Bom, deixo aqui a continuação
Espero que
Vocês gostem
E
Obrigado a todos que seguem
Esta história
Pelos pontos
E mais
A
Amigos, já está a
Parte 4
@si-nombre @karanchh @gabote1977
@Zarcelo977 @ANDRESLANDERS @alejandrofierta
@josecalderona @celta05 @putitaviciosa @sergiocorno
@mamuycami
(4) SOU ENFERMEIRA, NÃO sou puta!
Meu marido estava cada vez mais feliz, mas eu cada vez mais atormentada, se ele soubesse o que eu fazia no meu trabalho… nem pensar! Que horror!… eu tinha um pequeno incômodo no meu ânus, mas felizmente não sangrava, aquele lubrificante tinha feito maravilhas, preparei minhas coisas e saí para atender meu adorado tormento, aquele homem era capaz de me levar tanto ao céu quanto ao inferno, com ele não tinha meio-termo, era tormento ou prazer. O que o destino me reservaria neste dia? Eu não sabia, mas estava com minha bucetinha molhada… que digo molhada, estava encharcada e ainda nem tinha visto ele, nunca em toda a minha vida me senti tão excitada como naquela semana.
A senhora me recebeu num negligê vaporoso cor beige, meio transparente, estava espetacular, não sei por que, mas senti ciúmes. O que estava acontecendo comigo? Ela disse que teria que buscar outra substituta para a noite... (Perdão, disse prostituta?), porque o marido dela se comportava como um verdadeiro degenerado com todas elas, me perguntou como eu o aguentava, engoli em seco e disse que comigo ele era muito respeitoso (se ela soubesse). Disse que tinha amanhecido resfriada e que não iria trabalhar, subiu para o quarto dela no segundo andar e eu a via subir como uma rainha, balançava os quadris de maneira inconsciente, mas muito provocante, devo confessar que a invejei, que monumento de mulher era dona Laura.
Contei ao senhor Rolo que hoje não estaríamos sozinhos, ele franziu a testa em sinal de desgosto. Fiz a terapia dele um pouco nervosa, tinha medo que a senhora descobrisse algo no meu olhar, nos meus gestos, precisava ser muito cuidadosa. Depois levei ele para o banho e ao tirar a roupa apareceu aquele pau bem duro e ereto, e pensar que ontem tive essa rola dentro da minha boca... que suplício! Lavei o ânus dele, ele pediu que lavasse bem, eu estava fazendo, não entendia. Ele disse para eu passar sabão na luva e lavar bem, não sei se era isso que ele queria, mas ensaboei um dedo e enfiei no cu dele. Ele se agarrou no meu pescoço gemendo de prazer, terminei aquele pedido estranho, lavei as bolas e por último aquele pauzão que me fazia cometer as piores coisas da minha vida.
Sequei ele, coloquei seu roupão de banho e levei-o para a cama, dei-lhe os remédios e depois seu indispensável banho de sol. Sentei-me ao lado dele no banquinho e ele me perguntou se eu tinha estranhado o pedido que ele me fez no banheiro. Eu disse a verdade: era a primeira vez que um paciente me pedia uma coisa daquelas. Ele disse que gostava porque estimulava a próstata e que, se tivesse continuado um pouco mais, teria gozado sem nem precisar se tocar. Eu disse que, como enfermeira, entendia perfeitamente como funcionavam os corpos masculinos e femininos, mas a verdade é que estava confusa – nenhum dos meus poucos amantes tinha me pedido uma coisa dessas. Mas enfim, as pessoas nunca param de me surpreender.
Precisava do banho dela na jacuzzi, eu fiquei com vergonha de colocar o maiô, então entrei segurando ele por trás, abraçando pela cintura:
DON ROLO: Mas se a Laura já te autorizou, por que você não coloca seu biquíni e entra comigo?
A senhora tá olhando pra gente da janela dela no segundo andar.
DON ROLO: Já percebi… eu adoraria que você se masturbasse na frente dela, chupasse meu pau e até te foderia… Filha da puta!
Tá puto com ela?
DON ROLO: Ele não te contou nada?
Não, do quê?
E ele me contou a mesma coisa que a senhora tinha narrado, tirei ele da banheira e sequei ali mesmo, foi muito constrangedor secar o corpo nu dele na frente da senhora, virei ele de costas pra janela pra secar os genitais dele, o pau dele estava apontando pra minha boca mas eu sentia o olhar da dona Laura em cada um dos meus movimentos, coloquei o roupão nele e levei ele pra sala de jantar pra escapar daquele olhar escrutinador, servi o almoço, depois levei ele pra cama e dei o remédio, na hora ele dormiu.
Eu saí pro jardim fugindo da tentação de me enfiar debaixo dos lençóis dela, e qual não foi minha surpresa quando senti Dona Laura chegar do meu lado:
DOÑA LAURA: Ele dormiu?
Sim, senhora.
DOÑA LAURA: Quanto tempo ela dorme?
Mais ou menos umas duas horas, senhora.
DOÑA LAURA: Você sabe fazer massagem?
YO: Bom, não sou uma expert, mas fiz um treinamento pra dar massagem terapêutica.
DOÑA LAURA: Você me dá um enquanto o Rolando tá dormindo?
Com todo prazer, senhora, mas sugiro fazermos numa daquelas espreguiçadeiras, porque assim se o senhor Rolo acordar, poderei socorrê-lo.
Dona Laura tirou o négligé e eu fiquei boquiaberta como uma mulher da idade dela podia ter um corpo de deusa. Ela usava um fio dental e um sutiã da mesma cor do négligé, dava pra ver que ela gastava uma grana em lingerie. Eu fui buscar minha maleta e quando voltei a encontrei deitada de barriga pra cima na cama de sol, com os olhos vendados. Enquanto passava óleo nas minhas mãos, pude notar sua buceta totalmente depilada através do triangulinho semitransparente. Nunca na vida tinha visto um sutiã tão minúsculo, eram duas tirinhas que escondiam seus peitos enormes — comparados com os meus, pareciam melões versus limões. Espalhei óleo por todo o corpo dela e comecei pelos músculos do rosto, depois desci para os ombros e braços. Ela tinha uma pele muito delicada. Pulei os seios e massageei sua barriga, fui até os pés e depois fui subindo por suas pernas torneadas. Quando acariciei suas coxas, achei ter ouvido um gemido, mas talvez fosse só minha imaginação.
Então ela mesma se virou, pediu que eu desabotoasse seu sutiã, comecei pelos ombros e braços, depois segui pelas costas, novamente desci até seus pés e fui subindo pelas panturrilhas, quando acariciava suas coxas internas coloquei uma perna dela sobre meu ombro e pude notar que o fio dental havia se deslocado, deixando-me ver aquela bucetinha rosada e muito bem depilada. Me veio à mente que o sexo entre eles deve ter sido delicioso, de novo a inveja me invadiu. Depois, passei óleo nas nádegas protuberantes dela e as amassei. Ela virou para me olhar e sorriu. Era estranho ter aquele par de bundas nas minhas mãos — o que qualquer homem não daria para estar no meu lugar.
Ao terminar, ela se levantou, deixando-me ver aqueles seios bem formados com auréolas rosadinhas e seus mamilos durinhos por causa do frio — pelo menos era isso que eu queria pensar. Ela disse que já se sentia melhor e que ia para o escritório. Subiu os degraus como se estivesse desfilando seu corpo escultural. Não conseguia tirar os olhos da sua bunda. Não gosto de mulheres, mas sei apreciar a beleza, e ela estava entre as melhores… Fui lavar as mãos e, pouco depois, ela se despediu. Sentei na cama do Seu Rolo e fiquei saboreando aquela rola dura debaixo dos lençóis.
Quando ele acordou, eu disse que a esposa dele tinha saído. Melhor nem ter falado nada.
DON ROLO: Como você tá se sentindo?
Tudo bem e você?
DON ROLO: Tô falando, como você tá se sentindo depois do que rolou ontem?
Ah, don Rolo, já vai começar?
DON ROLO: Esse foi o melhor presente que você já me deu.
Pois nem tão presente assim, porque o envelope foi generoso.
DON ROLO: E tem mais se você continuar me mimando.
Já falei que sou enfermeira, não puta.
DON ROLO: Eu sei, minha rainha, não se ofenda. Você acha que eu não posso pagar pela melhor puta da cidade?
Então por que ele não faz isso? E para de me atormentar com as coisas dele.
DON ROLO: … porque eu tô muito a fim de você.
Ai, Don Rolo, não me fala isso, sou casada.
DON ROLO: Eu também sei... com você é muito difícil conversar, se eu te pago você se sente uma puta e se não te pago você vem com essa de que é uma mulher casada, me diz: o que eu faço pra não te ofender?
Não sei, se eu fosse solteira eu diria pra ele se apaixonar, mas como não sou, então não vou permitir… não sei… nem eu mesma me entendo.
DON ROLO: Isso é melhor... vamos começar pelo começo... Você gostou do que fez comigo até agora?
Se eu disser que sim, ele vai querer se aproveitar de mim, e se eu disser que não, ele vai ficar puto comigo. O que ele quer que eu diga?
DON ROLO: Que sim, que você gostou muito... e por favor não pense que eu quero me aproveitar de você, só quero que você me mime...
Mas pra você, consentir tem tudo a ver com sexo.
DON ROLO: E isso é ruim?
Mau não, mas eu não sou a mulher dele.
DON ROLO: Você poderia virar uma se quisesse.
Ah, as coisas que você fala, eu, uma simples enfermeira sendo a mulher de um grande engenheiro… não me faça rir…
DON ROLO: De um engenheiro paraplégico, não se esqueça desse pequeno detalhe... Posso te pedir uma coisa?
VOCÊ: Pode pedir, mas eu me reservo o direito de atender ou não.
DON ROLO: … eu gostaria que você fizesse um striptease pra mim… E não vai começar a gritar como sempre!… deixa eu explicar… pra você não se sentir mal, vou pedir pro meu advogado depositar todo mês, uma quantia com quatro zeros, assim não te ofendo toda vez que te pedir alguma coisa… O que você acha?
EU: … com quatro zeros?… mas isso é uma fortuna… nem os médicos do hospital onde eu trabalhava ganham isso… Você tá louco?
DON ROLO: Sim, talvez um pouquinho... por você... por que você fica calada?... promete pelo menos que vai pensar nisso...
EU: … e o que eu teria que fazer?
DON ROLO: Primeiro um striptease…
Mas eu não sei dançar.
DON ROLO: Não me importa, não quero ver seu ritmo, e sim seu corpo.
… ai… não sei… nem meu marido me pediu pra fazer isso.
DON ROLO: Melhor ainda, eu adoraria ser o primeiro a receber um striptease seu. Sabe fazer?
Claro, sou enfermeira, não idiota... a gente vai tirando a roupa até ficar pelada... mas depois vai querer mais... e...
DON ROLO: E aí?... O que tem de errado em querer mais?... Pra você é um sacrifício?
Eu também não… mas…
DON ROLO: Eu sei, você é uma mulher casada, mas vamos encarar a verdade... não fique brava comigo pelo que vou dizer, mas é a verdade... você já não é uma mulher fiel... Não diga nada!... só aceite... tire a roupa para mim... por favor.
Pensei que se fosse político teria virado Presidente, com essa lábia ele convencia até o mais desconfiado e pensei outra coisa pior: com esse pau que ele tinha poderia convencer até uma freira, felizmente eu não era uma e vendo sua carinha de criança esperando seu presente... bom, coloquei música e comecei a me mexer... me sentia ridícula na frente dele... não conseguia acompanhar o ritmo da música... mas fechei os olhos e desabotoei meu uniforme que caiu no chão... com muito pudor virei as costas e tirei o sutiã, nesse momento percebi que ele ainda não tinha visto meus peitos... continuei me mexendo... com certeza ele estava rindo de mim e não o culparia, me sentia como um armário dançando... virei para vê-lo e ele estava tocando o pau... Uau! QUE pau!... fui abaixando minha calcinha... Que horror!... estava nua na frente dele e gostava muito de me sentir desejada... me virei tapando meus seios e ele bateu palmas de maneira grotesca, mas meus olhos estavam grudados naquele pau majestoso.
Em um ato ousado, subi na cama dele e dancei sobre seu corpo. Naquela posição, ele podia me ver por completo: minha bucetinha encharcada de tesão, meu cuzinho ardendo para ser experimentado e meus seios balançando com os mamilos durinhos de tanta excitação. Não tinha mais volta: me ajoelhei sobre ele e encostei minha bunda no rosto dele. Como uma criança faminta, ele enfiou a língua e me lambeu do cu até a xota e vice-versa. Depois, envolveu meu clitóris com os lábios, e não tive escolha a não ser me jogar no pau dele para um delicioso sessenta e nove.
Era hora de sentir... meu corpo convulsionava com as mamadas que esse homem me dava e eu também mamava ele, engolindo toda a sua pica, tocava aquelas bolas cheias de porra... queria que isso nunca acabasse... era tão gostoso o jeito como a gente curtia nossos corpos... eu chorava ao sentir a trolha dele na minha campainha, mas não me importava... se pudesse, engolia ele inteiro... não tinha nada melhor no mundo do que mamar sendo mamada... como um ato reflexo, enfiei um dedo no cu dele e mexi por dentro, tentando estimular a próstata, e tenho certeza que consegui porque ele encheu minha boca de porra, enquanto eu banhava a dele com meus sucos, nunca tinha curtido um orgasmo simultâneo assim... Que delícia!
Descansamos um tempinho abraçados... de pernas entrelaçadas... mas eu tinha que sair daquele sonho, então me levantei e fui tomar banho, como um ato de agradecimento por me fazer sentir tanto, deixei a porta aberta e não fechei a cortina do banheiro, ele sorria satisfeito, me vesti e bateram na porta, antes de ir abrir ele me pediu que me aproximasse e beijou minha boca com ternura, como se eu fosse sua esposa, enrolei minha língua na dele e me entreguei àquele beijo de amor, bateram de novo e entrou outra enfermeira velhinha, me despedi sem olhar para ele.
Em vez de ir para casa, fui até o parque da esquina para refletir. Era a primeira vez que o Seu Rolo me beijava na boca, e o pior é que eu tinha gostado muito. Como era possível eu ter curtido aquele beijo se ele vinha de uma boca torta? Eu estava me apaixonando por ele? Ou pelo pau dele? E meu marido?... Mil ideias se amontoavam na minha cabeça, eu não sabia o que fazer. Voltei para casa e, ao chegar, meu marido estranhou meu atraso. Inventei uma mentira e ele acreditou, mas na hora de dormir, ele pediu minha bunda de novo. Eu disse que só ia ao banheiro, e ele perguntou o que eu tinha nas mãos. Quando percebeu que era lubrificante, ele explodiu. Disse-me onde eu tinha aprendido aquilo, quem me tinha ensinado. Ele estava furioso. Eu disse que, pela minha profissão, sabia que essas coisas ajudavam no sexo anal, mas ele continuou gritando como um louco.
Para acalmá-lo, me despi totalmente, disse pra ele fazer o que quisesse comigo, ele também se despiu e, puxando meu cabelo, me obrigou a engolir o pau dele, depois me colocou na posição de missionário e me comeu brutalmente, o rosto dele estava desfigurado, me deu uns tapas, era a primeira vez que ele me batia, me virou e me violentou no cu sem lubrificante, eu gritava de dor, finalmente o tormento acabou e ele encheu meus intestinos de porra, quando tirou o pau dele estava manchado de merda.
Saí correndo pro banheiro e caguei com muita dificuldade e dor, peguei meu rosto entre as mãos e chorei como nunca tinha chorado antes, sentia que merecia ser tratada daquele jeito, como uma puta, quase adormeci sentada na privada. Ao sair, meu marido me disse que provavelmente meu paciente estava me ensinando essas coisas esquisitas, que usar lubrificante só puta usa, deu meia-volta e dormiu... aquela foi a pior noite da minha vida, não consegui dormir, precisava fazer alguma coisa, mas o quê?... na manhã seguinte...
CONTINUARÁ…
Meu marido estava cada vez mais feliz, mas eu cada vez mais atormentada, se ele soubesse o que eu fazia no meu trabalho… nem pensar! Que horror!… eu tinha um pequeno incômodo no meu ânus, mas felizmente não sangrava, aquele lubrificante tinha feito maravilhas, preparei minhas coisas e saí para atender meu adorado tormento, aquele homem era capaz de me levar tanto ao céu quanto ao inferno, com ele não tinha meio-termo, era tormento ou prazer. O que o destino me reservaria neste dia? Eu não sabia, mas estava com minha bucetinha molhada… que digo molhada, estava encharcada e ainda nem tinha visto ele, nunca em toda a minha vida me senti tão excitada como naquela semana.
A senhora me recebeu num negligê vaporoso cor beige, meio transparente, estava espetacular, não sei por que, mas senti ciúmes. O que estava acontecendo comigo? Ela disse que teria que buscar outra substituta para a noite... (Perdão, disse prostituta?), porque o marido dela se comportava como um verdadeiro degenerado com todas elas, me perguntou como eu o aguentava, engoli em seco e disse que comigo ele era muito respeitoso (se ela soubesse). Disse que tinha amanhecido resfriada e que não iria trabalhar, subiu para o quarto dela no segundo andar e eu a via subir como uma rainha, balançava os quadris de maneira inconsciente, mas muito provocante, devo confessar que a invejei, que monumento de mulher era dona Laura.
Contei ao senhor Rolo que hoje não estaríamos sozinhos, ele franziu a testa em sinal de desgosto. Fiz a terapia dele um pouco nervosa, tinha medo que a senhora descobrisse algo no meu olhar, nos meus gestos, precisava ser muito cuidadosa. Depois levei ele para o banho e ao tirar a roupa apareceu aquele pau bem duro e ereto, e pensar que ontem tive essa rola dentro da minha boca... que suplício! Lavei o ânus dele, ele pediu que lavasse bem, eu estava fazendo, não entendia. Ele disse para eu passar sabão na luva e lavar bem, não sei se era isso que ele queria, mas ensaboei um dedo e enfiei no cu dele. Ele se agarrou no meu pescoço gemendo de prazer, terminei aquele pedido estranho, lavei as bolas e por último aquele pauzão que me fazia cometer as piores coisas da minha vida.
Sequei ele, coloquei seu roupão de banho e levei-o para a cama, dei-lhe os remédios e depois seu indispensável banho de sol. Sentei-me ao lado dele no banquinho e ele me perguntou se eu tinha estranhado o pedido que ele me fez no banheiro. Eu disse a verdade: era a primeira vez que um paciente me pedia uma coisa daquelas. Ele disse que gostava porque estimulava a próstata e que, se tivesse continuado um pouco mais, teria gozado sem nem precisar se tocar. Eu disse que, como enfermeira, entendia perfeitamente como funcionavam os corpos masculinos e femininos, mas a verdade é que estava confusa – nenhum dos meus poucos amantes tinha me pedido uma coisa dessas. Mas enfim, as pessoas nunca param de me surpreender.
Precisava do banho dela na jacuzzi, eu fiquei com vergonha de colocar o maiô, então entrei segurando ele por trás, abraçando pela cintura:
DON ROLO: Mas se a Laura já te autorizou, por que você não coloca seu biquíni e entra comigo?
A senhora tá olhando pra gente da janela dela no segundo andar.
DON ROLO: Já percebi… eu adoraria que você se masturbasse na frente dela, chupasse meu pau e até te foderia… Filha da puta!
Tá puto com ela?
DON ROLO: Ele não te contou nada?
Não, do quê?
E ele me contou a mesma coisa que a senhora tinha narrado, tirei ele da banheira e sequei ali mesmo, foi muito constrangedor secar o corpo nu dele na frente da senhora, virei ele de costas pra janela pra secar os genitais dele, o pau dele estava apontando pra minha boca mas eu sentia o olhar da dona Laura em cada um dos meus movimentos, coloquei o roupão nele e levei ele pra sala de jantar pra escapar daquele olhar escrutinador, servi o almoço, depois levei ele pra cama e dei o remédio, na hora ele dormiu.
Eu saí pro jardim fugindo da tentação de me enfiar debaixo dos lençóis dela, e qual não foi minha surpresa quando senti Dona Laura chegar do meu lado:
DOÑA LAURA: Ele dormiu?
Sim, senhora.
DOÑA LAURA: Quanto tempo ela dorme?
Mais ou menos umas duas horas, senhora.
DOÑA LAURA: Você sabe fazer massagem?
YO: Bom, não sou uma expert, mas fiz um treinamento pra dar massagem terapêutica.
DOÑA LAURA: Você me dá um enquanto o Rolando tá dormindo?
Com todo prazer, senhora, mas sugiro fazermos numa daquelas espreguiçadeiras, porque assim se o senhor Rolo acordar, poderei socorrê-lo.
Dona Laura tirou o négligé e eu fiquei boquiaberta como uma mulher da idade dela podia ter um corpo de deusa. Ela usava um fio dental e um sutiã da mesma cor do négligé, dava pra ver que ela gastava uma grana em lingerie. Eu fui buscar minha maleta e quando voltei a encontrei deitada de barriga pra cima na cama de sol, com os olhos vendados. Enquanto passava óleo nas minhas mãos, pude notar sua buceta totalmente depilada através do triangulinho semitransparente. Nunca na vida tinha visto um sutiã tão minúsculo, eram duas tirinhas que escondiam seus peitos enormes — comparados com os meus, pareciam melões versus limões. Espalhei óleo por todo o corpo dela e comecei pelos músculos do rosto, depois desci para os ombros e braços. Ela tinha uma pele muito delicada. Pulei os seios e massageei sua barriga, fui até os pés e depois fui subindo por suas pernas torneadas. Quando acariciei suas coxas, achei ter ouvido um gemido, mas talvez fosse só minha imaginação.
Então ela mesma se virou, pediu que eu desabotoasse seu sutiã, comecei pelos ombros e braços, depois segui pelas costas, novamente desci até seus pés e fui subindo pelas panturrilhas, quando acariciava suas coxas internas coloquei uma perna dela sobre meu ombro e pude notar que o fio dental havia se deslocado, deixando-me ver aquela bucetinha rosada e muito bem depilada. Me veio à mente que o sexo entre eles deve ter sido delicioso, de novo a inveja me invadiu. Depois, passei óleo nas nádegas protuberantes dela e as amassei. Ela virou para me olhar e sorriu. Era estranho ter aquele par de bundas nas minhas mãos — o que qualquer homem não daria para estar no meu lugar.
Ao terminar, ela se levantou, deixando-me ver aqueles seios bem formados com auréolas rosadinhas e seus mamilos durinhos por causa do frio — pelo menos era isso que eu queria pensar. Ela disse que já se sentia melhor e que ia para o escritório. Subiu os degraus como se estivesse desfilando seu corpo escultural. Não conseguia tirar os olhos da sua bunda. Não gosto de mulheres, mas sei apreciar a beleza, e ela estava entre as melhores… Fui lavar as mãos e, pouco depois, ela se despediu. Sentei na cama do Seu Rolo e fiquei saboreando aquela rola dura debaixo dos lençóis.
Quando ele acordou, eu disse que a esposa dele tinha saído. Melhor nem ter falado nada.
DON ROLO: Como você tá se sentindo?
Tudo bem e você?
DON ROLO: Tô falando, como você tá se sentindo depois do que rolou ontem?
Ah, don Rolo, já vai começar?
DON ROLO: Esse foi o melhor presente que você já me deu.
Pois nem tão presente assim, porque o envelope foi generoso.
DON ROLO: E tem mais se você continuar me mimando.
Já falei que sou enfermeira, não puta.
DON ROLO: Eu sei, minha rainha, não se ofenda. Você acha que eu não posso pagar pela melhor puta da cidade?
Então por que ele não faz isso? E para de me atormentar com as coisas dele.
DON ROLO: … porque eu tô muito a fim de você.
Ai, Don Rolo, não me fala isso, sou casada.
DON ROLO: Eu também sei... com você é muito difícil conversar, se eu te pago você se sente uma puta e se não te pago você vem com essa de que é uma mulher casada, me diz: o que eu faço pra não te ofender?
Não sei, se eu fosse solteira eu diria pra ele se apaixonar, mas como não sou, então não vou permitir… não sei… nem eu mesma me entendo.
DON ROLO: Isso é melhor... vamos começar pelo começo... Você gostou do que fez comigo até agora?
Se eu disser que sim, ele vai querer se aproveitar de mim, e se eu disser que não, ele vai ficar puto comigo. O que ele quer que eu diga?
DON ROLO: Que sim, que você gostou muito... e por favor não pense que eu quero me aproveitar de você, só quero que você me mime...
Mas pra você, consentir tem tudo a ver com sexo.
DON ROLO: E isso é ruim?
Mau não, mas eu não sou a mulher dele.
DON ROLO: Você poderia virar uma se quisesse.
Ah, as coisas que você fala, eu, uma simples enfermeira sendo a mulher de um grande engenheiro… não me faça rir…
DON ROLO: De um engenheiro paraplégico, não se esqueça desse pequeno detalhe... Posso te pedir uma coisa?
VOCÊ: Pode pedir, mas eu me reservo o direito de atender ou não.
DON ROLO: … eu gostaria que você fizesse um striptease pra mim… E não vai começar a gritar como sempre!… deixa eu explicar… pra você não se sentir mal, vou pedir pro meu advogado depositar todo mês, uma quantia com quatro zeros, assim não te ofendo toda vez que te pedir alguma coisa… O que você acha?
EU: … com quatro zeros?… mas isso é uma fortuna… nem os médicos do hospital onde eu trabalhava ganham isso… Você tá louco?
DON ROLO: Sim, talvez um pouquinho... por você... por que você fica calada?... promete pelo menos que vai pensar nisso...
EU: … e o que eu teria que fazer?
DON ROLO: Primeiro um striptease…
Mas eu não sei dançar.
DON ROLO: Não me importa, não quero ver seu ritmo, e sim seu corpo.
… ai… não sei… nem meu marido me pediu pra fazer isso.
DON ROLO: Melhor ainda, eu adoraria ser o primeiro a receber um striptease seu. Sabe fazer?
Claro, sou enfermeira, não idiota... a gente vai tirando a roupa até ficar pelada... mas depois vai querer mais... e...
DON ROLO: E aí?... O que tem de errado em querer mais?... Pra você é um sacrifício?
Eu também não… mas…
DON ROLO: Eu sei, você é uma mulher casada, mas vamos encarar a verdade... não fique brava comigo pelo que vou dizer, mas é a verdade... você já não é uma mulher fiel... Não diga nada!... só aceite... tire a roupa para mim... por favor.
Pensei que se fosse político teria virado Presidente, com essa lábia ele convencia até o mais desconfiado e pensei outra coisa pior: com esse pau que ele tinha poderia convencer até uma freira, felizmente eu não era uma e vendo sua carinha de criança esperando seu presente... bom, coloquei música e comecei a me mexer... me sentia ridícula na frente dele... não conseguia acompanhar o ritmo da música... mas fechei os olhos e desabotoei meu uniforme que caiu no chão... com muito pudor virei as costas e tirei o sutiã, nesse momento percebi que ele ainda não tinha visto meus peitos... continuei me mexendo... com certeza ele estava rindo de mim e não o culparia, me sentia como um armário dançando... virei para vê-lo e ele estava tocando o pau... Uau! QUE pau!... fui abaixando minha calcinha... Que horror!... estava nua na frente dele e gostava muito de me sentir desejada... me virei tapando meus seios e ele bateu palmas de maneira grotesca, mas meus olhos estavam grudados naquele pau majestoso.
Em um ato ousado, subi na cama dele e dancei sobre seu corpo. Naquela posição, ele podia me ver por completo: minha bucetinha encharcada de tesão, meu cuzinho ardendo para ser experimentado e meus seios balançando com os mamilos durinhos de tanta excitação. Não tinha mais volta: me ajoelhei sobre ele e encostei minha bunda no rosto dele. Como uma criança faminta, ele enfiou a língua e me lambeu do cu até a xota e vice-versa. Depois, envolveu meu clitóris com os lábios, e não tive escolha a não ser me jogar no pau dele para um delicioso sessenta e nove.
Era hora de sentir... meu corpo convulsionava com as mamadas que esse homem me dava e eu também mamava ele, engolindo toda a sua pica, tocava aquelas bolas cheias de porra... queria que isso nunca acabasse... era tão gostoso o jeito como a gente curtia nossos corpos... eu chorava ao sentir a trolha dele na minha campainha, mas não me importava... se pudesse, engolia ele inteiro... não tinha nada melhor no mundo do que mamar sendo mamada... como um ato reflexo, enfiei um dedo no cu dele e mexi por dentro, tentando estimular a próstata, e tenho certeza que consegui porque ele encheu minha boca de porra, enquanto eu banhava a dele com meus sucos, nunca tinha curtido um orgasmo simultâneo assim... Que delícia!
Descansamos um tempinho abraçados... de pernas entrelaçadas... mas eu tinha que sair daquele sonho, então me levantei e fui tomar banho, como um ato de agradecimento por me fazer sentir tanto, deixei a porta aberta e não fechei a cortina do banheiro, ele sorria satisfeito, me vesti e bateram na porta, antes de ir abrir ele me pediu que me aproximasse e beijou minha boca com ternura, como se eu fosse sua esposa, enrolei minha língua na dele e me entreguei àquele beijo de amor, bateram de novo e entrou outra enfermeira velhinha, me despedi sem olhar para ele.
Em vez de ir para casa, fui até o parque da esquina para refletir. Era a primeira vez que o Seu Rolo me beijava na boca, e o pior é que eu tinha gostado muito. Como era possível eu ter curtido aquele beijo se ele vinha de uma boca torta? Eu estava me apaixonando por ele? Ou pelo pau dele? E meu marido?... Mil ideias se amontoavam na minha cabeça, eu não sabia o que fazer. Voltei para casa e, ao chegar, meu marido estranhou meu atraso. Inventei uma mentira e ele acreditou, mas na hora de dormir, ele pediu minha bunda de novo. Eu disse que só ia ao banheiro, e ele perguntou o que eu tinha nas mãos. Quando percebeu que era lubrificante, ele explodiu. Disse-me onde eu tinha aprendido aquilo, quem me tinha ensinado. Ele estava furioso. Eu disse que, pela minha profissão, sabia que essas coisas ajudavam no sexo anal, mas ele continuou gritando como um louco.
Para acalmá-lo, me despi totalmente, disse pra ele fazer o que quisesse comigo, ele também se despiu e, puxando meu cabelo, me obrigou a engolir o pau dele, depois me colocou na posição de missionário e me comeu brutalmente, o rosto dele estava desfigurado, me deu uns tapas, era a primeira vez que ele me batia, me virou e me violentou no cu sem lubrificante, eu gritava de dor, finalmente o tormento acabou e ele encheu meus intestinos de porra, quando tirou o pau dele estava manchado de merda.
Saí correndo pro banheiro e caguei com muita dificuldade e dor, peguei meu rosto entre as mãos e chorei como nunca tinha chorado antes, sentia que merecia ser tratada daquele jeito, como uma puta, quase adormeci sentada na privada. Ao sair, meu marido me disse que provavelmente meu paciente estava me ensinando essas coisas esquisitas, que usar lubrificante só puta usa, deu meia-volta e dormiu... aquela foi a pior noite da minha vida, não consegui dormir, precisava fazer alguma coisa, mas o quê?... na manhã seguinte...
CONTINUARÁ…
14 comentários - Sou Enfermeira, Não Puta - Parte 4
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Que degenerado me he vuelto jajajajaja gracias por compartir
Ha y posdata el marido es gay.....
😊😊😊😜😜😜