Como a maioria dos homens, sou muito sexual... mulher que passa, mulher que eu olho, ainda mais se vem de legging, saia curta, blusinha, salto, e vários daqueles detalhes que a gente sabe que curte. O problema é que eu sou SEXUAL DEMAIS. Os adjetivos sempre são relativos, dependendo de quem usa ou lê, então nesse caso "demais" significa que acho que estou muito acima da média no tempo que passo pensando em sexo durante o dia. Isso não quer dizer que não tenha tempo pro meu desenvolvimento profissional e minhas atividades, mas em nenhum momento do dia eu esqueço de pensar em sexo.
É por isso que resolvi contar minhas histórias, que aliás são várias e de todo tipo.
Meus começos com a sexualidade foram desde pequeno, e por mais que eu tenha começado tudo isso falando do que gosto nas mulheres (bendita criação!), volto pros meus quase 13 anos, onde quase sem querer descobri a punheta. O curioso foi como aconteceu. Como todo pré-adolescente, praticava esporte, isso me levou a conhecer garotos de outros clubes, fazendo grandes amizades (naquela época, amizade era se dar mais ou menos bem com alguém, óbvio, sem grana, mulher ou interesses no meio, só pra ficar de boa, pelo menos pra mim), mas também descobrindo numa viagem de ônibus com um intercâmbio de outro clube que existiam novas formas de se divertir. Sim, uma parada chamada se masturbar. Naquela época, eu sofria com algo que queria estar sofrendo agora: meus membros cresciam mais que o resto do corpo. Já calçava 43 e media 1,70 (não, não sou o negão do zap, não cresci mais que 10 centímetros de altura e 2 números de sapato). Indo direto ao ponto, eu tinha vergonha de que meu volume aparecesse por cima da calça, porque via que outros garotos não tinham isso e se alguma garota notasse, podia zoar, o que me complicaria ainda mais, já que eu era meio tímido (que idiota, né?). Enfim, com todas essas situações, Note que nos bancos de trás do micro-ônibus rolava algo estranho, e com os adultos na frente era o momento ideal pra investigar. Cuidei minha reação ao descobrir que tinham 3 caras se masturbando e vendo quem aguentava mais... com outros ao redor olhando. O que me fez sentir melhor foi ver que eles tinham a pica mais ou menos do mesmo tamanho que a minha, senti um alívio porque não era um bicho estranho (pela minha visão limitada do mundo, claro), talvez por essas medidas que eles não tinham nenhum pudor em fazer aquilo. Voltei pro meu lugar, comecei a me tocar e notei que sentia uma satisfação esquisita. Minha timidez fez com que eu não fosse me juntar a eles (por sorte! porque hoje estariam todos lembrando de mim, haha), mas não via a hora de chegar em casa pra experimentar.
Assim que cheguei, fui pro banheiro e foi a primeira coisa que fiz. O que não levei em conta foi no que pensar enquanto fazia (os homens sabem que isso é essencial pra uma boa punheta), mas ao ouvir minha irmã, 2 anos mais velha e no auge do desenvolvimento, chegar, percebi que pensar nela seria a melhor ideia, já que minhas agarrações com ela, agora que lembro, foram na verdade meus começos... mas isso é outra história ;)
É por isso que resolvi contar minhas histórias, que aliás são várias e de todo tipo.
Meus começos com a sexualidade foram desde pequeno, e por mais que eu tenha começado tudo isso falando do que gosto nas mulheres (bendita criação!), volto pros meus quase 13 anos, onde quase sem querer descobri a punheta. O curioso foi como aconteceu. Como todo pré-adolescente, praticava esporte, isso me levou a conhecer garotos de outros clubes, fazendo grandes amizades (naquela época, amizade era se dar mais ou menos bem com alguém, óbvio, sem grana, mulher ou interesses no meio, só pra ficar de boa, pelo menos pra mim), mas também descobrindo numa viagem de ônibus com um intercâmbio de outro clube que existiam novas formas de se divertir. Sim, uma parada chamada se masturbar. Naquela época, eu sofria com algo que queria estar sofrendo agora: meus membros cresciam mais que o resto do corpo. Já calçava 43 e media 1,70 (não, não sou o negão do zap, não cresci mais que 10 centímetros de altura e 2 números de sapato). Indo direto ao ponto, eu tinha vergonha de que meu volume aparecesse por cima da calça, porque via que outros garotos não tinham isso e se alguma garota notasse, podia zoar, o que me complicaria ainda mais, já que eu era meio tímido (que idiota, né?). Enfim, com todas essas situações, Note que nos bancos de trás do micro-ônibus rolava algo estranho, e com os adultos na frente era o momento ideal pra investigar. Cuidei minha reação ao descobrir que tinham 3 caras se masturbando e vendo quem aguentava mais... com outros ao redor olhando. O que me fez sentir melhor foi ver que eles tinham a pica mais ou menos do mesmo tamanho que a minha, senti um alívio porque não era um bicho estranho (pela minha visão limitada do mundo, claro), talvez por essas medidas que eles não tinham nenhum pudor em fazer aquilo. Voltei pro meu lugar, comecei a me tocar e notei que sentia uma satisfação esquisita. Minha timidez fez com que eu não fosse me juntar a eles (por sorte! porque hoje estariam todos lembrando de mim, haha), mas não via a hora de chegar em casa pra experimentar.
Assim que cheguei, fui pro banheiro e foi a primeira coisa que fiz. O que não levei em conta foi no que pensar enquanto fazia (os homens sabem que isso é essencial pra uma boa punheta), mas ao ouvir minha irmã, 2 anos mais velha e no auge do desenvolvimento, chegar, percebi que pensar nela seria a melhor ideia, já que minhas agarrações com ela, agora que lembro, foram na verdade meus começos... mas isso é outra história ;)
1 comentários - Mis comienzos