Sexualidade e família (Parte II)

Beleza!! Tô começando a segunda parte dessa saga. Valeu por esperar, e espero que vocês curtam! Em breve, vou postando todas as partes! Abraços, compartilhem e favoriteiem!!
Pra quem não viu a primeira parte, recomendo começar por lá, esse é o link:

Primeira Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3166521/Sexualidad-y-familia-Parte-I.htmlTerceira Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3171976/Sexualidad-y-familia-Parte-III.htmlQuarta Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3177415/Sexualidad-y-Familia-Parte-IV.htmlJá tendo explicado como começou a parada com a Sabri, vou contando mais ou menos em ordem cronológica o desenrolar da nossa história. Digo mais ou menos porque não lembro de tudo na sequência, nem exatamente como foi, e enquanto penso em algumas coisas, outras vão se misturando no meio. Por exemplo, agora mesmo queria começar a escrever, mas dá que na minha frente, em outro quarto que dá pra ver daqui, tá minha irmã de calcinha tipo culote, azul clarinha, de renda, e uma regatinha, passando um creminho literalmente na bunda. Não dá pra ver a bunda porque ela tá de frente pra mim, mas a situação por si só já me deixa louco. Ela tá se esfregando em círculos enquanto olha a tela do computador. Passa um pouco também nas coxas, em movimentos de fora pra dentro. E agora há pouco levantou pra vestir a calça, aí eu me mexi um pouco pra trás pra ter uma visão melhor, mas não consegui ver direito. De qualquer forma, isso é meio estranho... Nunca soube direito qual é a posição dela em relação à minha vontade fudida de comer ela, que a essa altura ela já deve ter percebido, então situações como essa, dela passar creme na minha frente de calcinha e vestir a calça, quando a gente tá sozinho em casa (mamãe foi passear umas horas) e com a porta aberta... Não sei se é minha putaria, mas me dá a entender que ela quer me provocar. Outro dia já tinha rolado a situação de ficarmos sentados na cama dela, ela de toalha, por uns 30 minutos. São coisas que não costumavam acontecer muito, e aproveito esse parêntese talvez pra levantar a possibilidade que não tinha considerado até hoje, dela saber o quanto me excita, e fazer de propósito... Mas beleza, vou discutir isso outro dia, talvez em outro post dessa mesma saga. Essa é uma história principalmente sobre mim, e minha vontade em relação a ela. Vocês tirem suas próprias conclusões sobre o que ela sente ou pensa. De qualquer formas que acho que o desenvolvimento dessas aventuras pode acabar sendo interessante pra vocês.

Como eu tava dizendo, vou tentar contar mais ou menos em ordem as experiências que tive com ela. Depois dessa fase de primeiras brincadeiras entre mamãe-ursinho, a gente começou a se soltar um pouco mais no que a gente fazia. Eu me mostrei mais afim de repetir situações assim e ela sempre topava, ou quase sempre. A gente aproveitava, por exemplo, a hora do banho...

Quando ela tomava banho, e a mãe não via, porque não tava por perto ou tava dormindo, sei lá, eu entrava no banheiro com minha irmãzinha. Como a gente nunca explicitou nada do que fazia, nunca botou em palavras, tudo era sempre feito meio de mansinho e na disfarçada. Então eu entrava no banheiro, capaz que dava um oi... Olhava no espelho, escovava os dentes ou algo assim. O espelho tava num jeito que de um ângulo dava pra ver dentro do chuveiro, se a cortina tivesse um pouco puxada pra dentro. E ela sempre ficava puxada pra dentro, quando ela tomava banho. (Também a posição permite que da varanda da minha casa, pela janela do banheiro e refletido no espelho, dê pra ver dentro do banheiro, não do chuveiro. Isso eu descobri muitos anos depois e com certeza vai fazer parte de algum desses posts.)

Então, pelo espelho dava pra ver minha irmã completamente pelada. Ela sabia que eu tava olhando, mas não falava nada. Eu sempre focava, como vocês sabem, principalmente na bunda dela... Como explicar... De novo, insisto na sacanagem de duas crianças aprendendo sobre o corpo uma da outra, do irmão/irmã, numa situação tão íntima quanto o banho.. Então eu olhava ela enquanto ela passava o sabão no corpo, meio tímida e delicadamente. Enquanto isso, a gente falava besteira, uma frase ou outra, pra "disfarçar" entre a gente. Via como as bolhas de sabão escorriam pela pele dela, levadas pela água caindo. O cabelo molhado dela, o corpo molhado dela.... Sempre de costas pra mim, porque ela tinha vergonha de eu ver ela me encarando, ou talvez porque se me visse espiando ela "ia ter que mandar eu parar" ou algo assim, tipo pra manter o segredo e o tesão. Então eu sempre olhava bem pra bunda dela, aquelas nádegas que desde muito nova já eram enormes (atributo que herdou da minha mãe, a buceta mais gostosa que conheço). Lembro de uma vez ou outra, quando ela ensaboava as costas, os ombros, as pernas... Me deixava louco. E sempre terminava na bunda dela, nas nádegas. Por fora, depois pra dentro, chegando na racha... Abrindo um pouco as nádegas, deixando eu ver o cu dela por uns segundos. E fechava de novo. Ela sabia como eu ficava doido com a carne da bunda dela. Por isso sempre tentava me dar uma espécie de show, pra fazer o irmão mais velho ficar excitado com a irmã mais nova. Toda vez que lembro desses momentos ou começo a escrever, fico todo excitado de novo. Tipo, consigo lembrar das texturas, dos sabores, dos cheiros, cada imagem com clareza... Pensem que eram as primeiras experiências de um moleque em matéria de sexo, as impressões vão ficar bem marcadas mesmo....

Depois talvez ela sentava, de frente pra mim, pra secar o cabelo. Mas de olhos fechados. Juntava os joelhos contra o peito, e se secava. Na vontade dela de se mostrar, lembro que fazia uns movimentos pequenos com os pés, tipo afastando e aproximando os joelhos um do outro, o que me deixava ver e entrever os peitos e a buceta dela. Então eu conseguia ver um pouco, mas aí geralmente o jogo acabava (a última coisa que ela fazia era secar o cabelo e, como falei, nessa época eu não tava tão interessado nos peitos ou na buceta). Outras vezes era eu que ia tomar banho, e ela entrava (muitas vezes eu chamava ela antes e avisava que ia tomar banho). A situação era parecida, mas ao contrário. Mas não era tanto ela me espiando, e sim eu me mostrando. Talvez eu abrisse a cortina mais do que devia pra ela me ver claramente. Eu virava de costas, como se não percebesse. Uma vez até me masturbei de propósito pra ela me ver, mas não lembro muito daquela vez, pra ser sincero... O mais pesado era quando ela tomava banho.
Só teve duas vezes que a gente tomou banho junto. Nas duas, a gente tinha combinado diretamente que ia tomar banho junto, com alguma desculpa besta tipo economizar água ou que a gente tinha que sair rápido, sei lá. Eu esperava do lado de fora até ela tirar a roupa e entrar no chuveiro, aí eu entrava no banheiro, me despia e entrava também. A gente se encontrava lá, pelados, e cada um fazia a sua parte no começo. Eu me lavava na minha, e ela na dela. Pelo menos foi assim na primeira vez, que eu me contentei em ter aquela visão. A situação era foda. Nós dois completamente nus (nos jogos até então nunca tinha sido assim), bem perto um do outro, debaixo do chuveiro, sem ninguém saber... A gente fingia que não tava se olhando, mas da minha parte, eu observava cada movimento dela.

A primeira vez foi bem rapidinha. Ela se ensaboou rápido, e eu fiquei olhando como ela passava a mão em cada pedacinho do corpo dela. Quase sempre de costas, porque ela meio que tinha vergonha. O mais forte pra mim era quando ela apoiava as duas mãos na bunda e começava a fazer movimentos circulares, pra fora e pra dentro. Tocando um pouco as coxas, a parte do lado, a cintura, voltando pro rabo dela, às vezes abrindo um pouco as nádegas, o que me deixava ver minimamente o cu dela. Por um momento, enquanto ela fazia isso, eu me ajoelhei pra ficar mais perto da pele dela, pra sentir de pertinho. Eu ficava louco. Ela sabia. Eu suspirava pesado. A gente fazia tudo em silêncio. Minha cabeça explodia toda vez que eu via aquilo. Depois lembro que ela levantou uma perna pra se ensaboar, e eu consegui ver um pouco da buceta dela, com os lábios abertos por causa da posição que ela tava. Foi a primeira vez que me senti tão fortemente atraído pela pussy dela. Queria beijar, lamber, chupar, sei lá. Eu Me aproximei um pouco mais por trás e apoiei o dedo indicador no meio dos dois lábios dela, tocando a parte interna... Na hora ela deu um pulo e ficou reta! Eu me caguei de medo, achando que tinha deixado ela brava... Mas ela não disse nada. Só se virou, me olhando com os olhinhos semicerrados, enquanto eu me levantava. Ela era linda. Não sei por que as mulheres são mais gostosas quando estão molhadas. E ela era a mais gostosa de todas. Mas enfim, dessa vez acabou rápido, ela se secou e saiu do banheiro.

A segunda vez foi bem parecida, só que um pouco mais longa. Dessa vez ela estava de frente e a gente só tinha um sabonete... Então ela começou se ensaboando sozinha. Um espetáculo pra mim. A pele morena dela, os pezinhos rosadinhos, a pussy sem pelos que começava a chamar minha atenção. Os peitos dela também, em algum momento começaram a me excitar. Eram pequenos, lindos. A questão é que ela passava o sabonete pelo corpo enquanto o cabelo dela ia molhando. Começou pelos ombros e pescoço. Eu só olhava pros peitos dela, era um menino hipnotizado. Meu pau duro pra frente com força. Ela não olhava pra mim... Teve uma hora que ela ensaboou bem as mãos e me passou o sabonete. Nossas mãos se tocaram nessa troca e meu pau, que já tava duro, ficou três vezes mais duro. Senti até dor. Minha irmã a cada três segundos olhava pro meu pau com um interesse danado e logo desviava, seguindo com o que tava fazendo. Ela levou as mãos cheias de sabonete direto pra entreperna e com as duas mãos começou a se esfregar. Eu não entendia se ela tava se lavando e/ou se masturbando pra mim, mas aquilo me deixou LOUCO, principalmente quando ela fechou um pouco os olhos e ria... Foram uns dois minutos eu paralisado olhando ela se tocando na pussy. Ela subia e descia as mãos de um jeito notável, como se me fizesse entender o que tava fazendo. Eu olhava principalmente a boca dela porque adorava ver como ela se entreabria aos pouquinhos, como se esperando cair baba, sei lá. Parece ridículo, mas enfim, tudo. Isso acontecia na mente de um menininho. Ele parou na mesma hora que abriu os olhos com um sorrisinho.

Depois eu me ensaboei enquanto ela tirava o sabão do resto do corpo com a água. Dessa vez aproveitei pra me masturbar na frente dela, enquanto ela me olhava. Ela fingia que não prestava atenção, ou que não percebia. Na hora já sentia todo o gozo percorrendo meu tronco pra sair voando. Quando ela se virou pra enxaguar o cabelo, me dando as costas, me aproximei e apoiei por meio segundo a ponta do meu pau na pele das nádegas dela, bem no meio das duas, onde começa a racha. Não precisei de mais nada além de sentir a pele dela contra a minha pele. Foi meio segundo e explodi com todo o meu sêmen caindo no chão (nada tocou nela porque gozei na hora certa). Não sei se ela viu toda aquela cena, se sentiu meu pau, e/ou se viu o sêmen escorrendo pelo ralo do chuveiro. Mas a sensação foi, pra mim, incrível. Novamente ela saiu do banho antes de mim. Quando ela saiu, abri toda a cortina pra poder vê-la e pra que ela pudesse me ver. Meu pau incrivelmente continuava duro, principalmente ao vê-la se secar e se vestir. Ela fez isso rápido, como se quisesse acabar com a situação e ir embora, mas não parei de olhar pra ela nem um segundo. Me deixa louco quando as garotas sobem a calcinha até ajeitá-la bem. Gosto de ver como a pele vai se escondendo aos poucos. Suponho que foram essas experiências que marcaram meus gostos e preferências pra futuras relações sexuais. Ainda hoje em dia fantasia com minha irmã, toda vez que a vejo, toda vez que me masturbo, muitas das vezes que estou comendo outra gostosa, acabo pensando nela. Isso me ajuda a gozar de um jeito descomunal.

Por enquanto é isso, em outros posts comentarei algumas outras experiências que rolaram naquela época, pra depois, aos poucos, ir introduzindo o que é o presente. Como eu disse, escrever essas coisas por um lado me faz sentir uma certa libertação, de coisas que senti por muito tempo e guardado dentro de mim. Espero que isso sirva de alguma forma terapêutica pra mim... Porque até hoje, quando olho pra minha irmã, fazendo o que quer que seja, penso em comer ela. Em virar ela e tirar a roupa dela, comer ela na cozinha enquanto ela faz comida, na cama quando ela deita de bruços pra ler um livro, no chuveiro quando vai tomar banho... É muito difícil não fantasiar em comer ela por causa da puta vontade que tenho, e vocês imaginam como é foda uma relação assim com uma irmã que você vê todo dia. Às vezes, quando o namorado vem, imagino eles transando e fico ainda mais tesudo, um dia vou contar algo sobre isso... Mas tudo na ordem! A mesma coisa quando as amiguinhas dela vêm... uff. Mas é isso, isso fica pra depois. São muitas coisas pra contar. No próximo post, vou contar algumas experiências mais isoladas do que as que contei até agora, que eram bem específicas (de um lado a brincadeira de mãe-ursa e do outro os banhos juntos). Vou postando de alguns em alguns dias pra mais gente ler e não ficar perdido, também porque vou escrevendo aos poucos, então não quero queimar todo o material rápido sem antes ter terminado, e por último porque são coisas muito íntimas e talvez eu tenha um pouco de dificuldade em botar pra fora... Ler os comentários de vocês me dá muito tesão, por um lado me deixa doido que vocês queiram foder minha irmãzinha Sabri, e por outro me ajuda a ter coragem de expressar tudo que sinto... Se eu receber comentários bons e muitas visitas, talvez no próximo post eu coloque alguma foto dela... Pra ir deixando vocês de pau duro (Já dá pra ver uma delas na miniatura deste post 😉) Saudações, e até a próxima!

7 comentários - Sexualidade e família (Parte II)

manu-21 +1
Segi asi con mas relatos van puntos.
esta noche la quinta parte..
excelente!!!!!! me re calentaste!!!!! seguramente tu hermana tb sienta lo q vos sentis
me encantaría pensar eso...
me lei los dos relatos y me volvi loco. quiero mas! quiero que se te de con ella, vas a poder, te lo aseguro
uff pronto la tercera parte.....
Adoro este relato fue el primero que leí en poringa y verdad el mejor de muchos ❤️
gracias broder.. si queres podes ir siguiendo la saga.. esta noche subo la parte V
uuuuh avisame cuando lasrgues la tercera parte!
ya esta, revisa mi perfil 😉
tetatu
También estoy obsesionado con el incesto pero desde el voyeurismo el solo hecho de espiar a alguien tan cercano y que no sospeche de que me calienta