Nas semanas seguintes, botei a Fátima e a minha mãe pra trabalhar. E fiz elas fazerem o que sabiam fazer de melhor: putaria. Eram putas vocacionais e tinham talento pra coisa, o que é perfeito pra exercer a profissão.
Com a Fátima não foi complicado, porque ela já tinha uma carteira de clientes e eu só anunciei ela em uns sites de putaria na internet e racionalizei o rendimento dela, por assim dizer. Expliquei pro Moja qual era a da santa mãe dele e, obviamente, ele decidiu colaborar na putificação dela e ficou de olho. Pelo menos era o que ele achava, porque quem mandava de verdade era mais a mãe do que o filho. E o filhinho (de puta) não demorou muito pra começar a comer a mamãe dele.
Mas o Moja me contou que ainda tava com saudade das gozadas com a minha mãe. Vi ele tão tristinho quando me contou que no fim prometi fazer um quarteto com as duas vadias. Mas isso fica pra outro capítulo.
Quanto à minha mãe, não foi difícil começar a fazer contatos na academia. O corpanzil dela não passava despercebido. Ela começou a usar leggings mais justas e regatas, marcando as tetonas dela, perfeitamente empinadas. De vez em quando até ia sem sutiã... quando não precisava pular muito, claro.
O primeiro macho que ela pegou foi um dos instrutores, com quem começou a flertar. Um toquezinho aqui,Eu seguro tuas costas.,Não, fica assim mesmo, melhor...etc... Ela se deixava levar, até que um dia, quando não tinha ninguém na sala, agarrou ele pelo pescoço e enfiou a língua até a campainha, enquanto esfregava o pacote dele, queipso factoEle ficou duro que nem um cacete. O instrutor se assustou e deu um passo pra trás, na mesma hora que entrava gente na sala. Minha mãe disfarçou perfeitamente. Ela tava bem treinada por causa das piadas que a gente fazia sobre o viado do meu pai. O instrutor, todo atrapalhado, não acertou uma na aula que deu em seguida. No final dela, minha mãe fez a sonsa e eles ficaram sozinhos de novo. Dessa vez foi ele que se aproximou dela. Parecia que tava tentando paquerar ou começar algo como um relacionamento, minha mãe deixou ele se explicar, até que, vendo que ele tava enrolando demais e pegando na mão dela num estilo romântico, cortou na hora.
— Olha, garoto, para de papo furado. O que me interessa é foder.
O rapaz, com uma afirmação tão direta, ficou travado e de boca aberta.
— E te digo mais. Vou te foder porque você me gusta. E hoje até pode ser de graça, mas a partir de amanhã vou te cobrar. Cinquenta euros por um boquete. Setenta e cinco se você quiser que eu engula a porra. Foder cem e pelo cu cento e cinquenta. É isso que tem.
O garoto continuava estupefato. E ela, vendo que ele não reagia, pegou na mão dele e levou pro banheiro. Se trancaram lá dentro, ela sentou na privada, baixou as calças dele e engoliu o pau dele pra fazer o boquete mais selvagem que ele já tinha levado.
O moleque não demorou nem três minutos pra gozar, e minha mãe deixou ele lá, com a piroca murcha e a boca aberta, depois de engolir a porra toda.
— Então é isso, garoto, já sabe, se você gostou, prepara setenta e cinco euros pra amanhã. Que eu preciso da grana pro meu macho. — e saiu mandando um beijinho.
Aquela foi a primeira vez da minha mãe. Mas ela pegou o jeito bem rápido. Na academia era onde ela fazia a maior parte das suas "performances", por assim dizer, mas eu também cuidei de arrumar uns clientes pra ela. Na verdade, o primeiro cliente fixo, fora da academia, foi o Oscar, um colega do exército com quem eu me dava muito bem e com quem já tinha ido em puteiro. várias vezes.
Um dia encontrei ele num bar que eu frequentava e ficamos conversando. Uma coisa levou à outra e ele me contou que tinha terminado com a namorada de sempre, uma tal de Rosita. Eu imaginei que tinha sido porque a coitada já não aguentava mais a chifruda. Meu colega era tão sem-vergonha quanto eu. E ele confirmou. Foi por isso, claro. Mas a parada tinha um lado mórbido. Acontece que meu querido colega tinha se envolvido com a mãe da garota, que se chamava igual, mas vamos chamar de Rosa, sem diminutivo, pra não confundir ninguém. Pelo visto, o Óscar tinha gostos parecidos com os que eu tinha descoberto em mim há pouco tempo, por aquelas coroas mais velhas. A mãe não era nenhuma maravilha, embora fosse uma boa trepada, como pude comprovar depois. Uma dona de casa comum, cinquentona, meio gordinha, peituda pra caralho, bem convencional e, como costuma acontecer nesses casos, abandonada pelo marido na parte sexual. Isso a transformou numa bomba (sexual) relógio. E a aparência da coroa deixava o pau do bom do Óscar duro. Principalmente desde um dia em que, fuçando no cesto de roupa suja da casa dela, ele encontrou uma calcinha tamanho família, de elástico largo, com o cheiro inconfundível de uma buceta de respeito. Ele ficou cheirando por um tempo e depois voltou pro quarto da namorada com o pau duro e obrigou ela a fazer um boquete, lembrando do cheiro da xota da mãe.
A partir daí, ele não conseguia mais olhar pra ela senão como um alvo pra foder. Começou a tática de sempre: fazer-se de bonzinho, dar encontrões e aqueles roçares habituais, passando o pau meio duro na bunda da coroa e abraço vai, abraço vem... enfim, todo o ritual de pré-trepa. E tudo sob o olhar complacente do marido, um policial federal bem filho da puta, mas, por sorte, bem tapado pra essas coisas. E também pra alegria da filha pela integração perfeita do amado namorado na Família política. Haha, que ingênuos!
Esqueci de dizer que meu colega é um baita armário, tem quase dois metros e uns cem quilos. Muito musculoso, fanático por academia e culto ao corpo, vida saudável e essas merdas. Um cara trincado que adora dar porrada nas minas. Bem viciado, assim como eu, em sexo pesado e forte. O problema é que com a namorada dele não dava pra praticar muito, e por isso ele recorria a umas putas, que a gente frequentava junto, ou umas vadias de balada. O caso é que a sogra, que era baixinha, chegava pouco acima da cintura dele, parecia ideal pra chupar ele de pé. Hehe...
Finalmente, meu colega se decidiu um dia que estavam sozinhos em casa, com o sogro, o futuro corno, de plantão, e a filha na faculdade, pra testar o avanço definitivo com a Rosa. E, aproveitando que a dona de casa tinha que segurar uma escada pra ele pendurar um lustre, ele esfregou a piroca na cara dela. Algo que, pra ela, por mais que se fizesse de sonsa, não podia passar despercebido. Depois, foi mamão com açúcar. Descer da escada, um beijo meio forçado, e ela, finalmente, sucumbe aos encantos dele e enfia a língua até a campainha... Daí pra frente, comentários são desnecessários.
Ele seduziu ela e comeu ela, no começo do jeito convencional e, na quarta ou quinta vez, já começou com as práticas que ele curtia: garganta profunda e sexo anal. Ela, feliz que nem um pinto, se deixava fazer, encantada por estar descobrindo um mundo maravilhoso, que tinha perdido nos últimos trinta anos por causa da incompetência do marido inútil, que a única pistola que tinha dura era a do trabalho. Óscar fez ela raspar o tufo e a transformou numa putinha experiente, sempre com um sorriso na boca e pronta pra tudo que o amante pedisse.
Nada podia ser melhor. Óscar tinha uma namorada estupenda, boa aluna e pessoa exemplar, perfeita pra ser a mãe dos futuros filhos dele e, no mesmo pacote, uma puta. Morrendo de fome de sexo e louca pra aprender todas as técnicas e práticas pra dar prazer a um homem e, claro, a ela mesma. Foda, né?
Mas tudo foi pro caralho um dia, quando uma porra duma greve de estudantes fez a namorada voltar pra casa mais cedo e pegar, na cama de casal, o namorado adorável enfiando o pau no cu da mãe solicita dela, enquanto a velha se esfregava a buceta, berrando, feliz e contente. O mais engraçado é que, quando os dois viram a filha parada na porta do quarto, nenhum dos dois parou. Os dois viraram a cabeça pra porta e viram ela sair correndo, tapando o rosto. Óscar fez menção de tirar o pau, mas as palavras duras da Rosa travaram ele na hora:
— Nem pense em tirar agora, filho da puta! Se tirar, eu corto em rodelas, seu cuzão!
As lindas palavras foram um bálsamo pro Óscar, que dobrou as estocadas. A sogra gozou que nem uma besta e foi aí que deixou o Óscar regar as tripas dela com porra quentinha. Óscar se esvaziou como nunca e os dois caíram derrotados de lado na cama, enquanto o pau do macho ia perdendo a rigidez. Quando se ligaram, já tinham passado uns dez minutos. Rosa vestiu um roupão e falou pro Óscar:
— Vai, machão, se veste e me espera na entrada, que vou ver essa idiota, pra não dar na telha dela de falar alguma merda pro corno do pai, e ainda vamos ter uma treta, com o fogo no cu que o babaca tem...
— Beleza, beleza, Rosa... Te espero lá fora.
E, mal coberta, com um roupãozinho, Rosa foi até o sofá da sala, onde a filha chorava desolada. Como ela convenceu a garota, a gente não sabe, mas conseguiu fazer ela acreditar que o que tava rolando era um teste pra ela ver o tipo de cara com quem tava saindo e que não servia nem um pouco. Claro, a mãe contou que era a primeira vez que faziam aquilo e que os berros de satisfação que ela ouviu foram A garota, ao vê-los, era tudo fingido. Resumindo, que ela fez tudo por puro amor à filha e pra evitar que ela casasse com um autêntico sem-vergonha. Obviamente, a garota não podia contar nada ao pai de jeito nenhum... ele não entenderia o sacrifício da esposa pela felicidade da amada filha de ambos...
E Rosita, bem necessitada de encontrar uma explicação mais ou menos lógica que a livrasse de ver a escuridão do mundo como ele realmente era, engoliu a historinha sem piscar. A mãe dela, que como manipuladora era uma verdadeira artista, deixou ela ali no sofá, coberta com uma mantinha, e foi se despedir do Óscar.
Chegou com o roupão entreaberto e as tetonas caídas, que se espalhavam pela barriga, lutando pra sair. Enquanto a via avançar pelo corredor, com um sorrisinho de raposa cínica e safada na cara, Óscar viu o roupão se abrir de vez, pela pressão dos peitos, e observou a bucetinha provocante dele, apetitosa, entre as firmes colunas das coxas grossas. Tinha que ver o quanto a putinha o deixava tesudo!
Quando se aproximou mais, viu Rosa levar a mão na bunda e recolher o esperma que escapava do cuzinho tenro e quente dela. Com uma risadinha insinuante, levou à boca e, depois de chupar até deixar brilhando, engoliu uma boa porção de porra.
— Porra, Óscar — disse a Promíscua —, parece que hoje você veio com mais carga que o normal. Me deixou as tripas cheias de leite... Faz dez minutos que tô apertando a bunda pra não perder nada. E enquanto isso, dando sermão na burra da sua namorada, aguentando os chororôs de menina mimada... Enfim, o que uma mãe tem que fazer!
Enquanto falava, levou de novo a pata de porca na bunda, pra continuar catando esperma...
— Caralho, adoro! E ainda tá quentinho... Quer um pouco?
Óscar olhou pra ela espantado, mas, claro, com o pau duro igual a um porrete.
— Que porca que você é... — só comentou. — E, voltando à Rosita, e aí?, como foi? — disse. Abraçando ela. Mas, diante do sorrisinho malicioso dela, logo pensou que a sangue não tinha chegado ao rio.
—Enfim, tá claro que a menina puxou ao pai otário... Tudo que eu tenho de puta velha, ela tem de iludida e bocó. No fim, convenci ela de que o que a gente tava fazendo era por ela, pra ela ver o tipo de filho da puta que tava pegando... Que sacrifício que uma mãe tem que fazer! —e soltou uma risadinha meio malvada.
Óscar olhou pra ela sorrindo, hipnotizado com as tetas dela, enquanto se esfregava o pacote. Rosa continuou falando:
—Nada, que a burra caiu na conversa. Mas, como cê entende, o negócio de vocês acabou. —Óscar pensou que, considerando como a mãe fodia, a filha tava pouco se lixando, e se pudesse manter a coroa, perder a namorada não ia ser nenhum drama.
—Bom —disse Óscar. —No fundo, tanto faz, contanto que a gente continue se vendo... —ao mesmo tempo, acariciava um mamilo dela e se encostou no corpo dela. Ela começou um amasso daqueles e massageou a pica dele por cima da calça.
—Porra, como cê tá duro de novo! —falou pra ele. —Mas acho que a gente vai ter que dar um tempo de umas duas semaninhas, ou mais... Agora não tô muito confiante de que a menina não vá abrir o bico pro pai e ferrar com tudo. Então vou ter que ser uma boa mãe por um tempinho... Se pá, a gente vai se whatssapando e, quando a poeira baixar, a gente tenta marcar de se ver. Beleza, bombom?
Rosa enfiou a língua na garganta de Óscar e ele, mesmo decepcionado, deixou ela fazer e se resignou a ficar sem foder um tempinho.
Depois de umas duas semanas sem molhar o biscoito, Óscar tentou contatar a ex-sogra um par de vezes pra continuar comendo ela, mas não teve jeito. Parece que a filha tava em cima dela pra caralho e ela parecia sinceramente arrependida, não do sexo em si, mas de correr riscos. Tem mais peixe no mar, pensou Óscar.
Mas o fato é que, desde então, e já fazia um par de Meses, eu não tinha conseguido encontrar uma foda-amiga fixa. Muito menos uma coroa gostosa com quem pudesse praticar sexo do jeito que ele gostava.
E foi aí que a lâmpada acendeu na minha cabeça e comentei que conhecia a mulher perfeita para satisfazê-lo, além de combinar perfeitamente com os gostos dele: coroa, madura e amante do sexo porco. Mas, claro, não ia sair de graça. Falei que eu era o "representante" dela e que sabia bem do que estava falando porque tinha comido ela até não aguentar mais. Ele se interessou na hora e comecei a dar detalhes sobre as características da mulher, seu jeito sexual e, claro, seus preços. No final, marquei um encontro para os dois, combinando que ela iria até o minúsculo apartamento do Óscar. E, ao me despedir dele, não consegui evitar me gabar um pouco e revelar o segredinho:
—E uma coisa, Óscar, trata ela bem... que é minha mãe.
Ele me olhou entre incrédulo e surpreso, mas logo comprovaria a verdade das minhas palavras.
E a coisa foi super bem. Eles se deram bem e parecia que ambos estavam na mesma vibe sexual. Costumavam se ver umas duas tardes por semana.
Um dia, depois de foder a Fátima com gosto, tava morrendo de vontade de contar pra mamãe. Saí sem tomar banho da casa dela, com a pica bem melada pra minha porca provar o gosto do cu da morena... Queria que minhas putas se conhecessem bem, talvez um dia eu precisasse mandar elas fazerem algum trabalho juntas. Nunca se sabe!
Cheguei em casa e, como sempre, encontrei o corno sentado no sofá vendo TV.
—Oi, Marcos!
—Oi, pai. Mamãe tá na cozinha?
—Tá, fazendo o jantar...
—Beleza, vou vê-la. Até já.
—Até já. Fala pra ela não enrrolar muito. Tô morrendo de fome.
—Já falo. — "Assim que você fica, gordão!", pensei, não é à toa que o viadinho perdeu a égua da mulher dele. Só pensa em encher a pança... E isso, com uma leoa como a mamãe na cama. Inacreditável!
E lá estava minha rabuda, fazendo o jantar. Vestida com as leggings marca-buceta da academia e uma regatinha técnica dois números menor, bem justa, apertando os peitões, mexendo a panela fumegante com a rabuda empinada.
A pica, apesar da correria do dia, ficou dura na hora. Fiquei atrás dela e beijei sua bochecha enquanto a cumprimentava:
— Oi, putinha!
— Oi... — ela virou a cabeça e enfiou a língua até minha garganta. — machão! — sentia meu pau roçando a bunda dela — Quer dizer, parece que tá feliz em me ver, hein?
— Sempre, mamãe, sempre... Sabe de onde eu venho?
— Não, mas acho que de molhar o biscoito com alguma vagabunda por aí... Tô errada?
— Poxa, parece que me conhece bem, ha, ha... Não, não tá errada. Venho de arrombar o cu da Fátima...
— Que filho da puta que você é! — ela respondeu entre risadas. — Tá se vingando daquela história do Molhado, hein?
— Bom, tanto quanto vingança, não sei... Ela adora, com certeza.
Comecei a passar a mão na bunda dela e mordiscar o pescoço.
— Além disso — continuei — nem tomei banho, nem lavei a pica... Quero que você prove. Pra ver se gosta do cu de morena...
Ela me olhou com cara de surpresa e disse:
— Porra, filho, cada dia mais porco! Mas claro que adoraria provar...
Eu ri e falei:
— E você cada dia mais puta!
— Mas agora não vai dar. A gente tem a santa Ceia de família feliz com o corno do seu pai. Então, bate uma rapidinha e hoje à noite, quando o viadinho estiver dormindo, vou te fazer uma visita. Sempre gostei de espetinho de carne. Principalmente chupar o palito...
— Se continuar assim, não sei se vou aguentar sem me tocar até a noite...
— E você, como foi seu dia?
— Bem, não dos melhores. Mas não foi ruim. Duas boquetes. Uma completa, engolindo o "suco" do macho, e outra com facial... Fica tranquilo, que tomei banho caprichado! Nada, cento e quinze euros. Deixei na gaveta. Pra um do completo fiz um descontinho... A porra dela dela tava bem gostosa e bem grossa. E não tava muito salgada. Do jeito que eu gosto. Era quase tão boa quanto a sua...
-Pô, um bom dia, então...
-Sim, sim... Ah, e eu ia esquecendo! Já marquei um anal pra quinta... Com aquele teu amigo bombado do exército que eu já comi umas vezes...
-Mmmmm... O Oscar... Tá vendo ele pra caramba, hein!
-Acho que eu agrado bastante ele. E, além disso, ele é bem gostoso, pra ser sincera. Parece que ele curte muito o fato de eu ser sua mãe. Acho que às vezes ele pensa que tá comendo a mãe dele e tem uns orgasmos do caralho...
-Pô, interessante. É bom saber disso.
Peguei o rosto dela apertando as bochechas e me aproximei enquanto falava:
-Mas confio que você não se esquece de quem é sua dona. Né?
Ela me olhou surpresa e sorriu antes de me beijar com uma ferocidade fora do comum.
Aquilo, mais do que as palavras dela depois, dissipou todas as minhas dúvidas.
-Sou sua... Sou sua puta e você é meu homem, meu macho, meu dono. E tô pronta pra fazer tudo o que você mandar, tudo o que você pedir...
Colocado atrás dela, meti a mão por baixo da legging e comecei a apalpar a bunda dela com gosto, enquanto ela continuava mexendo a panela com a colher de pau. Ao fundo, dava pra ouvir a TV que o corno assistia largado no sofá, esperando a janta sossegado.
Eu mordiscava o pescoço da mamãe e ia lambendo a orelha dela. Tentava deixar ela com tesão. O que não era nada difícil. A gente já sabe o quão promíscua era minha progenitora.
-Toma, prova, vê que delícia. -ela disse enquanto aproximava a colher da minha boca e rebolava a bunda em círculos.
Lambi a colher.
-Mmmmm... delicioso! -falei enquanto descia a mão que tava apalpando a bunda dela e enfiava o dedo até o fundo na bucetinha quente dela.
-Aaaaai, seu filho da puta, me dói! -ela gritou entre risadas.
Eu também ri e chupei o pescoço dela, enquanto tirava o dedo.
-A janta tá saindo uma delícia, agora vamos ver como é que tá a sobremesa. -falei, enquanto cheirava o dedo e passava metia na boca. — Maravilhoso, tá no ponto. Toma, prova um pouco.
Ela se virou e começou a comer. Eu olhava admirado. Encantado com meu brilhante trabalho de putaria...
— Você é a melhor — falei, e começamos um beijo intenso, esfregando meu pau no corpo dela e apalpando os peitos dela.
A cena romântica foi interrompida pelo corno gritando da sala de jantar, pedindo a comida.
— Porra, que chato! — disse mamãe separando os lábios da minha boca com um fio de saliva. — Já vaaaai! — gritou. Depois, virando-se pra mim, completou. — Anda, vai logo, senão nunca vou gozar...
— Tá, tá... Vou indo, mas deixa eu te dar um presentinho... Abre a boca.
Ela abriu. Já sabia o que ia dar. Joguei uma cuspida grossa que ela engoliu com uma sede danada, como diria o José Mota, hehe...
— Anda, vai logo cuidar do corno. — completou me dando um último selinho. — Que hoje à noite vou te fazer uma visita...
Com uma promessa tão excitante, me afastei dela com um tapa sonoro na bunda e uma frase carinhosa:
— Já tá demorando, rabuda!
E, pronto, jantamos como o que éramos, uma família feliz. Meu pai, o corno, comendo que nem um possesso na cabeceira da mesa e a rabuda e eu de cada lado, falando banalidades e soltando frases de duplo sentido pra deixar o velho no chinelo. Ele não sacava nada, só se preocupava em encher o prato e virar o copo, ignorando os sábios conselhos de mamãe:
— Não come tanto, não vê que vai te fazer mal...
— Deixa, deixa, que eu controlo. — respondia ele.
E eu, enquanto isso, esticando o pé debaixo da mesa e metendo na buceta da minha mãe, apertando a legging dela com os dedos do pé. Sentia a umidade da boceta dela atravessar o tecido da calcinha fio dental, a legging e minha meia, até molhar meus dedos. O pau tava durasso. No final parei a brincadeira, senão não ia conseguir levantar com a ereção.
Minha mãe se fazia de desentendida superbem enquanto eu esfregava, e continuava a Conversa fiada com o corno. Enquanto isso, apertava meu pé com as coxas, impedindo que escapasse. Que puta vagabunda!
No final, quando estávamos na sobremesa, consegui sair da boceta encharcada dela e me recompor um pouco antes de terminar o jantar em família tão afetuoso.
Naquela noite, ainda estava acordado, lá pelas duas e pouco da madrugada. Olhava o celular, quando a porta se abriu e, iluminado pelo reflexo fraco da luz do criado-mudo, pude admirar o corpo da minha mãe gostosa e safada.
— Porra, puta, Promiscuous, você demorou hein! — comentei, admirando a figura escultural dela, enquanto afastava os lençóis.
Ali, na penumbra, erguida sobre saltos altíssimos, ela abriu o roupão e, sorrindo debochada, respondeu:
— É o que tem, filho. O veado do seu pai encheu o saco vendo televisão sem parar... E depois, na cama, não tinha jeito de ele pegar no sono. Tava especialmente grudento... e eu com a buceta queimando e pensando no seu pauzão!
— Mmmmm... Coitadinha da minha porquinha! Vem cá! — peguei na mão dela, enquanto o roupão caía no chão, e a puxei para a cama. Assim, do jeito que estava, com os sapatinhos de princesa, mas pelada. Recém-tomada banho e perfumada para o seu macho. — Você tomou banho, porquinha? O que aconteceu, teve que bater uma punheta pro corno?
— Sim, porra! Você não imagina. Que nojo! E o porco não parava de passar a mão em mim e se esfregar babando... Acho que queria meter a piroquinha dele, o idiota. Que ilusão! Se nem fica dura o bastante...
Eu ri pra caramba, passando a mão na rabuda dela e virando-a para poder apalpar bem a buceta...
Ela gemeu baixinho e eu comecei a massagear a boceta lubrificada dela.
— E no final...? — perguntei.
— No final... — ela respondeu entre gemidos. — Falei pra ele não me tocar mais, ou ia dormir no sofá. Que eu já sabia o que o médico tinha dito sobre ter relações e que, além disso, nessa altura do campeonato e na minha idade, aquilo era uma putaria e um pecado mortal...
Eu escutava ela, rindo, apertando a mão com força.
— Que puta que você é! É um escorpião!
Agora quem riu foi ela:
— Acho que você tem um pouco de culpa também, né?
— Nem tanto... O seu já vinha de fábrica... He, he, he.
— Bom, vou terminar de contar... No final, o broxa desistiu, incapaz de me vencer... — e fez o gesto de mostrar o bíceps com o braço — No fim das contas, era um duelo desigual: uma bola de sebo contra esse corpo sarado...
Eu ri de novo com gosto e redobrei meus esforços na buceta dela...
— O negócio é que comecei a puxar a piroquinha dele com força, sem nem olhar, até que ficou meio inchadinha e aí apertei um pouco e ele gozou num piscar de olhos... Quatro gotinhas aguadas de merda. E, pronto, levantei na hora e, olhando pra ele com cara de nojo, falei: "Toma, porco, já teve o que queria...!" E nada, do jeito que tava, de pijama, fui pro banheiro lavar bem as mãos... He, he, he! Quando voltei, ele já tava cochilando, mas não perdeu tempo pra se desculpar e me pedir perdão, o otário! Virei de costas, sem responder, e fingi que tava dormindo até ouvi-lo roncando que nem a puta da marmota que ele é...
Eu olhava pra ela admirado, mexendo no clitóris e chupando os peitões dela.
— E nada, faz meia horinha que escapei. Um banho rápido, um pouco de Chanel, e vê se me deixa provar essa pica com gostinho de cu de árabe...
Porra, que puta safada! Sabia como me excitar, a vagabunda...
— Assim que você gozar, vai se acabar de chupar o pau do seu filho, sua puta!
Eu tava estourando, então coloquei toda minha técnica em ação pra fazer ela gozar. E, claro, consegui. Ela é fruta madura pro orgasmo e, quando tá excitada, é só sacudir um pouco. Mas é daquelas que berra pra caralho, então tive que colocar a mãozona na boca dela pra evitar que os gritos acordassem o corno. -Que se foda! -ela disse.
-Tá na hora de aprender como um bom macho fode...
-Sssss! Cala a boca, porra! Tem vizinho...
-Tá... Tá... -e foi se acalmando.
Eu não esperei muito e peguei ela pelo cabelo, puxando a cara dela pra perto da minha. Ela sacou a intenção e, submissa, abriu a boca, levando um cuspe forte.
-Valeu, amor!
-De nada, porquinha. Um pouco de lubrificante nunca é demais.
-Posso pegar meu presente?
-Claro, linda, tá pronto pra você... -e, esticando os cabelos dela, enfiei o pau na boca dela na brutal, enquanto virava a raba dela pra cima pra ter uma boa vista enquanto a puta me chupava o cacete.
Ela deu uma boa ânsia e começou a babar tudo, igual uma porca de verdade.
-Isso, puta, isso... Já dá pra ver que cê tá em forma. Duas boquetes hoje e a terceira cê tá levando de boa.
Ela parou uns segundos pra recuperar o fôlego. Enquanto isso, esfregava o pau melado na cara toda e passava o nariz pelo tronco inteiro, procurando cada cantinho do cheiro aromático do cu mouro da Fátima, a vizinha, amiga e, nos últimos tempos, parceira de putaria.
-E aí, cê gostou?
-É um cheiro e um gosto delicioso... e misturado com o gosto do teu pau é sublime...
-Sublime... Ha ha! Que nem Istambul, a Sublime Porta! -e enfiei o dedo no cu dela.
Ela deu um pulo e falou:
-Mmmmm... Adoro, não tira... Mas a gente vai nisso depois, no segundo round. Agora tenho que terminar de te ordenhar.
Ela abriu a boca e começou um sobe e desce regular e metódico, e eu me concentrei e fui só aproveitar, olhando as tatuagens na raba dela e mexendo o dedo lá dentro, naquele cu que já era como segunda casa pro meu indicador.
Quando a minha gozada apoteótica tava chegando, dessa vez fiz ao contrário do normal e, em vez de enfiar o dedo até o fundo, tirei de uma vez e levei pro nariz (que cheiro extraordinário) antes de meter a cabeça entre as pernas dela e penetrar o cu dela com a língua. Ao Ao mesmo tempo, a pica ficou dura e as bolas, apertadas pelas mãozinhas da mamãe, começaram a jorrar jatos de leite gozado na boca dela. Porra que ela devorava ansiosamente.
Engoliu todo o leite coalhado, exatamente como eu tinha ensinado. Ela conhecia suas obrigações e adorava cumpri-las. Eu olhava para ela encantado. Dei duas palmadas num lado da cama para indicar que ela se aninhasse junto a mim. Os dois estávamos suando como porcos e, com certeza, uma pausa cairia bem.
— Vem comigo, sua cachorra!
Ela tinha se sentado na beira da cama para tirar os sapatos e, depois, rapidamente, se virou e se deitou me abraçando, com as tetonas no meu lado, acariciando meu peito e meus abdominais suavemente, com a mãozinha. Peguei ela pelo cabelo e me aproximei da boca dela para dar um baita beijo de língua. Trocamos uns dois beijos longos e intensos. Ela enfiava a língua até minha garganta.
— Olha — ela disse —, minha boca ainda tem gosto da bunda daquela rabuda...
— Mmmmm... é verdade! Um pouquinho sim.
E eu ri um pouco.
— Sabe, hoje eu queria falar umas duas coisas com você. Acho que hoje é um bom momento pra conversar sobre o futuro.
Ela me olhou intrigada, sem parar de me acariciar, descendo a mão de vez em quando até a pica e as bolas e chupando meus mamilos.
— Continua, fala mais — ela disse.
— Olha, a coisa tá indo super bem. Tanto com você quanto com a Fati — mamãe sorriu orgulhosa. — Estamos ganhando dinheiro pra caralho. E me parece que, pelo menos você, está se divertindo pra cacete e encontrou sua verdadeira vocação.
Mamãe, que continuava com as carícias, parou por um momento de chupar meus mamilos e falou:
— Marcos, filho, nunca vou conseguir te agradecer pelo que você fez por mim. Você me transformou na mulher mais puta e mais feliz da terra. E, além disso, chupar pica e oferecer todos os meus buracos é algo que faço divinamente. Eu faria até pagando, então, cobrando, nem te conto...
Comovido, dei nela um beijo longo e molhado.
— Obrigado, putinha, adoro como você está se comportando. Mas, no que Iba. Vocês estão indo superbem, mas acho que precisamos passar para uma fase mais profissional. Vou explicar: essa história de fazer boquetes furtivos nos banheiros da academia, procurar pensões de quinta categoria pra levar no cu, ou transar dentro de um carro em terrenos baldios, é uma putaria amadora... Chegou a hora de começar a investir a grana em alugar um bom puteiro, decorar ele direito e começar a trabalhar como manda o figurino.
Ela me olhava atenta e eu continuei.
— Além disso, acho que precisamos aumentar o time de vadias. Tenho umas ideias pra fazer isso. Não tô muito a fim de te dividir demais. — com essas últimas palavras, ela me apertou ainda mais. — Só o suficiente pra manter sua putaria e você não se acomodar. Mas o que eu quero é que você seja a verdadeira chefa do harém das minhas putas...
— Meu Deus, Marcos, adoraria...
— Não esperava menos de você. — respondi, torcendo um mamilo dela com carinho. Ela gritou e revidou apertando um pouco meu pau, que já estava acordando do seu torpor. — Que gostosa você é!
Voltei a beijá-la e continuei.
— Vi um apartamento que seria perfeito. Pedem pouco de aluguel e é um prédio quase sem vizinhos, com um monte de apartamentos de aluguel por temporada na escada. Uma tarde dessas a gente vai ver com a Fátima e o Moja, preparei uma surpresinha pra você...
— O que é, o que é? Por favor, me conta, vai...
— Nããão, senão não seria surpresa... Você vai ver. Mas tem mais. Tô de saco cheio desse apartamento minúsculo. Sempre que o corno tá em casa, tem que fazer malabarismo pra dar uma fodida. E, sim, reconheço que é excitante e no começo tinha sua graça rir do viado, mas agora tô começando a ficar cansado de não poder passar a mão em você quando me der na telha e de você não poder chupar meu pau enquanto eu vejo TV, ou de ver você andar de fio dental e de lingerie de puta pela casa toda...
— Eu sei, Marcos, pra mim dói mais do que pra você, mas você sabe tão bem quanto eu que se o idiota do seu O padre nos pega, é capaz de dar um treco...
—Já, porra! Por isso pensei numa parada. Vi um chalézinho que tão vendendo, de dois andares com garagem. Pensei em dar a entrada. Tenho uma boa grana guardada. E depois pagar todo mês vai ser suave. Pro cuck vou falar que acertei numa loteria. Se o otário nem percebeu o que a mulherzinha dele faz debaixo do nariz dele, com certeza vai engolir a história do prêmio. Minha ideia é ficar no andar de cima e vocês no de baixo. Como o gordo adora subir escada, acho que não vai enfiar o focinho no nosso território. E lá em cima, pretendo te tratar como rainha. Lá você vai se fartar de pau e vai poder se vestir como uma puta de primeira. Já vou cuidar de instalar um sistema de aviso caso o cuck resolva subir as escadas.
Ela me olhava espantada e disse:
—Cacete, você é um puta filho da puta, pensou em tudo...
—Pois é! E agora, enfia a boca no meu pau, que são quatro horas e daqui a uma hora o cuck acorda, e ainda tenho que arrombar essa sua bunda gostosa...
Ela fez isso, mas quando eu tava com o pau duro feito uma estaca, ela se afastou de mim e levantou da cama:
—Mas... O que cê tá fazendo...?
—Só um minuto. — e, pegando o celular, tirou várias fotos do meu pau de ângulos diferentes.
—E isso...? Pra quê?
—Aaaai! Surpresa! Já vai ver. Você vai amar...
Ela me deixou na curiosidade. Guardou o celular, subiu na cama e se agachou sobre meu pau, enfiando ele no cu dela. Entrou com bastante suavidade. Já tinha lubrificado antes com a língua e, além disso, com a prática, as paredes anais já estavam bem elásticas. Ela curtia tanto ou mais o sexo anal do que foder a buceta, e costumava contrair a bunda e apertar meu pau como se quisesse espremer. Devia ter aprendido com a Fátima. Ela ficou de frente pra mim, se tocando na buceta com uma mão. Eu, deitado debaixo dela, me deliciava vendo as tetonas balançando e como ela exagerava, revirando os olhos. Gemeando como uma porca. Aos poucos, foi aumentando o tom e começou a ofegar, como prelúdio de um orgasmo.
Eu, segurando os peitos dela, beliscando os bicos, tentei conter o entusiasmo:
— Para de gritar, sua puta rabuda! Vai acordar o corno! Ou os vizinhos, que é pior...
— Aaaaai! Seu filho da puta! Deixa eu gozar! Pelo menos até terminar os agachamentos que não fiz hoje de manhã na academia...
— Porque você tava chupando pica pra pagar o chalé...? Ha, ha, ha!
E enfiei a pica até o fundo...
— Continua, filho da puta, que eu tô gozandooo...!
Isso de ter orgasmos simultâneos, ou quase, não acontecia sempre, mas dessa vez a gente acertou. Quando ela deu o berro final, que me obrigou a tampar a boca dela, eu gozei que nem um bicho no cu dela. E tava tão excitado que, depois de encher a porta dos fundos de leite, continuei bombando por mais uns dois minutos com o pau duro como pedra... Quando, finalmente, tirei, fez o barulho de uma garrafa de champanhe sendo aberta.
Minha mãe olhou pro despertador e exclamou:
— Porra! Quatro e meia! Vou vazando na base do cagasso! O babaca do seu pai acorda daqui a meia hora...
— Calma, calma... — falei — Menos pressa, sua porca, vai me deixar com o pau desse jeito? — eu ainda tava com ele grosso e brilhando com os fluidos do cu dela...
Ela, de pé ao lado da cama, riu e, se aproximando, disse:
— Aaaaai, você é um puto mesmo! Vem cá, vou deixar seu pau brilhando.
E se ajoelhou pra mamar.
— Muito bem, mãe, assim você vai com um gostinho bom na boca...
Com a Fátima não foi complicado, porque ela já tinha uma carteira de clientes e eu só anunciei ela em uns sites de putaria na internet e racionalizei o rendimento dela, por assim dizer. Expliquei pro Moja qual era a da santa mãe dele e, obviamente, ele decidiu colaborar na putificação dela e ficou de olho. Pelo menos era o que ele achava, porque quem mandava de verdade era mais a mãe do que o filho. E o filhinho (de puta) não demorou muito pra começar a comer a mamãe dele.
Mas o Moja me contou que ainda tava com saudade das gozadas com a minha mãe. Vi ele tão tristinho quando me contou que no fim prometi fazer um quarteto com as duas vadias. Mas isso fica pra outro capítulo.
Quanto à minha mãe, não foi difícil começar a fazer contatos na academia. O corpanzil dela não passava despercebido. Ela começou a usar leggings mais justas e regatas, marcando as tetonas dela, perfeitamente empinadas. De vez em quando até ia sem sutiã... quando não precisava pular muito, claro.
O primeiro macho que ela pegou foi um dos instrutores, com quem começou a flertar. Um toquezinho aqui,Eu seguro tuas costas.,Não, fica assim mesmo, melhor...etc... Ela se deixava levar, até que um dia, quando não tinha ninguém na sala, agarrou ele pelo pescoço e enfiou a língua até a campainha, enquanto esfregava o pacote dele, queipso factoEle ficou duro que nem um cacete. O instrutor se assustou e deu um passo pra trás, na mesma hora que entrava gente na sala. Minha mãe disfarçou perfeitamente. Ela tava bem treinada por causa das piadas que a gente fazia sobre o viado do meu pai. O instrutor, todo atrapalhado, não acertou uma na aula que deu em seguida. No final dela, minha mãe fez a sonsa e eles ficaram sozinhos de novo. Dessa vez foi ele que se aproximou dela. Parecia que tava tentando paquerar ou começar algo como um relacionamento, minha mãe deixou ele se explicar, até que, vendo que ele tava enrolando demais e pegando na mão dela num estilo romântico, cortou na hora.
— Olha, garoto, para de papo furado. O que me interessa é foder.
O rapaz, com uma afirmação tão direta, ficou travado e de boca aberta.
— E te digo mais. Vou te foder porque você me gusta. E hoje até pode ser de graça, mas a partir de amanhã vou te cobrar. Cinquenta euros por um boquete. Setenta e cinco se você quiser que eu engula a porra. Foder cem e pelo cu cento e cinquenta. É isso que tem.
O garoto continuava estupefato. E ela, vendo que ele não reagia, pegou na mão dele e levou pro banheiro. Se trancaram lá dentro, ela sentou na privada, baixou as calças dele e engoliu o pau dele pra fazer o boquete mais selvagem que ele já tinha levado.
O moleque não demorou nem três minutos pra gozar, e minha mãe deixou ele lá, com a piroca murcha e a boca aberta, depois de engolir a porra toda.
— Então é isso, garoto, já sabe, se você gostou, prepara setenta e cinco euros pra amanhã. Que eu preciso da grana pro meu macho. — e saiu mandando um beijinho.
Aquela foi a primeira vez da minha mãe. Mas ela pegou o jeito bem rápido. Na academia era onde ela fazia a maior parte das suas "performances", por assim dizer, mas eu também cuidei de arrumar uns clientes pra ela. Na verdade, o primeiro cliente fixo, fora da academia, foi o Oscar, um colega do exército com quem eu me dava muito bem e com quem já tinha ido em puteiro. várias vezes.
Um dia encontrei ele num bar que eu frequentava e ficamos conversando. Uma coisa levou à outra e ele me contou que tinha terminado com a namorada de sempre, uma tal de Rosita. Eu imaginei que tinha sido porque a coitada já não aguentava mais a chifruda. Meu colega era tão sem-vergonha quanto eu. E ele confirmou. Foi por isso, claro. Mas a parada tinha um lado mórbido. Acontece que meu querido colega tinha se envolvido com a mãe da garota, que se chamava igual, mas vamos chamar de Rosa, sem diminutivo, pra não confundir ninguém. Pelo visto, o Óscar tinha gostos parecidos com os que eu tinha descoberto em mim há pouco tempo, por aquelas coroas mais velhas. A mãe não era nenhuma maravilha, embora fosse uma boa trepada, como pude comprovar depois. Uma dona de casa comum, cinquentona, meio gordinha, peituda pra caralho, bem convencional e, como costuma acontecer nesses casos, abandonada pelo marido na parte sexual. Isso a transformou numa bomba (sexual) relógio. E a aparência da coroa deixava o pau do bom do Óscar duro. Principalmente desde um dia em que, fuçando no cesto de roupa suja da casa dela, ele encontrou uma calcinha tamanho família, de elástico largo, com o cheiro inconfundível de uma buceta de respeito. Ele ficou cheirando por um tempo e depois voltou pro quarto da namorada com o pau duro e obrigou ela a fazer um boquete, lembrando do cheiro da xota da mãe.
A partir daí, ele não conseguia mais olhar pra ela senão como um alvo pra foder. Começou a tática de sempre: fazer-se de bonzinho, dar encontrões e aqueles roçares habituais, passando o pau meio duro na bunda da coroa e abraço vai, abraço vem... enfim, todo o ritual de pré-trepa. E tudo sob o olhar complacente do marido, um policial federal bem filho da puta, mas, por sorte, bem tapado pra essas coisas. E também pra alegria da filha pela integração perfeita do amado namorado na Família política. Haha, que ingênuos!
Esqueci de dizer que meu colega é um baita armário, tem quase dois metros e uns cem quilos. Muito musculoso, fanático por academia e culto ao corpo, vida saudável e essas merdas. Um cara trincado que adora dar porrada nas minas. Bem viciado, assim como eu, em sexo pesado e forte. O problema é que com a namorada dele não dava pra praticar muito, e por isso ele recorria a umas putas, que a gente frequentava junto, ou umas vadias de balada. O caso é que a sogra, que era baixinha, chegava pouco acima da cintura dele, parecia ideal pra chupar ele de pé. Hehe...
Finalmente, meu colega se decidiu um dia que estavam sozinhos em casa, com o sogro, o futuro corno, de plantão, e a filha na faculdade, pra testar o avanço definitivo com a Rosa. E, aproveitando que a dona de casa tinha que segurar uma escada pra ele pendurar um lustre, ele esfregou a piroca na cara dela. Algo que, pra ela, por mais que se fizesse de sonsa, não podia passar despercebido. Depois, foi mamão com açúcar. Descer da escada, um beijo meio forçado, e ela, finalmente, sucumbe aos encantos dele e enfia a língua até a campainha... Daí pra frente, comentários são desnecessários.
Ele seduziu ela e comeu ela, no começo do jeito convencional e, na quarta ou quinta vez, já começou com as práticas que ele curtia: garganta profunda e sexo anal. Ela, feliz que nem um pinto, se deixava fazer, encantada por estar descobrindo um mundo maravilhoso, que tinha perdido nos últimos trinta anos por causa da incompetência do marido inútil, que a única pistola que tinha dura era a do trabalho. Óscar fez ela raspar o tufo e a transformou numa putinha experiente, sempre com um sorriso na boca e pronta pra tudo que o amante pedisse.
Nada podia ser melhor. Óscar tinha uma namorada estupenda, boa aluna e pessoa exemplar, perfeita pra ser a mãe dos futuros filhos dele e, no mesmo pacote, uma puta. Morrendo de fome de sexo e louca pra aprender todas as técnicas e práticas pra dar prazer a um homem e, claro, a ela mesma. Foda, né?
Mas tudo foi pro caralho um dia, quando uma porra duma greve de estudantes fez a namorada voltar pra casa mais cedo e pegar, na cama de casal, o namorado adorável enfiando o pau no cu da mãe solicita dela, enquanto a velha se esfregava a buceta, berrando, feliz e contente. O mais engraçado é que, quando os dois viram a filha parada na porta do quarto, nenhum dos dois parou. Os dois viraram a cabeça pra porta e viram ela sair correndo, tapando o rosto. Óscar fez menção de tirar o pau, mas as palavras duras da Rosa travaram ele na hora:
— Nem pense em tirar agora, filho da puta! Se tirar, eu corto em rodelas, seu cuzão!
As lindas palavras foram um bálsamo pro Óscar, que dobrou as estocadas. A sogra gozou que nem uma besta e foi aí que deixou o Óscar regar as tripas dela com porra quentinha. Óscar se esvaziou como nunca e os dois caíram derrotados de lado na cama, enquanto o pau do macho ia perdendo a rigidez. Quando se ligaram, já tinham passado uns dez minutos. Rosa vestiu um roupão e falou pro Óscar:
— Vai, machão, se veste e me espera na entrada, que vou ver essa idiota, pra não dar na telha dela de falar alguma merda pro corno do pai, e ainda vamos ter uma treta, com o fogo no cu que o babaca tem...
— Beleza, beleza, Rosa... Te espero lá fora.
E, mal coberta, com um roupãozinho, Rosa foi até o sofá da sala, onde a filha chorava desolada. Como ela convenceu a garota, a gente não sabe, mas conseguiu fazer ela acreditar que o que tava rolando era um teste pra ela ver o tipo de cara com quem tava saindo e que não servia nem um pouco. Claro, a mãe contou que era a primeira vez que faziam aquilo e que os berros de satisfação que ela ouviu foram A garota, ao vê-los, era tudo fingido. Resumindo, que ela fez tudo por puro amor à filha e pra evitar que ela casasse com um autêntico sem-vergonha. Obviamente, a garota não podia contar nada ao pai de jeito nenhum... ele não entenderia o sacrifício da esposa pela felicidade da amada filha de ambos...
E Rosita, bem necessitada de encontrar uma explicação mais ou menos lógica que a livrasse de ver a escuridão do mundo como ele realmente era, engoliu a historinha sem piscar. A mãe dela, que como manipuladora era uma verdadeira artista, deixou ela ali no sofá, coberta com uma mantinha, e foi se despedir do Óscar.
Chegou com o roupão entreaberto e as tetonas caídas, que se espalhavam pela barriga, lutando pra sair. Enquanto a via avançar pelo corredor, com um sorrisinho de raposa cínica e safada na cara, Óscar viu o roupão se abrir de vez, pela pressão dos peitos, e observou a bucetinha provocante dele, apetitosa, entre as firmes colunas das coxas grossas. Tinha que ver o quanto a putinha o deixava tesudo!
Quando se aproximou mais, viu Rosa levar a mão na bunda e recolher o esperma que escapava do cuzinho tenro e quente dela. Com uma risadinha insinuante, levou à boca e, depois de chupar até deixar brilhando, engoliu uma boa porção de porra.
— Porra, Óscar — disse a Promíscua —, parece que hoje você veio com mais carga que o normal. Me deixou as tripas cheias de leite... Faz dez minutos que tô apertando a bunda pra não perder nada. E enquanto isso, dando sermão na burra da sua namorada, aguentando os chororôs de menina mimada... Enfim, o que uma mãe tem que fazer!
Enquanto falava, levou de novo a pata de porca na bunda, pra continuar catando esperma...
— Caralho, adoro! E ainda tá quentinho... Quer um pouco?
Óscar olhou pra ela espantado, mas, claro, com o pau duro igual a um porrete.
— Que porca que você é... — só comentou. — E, voltando à Rosita, e aí?, como foi? — disse. Abraçando ela. Mas, diante do sorrisinho malicioso dela, logo pensou que a sangue não tinha chegado ao rio.
—Enfim, tá claro que a menina puxou ao pai otário... Tudo que eu tenho de puta velha, ela tem de iludida e bocó. No fim, convenci ela de que o que a gente tava fazendo era por ela, pra ela ver o tipo de filho da puta que tava pegando... Que sacrifício que uma mãe tem que fazer! —e soltou uma risadinha meio malvada.
Óscar olhou pra ela sorrindo, hipnotizado com as tetas dela, enquanto se esfregava o pacote. Rosa continuou falando:
—Nada, que a burra caiu na conversa. Mas, como cê entende, o negócio de vocês acabou. —Óscar pensou que, considerando como a mãe fodia, a filha tava pouco se lixando, e se pudesse manter a coroa, perder a namorada não ia ser nenhum drama.
—Bom —disse Óscar. —No fundo, tanto faz, contanto que a gente continue se vendo... —ao mesmo tempo, acariciava um mamilo dela e se encostou no corpo dela. Ela começou um amasso daqueles e massageou a pica dele por cima da calça.
—Porra, como cê tá duro de novo! —falou pra ele. —Mas acho que a gente vai ter que dar um tempo de umas duas semaninhas, ou mais... Agora não tô muito confiante de que a menina não vá abrir o bico pro pai e ferrar com tudo. Então vou ter que ser uma boa mãe por um tempinho... Se pá, a gente vai se whatssapando e, quando a poeira baixar, a gente tenta marcar de se ver. Beleza, bombom?
Rosa enfiou a língua na garganta de Óscar e ele, mesmo decepcionado, deixou ela fazer e se resignou a ficar sem foder um tempinho.
Depois de umas duas semanas sem molhar o biscoito, Óscar tentou contatar a ex-sogra um par de vezes pra continuar comendo ela, mas não teve jeito. Parece que a filha tava em cima dela pra caralho e ela parecia sinceramente arrependida, não do sexo em si, mas de correr riscos. Tem mais peixe no mar, pensou Óscar.
Mas o fato é que, desde então, e já fazia um par de Meses, eu não tinha conseguido encontrar uma foda-amiga fixa. Muito menos uma coroa gostosa com quem pudesse praticar sexo do jeito que ele gostava.
E foi aí que a lâmpada acendeu na minha cabeça e comentei que conhecia a mulher perfeita para satisfazê-lo, além de combinar perfeitamente com os gostos dele: coroa, madura e amante do sexo porco. Mas, claro, não ia sair de graça. Falei que eu era o "representante" dela e que sabia bem do que estava falando porque tinha comido ela até não aguentar mais. Ele se interessou na hora e comecei a dar detalhes sobre as características da mulher, seu jeito sexual e, claro, seus preços. No final, marquei um encontro para os dois, combinando que ela iria até o minúsculo apartamento do Óscar. E, ao me despedir dele, não consegui evitar me gabar um pouco e revelar o segredinho:
—E uma coisa, Óscar, trata ela bem... que é minha mãe.
Ele me olhou entre incrédulo e surpreso, mas logo comprovaria a verdade das minhas palavras.
E a coisa foi super bem. Eles se deram bem e parecia que ambos estavam na mesma vibe sexual. Costumavam se ver umas duas tardes por semana.
Um dia, depois de foder a Fátima com gosto, tava morrendo de vontade de contar pra mamãe. Saí sem tomar banho da casa dela, com a pica bem melada pra minha porca provar o gosto do cu da morena... Queria que minhas putas se conhecessem bem, talvez um dia eu precisasse mandar elas fazerem algum trabalho juntas. Nunca se sabe!
Cheguei em casa e, como sempre, encontrei o corno sentado no sofá vendo TV.
—Oi, Marcos!
—Oi, pai. Mamãe tá na cozinha?
—Tá, fazendo o jantar...
—Beleza, vou vê-la. Até já.
—Até já. Fala pra ela não enrrolar muito. Tô morrendo de fome.
—Já falo. — "Assim que você fica, gordão!", pensei, não é à toa que o viadinho perdeu a égua da mulher dele. Só pensa em encher a pança... E isso, com uma leoa como a mamãe na cama. Inacreditável!
E lá estava minha rabuda, fazendo o jantar. Vestida com as leggings marca-buceta da academia e uma regatinha técnica dois números menor, bem justa, apertando os peitões, mexendo a panela fumegante com a rabuda empinada.
A pica, apesar da correria do dia, ficou dura na hora. Fiquei atrás dela e beijei sua bochecha enquanto a cumprimentava:
— Oi, putinha!
— Oi... — ela virou a cabeça e enfiou a língua até minha garganta. — machão! — sentia meu pau roçando a bunda dela — Quer dizer, parece que tá feliz em me ver, hein?
— Sempre, mamãe, sempre... Sabe de onde eu venho?
— Não, mas acho que de molhar o biscoito com alguma vagabunda por aí... Tô errada?
— Poxa, parece que me conhece bem, ha, ha... Não, não tá errada. Venho de arrombar o cu da Fátima...
— Que filho da puta que você é! — ela respondeu entre risadas. — Tá se vingando daquela história do Molhado, hein?
— Bom, tanto quanto vingança, não sei... Ela adora, com certeza.
Comecei a passar a mão na bunda dela e mordiscar o pescoço.
— Além disso — continuei — nem tomei banho, nem lavei a pica... Quero que você prove. Pra ver se gosta do cu de morena...
Ela me olhou com cara de surpresa e disse:
— Porra, filho, cada dia mais porco! Mas claro que adoraria provar...
Eu ri e falei:
— E você cada dia mais puta!
— Mas agora não vai dar. A gente tem a santa Ceia de família feliz com o corno do seu pai. Então, bate uma rapidinha e hoje à noite, quando o viadinho estiver dormindo, vou te fazer uma visita. Sempre gostei de espetinho de carne. Principalmente chupar o palito...
— Se continuar assim, não sei se vou aguentar sem me tocar até a noite...
— E você, como foi seu dia?
— Bem, não dos melhores. Mas não foi ruim. Duas boquetes. Uma completa, engolindo o "suco" do macho, e outra com facial... Fica tranquilo, que tomei banho caprichado! Nada, cento e quinze euros. Deixei na gaveta. Pra um do completo fiz um descontinho... A porra dela dela tava bem gostosa e bem grossa. E não tava muito salgada. Do jeito que eu gosto. Era quase tão boa quanto a sua...
-Pô, um bom dia, então...
-Sim, sim... Ah, e eu ia esquecendo! Já marquei um anal pra quinta... Com aquele teu amigo bombado do exército que eu já comi umas vezes...
-Mmmmm... O Oscar... Tá vendo ele pra caramba, hein!
-Acho que eu agrado bastante ele. E, além disso, ele é bem gostoso, pra ser sincera. Parece que ele curte muito o fato de eu ser sua mãe. Acho que às vezes ele pensa que tá comendo a mãe dele e tem uns orgasmos do caralho...
-Pô, interessante. É bom saber disso.
Peguei o rosto dela apertando as bochechas e me aproximei enquanto falava:
-Mas confio que você não se esquece de quem é sua dona. Né?
Ela me olhou surpresa e sorriu antes de me beijar com uma ferocidade fora do comum.
Aquilo, mais do que as palavras dela depois, dissipou todas as minhas dúvidas.
-Sou sua... Sou sua puta e você é meu homem, meu macho, meu dono. E tô pronta pra fazer tudo o que você mandar, tudo o que você pedir...
Colocado atrás dela, meti a mão por baixo da legging e comecei a apalpar a bunda dela com gosto, enquanto ela continuava mexendo a panela com a colher de pau. Ao fundo, dava pra ouvir a TV que o corno assistia largado no sofá, esperando a janta sossegado.
Eu mordiscava o pescoço da mamãe e ia lambendo a orelha dela. Tentava deixar ela com tesão. O que não era nada difícil. A gente já sabe o quão promíscua era minha progenitora.
-Toma, prova, vê que delícia. -ela disse enquanto aproximava a colher da minha boca e rebolava a bunda em círculos.
Lambi a colher.
-Mmmmm... delicioso! -falei enquanto descia a mão que tava apalpando a bunda dela e enfiava o dedo até o fundo na bucetinha quente dela.
-Aaaaai, seu filho da puta, me dói! -ela gritou entre risadas.
Eu também ri e chupei o pescoço dela, enquanto tirava o dedo.
-A janta tá saindo uma delícia, agora vamos ver como é que tá a sobremesa. -falei, enquanto cheirava o dedo e passava metia na boca. — Maravilhoso, tá no ponto. Toma, prova um pouco.
Ela se virou e começou a comer. Eu olhava admirado. Encantado com meu brilhante trabalho de putaria...
— Você é a melhor — falei, e começamos um beijo intenso, esfregando meu pau no corpo dela e apalpando os peitos dela.
A cena romântica foi interrompida pelo corno gritando da sala de jantar, pedindo a comida.
— Porra, que chato! — disse mamãe separando os lábios da minha boca com um fio de saliva. — Já vaaaai! — gritou. Depois, virando-se pra mim, completou. — Anda, vai logo, senão nunca vou gozar...
— Tá, tá... Vou indo, mas deixa eu te dar um presentinho... Abre a boca.
Ela abriu. Já sabia o que ia dar. Joguei uma cuspida grossa que ela engoliu com uma sede danada, como diria o José Mota, hehe...
— Anda, vai logo cuidar do corno. — completou me dando um último selinho. — Que hoje à noite vou te fazer uma visita...
Com uma promessa tão excitante, me afastei dela com um tapa sonoro na bunda e uma frase carinhosa:
— Já tá demorando, rabuda!
E, pronto, jantamos como o que éramos, uma família feliz. Meu pai, o corno, comendo que nem um possesso na cabeceira da mesa e a rabuda e eu de cada lado, falando banalidades e soltando frases de duplo sentido pra deixar o velho no chinelo. Ele não sacava nada, só se preocupava em encher o prato e virar o copo, ignorando os sábios conselhos de mamãe:
— Não come tanto, não vê que vai te fazer mal...
— Deixa, deixa, que eu controlo. — respondia ele.
E eu, enquanto isso, esticando o pé debaixo da mesa e metendo na buceta da minha mãe, apertando a legging dela com os dedos do pé. Sentia a umidade da boceta dela atravessar o tecido da calcinha fio dental, a legging e minha meia, até molhar meus dedos. O pau tava durasso. No final parei a brincadeira, senão não ia conseguir levantar com a ereção.
Minha mãe se fazia de desentendida superbem enquanto eu esfregava, e continuava a Conversa fiada com o corno. Enquanto isso, apertava meu pé com as coxas, impedindo que escapasse. Que puta vagabunda!
No final, quando estávamos na sobremesa, consegui sair da boceta encharcada dela e me recompor um pouco antes de terminar o jantar em família tão afetuoso.
Naquela noite, ainda estava acordado, lá pelas duas e pouco da madrugada. Olhava o celular, quando a porta se abriu e, iluminado pelo reflexo fraco da luz do criado-mudo, pude admirar o corpo da minha mãe gostosa e safada.
— Porra, puta, Promiscuous, você demorou hein! — comentei, admirando a figura escultural dela, enquanto afastava os lençóis.
Ali, na penumbra, erguida sobre saltos altíssimos, ela abriu o roupão e, sorrindo debochada, respondeu:
— É o que tem, filho. O veado do seu pai encheu o saco vendo televisão sem parar... E depois, na cama, não tinha jeito de ele pegar no sono. Tava especialmente grudento... e eu com a buceta queimando e pensando no seu pauzão!
— Mmmmm... Coitadinha da minha porquinha! Vem cá! — peguei na mão dela, enquanto o roupão caía no chão, e a puxei para a cama. Assim, do jeito que estava, com os sapatinhos de princesa, mas pelada. Recém-tomada banho e perfumada para o seu macho. — Você tomou banho, porquinha? O que aconteceu, teve que bater uma punheta pro corno?
— Sim, porra! Você não imagina. Que nojo! E o porco não parava de passar a mão em mim e se esfregar babando... Acho que queria meter a piroquinha dele, o idiota. Que ilusão! Se nem fica dura o bastante...
Eu ri pra caramba, passando a mão na rabuda dela e virando-a para poder apalpar bem a buceta...
Ela gemeu baixinho e eu comecei a massagear a boceta lubrificada dela.
— E no final...? — perguntei.
— No final... — ela respondeu entre gemidos. — Falei pra ele não me tocar mais, ou ia dormir no sofá. Que eu já sabia o que o médico tinha dito sobre ter relações e que, além disso, nessa altura do campeonato e na minha idade, aquilo era uma putaria e um pecado mortal...
Eu escutava ela, rindo, apertando a mão com força.
— Que puta que você é! É um escorpião!
Agora quem riu foi ela:
— Acho que você tem um pouco de culpa também, né?
— Nem tanto... O seu já vinha de fábrica... He, he, he.
— Bom, vou terminar de contar... No final, o broxa desistiu, incapaz de me vencer... — e fez o gesto de mostrar o bíceps com o braço — No fim das contas, era um duelo desigual: uma bola de sebo contra esse corpo sarado...
Eu ri de novo com gosto e redobrei meus esforços na buceta dela...
— O negócio é que comecei a puxar a piroquinha dele com força, sem nem olhar, até que ficou meio inchadinha e aí apertei um pouco e ele gozou num piscar de olhos... Quatro gotinhas aguadas de merda. E, pronto, levantei na hora e, olhando pra ele com cara de nojo, falei: "Toma, porco, já teve o que queria...!" E nada, do jeito que tava, de pijama, fui pro banheiro lavar bem as mãos... He, he, he! Quando voltei, ele já tava cochilando, mas não perdeu tempo pra se desculpar e me pedir perdão, o otário! Virei de costas, sem responder, e fingi que tava dormindo até ouvi-lo roncando que nem a puta da marmota que ele é...
Eu olhava pra ela admirado, mexendo no clitóris e chupando os peitões dela.
— E nada, faz meia horinha que escapei. Um banho rápido, um pouco de Chanel, e vê se me deixa provar essa pica com gostinho de cu de árabe...
Porra, que puta safada! Sabia como me excitar, a vagabunda...
— Assim que você gozar, vai se acabar de chupar o pau do seu filho, sua puta!
Eu tava estourando, então coloquei toda minha técnica em ação pra fazer ela gozar. E, claro, consegui. Ela é fruta madura pro orgasmo e, quando tá excitada, é só sacudir um pouco. Mas é daquelas que berra pra caralho, então tive que colocar a mãozona na boca dela pra evitar que os gritos acordassem o corno. -Que se foda! -ela disse.
-Tá na hora de aprender como um bom macho fode...
-Sssss! Cala a boca, porra! Tem vizinho...
-Tá... Tá... -e foi se acalmando.
Eu não esperei muito e peguei ela pelo cabelo, puxando a cara dela pra perto da minha. Ela sacou a intenção e, submissa, abriu a boca, levando um cuspe forte.
-Valeu, amor!
-De nada, porquinha. Um pouco de lubrificante nunca é demais.
-Posso pegar meu presente?
-Claro, linda, tá pronto pra você... -e, esticando os cabelos dela, enfiei o pau na boca dela na brutal, enquanto virava a raba dela pra cima pra ter uma boa vista enquanto a puta me chupava o cacete.
Ela deu uma boa ânsia e começou a babar tudo, igual uma porca de verdade.
-Isso, puta, isso... Já dá pra ver que cê tá em forma. Duas boquetes hoje e a terceira cê tá levando de boa.
Ela parou uns segundos pra recuperar o fôlego. Enquanto isso, esfregava o pau melado na cara toda e passava o nariz pelo tronco inteiro, procurando cada cantinho do cheiro aromático do cu mouro da Fátima, a vizinha, amiga e, nos últimos tempos, parceira de putaria.
-E aí, cê gostou?
-É um cheiro e um gosto delicioso... e misturado com o gosto do teu pau é sublime...
-Sublime... Ha ha! Que nem Istambul, a Sublime Porta! -e enfiei o dedo no cu dela.
Ela deu um pulo e falou:
-Mmmmm... Adoro, não tira... Mas a gente vai nisso depois, no segundo round. Agora tenho que terminar de te ordenhar.
Ela abriu a boca e começou um sobe e desce regular e metódico, e eu me concentrei e fui só aproveitar, olhando as tatuagens na raba dela e mexendo o dedo lá dentro, naquele cu que já era como segunda casa pro meu indicador.
Quando a minha gozada apoteótica tava chegando, dessa vez fiz ao contrário do normal e, em vez de enfiar o dedo até o fundo, tirei de uma vez e levei pro nariz (que cheiro extraordinário) antes de meter a cabeça entre as pernas dela e penetrar o cu dela com a língua. Ao Ao mesmo tempo, a pica ficou dura e as bolas, apertadas pelas mãozinhas da mamãe, começaram a jorrar jatos de leite gozado na boca dela. Porra que ela devorava ansiosamente.
Engoliu todo o leite coalhado, exatamente como eu tinha ensinado. Ela conhecia suas obrigações e adorava cumpri-las. Eu olhava para ela encantado. Dei duas palmadas num lado da cama para indicar que ela se aninhasse junto a mim. Os dois estávamos suando como porcos e, com certeza, uma pausa cairia bem.
— Vem comigo, sua cachorra!
Ela tinha se sentado na beira da cama para tirar os sapatos e, depois, rapidamente, se virou e se deitou me abraçando, com as tetonas no meu lado, acariciando meu peito e meus abdominais suavemente, com a mãozinha. Peguei ela pelo cabelo e me aproximei da boca dela para dar um baita beijo de língua. Trocamos uns dois beijos longos e intensos. Ela enfiava a língua até minha garganta.
— Olha — ela disse —, minha boca ainda tem gosto da bunda daquela rabuda...
— Mmmmm... é verdade! Um pouquinho sim.
E eu ri um pouco.
— Sabe, hoje eu queria falar umas duas coisas com você. Acho que hoje é um bom momento pra conversar sobre o futuro.
Ela me olhou intrigada, sem parar de me acariciar, descendo a mão de vez em quando até a pica e as bolas e chupando meus mamilos.
— Continua, fala mais — ela disse.
— Olha, a coisa tá indo super bem. Tanto com você quanto com a Fati — mamãe sorriu orgulhosa. — Estamos ganhando dinheiro pra caralho. E me parece que, pelo menos você, está se divertindo pra cacete e encontrou sua verdadeira vocação.
Mamãe, que continuava com as carícias, parou por um momento de chupar meus mamilos e falou:
— Marcos, filho, nunca vou conseguir te agradecer pelo que você fez por mim. Você me transformou na mulher mais puta e mais feliz da terra. E, além disso, chupar pica e oferecer todos os meus buracos é algo que faço divinamente. Eu faria até pagando, então, cobrando, nem te conto...
Comovido, dei nela um beijo longo e molhado.
— Obrigado, putinha, adoro como você está se comportando. Mas, no que Iba. Vocês estão indo superbem, mas acho que precisamos passar para uma fase mais profissional. Vou explicar: essa história de fazer boquetes furtivos nos banheiros da academia, procurar pensões de quinta categoria pra levar no cu, ou transar dentro de um carro em terrenos baldios, é uma putaria amadora... Chegou a hora de começar a investir a grana em alugar um bom puteiro, decorar ele direito e começar a trabalhar como manda o figurino.
Ela me olhava atenta e eu continuei.
— Além disso, acho que precisamos aumentar o time de vadias. Tenho umas ideias pra fazer isso. Não tô muito a fim de te dividir demais. — com essas últimas palavras, ela me apertou ainda mais. — Só o suficiente pra manter sua putaria e você não se acomodar. Mas o que eu quero é que você seja a verdadeira chefa do harém das minhas putas...
— Meu Deus, Marcos, adoraria...
— Não esperava menos de você. — respondi, torcendo um mamilo dela com carinho. Ela gritou e revidou apertando um pouco meu pau, que já estava acordando do seu torpor. — Que gostosa você é!
Voltei a beijá-la e continuei.
— Vi um apartamento que seria perfeito. Pedem pouco de aluguel e é um prédio quase sem vizinhos, com um monte de apartamentos de aluguel por temporada na escada. Uma tarde dessas a gente vai ver com a Fátima e o Moja, preparei uma surpresinha pra você...
— O que é, o que é? Por favor, me conta, vai...
— Nããão, senão não seria surpresa... Você vai ver. Mas tem mais. Tô de saco cheio desse apartamento minúsculo. Sempre que o corno tá em casa, tem que fazer malabarismo pra dar uma fodida. E, sim, reconheço que é excitante e no começo tinha sua graça rir do viado, mas agora tô começando a ficar cansado de não poder passar a mão em você quando me der na telha e de você não poder chupar meu pau enquanto eu vejo TV, ou de ver você andar de fio dental e de lingerie de puta pela casa toda...
— Eu sei, Marcos, pra mim dói mais do que pra você, mas você sabe tão bem quanto eu que se o idiota do seu O padre nos pega, é capaz de dar um treco...
—Já, porra! Por isso pensei numa parada. Vi um chalézinho que tão vendendo, de dois andares com garagem. Pensei em dar a entrada. Tenho uma boa grana guardada. E depois pagar todo mês vai ser suave. Pro cuck vou falar que acertei numa loteria. Se o otário nem percebeu o que a mulherzinha dele faz debaixo do nariz dele, com certeza vai engolir a história do prêmio. Minha ideia é ficar no andar de cima e vocês no de baixo. Como o gordo adora subir escada, acho que não vai enfiar o focinho no nosso território. E lá em cima, pretendo te tratar como rainha. Lá você vai se fartar de pau e vai poder se vestir como uma puta de primeira. Já vou cuidar de instalar um sistema de aviso caso o cuck resolva subir as escadas.
Ela me olhava espantada e disse:
—Cacete, você é um puta filho da puta, pensou em tudo...
—Pois é! E agora, enfia a boca no meu pau, que são quatro horas e daqui a uma hora o cuck acorda, e ainda tenho que arrombar essa sua bunda gostosa...
Ela fez isso, mas quando eu tava com o pau duro feito uma estaca, ela se afastou de mim e levantou da cama:
—Mas... O que cê tá fazendo...?
—Só um minuto. — e, pegando o celular, tirou várias fotos do meu pau de ângulos diferentes.
—E isso...? Pra quê?
—Aaaai! Surpresa! Já vai ver. Você vai amar...
Ela me deixou na curiosidade. Guardou o celular, subiu na cama e se agachou sobre meu pau, enfiando ele no cu dela. Entrou com bastante suavidade. Já tinha lubrificado antes com a língua e, além disso, com a prática, as paredes anais já estavam bem elásticas. Ela curtia tanto ou mais o sexo anal do que foder a buceta, e costumava contrair a bunda e apertar meu pau como se quisesse espremer. Devia ter aprendido com a Fátima. Ela ficou de frente pra mim, se tocando na buceta com uma mão. Eu, deitado debaixo dela, me deliciava vendo as tetonas balançando e como ela exagerava, revirando os olhos. Gemeando como uma porca. Aos poucos, foi aumentando o tom e começou a ofegar, como prelúdio de um orgasmo.
Eu, segurando os peitos dela, beliscando os bicos, tentei conter o entusiasmo:
— Para de gritar, sua puta rabuda! Vai acordar o corno! Ou os vizinhos, que é pior...
— Aaaaai! Seu filho da puta! Deixa eu gozar! Pelo menos até terminar os agachamentos que não fiz hoje de manhã na academia...
— Porque você tava chupando pica pra pagar o chalé...? Ha, ha, ha!
E enfiei a pica até o fundo...
— Continua, filho da puta, que eu tô gozandooo...!
Isso de ter orgasmos simultâneos, ou quase, não acontecia sempre, mas dessa vez a gente acertou. Quando ela deu o berro final, que me obrigou a tampar a boca dela, eu gozei que nem um bicho no cu dela. E tava tão excitado que, depois de encher a porta dos fundos de leite, continuei bombando por mais uns dois minutos com o pau duro como pedra... Quando, finalmente, tirei, fez o barulho de uma garrafa de champanhe sendo aberta.
Minha mãe olhou pro despertador e exclamou:
— Porra! Quatro e meia! Vou vazando na base do cagasso! O babaca do seu pai acorda daqui a meia hora...
— Calma, calma... — falei — Menos pressa, sua porca, vai me deixar com o pau desse jeito? — eu ainda tava com ele grosso e brilhando com os fluidos do cu dela...
Ela, de pé ao lado da cama, riu e, se aproximando, disse:
— Aaaaai, você é um puto mesmo! Vem cá, vou deixar seu pau brilhando.
E se ajoelhou pra mamar.
— Muito bem, mãe, assim você vai com um gostinho bom na boca...
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