Digamos que me chamo Luis. Tenho 26 anos e tenho um escritório profissional.
Quero compartilhar com vocês um pouquinho de uma aventura de novela.
Tudo começou num dia de semana, em horário de trabalho. Uma senhora de 70 anos me liga pra eu ajudar com um problema que ela tinha e, como bom profissional, fui até a casa dela pra não fazer a vovó pagar um táxi. Quando cheguei lá, conversando com ela, a filha dela entra na sala, me cumprimenta e o mundo para.
Uma morena de olhos castanhos, um metro e sessenta e dois mais ou menos, cabelo preto, incrivelmente elegante e fina no jeito de andar e se vestir. Os peitos dela me deixaram travado (peitão grande é minha fraqueza). Achei que ela tinha no máximo 42 anos, mas era só aparência; na verdade, ela tinha 50.
A primeira coisa que me perguntei foi: "O que é preciso pra conquistar uma mulher assim?"... Com o tempo, descobri que eu só precisava de coragem, e que o desejo era mútuo e igualmente intenso.
Conversamos sobre papéis, custos, números e coisas do trabalho com a mãe dela, e ela ouvia atentamente. Quando chegou a hora de me despedir, deixei um cartão pessoal pra ambas, e combinamos de ficar em contato.
Uns dias depois, ela me manda um WhatsApp, dizendo que a mãe dela não entendia muito de questões legais e que ela mesma cuidaria de tudo. De agora em diante, eu deveria falar com ela. (hummm, vai ser um prazer)
Numa sexta à tarde, começamos a acertar os detalhes e finalizar os assuntos de trabalho, mas a vontade de conversar não acabava. Palavra vai, palavra vem, descobrimos que tínhamos muitas coisas em comum. Anoiteceu e os WhatsApp pegavam fogo, tava claro que a gente se queria, mas ninguém dava o primeiro passo. Esperei, esperei, e perto das 11 da noite ela caiu na armadilha e deixou escapar um "Você também é do tipo que fala demais? ah... mas você é perfeito, hein..."
Perfeito? Como assim perfeito? Eu encurralei ela e me joguei.. "A perfeita aqui é você, linda por onde se olha, elegante como nenhuma e ainda por cima usa um perfume que foi feito pra sua pele"
Os Elogios rolaram e eu fiquei de buscá-la no dia seguinte pra dar umas voltas de carro.
Durante o sábado inteiro fiquei meio nervoso. Eu amava aquela mulher, sentia que ela era demais pra mim. Tão fina, tão classe alta. Daquelas que geralmente tão do lado de caras ricos. O nervosismo me consumia, então resolvi lavar o carro e gastar tempo e energia em algo útil pro encontro.
Às 22h fui buscá-la e fomos pro parque conversar.
Os olhos dela eram dois sóis, o decote uma montanha de calendário, o perfume perfeito um manjar... não dava pra gostar mais dessa mulher.
Começamos a conversar, falamos da vida dela, da minha. Mas em cada silêncio, os olhares se acendiam.
Como todo cavalheiro, fui eu quem quebrou o gelo, me aproximando devagar até os lábios dela, pedindo permissão em silêncio, só com o olhar... Devorei a boca dela como nos romances, a ponto de deixá-la chocada. Beijos vão, beijos vêm, os vidros embaçaram e o clima tava perfeito demais pra acabar ali no carro... A gente merecia conforto.
De brincadeira, falei que tinha comprado um apartamento na estrada, que queria que ela conhecesse.
Fomos pro motel e na hora de pagar, sorri pra ela e falei: "Tô atrasado com o condomínio, tenho que pagar". Cada movimento que eu fazia, ela controlava com o olhar, e isso me excitava ainda mais. Ela confessou que tava há mais de um ano sem intimidade, então eu queria ser cuidadoso com os detalhes.
Toca uma música lenta, daquelas de hotel, ela pede pra dançar e, como nunca na minha vida, aguentei mais de 15 minutos sem tirar a roupa num motel e quebrei minha pendência de dançar um lento anos 80. Dançamos, nos beijamos e, aos poucos, nos despimos. Tudo com cuidado e sem parar de nos beijar.
Em breve escrevo os detalhes que vieram depois, realmente merecem outro relato, cada luxo de detalhe...
Quero compartilhar com vocês um pouquinho de uma aventura de novela.
Tudo começou num dia de semana, em horário de trabalho. Uma senhora de 70 anos me liga pra eu ajudar com um problema que ela tinha e, como bom profissional, fui até a casa dela pra não fazer a vovó pagar um táxi. Quando cheguei lá, conversando com ela, a filha dela entra na sala, me cumprimenta e o mundo para.
Uma morena de olhos castanhos, um metro e sessenta e dois mais ou menos, cabelo preto, incrivelmente elegante e fina no jeito de andar e se vestir. Os peitos dela me deixaram travado (peitão grande é minha fraqueza). Achei que ela tinha no máximo 42 anos, mas era só aparência; na verdade, ela tinha 50.
A primeira coisa que me perguntei foi: "O que é preciso pra conquistar uma mulher assim?"... Com o tempo, descobri que eu só precisava de coragem, e que o desejo era mútuo e igualmente intenso.
Conversamos sobre papéis, custos, números e coisas do trabalho com a mãe dela, e ela ouvia atentamente. Quando chegou a hora de me despedir, deixei um cartão pessoal pra ambas, e combinamos de ficar em contato.
Uns dias depois, ela me manda um WhatsApp, dizendo que a mãe dela não entendia muito de questões legais e que ela mesma cuidaria de tudo. De agora em diante, eu deveria falar com ela. (hummm, vai ser um prazer)
Numa sexta à tarde, começamos a acertar os detalhes e finalizar os assuntos de trabalho, mas a vontade de conversar não acabava. Palavra vai, palavra vem, descobrimos que tínhamos muitas coisas em comum. Anoiteceu e os WhatsApp pegavam fogo, tava claro que a gente se queria, mas ninguém dava o primeiro passo. Esperei, esperei, e perto das 11 da noite ela caiu na armadilha e deixou escapar um "Você também é do tipo que fala demais? ah... mas você é perfeito, hein..."
Perfeito? Como assim perfeito? Eu encurralei ela e me joguei.. "A perfeita aqui é você, linda por onde se olha, elegante como nenhuma e ainda por cima usa um perfume que foi feito pra sua pele"
Os Elogios rolaram e eu fiquei de buscá-la no dia seguinte pra dar umas voltas de carro.
Durante o sábado inteiro fiquei meio nervoso. Eu amava aquela mulher, sentia que ela era demais pra mim. Tão fina, tão classe alta. Daquelas que geralmente tão do lado de caras ricos. O nervosismo me consumia, então resolvi lavar o carro e gastar tempo e energia em algo útil pro encontro.
Às 22h fui buscá-la e fomos pro parque conversar.
Os olhos dela eram dois sóis, o decote uma montanha de calendário, o perfume perfeito um manjar... não dava pra gostar mais dessa mulher.
Começamos a conversar, falamos da vida dela, da minha. Mas em cada silêncio, os olhares se acendiam.
Como todo cavalheiro, fui eu quem quebrou o gelo, me aproximando devagar até os lábios dela, pedindo permissão em silêncio, só com o olhar... Devorei a boca dela como nos romances, a ponto de deixá-la chocada. Beijos vão, beijos vêm, os vidros embaçaram e o clima tava perfeito demais pra acabar ali no carro... A gente merecia conforto.
De brincadeira, falei que tinha comprado um apartamento na estrada, que queria que ela conhecesse.
Fomos pro motel e na hora de pagar, sorri pra ela e falei: "Tô atrasado com o condomínio, tenho que pagar". Cada movimento que eu fazia, ela controlava com o olhar, e isso me excitava ainda mais. Ela confessou que tava há mais de um ano sem intimidade, então eu queria ser cuidadoso com os detalhes.
Toca uma música lenta, daquelas de hotel, ela pede pra dançar e, como nunca na minha vida, aguentei mais de 15 minutos sem tirar a roupa num motel e quebrei minha pendência de dançar um lento anos 80. Dançamos, nos beijamos e, aos poucos, nos despimos. Tudo com cuidado e sem parar de nos beijar.
Em breve escrevo os detalhes que vieram depois, realmente merecem outro relato, cada luxo de detalhe...
2 comentários - Eu 24, ela 50
Pronto subiré la tercera.