Semana Santa (Parte 2)

Fala, vamos nos encontrar à tarde" respondi pro Nico, e ficou combinado. Desde o meio-dia até a sesta, o Rodrigo não perdia uma chance de me beijar, me agarrar ou passar a mão na minha bunda ou nos meus peitos, tava muito tarado, mas não me incomodava, muito pelo contrário: eu gostava porque o Esteban via as cenas e ficava putasso. Pedi pra Romi me levar até a casa do Nico e fugi do Rodri, não que eu precisasse dar satisfação, mas ele ia encher o saco pra eu ficar transando com ele e eu não tava a fim de aturar. Cheguei e bati na porta, a mãe dele abriu e tava com o resto da família, da qual eu praticamente sou mais uma, mesmo não estando mais oficialmente juntos. Depois de cumprimentar todo mundo e ver que ele não aparecia, perguntei onde ele tava, e a mãe disse que ele tinha ido tirar um cochilo, então fui acordá-lo. Entrei no quarto e tranquei a porta, ele tava dormindo mesmo, fiquei pelada e me enfiei na cama com ele. Comecei a bater uma pra ele e em segundos ele foi acordando... — Que delícia acordar assim — Cê gostou? — Sim, mas eu ia gostar mais se essa punheta fosse de boca. Sem falar mais nada, desci e comecei a fazer um boquete nele. Bem de leve, pra durar e ele acordar de vez. Enquanto isso, ele brincava com meus peitos. — Vi que não são só minas que tão contigo... *eu tirava a pica da boca pra responder e voltava a chupar* — Não, tão os namorados das minas e mais dois caras bem gostosos — Cê vai me responder a verdade se eu fizer uma pergunta? — Sim — Cê trepou ontem à noite? — Sim, a noite inteira — Ahhhhhggg que putinha. Ele me segurou pela cabeça e começou a me fazer mamar forte agora — Cê chupou a pica dele? — Sim — Aaaaaaahhhhgggg.... E gozou na sua boca? — Sim, um monte de porra — Aaaaahhhhggg que vadiazinha linda que você é, meu amoooor... Cê engoliu? — Sim, tudo tudinho, bem gostoso — O que mais cê fez? — Gozou na minha cara, me encheu de porra inteira, tava uma bagunça (Era mentira) Isso, mas ele ficava louco quando eu contava como outros me comiam e eu exagerava pra deixar ele com tesão) - AAAAAÁAHAHHHHHHHHHGGGGGGGGF TOMA TODA, PUTAAAAA! Ele apertou minha cabeça com força, meteu bem fundo e deu um gozada violenta. Encheu minha boca de porra quentinha. Eu não engoli, tirei a boca da pica e fiquei saboreando, fazendo gargarejos enquanto ele me olhava atento. Abri a boca, mostrei que tava toda lá, fechei, engoli e abri de novo, mostrando a língua pra provar que tinha tomado até a última gota da porra dele. (Amo fazer isso quando ele goza na minha boca, curto pra caralho, adoro o gosto da porra dele. Os outros eu deixo gozar na minha boca de puta que sou, só isso. O Nico, porque amo sentir ele gozar em mim e saborear o semen quente dele, é o único que eu sinto o gosto antes de engolir, os outros vão direto pra minha garganta) - Te amo, meu amor - Eu também. E nos fundimos num beijo profundo de língua. Enquanto a gente se apertava, a mãe dele gritou pra gente ir lanchar, e eu respondi que já estávamos indo. Sim, eu era mais filha que ele naquela casa. - Me faz gozar antes, amor? Fiquei com tesão - Sim, bebê, como você quer que eu meta? - De quatro, bem forte. Ele me agarrou pela bunda e me colocou de quatro, ficou atrás de mim e eu rebolava gostoso, deixando minha bundinha bem empinada. Ele encostou a pica na minha buceta e foi metendo devagar, até encaixar bem no fundo, e aí começou a bombar. - Assim, putinha? - Ai sim, assim, assim, vai, bombom, vai - Que rabo gostoso você tem, sua puta - E é seu, amor. Ele me comia forte de quatro e do nada começou a brincar com um dedinho na entrada do meu cu. Eu não falava nada, só gemia, e ele foi enfiando cada vez mais. Metia e tirava, metia e tirava. Me fazia delirar de prazer. - Aiiiiiiii, gozo, amor, gozo, vai, vai, vai - Isso, putinha, vai, goza toda na minha pica. Ele enfiou o dedo no meu cu e eu gozei inteira. Caí exausta na cama, de barriga pra baixo, tentando me acalmar. respiração e em um minuto senti algo quentinho na minha bunda. Ele tinha se masturbado e jogou a porra no meu rabo. Me deu um beijinho na bochecha e me alcançou algo pra eu me limpar. A gente se trocou, saiu do quarto pra lanchar com a família dele e, depois de algumas horas, pedi pra ele me levar na casa da Romi, mesmo adorando estar com ele, eu tinha ido pra ficar com minhas amigas. Além disso, já tinha um plano pra aquela noite.

Assim que cheguei em casa, botei a mão na massa, falei pra Romi que, junto com o Pablo, tirassem o Rodri de casa com a desculpa de ir comprar as coisas pra cozinhar e beber mais tarde, e pedi pra Andrea ir com o Leo por uma hora: Eu tinha que ficar sozinha com o Esteban.

Entrei no banho, sabendo que quando saísse não ia ter mais ninguém além do Esteban em casa. Terminei de me lavar, me sequei e coloquei a tanga mais minúscula que tinha, um sutiã e uma toalha no cabelo. Saí assim, morrendo de frio, mas não tava nem aí, contanto que realizasse meu objetivo. Fui direto procurar o Esteban, ele tava na sala, vendo TV. — Gordito, cê não sabe onde tá o secador de cabelo? Falei, parada com uma mão na cintura, numa pose realmente gostosa. — Sei não, acho que ouvi a Romi falar... Quando ele virou e me viu, ficou mudo. Levantei as sobrancelhas como quem diz "Sabe ou não sabe?". — Cê sabe que é uma filha da puta, né? — Que? Por que cê tá falando isso? Sem responder, ele se levantou e veio pra cima de mim. Me jogou contra a parede e me beijou de boca aberta, eu já não resisti mais e me agarrei no beijo. Subi em cima dele e ele me segurou pela bunda, me levando pro sofá-cama da sala e se jogando em cima de mim. — Como você me fez esperar, puta do rabo. — Mas valeu a pena ou não? — Depende do que você vai fazer comigo agora. — Podemos começar com um 69... Queria que chupassem minha buceta, era a terceira vez que eu transava em menos de um dia e nenhum dos outros tinha feito isso. A gente se virou e começou a chupar, ele fazia bem pra caralho e eu recompensava ele na minha. mamada. — Vou te dar que os outros já vão voltar... — Beleza, amor, manda ver. Subi em cima dele e comecei a cavalgar enquanto ele me agarrava pelos peitos e chupava. Sentia o pau dele enfiado bem fundo e ficava louca. Gozei e recomendei que ele fizesse o mesmo porque nossos amigos chegariam a qualquer momento: — Sai, sai, vou gozar nos seus peitos, ajoelha. O filho da puta queria me encher de leite quando eu tinha acabado de tomar banho, mas fazer o quê, minha putice não resistiu e eu falei que sim. Me ajoelhei e ele começou a se masturbar na minha frente. Gozou, mas se fez de besta e o primeiro jato acertou no meio da minha cara, só depois os outros foram nos peitos. Não falei nada porque eu merecia, com tudo que fiz ele sofrer, então com os dedos passei os restos de leite do meu corpo e levei até a boca pra chupar enquanto olhava pra ele com cara de puta. Fiz isso umas duas vezes até me levantar e ir pro banheiro me limpar. Quando tava lá dentro, meus amigos chegaram... A noite tava só começando, e ia terminar do melhor jeito... Continua na parte 3...

3 comentários - Semana Santa (Parte 2)

Que putita que sos! Me encantan asi, besos.
Excelente relato, como me calienta que seas asi de putita!! Dejo 10 y espero la 3ra!