As tetas da minha irmã: "A Festa

Minha irmã e eu; por acaso, chegamos juntos do baile; a gente terminou a noite de madrugada, noite que tinha começado na sobremesa do réveillon; com fernet com coca; continuamos com cerveja; vinho tinto durante o jantar e depois demos uns pegas na pista... assim a gente encerrava um ano de putaria e bagunça pra começar outro ano novo.
Deviam ser umas 8 da manhã. Papai tava na cama com mamãe quando a gente entrou em casa.
Patri já na calçada se pendurou no meu pescoço e deixou o corpo cair, tive que segurar. "Para, vaca, que a gente cai" falei rindo. "Vamos rolar, gostoso" para de encher o saco, falei... ela tava podre... muito bêbada... não faz barulho que vão nos ouvir. Ela tava com uma minissaia preta curtinha e uma regata também preta; uma tanga vermelha e sutiã vermelho; quando a gente entrou, ela se jogou de bruços no sofá; a saia subiu e ficou só de tanga bem enfiada na bunda, se eu não fosse um punheteiro tão tarado e não fosse tão obcecado pelos peitos da minha irmã, teria ido dormir, mas não. Fiquei ali de olho. Não tava tão bêbado; só o suficiente pra ter coragem de fazer o que naturalmente não tenho coragem; a PATRI sim; tava muito doida. Falo baixinho: "Vaca, vai dormir" "Me deixa"
- "Vai; não pode ficar aqui; além disso, tá mostrando a buceta toda".
- "Hummmm... me deixa"

E tentado, sabendo como ela tava, aperto bem as nádegas dela; uma com cada mão, que bundão! Juro que morderia; mas só podia tocar na brincadeira; então segurando as nádegas dela falo: - e se alguém entrar e te pegar assim, você ia gostar?
E pra minha surpresa; ela vira e me diz: - "sim, entrego tudo". arrastando as palavras e deixando a baba escorrer pelo canto dos lábios; ela tinha ficado de barriga pra cima com os pés pendurados, a saia levantada e dava pra ver toda a xereca; e as alças da regata caídas que mostravam os peitos dela duros e empinados cobertos pelo sutiã vermelho; pego ela pela cintura pra tentar levantar; ela se pendura em mim. Pesco ela pelo pescoço com as duas mãos e ela diz: "me ajuda; me leva pro banheiro".

Levantamos como deu e, bem silenciosamente, andamos pelo corredor; passamos pela porta do quarto dos nossos pais; como consegui, acendi a luz do banheiro; levei ela até o vaso e ali, os dois parados de frente um pro outro; não sabia o que fazer; ela se esforçando pra me olhar; diz: -"vai, porra; o que cê tá esperando?". Fiquei gelado pensando: do que ela tava falando? Falo: -"tiro a calcinha?"
-"Não, idiota; o que cê tá esperando pra vazar!"
-"Tá, tá." falo... "se você mal consegue se mexer."

Saio do banheiro; mas deixo a porta aberta e, claro, a luz acesa; não acendo a luz do meu quarto pra ela não me ver olhando; deixo ela lá e vou embora; tiro a camiseta; as botas; a calça e fico só de cueca; apesar de toda essa situação ser morbidamente excitante, eu não tava de pau duro; toquei nele e, com certeza por causa do álcool, não subia.

Era primeiro de janeiro, já de dia, eu sentado na cabeceira da cama segurando meu pau e na frente, Patri com a calcinha nos tornozelos sentada no vaso; ela tinha tirado a regata, que tava no chão, e ficado só de sutiã; tava dormindo com a cabeça apoiada no antebraço e encostada na pia; agora sim, vendo minha irmã naquela posição, meu pau subiu. Levanto com o pau pra fora e vou até a porta do meu quarto; minha irmã continua; aparentemente dormindo. A cara dela tá virada pro chuveiro; fico parado ali; já não tão bêbado. Observo a porta do quarto dos meus pais; não ouço barulho; avanço um pouco mais e fico parado bem do lado da PATRI; penso que poderia ver um peito dela; penso que, talvez, como o sutiã tá apertado, um mamilo pode estar aparecendo e isso me deixa louco; puxo o pau pro lado da minha perna: nunca estive com o pau pra fora tão perto da minha irmã; a sacanagem é tremenda; bato uma devagar e não me contento; quero mais; assim, com o pau pra fora, ela agarro pelos ombros dela; e viro o rosto dela rápido; ela fica a centímetros da minha pica; com um tapa eu giro e consigo enfiar ela dentro da cueca; ela não viu; me assustou a possibilidade dela acordar e dar de cara com meu pau duro, ela ia começar a gritar, sem dúvida. ela continua de olhos fechados. Então chamo ela devagar pra acordar: -"Patri; Patri... você dormiu, acorda e sobe a tanga, beleza, depois me chama que te levo pro quarto"... ela mexe a cabeça; levanta; me olha (bem sonolenta) me abraça pela cintura; eu tava só de pé no chão e de cueca, torso nu; ela se agarra na minha cintura e encosta a bochecha esquerda na minha barriga; me dá um tesão essa posição dela sentada no vaso; a tanga e a minissaia nos pés dela; eu de cueca com a pica prestes a explodir e ela agarrada na minha cintura. Paro ali parado e vejo como a boca dela tá perto da minha pica; me mexo um pouquinho e penso em dar um passo pra trás pra cabeça dela escorregar pra baixo e encostar na minha pica; faço devagar; e o cálculo é perfeito, a cabeça dela fica toda apoiada na minha pica; tenho que segurar ela pelos ombros pra não cair; sei que isso não pode durar muito. Sacudo ela e, de surpresa, com a mão direita ela pega na minha porra; não aperta; deixa a palma aberta e encosta o rosto na mão dela; não sei se ela mexe de leve ou se é impressão minha; não sei se ela tá acariciando minha pica com a mão ou se é o que parece... Tamo nessa quando ouço a mamãe se levantar; aí, me fazendo de herói e me adiantando, sacudo a Patri e chamo a mãe; "mãe, vem, vem me ajudar, a Patri tá meio bêbada e tenho medo dela cair. além disso, nem fodendo que vou subir a tanga dela..." -"Ah, filho, olha como sua irmã tá; Meu Deus..." (Nossa mãe é uma gostosa muito gente boa e é muito divertida); ela tinha levantado de tênis yoga e regata (acho que já falei que ela tem um físico bem atlético). -"Bom, você Vem, mas não se afasta não, que eu vou tirar a calcinha dela e você me ajuda a levar ela pra cama."
— "Tá bom" — respondi, tentando escapar e minha mãe não ver a ereção enorme que eu tava; o pau tava escapando por cima do elástico e ainda uma gota de porra tinha manchado minha cueca.

Fui pro meu quarto, tirei a cueca e vesti uma calça de futebol de tecido fininho que fica imensamente larga em mim; assim mesmo, sem nada por baixo, minha ereção já tinha baixado um pouco. Quando ouço minha mãe me chamar: — "Vem, pega sua irmã; me ajuda; vamos levar ela pra cama."
— Cadê o pai? — pergunto.
— "Foi na casa da sua avó; ao meio-dia a gente come lá o que sobrou de ontem à noite e ele também vai fazer um churrasco; vem... vamos levar ela pra cama grande e deita aí que eu limpo seus quartos e além disso o ar-condicionado tá ligado."

QUE IDEIA BOA MINHA MÃE TEVE! Que jeito de começar o ano.
— "Tá bom, mãe" — falo com minha melhor cara de otário; deitamos minha irmã na cama; mamãe tira os saltos dela, coloca a regata de novo, eu me deitei de costas pra ela fingindo total desinteresse enquanto vejo pelo espelho do quarto que mamãe tá em cima da Patri, enfiando as mãos debaixo dos braços dela tentando tirar o sutiã — "Pronto, agora sim" — diz com o sutiã vermelho na mão.
— "Em meia hora limpo tudo e vou pra casa da sua avó com seu pai, põe o alarme do celular pro meio-dia pra vocês levantarem pra comer, ok?"
— "Sim, mãe."

Tava nós dois deitados na cama grande; mamãe colocou um shortinho nela na Patri pra ela não ficar só de fio-dental, também uma regata grande dela e, pra meu espanto, como eu contei, tirou o sutiã — "assim ela descansa melhor" — disse, e foi arrumar a casa; só 15 minutos... eu não queria dormir; a bebedeira e a noite de balada, além da hora sem dormir, tavam me derrubando; mas as condições que se apresentavam eram inimagináveis, minha irmã dormindo profundamente depois de uma das maiores bebedeiras da vida dela, uma regata... gigante que deixava os peitos escaparem pelos lados, eu de bermuda folgada e sem cueca por baixo, e a casa que em 15 minutos ficava só pra gente, com papai e mamãe preparando o churrasco do meio-dia na casa dos avós... só quinze minutos esperar a mamãe terminar de arrumar a casa. Ela deixou a porta do quarto aberta e dava pra ouvir os barulhos na cozinha.

PATRI desmaiada de bruços, se eu virasse ela, com certeza um dos peitos ia escapar e ficar à mostra e ao alcance... dos meus dedos, da minha língua... morria só de pensar?; mamãe tinha fechado a janela pra não entrar claridade; a gente tá na penumbra, mas um raio de luz que se infiltra me deixa ver o corpo da minha irmã; morro de vontade de esticar a mão e puxar a regata soltinha dela, tão fácil, tão ao meu alcance, tão impaciente, mas agora não... Mamãe tá ali... - "ei Patri" falo no ouvido dela... -"burra, acorda; cê tá bem?" sacudo ela pelo ombro, nada! Tá como morta! quero ver o quanto ela tá dormindo e que chances tenho de aproveitar ela sem acordar, enfio um dedo na boca dela, aperto o lábio, ela deixa a boca levemente aberta e nada; sinto a mamãe se aproximando; finjo que tô dormindo... não escuto mais nada.

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Acordo! Que porra, como eu dormi! Patri não tá… me sento… sinto uma coisa fria debaixo da minha cueca; grudento, sujo; naaaa... huuu, tô com uma gozada do caralho; gozei igual um cavalo; que idiota, o que aconteceu, tenho o pau todo melado de porra; e a Patri? Foi embora, que horas são? Tá tarde pra caralho; não!; são 16h, com certeza sonhei que tava comendo alguém e o pior é que não lembro de nada.

O telefone não parava de tocar. Eu desligava um instante e ele começava de novo; tanto que acordou a Patrícia: "alô". -bem dormindo e com voz de ressaca
- que foi, mãe? sim, a gente já vai; pra ligar pro Cholo? ele tá destruído, nem sei acorda, a gente pode ficar?; manda um abraço pra vó". Desligo o telefone e caí de costas na cama, olhando pro teto; viro a cabeça e olha pro Cholo; pensa "esse aí não acorda até amanhã" sente vontade de ir no banheiro; senta na cama; abre um pouquinho a janela pra ver como tá o dia, os raios de sol entram no quarto de casal e iluminam o ambiente.
Vai pro banheiro.
- Por que será que ele bebe tanto? Fala se olhando no espelho do banheiro. "Noites alegres, manhãs tristes" diz o ditado. Que jeito de começar o ano! Senta no vaso; e isso? Se pergunta; olhando pro short da mãe, também repara na regata e exclama "mãe, você é demais" "tô praticamente pelada".
Levanta, arruma a roupa e volta pro quarto pra deitar mais um pouco... entra e olha pro Cholo.
"Que porra de barato que a gente pegou, irmãozinho!" Parece que em você também colocaram um short folgado; o amigo vai escapar" fala olhando pra entreperna do Cholo.
"É o que eu tô vendo, aquela coisa vermelha saindo de um lado do short?"; "Cholo, você tá com um ovo pra fora"
Patri, sobe um joelho na cama e depois o outro e vai engatinhando até chegar com as duas mãos esticadas; uma do lado da cintura e outra entre as duas pernas abertas do irmão e como quem vai investigar e feito uma gata sorrindo conclui em voz alta e sussurrando pra não acordar o irmão: "Cholo, você não colocou cueca, tá pelado e dá pra ver o ovo peludo esquerdo... tá pedindo pra eu morder" fala e se levanta; se joga pra trás, do lado do irmão e fica olhando pro teto.
Pensa... "esse tá morto de bêbado" mete as mãos por dentro da regata e belisca os próprios bicos dos peitos.
"Essa situação tá me deixando estranha" levanta uma perna; estica; abaixa; levanta e abaixa devagar apoiando o calcanhar na entreperna do irmão.
O que que a gente tem aí? O amiguinho quer sair pra tomar um ar? Senta de um movimento só e volta Se ajoelhar de quatro, mexendo no short do irmão, com o testículo aparecendo perfeitamente pra fora da calça. "Que tesão que isso me dá, pelo amor!" — ela estica a mão e, com a pontinha do dedo indicador e do polegar, pega suavemente o tecido do short e levanta. "Epa, como esse short tá folgado em você, maninho, acho que vou ajudar seu amiguinho a sair pra respirar." Enquanto fala isso, puxa todo o tecido do short de futebol pro lado, deixando o pau do irmão todo à mostra; essa situação deixa Patri muito nervosa. Ela olha pro Cholo; confia que ele tá profundamente dormindo; apagado. Quase sem perceber, Patri respira ofegante, tá agitada, tem as orelhas quentes e vermelhas e os bicos dos peitos ficaram duros. "Meu Deus, o que eu tô fazendo?" — ela se pergunta e se consola: "calma, só deixou o pau do seu irmão à mostra; não tem ninguém em casa e a brincadeira parece divertida; é um pintinho, tá todo murchinho..." Com a ponta de um dedo, acaricia os testículos do irmão; e com a mesma ponta do dedo, mexe suavemente o pau de um lado pro outro uma vez e outra; muda de posição, agora tá deitada paralela ao irmão, mas mais pra baixo, com a cabeça na altura da cintura; apoiada de lado no antebraço direito e com a mão esquerda brinca com o pau mole do irmão. "Posso ver a cabecinha?" — ela pergunta enquanto com dois dedos tenta puxar o prepúcio pra trás. "Mostra a cabecinha do pintinho pra sua irmã; muito bem, como eu gosto; epa... ele tá acordando" — ela fala enquanto nota que o pau do irmão muda de tamanho de forma quase imprevisível. "Deus, como essa situação me excita; eu podia meter na boca que ele não acordaria; Cholo, deixa eu pegar ele com a mão toda?" — ela pergunta enquanto apoia toda a palma da mão na virilha nua do Cholo; fica assim por um tempo; uns segundos e suavemente começa a fechar a mão, envolve os testículos e devagar, bem devagar, sobe e aperta. os dedos dela abraçando o pau do irmão dela que já tem um tamanho normal, e fica tipo "agora sim maninho, dá pra dizer que isso é uma rola e que gostosa que ela tá! Como eu gosto de pegar na sua rola maninho, você gosta? Como você ia gostar se tivesse acordado; mas acordado nem fodendo que eu pego assim! Agora sim, sua cabecinha brilhante tá bonita. Agora sim parece uma rola de verdade" assim em voz baixa, com a respiração cortada, Patri brinca com o pau do irmão, de vez em quando olha pra ver se ele mexe ou acorda mas parece que o Cholo não tem sinal de vida, só a respiração dele perceptível.
"Como me excita ter o pau duro do meu irmão na mão, não fica totalmente duro mas vai crescendo e sinto as batidas"; Patricia junta saliva e deixa cair um fio de baba na cabeça do pau; puxa a pele pra baixo e sobe abraçando a saliva com a mão; "tá toda babada e faz barulho, molho de novo porque isso me excita pra caralho, subo e desço devagar com a mão esquerda, agora posso soltar a mão direita e meter um dedo, tô super molhada, tô com a buceta úmida; mais que úmida, feita água; mas quero focar na rola do Cholo; subo e desço, subo... desço... cuspo e sobe, tá bem dura e pulsando.. Sinto como se fosse esperma saindo do buraco dele, estico a língua, molho os lábios e cheiro, tô super quente, tão quente que dá vontade de passar a língua... mas um pingo de sanidade que ainda tenho me faz afastar, olho pra ele, não reage e não paro de bater uma pra ele, na verdade não é uma masturbação o que faço, é curtir ter um pau na mão, com o tesão que isso causa, e esse pau ser do meu maninho; subo e desço... pulsa... treme, a cabeça fica bem roxa... já não paro, já não paro, não quero parar e explode um jato de porra... muito... deixo a mão parada olho pra ele; o pau tem espasmos; subo devagar a mão pra não acordar ele e outro jato de porra sai do pau babado, é uma bagunça; minha mão, a Perna, tô no limite; levanto devagar; acho que ele vai acordar, fico de pé e vou andando de mansinho pra trás até chegar na porta e corro pro banheiro... me olho no espelho, tô tremendo, minha cara vermelha, minha mão cheia de porra, olho pra ela... e passo a língua de leve saboreando essa porra quente do meu irmãozinho, tô explodindo, nunca fiquei tão excitada... tiro o short e a regata, meus peitos doem, tenho os bicos duros, levo minha mão mais lambuzada de porra e passo na bunda, escorrego, cuspo na minha mão e começo a me massagear o cu... devagar, enfio um dedo lá... custa a entrar, é a primeira vez que faço isso... a ponta entra de mansinho; com a outra mão acaricio meu clitóris, tô explodindo, enfio o dedo inteiro na bunda e um orgasmo nasce lá do fundo, minhas pernas amolecem e me deixo cair no tapete do banheiro e, tremendo, levo minha mão até minha virilha e uma sequência de orgasmos me joga num abismo de sensações que nunca tinha tido; meu corpo não para de tremer e, com um impulso inconsciente da barriga, começo a jorrar porra; água, xixi, três, quatro, cinco vezes e gozo feito uma gostosa, sim! Feito uma gostosa, uma gostosa bem puta que pegou o maior tesão da adolescência dela dando uma punheta pro irmãozinho dormindo.

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