Um dia, quando cheguei da escola, entrei em casa e estava tudo em silêncio. Estranhei, fui devagar pro meu quarto, larguei a mochila lá, e do nada escutei gemidos que me chamaram a atenção. Saí devagar do quarto e fui seguindo os sons; vinham do quarto dos meus pais. Era estranho, meu pai tava trabalhando, quem tava com a minha mãe? E pelos gemidos, certeza que tavam transando gostoso. Foi aí que me espiei por curiosidade, com todo cuidado pra não ser visto. Talvez ele tivesse voltado e aproveitado que eu não tava pra dar uma bela foda, mas não — não era meu pai, era um cara mais ou menos da minha idade que tava enfiando com força nela. Ela de quatro na cama, e ele metendo com tudo, enquanto ela se desesperava pedindo mais e mais. A pica do magrelo não parava de entrar, até que minha mãe falou pra ele.
Piedade, por favorrr, não goza dentro, cara. Que pica linda você tem, tá me matando, mano.
O cara falou pra ela
Isso, puta... porra, o que você tanto procurava esta manhã. Onde quer a porra do gozo?
Na boquinha, meu amorrr, sim, sou muito putinha com você e adoro.
O cara tirou a pica de uma vez e minha mãe gritou "não", mas ele enfiou na cara dela e aí ela entendeu que o cara queria, abriu a boca e meteu a pica nela, chupando até que o cara pegou na cabeça dela, enfiou tudo pra dentro e encheu a boca dela de porra. Ela não teve outra escolha senão engolir, porque o cara tinha enfiado até as bolas na boca dela, tava afogando ela de porra e até um pouco saiu pelo nariz. Um a um, os jatos de leite continuavam enquanto minha mãe tentava respirar, mas só engolia porra. O cara parecia que nunca ia parar, e os olhos da minha mãe pareciam o dois de ouros. De repente, ele tirou, ela se jogou de barriga pra cima e respirou fundo. Ele aproveitou pra meter a pica ainda dura de novo na buceta enchastrada dela.
M nãooo, pelo amorrr
Não adiantou nada o pedido dela. De uma só estocada, ele meteu até as bolas. Minha velha se contraiu e deu um grito, sentiu ele bem fundo, quase como se tivesse rasgando ela toda. Isso deixou o cara louco, que começou a meter com tudo enquanto ela se revirava e gemia igual uma gata no cio. Nisso, eu já estava filmando tudo com o celular e minha p*** tava explodindo. Mesmo sendo minha velha que estava sendo comida, a p*** do cara me fascinava, era realmente grande. E enquanto ele continuava metendo sem piedade alguma, ela já não tava mais gostando tanto, parecia mais estar aguentando aquela trepada violenta que ele tava dando. O cara, de repente, tirou a p*** de novo e disse:
Aqui tem mais porra, porque você ficou com fome.
Minha velha sabia o que vinha e tentou se recusar a engolir a pica, mas não conseguiu. Em segundos, ela já tava com ela de novo até as bolas na boca, e os olhos dela, bem abertos e vermelhos da surra que aquela vara tava dando, mostravam que ela tava enchendo a boca de porra de novo. Foi assim que, dessa vez, saiu mais porra pelo nariz dela, porque não dava pra engolir tudo.
Engole tudo, puta, senão não te como mais.
Minha velha olhou pra ele e, enquanto com as mãos recolhia a porra que escorria do nariz dela, disse:
Isso não acaba aqui, hoje eu te seco, cara.
Ela engoliu tudo, enfiando na boca e se ajudando com a língua, o cara quis meter no cu dela, mas a minha mina falou que não.
Nem pense nisso, hoje é só o cara da buceta.
Ela se virou e colocou de novo na boca. A pica tinha murchado um pouco, e ela parecia estar com muita fome de pica. Fez um boquete com muita força até conseguir deixar ela dura de novo. Aí, deitou ele de barriga pra cima e disse:
Agora é a minha vez de gozar, cara. Você vai ver o que é ser uma mulher de verdade.
Ela sentou em cima da pica dele, enfiando bem na buceta dela, toda melada de sucos, que já tava bem vermelhinha. Foi colocando devagar enquanto o magrelo se deixava levar, fechando os olhos de prazer. Ela começou a cavalgar lentamente, gemendo baixinho. O cara tava curtindo como nunca tinha curtido na vida, e ela também de olhos fechados. Eu não parava de filmar e admirar aquela pica que tava comendo a minha mulher. Porra, que bela porra de pica. Não sei por que aquela rola me chamava tanta atenção, mas até queria ser a minha mulher, vendo como ela tava aproveitando. Sem perceber, minha calça ficou manchada porque gozei seco, sem nem me tocar. Via a minha mulher se contorcendo de prazer e sentia inveja e raiva ao mesmo tempo. Nunca imaginei que poderia desejar tanto ser comido por um cara, mas essa situação me levou a isso. Aí vi minha mulher se deixar cair, enterrando até as bolas, e o magrelo se contorcia com força. Percebi que ele tinha enchido a buceta dela de porra, e isso me deixou pior. Ela se deitou de conchinha, com a pica ainda dentro. O cara não aguentava mais, ele tinha sido espremido por completo. A pica dele murchou de vez, saindo da buceta dela, e começou a escorrer um monte de leite, manchando os lençóis. Ela se levantou devagar, olhou pra ele e disse:
Agora sim, pode dizer que comeu uma coroa bem putinha.
Não tenho por que publicar isso, foi realmente a melhor transa da minha vida.
Vai, troca de roupa que meu filho já deve chegar da escola e não quero surpresas.
Sim, claro. Me diz quando a gente repete isso.
Não sei se tem repetição, cara, você não é meu amante, o de hoje foi só um pouco de sexo.
Mas então me dá um minuto e a gente repete, não quero ir embora assim, ainda tô muito tarada.
Já te falei que meu filho tá pra chegar e não quero que ele me encontre dando pra um cara da idade dele.
Dá uma rapidinha.
Já não matou sua vontade?
Só falta uma coisa, e além disso, a sacanagem tá comendo minha cabeça.
O que é que te falta, gostosa?
Fazer essa bunda gostosa que você tem tá me deixando louco.
Nem fodendo.
O magricela apoiou ela por trás, enfiando a pica no meio da bunda dela, que ele já tinha aberto com as mãos. Minha velha tentou se soltar, mas não conseguiu. Se continuasse assim, ia ser só espectadora de como o cara ia fazer ela estrear pelo cu, que com uma pica daquelas com certeza ia destruir.
Sai fora, neném, te falei que por aí não.
Por que não? Não me diga que com a puta que você é, é virgem.
Se ninguém nunca fez isso antes
O cara se abaixou e, sem dar tempo pra nada, enfiou a cabeça na bunda dela, metendo a língua no cu e masturbando a buceta que continuava toda molhada. Pensei que ela ia recusar, já que tava decidida a não deixar fazer a bunda, mas não, ela começou a se contorcer e teve pelo menos dois orgasmos seguidos, gemendo quase desesperada pra meterem a pica na buceta. Foi aí que o magrelo enfiou não um, mas dois dedos no cu dela e mexia como se fosse uma pica. Minha velha, de olhos fechados, só dizia que não, mas dava pra ver que tava gozando pra caralho, já tinha perdido o controle. Do jeito que ia, o cara ia arrebentar o cu dela, ia partir ao meio. Minha pica tava explodindo e eu queria que aquele cu que tava sendo penetrado por dois dedos fosse o meu. Não entrava na minha cabeça que uma puta calienta daquelas tava me transformando num viado. De repente, ele virou ela de bruços e colocou a cabeça da pica no cu, deixando cair o peso do corpo enquanto minha velha, pelo prazer que tava sentindo, demorou pra reagir. Quando ela gritou "não", já era tarde demais. O cara tinha vencido. De uma só vez, meteu até as bolas. Minha velha tinha perdido, igual na guerra, por ser tão gostosa. Deu um grito de dor que não fez diferença pro cara, que começou a montar nela igual um animal. Ela tentou se soltar, mas ele não deixou. Ficaram assim, brigando por uns segundos, até que ela aceitou que o cara tinha arrombado o cu dela e, apesar da dor, se preparou pra gozar. Abriu as pernas o máximo que pôde e levantou a bunda como deu. O cara ficou mais excitado ainda, sabia que tinha desvirginado o cu da minha velha e queria aproveitar ao máximo. Não sei de onde tirava força, mas começou a montar nela com mais violência. Parou um momento, virou ela, e ela ficou por cima. Ele disse: "SENTA". Ela sentou sem falar nada, e aí entrou até as bolas no cu dela. Os olhos dela viraram branco. Tava realmente enrabando ela com tudo, e ela, gozando como nunca, tinha virado escrava dele. O cara começou a se mexer. Pra cima, ela sozinha meteu dois dedos na buceta, tudo isso ela tava filmando com o celular e eu já tinha gozado seco, não aguentava mais de tesão. Depois de um tempo, o cara fala PÕE DE QUATRO e ela pede pra parar, ele fala FALTA POUCO, PUTINHA, ela obedece, assim sem tirar o pau do cu dela, ela fica de quatro e ele então mete com tudo, cada estocada fazia a perna da minha velha bambear. O cara se levantava e só se deixava cair pra enterrar a porra do pau até as bolas no cu dela enquanto ela só pedia misericórdia. Na última vez que ele se deixou cair, minha velha quase beijou o colchão, aí o cara parou deixando a rola enfiada dentro. Minha velha se acalmou um pouco, sabia que tinha acabado quando sentiu as últimas gotas de porra que o cara deixou no intestino dela. Depois de um minuto, o cara levantou e falou pra ela.
Agora sim, sua puta, missão cumprida. Te arrebentei a buceta e foi assim que você vai se formar como uma puta com todas as honras. Fala pro corno do seu marido que esse otário te arrebentou sem paixão nenhuma, e agora você vai esperar por ele desesperada pra que ele te arrebente quantas vezes quiser.
Ela não disse nada, ele foi se vestindo e saiu do quarto, abriu a porta de casa e foi embora como se nada tivesse acontecido. Minha mãe tinha ficado lá largada na cama com o cu aberto, escorrendo porra e um pouco de sangue. Eu gravei aquele momento do jeito que deu e fui bem devagar pro meu quarto, tirei a calça manchada de porra e a cueca, sem querer acabei ficando pelado. Meu pau tava duro e eu tava realmente excitado, não sei por quê, mas queria ser minha mãe. Coloquei o vídeo pra rodar e a filmagem tinha saído boa mesmo. Sem perceber, já tinha a mão no meu cu e até tinha enfiado um dedo lá dentro. Tinha que admitir, tava nascendo um viado. Levei o celular pra cama, peguei um fibron preto e fiquei de quatro. Coloquei o vídeo de novo, chupei o fibron e, aos poucos, ele foi sumindo no meu cu até entrar por completo. Isso me fez gozar como nunca e eu disse: ESSA PIROCA TEM QUE ARROMBAR MEU CU TAMBÉM.
9 comentários - mi vieja con un pendejo