Olá, depois de um tempo voltei, espero que gostem. Nem sempre conseguimos o que queremos
e nem sempre gostamos do que conseguimos, mas encarando o que nos cabe, aproveitamos o momento.
Há um tempo, minha esposa trabalhava numa empresa têxtil. Geralmente, 80% do pessoal
são mulheres — um oásis de mulheres para os sedentos.
Sou um homem muito sociável, agradável, enfim, feio mas simpático. Fiquei muito amigo de uma moça que se dava super bem com minha esposa, a ponto de fazermos brincadeiras de cunho sexual.
Aos sábados, geralmente trabalham só meio dia e, como de costume, eu ia esperá-la pra sair pra curtir antes de voltar pra casa. Nesse dia em especial, minha esposa teve que ficar o dia inteiro, e eu, feito um bobo, esperando por ela. A amiga dela, que terminou o serviço mais cedo, saiu e me avisou pra ir embora, já que minha esposa só sairia do trabalho no fim da tarde. A amiga dela, uma moça alta, de pernas lindas, peitos médios e uma bunda maravilhosa, mas, mas... já com 4 meses de gravidez, me convidou pra almoçar com a intenção de fazer hora até o marido dela chegar pra buscá-la. Eu, sendo o cara gente boa que sou, não hesitei em aceitar, mas com a condição de deixar eu pagar.
Já estabelecido que eu era um cavalheiro, fomos comer. Notei ela meio desconfortável e perguntei por que estava assim. Ela me contou que, com a gravidez, o corpo dela passava por muitas mudanças que a afetavam à noite e ela tinha dificuldade pra dormir. Aí entraram minhas brincadeiras: "Te levo num hotel e te dou um massagem pra você descansar, e se ainda não terminou de fabricar o bebê, te ajudo a finalizar", comentei. Ela ficou me olhando toda envergonhada e disse:
"Vocês, homens, zoam a gente, são super carinhosos, mas quando a mulher engravida, perdem todo o interesse em sexo com ela, sem entender que, mesmo grávida, a vontade de transar continua a mesma!"
Reclamando, perguntei por que ela dizia isso. isso, e ela me explicou que o marido, depois que ela engravidou, perdeu todo o interesse por sexo.
Tentei explicar que talvez ele estivesse cuidando demais dela e com medo de machucar o bebê.
Ela me esclareceu que fazia de tudo pra se oferecer pro marido, mas ele a ignorava. Me perguntou se eu era igual, comentei que comigo era o contrário, e que transei com minha esposa uma tarde antes dela dar à luz.
Já me desafiando, ela pediu que a levasse pra um hotel e que cumprisse o que eu tinha oferecido de brincadeira.
Lembrei ela de que o marido viria buscá-la, pra tentar sair daquela enrascada, mas ela ligou pra ele na hora e disse que ia ficar trabalhando até tarde.
— Sou uma mulher grávida e tô com vontade de transar com você, e você sabe bem que uma grávida não pode ter nada negado!
Tentei convencê-la do contrário, mas foi em vão.
Então, levei ela pra um motel perto pra dar a tal massagem.
Mal entramos e ela já se ajoelhou na minha frente, puxou meu pau e começou a beijar com tanta intensidade que por um momento pensei que fosse arrancar ele fora.
Pedi pra ela se acalmar, que tínhamos quatro horas juntos, mas uma mulher no fogo não ouve razões.
Do jeito que deu, fui levando ela pra cama, onde, ao deitá-la, retribuí o favor dando o melhor boquete da vida dela. A buceta de uma grávida tem o mesmo gosto de sempre, doce e salgada, só um pouco mais dilatada que o normal, onde sua língua pode fazer o que quiser.
Na hora de gozar, foi tão violento que por um momento pensei que ela fosse expelir o bebê na minha cara.
Ela jorrou líquido no meu rosto e peito inteiros.
Ela pediu meu pau de novo, mas dessa vez chupou com tanta doçura que não demorei a gozar na garganta dela. Ela me espremeu até a última gota, enquanto minhas mãos se deliciavam na buceta dela, fazendo ela gozar mais uma vez.
Logo depois, ficamos deitados um do lado do outro, exaustos e sem fôlego depois daquela corrida descomunal. Aí entendi por que o marido não satisfazia ela, porque sem me dar tempo de descansar, ela pegou meu pau de novo com os lábios até fazer ele voltar pra batalha. Assim que recuperei, deitei ela de lado e me preparei pra penetrar, ela pegou meu pau, colocou na buceta dela e eu meti fundo. Não passou nem 5 minutos quando ela tirou com a mão da buceta e enfiou no cu dela. Foram uns eternos 20 minutos que passei no paraíso, aproveitando aquele rabo lindo e aquele buraquinho apertado, até que consegui deixar um jato enorme de porra alojado no cu dela, que quando tirei meu pau, ficou escorrendo meu leite devagar pelos glúteos gostosos dela.
Depois de toda essa ação, tomamos um banho devagar, onde finalmente pude dar a massagem que tinha oferecido originalmente.
Voltamos bem na hora na fábrica têxtil, uns minutos antes do pessoal sair, onde recebi minha esposa com um beijão e me despedi da nossa amiga só estendendo a mão pra ela e pro marido dela, que também tinha chegado uns momentos depois da gente.
e nem sempre gostamos do que conseguimos, mas encarando o que nos cabe, aproveitamos o momento.
Há um tempo, minha esposa trabalhava numa empresa têxtil. Geralmente, 80% do pessoal
são mulheres — um oásis de mulheres para os sedentos.
Sou um homem muito sociável, agradável, enfim, feio mas simpático. Fiquei muito amigo de uma moça que se dava super bem com minha esposa, a ponto de fazermos brincadeiras de cunho sexual.
Aos sábados, geralmente trabalham só meio dia e, como de costume, eu ia esperá-la pra sair pra curtir antes de voltar pra casa. Nesse dia em especial, minha esposa teve que ficar o dia inteiro, e eu, feito um bobo, esperando por ela. A amiga dela, que terminou o serviço mais cedo, saiu e me avisou pra ir embora, já que minha esposa só sairia do trabalho no fim da tarde. A amiga dela, uma moça alta, de pernas lindas, peitos médios e uma bunda maravilhosa, mas, mas... já com 4 meses de gravidez, me convidou pra almoçar com a intenção de fazer hora até o marido dela chegar pra buscá-la. Eu, sendo o cara gente boa que sou, não hesitei em aceitar, mas com a condição de deixar eu pagar.
Já estabelecido que eu era um cavalheiro, fomos comer. Notei ela meio desconfortável e perguntei por que estava assim. Ela me contou que, com a gravidez, o corpo dela passava por muitas mudanças que a afetavam à noite e ela tinha dificuldade pra dormir. Aí entraram minhas brincadeiras: "Te levo num hotel e te dou um massagem pra você descansar, e se ainda não terminou de fabricar o bebê, te ajudo a finalizar", comentei. Ela ficou me olhando toda envergonhada e disse:
"Vocês, homens, zoam a gente, são super carinhosos, mas quando a mulher engravida, perdem todo o interesse em sexo com ela, sem entender que, mesmo grávida, a vontade de transar continua a mesma!"
Reclamando, perguntei por que ela dizia isso. isso, e ela me explicou que o marido, depois que ela engravidou, perdeu todo o interesse por sexo.
Tentei explicar que talvez ele estivesse cuidando demais dela e com medo de machucar o bebê.
Ela me esclareceu que fazia de tudo pra se oferecer pro marido, mas ele a ignorava. Me perguntou se eu era igual, comentei que comigo era o contrário, e que transei com minha esposa uma tarde antes dela dar à luz.
Já me desafiando, ela pediu que a levasse pra um hotel e que cumprisse o que eu tinha oferecido de brincadeira.
Lembrei ela de que o marido viria buscá-la, pra tentar sair daquela enrascada, mas ela ligou pra ele na hora e disse que ia ficar trabalhando até tarde.
— Sou uma mulher grávida e tô com vontade de transar com você, e você sabe bem que uma grávida não pode ter nada negado!
Tentei convencê-la do contrário, mas foi em vão.
Então, levei ela pra um motel perto pra dar a tal massagem.
Mal entramos e ela já se ajoelhou na minha frente, puxou meu pau e começou a beijar com tanta intensidade que por um momento pensei que fosse arrancar ele fora.
Pedi pra ela se acalmar, que tínhamos quatro horas juntos, mas uma mulher no fogo não ouve razões.
Do jeito que deu, fui levando ela pra cama, onde, ao deitá-la, retribuí o favor dando o melhor boquete da vida dela. A buceta de uma grávida tem o mesmo gosto de sempre, doce e salgada, só um pouco mais dilatada que o normal, onde sua língua pode fazer o que quiser.
Na hora de gozar, foi tão violento que por um momento pensei que ela fosse expelir o bebê na minha cara.
Ela jorrou líquido no meu rosto e peito inteiros.
Ela pediu meu pau de novo, mas dessa vez chupou com tanta doçura que não demorei a gozar na garganta dela. Ela me espremeu até a última gota, enquanto minhas mãos se deliciavam na buceta dela, fazendo ela gozar mais uma vez.
Logo depois, ficamos deitados um do lado do outro, exaustos e sem fôlego depois daquela corrida descomunal. Aí entendi por que o marido não satisfazia ela, porque sem me dar tempo de descansar, ela pegou meu pau de novo com os lábios até fazer ele voltar pra batalha. Assim que recuperei, deitei ela de lado e me preparei pra penetrar, ela pegou meu pau, colocou na buceta dela e eu meti fundo. Não passou nem 5 minutos quando ela tirou com a mão da buceta e enfiou no cu dela. Foram uns eternos 20 minutos que passei no paraíso, aproveitando aquele rabo lindo e aquele buraquinho apertado, até que consegui deixar um jato enorme de porra alojado no cu dela, que quando tirei meu pau, ficou escorrendo meu leite devagar pelos glúteos gostosos dela.
Depois de toda essa ação, tomamos um banho devagar, onde finalmente pude dar a massagem que tinha oferecido originalmente.
Voltamos bem na hora na fábrica têxtil, uns minutos antes do pessoal sair, onde recebi minha esposa com um beijão e me despedi da nossa amiga só estendendo a mão pra ela e pro marido dela, que também tinha chegado uns momentos depois da gente.
6 comentários - Cuando la amistad es primero.