Continuamos!!! Trazemos mais dessa história que nos deixa a mil!
E TENHO UMA NOTÍCIA MUITO, MUITO BOA PARA VOCÊS! VOU TRAZER UNS CLICKS DAS MINHAS AMIGAS GOSTOSAS!
MAS TALVEZ SEJA NO OUTRO POST!!
SAUDAÇÕES! E BOA LEITURA!!!!
Parte 6:http://www.poringa.net/posts/relatos/3162323/Aprendiendo-sobre-el-amor-6.html
Parte 7:http://www.poringa.net/posts/relatos/3165014/Aprendiendo-sobre-el-amor-7.html
Parte 8:http://www.poringa.net/posts/relatos/3165203/Aprendiendo-sobre-el-amor-8-flashback.html
M: Porque sempre sou eu quem tem que ir atrás dela - falei irritada - agora sou eu quem precisa de ajuda, quem precisa dela, só - soltei um pequeno suspiro - preciso que ela me salve - sussurrei
Depois de uma longa conversa com o José, beber e ver um ou outro show das garotas, as horas voaram como quase sempre acontece quando vou ao lugar.
R: Já tô saindo do meu turno – sussurrou no meu ouvido – vamos pro meu apartamento – disse me agarrando pelo braço
Eu, bem dócil, deixei levar, chegamos no apartamento dele, assim que atravessamos a porta ele me encurralou contra ela me beijando com paixão. Peguei ele pela cintura, levantei uma de suas pernas e coloquei na minha cintura, minha outra mão passava pela outra perna dele, ele entendeu a mensagem e colocou a outra perna na minha cintura, segurando ele pelas nádegas, avancei até empurrá-lo com alguma força contra a parede fazendo ele gemer no beijo, ele passava as mãos pela minha nuca e minhas costas cravando as unhas na minha pele.
Tiro minha blusa e meu sutiã, ficando nua da cintura para cima. A posição já estava desconfortável, então fui andando até encontrar uma mesa, me apoiei nela e me deixei levar. Minhas mãos deslizaram por baixo da blusa dela, cravando minhas unhas nas suas costas enquanto mordia seu lábio, arrancando um gemido dela. Tirei sua blusa e comecei a desabotoar sua calça. Renata afastou minhas mãos, se separou de mim e se afastou um pouco. Com um olhar travesso, começou a dançar lentamente para mim, passando as mãos pelas próprias pernas até a cintura, dançando devagar, movendo os quadris sem parar de me encarar. Foi se aproximando de mim sem parar de mexer a cintura, levando as mãos ao abdômen, passando entre os seios até o pescoço, jogando a cabeça para trás. Apoiou as mãos na minha cintura, girando ao meu redor sem parar de tocar meu corpo.
Agarrei-a pela cintura e encostei meu corpo nas suas costas, passando minha língua do ombro até o pescoço dela
M: Continua dançando - sussurro no ouvido dela.
Veja como ela estremeceu, mas não parou de mexer o corpo de forma sensual, pegou minhas mãos e as colocou na sua cintura, se movendo devagar, encostando a bunda no meu corpo subindo e descendo, uma e outra vez, jogou a cabeça para trás apoiando no meu ombro, Renata estava me fazendo perder a cabeça, tirei rapidamente minha calça e a dela, seus lábios vermelhos e um pouco inchados pelos beijos eram provocantes, seu olhar era hipnotizante.
M: Eu te desejo - falei sem tirar os olhos do seu corpo lindo
R: ...mordendo o lábio e com aquele olhar safado, ela me perguntou: "Quanto você me deseja?" enquanto passava a língua pelos meus lábios.
M: Muito - enquanto acariciava seu abdômen, minhas mãos se dirigiam aos seus seios, pegando-os, apertando-os
R: mmm me prova isso - sussurrou no meu ouvido, mordendo meu lóbulo, sua mão apertou minha buceta, arrancando um pequeno gemido, ela se afastou do meu corpo pela segunda vez naquela noite, suas mãos foram até a última peça de roupa que lhe restava, tirou-a ficando totalmente nua, eu fiz o mesmo e fui atrás dela, sem aviso prévio a peguei no colo e a esmaguei contra a parede, colando nossas bocetas, começando a nos mover, mordendo e chupando seu pescoço deixando minhas marcas nela, não demorou muito para chegarmos ao orgasmo, ficamos transando por mais algumas horas, até que Renata adormeceu no chão.
Peguei minhas coisas, me vesti e saí do apartamento dele rumo ao meu, fui a pé até em casa, não tava com vontade de pegar um táxi. Quando cheguei na frente do meu prédio, fiquei um tempinho do lado de fora, sem querer entrar. Depois de um tempo, tomei coragem e entrei.
Olhei para o relógio, eram 6:45 da manhã de uma sexta-feira. Caminhei sem vontade até a cozinha, peguei a primeira coisa que encontrei e me servi um pouco de cereal e porra. Ia para a sala ver um pouco de TV, mas grande foi minha surpresa ao encontrar a Luna dormindo no sofá. Ali, naquele momento, quando a olhei, foi que a culpa me bateu.
imbecil, mas você não se sente culpado quando dá prazer a outra mulher", pensei
Fiquei olhando pra ela um tempão. Sempre que vejo ela dormindo, me lembro do primeiro dia que fiz isso, quando a vi dormindo num daqueles jardins vazios do decanato, sempre com essa carinha de anjo. Sentei num dos sofás individuais e comecei a comer enquanto observava ela. Depois de muito tempo olhando, me perguntei: será que ela tá desconfortável dormindo no sofá? Será que ela se incomodaria se eu levasse ela pra cama?
Levei meu prato para a cozinha, enquanto pensava se a carregava ou não até a cama. Quando voltei, decidi levá-la para o quarto. A carreguei tentando não acordá-la, levei-a para o quarto e a coloquei na cama. Beijei sua testa e ia sair do quarto quando algo chamou minha atenção: eram algumas malas arrumadas ao lado da porta, que antes eu não tinha percebido. Intuindo o que aconteceria, minhas lágrimas começaram a cair aos montes.
Eu estava perdendo ela, perdendo aos poucos, ou pior, já tinha perdido. Seu amor, seus sorrisos, suas preocupações, tudo. Perdi tudo dela. Fui até o armário, pra ver se tinha uma pequena chance de que o que passou pela minha cabeça fosse só um mau pressentimento, mas não foi assim. Vi no armário só roupas que eram minhas, nada dela. Saí do quarto rumo ao do Roman e foi a mesma coisa, só que no quarto dele já não tinha mais as malas.
Entre soluços, voltei para o que já não seria mais nosso quarto, sem parar de chorar aproveitei para vê-lo e observá-lo, pois não acho que vá fazer isso de novo. Sem querer, com meus soluços acabei acordando a Luna, da cama ela me olhou com cara de confusão, como se não soubesse porque eu estava chorando. Ela se levantou da cama, eu fechei os olhos sem querer ver o que ela faria, se sairia pela porta e me deixaria, não queria ver, não queria ouvir, não queria sentir o que estava sentindo naquele momento.
L: O que foi? - me perguntei.
M: eu tô te perdendo?
Luna ficou muda, não saiu mais uma palavra dela, em vez disso, ela se afastou, pegou as malas e saiu do quarto. Fiquei em choque, não conseguia me mexer. Foi só quando ouvi a porta da frente que consegui me mover rapidamente. Corri atrás da Luna e fiz a primeira coisa que me veio à mente: agarrei as malas dela e corri de volta para o quarto, escondendo as malas debaixo da cama.
Voltei para a porta e Luna estava com cara de confusão.
M: Por que você faz isso? - perguntei - quer dizer, por que você quer ir embora?
L: - com um risinho baixo, respondeu - Por que não? - a resposta dela me surpreendeu
Luna entrou de novo na casa, foi se sentar no sofá, levou as mãos ao rosto e deu um suspiro em clara sinal de frustração.
L: Por que você tá fazendo isso tão difícil?
Tomei coragem e me dirigi ao sofá, sentando-me ao lado dela.
M: Você ainda me ama?
L: Não
M: Não? Ah... - não sabia mais o que dizer pra isso
L: Você não é nem metade da mulher pela qual eu me apaixonei.
M: Você também não é a mesma - meio que reclamei - e mesmo assim eu continuo te amando - soltei uma risadinha
L: hahaha, sério mesmo? - falou num tom irônico
M: O que tem de engraçado?
L: Seu jeito de me amar, isso é engraçado
M: Eu sempre te amei assim, antes você não achava engraçado - estava começando a me irritar
L: Não! você antes me amava - dessa vez eu viro e me olho
M: E agora eu não faço mais, segundo você?
L: Não, agora não - seus olhos começaram a lacrimejar - Agora você só se agarra a mim, pra se sentir estável
M: Estável?! Vai tomar no cu - eu não aguentava mais - VOCÊ MUDOU!!, ficou distante, não falou comigo quando aconteceu o acidente, me ignorou e tem me ignorado, não me toca, não me beija, NADA! não tem mais interesse em mim, nada, e a culpada sou EU??!!
Luna, com uma expressão séria, levantou-se do sofá e, com passos decididos, dirigiu-se à saída.
Pensa o que quiser
M: NÃO!! Agora eu quero saber o que você pensa, quero saber por quê, por que você foi do jeito que foi durante todo esse tempo - falei enquanto a perseguia em direção à porta
L: Eu não te amo mais, por isso.
Suas palavras não me convenciam, mas doíam demais.
M: Não acredito em você - disse com firmeza - me dá um beijo
L: O quê?
M: O que você ouviu, um beijo
L: Tá doida? Não vou te beijar.
M: Você não faz isso porque ainda me ama – eu disse – você tem medo de perder o controle na hora de me beijar – desafiei ela
L: - Luna se aproximou de mim, me segurou pela cintura e trouxe seus lábios bem perto dos meus, o mais perto que estiveram em muito tempo - pense o que quiser, não vou te beijar, sabe por quê? Porque só de pensar em beijar você de novo me dá nojo - disse me encarando com raiva
Suas palavras me deixaram ainda mais irritado, aproveitando que estávamos perto, agarrei-a pela nuca e esmaguei meus lábios contra os dela, beijando-a com raiva, com fúria. Ela não retribuiu o beijo, senti suas mãos fechadas em punhos na minha cintura. Tava pouco me fodendo se ela me batesse, sentir seus lábios de novo vale todos os socos que ela quisesse me dar. Como vi que ela não ia corresponder, afastei meus lábios da sua boca.
L: Já te... - não deixei ela terminar, aproveitando que abriu a boca, a beijei de novo, minha língua se enroscou na boca dela, encontrando a língua da Luna, dessa vez ela não se conteve e respondeu meus beijos, sentia falta deles, sentia falta do jeito que ela aprofundava o beijo quando fazia algo que gostava, como ela enterrava as unhas na minha pele ao morder minha língua, sentia falta dela, sentia muita falta dela.
M: Te amo - sussurrei nos lábios dela
L: Eu te amo... - Não deixei ela continuar falando, a beijei de novo, tinha que recuperar todo o tempo que passei sem beijar essa boca.
M: Você é minha Lua - eu disse entre beijo e beijo - só minha
L: Eu sou sua... - continuei beijando ela
Coloquei minhas mãos sob a blusa dela, tocando com adoração suas costas, começando a tirar a blusa, mas Luna se afastou de mim e me deu um tapa.
M: Mas que porra? - falei esfregando minha bochecha - Por que você me bateu?
L: Porque eu tô com vontade - disse, arrumando a blusa - eu vazo daqui!!
M: ah não, isso não! - disse, segurando-a pelo braço - agora eu quero que você me diga o verdadeiro motivo pelo qual está indo embora!!
L: Com que cara você vem me cobrar!! - disse se soltando - Você, tão cínica, vem me cobrar!!
M: que... - não deixei ela falar e ela continuou falando
L: Agora você cala a boca e me deixa falar!! - fiquei muda deixando ela falar - Que cínica, vem e me beija como se tudo estivesse bem, o pior de tudo é que me reclama!! quando vem com cheiro de álcool e sexo - fiquei pálida com suas palavras - SIM! eu sei que você se deita com qualquer puta que der na telha, e depois de se amassar com uma dessas vadia você vem e quer transar comigo! - já não falava eram gritos o que dizia - eu não tenho culpa se elas não te satisfazem como deveriam, e ainda me pergunta por que mudei?!!
M: VOCÊ MUDOU MUITO ANTES DE TUDO ISSO ACONTECER!! VOCÊ!! - gritei - VOCÊ TEM A CULPA, SÓ VOCÊ!!
L: Ah, claro, joga a culpa em mim - disse com ironia - Se eu sou culpada, você também é, porra!
M: Eu não tenho culpa se você sentiu pena de mim quando fiquei inválida!
L: Você não me deu pena, foi você que me afastou ou não lembra?! Quando você estava no hospital, depois que acordou, me proibiu de entrar, mas mesmo assim, quando você dormia, eu me infiltrava no quarto para ver você dormir, isso você nunca soube. Quando as terapias começaram, eu queria me aproximar, mas era tanta sua irritação e raiva porque ainda não conseguia andar, que você não me deixou chegar perto. Sabe como é sentir que a pessoa que você ama não quer que você se aproxime? - já suas lágrimas escorriam pelo rosto - Pensei que você queria espaço, e te dei, comecei a me afastar de você. Parei de tentar fazer você falar comigo, parei de te beijar de manhã, parei de fazer o jantar para nós duas nos dias em que era minha vez de cozinhar. Uma parte de mim esperava que você notasse que eu estava me afastando e faria algo para evitar que isso acontecesse. E sabe o que você fez? - a essa altura eu estava chorando tanto ou mais que ela - você não fez nada.
Fiquei quieta por um tempo até que ela continuou.
L: Sólo percebeu quando viu que eu estava indo embora do seu lado. - deu um suspiro - Sei que foi difícil para você, mas também foi para mim, fui eu quem recebeu a ligação dizendo que minha namorada e meu irmãozinho estavam no hospital por causa de um acidente de carro, fui eu quem teve que lidar com o Roman chorando por dias por causa da dor do braço queimado, fui eu quem rezava todas as noites esperando que você acordasse, fui eu que fiquei sozinha em casa enquanto você ia se afogar no álcool e em outras mulheres, procurei e procurei uma solução, e agora encontrei.
M: Não me deixa não - dizia entre soluços - me dá uma chance
L: Você realmente acha que merece uma? - Não respondi - Em mim você não encontrou o apoio que precisava, é melhor eu ir embora e você decidir o que quer fazer da sua vida - disse olhando para mim - Agora é você quem tem que escolher se quer continuar vivendo como estava ou decide mudar e ser a mesma Mariangel de antes - deu um pequeno suspiro - Te amo, mas eu também preciso curar minhas feridas - acariciando minha bochecha - mas sem você.
E TENHO UMA NOTÍCIA MUITO, MUITO BOA PARA VOCÊS! VOU TRAZER UNS CLICKS DAS MINHAS AMIGAS GOSTOSAS!
MAS TALVEZ SEJA NO OUTRO POST!!
SAUDAÇÕES! E BOA LEITURA!!!!
Parte 6:http://www.poringa.net/posts/relatos/3162323/Aprendiendo-sobre-el-amor-6.html
Parte 7:http://www.poringa.net/posts/relatos/3165014/Aprendiendo-sobre-el-amor-7.html
Parte 8:http://www.poringa.net/posts/relatos/3165203/Aprendiendo-sobre-el-amor-8-flashback.html
M: Porque sempre sou eu quem tem que ir atrás dela - falei irritada - agora sou eu quem precisa de ajuda, quem precisa dela, só - soltei um pequeno suspiro - preciso que ela me salve - sussurrei
Depois de uma longa conversa com o José, beber e ver um ou outro show das garotas, as horas voaram como quase sempre acontece quando vou ao lugar.
R: Já tô saindo do meu turno – sussurrou no meu ouvido – vamos pro meu apartamento – disse me agarrando pelo braço
Eu, bem dócil, deixei levar, chegamos no apartamento dele, assim que atravessamos a porta ele me encurralou contra ela me beijando com paixão. Peguei ele pela cintura, levantei uma de suas pernas e coloquei na minha cintura, minha outra mão passava pela outra perna dele, ele entendeu a mensagem e colocou a outra perna na minha cintura, segurando ele pelas nádegas, avancei até empurrá-lo com alguma força contra a parede fazendo ele gemer no beijo, ele passava as mãos pela minha nuca e minhas costas cravando as unhas na minha pele.
Tiro minha blusa e meu sutiã, ficando nua da cintura para cima. A posição já estava desconfortável, então fui andando até encontrar uma mesa, me apoiei nela e me deixei levar. Minhas mãos deslizaram por baixo da blusa dela, cravando minhas unhas nas suas costas enquanto mordia seu lábio, arrancando um gemido dela. Tirei sua blusa e comecei a desabotoar sua calça. Renata afastou minhas mãos, se separou de mim e se afastou um pouco. Com um olhar travesso, começou a dançar lentamente para mim, passando as mãos pelas próprias pernas até a cintura, dançando devagar, movendo os quadris sem parar de me encarar. Foi se aproximando de mim sem parar de mexer a cintura, levando as mãos ao abdômen, passando entre os seios até o pescoço, jogando a cabeça para trás. Apoiou as mãos na minha cintura, girando ao meu redor sem parar de tocar meu corpo.
Agarrei-a pela cintura e encostei meu corpo nas suas costas, passando minha língua do ombro até o pescoço dela
M: Continua dançando - sussurro no ouvido dela.
Veja como ela estremeceu, mas não parou de mexer o corpo de forma sensual, pegou minhas mãos e as colocou na sua cintura, se movendo devagar, encostando a bunda no meu corpo subindo e descendo, uma e outra vez, jogou a cabeça para trás apoiando no meu ombro, Renata estava me fazendo perder a cabeça, tirei rapidamente minha calça e a dela, seus lábios vermelhos e um pouco inchados pelos beijos eram provocantes, seu olhar era hipnotizante.
M: Eu te desejo - falei sem tirar os olhos do seu corpo lindo
R: ...mordendo o lábio e com aquele olhar safado, ela me perguntou: "Quanto você me deseja?" enquanto passava a língua pelos meus lábios.
M: Muito - enquanto acariciava seu abdômen, minhas mãos se dirigiam aos seus seios, pegando-os, apertando-os
R: mmm me prova isso - sussurrou no meu ouvido, mordendo meu lóbulo, sua mão apertou minha buceta, arrancando um pequeno gemido, ela se afastou do meu corpo pela segunda vez naquela noite, suas mãos foram até a última peça de roupa que lhe restava, tirou-a ficando totalmente nua, eu fiz o mesmo e fui atrás dela, sem aviso prévio a peguei no colo e a esmaguei contra a parede, colando nossas bocetas, começando a nos mover, mordendo e chupando seu pescoço deixando minhas marcas nela, não demorou muito para chegarmos ao orgasmo, ficamos transando por mais algumas horas, até que Renata adormeceu no chão.
Peguei minhas coisas, me vesti e saí do apartamento dele rumo ao meu, fui a pé até em casa, não tava com vontade de pegar um táxi. Quando cheguei na frente do meu prédio, fiquei um tempinho do lado de fora, sem querer entrar. Depois de um tempo, tomei coragem e entrei.
Olhei para o relógio, eram 6:45 da manhã de uma sexta-feira. Caminhei sem vontade até a cozinha, peguei a primeira coisa que encontrei e me servi um pouco de cereal e porra. Ia para a sala ver um pouco de TV, mas grande foi minha surpresa ao encontrar a Luna dormindo no sofá. Ali, naquele momento, quando a olhei, foi que a culpa me bateu.
imbecil, mas você não se sente culpado quando dá prazer a outra mulher", pensei
Fiquei olhando pra ela um tempão. Sempre que vejo ela dormindo, me lembro do primeiro dia que fiz isso, quando a vi dormindo num daqueles jardins vazios do decanato, sempre com essa carinha de anjo. Sentei num dos sofás individuais e comecei a comer enquanto observava ela. Depois de muito tempo olhando, me perguntei: será que ela tá desconfortável dormindo no sofá? Será que ela se incomodaria se eu levasse ela pra cama?
Levei meu prato para a cozinha, enquanto pensava se a carregava ou não até a cama. Quando voltei, decidi levá-la para o quarto. A carreguei tentando não acordá-la, levei-a para o quarto e a coloquei na cama. Beijei sua testa e ia sair do quarto quando algo chamou minha atenção: eram algumas malas arrumadas ao lado da porta, que antes eu não tinha percebido. Intuindo o que aconteceria, minhas lágrimas começaram a cair aos montes.
Eu estava perdendo ela, perdendo aos poucos, ou pior, já tinha perdido. Seu amor, seus sorrisos, suas preocupações, tudo. Perdi tudo dela. Fui até o armário, pra ver se tinha uma pequena chance de que o que passou pela minha cabeça fosse só um mau pressentimento, mas não foi assim. Vi no armário só roupas que eram minhas, nada dela. Saí do quarto rumo ao do Roman e foi a mesma coisa, só que no quarto dele já não tinha mais as malas.
Entre soluços, voltei para o que já não seria mais nosso quarto, sem parar de chorar aproveitei para vê-lo e observá-lo, pois não acho que vá fazer isso de novo. Sem querer, com meus soluços acabei acordando a Luna, da cama ela me olhou com cara de confusão, como se não soubesse porque eu estava chorando. Ela se levantou da cama, eu fechei os olhos sem querer ver o que ela faria, se sairia pela porta e me deixaria, não queria ver, não queria ouvir, não queria sentir o que estava sentindo naquele momento.
L: O que foi? - me perguntei.
M: eu tô te perdendo?
Luna ficou muda, não saiu mais uma palavra dela, em vez disso, ela se afastou, pegou as malas e saiu do quarto. Fiquei em choque, não conseguia me mexer. Foi só quando ouvi a porta da frente que consegui me mover rapidamente. Corri atrás da Luna e fiz a primeira coisa que me veio à mente: agarrei as malas dela e corri de volta para o quarto, escondendo as malas debaixo da cama.
Voltei para a porta e Luna estava com cara de confusão.
M: Por que você faz isso? - perguntei - quer dizer, por que você quer ir embora?
L: - com um risinho baixo, respondeu - Por que não? - a resposta dela me surpreendeu
Luna entrou de novo na casa, foi se sentar no sofá, levou as mãos ao rosto e deu um suspiro em clara sinal de frustração.
L: Por que você tá fazendo isso tão difícil?
Tomei coragem e me dirigi ao sofá, sentando-me ao lado dela.
M: Você ainda me ama?
L: Não
M: Não? Ah... - não sabia mais o que dizer pra isso
L: Você não é nem metade da mulher pela qual eu me apaixonei.
M: Você também não é a mesma - meio que reclamei - e mesmo assim eu continuo te amando - soltei uma risadinha
L: hahaha, sério mesmo? - falou num tom irônico
M: O que tem de engraçado?
L: Seu jeito de me amar, isso é engraçado
M: Eu sempre te amei assim, antes você não achava engraçado - estava começando a me irritar
L: Não! você antes me amava - dessa vez eu viro e me olho
M: E agora eu não faço mais, segundo você?
L: Não, agora não - seus olhos começaram a lacrimejar - Agora você só se agarra a mim, pra se sentir estável
M: Estável?! Vai tomar no cu - eu não aguentava mais - VOCÊ MUDOU!!, ficou distante, não falou comigo quando aconteceu o acidente, me ignorou e tem me ignorado, não me toca, não me beija, NADA! não tem mais interesse em mim, nada, e a culpada sou EU??!!
Luna, com uma expressão séria, levantou-se do sofá e, com passos decididos, dirigiu-se à saída.
Pensa o que quiser
M: NÃO!! Agora eu quero saber o que você pensa, quero saber por quê, por que você foi do jeito que foi durante todo esse tempo - falei enquanto a perseguia em direção à porta
L: Eu não te amo mais, por isso.
Suas palavras não me convenciam, mas doíam demais.
M: Não acredito em você - disse com firmeza - me dá um beijo
L: O quê?
M: O que você ouviu, um beijo
L: Tá doida? Não vou te beijar.
M: Você não faz isso porque ainda me ama – eu disse – você tem medo de perder o controle na hora de me beijar – desafiei ela
L: - Luna se aproximou de mim, me segurou pela cintura e trouxe seus lábios bem perto dos meus, o mais perto que estiveram em muito tempo - pense o que quiser, não vou te beijar, sabe por quê? Porque só de pensar em beijar você de novo me dá nojo - disse me encarando com raiva
Suas palavras me deixaram ainda mais irritado, aproveitando que estávamos perto, agarrei-a pela nuca e esmaguei meus lábios contra os dela, beijando-a com raiva, com fúria. Ela não retribuiu o beijo, senti suas mãos fechadas em punhos na minha cintura. Tava pouco me fodendo se ela me batesse, sentir seus lábios de novo vale todos os socos que ela quisesse me dar. Como vi que ela não ia corresponder, afastei meus lábios da sua boca.
L: Já te... - não deixei ela terminar, aproveitando que abriu a boca, a beijei de novo, minha língua se enroscou na boca dela, encontrando a língua da Luna, dessa vez ela não se conteve e respondeu meus beijos, sentia falta deles, sentia falta do jeito que ela aprofundava o beijo quando fazia algo que gostava, como ela enterrava as unhas na minha pele ao morder minha língua, sentia falta dela, sentia muita falta dela.
M: Te amo - sussurrei nos lábios dela
L: Eu te amo... - Não deixei ela continuar falando, a beijei de novo, tinha que recuperar todo o tempo que passei sem beijar essa boca.
M: Você é minha Lua - eu disse entre beijo e beijo - só minha
L: Eu sou sua... - continuei beijando ela
Coloquei minhas mãos sob a blusa dela, tocando com adoração suas costas, começando a tirar a blusa, mas Luna se afastou de mim e me deu um tapa.
M: Mas que porra? - falei esfregando minha bochecha - Por que você me bateu?
L: Porque eu tô com vontade - disse, arrumando a blusa - eu vazo daqui!!
M: ah não, isso não! - disse, segurando-a pelo braço - agora eu quero que você me diga o verdadeiro motivo pelo qual está indo embora!!
L: Com que cara você vem me cobrar!! - disse se soltando - Você, tão cínica, vem me cobrar!!
M: que... - não deixei ela falar e ela continuou falando
L: Agora você cala a boca e me deixa falar!! - fiquei muda deixando ela falar - Que cínica, vem e me beija como se tudo estivesse bem, o pior de tudo é que me reclama!! quando vem com cheiro de álcool e sexo - fiquei pálida com suas palavras - SIM! eu sei que você se deita com qualquer puta que der na telha, e depois de se amassar com uma dessas vadia você vem e quer transar comigo! - já não falava eram gritos o que dizia - eu não tenho culpa se elas não te satisfazem como deveriam, e ainda me pergunta por que mudei?!!
M: VOCÊ MUDOU MUITO ANTES DE TUDO ISSO ACONTECER!! VOCÊ!! - gritei - VOCÊ TEM A CULPA, SÓ VOCÊ!!
L: Ah, claro, joga a culpa em mim - disse com ironia - Se eu sou culpada, você também é, porra!
M: Eu não tenho culpa se você sentiu pena de mim quando fiquei inválida!
L: Você não me deu pena, foi você que me afastou ou não lembra?! Quando você estava no hospital, depois que acordou, me proibiu de entrar, mas mesmo assim, quando você dormia, eu me infiltrava no quarto para ver você dormir, isso você nunca soube. Quando as terapias começaram, eu queria me aproximar, mas era tanta sua irritação e raiva porque ainda não conseguia andar, que você não me deixou chegar perto. Sabe como é sentir que a pessoa que você ama não quer que você se aproxime? - já suas lágrimas escorriam pelo rosto - Pensei que você queria espaço, e te dei, comecei a me afastar de você. Parei de tentar fazer você falar comigo, parei de te beijar de manhã, parei de fazer o jantar para nós duas nos dias em que era minha vez de cozinhar. Uma parte de mim esperava que você notasse que eu estava me afastando e faria algo para evitar que isso acontecesse. E sabe o que você fez? - a essa altura eu estava chorando tanto ou mais que ela - você não fez nada.
Fiquei quieta por um tempo até que ela continuou.
L: Sólo percebeu quando viu que eu estava indo embora do seu lado. - deu um suspiro - Sei que foi difícil para você, mas também foi para mim, fui eu quem recebeu a ligação dizendo que minha namorada e meu irmãozinho estavam no hospital por causa de um acidente de carro, fui eu quem teve que lidar com o Roman chorando por dias por causa da dor do braço queimado, fui eu quem rezava todas as noites esperando que você acordasse, fui eu que fiquei sozinha em casa enquanto você ia se afogar no álcool e em outras mulheres, procurei e procurei uma solução, e agora encontrei.
M: Não me deixa não - dizia entre soluços - me dá uma chance
L: Você realmente acha que merece uma? - Não respondi - Em mim você não encontrou o apoio que precisava, é melhor eu ir embora e você decidir o que quer fazer da sua vida - disse olhando para mim - Agora é você quem tem que escolher se quer continuar vivendo como estava ou decide mudar e ser a mesma Mariangel de antes - deu um pequeno suspiro - Te amo, mas eu também preciso curar minhas feridas - acariciando minha bochecha - mas sem você.
0 comentários - Aprendendo sobre o amor 9