A melhor coisa que me aconteceu parte 4 - Martin puto

Bom, como eu contava na parte 3, foi um sexo gostoso, mas não do jeito que a gente queria. Meu marido me ligou e acabou com todo o clima lindo que a gente tava tendo a caminho do hotel. Dois dias depois, encontro o Martin de novo. Eu tava de folga e ele também, meio desanimados, mas ele tava puto por dentro. Mas enfim... como todo homem, passa rápido, ainda mais quando eu beijo, acaricio e provoco ele pra violência...

Mas essa parte tirou algo de mim, algo que ninguém nunca tinha tirado. Me roubou a vergonha, arrancou ela e jogou no lixo. Martin vem até meu trabalho, me dizendo: "quero te comer agora, já. Não, me toca, olha como ela tá". E nem precisava tocar, quando ele entrou já dava pra ver a cock dura dele torta pro lado... E foi tão quente que a gente se enfiou atrás de uma prateleira que eu tinha. Eu apertava a cock dele forte com as duas mãos, e ele meteu a mão dentro da minha calça, me tocava, me molhava pra caralho. E ele sempre fazia uma coisa que no começo eu não gostava: enfiava os dedos compridos dele até onde dava dentro da minha pussy, tirava os dedos e falava... "mmmm, quero já" e passava a língua. Eu, super desconfortável, ao mesmo tempo com tesão, molhada, meio assustada, e ele tão calmo e seguro sempre. Ele fala: "quero que você chupe minha cock no seu depósito, agora já". Desliguei a câmera porque sabia que ele ia continuar... E eu falo: "não, não, não, negão, vão nos ver". E ele entra, tira a cock e fala: "aqui ninguém nos vê, ninguém. Aqui posso te arrebentar e ninguém vê".

Já não aguentava mais. Fechei a porta e chupei a cock dele por um minuto. E ele, desesperado, enfiava os dedos e me tocava, e eu louca. "Não pode ser tão filho da puta, papu... assim não." Chupo a cock dele, e o filho da puta sorria quando enfiava tudo e eu engasgava, mas eu adorava. E ele sorria safado, maldito. Ele queria me comer, mas dessa vez não deixei. Só dessa vez... Obrigada por ler isso. Continua... Aqui começa a parte mais linda da minha vida sexual, graças a ele. Beijos, Naty.

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