Fala aí! Bem-vindo à terceira parte dessa saga onde conto minha vida sexual com minha irmãzinha mais nova, minha parceira de tantas aventuras... Pra quem acabou de chegar, deixo aqui as primeiras partes pra ficarem por dentro. Saudações, curtam e compartilhem!http://www.poringa.net/posts/relatos/3166521/Sexualidad-y-familia-Parte-I.htmlSegunda Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3169260/Sexualidad-y-familia-Parte-II.htmlQuarta Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3177415/Sexualidad-y-Familia-Parte-IV.htmlBom, vocês já conhecem mais ou menos a história e como a coisa funciona. Essa é a terceira parte dessa saga e o que vou fazer aqui é juntar algumas experiências isoladas que foram rolando no meio do que foi o começo, que já contei nos outros posts, e o que foi acontecendo depois. Porque conforme a gente ia fazendo esses jogos, tenho certeza que meus pais foram notando umas coisas suspeitas, tipo a gente sumir junto, ou sei lá, a parada era que éramos crianças, irmãos, fazendo coisas proibidas, que acho que meus pais foram desconfiando e, aos poucos e na disfarçada, foram tentando evitar que a gente continuasse fazendo.
Teve até uma vez que a gente tava no quarto, um de frente pro outro, de calça arriada, olhando as partes íntimas um do outro, lembro que num momento peço, meio com gestos, pra deixar eu tocar a buceta dela, aí ela fala meio com medo que sim, e eu fui... Foi lindo. Foram dois segundos em que levei minha mão até a virilha dela, apoiei dois ou três dedos nos lábios da buceta dela, perto do buraco sexual digamos, e rápida e suavemente acariciei a pele dela, os lábios, de "baixo" pra "cima", uma vez, e tirei a mão. Meu pau endureceu na hora e esquentou pra caralho. Foi tudo na hora certa, porque na mesma hora ouvimos um barulho lá fora, e quando a gente terminou de subir a calça, entra minha mãe perguntando: "O que vocês estão fazendo?". Obviamente a gente se fez de besta e acabou ali. Lembrem que nessa época eu já tava completamente interessado e curioso sobre o que era uma buceta.
Alternativamente, teve um dia que entrei no banheiro e vi pelo reflexo o corpo pelado da minha mãe... De frente, então vi um peito e a buceta dela, peluda. A verdade é que mais do que me excitar, foi um evento traumático kkkk mas de alguma forma reforçou minha vontade de conhecer a fundo a buceta da minha irmã (soa muito engraçado).
Resumindo a história, Eventualmente, não sei quando, a gente criou um novo jogo que era de novo sobre nós dois deitados numa cama, mas dessa vez não tinha a fantasia da mamãe urso nem nada do tipo. A gente era só dois irmãos que dormiam na mesma cama. A gente aproveitava muito a cama dos nossos pais quando eles não estavam, porque era maior. Então a gente se deitava os dois, pra ver um filme ou qualquer desculpa que a gente tivesse. A parada era sempre a mesma, a gente se deitava inocente, de roupa. Logo eu baixava minha calça ou de um jeito ou de outro tirava meu pau pra fora e me masturbava um pouco, "disfarçado" pra ela não perceber... Tipo isso. Questão é que ela percebia na hora também e agia de acordo. Como? Por exemplo, se aproximava um pouco de mim... Ou tirava a calça dela dizendo que tava com calor... Ou então falava que ia dormir e virava de bruços, me dando as costas, digamos. E eu ali fazia minhas coisas. Sempre debaixo dos lençóis, às vezes encostava meu pau na pele dela... Aí roçava minha glande nas nádegas dela... Tudo muito tímido e mal sabendo o que a gente tava fazendo.
Mas isso não era muito comum. O mais normal era eu começar a tocar ela. Um pouco na bunda e nas nádegas dela, mas como vocês sabem, nessa época eu também me interessava pela buceta dela, então passava muito tempo ali. Eu acariciava ela... Aproximava meu rosto, cheirava. Dava uns beijos nela (sempre nos lábios externos, claro, uma buceta era um mistério pra mim naquela época). Mas o que eu mais fazia era tocar ela com meus dedos. Por fora, por volta, no meio, por dentro dos lábios externos dela. Sentia pela primeira vez o fluxo dela, pegajoso e quente, que eu não fazia a menor ideia do que era, mas me deixava com um tesão do caralho. Eu tocava um pouco, acariciava a buceta dela por dentro, insistindo que não fazia a menor ideia do que tava fazendo. Cheirava meus próprios dedos e ficava ainda mais excitado, ou então chupava eles direto. Tudo em silêncio, sempre com a luz apagada e a única coisa que se ouvia era a TV. A última vez que fizemos, eu tava enfiando os dedos nela, mexendo tudo lá dentro da pussy dela, enchendo minha mão com os fluidos dela, suando de tesão e do calor que fazia debaixo dos lençóis. Foi a última vez que fizemos porque num instante entrou minha mãe dizendo "Que cheiro que tem aqui, saiam por favor". Nessa hora eu entendi que minha mãe sabia ou tava cada vez mais certa do que rolava entre a gente.
Por um tempo, depois que trocamos de quartos e agora dormíamos num no andar de cima, que sempre tava vazio, a gente se acostumou a se encontrar lá pra brincar. Entrava, fechava a porta, mas com a luz acesa agora, e a gente ficava pelado. Brincava de nada, de qualquer coisa, mas pelados. Já era quase um costume. Lembro claramente da primeira vez que fiz ela sentar na cama, dobrar as pernas pra segurar os joelhos contra o peito, e ter na minha frente a pussy e o cu dela, abertos só pra mim. Lembro de dar uns beijos, só com lábios, sem língua, um pouco na pussy dela de cima pra baixo, um pouco nas pernas/coxas dela, nas nádegas, até o cu dela que pra mim era o mais gostoso. Bom, dei uns quantos beijos, e por curiosidade peguei um giz de cera, e enfiei um pouquinho, bem devagar, na pussy. Nenhum dos dois sabia o que tava fazendo, mas a gente curtia pra caralho. Ouvi um gemidinho bem baixinho quando enfiei o giz quase todo. Naquela época eu não sabia o que era gemer, então achei que tinha machucado ela e tirei rápido. Ela desceu da cama pra fazer sei lá o que e eu aproximei meu pau das mãos dela. Ela meio enojada se afastou, e começou uma brincadeira onde eu corria atrás dela segurando meu pau e ela fugia de mim. Essa brincadeira terminou comigo prendendo ela contra a cama, os dois rindo muito, e meu pau completamente duro se esfregando, com o movimento, nas pernas dela. Ela de bruços e eu por cima dela, fazendo tipo cócegas um no outro, enquanto meu pau roçava direto na bunda dela, a ponto de em um momento eu encaixar ele entre as pernas dela, e no vai e vem dos movimentos, acabei gozando na perna dela toda. Ela não entendeu o que tinha acontecido e meio que se assustou um pouco, ou sei lá, ficou com vergonha.
Uma das cenas mais lindas que vivemos juntos foi uma tarde em que estávamos em casa sozinhos no meu quarto, com a minha mãe na cozinha ou na sala, não lembro. A gente tinha colocado o colchão na sala principal pra ver um filme, não lembro qual. O filme era só uma desculpa. Uns minutos depois de começar o filme, estávamos os dois de barriga pra cima, um do lado do outro, e eu abraçando ela por baixo do pescoço. Tipo, estávamos abraçados vendo TV, deitados, feito um casalzinho. Ela tinha uma das pernas por cima das minhas, quase apoiando a carne da bunda dela na minha cintura, por assim dizer (espero que dê pra entender). Dessa vez — escrevo isso e já fico todo excitado — enquanto eu acariciava um pouco o cabelo dela, ela acariciava meu abdômen. Ela fazia movimentos bem suaves, com a ponta de dois dedos roçando a pele que aparecia logo acima da minha calça. O movimento era horizontal e constante. Eu ficava muito excitado, precisava que a mão dela tocasse meu pau. Então comecei a me mexer devagar, tipo pra que a mão dela, em vez de acariciar minha barriga, chegasse na minha virilha. Aos poucos fui conseguindo, enquanto ainda acariciava o cabelo dela, um pouco o rosto, a orelha, o pescoço... Eu ia me deslocando até que a mão dela fazia o mesmo trajeto, mas por cima da minha calça, quase me masturbando. Nisso, minha mão esquerda começava a se aproximar da dela pra pegar e ajudar no movimento, enquanto minha mão direita agora passeava pelos ombros dela, pelo peito... Já éramos uns adolescentes mais crescidos e ela tinha desenvolvido umas tetas lindas que eu tava doido pra chuparrrr. Então chegou o ponto em que peguei a mão dela e eu guiei ela pra segurar meu pau por cima da calça e começar a masturbar ele. Aiii, que gostoso que tava. Era a primeira vez que outra pessoa me masturbava, e tava incrivelmente gostoso. Enquanto isso, eu tinha conseguido tirar um dos peitos dela por cima do decote e tinha aproximado muito o rosto dele, porque me dava uma tentação danada. O tesão era muito intenso, nós dois em silêncio, fingindo que tava vendo um filme mas na real nos tocando e nos explorando um ao outro enquanto nossa mãe andava por ali e podia entrar a qualquer momento...
Ali estávamos nós. Ela já com os dois peitos pra fora, e eu com meu pau também pra fora da calça. Ela tinha enrolado toda a minha haste com os cinco dedos, a mão quentinha dela, morninha, me dava um prazer imenso. A mão dela descia e subia, já não guiada pela minha, que só descansava no colchão. Ela continuava me masturbando enquanto eu massageava um peito e chupava o outro. Manos... não consigo explicar. Deve ter sido um dos momentos em que senti mais tesão na minha vida. Eu chupava como dava, ela me masturbava como dava... Éramos crianças... Mas a vontade era muito intensa, os barulhos e os cheiros muito novos. Tava um calor do caralho. Chegando num certo ponto de tesão, eu me virei de lado pra ficar de frente pra ela. Ela continuou me masturbando já com a ponta do meu pau roçando a cintura dela. Meu rosto colado no dela, dando beijo na bochecha, os dois suando pra caralho. Ela ainda de barriga pra cima... Mas a vontade era tanta, que aos poucos eu manipulei o corpo dela pra ficarmos ambos de conchinha. Minhas duas mãos atacavam os peitos dela, os peitos jovens dela, pela primeira vez amassados, dessa vez pelo irmão mais velho. Eu tava praticamente em cima dela, apertando ela contra a parede do quarto onde a cama encostava. Nesse ponto ela já não me masturbava mais, tinha as duas mãos em qualquer lugar, enquanto eu colocava meu pau entre as pernas dela pra me esfregar. A bunda dela... apertava contra minha pélvis, os pelos dela super suados contra o rosto, que eu não conseguia ver. A luz apagada, a TV ainda passando um filme que nem sabíamos do que se tratava. A camiseta dela desarrumada, com os dois peitos pra fora e boa parte das costas descoberta. A calça e a calcinha dela puxadas até abaixo dos joelhos. O corpo dela de lado, recebendo todo o meu carinho. Eu dizia coisas que não lembro. Ela se masturbava entre as pernas ou com as mãos, eu apertava, acariciava e amassava os dois peitos dela, um de cada vez. Uma mão dela agora se escondia entre as pernas pra se dar prazer. Aquela brincadeira terminou mais uma vez, eu gozando sobre a bunda toda dela e a parte de baixo das costas. Via meu sêmen, que ainda era meio novo pra mim, percorrer toda a carne da bunda dela. Se mover devagar e cair no colchão, depois de ter acariciado as nádegas e a pele dela. A imagem da bunda da minha irmã toda suada e cheia do meu sêmen é algo que nunca vou esquecer, e aquela situação em particular foi e é material pra muitas das minhas punhetas.
Assim, várias cenas se repetiram... Outras muito parecidas que não vale a pena contar, mas vocês já pegaram a ideia... Mas teve uma vez em especial, que a gente tava brincando assim no nosso quarto, num aniversário de família, não lembro de quem, na nossa casa. Dessa vez a gente brincava de algo parecido com a da mamãe urso, na cama dela. O negócio é que nessa vez, num momento em que eu tava mordendo um pouco as nádegas dela (amava fazer isso porque dava uma espécie de cócegas nela), olhei pra porta e vi que um primo nosso tava nos espiando...
E é assim que quero apresentar meu primo nessa história, mesmo que seja por um tempinho.
Porque foi uns vários meses depois dessa situação, que um dia a gente se juntou como tantas outras vezes no sítio dos meus avós, a família toda... irmãos, primos... e os adultos. O sítio tinha o campo em si, com muitas árvores, um campo de futebol, um quiosque e uma piscina, e bom, do outro lado a casa em si. Isso foi num verão, e várias coisas rolaram. Num certo ponto dessa história, meu primo Gabriel, da minha idade, acaba virando, pelo menos por um tempo, também protagonista da parada. É tipo uma virada de chave... Que mudou tudo. Mas vou deixar pra outro post, porque desse verão tem material pra caralho e... bom, é realmente o verão que deu uma reviravolta foda na minha vida, na da minha irmã, e na de alguns outros... Valeu, e até a próxima. Compartilhem!!
Só avisando de passagem que, por causa da intensidade das cenas que vou contar no próximo capítulo, é capaz que eu demore um pouco mais pra escrever... Principalmente porque tô meio na correria com provas e tal. Mas garanto que vale a pena esperar, então fiquem ligados!!!
Teve até uma vez que a gente tava no quarto, um de frente pro outro, de calça arriada, olhando as partes íntimas um do outro, lembro que num momento peço, meio com gestos, pra deixar eu tocar a buceta dela, aí ela fala meio com medo que sim, e eu fui... Foi lindo. Foram dois segundos em que levei minha mão até a virilha dela, apoiei dois ou três dedos nos lábios da buceta dela, perto do buraco sexual digamos, e rápida e suavemente acariciei a pele dela, os lábios, de "baixo" pra "cima", uma vez, e tirei a mão. Meu pau endureceu na hora e esquentou pra caralho. Foi tudo na hora certa, porque na mesma hora ouvimos um barulho lá fora, e quando a gente terminou de subir a calça, entra minha mãe perguntando: "O que vocês estão fazendo?". Obviamente a gente se fez de besta e acabou ali. Lembrem que nessa época eu já tava completamente interessado e curioso sobre o que era uma buceta.
Alternativamente, teve um dia que entrei no banheiro e vi pelo reflexo o corpo pelado da minha mãe... De frente, então vi um peito e a buceta dela, peluda. A verdade é que mais do que me excitar, foi um evento traumático kkkk mas de alguma forma reforçou minha vontade de conhecer a fundo a buceta da minha irmã (soa muito engraçado).
Resumindo a história, Eventualmente, não sei quando, a gente criou um novo jogo que era de novo sobre nós dois deitados numa cama, mas dessa vez não tinha a fantasia da mamãe urso nem nada do tipo. A gente era só dois irmãos que dormiam na mesma cama. A gente aproveitava muito a cama dos nossos pais quando eles não estavam, porque era maior. Então a gente se deitava os dois, pra ver um filme ou qualquer desculpa que a gente tivesse. A parada era sempre a mesma, a gente se deitava inocente, de roupa. Logo eu baixava minha calça ou de um jeito ou de outro tirava meu pau pra fora e me masturbava um pouco, "disfarçado" pra ela não perceber... Tipo isso. Questão é que ela percebia na hora também e agia de acordo. Como? Por exemplo, se aproximava um pouco de mim... Ou tirava a calça dela dizendo que tava com calor... Ou então falava que ia dormir e virava de bruços, me dando as costas, digamos. E eu ali fazia minhas coisas. Sempre debaixo dos lençóis, às vezes encostava meu pau na pele dela... Aí roçava minha glande nas nádegas dela... Tudo muito tímido e mal sabendo o que a gente tava fazendo.
Mas isso não era muito comum. O mais normal era eu começar a tocar ela. Um pouco na bunda e nas nádegas dela, mas como vocês sabem, nessa época eu também me interessava pela buceta dela, então passava muito tempo ali. Eu acariciava ela... Aproximava meu rosto, cheirava. Dava uns beijos nela (sempre nos lábios externos, claro, uma buceta era um mistério pra mim naquela época). Mas o que eu mais fazia era tocar ela com meus dedos. Por fora, por volta, no meio, por dentro dos lábios externos dela. Sentia pela primeira vez o fluxo dela, pegajoso e quente, que eu não fazia a menor ideia do que era, mas me deixava com um tesão do caralho. Eu tocava um pouco, acariciava a buceta dela por dentro, insistindo que não fazia a menor ideia do que tava fazendo. Cheirava meus próprios dedos e ficava ainda mais excitado, ou então chupava eles direto. Tudo em silêncio, sempre com a luz apagada e a única coisa que se ouvia era a TV. A última vez que fizemos, eu tava enfiando os dedos nela, mexendo tudo lá dentro da pussy dela, enchendo minha mão com os fluidos dela, suando de tesão e do calor que fazia debaixo dos lençóis. Foi a última vez que fizemos porque num instante entrou minha mãe dizendo "Que cheiro que tem aqui, saiam por favor". Nessa hora eu entendi que minha mãe sabia ou tava cada vez mais certa do que rolava entre a gente.
Por um tempo, depois que trocamos de quartos e agora dormíamos num no andar de cima, que sempre tava vazio, a gente se acostumou a se encontrar lá pra brincar. Entrava, fechava a porta, mas com a luz acesa agora, e a gente ficava pelado. Brincava de nada, de qualquer coisa, mas pelados. Já era quase um costume. Lembro claramente da primeira vez que fiz ela sentar na cama, dobrar as pernas pra segurar os joelhos contra o peito, e ter na minha frente a pussy e o cu dela, abertos só pra mim. Lembro de dar uns beijos, só com lábios, sem língua, um pouco na pussy dela de cima pra baixo, um pouco nas pernas/coxas dela, nas nádegas, até o cu dela que pra mim era o mais gostoso. Bom, dei uns quantos beijos, e por curiosidade peguei um giz de cera, e enfiei um pouquinho, bem devagar, na pussy. Nenhum dos dois sabia o que tava fazendo, mas a gente curtia pra caralho. Ouvi um gemidinho bem baixinho quando enfiei o giz quase todo. Naquela época eu não sabia o que era gemer, então achei que tinha machucado ela e tirei rápido. Ela desceu da cama pra fazer sei lá o que e eu aproximei meu pau das mãos dela. Ela meio enojada se afastou, e começou uma brincadeira onde eu corria atrás dela segurando meu pau e ela fugia de mim. Essa brincadeira terminou comigo prendendo ela contra a cama, os dois rindo muito, e meu pau completamente duro se esfregando, com o movimento, nas pernas dela. Ela de bruços e eu por cima dela, fazendo tipo cócegas um no outro, enquanto meu pau roçava direto na bunda dela, a ponto de em um momento eu encaixar ele entre as pernas dela, e no vai e vem dos movimentos, acabei gozando na perna dela toda. Ela não entendeu o que tinha acontecido e meio que se assustou um pouco, ou sei lá, ficou com vergonha.
Uma das cenas mais lindas que vivemos juntos foi uma tarde em que estávamos em casa sozinhos no meu quarto, com a minha mãe na cozinha ou na sala, não lembro. A gente tinha colocado o colchão na sala principal pra ver um filme, não lembro qual. O filme era só uma desculpa. Uns minutos depois de começar o filme, estávamos os dois de barriga pra cima, um do lado do outro, e eu abraçando ela por baixo do pescoço. Tipo, estávamos abraçados vendo TV, deitados, feito um casalzinho. Ela tinha uma das pernas por cima das minhas, quase apoiando a carne da bunda dela na minha cintura, por assim dizer (espero que dê pra entender). Dessa vez — escrevo isso e já fico todo excitado — enquanto eu acariciava um pouco o cabelo dela, ela acariciava meu abdômen. Ela fazia movimentos bem suaves, com a ponta de dois dedos roçando a pele que aparecia logo acima da minha calça. O movimento era horizontal e constante. Eu ficava muito excitado, precisava que a mão dela tocasse meu pau. Então comecei a me mexer devagar, tipo pra que a mão dela, em vez de acariciar minha barriga, chegasse na minha virilha. Aos poucos fui conseguindo, enquanto ainda acariciava o cabelo dela, um pouco o rosto, a orelha, o pescoço... Eu ia me deslocando até que a mão dela fazia o mesmo trajeto, mas por cima da minha calça, quase me masturbando. Nisso, minha mão esquerda começava a se aproximar da dela pra pegar e ajudar no movimento, enquanto minha mão direita agora passeava pelos ombros dela, pelo peito... Já éramos uns adolescentes mais crescidos e ela tinha desenvolvido umas tetas lindas que eu tava doido pra chuparrrr. Então chegou o ponto em que peguei a mão dela e eu guiei ela pra segurar meu pau por cima da calça e começar a masturbar ele. Aiii, que gostoso que tava. Era a primeira vez que outra pessoa me masturbava, e tava incrivelmente gostoso. Enquanto isso, eu tinha conseguido tirar um dos peitos dela por cima do decote e tinha aproximado muito o rosto dele, porque me dava uma tentação danada. O tesão era muito intenso, nós dois em silêncio, fingindo que tava vendo um filme mas na real nos tocando e nos explorando um ao outro enquanto nossa mãe andava por ali e podia entrar a qualquer momento...
Ali estávamos nós. Ela já com os dois peitos pra fora, e eu com meu pau também pra fora da calça. Ela tinha enrolado toda a minha haste com os cinco dedos, a mão quentinha dela, morninha, me dava um prazer imenso. A mão dela descia e subia, já não guiada pela minha, que só descansava no colchão. Ela continuava me masturbando enquanto eu massageava um peito e chupava o outro. Manos... não consigo explicar. Deve ter sido um dos momentos em que senti mais tesão na minha vida. Eu chupava como dava, ela me masturbava como dava... Éramos crianças... Mas a vontade era muito intensa, os barulhos e os cheiros muito novos. Tava um calor do caralho. Chegando num certo ponto de tesão, eu me virei de lado pra ficar de frente pra ela. Ela continuou me masturbando já com a ponta do meu pau roçando a cintura dela. Meu rosto colado no dela, dando beijo na bochecha, os dois suando pra caralho. Ela ainda de barriga pra cima... Mas a vontade era tanta, que aos poucos eu manipulei o corpo dela pra ficarmos ambos de conchinha. Minhas duas mãos atacavam os peitos dela, os peitos jovens dela, pela primeira vez amassados, dessa vez pelo irmão mais velho. Eu tava praticamente em cima dela, apertando ela contra a parede do quarto onde a cama encostava. Nesse ponto ela já não me masturbava mais, tinha as duas mãos em qualquer lugar, enquanto eu colocava meu pau entre as pernas dela pra me esfregar. A bunda dela... apertava contra minha pélvis, os pelos dela super suados contra o rosto, que eu não conseguia ver. A luz apagada, a TV ainda passando um filme que nem sabíamos do que se tratava. A camiseta dela desarrumada, com os dois peitos pra fora e boa parte das costas descoberta. A calça e a calcinha dela puxadas até abaixo dos joelhos. O corpo dela de lado, recebendo todo o meu carinho. Eu dizia coisas que não lembro. Ela se masturbava entre as pernas ou com as mãos, eu apertava, acariciava e amassava os dois peitos dela, um de cada vez. Uma mão dela agora se escondia entre as pernas pra se dar prazer. Aquela brincadeira terminou mais uma vez, eu gozando sobre a bunda toda dela e a parte de baixo das costas. Via meu sêmen, que ainda era meio novo pra mim, percorrer toda a carne da bunda dela. Se mover devagar e cair no colchão, depois de ter acariciado as nádegas e a pele dela. A imagem da bunda da minha irmã toda suada e cheia do meu sêmen é algo que nunca vou esquecer, e aquela situação em particular foi e é material pra muitas das minhas punhetas.
Assim, várias cenas se repetiram... Outras muito parecidas que não vale a pena contar, mas vocês já pegaram a ideia... Mas teve uma vez em especial, que a gente tava brincando assim no nosso quarto, num aniversário de família, não lembro de quem, na nossa casa. Dessa vez a gente brincava de algo parecido com a da mamãe urso, na cama dela. O negócio é que nessa vez, num momento em que eu tava mordendo um pouco as nádegas dela (amava fazer isso porque dava uma espécie de cócegas nela), olhei pra porta e vi que um primo nosso tava nos espiando...
E é assim que quero apresentar meu primo nessa história, mesmo que seja por um tempinho.
Porque foi uns vários meses depois dessa situação, que um dia a gente se juntou como tantas outras vezes no sítio dos meus avós, a família toda... irmãos, primos... e os adultos. O sítio tinha o campo em si, com muitas árvores, um campo de futebol, um quiosque e uma piscina, e bom, do outro lado a casa em si. Isso foi num verão, e várias coisas rolaram. Num certo ponto dessa história, meu primo Gabriel, da minha idade, acaba virando, pelo menos por um tempo, também protagonista da parada. É tipo uma virada de chave... Que mudou tudo. Mas vou deixar pra outro post, porque desse verão tem material pra caralho e... bom, é realmente o verão que deu uma reviravolta foda na minha vida, na da minha irmã, e na de alguns outros... Valeu, e até a próxima. Compartilhem!!
Só avisando de passagem que, por causa da intensidade das cenas que vou contar no próximo capítulo, é capaz que eu demore um pouco mais pra escrever... Principalmente porque tô meio na correria com provas e tal. Mas garanto que vale a pena esperar, então fiquem ligados!!!
3 comentários - Sexualidade e família (Parte III)
esperando con ganas los siguientes relatos
y si se pudiera fotos seria perfecto