Depois do incidente com a tia Fina, as águas voltaram ao normal e o negócio de La Parroquia e seu harém de putas voltou a todo vapor. Grande parte das recrutas para o harém de putas de La Parroquia vinham dos próprios clientes. A grande maioria deles, na verdade, o público para o qual o local era voltado, eram jovens com menos de trinta anos que estavam loucos para comer umas coroas gostosas, umas MILFs autênticas que lembravam alguma tia sarada, uma vizinha espetacular ou, por que não dizer, as próprias mães deles, em muitos casos. Alguns dos clientes, especialmente os mais tarados, já tinham começado seus casos com alguma porca conhecida ou parente. E mais de um deles convenceu sua puta particular a engrossar o elenco do bordel. Na verdade, a gente tinha folhetos e cartazes de propaganda com promoções e ofertas para todos aqueles que nos arrumassem vagabundas pra contratar. Normalmente eram descontos ou bônus por dez ou doze gozadas, além do lucro que eles conseguiam fazendo de cafetão da sua puta. Porque todas, sem exceção, ficavam encantadas e doidas pra dar uma parte do lucro pro seu macho novo. O salário das garotas (melhor, senhoras...) era alto e, além disso, eu insisti em registrar elas, obviamente não como putas, então elas estavam contribuindo. Tinha condições de aceitação, claro. A idade mínima era 40 anos. Não aceitávamos mais novas. Além disso, elas tinham que passar por dois testes: uma primeira entrevista de triagem com algum dos meus "colaboradores", geralmente o Moja, minha mãe (a madame de fato do bordel) ou a Fátima, a decana do negócio. Depois vinha o teste prático, pra ver se serviam ou não. Isso consistia numa revisão da minha parte e, se a égua valesse a pena, uma boa trepada de boas-vindas. E, normalmente, eu fazia isso na presença do cafetão da vez, que via como eu submetia a sua gostosa particular a uma revisão rigorosa e a comia na frente dele. Depois, eu indicava As condições do trabalho: depilação total e definitiva, as tatuagens, se já não tivesse, e impunha as condições de obediência e castidade com os cornos delas, se fossem casadas. Resumindo, a partir da assinatura do contrato, elas pertenciam à empresa e ao seu macho, então a obediência absoluta se tornava essencial. Foi assim que três caras trouxeram suas tias, um par trouxe vizinhas gostosas e outros dois trouxeram as próprias mães. Até a Rosa, a ex-sogra do Óscar, com quem ele tinha retomado contato, entrou no nosso harém de putas. Todas foram selecionadas, menos uma das vizinhas que tinha 38 anos e que a gente deixou pra daqui a uns dois anos. No futuro, talvez eu conte todos os casos, mas hoje vou falar só de um que achei especialmente original. Era a Teresa, uma coroa gostosa de 52 anos que foi trazida pelo sobrinho Jorge, de 25. Era uma mulher cheinha de carne, mas não gorda. Tinha muita bunda, muito peito e umas coxas grossas como as da Beyoncé, mas menos firmes, com um toque de celulite, sem exagerar. Usava uma linda cabeleira ruiva e uma boca de lábios grossos e bem vermelhos. O melhor do seu rosto bonito. Mas o melhor dela não era o visual esplêndido, e sim a história. Até os 48 anos, tinha sido freira de clausura, mas depois de uma visita à casa da irmã num verão, o sobrinho dela pegou ela de jeito e, na base da pica, conseguiu colocá-la no bom caminho e transformá-la numa gostosa de campeonato, como a gente logo viu. A freira linda, que já devia estar com a bucetinha melando um pouco lá no convento, alegou uma crise de fé e largou tudo, ficando morando provisoriamente na casa da irmã... E o erro desta última, se é que dá pra chamar assim, foi colocar ela no mesmo quarto que o filho solteiro do casal, numa cama extra. A verdade é que ela chegou madura em agosto e, em quinze dias, a única coisa que ainda era virgem nela eram as orelhas e o umbigo, tanto que o boca, como a bunda dela e a buceta dela engoliam sem piscar a vara do sobrinho dela. O moleque, cheio de testosterona, não ficou indiferente ao corpo gostoso da tia e no segundo dia já tava passando a mão escondido. A tia se benzía e fingia que tava ofendida, mas não demorou pra largar as rezas e começar a adorar a piroca do sobrinho. E quatro anos depois ainda continuava instalada naquela quartinho minúsculo, submetida a um regime "pesado" de duas gozadas por dia, no mínimo. Gozadas que ela curtia como uma boa puta vocacional. O sobrinho, em particular, tratava ela como uma vagabunda submissa. No quarto, mandava ela se vestir com lingerie provocante, mas, ao mesmo tempo, fazia ela colocar um crucifixo bem grande pendurado entre as tetonas dela e usar a touca de freira na cabeça. Essa, invariavelmente, acabava coberta por uns respingos de porra que não iam parar na garganta, bunda ou buceta dela. Era tudo bem doentio. Principalmente porque, na frente dos outros, ele obrigava ela a se vestir recatadamente e com roupas, digamos, antiluxúria. Mesmo que por baixo só tivesse uma calcinha fio dental e umas bolas chinesas no cu. Obviamente, ele tinha mandado depilar a rabuda por completo e definitivamente, além de tatuar algum motivo religioso, tipo um cristo crucificado na ppk. Era um desenho bem realista, embora brega pra caralho, um pouco no estilo legionário. Também tinha tatuadas umas coroas de espinhos enrolando as coxas dela e duas asas de anjo enormes nas costas. Era tudo de um mau gosto do caralho, mas dava um toque kitsch pra nossa freirinha que aumentava a putaria. Desde que abrimos "A Paróquia", o moleque tinha virado freguês. Mais porque o tipo de puta que a gente oferecia era o que interessava ele. E, vendo os cartazes pedindo vagabundas, ele tinha decidido botar a mão na massa e convencer a freirinha de que tinha chegado a hora de ganhar dinheiro pra sair do barraco dela. pais. O objetivo dele era alugar um apartamento pra ela, onde, claro, ele ia se instalar pra curtir ela e, de quebra, pegar mais alguma outra. Ainda lembro do dia que o cara chegou com a sua *slut*. Os dois entraram no meu escritório. Ele todo sorridente e orgulhoso, e ela atrás, de cabeça baixa, tímida, como se tivesse vergonha de ter um corpo de dar tesão. Eu apertei a mão do cara educadamente e observei a *Promiscuous*, como quem olha um objeto precioso mas sem vida. Sem pensar nem um pouco no que ela podia sentir. No começo, eu gostava de zoar as putas e tratar elas como mercadoria, humilhar pra elas sacarem quem manda aqui. O cara aceitou a dose que eu servi e se acomodou no sofá, observando a cena com um sorriso debochado. Sem perder um detalhe de como o novo dono da tia dele olhava pra ela minuciosamente, como se fosse um peão avaliando gado. Enquanto eu ia rodeando e apalpando o corpo dela, fazia perguntas pro cara como se ela não estivesse ali: — Essa porca não tá nada mal, e como você disse que ela chama? — Teresa. É minha tia, irmã da minha mãe. Uma maravilha na cama! Chupa que é uma beleza! Bom, deve ser menos que isso, pensei. Levantei o queixo dela com o dedo, de leve, e ela, submissa, obedeceu ao gesto e ergueu a cara. — Você é linda, Teresa. — falei. Ela esboçou um sorriso, e eu aproveitei pra cuspir com força, um cuspe que espalhou do olho dela até o nariz, escorrendo pra boca. O sorriso congelou na cara dela de susto, e eu continuei. — Lambe tudo, *slut*! É um presente de boas-vindas. — ao mesmo tempo, dei um tapinha suave e meti a mão por baixo do casinho recatado dela pra apertar aqueles peitões enormes. Ela obedeceu, passando a língua nos lábios, e eu, virando pro sobrinho, perguntei: — Quantos anos tem essa porca? — Acabou de fazer 52, Marcos... — Uma idade ótima... Vira, porca! — gritei. Ela obedeceu na hora, e eu empurrei o corpo dela contra a mesa. mesa, fazendo ela se curvar e colocar a bunda pra cima. Levantei a saia dela. Ela se apertou, dobrada sobre a mesa e empinou a bunda submisso. Tá claro que o sobrinho dela tinha ensinado direitinho. Ao levantar a saia rústica de flanela que ela usava, pude apreciar as coxas dela, coroadas por umas bundas enormes e balançantes, onde o fio dental da calcinha que ela usava se perdia. Dei uns tapas fortes em cada bunda e gritei: — Abre essa bunda, Promíscua! Ela obedeceu na hora e, com as duas mãos, separou as nádegas mostrando um buraquinho marrom lindo, com o fio da calcinha preta por cima. — Essa merda tá me atrapalhando. — falei e, pegando uma tesoura que tinha na mesa, cortei as tiras da calcinha, que caiu no chão. Peguei ela por um momento e cheirei a parte que tinha estado em contato com a buceta. Uma delícia! Depois levei até a cara dela. Não precisei explicar nada, ela simplesmente abriu a boca e enfiou pra dentro. Era pequenininha e com certeza não incomodava nada chupar ela um pouco. Ela continuava com a bunda exposta e eu me agachei e aproximei o rosto. Pude ver que tava perfeitamente depilada. Tanto o cu quanto a vulva que aparecia por baixo. Primeiro cheirei um pouco o cu. O cheirinho deixou meu pau duro que nem um pedaço de pau. Depois comecei a lamber e a penetrar com a língua, enquanto com os dedos eu a masturbava. A safada tava escorrendo e não demorou nem dois segundos pra começar a gemer e babar, através da calcinha que a amordaçava, em cima da mesa. — Tá com tesão, hein? — falei — Siiiiiiim... — ela conseguiu dizer com a boca cheia. O sobrinho olhava pra ela, saboreando o copo dele e passando a mão no pau por cima da calça. Percebi e resolvi marcar um ponto com o moleque. — Tô vendo que você gosta do tratamento que tô dando pra essa porca... — Pois é, me deixa com tesão... — respondeu. — O negócio é que sua tia me agrada. Parece material de primeira. E, como cortesia, enquanto eu testo ela, em vez de deixar vai bater uma punheta, que é o que costumam fazer os caras que trazem as putas deles enquanto passam no exame. Vou chamar uma das meninas pra te fazer um boquete... tá de boa? O moleque arregalou os olhos e ficou sem palavras com a oferta generosa, balançando a cabeça que sim. Tava felizão, a freirinha prometia, e, mentalmente, já tava bolando planos e performances com ela. Já me via com a Irmã Teresa e a Fátima, uma de touca na cabeça e a outra de hijab, fazendo um puta número lésbico enquanto algum sortudo comia as duas. Peguei o telefone da mesa e liguei: -Mãe, quem tá livre agora? -Bufff! – bufou minha mãe do outro lado da linha – Na real, quase todo mundo tá ocupado... Bom, eu tô livre, mas teria que largar a recepção... -Não, não... – respondi – prefiro que você fique na porta. Então não tem mais ninguém? -Bom, tem a Rosa, a ex-sogra do Óscar, mas ela ainda tá meio verdinha. Começou faz uns dois dias e ainda tá em período de treinamento, por assim dizer. -Ah, sem problema. Pode mandar ela, é só um boquete... E isso, pelo que o Óscar me disse, ela manja bem, ha, ha, ha. -Ok, vou mandar ela agora. – respondeu minha mãe. -Perfeito, até já. Virei pro sobrinho da Teresa e falei: -Pode ir tirando a pica pra fora. Já vem uma das minas e vai te chupando enquanto eu vou comendo sua tia. -Show, valeu Marcos – enquanto falava, já tinha tirado o pau pra fora e tava batendo uma. -Não vai tão rápido, mano. Vai que você goza antes da puta chegar... – falei entre risadas. E me virei pra Teresa, que quase não tinha se mexido. Dessa vez, resolvi fazer ela gozar. Então comecei a lamber ela do cu à buceta como se fosse uma vaca lambendo os bezerrinhos, enquanto massageava o clitóris dela a toda velocidade. O corpo dela começou a tremer e, em menos de dois minutos, ela gozou igual uma besta. Tava gemendo como uma possessa, enquanto eu dava as últimas lambidas na bunda enorme dela, bem na hora que a pequena Rosa, nossa mais nova aquisição, entrou no meu escritório. Ela vestia um tipo de espartilho antigo que fazia os peitões dela transbordarem por cima. Não tava de calcinha, só umas meias pretas e uma cinta-liga. Além de uns sapatos de salto agulha que mal disfarçavam a baixa estatura dela. A figura dela, com aquele espartilho apertado e uns peitos e uma bunda tão grandes, além das coxas grossas, fazia a palavra voluptuosidade parecer pouco. Por um momento, quando olhei pra ela, deu vontade de largar a Sor Teresa e meter um belo de um pau em Rosa, mas quando tem trabalho, tem trabalho, e agora era a vez do teste da nova "membro" do clube. Rosa, ao entrar, parou um instante ao ver a cena. Com a Teresa dobrada sobre a mesa, se recuperando do orgasmo, e o sobrinho dela de pau pra fora no sofá, enquanto eu, com a cara ainda molhada de chupar a bunda e a buceta da freirinha, começava a abrir a braguilha. Mas Rosa, que já tava se acostumando com o trabalho em "A Paróquia", sabia que, no nosso ramo, essas coisas eram o pão nosso de cada dia, então se recompôs na hora. -Oi, Marcos, você me chamou! -Oi, Rosa, beleza. Sim, olha. Por favor, cê vai ter que dar um boquete nesse garoto aqui, enquanto eu vou fazendo o teste na tia dele. -Claro, Marcos, sem problema. – e, sem pensar duas vezes, pegou uma das almofadas do sofá, colocou no chão e, depois de se ajoelhar entre as pernas do rapaz, engoliu o pau até a campainha. Era um pau mais ou menos normal, pra ser sincero. Jorge soltou um gemido abafado e se deixou levar, segurando a pequena Rosa pelo cabelo. Eu, enquanto isso, mandei a Teresa tirar a roupa. Enquanto ela se despia e eu admirava o corpaço dela, fiz o mesmo e fiquei pelado também, com o pau bem duro. Sor Teresa sorriu e baixou a cabeça, submissa. Tá claro que a O sobrinho tinha ela bem treinada. Eu me sentei na poltrona do escritório e mandei ela pegar uma almofada. — Agora, vamos ver se você é tão boa chupando pica quanto seu sobrinho diz. Pode começar. Ela colocou a almofada no chão, entre minhas pernas abertas. Ajoelhou-se e, depois de cuspir no pau, engoliu ele até a cabeça sem piscar. Começou um vai e vem rápido, com a rola atravessando a garganta dela, que me deixou pregado no assento e quase sem fôlego. A verdade é que a freirinha era abençoada pelo deus dos boquetes. Era uma máquina de verdade e estava me deixando de boca aberta. Do sofá da frente, o sobrinho dela sorria orgulhoso. E até a Rosa tinha parado o boquete por um momento para observar o trabalho excelente da Teresa. Teve um instante breve em que o tempo pareceu congelar, com os três olhares na sala observando o balanço rítmico da cabeça dela engolindo minha pica. Só se ouvia o barulho do pau entrando na garganta, enquanto fios de saliva caíam nas minhas bolas, molhando a poltrona e formando uma poça no chão. O encanto durou só um minuto. Percebi que estava prestes a gozar e agarrei ela pelos cabelos para parar o boquete. Ela, ofegando como um peixe fora d'água, me olhou surpresa e disse, assustada: — O que foi, Marcos, não tô fazendo direito? — Não, gostosa, não, pelo contrário... — tranquilizei ela acariciando as bochechas suadas. — O problema é que você tá fazendo bem demais, e a última coisa que quero é gozar tão rápido. Antes quero provar o resto do corpo. Mas acho que você já passou no exame com louvor... A Rosa, que estava ouvindo a conversa enquanto chupava a vara do sobrinho, dobrou a intensidade das chupadas, para a alegria do garoto. Parece que queria imitar a campeã que acabara de ver. Mas claramente faltava prática e ela só se engasgava, babava e tinha ânsias. O sobrinho, no entanto, Ele não parecia nem um pouco preocupado com isso e deixava ela fazer à vontade, marcando o ritmo com a mão, largado no sofá e saboreando, de vez em quando, o copo que tinha na mesinha. Eu dei um puta amasso na Teresa, agarrei ela pelos pulsos e, depois de levantá-la, mandei ela se apoiar de novo na mesa, inclinada pra frente. Fiquei atrás dela e comecei a foder ela com força, alternando entre o cu e a buceta. Ela começou a gemer alto. O sobrinho, que observava tudo do sofá, me perguntou se ele também podia foder a Rosa. Eu falei que sim, claro. E acho que fiz um baita favor pra pobre da Rosa, que levantou a cabeça toda vermelha. Felizona por se livrar da porra do boquete. Na hora ela sentou na pica do sobrinho e começou a cavalgar num ritmo bom. Mas ele queria mais e, depois de apalpar a bunda dela, a boa da Rosa sacou qual era a dele e trocou a pica de buraco. Isso pareceu agradar bem mais o garoto, que começou a gemer. Depois de uns dez minutos em que praticamente só se ouvia gemidos e squelch no quarto, resolvi ir encerrando a sessão: — Vamos, vadias, as duas de joelho no meio da sala! — gritei. As duas putas se viraram e correram pra se ajoelhar na frente da minha pica. Com um gesto, mandei o sobrinho se aproximar e, parado do meu lado, ele começou a bater punheta na frente das caras suadas das vadias. Trinta segundos depois, gozamos os dois. Deixamos as caras das duas parecendo uma lata de tinta, cheias de porra e respingos. Elas, que estavam de boca aberta, mal pegaram uma parte do esperma na língua. A maior parte do leite ficou espalhada pelas caras delas, pelos peitos e pelo resto dos corpos gostosos. Olhei pras duas satisfeito e falei: — Serviço excelente, putas! Agora podem lamber as caras uma da outra e limpar toda essa bagunça. Enquanto elas faziam isso, apertei a mão do mané da Teresa e o parabenizei. pelo excelente treinamento da sua Promíscua. -Porra, cara, é uma Promíscua extraordinária! Contrato ela na hora. Quando ela pode começar a trabalhar conosco? -Obrigado, Marcos! Bem, quando for melhor pra vocês. Se quiser, mando ela amanhã mesmo. -Perfeito então. Manda ela amanhã. – virei-me para Rosa, que depois de lamber o rosto de Teresa, tinha se enroscado com ela num beijo babado. – Rosa, linda, quando sair agora, fala pra minha mãe pegar os dados da Teresa e explicar como funciona. Diz que ela começa amanhã e indica onde fica a contabilidade pra ela ir assinar o contrato. -Tá bom, Marcos. Já vou falar com ela. – E ela se levantou, ajeitando o corpete e procurando os sapatos de salto, antes de sair disparada pra recepção, onde minha mãe estava esperando os clientes. Teresa foi se vestindo enquanto isso. E eu aproveitei pra dar uns tapas na bunda dela várias vezes e parabenizá-la efusivamente pelo comportamento excelente. Ela, de cabeça baixa e submissa como sempre, sorriu e murmurou um tímido: -Muito obrigada. – antes de sair do quarto seguindo o sobrinho orgulhoso dela. No chalé, nossa nova casa, eu tinha transformado o andar de cima num puteiro pra dividir com a porca da minha mãe. Embaixo, ficavam a sala de estar e o quarto de casal, onde de vez em quando ela dormia com o corno, quando ele vinha pra casa. O velho, cada vez mais gordo e, por que não dizer, mais preguiçoso, evitava subir as escadas sempre que podia. Bastava ele ficar perto da cozinha ou na frente da TV. Quem passava o dia subindo e descendo era a mamãe. Com a desculpa de arrumar os quartos de cima ou ir passar roupa ou lavar. Eu já tinha cuidado de colocar um varal e um cômodo pra máquina de lavar e passar no andar de cima. O que o corno não sabia era que eu levava a roupa suja pra lavar e passar com a senhora que limpava “A Paróquia”. Então, quando a mamãe subia pro andar de cima, duas ou três vezes Cada dia, pra ficar pelo menos uma hora inteira, eu fazia aquilo pra chupar a rola dela ou pra ela me foder em todos os buracos. A gente fazia na maior cara de pau, e bem de boa. Por causa da segurança da casa, com medo de roubo e essas merdas, eu tinha enchido o lugar de sensores e colocado um detector na escada que acendia uma luz vermelha quando alguém subia, então dava tempo da puta se esconder se o maricona resolvesse fazer uma visita surpresa. Mas, pelo jeito do broxa, a gente não se preocupava muito com isso: entre a geladeira, cheia de canapés, latas de cerveja e outras babaquices, e a TV de plasma que eu tinha instalado pra ele, com todos os canais de futebol do mundo e tal, era bem difícil o gordo resolver subir de bobeira. De qualquer forma, o velho continuava na rotina de trabalho: duas ou três semanas fora e uma em casa, então minha puta de mãe e eu tínhamos carta branca pra fazer putaria à vontade. Então, quando o corno não tava, eu deixava ela pelada o tempo todo, até no térreo da casa. E fodía ela igual um animal em todo canto, sem respeitar, claro, o quarto de casal. Na verdade, eu costumava gozar grosso na cama deles, colocando a foto do casal feliz num lugar bem visível, pra lembrar a mamãe quem era o novo macho da casa. Umas duas vezes aproveitei pra gozar em cima da foto do corno sorridente e obriguei ela, esmagando a cabeça dela contra o vidro, a lamber toda a porra da foto, enquanto cuspia na cara dela e xingava. Eu tava no auge sexual. Bom, na verdade a gente tava, porque mamãe também tava se aperfeiçoando como puta. Cada dia mais tarada, adorava fazer propostas mais ousadas. De vez em quando a gente trazia alguma vadia da "Paróquia" pra fazer um menage... Teve um dia que mamãe e Nós trouxemos a Teresa, a ex-freira, pra casa. Antes de sair da "Paróquia", a mamãe sempre se vestia com as roupas certas pra uma dona de casa recatada. Mais do que tudo, pra evitar perguntas chatas do corno quando chegasse em casa. Naquele dia, ela fez isso e pediu pra nossa freirinha porca vestir o hábito velho dela, que ainda guardava. No carro, fiz a Irmã Teresa sentar no banco do carona, porque queria que ela fosse me chupando a pica no caminho, pra ir me deixando no clima. Mamãe, no banco de trás, ia se dedilhando e avisando se tinha chance de alguém nos ver. Cheguei na garagem de casa com a pica dura que nem um mastro. Custou pra guardar na calça. A porca da freira tinha os lábios grossos vermelhos e a baba escorrendo pelo queixo. Olhei nos olhos dela com carinho e fiz o que costumo fazer nesses casos. Pedi pra ela abrir a boca, cuspi um cusparada grossa e dei umas palmadinhas "carinhosas" nela, lembrando como ela era puta. Ela sorriu orgulhosa. Empurrei ela sobre o capô, mandei levantar o hábito e, com ajuda da mamãe, tirei a tanga dela aos trancos. Depois, joguei a tanga pra mamãe enquanto dizia: — Anda, limpa a cara da porca, que parece mais uma puta que uma freira... Vamos ver se vamos escandalizar o maricona do teu marido... Mamãe deu uma gargalhada e pegou com a tanga toda a baba da boca da Irmã Teresa, que, submissa, se deixou fazer. Ao entrar na sala de jantar, encontramos a cena de sempre: o filho da puta do meu pai largado na frente da TV com uma lata de cerveja e uma tigela de batatas fritas, vendo esportes na televisão. Assim, claro, ele ia ficar em forma rapidinho... Ele fez menção de levantar pra cumprimentar a freira que tinha acabado de entrar, mas a barriga grande e a gravidade impediram e, com estardalhaço, ele afundou de novo no sofá. Mamãe me olhou sorrindo, e eu fiz cara de pôquer. A Irmã Teresa colocou a melhor cara de santa beatífica e se aproximou dele. sofá para cumprimentar o corno: -Não se levante, não se levante... Eu sou a Irmã Teresa, do Convento das Trinitárias, vim fazer uma visita à paróquia e sua esposa e seu filho, que são muito gentis, me convidaram para entrar. -Muito prazer, muito prazer... – disse papai se recostando e tentando se levantar para beijar a freirinha. Eu, rápido e sem que o velho me visse, fiz um sinal para a Teresa para que, nem fodendo, ela aproximasse o rosto da cara do corno. Ela sacou na hora e deixou meu pai na posição de *cobra interruptus*, enquanto estendia a mão para acariciar a do pobre otário. Papai apertou a mão dela e se deixou cair de novo. -Desculpe não me levantar... – disse o velho. - Mas acabei de operar o menisco e... – sim, isso era verdade, mas também era verdade a barriga de preguiçoso dele... O que, por outro lado, me servia perfeitamente pra foder a puta da esposa dele... -Claro, claro, fique tranquilo, não se preocupe... – respondeu ela educadamente. -Papai, – intervim eu – vamos subir com a Irmã Teresa e a mamãe. A Irmã Teresa precisa nos mostrar no computador umas coisas sobre a missão da paróquia na África e no Terceiro Mundo... -Muito bem, muito bem... – calmos, ele disse. - Vão com Deus... – tentou fazer uma das piadinhas sem graça dele... -Até logo. – respondemos nós três em uníssono. E lá fomos nós três subindo. Minhas duas vadias e eu, prontos pra passar um tempinho gostoso. Naquele dia eu estava especialmente perverso e, assim que chegamos no quarto, mandei elas deixarem a porta aberta, pra poder ouvir se o corno resolvesse subir as escadas e estragar a festa. Embora, como contra-partida, isso tivesse o problema de que os berros das duas porcas podiam ser ouvidos lá da sala. Rapidamente fiz um cálculo de “custo-benefício” da situação e concluí com um “que se foda o viadinho!”... e optei por ligar a TV bem alta, como sempre, com vídeos musicais de reggaeton ou de minas gostosas em geral, e esperar que, se algum grito ou gemido vazasse, o corno atribuísse à televisão. Mas, nessa altura, o que o cuzão do meu progenitor pensava já tava pouco me fodendo. Só tava poupando ele do desgosto de ver o quanto a mulher dele era uma puta, por respeito a ela, que não queria chatear ele mais do que o necessário. No fundo, ela era uma santa... ha, ha, ha. Em seguida, mandei elas tirarem a roupa toda, enquanto eu, com a pica apontando pro teto, esperava elas na cama king size que tinha no meu quarto. Quando vi elas se aproximando, balançando as tetonas, gritei imperativo: — Ei, você, Santa Teresa! — a freirinha parou na hora. — Coloca de volta a porra da touca de gamba preta que você tava usando, que me dá um tesão foder você com isso vestido... Vai, se liga! Teresa sorriu e, de cabeça baixa, correu pra colocar a touca. Enquanto ela fazia isso, mamãe já tinha se jogado pra lamber minhas bolas e meu cu, que ela adorava... No final, tive a Teresa por pouco tempo com a touca. Deixei ela se aproximar e começar a engolir meu pau até a campainha enquanto mamãe me penetrava o cu com a língua. Gostei, mas quando vi que não conseguia controlar a cabeça da freirinha pegando ela pelo cabelo do jeito que eu gostava, arranquei a touca da cabeça dela enquanto gritava: — Tira essa merda, porca! — ela colaborou e soltou a juba ruiva no ar. Na hora, agarrei ela pelos cabelos e comecei a empurrar a pica pela garganta dela até as bolas. Ela engasgava, juntando a cabeça quase com a da mamãe. Soltava babas nas minhas bolas que acabavam escorrendo na cara da minha mãe. Eu berrava igual um possesso. Tava dando um puta escândalo. Parece mentira que o corno não ouvisse lá de baixo. Acho que ele devia pensar que era a TV, ou algo assim. Acho que ele já devia estar acostumado com os barulhos estranhos. Com a parada de foder minha mãe, a puta da mulher dele, na base de tapas na bunda e gritos sem freio, ele já devia considerar esses barulhos "estranhos" como normais. Suponho que, por um lado, não queria desconfiar e, por outro lado, se de vez em quando caía alguma punheta mal feita da sua amada esposa, já bastava pra ele. De vez em quando eu apertava bem forte a cabeça da freira contra minhas bolas, até ver que ela tava sem fôlego. Aí eu puxava ela com força e ela boqueava igual um peixe fora d'água. Engolindo ar que nem uma louca, com os olhos lacrimejando e a cara cheia de baba. Eu aproximava ela da minha boca e gritava: “Uuuuuuh, olha a santinha que cara de porca que tem!”, cuspia várias vezes nela antes de esfregar bem a saliva no rosto dela e enfiar de novo na pica assim que ela recuperava o fôlego. Repeti a operação várias vezes, até eu cansar. Enquanto isso, mamãe continuava me lambendo a bunda. Quando já tava nessa há uns quinze minutos, gritei:
- Vamos, vadias, troca de casal!
E minha mãe, que já sabia qual era a do rolê, começou a chupar minha pica, enquanto Teresa recuperava a garganta arrebentada me lambendo a bunda. Mamãe, que conhecia meus gostos, ficou de quatro com a bunda empinada perto da minha cara e das minhas garras. Então, enquanto com uma mão eu guiava a cabeça dela no vai-e-vem, com a outra eu ia apalpando aquele rabão, dando palmadas sonoras, como se fosse um tambor, até deixar ele bem vermelho. Depois, quando eu já tava quase gozando, enfiava os dedos na bunda dela pra estimular o boquete. No final, gozei que nem um animal, enfiando o dedo indicador no cu dela até o fundo e apertando com força a cabeça dela até minhas bolas, pra porra entrar bem lá dentro. Ao mesmo tempo, apertava minhas pernas pra Sor Teresa colar a cara e, principalmente, a boca e a língua na minha bunda babada. Soltei um grunhido de bicho, que tenho certeza que fez o corno do meu pai pular no sofá, e cuspi forte na bochecha da minha mãe, que bufava e fazia bolhas de baba pelos buracos do nariz. Como sempre que fazia uma dessas sessões pesadas, tinha preparado a câmera de vídeo HD. num tripé para gravar o show e depois me divertir e preparar algum vídeo pro site do puteiro. Levei um minuto longo pra relaxar, enquanto meu pau ia pulsando e soltando esperma na garganta da mamãe. Eu bufava entre os dentes e, finalmente, apertando com força a cabeça da minha puta, falei: - Escuta bem, Promíscua nojenta, vou te soltar e não quero que você engula o prêmio, nem perca uma gota... combinado? - Mmmmmmiiiií! – ela tentou responder com o pau enfiado na garganta. - Muito bem, porca! Agora quero que você compartilhe seu prêmio com nossa adorada freira... E, dando um puxão forte na cabeça dela, levantei do meu pau moreno, deixando um rastro de babas que se espalharam pela cabeça da outra puta e por toda a cama. Mas ela, sabendo das instruções que eu tinha acabado de dar, depois de recuperar o fôlego, fechou rapidamente a boca pra não perder nada de porra. Eu, ao mesmo tempo, tinha tirado o dedo do cu dela e cheirei por um momento, sentindo os aromas anais, antes de esfregar bem no nariz da Irmã Teresa e mandar ela chupar direitinho e deixar limpo. Ela fez uma pequena tentativa de afastar o rosto depois de cheirar, mas depois de um tapa e um puxão de cabelo, logo viu o absurdo da atitude e engoliu o dedo chupando com vontade. Depois, Teresa se posicionou como eu tinha ordenado pras minhas vadias quando eu as comia em dupla, bem debaixo da cara da mamãe e com a boca aberta. Enquanto eu contemplava a cena e ia me recuperando, minha mãe ia derramando o coquetel de esperma e babas na boca aberta da Teresa, que tentava manter o conteúdo como se fosse um recipiente, sem deixar nenhuma mísera gota escapar dos lábios. Eu as fiz repetir a operação por alguns minutos, enquanto meu pau ia relaxando. De vez em quando, eu contribuía com uns cuspes pra animá-las, que elas recebiam com alegria escancarada. Quando me cansei do show, ordenei que elas repartissem a sobremesa e, olhando pra câmera que eu tinha pegado naquele momento, mostrassem o conteúdo antes de engolir. — Muito bem! — falei — E agora, um sorrisão pros seus fãs... As duas sorriram que nem umas putas.
Eu me relaxei e me deitei na cama, um pouco elevado com a ajuda do travesseiro, pra prestar atenção nos vídeos que passavam na TV. Teresa se aninhou do meu lado, com o rosto apoiado no meu peito e a mãozinha acariciando minha pica descansada com suavidade. Minha mãe ia fazer o mesmo, mas eu parei ela: — Espera um pouco, Promiscuous. Me faz um favor, vai. — Fala, amor — respondeu ela, obediente. — Desce lá e traz umas latinhas de cerveja, que deu sede... — Mas... — ela respondeu, surpresa... sabia que a aparência dela não era a mais adequada pra passar na frente do marido amado, indo pra cozinha. — Nem mas, nem porra! — cortei, drástico — Veste um roupão ou o que te der na telha e traz, tá bom, puta? — Claro, Marcos, claro... — respondeu ela, submissa, pegando uma camiseta que, amassada, tava no fundo do quarto. Vestiu, sem sutiã nem nada. Felizmente, as tetonas dela ainda se mantinham bem firmes graças ao esporte. Os bicos marcavam forte pelo tecido. Depois pegou um shortinho de spinning que tinha por ali e também vestiu sem calcinha, marcando a bucetona perfeita. Antes de sair, me olhou. — Tô bem assim, filho? — perguntou, insinuante. Eu fiz um sinal pra ela girar. Ela deu uma volta completa e me olhou de novo, sorrindo. Mandei um beijo e confirmei o óbvio: — Tá perfeita! Parece uma puta de academia de verdade... — O que eu sou... — disse ela, virando-se e indo descer a escada. — Espera! — parei ela — Pensei numa coisa enquanto me recupero... por que você não sobe a piroca? — Qual? A grande? — Sim, vadia Promiscuous, a grande... qual vai ser? — Tá bom, tá bom, de acordo...! — respondeu ela. ofendida – Achava que era só pra ocasiões especiais...
– Hoje é uma ocasião especial... Não tá vendo que temos aqui a Madre Teresa de Calcutá, pronta pro martírio... – e, entre risadas, peguei Teresa pelo cabelo e dei um puta amasso nela. Mamãe desceu as escadas rebolando a bunda gostoso, enquanto minha freirinha favorita continuava acariciando meu pau que já começava a endurecer, enquanto eu olhava na tela a Beyonce mexendo aquele rabão. Cinco minutos depois, apareceu minha mãe putinha com um pack de seis cervejas geladas e um saco plástico com o pauzão dentro. Distribuiu três latas que começamos a beber com sede.
– Me diz, e o viadinho? – perguntei pra mamãe.
– Lá tá ele, largado vendo TV... Me olhou com uma cara meio estranha quando passei, mas não falou nada. Acho que pensa que tô fazendo ginástica aqui em cima ou algo assim...
– É, claro, que bobão... – interferiu Teresa – Ginástica com os peitos empalados, ha, ha, ha...
– Ei, vaca – cortei – Nem pense em tirar sarro do meu pai! – mamãe riu da minha intervenção – Só a gente zoa do corno! Né, mamãe?
– Claro, meu bem... – mamãe tava deitada do meu lado e chegou o rosto pra me dar um selinho. – O viadinho broxa é nosso...
Quando acabamos a cerveja, decidi continuar a festa.
– Então mamãe, agora quero me divertir vendo um bom show. Pode tirar o pauzão.
Mamãe abriu o saco e tirou um dildo de látex de uns quarenta centímetros, com uma bolinha de cada lado. Era grosso e flexível, ideal pra duas porcas sentarem ao mesmo tempo... No meio, tinha uma marca vermelha feita com caneta permanente.
– Agora quero que vocês duas fiquem de quatro, de frente uma pra outra, e engulam o pauzão até o fundo. Tem que chegar até a marca vermelha e se beijar. – eu, só de pensar na cena, já tava com o pau duro como pedra, mesmo não tendo nem vinte minutos que eu tinha gozado. – Assim, que, se não me falham as contas, vocês têm vinte centímetros pra enfiar cada uma na garganta. Já podem começar, e eu vou imortalizar a cena com um belo vídeo pro grupo do WhatsApp da Paróquia. E, pra ser sincero, foi um espetáculo digno da mente mais tarada da pornografia. No Porn Hub, ou em qualquer um dos melhores sites porno que infestam a internet, eles teriam brigado pra conseguir um vídeo tão porco, tão sacana e, por que não dizer, genial. As duas vadias encaixaram, cada uma de um lado, o pauzão de borracha e, devagar, se acostumando com o tamanho, foram avançando, cada uma pro seu lado, engatinhando na cama, com suas caras de puta velha frente a frente. De olhos bem abertos e lacrimejando pelo esforço, a testa perlada de suor no quarto abafado e as babas escorrendo pela garganta e vazando das bocas, caindo sobre a colcha da cama. Ao fundo, a tela da TV, com negonas rebolando a rabeta e eu, observando a cena com o pau duro e gritando sem papas na língua as palavras de "carinho e incentivo" que eu sei que excitavam minhas vadias: "Engulam, porcas nojentas, engulam! Puuuutas! Que par de porcas! Uma beata mãe de família, mais puta que as galinhas, que come o próprio filho e tudo que se mexe, e uma freira que trocou a fé pela pica do sobrinho!" E toda essa ladainha de gritos e berros, eu acompanhava com palmadas nas bundas das putas, puxões nos bicos dos peitos e, de vez em quando, recolhia as babas que iam pingando na cama pra esfregar nas caras das duas. Finalmente, depois de cinco minutos de esforço, conseguiram chegar na marca onde os lábios se encontravam. Naquele momento, mandei elas aguentarem um pouco, que agora era a minha vez de aproveitar. Então, depois de fazer um travelling circular na cena romântica, guardei o celular, liguei a câmera do tripé focando nas milf putas e, com o pau duro, fui finalizar minha obra. Mestra da putaria. Peguei um pouco da baba que escorria pelas caras delas e passei bem no meu pau duro antes de ir pro cu da freirinha. Mirei bem na bunda dela e enfiei de uma vez. Ela soltou um gemido. Não conseguia gritar e deixou cair umas lágrimas grossas. Mas, rapidamente se recuperou e começou a rebolar pra espremer meu pau, do jeito que sabia que eu gostava. Fiquei uns cinco minutos metendo forte, puxando o cabelo dela e dando tapas na cabeça dela, pra ver se acertava na cara da minha mãe. Me desafiei a marcar os dois olhos dela com cuspe e foi um pouco difícil, mas consegui. Além de um bônus de tapa no nariz, que escorreu pros lábios da Teresa. Olhando pros olhos suplicantes da minha mãe, antes de gozar, decidi dar a ração de pau pra ela. Então troquei de cu e repeti a operação ouvindo os gemidos da mamãe que saíam pelos espaços entre o pauzão, a boca dela e o nariz entupido, onde, de vez em quando, inflava uma bolha misturada de baba, meleca e o cuspe dos meus tapas que ainda molhava a cara dela. Quando tava quase gozando, saí do cu da mamãe e fiquei de frente pra câmera. E mirando nas caras juntas das duas vadias, reguei elas com esperma quentinho. No olhar das duas, pareceu que vi gratidão e, enquanto voltava pro meu trono no meio da cama pra relaxar, mandei elas tirarem o pauzão. Elas fizeram devagar, demorando no prazer de se olharem, cara a cara, com as mandíbulas quase deslocando. Enquanto iam se separando uma da outra, o enorme dildo ia aparecendo, encharcado de baba e brilhando. Depois falei pra elas não lavarem a cara, que o jeito de se limpar era se lambendo uma à outra, coisa que fizeram com gosto, enquanto eu gravava tudo de novo com o celular. -Porra! –falei –Com esse vídeo a gente vai estourar mais do que eu estourei o cu de vocês, suas putas! Elas riram e continuaram se chupando. Já passava das Certo. E sugeri pras putas pedir umas pizzas pra janta. Elas toparam na hora. Mandei a mãe descer pra falar pro corno ligar. Ele, obediente e feliz com a janta farta que o esperava, fez o que mandei. Meia hora depois, a campainha tocou e a mãe, com uma camisola fininha cobrindo a nudez, desceu pra pegar o pedido e, já que tava lá, deixar o pau duro do entregador. Deu de gorjeta uma vista do decantado decote e, depois de deixar uma pizza família pro corno, que continuava de perna quebrada vendo TV, subiu com o butim e mais uma leva de cervejas. Tinha chegado a hora de descansar e recuperar as forças. Comemos na mesinha do escritório e depois voltamos pra cama pra relaxar. Eu no meio, ladeado pelas duas gordas que apoiavam as tetonas no meu peito e viam TV felizes. Nem precisei sugerir pra Teresa ficar. Parece que ela já dava como certo. Além disso, ia ser bom dormir os três juntos, já que a mãe não precisaria voltar pro quarto de casal. Bastava contar pro viado que ela tinha trabalhado a noite toda com a Irmã Teresa... Naquelas coisas de missão na África e tal e tal... No fim das contas, não tava longe da realidade: acordei umas duas vezes durante a noite pra ver as duas porcas se pegando, chupando as bucetas uma da outra ou alguma delas mamando meu pau cansado enquanto a outra lambia o clitóris dela. Umas vadias adoráveis.
- Vamos, vadias, troca de casal!
E minha mãe, que já sabia qual era a do rolê, começou a chupar minha pica, enquanto Teresa recuperava a garganta arrebentada me lambendo a bunda. Mamãe, que conhecia meus gostos, ficou de quatro com a bunda empinada perto da minha cara e das minhas garras. Então, enquanto com uma mão eu guiava a cabeça dela no vai-e-vem, com a outra eu ia apalpando aquele rabão, dando palmadas sonoras, como se fosse um tambor, até deixar ele bem vermelho. Depois, quando eu já tava quase gozando, enfiava os dedos na bunda dela pra estimular o boquete. No final, gozei que nem um animal, enfiando o dedo indicador no cu dela até o fundo e apertando com força a cabeça dela até minhas bolas, pra porra entrar bem lá dentro. Ao mesmo tempo, apertava minhas pernas pra Sor Teresa colar a cara e, principalmente, a boca e a língua na minha bunda babada. Soltei um grunhido de bicho, que tenho certeza que fez o corno do meu pai pular no sofá, e cuspi forte na bochecha da minha mãe, que bufava e fazia bolhas de baba pelos buracos do nariz. Como sempre que fazia uma dessas sessões pesadas, tinha preparado a câmera de vídeo HD. num tripé para gravar o show e depois me divertir e preparar algum vídeo pro site do puteiro. Levei um minuto longo pra relaxar, enquanto meu pau ia pulsando e soltando esperma na garganta da mamãe. Eu bufava entre os dentes e, finalmente, apertando com força a cabeça da minha puta, falei: - Escuta bem, Promíscua nojenta, vou te soltar e não quero que você engula o prêmio, nem perca uma gota... combinado? - Mmmmmmiiiií! – ela tentou responder com o pau enfiado na garganta. - Muito bem, porca! Agora quero que você compartilhe seu prêmio com nossa adorada freira... E, dando um puxão forte na cabeça dela, levantei do meu pau moreno, deixando um rastro de babas que se espalharam pela cabeça da outra puta e por toda a cama. Mas ela, sabendo das instruções que eu tinha acabado de dar, depois de recuperar o fôlego, fechou rapidamente a boca pra não perder nada de porra. Eu, ao mesmo tempo, tinha tirado o dedo do cu dela e cheirei por um momento, sentindo os aromas anais, antes de esfregar bem no nariz da Irmã Teresa e mandar ela chupar direitinho e deixar limpo. Ela fez uma pequena tentativa de afastar o rosto depois de cheirar, mas depois de um tapa e um puxão de cabelo, logo viu o absurdo da atitude e engoliu o dedo chupando com vontade. Depois, Teresa se posicionou como eu tinha ordenado pras minhas vadias quando eu as comia em dupla, bem debaixo da cara da mamãe e com a boca aberta. Enquanto eu contemplava a cena e ia me recuperando, minha mãe ia derramando o coquetel de esperma e babas na boca aberta da Teresa, que tentava manter o conteúdo como se fosse um recipiente, sem deixar nenhuma mísera gota escapar dos lábios. Eu as fiz repetir a operação por alguns minutos, enquanto meu pau ia relaxando. De vez em quando, eu contribuía com uns cuspes pra animá-las, que elas recebiam com alegria escancarada. Quando me cansei do show, ordenei que elas repartissem a sobremesa e, olhando pra câmera que eu tinha pegado naquele momento, mostrassem o conteúdo antes de engolir. — Muito bem! — falei — E agora, um sorrisão pros seus fãs... As duas sorriram que nem umas putas.
Eu me relaxei e me deitei na cama, um pouco elevado com a ajuda do travesseiro, pra prestar atenção nos vídeos que passavam na TV. Teresa se aninhou do meu lado, com o rosto apoiado no meu peito e a mãozinha acariciando minha pica descansada com suavidade. Minha mãe ia fazer o mesmo, mas eu parei ela: — Espera um pouco, Promiscuous. Me faz um favor, vai. — Fala, amor — respondeu ela, obediente. — Desce lá e traz umas latinhas de cerveja, que deu sede... — Mas... — ela respondeu, surpresa... sabia que a aparência dela não era a mais adequada pra passar na frente do marido amado, indo pra cozinha. — Nem mas, nem porra! — cortei, drástico — Veste um roupão ou o que te der na telha e traz, tá bom, puta? — Claro, Marcos, claro... — respondeu ela, submissa, pegando uma camiseta que, amassada, tava no fundo do quarto. Vestiu, sem sutiã nem nada. Felizmente, as tetonas dela ainda se mantinham bem firmes graças ao esporte. Os bicos marcavam forte pelo tecido. Depois pegou um shortinho de spinning que tinha por ali e também vestiu sem calcinha, marcando a bucetona perfeita. Antes de sair, me olhou. — Tô bem assim, filho? — perguntou, insinuante. Eu fiz um sinal pra ela girar. Ela deu uma volta completa e me olhou de novo, sorrindo. Mandei um beijo e confirmei o óbvio: — Tá perfeita! Parece uma puta de academia de verdade... — O que eu sou... — disse ela, virando-se e indo descer a escada. — Espera! — parei ela — Pensei numa coisa enquanto me recupero... por que você não sobe a piroca? — Qual? A grande? — Sim, vadia Promiscuous, a grande... qual vai ser? — Tá bom, tá bom, de acordo...! — respondeu ela. ofendida – Achava que era só pra ocasiões especiais...
– Hoje é uma ocasião especial... Não tá vendo que temos aqui a Madre Teresa de Calcutá, pronta pro martírio... – e, entre risadas, peguei Teresa pelo cabelo e dei um puta amasso nela. Mamãe desceu as escadas rebolando a bunda gostoso, enquanto minha freirinha favorita continuava acariciando meu pau que já começava a endurecer, enquanto eu olhava na tela a Beyonce mexendo aquele rabão. Cinco minutos depois, apareceu minha mãe putinha com um pack de seis cervejas geladas e um saco plástico com o pauzão dentro. Distribuiu três latas que começamos a beber com sede.
– Me diz, e o viadinho? – perguntei pra mamãe.
– Lá tá ele, largado vendo TV... Me olhou com uma cara meio estranha quando passei, mas não falou nada. Acho que pensa que tô fazendo ginástica aqui em cima ou algo assim...
– É, claro, que bobão... – interferiu Teresa – Ginástica com os peitos empalados, ha, ha, ha...
– Ei, vaca – cortei – Nem pense em tirar sarro do meu pai! – mamãe riu da minha intervenção – Só a gente zoa do corno! Né, mamãe?
– Claro, meu bem... – mamãe tava deitada do meu lado e chegou o rosto pra me dar um selinho. – O viadinho broxa é nosso...
Quando acabamos a cerveja, decidi continuar a festa.
– Então mamãe, agora quero me divertir vendo um bom show. Pode tirar o pauzão.
Mamãe abriu o saco e tirou um dildo de látex de uns quarenta centímetros, com uma bolinha de cada lado. Era grosso e flexível, ideal pra duas porcas sentarem ao mesmo tempo... No meio, tinha uma marca vermelha feita com caneta permanente.
– Agora quero que vocês duas fiquem de quatro, de frente uma pra outra, e engulam o pauzão até o fundo. Tem que chegar até a marca vermelha e se beijar. – eu, só de pensar na cena, já tava com o pau duro como pedra, mesmo não tendo nem vinte minutos que eu tinha gozado. – Assim, que, se não me falham as contas, vocês têm vinte centímetros pra enfiar cada uma na garganta. Já podem começar, e eu vou imortalizar a cena com um belo vídeo pro grupo do WhatsApp da Paróquia. E, pra ser sincero, foi um espetáculo digno da mente mais tarada da pornografia. No Porn Hub, ou em qualquer um dos melhores sites porno que infestam a internet, eles teriam brigado pra conseguir um vídeo tão porco, tão sacana e, por que não dizer, genial. As duas vadias encaixaram, cada uma de um lado, o pauzão de borracha e, devagar, se acostumando com o tamanho, foram avançando, cada uma pro seu lado, engatinhando na cama, com suas caras de puta velha frente a frente. De olhos bem abertos e lacrimejando pelo esforço, a testa perlada de suor no quarto abafado e as babas escorrendo pela garganta e vazando das bocas, caindo sobre a colcha da cama. Ao fundo, a tela da TV, com negonas rebolando a rabeta e eu, observando a cena com o pau duro e gritando sem papas na língua as palavras de "carinho e incentivo" que eu sei que excitavam minhas vadias: "Engulam, porcas nojentas, engulam! Puuuutas! Que par de porcas! Uma beata mãe de família, mais puta que as galinhas, que come o próprio filho e tudo que se mexe, e uma freira que trocou a fé pela pica do sobrinho!" E toda essa ladainha de gritos e berros, eu acompanhava com palmadas nas bundas das putas, puxões nos bicos dos peitos e, de vez em quando, recolhia as babas que iam pingando na cama pra esfregar nas caras das duas. Finalmente, depois de cinco minutos de esforço, conseguiram chegar na marca onde os lábios se encontravam. Naquele momento, mandei elas aguentarem um pouco, que agora era a minha vez de aproveitar. Então, depois de fazer um travelling circular na cena romântica, guardei o celular, liguei a câmera do tripé focando nas milf putas e, com o pau duro, fui finalizar minha obra. Mestra da putaria. Peguei um pouco da baba que escorria pelas caras delas e passei bem no meu pau duro antes de ir pro cu da freirinha. Mirei bem na bunda dela e enfiei de uma vez. Ela soltou um gemido. Não conseguia gritar e deixou cair umas lágrimas grossas. Mas, rapidamente se recuperou e começou a rebolar pra espremer meu pau, do jeito que sabia que eu gostava. Fiquei uns cinco minutos metendo forte, puxando o cabelo dela e dando tapas na cabeça dela, pra ver se acertava na cara da minha mãe. Me desafiei a marcar os dois olhos dela com cuspe e foi um pouco difícil, mas consegui. Além de um bônus de tapa no nariz, que escorreu pros lábios da Teresa. Olhando pros olhos suplicantes da minha mãe, antes de gozar, decidi dar a ração de pau pra ela. Então troquei de cu e repeti a operação ouvindo os gemidos da mamãe que saíam pelos espaços entre o pauzão, a boca dela e o nariz entupido, onde, de vez em quando, inflava uma bolha misturada de baba, meleca e o cuspe dos meus tapas que ainda molhava a cara dela. Quando tava quase gozando, saí do cu da mamãe e fiquei de frente pra câmera. E mirando nas caras juntas das duas vadias, reguei elas com esperma quentinho. No olhar das duas, pareceu que vi gratidão e, enquanto voltava pro meu trono no meio da cama pra relaxar, mandei elas tirarem o pauzão. Elas fizeram devagar, demorando no prazer de se olharem, cara a cara, com as mandíbulas quase deslocando. Enquanto iam se separando uma da outra, o enorme dildo ia aparecendo, encharcado de baba e brilhando. Depois falei pra elas não lavarem a cara, que o jeito de se limpar era se lambendo uma à outra, coisa que fizeram com gosto, enquanto eu gravava tudo de novo com o celular. -Porra! –falei –Com esse vídeo a gente vai estourar mais do que eu estourei o cu de vocês, suas putas! Elas riram e continuaram se chupando. Já passava das Certo. E sugeri pras putas pedir umas pizzas pra janta. Elas toparam na hora. Mandei a mãe descer pra falar pro corno ligar. Ele, obediente e feliz com a janta farta que o esperava, fez o que mandei. Meia hora depois, a campainha tocou e a mãe, com uma camisola fininha cobrindo a nudez, desceu pra pegar o pedido e, já que tava lá, deixar o pau duro do entregador. Deu de gorjeta uma vista do decantado decote e, depois de deixar uma pizza família pro corno, que continuava de perna quebrada vendo TV, subiu com o butim e mais uma leva de cervejas. Tinha chegado a hora de descansar e recuperar as forças. Comemos na mesinha do escritório e depois voltamos pra cama pra relaxar. Eu no meio, ladeado pelas duas gordas que apoiavam as tetonas no meu peito e viam TV felizes. Nem precisei sugerir pra Teresa ficar. Parece que ela já dava como certo. Além disso, ia ser bom dormir os três juntos, já que a mãe não precisaria voltar pro quarto de casal. Bastava contar pro viado que ela tinha trabalhado a noite toda com a Irmã Teresa... Naquelas coisas de missão na África e tal e tal... No fim das contas, não tava longe da realidade: acordei umas duas vezes durante a noite pra ver as duas porcas se pegando, chupando as bucetas uma da outra ou alguma delas mamando meu pau cansado enquanto a outra lambia o clitóris dela. Umas vadias adoráveis.
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