Sexualidade e família (Parte I)

Olá! Bem-vindo a este post.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Só pra avisar, tudo que escrevo é real, menos os nomes e alguns detalhes específicos. O que vou contar é uma longa história, da minha vida toda, de como me iniciei na sexualidade a partir de experiências com minha irmãzinha mais nova, que depois foi ficando mais complicada até hoje. A ideia é ir contando aos poucos algumas histórias e experiências que tive, num ambiente familiar muito tarado, sinistro e claramente...incestuosoChegando mais perto do final da saga, vou postar umas fotos que consegui roubar do PC e do celular dela. Então paciência, que é longo, e aproveitem...!Primeira Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3166521/Sexualidad-y-familia-Parte-I.htmlSegunda Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3169260/Sexualidad-y-familia-Parte-II.htmlTerceira Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3171976/Sexualidad-y-familia-Parte-III.htmlQuarta Parte:http://www.poringa.net/posts/relatos/3177415/Sexualidad-y-Familia-Parte-IV.htmlA história com a minha irmã começa há muitos anos, quando a gente ainda era criança. Minha ideia com esse post não é só contar pra vocês se divertirem um pouco, talvez até ficarem com tesão, mas principalmente desabafar sobre algo que não posso e nunca pude falar com ninguém, nem mesmo com ela.
Pra começar, vou apresentar os personagens dessa história, começando pela minha família nuclear. Somos seis: pai e mãe, três irmãos homens e a irmãzinha mais nova. Por enquanto, os únicos que importam somos eu e ela, os dois mais novos da família; o resto vai aparecendo com o tempo. Eu me chamo Esteban, sou um cara alto, magro, branquelo, bonitinho, com um corpo mais ou menos normal. Nada de especial. Tenho 26 anos e sou três anos mais velho que minha irmã, Sabri. Ela também é bem alta, de cabelo comprido e castanho, bem liso. Chega mais ou menos na altura do meu nariz. A pele dela é mais moreninha, com olhos cor de caramelo, suaves... Uma boca carnuda e rosadinha. Os peitos dela são muito bonitos, normais, com mamilos rosados clarinhos. Cintura bem marcada, abdômen chapado e a parte mais linda que sempre me deixou obcecado: uma bunda gostosa, sustentada por duas pernas bem compridas. Ela não vai pra academia nem nada do tipo, mas é uma besta, e ela não sabe disso (vive se criticando, principalmente o corpo). Quero dizer com isso que ela não tem noção do quão sexy e sensual é, do quão forte é, do que provoca nos outros. Isso faz com que, às vezes, esquente a galera ao redor sem perceber. Por exemplo, hoje a gente ficou meia hora conversando quando cheguei em casa, e ela tinha acabado de sair do banho, só de toalha e nada por baixo. O tesão que corria nas minhas veias enquanto a gente estava os dois no quarto dela, sentados na cama, e ela completamente nua, só com uma toalha cobrindo. Pior foi quando ela soltou o cabelo, que caiu molhado e exalando um perfume delicioso no ar, roçando os ombros que a toalha não conseguia cobrir. Dava pra ver bem por cima da... toalha, no peito dela, a linha que separava os dois peitos dela, que nascia tímida na pele e depois sumia debaixo do algodão. Além disso, enquanto a gente conversava, ela tava cozinhando, então de vez em quando parava pra ir na cozinha e eu seguia ela por trás, olhando bem fixo pra bunda dela, na esperança de que a toalha levantasse só mais um pouquinho e eu pudesse ver um pouco da pele dela. De qualquer jeito, as pernas nuas dela, e o pouco que dava pra ver das costas, já tavam me deixando louco. Quando ela virava pra falar comigo, eu tinha que disfarçar o rosto e desviar o olhar. Na verdade, foi logo depois dessa conversa toda que fiquei com um tesão do caralho e decidi sentar no pc pra escrever isso. Agora mesmo ela tá andando pela casa num short que deixa uma parte mínima da bunda dela de fora, o que me deixa doido. Vai no banheiro pegar um creminho, e senta na cadeira do pc dela pra passar nas pernas... Tô vendo ela agora mesmo... Bom, de qualquer forma, tô saindo do assunto.

Ela tem um namorado há uns anos, um cara legal. Pelo que sei, ele trata ela bem. Enfim, sempre foi pra mim a irmã mais nova que eu queria proteger e que ninguém tocasse, e, principalmente, que só eu queria tocar..




Vou tentar começar do começo...

A gente cresceu junto, numa casa de família. Éramos seis, e tinha três quartos, então num dormiam meus pais, no outro meus dois irmãos, e no último, Sabri e eu. Ou seja, desde que ela nasceu, a gente dormiu junto, quase toda noite. Isso continuou até eu ter 17 anos e ela 14, quando meus pais se separaram e nos mudamos eu, Sabri e minha mãe pra uma casa nós três sozinhos. Isso foi uma libertação pra mim, pela primeira vez em 17 anos eu tinha um quarto só meu e finalmente dormiria sozinho! Mas bom, tô me adiantando aos fatos. A questão é que desde muito pequenos a gente foi o mais unido. De um lado estavam os mais velhos, que brigavam ou sei lá, e do outro, ela e eu. Eu, nas nossas brincadeiras de criança.

Não sei exatamente quando tudo isso começou, mas sei que teve uma época, quando éramos muuuuito pequenos, que a gente tinha um jogo que tinha duas partes e sempre fazíamos do mesmo jeito. Primeiro, eu era tipo um narcoléptico que dormia e acordava a toda hora em qualquer lugar. Aí a gente tava na minha casa, eu assumia um papel, tipo de soldado numa guerra, e "acordava" e fazia aquele papel, improvisando com a minha irmã, que sempre topava. Daí, de repente, eu dormia, ela tentava me acordar... até que eu acordava de novo, e continuava a mesma coisa, assumia outro papel... Bom, essa era a primeira parte do jogo, que logo foi substituída pela segunda parte, onde a gente se trancava no nosso quarto e apagava as luzes. Nós dois deitávamos na cama pra dormir.. Mas o jogo era que ela era a mamãe ursa, e eu era o filhote urso. Então, quando a gente ia dormir, eu esperava ela "dormir" e brincava com ela. O que quero dizer com isso? No começo, e de um jeito muuuuito tímido, eu começava, por exemplo, a tocar ela um pouco, acariciava tipo uma perna dela. Quando via que ela continuava "dormindo", eu me aproximava um pouco, talvez abraçava ela, ou tocava um pouco mais forte, ou falava com ela, chamava de "mamãe" pra ver se tava acordada. Mamãe ursa continuava dormindo. Aos poucos, eu ia me animando mais, talvez tocava um pouco o cabelo dela, aproximava meu rosto do rosto dela... Tem que lembrar que éramos duas crianças, dois irmãozinhos, explorando a sexualidade e o corpo um do outro, todas sensações novas que nessa idade é difícil processar e não tem adulto que sirva de referência porque você sabe que se perguntar ou contar sobre esse tipo de brincadeira, vão te encher o saco. Sempre teve aquele tesão também de fazer esses jogos escondidos dos nossos pais, "pra ninguém saber". Tentem imaginar o peso dessas situações, essas primeiras experiências sexuais, com minha irmãzinha, de tão Galera, se escondendo dos nossos pais e irmãos. Sem poder contar pra ninguém sobre nossas brincadeiras.

Do que eu contei até agora, praticamente não tem nada sexual. Mas porque isso foi se desenvolvendo aos poucos. No começo as brincadeiras eram mais inocentes, mas não porque eu não quisesse ir mais longe, lembro da curiosidade pelo corpo dela e da vontade de tocar, morder, chupar, qualquer coisa. Mas eu não sabia até onde era de boa, até onde ela tava brincando, quando ela ia levantar e ir me dedurar pros meus pais... Além do tesão pela sexualidade e a aproximação de outro corpo, tinha toda a questão do proibido, do que não pode fazer e a gente faz escondido, e se alguém descobrisse, ia nos castigar. Essa culpa e medo do castigo também eram motores pra tudo que a gente fazia.

Uma das vezes que a gente tava nessas brincadeiras, não muito depois da primeira, eu criei coragem pela primeira vez pra levantar um pouco a camiseta da mamãe ursa. Dessa vez ela tava de bruços, então quando levantei a camiseta, pude ver, sentir, cheirar e tocar bem de pertinho a pele das costas dela. Que eu já tinha visto várias vezes, mas não sob esse manto de intimidade e safadeza. E não só as costas, mas o começo da cintura dela, que sumia debaixo do tecido da calça. Imaginem o quão duro, quente e excitado eu tava. O calor infernal que fazia naquele quarto... Porque ela também, sempre emanava um calorão. Claro que muitas coisas que agora consigo pensar sobre aquela época, na hora eu sentia diferente... Quero dizer, eu não sabia direito o que era o corpo de uma mulher, os cheiros de uma mulher... Mas enfim, eu intuía que ela gostava do que a gente fazia, porque a gente sempre voltava a repetir.

Então... eu levanto a camiseta dela, olho bem, e aproximo minha boca pra dar um beijo na lombar dela. Mamãe ursa se levanta rápido então, o neném ursinho finge que tá dormindo... Ela dá uma olhada, pergunta se eu tô acordado, passa a mão no meu rosto, e volta a "dormir". Neném ursinho, ao vendo que a mãe dormiu, aos pouquinhos ela vai acordando de novo... Quando abro os olhos, vejo que a Sabri não tinha levantado a camiseta, mas continuava com as costas descobertas, o que me incentivou a dar mais um passo. Dessa vez, aproximei meu rosto das nádegas dela e apoiei uma bochecha na bunda dela. Com a mão direita, acariciava as pernas dela, bem devagar. Começando pelo joelho, subindo um pouco pela coxa, tudo por cima da calça. Ela se mexia devagarinho, e eu, com uma delicadeza e lentidão enormes, ia percorrendo aos poucos as pernas daquela garota. Novamente a mamãe ursa acorda, e eu finjo que tô dormindo... Ela se mexe um pouco, se ajeita, se pergunta o que terá acontecido, me acaricia um pouco o rosto e volta a dormir. Aí, rapidamente — e essa sensação eu nunca mais esqueço —, quando ela tá dormindo, aproximo meus lábios do corpo dela e apoio o lábio de cima na parte baixa das costas, e o lábio de baixo na borda da calça. Dou uns beijos assim, e logo, ajudado por uma mão, vou abaixando bem devagar a calça dela e a calcinha que tava por baixo. Pela primeira vez na minha vida, tinha a bunda da minha irmã na minha cara, a dois centímetros dos meus olhos, do meu nariz e da minha boca. Sentia um cheiro doce, quase perfumado. Lembro de pensar que talvez ela tivesse se perfumado ali antes de começar essa brincadeira. Isso me deu a certeza de que ela também tava curtindo e desejando aquilo. Inclusive, lembro que quando fui abaixar a calça dela, ela arqueou um pouco as costas pra facilitar o deslizar do tecido.

Então, ali estava. Um moleque com a irmãzinha, os dois super excitados, o quarto tava pegando fogo de tão quente, e os dois exalavam cheiros sexuais muito fortes. E deliciosos. Eu tava com o pau durasso e ficava massageando ele por cima da calça, enquanto com a outra mão tocava, acariciava e apertava a bunda da minha irmã, a nádega direita especificamente, porque a esquerda tava ocupada pela minha bochecha (tava apoiado, e de vez em quando também dava uns beijinhos nela). Eu mordia a bunda dela, mas ela não gostava e sempre fazia a mamãe ursa acordar. Então os beijos e mordidas foram poucos, embora muito gostosos, nunca mais esqueço... O sabor, a textura da bunda da minha irmãzinha. E das primeiras nádegas que toquei, mordi, beijei, chupei e cheirei na minha vida. Pra mim era o paraíso. Tantas sensações novas.

Como eu disse antes, eu era obcecado pela bunda dela, e reforço isso porque lembro que às vezes ela virava de barriga pra cima em vez de barriga pra baixo, "me oferecendo" a buceta e os peitos dela. Mas naquela idade eu não tava tão interessado nisso, só na bunda dela. Os peitos eu não toquei nem vi naquela época, e a buceta, o que dizer... Branquinha, sem nenhum pelo, molhada e quente.. Minha aproximação foi breve, lembro de uma única vez dar um beijo que achei meio estranho e nunca mais. Nas outras vezes que ela virava de barriga pra cima, eu conseguia fazer com que ela terminasse de barriga pra baixo e voltar a olhar e beijar aquela bunda linda.

Lembro de uma vez em especial que criei coragem pra abrir as nádegas dela e ver o cu dela. Foi glorioso. Ela não gostava muito, mas eu insistia um pouco e no fim ela deixava. Desde que descobri o cu dela, toda vez que a gente brincava daquilo, eu ia com esse objetivo: encontrar o cu dela. Não era mais só sentir a pele dela, o calor, chupar e morder aquelas nádegas divinas, mas agora também tinha algo novo, um buraquinho. Eu sempre queria chegar mais perto, beijar, passar a língua. Mas ela sempre me interrompia. Mal eu beijava um pouco o cu dela, a mamãe ursa acordava.

A brincadeira quase sempre terminava porque a gente tinha que fazer outra coisa, alguma coisinha de criança. E eu, claro, antes de qualquer outra coisa, ia pro banheiro e me masturbava. É a partir dessas primeiras brincadeiras que comecei a desenvolver, por um lado, minha sexualidade, e por outro, minha obsessão pela minha irmãzinha e especificamente pela bunda dela.

É muito material, são muitas histórias e são muitos anos que se passaram, então vou dividir esse post em várias partes. Se eu receber comentários legais e Vejo vontade de ler mais, vou postar as próximas partes. Por enquanto, deixo um abraço, valeu por me lerem! Compartilhem!

16 comentários - Sexualidade e família (Parte I)

mrblow +1
WOW,TREMENDA HISTORIA,SIGUE BRO CON LAS DEMAS,SI QUE TE MORBEAN Y EXCITAN
+10
Muy extenso y calienta menos que un político en campaña.
quizas es un tipo de narrativa que no te gusta, sé que es lento y un poco disperso, pero tiene que ver con que es una realidad que me sucede, que me perturba a veces, y me encanta otras veces. esto es tambien un medio de expresion, no busco aca armarles una fantasia para que se calienten tanto como intento resolver las cosas que me pasan y expresarlas. relatos fantasiosos hay por todos lados, yo vengo a ofrecer otra cosa. quizás desde esa lectura puedas disfrutarlo un poco más. saludos!!
muy bueno!! muchas ganas de mas! te acompaño en el sentimiento de todas esas sensaciones por primera vez. Tambien tuve mis experiencias
espero que armes tus propios relatos entonces tambien, para leerte!
Por dios que caliente me dejas! Sigue así hermano y por favor alguna fotito, no dejo de imaginarme a tu hermanita! Saludos.
de a poquito amigo, ya van a llegar, cuando sea el momento
Esa hermanita debe de ser una locura!!!
El culo hermoso que tendra...
El pueblo quiere mas...
😵
ira llegando de a poquito! en unos dias publico la segunda parte ! 😃
senti que contabas mi historia! van 10! si pudiera te daria 100!
gracias brother. cuando lo sientas, contanos tu historia!
Woooow estoy impresionada porque yo empecé casi de la misma manera!! sigue así!!
uff conta por fa!!
Casi mi historia, solo que eramos lobos y dos hermanas y una amiga casi hermana de la casa. Despues fueron una sobrina y una cuñada.

Exelente relato, tengo que relatar el mio
Contalo bro!! Y avisame!!
cuentame porfa sueva bastante bueno e interesante
eramos chico, con mis dos hermanas jugabamos a ser lobos y nos explorabamos. Lueogo mi cuñada al cumplir 18 y mi sobrina al quedarse en casa