sogra não se davam bem, ela ia ficar, e que talvez nesse dia a gente pudesse sair pra comer algo. E me deixou saber que uns dias depois desse fim de semana seria o aniversário dela, e que eu não esquecesse de levar um presentinho. Queria surpreendê-la com um presente que a fizesse se sentir especial e que me desse, finalmente, a chave pra abrir. Essas pernas... Haha. Flores e essas coisas não iam rolar, já que ela é casada e tal. Aí me veio a ideia e mandei pro escritório dela um ursinho de pelúcia numa caixa, junto com um vale-presente da Victoria's Secret (ela tinha me falado que amava aquilo em uma das mensagens eróticas que a gente trocou) e escrevi um bilhete pedindo que o presente era pra ela, mas que tudo que comprasse teria que usar pra mim no dia do nosso encontro (o bilhete era direto e eu arriscava ela dizer não e cancelar tudo). Ela não disse que não, só falou que ficava com vergonha, mas que ia pensar — então, já que não negou, era lucro. Os dias foram passando devagar, esperando a data tão desejada, e combinamos de jantar num sábado num restaurante bem chique perto da minha casa. Eu não tirava os olhos do celular, esperando a hora chegar. Cheguei no restaurante uns 10 minutos antes do combinado pra tomar um drink antes dela aparecer, e o bartender me conhecia bem porque eu frequentava o bar direto — um drink virou cinco. Passou mais de uma hora do horário marcado, e ela me mandou uma mensagem dizendo que não ia rolar porque tinha se arrependido. Paguei a conta e, saindo do bar em direção ao estacionamento, vi ela linda, toda arrumada e maquiada, sentada no carro, curvada olhando o celular como se estivesse viajando. Cheguei perto, bati no vidro, e ela levantou a cara, dando um pulo de susto por não ter me visto chegando. Ela me pede desculpas e diz que precisa ir, que isso não pode estar acontecendo. Mas eu abro a porta, estendo a mão pra ela descer, tiro as chaves, tranco o carro e levo ela pela mão até o restaurante. Ela tava um espetáculo com um vestido preto justinho e um decote que deixava ver aqueles peitos lindos, e umas sandálias altas que realçavam aquela bunda redonda — dava até pra ver a marca de uma calcinha fio dental de renda por baixo do vestido. Quase na entrada do restaurante, ela me puxa pelo braço e fala: melhor a gente ir pra outro lugar onde não tivesse tanta gente. E esse foi o sinal que eu precisava. Virei e fui pro meu carro com ela de mão dada, e ela disse que precisava pegar a bolsa dela, foi rápido até o carro dela, e eu fiquei parado esperando e observando aquele rebolado gostoso de vai e vem. A gente foi embora e eu levei ela direto pra um motel conhecido que eu frequentava sempre, porque mesmo sendo solteiro, nunca gostei de levar mulher pra minha casa. Entramos no motel e ela tava super nervosa, as pernas tremiam igual vara verde, como se soubesse o que ia rolar. Falei pra ela ficar à vontade e que voltava em alguns minutos. Disse que ia dar uma passada numa loja de bebida que ficava bem do lado do motel e trazia um vinho pra brindar. Quando tava fechando a porta, perguntei se ela tinha trazido o presente dela pra modelar pra mim, e ela só virou a cara pra mim, sorriu e ficou vermelha ao mesmo tempo. Voltei 10 minutos depois com uma garrafa de chardonnay e dois copos de plástico improvisados que achei na loja. Quando entro no quarto, vejo a porta do banheiro fechada e a luz acesa. Passam uns 10 minutos e ela não sai. Bato na porta e pergunto se tá tudo bem, ela não responde, e eu me dei a liberdade de abrir a porta. Quando ouço que entrei, percebo que ela tá com um conjunto lindo de babydoll de renda preta e uma calcinha fio dental minúscula que fica uma delícia. Ela tenta se esconder um pouco atrás da cortina do chuveiro, mas eu puxo ela pela mão e ao mesmo tempo dou uma volta completa nela. Quando ela fica de frente pra mim de novo, dou um beijo longo, que a princípio ela não cede, mas depois de alguns segundos, ela mesma enche de paixão. A gente se beija por um bom tempo e ao mesmo tempo vou guiando ela devagar até a cama. Deito ela e começo a beijar desde o pescoço dela, devagarinho, até chegar nos peitos perfeitos dela, e mordo e beijo por cima e por baixo do babydoll. Ao mesmo tempo, começo a percorrer a buceta com meus dedos e ao passar pela calcinha fio dental encontro uma completamente depilada e molhada rachadinha. Eventualmente cheguei até ela com minha boca e já totalmente entregue, Janeth geme de prazer, tanto que acho que dava pra ouvir em todo o andar. Depois de saborear essa buceta suculenta, virei ela e coloco de quatro, e ela pensando que eu ia penetrar, me pede pra usar proteção, mas essa não era minha intenção ainda. Passei a língua no cu dela e pude ver como o corpo dela se contraiu e a pele arrepiou, e ela me disse que aquilo era novo pra ela, e continuei por mais alguns minutos até sentir que ela já ia gozar, e com a língua no buraco dela e uma mão brincando com o clitóris, ela deu uns gritos quase de terror e gozou de um jeito tão forte que deixou a cama inundada, depois de um grande show de squirt na minha cara, que nem ela mesma sabia como aconteceu. Deixei ela descansar não mais que uns 2 minutos e deitei ela na cama molhada. Tirei minha roupa rapidamente e antes que ela tivesse tempo de me pedir pra colocar proteção, enfiei até o fundo com a ajuda de como ela ainda estava molhada. Fiz ela gozar mais duas vezes e ela me pediu pra não gozar dentro dela por causa do risco de engravidar, mas eu disse pra ela não se preocupar, sem ela saber o que eu tinha planejado. Peguei ela pela mão e levei até um sofá, coloquei ela de quatro nele, e quando comecei a salivar o cu dela, ela percebeu minhas intenções e me pediu pra não fazer porque nunca tinha feito por ali e que ia doer muito. Eu liguei muito pouco pro que ela pediu e continuei na minha. E ela dizia que não, mas não oferecia resistência nenhuma. Devagarzinho fui colocando meu pau, que não é muito comprido, só 12cm, mas é bem grosso, e ela reclamava de dor, mas depois de um tempo, já com toda a carne dentro até as bolas, os gemidos de dor foram mudando pra gritos de prazer, e depois que ela gozou pelo menos três vezes com tudo. e squirts, chegou minha vez e descarreguei todo meu gozo dentro do reto dela com toda minha força, mais excitado do que nunca pela visão daquele par de bundas e uma linda lingerie que, mais que um presente pra ela, foi um presente pra mim mesmo, me dando essa vista incrível. Depois de algumas horas dormindo, levantamos e nos vestimos. Saímos e ela mal conseguia sentar depois daquela trepada violenta. Levei ela de volta pro carro dela e desde então ela virou minha putinha pessoal por vários anos. Transformei ela numa verdadeira expert. Hoje moramos em cidades distantes, mas nos vemos uma vez por ano pra relembrar os velhos tempos e deixar camas de hotel completamente encharcadas com seus squirts extensos.
A- Me diz, o que é tão importante? Aconteceu alguma coisa?
J- Quero me desculpar por ter sido meio grossa com você no dia que você ligou.
A- Não se preocupa, não precisa se desculpar. Mas já que você tocou no assunto...
J- É que o Raul (o marido dela) é um homem muito ciumento e não gostou nada que você ligou quando viu o identificador de chamadas.
A- Deixa eu adivinhar!! Ele tá com ciúme.
J- Sim, é que ele é muito inseguro e, pra ser sincera, ele não gosta de você, e imagino que seja porque sua personalidade é totalmente oposta.
A- Não entendi o que você quer dizer.
J- É que você parece ser uma pessoa muito segura do que faz e amigável com todo mundo.
A- Entendi. Então não vou mais te ligar. Tudo relacionado ao time a gente conversa aqui e assim não te causo problema em casa.
J- Claro que pode me ligar, só faz em horário de trabalho (horário comercial) e tá tudo certo.
Quando ela disse isso, virou e me olhou nos olhos rapidamente com um olhar e um sorriso disfarçado de vergonha, mas muito safado. Dias depois, estando no meu escritório, vejo que chega uma mensagem de texto de Janeth, primeiro cumprimentando e depois perguntando umas merdas sem noção e sem relação com o esporte dos pequenos. E assim foi, todo santo dia, pelas semanas seguintes. Enquanto nos jogos e treinos ela se mostrava séria na frente do marido, mas amigável e simples na ausência dele. Numa segunda de manhã, pouco depois de chegar no escritório, recebo uma mensagem dela dizendo que na noite anterior teve uma briga enorme com o marido e me enche de detalhes sobre o relacionamento deles, que na real não me importavam, mas uma coisa ficou bem gravada na minha cabeça. Ela revelou que ela e o marido não tinham nenhum tipo de relação de casal (que desprezo, pensei), e tudo por causa do marido ter problemas sérios com drogas e, consequentemente, problemas no relacionamento, como ela me contava. Eu dei uns conselhos pra ver se melhorava a relação deles (quem era eu pra dar esse tipo de conselho), mas na real eu decidi e me propus que era hora de consolar ela do jeito que ela merecia. Continuamos com nossas trocas de mensagens diárias de rotina, que eu fui aumentando o nível (sexualmente falando), mas tomando cuidado pra não ser vulgar ou grosseiro, pensando que era só questão de tempo até as coisas rolarem do jeito que eu vinha planejando. Quando vi que ela começou a participar e, longe de se assustar, me contou algumas experiências sexuais dela (bem bestas, por sinal, por falta de experiência), e eu contei muitas das minhas, esperando que ela se excitesse e se tocasse ao pensar nelas. E pra minha surpresa, foi exatamente isso que aconteceu, e eu sei porque ela mesma confessou. Depois dessa última troca de textos reveladores, ela não me escreveu por vários dias, e quando eu a via nos treinos, só me cumprimentava sem olhar na minha cara, e mesmo quando o marido não estava, ela se mantinha distante. Até que me decidi e, um dia, mais ou menos sabendo a hora que ela saía pra almoçar, liguei pra ela: J- Oi. Como você tá? Que estranho você ligar, normalmente manda mensagem. A- Oi. Tá ocupada? Podemos conversar? Uns minutos? J- Tô saindo do banco. Vou pegar algo pra comer na cafeteria da frente. Mas me fala. A- É que hoje tenho algo pra te dizer e acho melhor conversar do que ficar mandando texto, mesmo que o ideal fosse pessoalmente, sei que não dá. Não vou te tomar muito tempo, só queria me desculpar pelas mensagens daquele dia. Acho que passei do ponto e me desculpa se te ofendi. J- Não, de jeito nenhum. Não me ofendeu nem um pouco, eu também dei corda pra conversa chegar até ali. Mas a verdadeira razão de eu ter me mantido distante é que me sinto atraída por você e acho que, sendo uma mulher casada, não posso fazer isso. A- Entendo e não se preocupa, esse assunto não vai ser tocado de novo. J- Obrigada por entender e a gente se vê depois. Depois dessa ligação, eu sabia que, mesmo ela se fazendo de santa e batendo no peito, já tinha compartilhado umas coisas comigo que me tornavam cúmplice dela, e eu tinha certeza de que ela tava esperando minha investida. Era só questão de tempo. A gente se via nos jogos e treinos dos pequenos, e os olhares entre nós dois eram intensos, imagino que várias pessoas perceberam, era impossível não notar. Vendo ela tão gostosa, me decidi e me aproximei, e do nada falei como ela tava linda. Ela corou e me agradeceu. Quando surgiu uma oportunidade e não tinha ninguém por perto, falei que precisava vê-la em outro lugar, a sós, pra poder conversar e esclarecer umas coisas. Ela disse que não dava naqueles dias, mas que no fim de semana seguinte o marido dela ia levar o filho pra visitar a avó a umas horas de distância de Los Angeles, e como ela e a sogra não se davam bem, ela ia ficar, e que talvez nesse dia a gente pudesse sair pra comer algo. E me deixou saber que uns dias depois desse fim de semana seria o aniversário dela, e que eu não esquecesse de levar um presentinho. Queria surpreendê-la com um presente que a fizesse se sentir especial e que me desse, finalmente, a chave pra abrir. Essas pernas... Haha. Flores e essas coisas não iam rolar, já que ela é casada e tal. Aí me veio a ideia e mandei pro escritório dela um ursinho de pelúcia numa caixa, junto com um vale-presente da Victoria's Secret (ela tinha me falado que amava aquilo em uma das mensagens eróticas que a gente trocou) e escrevi um bilhete pedindo que o presente era pra ela, mas que tudo que comprasse teria que usar pra mim no dia do nosso encontro (o bilhete era direto e eu arriscava ela dizer não e cancelar tudo). Ela não disse que não, só falou que ficava com vergonha, mas que ia pensar — então, já que não negou, era lucro. Os dias foram passando devagar, esperando a data tão desejada, e combinamos de jantar num sábado num restaurante bem chique perto da minha casa. Eu não tirava os olhos do celular, esperando a hora chegar. Cheguei no restaurante uns 10 minutos antes do combinado pra tomar um drink antes dela aparecer, e o bartender me conhecia bem porque eu frequentava o bar direto — um drink virou cinco. Passou mais de uma hora do horário marcado, e ela me mandou uma mensagem dizendo que não ia rolar porque tinha se arrependido. Paguei a conta e, saindo do bar em direção ao estacionamento, vi ela linda, toda arrumada e maquiada, sentada no carro, curvada olhando o celular como se estivesse viajando. Cheguei perto, bati no vidro, e ela levantou a cara, dando um pulo de susto por não ter me visto chegando. Ela me pede desculpas e diz que precisa ir, que isso não pode estar acontecendo. Mas eu abro a porta, estendo a mão pra ela descer, tiro as chaves, tranco o carro e levo ela pela mão até o restaurante. Ela tava um espetáculo com um vestido preto justinho e um decote que deixava ver aqueles peitos lindos, e umas sandálias altas que realçavam aquela bunda redonda — dava até pra ver a marca de uma calcinha fio dental de renda por baixo do vestido. Quase na entrada do restaurante, ela me puxa pelo braço e fala: melhor a gente ir pra outro lugar onde não tivesse tanta gente. E esse foi o sinal que eu precisava. Virei e fui pro meu carro com ela de mão dada, e ela disse que precisava pegar a bolsa dela, foi rápido até o carro dela, e eu fiquei parado esperando e observando aquele rebolado gostoso de vai e vem. A gente foi embora e eu levei ela direto pra um motel conhecido que eu frequentava sempre, porque mesmo sendo solteiro, nunca gostei de levar mulher pra minha casa. Entramos no motel e ela tava super nervosa, as pernas tremiam igual vara verde, como se soubesse o que ia rolar. Falei pra ela ficar à vontade e que voltava em alguns minutos. Disse que ia dar uma passada numa loja de bebida que ficava bem do lado do motel e trazia um vinho pra brindar. Quando tava fechando a porta, perguntei se ela tinha trazido o presente dela pra modelar pra mim, e ela só virou a cara pra mim, sorriu e ficou vermelha ao mesmo tempo. Voltei 10 minutos depois com uma garrafa de chardonnay e dois copos de plástico improvisados que achei na loja. Quando entro no quarto, vejo a porta do banheiro fechada e a luz acesa. Passam uns 10 minutos e ela não sai. Bato na porta e pergunto se tá tudo bem, ela não responde, e eu me dei a liberdade de abrir a porta. Quando ouço que entrei, percebo que ela tá com um conjunto lindo de babydoll de renda preta e uma calcinha fio dental minúscula que fica uma delícia. Ela tenta se esconder um pouco atrás da cortina do chuveiro, mas eu puxo ela pela mão e ao mesmo tempo dou uma volta completa nela. Quando ela fica de frente pra mim de novo, dou um beijo longo, que a princípio ela não cede, mas depois de alguns segundos, ela mesma enche de paixão. A gente se beija por um bom tempo e ao mesmo tempo vou guiando ela devagar até a cama. Deito ela e começo a beijar desde o pescoço dela, devagarinho, até chegar nos peitos perfeitos dela, e mordo e beijo por cima e por baixo do babydoll. Ao mesmo tempo, começo a percorrer a buceta com meus dedos e ao passar pela calcinha fio dental encontro uma completamente depilada e molhada rachadinha. Eventualmente cheguei até ela com minha boca e já totalmente entregue, Janeth geme de prazer, tanto que acho que dava pra ouvir em todo o andar. Depois de saborear essa buceta suculenta, virei ela e coloco de quatro, e ela pensando que eu ia penetrar, me pede pra usar proteção, mas essa não era minha intenção ainda. Passei a língua no cu dela e pude ver como o corpo dela se contraiu e a pele arrepiou, e ela me disse que aquilo era novo pra ela, e continuei por mais alguns minutos até sentir que ela já ia gozar, e com a língua no buraco dela e uma mão brincando com o clitóris, ela deu uns gritos quase de terror e gozou de um jeito tão forte que deixou a cama inundada, depois de um grande show de squirt na minha cara, que nem ela mesma sabia como aconteceu. Deixei ela descansar não mais que uns 2 minutos e deitei ela na cama molhada. Tirei minha roupa rapidamente e antes que ela tivesse tempo de me pedir pra colocar proteção, enfiei até o fundo com a ajuda de como ela ainda estava molhada. Fiz ela gozar mais duas vezes e ela me pediu pra não gozar dentro dela por causa do risco de engravidar, mas eu disse pra ela não se preocupar, sem ela saber o que eu tinha planejado. Peguei ela pela mão e levei até um sofá, coloquei ela de quatro nele, e quando comecei a salivar o cu dela, ela percebeu minhas intenções e me pediu pra não fazer porque nunca tinha feito por ali e que ia doer muito. Eu liguei muito pouco pro que ela pediu e continuei na minha. E ela dizia que não, mas não oferecia resistência nenhuma. Devagarzinho fui colocando meu pau, que não é muito comprido, só 12cm, mas é bem grosso, e ela reclamava de dor, mas depois de um tempo, já com toda a carne dentro até as bolas, os gemidos de dor foram mudando pra gritos de prazer, e depois que ela gozou pelo menos três vezes com tudo. e squirts, chegou minha vez e descarreguei todo meu gozo dentro do reto dela com toda minha força, mais excitado do que nunca pela visão daquele par de bundas e uma linda lingerie que, mais que um presente pra ela, foi um presente pra mim mesmo, me dando essa vista incrível. Depois de algumas horas dormindo, levantamos e nos vestimos. Saímos e ela mal conseguia sentar depois daquela trepada violenta. Levei ela de volta pro carro dela e desde então ela virou minha putinha pessoal por vários anos. Transformei ela numa verdadeira expert. Hoje moramos em cidades distantes, mas nos vemos uma vez por ano pra relembrar os velhos tempos e deixar camas de hotel completamente encharcadas com seus squirts extensos.
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