Comecei a semana cheio de energia e com um otimismo desbordante. Tudo ao contrário da minha querida progenitora, que andava pela casa entre depressiva e assustada, tentando de todo jeito me evitar ou, pelo menos, não ficar a sós comigo. E ela encontrou um aliado inesperado na figura do pentelho do meu pai, que estava especialmente chato e meloso e não desgrudava dela nem a pau. Principalmente nos primeiros dias. Dava pra ver que ele não sabia das aventuras da mamãe e da luxúria desmedida dela. Eu assistia divertido ao cerco que a mamãe estava sofrendo e me limitava a lançar olhares lascivos e a dar uma de encontrado pelos corredores, esperando o momento de ir amadurecendo a colheita. Enquanto isso, ia tocando minha vida e, uma manhã, ao ir comprar o jornal, cruzei com o Moja no elevador. Cumprimentei ele cordialmente e convidei pra tomar algo, pra celebrar meu retorno ao bairro. Ele, sem desconfiar de nada, aceitou encantado. E assim que sentamos, na frente de duas canecas de chopp, soltei a bomba de uma vez: — Ah, antes que eu esqueça, tem uma coisa que queria te dizer. — consegui prender a atenção dele e joguei a merda no ventilador — Sei que você tá comendo a minha mãe... Bom, melhor dizendo, que tava comendo. O Moja ficou petrificado e o sorriso relaxado que ele tava exibindo congelou. Eu continuei: — Te peguei no outro dia. Até fiz um filminho amador, pra ter uma lembrança. — passei o celular pra ele, na tela tinha um plano do casal feliz transando como possessos. — Aliás, cê é meio encanudado, acho que devia malhar mais... Minha mãe é mulher pra caralho pra você. O negócio é que isso me surpreendeu bastante. De um otário como você, não me espanta que queira pegar um pedaço com uma égua boa, mas ela, se quisesse dar uma variada, podia ter conseguido coisa melhor. Enfim, com ela já resolvi as coisas e ela não vai precisar de ninguém de fora da família pra regar a hortinha. Quanto a você, espero que se foda. conta de que a sua história acabou. O Moja engoliu em seco e murmurou, timidamente: —É... —Como? —É, acabou. —concluiu com mais firmeza. —Bom, ótimo, adoro ouvir isso. —tomei um gole antes de continuar falando— Mas isso não é tudo. Tem uma coisa chamada justiça, e acho que mereço uma compensação pelo meu sofrimento. Ele me olhava meio espantado, sem saber onde eu queria chegar. —Se você comeu a minha mãe... E de mil maneiras, como pude ver, o justo seria eu comer a sua, não é? O Moja me olhou "de olhos arregalados" e espantado com o pedido e, apesar da cara de susto que tinha, conseguiu balbuciar um tímido protesto: —Marcos, mas isso... Isso acho que você não vai conseguir fazer... Eu não acho que minha mãe... Cortei ele seco: —Claro que vou conseguir, e, além disso, você vai me ajudar... —ele não saía do espanto e me olhava de boca aberta— Acho que você me deve isso... —nesse momento eu ri um pouco pra quebrar o gelo, antes de continuar— Você é gente boa, Moja, vai ver que no final a gente vai acabar sendo bons amigos... Além disso, essa parada de compartilhar as mães, ou melhor, as putas, une muito, não é? Ele engoliu em seco e resmungou um quase ininteligível: —Mas... Como...? Como você pretende...? Nem terminou a frase e eu continuei: —Olha, os detalhes ficam por sua conta, e, no fundo, eu tô pouco me lixando como você vai fazer... Sugiro que você invente alguma merda, tipo que tem uma dívida grande de droga ou uma história parecida, e que se não pagar vão estourar sua cabeça... Diz pra ela que a única coisa que você conseguiu pra salvar sua pele foi oferecer que comam a sua mãe... Um plano brilhante, hein? —ele me olhava entre cético e choroso— É, reconheço que é uma palhaçada que ninguém vai acreditar, mas é aí que entra seu talento e suas habilidades de ator pra ser convincente... E se um frango igual você conseguiu convencer uma gostosa como minha mãe a dar pra ele, não tenho a menor dúvida de que em breve vou estar devolvendo a bola e enfiando o rabo na sua mamãe... Terminei a cerveja pra ir concluindo a conversa: -De qualquer forma, monta do teu jeito, mas tu tem no máximo duas semanas, contando a partir de agora, pra marcar um encontro entre a buceta da sua mãe e meu pau, tá claro? Se não, é capaz de eu quebrar teu crânio de verdade... Ou algo parecido... - claro que não ia fazer nada daquilo, mas não resisti a soltar a bravata. Além disso, tinha que ameaçar ele com alguma coisa. Ele só concordou, morrendo de medo. -Agora - continuei - me passa teu número de celular. - anotei - Perfeito, muito obrigado, Moja, foi um prazer. A gente se fala, já te ligo. Se tu não me ligar antes... Tenha um bom dia! E fica tranquilo, que eu pago. Se cuida. Levantei e saí do bar. Comi fora de casa e depois de fazer uns recados, segui, bem animado, o caminho de casa. Tava chegando a hora do jantar e o dia intenso que eu tive me abriu o apetite. Lá pela uma e meia abri a porta de casa e o som familiar da TV me lembrou da presença do vagabundo do meu pai largado no sofá na frente da tela, dormindo, o que me esfriou um pouco o ânimo. E, de fato, lá estava o babaca, de boca aberta e olhos fechados, babando, diante das imagens de um concurso idiota. Tava fazendo aquela soneca do bispo, a de antes do jantar. Nem acordei ele. Não queria perturbar o descanso pacífico dele e fui rápido pra cozinha, pra tentar deixar a gordinha com tesão. A conversa com o Moja tinha me animado bastante... Abri a porta da cozinha e, perto do fogão, tava minha porquinha de costas pra porta, mexendo um ensopado que cheirava pra caralho. Ela tava usando umas leggings velhas e gastas da academia, marcando perfeitamente aquele rabão enorme, que balançava como um pudim no ritmo da mão que mexia a panela. Completava o visual uma camiseta regata justinha de cor verde maçã, balançando graciosamente o rabo de cavalo dela. "Essa tá pedindo pra levar tanta pica até não aguentar mais... e morrer de gozada igual barata...!", lembro de ter pensado. Uma frase carinhosa, né. Ela, ao ouvir a porta, se virou e me olhou entre surpresa e assustada. — Ah, oi, Marcos! — disse ela, enquanto baixava o olhar e voltava pros afazeres de dona de casa perfeita. — Oi, mãe! — respondi alegremente, enquanto me aproximava dela, parando bem atrás, mas sem encostar... Logo senti ela ficar tensa. Cheguei mais perto e comecei a esfregar meu pau moreno no rabo dela, enquanto olhava por cima do ombro dela pra panela e comentava despreocupado: — Hummm...! Que cara boa que isso tem! Enquanto falava, aproximei meu rosto do dela, que continuava paralisada, olhando hipnotizada pro ensopado. E, assustando ela um pouco, dei um beijo suave no pescoço dela, apertando mais meu corpo contra o dela e fazendo questão que ela sentisse a dureza da minha pica. Ela fez menção de se afastar e murmurou, quase sussurrando: — Não, Marcos, não, por favor... agora não... seu pai... Eu sorri, dei um último apertão nela, e passei a língua atrás da orelha dela, chupando de leve o lóbulo. Depois, me afastei dela dizendo: — Delicioso... Isso sim. Ela, meio surpresa por eu desistir tão cedo, se virou. E, por um momento, o olhar dela desviou pro meu volume, e tenho certeza que avaliou direitinho. Eu sorri cínico e só completei: — Bom, vou pôr a mesa, que acho que o pai de família deve estar faminto... depois de uma manhã tão ativa... Mamãe baixou a guarda e sorriu de leve, achando que o perigo tinha passado... E ela tinha razão... em parte. O jogo tinha acabado de começar. Ao se virar, reparei numa mancha clara de umidade na virilha dela, marcando na legging... Aproximei minha mão e passei as costas dos dedos de leve na buceta dela, molhando meus dedos. Ela se apertou pra trás e baixou o olhar. Eu sorri e aproximei levei os dedos ao nariz, cheirando eles, enquanto dizia: —Mmmmm, delicioso! Um manjar dos deuses... Isso tá andando! Durante o jantar, mamãe ficou muito calada. Quase não comeu nada. Meu pai, estranhando, perguntou umas duas vezes se tinha alguma coisa. Ela, desdenhosa, disse que não, que tava com dor de cabeça. Eu, ao contrário, tava exultante, pulando de alegria. Aproveitava qualquer momento em que meu pai tava distraído pra despir ela com o olhar, observando sorrindo os melões dela ou passando na minha cara os dedos que, minutos antes, tinha deslizado pela buceta molhada dela. Ela só baixava o olhar envergonhada e mexia distraída a colher no prato intacto. Meu pai, no papel de sempre de bocó, não percebia nada. Depois do jantar, sentei um pouco pra ver TV com o velho, mas enjoei logo e fui ler no meu quarto. Minha mãe, depois de arrumar a mesa, ficou limpando a cozinha. Mais tarde, ouvi os dois indo dormir, mas, antes, minha mãe tomou um banho. Assim que ouvi ela terminar e ir pra cama chata de casal, levantei e fui pro banheiro, pronto pra bater uma boa punheta. Procurei no cesto de roupa suja e, bingo!, lá estavam as calcinhas que ela tinha acabado de tirar. Cheirei elas ansioso, especialmente a mancha de fluido que molhava a parte que tinha estado em contato com a buceta dela. A pica, que já tava dura, ficou como pedra e comecei a bater com raiva, enquanto cheirava e saboreava a buceta da minha mãe. Não demorei nada pra gozar e enchi as calcinhas com minha porra grossa e abundante. A verdade é que tava com os ovos bem cheios. Depois, saí um momento pra pegar um papel e um alfinete e escrevi um bilhete: "foxy, tudo isso é em sua homenagem. Logo pode ser todo seu". Prendi o bilhete com o alfinete nas calcinhas encharcadas e coloquei elas com cuidado no cesto. Aí, fui dormir como uma pedra. Na manhã seguinte, levantei cedo, pra ser eu mesmo. Quando entrei no banheiro, a primeira coisa que olhei foi o balde, e, nem a calcinha, nem o bilhete estavam lá. Fui para a cozinha e lá estava o casal feliz tomando café da manhã. Minha mãe, ao me ver entrar, baixou a cabeça envergonhada e se virou rapidamente. Meu pai, alheio a tudo, me deu bom-dia e me convidou para sentar. Assim fiz, sem tirar os olhos da buceta da mamãe. A situação estava meio tensa para ela, embora não quisesse me delongar muito na humilhação dela e caí fora logo. Não sem antes reparar se ela estava com a xereca molhada de novo. E, pô, me pareceu que a legging que ela vestia estava um pouco mais escura na virilha. Embora talvez fosse só impressão minha. Naquela manhã, tinha encontro marcado com um amigo que tinha um estúdio de piercings e tatuagens para agendar um horário para uma cliente que ia mandar para ele em breve. O resto da semana, antes da partida do meu pai, seguiu na mesma tônica: eu provocava e tentava esquentar e deixar minha mãe com tesão, ela não conseguia evitar ficar excitada, mas morria de vergonha e acabava se sentindo humilhada, lutando contra uma natureza que era mais forte que ela. E para fechar o triângulo, estava meu pai, que vivia nas nuvens, sem perceber nada, começando a assumir o papel de corno que tão bem lhe caía. Eu só esperava a gostosa cair como fruta madura. Os dias passavam com roçadas, esfregões e esperma na roupa íntima dela. Assim, até a noite anterior à partida do meu pai. Naquele dia, seguiu a tônica habitual da semana. Eu me dediquei a provocar sexualmente a mamãe sempre que tive oportunidade. A coisa não era fácil, porque meu pai, já grudentão por natureza, estava especialmente chato. Tem que considerar que ele ia viajar a trabalho na manhã seguinte, e não largava a mamãe nem por sombra. Minha mãe estava naquele dia um pouco mais nervosa e irritada que o normal, mas, paradoxalmente, não descontava em mim, e sim com esnobadas no pobre do velho, que só conseguiam fazer ele redobrar a insistência... Ela continuava com o costume de usar leggings em casa, e eu não perdi a chance de reparar se continuavam escurecendo na área da buceta, coisa que naquele dia estava mais evidente do que o normal. Eu atribuí o nervosismo dela à proximidade do fim do prazo que eu tinha imposto e à conversa que teríamos no dia seguinte. E com esses pensamentos fui para a cama naquela noite, um pouco mais cedo do que de costume. Queria estar bem descansado pela manhã. No entanto, eu também não consegui evitar que o nervosismo me afetasse e, como não conseguia pegar no sono rápido, decidi ler um romance policial até que o sono viesse me buscar. Mas, para minha surpresa, quem veio me visitar, por volta das duas da manhã, não foi outra senão a coroa da minha mãe. Já estava quase fechando o livro, quando, quase sem barulho, vi a porta se abrir bem, bem devagar... Vi ela entrar, lentamente, sem fazer barulho, e ficar de pé, olhando para a cama, entre assustada e desconcertada. Ela usava um pijama largo, com estampas toscas de desenhos tipo Disney, e dava para ver que não estava usando sutiã, com aquelas tetonas enormes, meio caídas e balançando. Ela me olhava em silêncio, sem se atrever a falar, até que fui eu quem quebrou o gelo: — Uuuh, que surpresa! O que te traz aqui? — Sssss! Não fala tão alto — ela sussurrou. — Seu pai acabou de dormir... — E você? Não tá com sono? — Não, não é isso... — ela começou a gaguejar, enquanto se aproximava da cama — É que... Olha... Eu, sei lá... — Fala logo! — interrompi, imperativo. — Sim, sim... Mas primeiro, apaga a luz... É que tô meio envergonhada... "Puxa, puxa", pensei, "a putinha ficou pudica..." Apaguei o abajur da mesinha, mas, de qualquer forma, entrava luz da rua suficiente para ver tudo claramente. Ela parou na frente da cama e, num piscar de olhos, se livrou do pijama. Aos pés dela caíram primeiro a blusinha e depois a calça. Eu me deliciei com a cena. Ali estava minha progenitora, Me olhando na penumbra, peladinha, com aquelas tetonas de bico duro, a barriga lisa e firme, a buceta peluda, e as pernas musculosas e torneadas. Olhando direto pra mim, começou a falar. Eu já tinha tirado a cueca:
— Pensei muito no que você me disse... Tenho um monte de dúvidas, mas acho que vou aceitar sua oferta...
— Que oferta?
— A de... ser...
— Ser o quê?
— Sua... sua putinha...
— Com todas as consequências?
— Sim.
— Perfeito...
— Não vai se arrepender.
Eu já tinha me sentado na cama e fiz um sinal pra ela se aproximar.
— Vem cá...
Minha pica já tava dura igual a um pau. Levantei e abracei ela pra acalmar e, de quebra, deixar ela sentir na barriga o que ia furar ela depois. Ela se deixou levar e se apertou contra mim, apoiando a cabeça no meu peito. Eu acariciava o cabelo dela e, devagar, fui descendo a mão pelas costas. Enquanto com uma mão eu passava a mão na bunda dela e com a outra apertava um mamilo, ela se esfregava com força na minha pica, enquanto me acariciava as costas, me arranhando de leve. E começou a falar baixinho:
— Como você me deixa louca, Marcos! Passei a semana inteira pensando na sua pica. — Ela baixou a mão e começou a me masturbar devagar. — Não consigo tirar ela da cabeça... E você me provocando a semana toda. Fiquei melada todos os dias... E quando achei a calcinha cheia de porra. Com aquele cheiro... E aquele gosto... Tive que bater uma rapidão... E assim todo dia...
E começou a se abaixar. Eu empurrava a cabeça dela pra baixo, segurando firme pelos cabelos. Mamãe se ajoelhou e engoliu a cabeça da pica com dificuldade. A boca dela ficou toda esticada. Tava claro que não tava acostumada com um pau tão grosso. Mas a putinha tava com muita vontade e se esforçava.
— Isso, Promíscua, isso... — eu dizia, enquanto empurrava a cabeça dela pra dentro da pica. Ela tava sofrendo, então resolvi dar uma trégua e deixei ela respirar um pouco. Entre ofegos, ela olhou pra cima com a boca aberta. Eu me abaixei um pouco e mandei uma cusparada forte lá dentro. —Um pouco de lubrificante, Promiscuous, não vai te fazer mal... Ela sorriu e abriu a boca de novo, pedindo mais. —Que porca, aí vai outro... Ela recebeu com ansiedade e agarrou a pica com vontade, cuspiu nela, e engoliu de novo. Cada vez entrava um pouco mais, e a baba escorria no chão. Eu marcava o ritmo com a mão. Balançando a cabeça dela como se fosse uma boneca. Tava muito tarado, mas não queria gozar ainda e mandei ela parar. —Para. Vamos pra cama... Já deitados, fizemos uma pausa rápida, onde aproveitei pra perguntar por que ela tinha demorado tanto. —Seu pai não dormia. Sempre acontece quando ele tem que viajar. Acho que é conversa fiada pra transar. A verdade é que eu não tava nem um pouco a fim de foder com ele. Mas se eu não der uma mamada, ele ainda estaria rolando na cama. Então depois de dois minutos, que é o tempo que ele leva, apagou na hora... E aqui estou eu. Eu olhei sério pra ela e falei: —Ele gozou dentro? —Claro. —Você tomou banho ou se lavou depois? —Não tive tempo, queria vir logo... —Olha, amanhã, quando ele for embora, vou te dizer como as coisas vão funcionar. Como adiantamento, já pode saber que não vou meter o pau onde um broxa gozou... Não vá que eu pegue alguma coisa. Então hoje você vai gozar de outro jeito. A cara de decepção dela era um poema. Atônita, só conseguiu murmurar: —Mas, Marcos, como você é assim? Se ele não ficou nem dois minutos... E quase não tem gozo, só duas gotas de líquido aguado... —Olha, você tá aqui porque quer e porque sua buceta tá ardendo, ninguém te obriga... E as condições quem dita sou eu. Então agora, você vai fazer o que eu mandar. Certo? —Sssim... —Perfeito. —peguei ela pelo pescoço e comecei a beijar ela na boca bem porco, enquanto esfregava a buceta dela. —Bate uma pra mim, porca. —falei sem parar de masturbar ela. Ela, ofegante e com a língua pra fora, pegou a pica com A mãozinha dela e começou a bater uma pra mim devagarzinho. Eu passava a mão na buceta encharcada dela. E passava a língua no rosto dela sussurrando: — Mais forte, mais rápido, aperta firme... Ela se esforçava, mas tava bem mais concentrada no próprio prazer. Eu via que ela tava quase gozando e acelerei o ritmo. Ela gozou que nem uma besta. Começou a gritar, mas rapidamente abafei os berros com a mão. Ela ficou toda mole do meu lado, ali no meu catre apertado. Beijei ela de novo e ela respondeu. — Quê? Cê curtiu? Ela me respondeu com um beijo intenso, enfiando a língua até a campainha e apertando a piroca com força. Enquanto ela espremia minha piroca, eu ia passando a mão naquele rabão dela e beijando ela. — Como é que tá seu cu? — perguntei, enquanto com a ponta do dedo começava a acariciar a bunda dela. Ela deu um pequeno pulo enquanto respondia. — Bem... na real, passei um dia muito ruim depois que o Mohamed arrombou ele. Mas fui passando cremes durante a semana e pratiquei um pouco com uma banana... — Com uma banana...? — perguntei rindo. — Claro... não tinha outra coisa... Agora que o buraco tava aberto, queria que continuasse assim... Aproveitei pra me masturbar e lamber a porra que cê foi deixando na minha calcinha... — Porra, que puta que você é! — falei enquanto enfiava o dedo no cu dela. Entrou fácil e comecei a mexer ele lá dentro enquanto ela continuava batendo uma pra mim. — E o que cê fez com a banana? — perguntei. — Coloquei de sobremesa pro seu pai... — respondeu rindo — Sem lavar nem nada... Ainda bem que ele descasca... — Mas que safada você é! Abre a boca — ela abriu e eu cuspi dentro. Ela engoliu a cuspida se lambendo e eu sorri satisfeito. — Sabe o quê...? Acho que chegou a hora de eu provar esse cu de padeiro que você tem... — Booooa! Mas vai com calma, Marcos, que sua tranca é bem mais grossa que a do moreno — Fica tranquila, mãe, que isso eu sei fazer. Fica de quatro, abre bem o cu e apoia a cabeça O travesseiro... Foi assim que ela fez. Era um verdadeiro espetáculo ver a gostosa da minha mãe puta, de quatro na minha cama com a cara esmagada no travesseiro, os dentes apertados e as mãozinhas abrindo as bandas da bunda, mostrando aquele buraquinho marrom precioso, enquanto esperava estoicamente o filho meter a pica, com o fundo dos roncos do corno do marido no quarto ao lado... Acho que com tudo isso o pau cresceu uns cinco centímetros... Primeiro chupei a buceta dela por um tempo, molhando bem de saliva e penetrando com a língua e o nariz. Adorei o cheiro e o gosto. Enquanto isso, massageava o clitóris dela com o polegar pra relaxar. Depois de um tempo, comecei a penetrar com os dedos. Ela gemia e se deixava levar. Sem dúvida, estava adorando. Quando consegui enfiar três dedos com facilidade, meti a cabecinha. Ela soltou um grunhido, mas aguentou como uma campeã. — Muito bem, mamãe, muito bem! — eu a incentivava. — Continua, filho da puta, continua, que tô pegando fogo... — ela parecia não estar pra brincadeira. Vendo as palavras dela, decidi partir pra ação e enfiei de uma vez até a metade. Ela soltou um grito abafado que me fez tapar a boca dela. — Calma, porquinha, quieta...! Ela se mexeu inquieta e eu esperei uns segundos antes de continuar. Através da penumbra, vi dois grossos lagos de lágrimas escorrendo pelas bochechas dela. — Tá bem? Quer que eu pare...? — perguntei. — Nãããão! — respondeu ela — Continua, filho da grande puta, que tô adorando! As palavras dela deixaram meu pau mais duro, se é que isso era possível, e enfiei de uma vez a pica que faltava. Ela deu outro pulo e um gemido abafado, enquanto arqueava as costas. Eu agarrei ela pelos cabelos e, enquanto segurava ela levantada, dando um chupão no pescoço, comecei uma metida violenta. Eu me movia com raiva e agressividade, e ela ofegava intensamente, meio levantada, tinha começado a se masturbar. Tava muito tesão e não demorou nada pra gozar. Eu já não aguentava mais e a imitei, enchendo as entranhas dela de grossos coágulos de porra. Caímos os dois na cama, eu ainda com o pau dentro do cu dela, amolecendo devagar. Ficamos uns minutos deitados de conchinha, com meu pau murcho no cu dela e beijando o pescoço dela. Ela ofegava mais suavemente e ia recuperando um ritmo normal de respiração. — Gostou? — perguntei. — Sim — respondeu num sussurro. — Então isso é só o começo... Tirei o pau, molhado e pegajoso, e perguntei: — Quer limpar? Ela tinha se virado e me olhava. — Claro — respondeu, enquanto descia debaixo do lençol e metia o pau na boca com avidez, chupando e engolindo toda a mistura de fluidos... Sem conseguir evitar, começou a endurecer de novo. A puta chupava com fome, feito um faminto numa coxa de frango. Afastei o lençol pra observar minha puta de mãe. Ela lambuzava o pau de cima a baixo, forçava a mandíbula ao máximo e, tentando encher a garganta, provocava ânsia de vômito em si mesma. Era uma tentativa admirável de garganta profunda, mas ainda precisava de prática pra um troço do meu tamanho. Eu tentava encorajá-la, com palavras carinhosas: — Isso, porca, isso, adoro que você seja tão puta! Vadia nojenta! Ao mesmo tempo segurava a cabeça dela puxando os cabelos e marcando o ritmo. Num momento em que consegui que, entre babas, ela chegasse com os lábios a uns cinco ou seis centímetros da base do meu pau, com as bolas quase batendo no queixo dela (como diz a piada) e com o troço marcando na traqueia, olhei pro criado-mudo distraído e vi a hora no despertador. Faltavam menos de cinco minutos pra o corno acordar. Rápido e veloz, dei um puxão no cabelo da minha mãe e arranquei o pau da boca dela... Ela se separou deixando um longo fio de babas e saliva entre os lábios dela e minha cabeça. — Porra, rabuda! Tem que vazar na base do cu! — nunca melhor dito. — O cabritinho... Ela tá prestes a se levantar... Me olhou com uma cara de desespero, como se fosse começar a chorar. — Por favor... — implorou — por favor, Marcos, deixa eu continuar. Goza logo! Só quero seu leite! — É, claro. — falei, levantando ela da cama e dando o pijama pra ela se vestir — Pra ir embora com um gostinho bom, né?... Quem me dera gozar na sua garganta. Olha como você me deixa — eu ainda tava com a pica dura que nem um poste — Mas não gosto de fazer as coisas com pressa. E pode ficar tranquila, que de agora em diante vai sair meu leite até pelas suas orelhas... Ela foi se vestindo, fazendo corpo mole. Eu peguei ela pelos cabelos e dei um beijão babado e porco, e depois fiquei olhando: — Porra, mãe, você tinha que ver a cara de puta que você tá! Tô orgulhoso de você! Ela me olhou com uma cara de agradecimento e, enquanto apertava minhas bolas, disse: — Você me deixa super com tesão, seu filho da puta! Não ousa bater uma punheta, porque amanhã vou fazer meu café com seu leite... Eu tava alucinado. Tinha criado um monstro! Foda! Faltava um minuto pro despertador do velho tocar, quando minha mãe pegou na maçaneta da porta. O tempo exato pra entrar na cama de casal e acordar junto com o marido corno. Na hora lembrei de uma coisa e procurei debaixo do travesseiro. Peguei a calcinha que tinha guardado pra bater uma naquela noite e joguei na cara dela: — E leva isso, putinha! Hoje não vou precisar mais... O leite eu já te dou amanhã ao vivo. Ela pegou no ar, rindo: — Valeu, Marcos! Agora não precisa desperdiçar nem uma gota! — De jeito nenhum! Vai... Corre! A gente se vê daqui a pouco! Vou ver se durmo um pouco e guardo energia... — Até mais, gostoso! Vou despachar o pica-mole! Eu ri e vi ela fechar a porta enquanto voltava pra cama com a pica dura que nem pedra.
— Pensei muito no que você me disse... Tenho um monte de dúvidas, mas acho que vou aceitar sua oferta...
— Que oferta?
— A de... ser...
— Ser o quê?
— Sua... sua putinha...
— Com todas as consequências?
— Sim.
— Perfeito...
— Não vai se arrepender.
Eu já tinha me sentado na cama e fiz um sinal pra ela se aproximar.
— Vem cá...
Minha pica já tava dura igual a um pau. Levantei e abracei ela pra acalmar e, de quebra, deixar ela sentir na barriga o que ia furar ela depois. Ela se deixou levar e se apertou contra mim, apoiando a cabeça no meu peito. Eu acariciava o cabelo dela e, devagar, fui descendo a mão pelas costas. Enquanto com uma mão eu passava a mão na bunda dela e com a outra apertava um mamilo, ela se esfregava com força na minha pica, enquanto me acariciava as costas, me arranhando de leve. E começou a falar baixinho:
— Como você me deixa louca, Marcos! Passei a semana inteira pensando na sua pica. — Ela baixou a mão e começou a me masturbar devagar. — Não consigo tirar ela da cabeça... E você me provocando a semana toda. Fiquei melada todos os dias... E quando achei a calcinha cheia de porra. Com aquele cheiro... E aquele gosto... Tive que bater uma rapidão... E assim todo dia...
E começou a se abaixar. Eu empurrava a cabeça dela pra baixo, segurando firme pelos cabelos. Mamãe se ajoelhou e engoliu a cabeça da pica com dificuldade. A boca dela ficou toda esticada. Tava claro que não tava acostumada com um pau tão grosso. Mas a putinha tava com muita vontade e se esforçava.
— Isso, Promíscua, isso... — eu dizia, enquanto empurrava a cabeça dela pra dentro da pica. Ela tava sofrendo, então resolvi dar uma trégua e deixei ela respirar um pouco. Entre ofegos, ela olhou pra cima com a boca aberta. Eu me abaixei um pouco e mandei uma cusparada forte lá dentro. —Um pouco de lubrificante, Promiscuous, não vai te fazer mal... Ela sorriu e abriu a boca de novo, pedindo mais. —Que porca, aí vai outro... Ela recebeu com ansiedade e agarrou a pica com vontade, cuspiu nela, e engoliu de novo. Cada vez entrava um pouco mais, e a baba escorria no chão. Eu marcava o ritmo com a mão. Balançando a cabeça dela como se fosse uma boneca. Tava muito tarado, mas não queria gozar ainda e mandei ela parar. —Para. Vamos pra cama... Já deitados, fizemos uma pausa rápida, onde aproveitei pra perguntar por que ela tinha demorado tanto. —Seu pai não dormia. Sempre acontece quando ele tem que viajar. Acho que é conversa fiada pra transar. A verdade é que eu não tava nem um pouco a fim de foder com ele. Mas se eu não der uma mamada, ele ainda estaria rolando na cama. Então depois de dois minutos, que é o tempo que ele leva, apagou na hora... E aqui estou eu. Eu olhei sério pra ela e falei: —Ele gozou dentro? —Claro. —Você tomou banho ou se lavou depois? —Não tive tempo, queria vir logo... —Olha, amanhã, quando ele for embora, vou te dizer como as coisas vão funcionar. Como adiantamento, já pode saber que não vou meter o pau onde um broxa gozou... Não vá que eu pegue alguma coisa. Então hoje você vai gozar de outro jeito. A cara de decepção dela era um poema. Atônita, só conseguiu murmurar: —Mas, Marcos, como você é assim? Se ele não ficou nem dois minutos... E quase não tem gozo, só duas gotas de líquido aguado... —Olha, você tá aqui porque quer e porque sua buceta tá ardendo, ninguém te obriga... E as condições quem dita sou eu. Então agora, você vai fazer o que eu mandar. Certo? —Sssim... —Perfeito. —peguei ela pelo pescoço e comecei a beijar ela na boca bem porco, enquanto esfregava a buceta dela. —Bate uma pra mim, porca. —falei sem parar de masturbar ela. Ela, ofegante e com a língua pra fora, pegou a pica com A mãozinha dela e começou a bater uma pra mim devagarzinho. Eu passava a mão na buceta encharcada dela. E passava a língua no rosto dela sussurrando: — Mais forte, mais rápido, aperta firme... Ela se esforçava, mas tava bem mais concentrada no próprio prazer. Eu via que ela tava quase gozando e acelerei o ritmo. Ela gozou que nem uma besta. Começou a gritar, mas rapidamente abafei os berros com a mão. Ela ficou toda mole do meu lado, ali no meu catre apertado. Beijei ela de novo e ela respondeu. — Quê? Cê curtiu? Ela me respondeu com um beijo intenso, enfiando a língua até a campainha e apertando a piroca com força. Enquanto ela espremia minha piroca, eu ia passando a mão naquele rabão dela e beijando ela. — Como é que tá seu cu? — perguntei, enquanto com a ponta do dedo começava a acariciar a bunda dela. Ela deu um pequeno pulo enquanto respondia. — Bem... na real, passei um dia muito ruim depois que o Mohamed arrombou ele. Mas fui passando cremes durante a semana e pratiquei um pouco com uma banana... — Com uma banana...? — perguntei rindo. — Claro... não tinha outra coisa... Agora que o buraco tava aberto, queria que continuasse assim... Aproveitei pra me masturbar e lamber a porra que cê foi deixando na minha calcinha... — Porra, que puta que você é! — falei enquanto enfiava o dedo no cu dela. Entrou fácil e comecei a mexer ele lá dentro enquanto ela continuava batendo uma pra mim. — E o que cê fez com a banana? — perguntei. — Coloquei de sobremesa pro seu pai... — respondeu rindo — Sem lavar nem nada... Ainda bem que ele descasca... — Mas que safada você é! Abre a boca — ela abriu e eu cuspi dentro. Ela engoliu a cuspida se lambendo e eu sorri satisfeito. — Sabe o quê...? Acho que chegou a hora de eu provar esse cu de padeiro que você tem... — Booooa! Mas vai com calma, Marcos, que sua tranca é bem mais grossa que a do moreno — Fica tranquila, mãe, que isso eu sei fazer. Fica de quatro, abre bem o cu e apoia a cabeça O travesseiro... Foi assim que ela fez. Era um verdadeiro espetáculo ver a gostosa da minha mãe puta, de quatro na minha cama com a cara esmagada no travesseiro, os dentes apertados e as mãozinhas abrindo as bandas da bunda, mostrando aquele buraquinho marrom precioso, enquanto esperava estoicamente o filho meter a pica, com o fundo dos roncos do corno do marido no quarto ao lado... Acho que com tudo isso o pau cresceu uns cinco centímetros... Primeiro chupei a buceta dela por um tempo, molhando bem de saliva e penetrando com a língua e o nariz. Adorei o cheiro e o gosto. Enquanto isso, massageava o clitóris dela com o polegar pra relaxar. Depois de um tempo, comecei a penetrar com os dedos. Ela gemia e se deixava levar. Sem dúvida, estava adorando. Quando consegui enfiar três dedos com facilidade, meti a cabecinha. Ela soltou um grunhido, mas aguentou como uma campeã. — Muito bem, mamãe, muito bem! — eu a incentivava. — Continua, filho da puta, continua, que tô pegando fogo... — ela parecia não estar pra brincadeira. Vendo as palavras dela, decidi partir pra ação e enfiei de uma vez até a metade. Ela soltou um grito abafado que me fez tapar a boca dela. — Calma, porquinha, quieta...! Ela se mexeu inquieta e eu esperei uns segundos antes de continuar. Através da penumbra, vi dois grossos lagos de lágrimas escorrendo pelas bochechas dela. — Tá bem? Quer que eu pare...? — perguntei. — Nãããão! — respondeu ela — Continua, filho da grande puta, que tô adorando! As palavras dela deixaram meu pau mais duro, se é que isso era possível, e enfiei de uma vez a pica que faltava. Ela deu outro pulo e um gemido abafado, enquanto arqueava as costas. Eu agarrei ela pelos cabelos e, enquanto segurava ela levantada, dando um chupão no pescoço, comecei uma metida violenta. Eu me movia com raiva e agressividade, e ela ofegava intensamente, meio levantada, tinha começado a se masturbar. Tava muito tesão e não demorou nada pra gozar. Eu já não aguentava mais e a imitei, enchendo as entranhas dela de grossos coágulos de porra. Caímos os dois na cama, eu ainda com o pau dentro do cu dela, amolecendo devagar. Ficamos uns minutos deitados de conchinha, com meu pau murcho no cu dela e beijando o pescoço dela. Ela ofegava mais suavemente e ia recuperando um ritmo normal de respiração. — Gostou? — perguntei. — Sim — respondeu num sussurro. — Então isso é só o começo... Tirei o pau, molhado e pegajoso, e perguntei: — Quer limpar? Ela tinha se virado e me olhava. — Claro — respondeu, enquanto descia debaixo do lençol e metia o pau na boca com avidez, chupando e engolindo toda a mistura de fluidos... Sem conseguir evitar, começou a endurecer de novo. A puta chupava com fome, feito um faminto numa coxa de frango. Afastei o lençol pra observar minha puta de mãe. Ela lambuzava o pau de cima a baixo, forçava a mandíbula ao máximo e, tentando encher a garganta, provocava ânsia de vômito em si mesma. Era uma tentativa admirável de garganta profunda, mas ainda precisava de prática pra um troço do meu tamanho. Eu tentava encorajá-la, com palavras carinhosas: — Isso, porca, isso, adoro que você seja tão puta! Vadia nojenta! Ao mesmo tempo segurava a cabeça dela puxando os cabelos e marcando o ritmo. Num momento em que consegui que, entre babas, ela chegasse com os lábios a uns cinco ou seis centímetros da base do meu pau, com as bolas quase batendo no queixo dela (como diz a piada) e com o troço marcando na traqueia, olhei pro criado-mudo distraído e vi a hora no despertador. Faltavam menos de cinco minutos pra o corno acordar. Rápido e veloz, dei um puxão no cabelo da minha mãe e arranquei o pau da boca dela... Ela se separou deixando um longo fio de babas e saliva entre os lábios dela e minha cabeça. — Porra, rabuda! Tem que vazar na base do cu! — nunca melhor dito. — O cabritinho... Ela tá prestes a se levantar... Me olhou com uma cara de desespero, como se fosse começar a chorar. — Por favor... — implorou — por favor, Marcos, deixa eu continuar. Goza logo! Só quero seu leite! — É, claro. — falei, levantando ela da cama e dando o pijama pra ela se vestir — Pra ir embora com um gostinho bom, né?... Quem me dera gozar na sua garganta. Olha como você me deixa — eu ainda tava com a pica dura que nem um poste — Mas não gosto de fazer as coisas com pressa. E pode ficar tranquila, que de agora em diante vai sair meu leite até pelas suas orelhas... Ela foi se vestindo, fazendo corpo mole. Eu peguei ela pelos cabelos e dei um beijão babado e porco, e depois fiquei olhando: — Porra, mãe, você tinha que ver a cara de puta que você tá! Tô orgulhoso de você! Ela me olhou com uma cara de agradecimento e, enquanto apertava minhas bolas, disse: — Você me deixa super com tesão, seu filho da puta! Não ousa bater uma punheta, porque amanhã vou fazer meu café com seu leite... Eu tava alucinado. Tinha criado um monstro! Foda! Faltava um minuto pro despertador do velho tocar, quando minha mãe pegou na maçaneta da porta. O tempo exato pra entrar na cama de casal e acordar junto com o marido corno. Na hora lembrei de uma coisa e procurei debaixo do travesseiro. Peguei a calcinha que tinha guardado pra bater uma naquela noite e joguei na cara dela: — E leva isso, putinha! Hoje não vou precisar mais... O leite eu já te dou amanhã ao vivo. Ela pegou no ar, rindo: — Valeu, Marcos! Agora não precisa desperdiçar nem uma gota! — De jeito nenhum! Vai... Corre! A gente se vê daqui a pouco! Vou ver se durmo um pouco e guardo energia... — Até mais, gostoso! Vou despachar o pica-mole! Eu ri e vi ela fechar a porta enquanto voltava pra cama com a pica dura que nem pedra.
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