Meu show de feminização VIII

Você pode ver os contos anteriores no meu perfil, muito obrigado por ler.

Naquela mesma noite, Gabriela não conseguia dormir e acabou atrapalhando meu sono. Ela se mexia pra todo lado, a respiração dela ficava ofegante, e eu sentia como ela esfregava a virilha na minha coxa. Ela tava no fogo.

- Gaby, cê tá bem?
- Não, preciso que você me coma. Quero sexo, agora.

Virei pra onde ela tava e, segurando ela forte pela bunda, aproximei meu rosto do dela. A respiração dela tava quente, ela gemia enquanto mexia os quadris devagar, como se não conseguisse controlar. Ela encostou os lábios nos meus e, meio tímida, mordiscou eles de leve. Eu respondi do mesmo jeito, e não demorou muito até nossas línguas se enroscarem com gosto dentro das nossas bocas.

Eu acariciava ela, passando a mão por todo o corpo. Minhas mãos viajavam pelas curvas dela, aprendendo o desnível da cintura, as coxas, os quadris.

Parei os beijos pra me dedicar a chupar os peitos dela. Os bicos tavam durinhos. Eu mordia eles de leve, só soltava pra chupar e passar a língua pelos seios dela. Enquanto isso, minha mão direita esfregava os lábios da buceta dela, já molhadinhos, no ritmo dos gemidos. A buceta dela tava toda depilada, era uma delícia ao toque. Minha mão, presa na calcinha dela, não demorou pra enfiar um, e depois dois dedos naquele lugar tão desejado.

Ela gemia, mordia meus lóbulos, sussurrava pra eu não parar, o quanto tava adorando o que eu tava fazendo, enquanto cravava as unhas nas minhas costas e se contorcia sem controle nenhum.

- Não aguento mais. Chupa minha buceta, por favor, eu te imploro.

Do jeito que deu, me desvencilhei dos braços dela. Ela levantou as pernas, me ajudando a tirar a calcinha. Sem nada mais entre minha língua e o alvo, ela abriu as pernas mais do que eu jamais conseguiria, parecia uma contorcionista. Com o caminho livre, comecei a beijar a virilha dela. Ela, desesperada, me pegou pelos cabelos e fez com que eu enterrasse meu rosto no púbis dela. Sentia os sucos dela vibrando na minha língua, era uma sensação única, gostosa, intoxicante. Ela se ajeitou um pouco, levantando a cintura.

- O cu, chupa meu cu também.

Sem perder tempo, comecei a lamber também o outro buraco dela, as nádegas dela abraçavam meu rosto enquanto eu fazia aquilo, era macio e carnudo, teria sido a inveja de qualquer homem naquele momento. Voltei a enfiar os dedos na buceta dela enquanto minha língua tentava perfurar o cu dela. Os gemidos dela ficaram mais agressivos e acelerados.

- Assim, putinha, se parar te mato. Tô amandoooohhh.

Ficamos assim um tempo até que ela teve um orgasmo que recebi direto na minha cara, ela segurava minha cabeça fechando as pernas, então teria sido impossível desviar. Puxando meu cabelo, me levou até a boca dela e abraçou minha cintura com as pernas enquanto me beijava e lambia meu rosto, saboreando o próprio néctar.

Nossas virilhas tinham ficado juntas, esfregamos elas enquanto eu percebia que não tinha jeito nenhum de eu ficar de pau duro, talvez os comprimidos que ela tinha me dado, os áudios de hipnose ou como eu tinha acabado com minha masculinidade durante esse tempo tinham feito efeito em mim.

- Já sabia que não ia subir, mas por sorte tem muitos jeitos de satisfazer uma mulher.

Ela me virou na cama, ficando por cima de mim. Se levantou e, pegando meu pênis flácido e morto, olhou com desprezo e disse: "bom, parece que não serve mais". Fiquei um pouco angustiado.

Se ajudando com a cabeceira da cama, sentou na minha cara e mexia os quadris sobre minha língua, que recebia a buceta e o cu dela num movimento só, enquanto gemia freneticamente.

Por dentro, tentava não pensar e aproveitar, mas passava pela minha cabeça a ideia de aceitar que esse era o único jeito de satisfazer uma mulher que eu tinha, eu era toda uma mulher e isso era uma relação lésbica.

Ela pulava na minha língua, alternava a buceta e o cu dela dela pra receber prazer. Eu curtia pra caralho, tava super estimulado e fora de mim também.

Ela se deitou de novo do meu lado e pediu pra eu continuar com os dedos. Eu esfregava o clitóris dela com as pontas dos dedos, quando percebi que as mãos dela abriam as bandas da bunda como se tivesse me oferecendo. Salivei meus dedos e, lubrificando o cu dela, enfiei 2 dedos, o esfíncter não resistiu. Ela gozava sem limites, os olhos dela ficavam brancos de vez em quando, a cara dela se desfigurava de prazer, com a outra mão enfiei 2 dedos na buceta dela, ela tentou fechar as pernas mas não deixei.

Depois de um tempo dessa putaria que eu tava fazendo com ela, decidi fazer ela gozar, tirei minhas mãos dos buracos dela e ela reclamou feito uma animal. Levantei um pouco mais as pernas dela e enfiei de novo até o fundo os dedos do meio da minha mão direita, minha mão mais habilidosa. Comecei a mexer eles pra cima e pra baixo, enquanto fechava meus dedos acariciando o interior dela. Fiz o mais forte e rápido que consegui. Ela tava em êxtase de prazer, parecia querer gritar mas não conseguia, só tentava fechar as pernas mas não ia deixar.

A buceta molhada dela parecia agarrar meus dedos como se quisesse morder, a respiração dela ficava ofegante, de vez em quando parecia esquecer de respirar e dava uma bocada de ar de repente. O vai e vem dos meus movimentos sacudia a cama inteira, as bandas da bunda dela abriam e fechavam no ritmo, igual os peitos dela que pareciam girar no peito dela.

Um grito foi o sinal de um trabalho bem feito, tirei meus dedos rápido, e os sucos dela jorraram entre as pernas dela soltando um esguicho que molhou a cama inteira enquanto com a mão ela esfregava violentamente o clitóris.

Ela tremia, tava fora de si, parecia possuída enquanto se sacudia deitada sem parecer entender nada da situação, o cérebro dela parecia desligado. Sem dar tempo dela se recuperar, enfiei os dedos de novo pra continuar o show, ela tentou pegar meu antebraço pra me impedir, mas já era tarde, ela tinha tomado o controle da situação e eu não ia parar. Voltei a masturbar ela de forma brutal enquanto ela se contorcia e virava a cabeça de um lado pro outro. Depois de alguns instantes, o resultado foi o mesmo, ela gozou de novo de forma violenta.

Foram várias vezes que fiz isso, ela se perdia na inconsciência, cada vez mais fundo no prazer que eu tava dando. Depois de um tempo, parei, se não me engano depois que ela gozou pela sexta vez, ela ria como se tivesse possuída.

Deitei do lado dela e, dando um beijo carinhoso na bochecha dela, abracei ela e, enquanto acariciava o corpo dela, a gente dormiu profundamente.

Acordei com ela se jogando em cima de mim, deitou nas minhas costas e começou a me dar beijos no rosto com a cadência de uma metralhadora moderna.

- Oi, meu amor, como você dormiu?
- Muito bem, e você?
- Excelente, adorei a noite passada, você me fez gozar como ninguém nunca fez, se você tivesse me comido, talvez não tivesse sido tão bom. Me espera na cama que vou buscar o café da manhã.

Foi maldade ela lembrar que eu não poderia ter feito ela gozar como homem, mas aos poucos eu tava me sentindo melhor sendo Daiana, tinha feito uma mulher gozar como Sebastián, meu antigo eu, jamais teria sonhado. Não só isso, mas como uma boa puta bem atendida, ela me trazia o café da manhã na cama.

A gente tomou café da manhã com iogurte, cereal e fruta. Ela colocava na minha boca, já tava ficando louco pela beleza física dela e por essas atitudes, como ela tava me tratando, com tanta doçura, que me derretia por dentro. Na bandeja do café, estavam os 3 comprimidos, e ela não esqueceu de garantir que eu tomasse.

- Gorda, toma um banho e se veste de deusa que a gente tem que sair, vestido de noite, por favor, e bem provocante.
- Onde a gente vai?
- É mais divertido se for surpresa.

Ela tava me pedindo pra colocar um vestido de noite às 11 da manhã? Soou estranho, mas eu aceitei. Quando saí do banho, me vesti, me maquiei, me Coloquei acessórios, brincos.
Fui arrumada bem provocante, com saltos agulha, um vestido solto que caía dos meus ombros e com babados.
Mal cobria minha bunda, e no menor agachamento deixava ver a parte de baixo da calcinha que eu tinha escolhido. Uma bolsa transversal no peito, meia e liga completaram o visual.

— Tá muito gostosa, Daiana, ouvi a voz dela.
— Como se você estivesse vestida de freira.

Ela estava com um vestido do mesmo comprimento que o meu, que se ajustava na cintura marcando a bunda dela a ponto de deixar pouco para a imaginação, era decotado na frente e de costas nuas. Meia arrastão e luvas até o cotovelo também de arrastão completavam a roupa dela. Os olhos azuis dela se destacavam contrastando com a maquiagem escura que ela tinha escolhido.

— Tá faltando uma coisa, ela disse, é para sua segurança hehe.

Colocou uma coleira no meu pescoço, com uma argola, alguns conhecem como “choker”. Não apertou tanto, só senti um leve incômodo na garganta, que sumiu com o tempo alguns instantes depois. Procurando na gaveta dela, pegou a coleira de tecido que Fabián e Diego tinham usado, quando me fizeram “brincar” de ser a putinha deles, e colocou no anel do meu pescoço. Fiquei surpresa com a decisão, mas estava intrigada com a situação. Passou um pouco de perfume em mim, o que eu tinha esquecido, e já estávamos prontas para sair, parecíamos 2 putas VIP. Ela chamou um táxi pelo celular dela.

Quando entramos no carro, pude ver que era o mesmo motorista da outra noite, olhava atento toda a situação sem nenhum disfarce, Gabriela me levava pela coleira, posso jurar que vi ele babar diante da imagem de 2 mulheres que ele jamais tinha nem fantasiado possuir.

“Vamos para a construção”, disse Gabriela, o motorista voltando a si ligou o carro e saímos. Pude ver que saímos para os arredores da cidade, entramos por um sítio no meio do nada, e depois de percorrer o que pareceu mais de um quilômetro por uma estrada de terra cercada por mato, consegui avistar uma construção que parecia abandonada.

Ele nos deixou na porta, a Gabriela agradeceu e disse que ia ligar pra ele vir nos buscar.

Descemos umas escadas de cimento com um corrimão enferrujado pelo tempo, que davam pra um subsolo. Passamos por uma porta de lata e entramos num corredor bem úmido e mal iluminado por uma lâmpada fraca, que se não fosse por ela, a escuridão teria tomado conta naturalmente. O chão tava bem judiado, com poças que a gente desviava com jeito enquanto tentava se equilibrar nos saltos que a gente usava. Uma segunda porta nos levou a outro corredor, já mais iluminado, onde no fundo eu vi a pessoa mais grandona que já vi na vida. Era um preto bem alto, com uma largura de costas que não parecia humana, parecia um urso em pé. Tava de terno, sorriu quando nos viu, bom, quando viu a Gabriela.

— Senhorita Gabriela, é um prazer te ver por aqui de novo.
— Igualmente, "Tebby", como é que tão as coisas? Tudo bem? (não consegui evitar um sorriso ao saber que aquela fera se chamava ou tinha o apelido de "Tebby", tentei disfarçar).
— Sim, graças a Deus, sim senhorita, trabalhando pra não perder o costume.
— Vim com uma convidada, ela é a Daiana. — disse ela enquanto levantava o braço direito, mostrando a ponta da coleira que tinha no pulso.
— Sem problema nenhum, aproveitem a noite, senhoritas. — falou enquanto abria a porta atrás dele com o braço, abaixando um pouco a cabeça num gesto de nos deixar passar.

— Gaby, que lugar é esse?
— Shhh, abre bem os olhos, já vai sacar. Descobre por si mesma.

Entramos noutro corredor, dessa vez mais curto, no final dava pra ver uma porta de metal pesada. Dava pra ouvir música do outro lado. Quando abriu aquela porta, a música me ensurdeceu, era música eletrônica, os graves batiam na minha cabeça. Lá dentro funcionava uma balada pequena, tinha muita pessoas dançando, ainda mais pra meio-dia, achei que tavam no after, alguns rostos confirmaram isso.

Tinha gente de todas as idades e dos dois sexos, todo mundo muito bem vestido. Os homens, a maioria de terno, e as mulheres bem elegantes ou provocantes, não tinha meio-termo. Vi duas minas se beijando selvagemente enquanto se tocavam nas partes íntimas, ninguém parecia ligar. Me lembrou a noite anterior. Gabriela tentava me falar algo, mas as luzes, os flashes e a música não deixaram eu ouvir ou entender o que ela dizia. Só balancei a cabeça dizendo sim pra não passar por otária. Um puxão no meu pescoço me fez começar a andar atrás da Gabriela, que abria caminho no meio da multidão. Concentrei meu olhar na cintura dela, fiquei hipnotizada pelo movimento que balançava como um pêndulo a cada passo, uma perfeição que eu tentava imitar como ela me ensinou, mas que dificilmente conseguia alcançar.

Enquanto atravessávamos, senti que tocavam minha bunda, tentavam abraçar minha cintura, falavam coisas no meu ouvido, tanto homens quanto mulheres, dessa vez o assédio era unissex. Percebi que com a Gabriela nada disso acontecia, e entendi que a coleira marcava quem era o objeto de desejo e quem merecia respeito naquela situação. Ao cruzar o lugar, chegamos a uma porta onde tinha outro segurança, dessa vez menos imponente que o anterior, mas ainda assim digno de respeito. Gabi falou algo no ouvido dele e ele deixou a gente passar.

Quando a porta se fechou atrás da gente, o barulho ensurdecedor sumiu como num passe de mágica. Chegamos a um lugar enorme, era uma plataforma redonda cercada por sacadas de vários níveis com mesas em cada uma. Eram 4 níveis; sentamos numa mesa no segundo, onde um papel dobrado ao meio tinha uma escrita dizendo que a mesa estava reservada para "Srta. Gabriela e Cia." Sentamos e pude apreciar mais a vista. Na plataforma central tinha uma cama de casal com Algemas, e alguns apetrechos que reconheci de uns filmes de BDSM ou dominação.

- É um espetáculo sexual, né?
- Cooooorreto, exclamei imitando a diva da TV enquanto sorria.

Uma mina gostosa se aproximou e perguntou o que a gente ia consumir. Gabriela me perguntou o que eu queria, que aqui dava pra conseguir "o que quisesse", até drogas. Ela falava com toda naturalidade, eu mal acreditava no que tava rolando. Falei que só tava afim de um cigarro. A mina perguntou que marca eu fumava, "marlboro" me apressei em dizer, "traz isso pra gente, e 2 daiquiri de morango" completou ela enquanto soltava a tira do meu pescoço.
Quando ela se afastou, pude ver que por baixo do avental ela tava totalmente pelada, só usava uns saltos e um bloquinho, nada mais.

- E aí?
- E aí o quê?
- Como você tá se sentindo?
- Sei lá, não tô acostumada com isso.
- Te entendo, mas te garanto que você vai curtir pra caralho.

Não tinha muita gente, dava pra ouvir conversas como murmúrios, tinha casais, pessoas sentadas sozinhas, até vi que numa mesa duas garotas tavam fazendo boquete num velho grisalho enquanto ele fumava um charuto com uma taça de sei lá o quê.
A mina voltou com nosso pedido, as duas taças, um marlboro box e um isqueiro prateado a gasolina com um número, que supus ser o telefone do lugar. "Não precisa devolver o isqueiro, é cortesia da casa", disse ela, percebendo que era minha primeira vez ali e tentando ser educada. Acendi um cigarro e a Gabi pediu pra eu passar um pra ela.

- Não sabia que você fumava
- Não, parei faz tempo, mas de vez em quando bate uma vontade de curtir um, ainda mais em boa companhia com alguém como você, amor.
Não consegui evitar ficar vermelha. Batemos papo umas meia hora, a segunda rodada de daiquiri já tava começando a soltar a gente, quando percebemos que o lugar tinha começado a encher.

- Já deve estar pra começar tudo.

De repente, as luzes se apagaram, E após alguns segundos de silêncio, a voz de um animador saindo pelos alto-falantes nos dava as boas-vindas. Alguns gritavam empolgados.
"Nesta noite especial, quero apresentar a estrela do nosso espetáculo. Ela tem 24 anos, é treinada e está aqui hoje graças à gentileza da madame Denisse. Peço uma salva de palmas para… Daniela!"

Os aplausos não demoraram a chegar. Uma luz se acendeu na arena e entrou um mascarado com Daniela. Era uma garota de estatura normal, cabelo castanho claro que ia até a cintura, vestida com um babydoll semitransparente que deixava ver uma figura escultural e um cinto de castidade. Ela era igual a mim! Gabriela me olhou cúmplice ao perceber, esboçando um sorriso.

A garota estava vendada nos olhos, descalça e algemada nas mãos. Suas algemas estavam presas a uma corrente, com a qual o estranho mascarado controlava seus movimentos. Ela foi levada ao meio da plataforma, caminhando devagar, como se tivesse medo de cair, enquanto recebia elogios, assobios e alguns insultos da plateia. O cara a deixou parada ali, soltou as algemas e se retirou. Olhando bem, ela era muito gostosa. Tinha uns peitos não tão grandes, que por um instante me deixaram com inveja. Umas coxas que pareciam se juntar na virilha e conectavam a uma bunda redonda que contrastava, pendendo abaixo da cintura fina e estilizada. Ela era linda.

As luzes se apagaram de novo e, no escuro, o animador voltou a falar.

"Agora, para o prazer de vocês, vou apresentar nossos gladiadores, começando por alguém que estreia na nossa arena. Hoje tenho o prazer de apresentar pela primeira vez… Pantera!!!"

A luz da plataforma se acendeu de novo e entrou trotando um moreno de pele escura, vestido só com uma legging que marcava o arsenal. O corpo dele era esculpido. Ele parou na frente da garota e, aplaudindo acima da cabeça, reconheceu a vaia da plateia.

"Nosso segundo gladiador… (enquanto as luzes se apagavam de novo) amado por alguns, odiado por outros, mas que sempre nos surpreende com sua performance... Laaaaa massa!!!"
O ambiente se encheu de vaias, a luz acendeu e deixou ver um gordo grandão e peludo que mostrava os dedos fazendo "fuck you" pro público, ele estava vestido com uma sunga, que da posição onde estávamos dava pra ver que estava suja e gasta pelo tempo, essa pessoa era nojenta.

A escuridão voltou a fazer presença...

"Por último, não resta mais nada além de apresentar nosso mais querido gladiador, vocês sabem de quem estou falando, sem mais delongas... Vikingo!!!"

As luzes se acenderam e entrou um grandão muito bem definido, no melhor estilo fisiculturista, com uma juba loira que caía nos ombros. Ele estava vestido com uma malha. Caminhou até a arena incitando o público com as mãos, o lugar se inundou com o grito de "Vikingo, Vikingo". Ao chegar no meio da arena, ao lado dos outros, ele abaixou a malha deixando cair nos tornozelos, mostrando pra todo mundo um pau que, mesmo mole, chegava quase até os joelhos. A multidão enlouqueceu enquanto o Vikingo, com as mãos levantadas e os punhos cerrados, agradecia enquanto olhava pra galera que mostrava sua aprovação.

Pensava comigo mesmo que tipo de espetáculo bizarro eu estava prestes a testemunhar, embora pudesse imaginar perfeitamente. Perguntei pra Gabi se a garota tinha dado consentimento, e ela respondeu que era impossível saber, que ela podia estar ali porque ganhava uma grana muito boa ou como castigo.

Não conseguia parar de me perguntar o que aquela garota estaria sentindo no meio daquele espetáculo, se estava ali por vontade própria ou era um castigo, será que era uma escrava? Tinham drogado ela? Será que eu terminaria um dia no lugar dela? Meus pensamentos foram cortados de repente quando o apresentador deu a ordem pra começar o show.

Os homens começaram a se despir, ela estava ali parada, sem poder ver, tapando com... As mãos dela, os peitos dela. A pica do vikingo era impressionante, um monstro, a do negão também era bem grande e meio grossa, e já tava dura pra caralho. A do gordo parecia "normal" e também já tava no osso.
Eles se aproximaram e, depois de cercá-la, andaram em círculos olhando pra ela feito urubus voando antes de se alimentar da presa. Chegaram perto e, ao mesmo tempo, começaram a passar a mão nela, tocavam os peitos dela, a virilha, o rosto, enfiavam os dedos na boca dela, e o gordo também lambia o pescoço dela feito um louco. Levantaram as mãos dela e, tirando a única peça que mal a cobria, deixaram ela completamente pelada. Fizeram ela se ajoelhar e, enquanto o vikingo deixava o animal cair na cabeça da mina por trás, o gordo abriu a boca dela e cuspiu lá dentro. A plateia reagiu, levantando a voz num grito que misturava aprovação e nojo.

Sem pensar muito, o gordo enfiou a pica até o fundo, fazendo a cara da Daniela bater na barriga peluda dele. Ela tentou tirar, mas não conseguiu, e os outros dois caras pegaram as mãos dela e levaram até as picas deles. Dava pra ver que ela mal conseguia fechar as mãos em volta daquelas picas, parecia que tava pendurada nelas enquanto batia uma.

Um "uhhhh" geral ecoou na plateia quando o gordo soltou a cabeça da Daniela. Ele tinha gozado na boca dela, o leite escorrendo pelos lábios. Ela levou um tapa forte do gordo, que apontou o dedo pra ela, repreendendo e obrigando ela a engolir a porra toda. O gordo levantou as mãos como se tivesse comemorando, enquanto a plateia vaiava. Ele foi pra cama e sentou, batendo uma pra aquele pau já murcho, enquanto virava espectador VIP daquele show vulgar.

A Pantera tirou a venda da mina, liberando os olhos dela. Dava pra ver o espanto dela ao ver aquelas duas picas monstruosas apertando as mãos dela. Ela sabia que o que vinha pela frente não ia ser nada agradável. Sem demora, começaram a se revezar perfurando a boca dela, que mal dava conta daquilo. Vergões que provocavam ânsia, afogavam a vítima e faziam ela cuspir e até vomitar saliva. O Vikingo fazia ela cuspir na mão dele e depois esfregava no rosto dela, arruinando a maquiagem e afundando ela cada vez mais na humilhação.

A Daniela tava claramente sobrecarregada com a situação, pra ser sincero, dava até pena dela, ainda mais sem saber como ou por que ela tinha ido parar ali. Os dois pegaram ela e levaram pra cama. Empurraram o gordo pra fora dela, que saiu da arena resmungando e sendo xingado pelo público.

Colocaram ela de quatro na cama. O Vikingo deu a volta toda e foi atrás da boca dela de novo, enquanto a Pantera trabalhava o cu dela com uma progressão de dedos que foi crescendo de 1 até 3. Ele cuspiu na própria pica e, lubrificando a cabeça com uma punhetinha leve, apontou pro cu da Daniela e enfiou até o fundo sem piedade. Ela teria gritado se o Vikingo não tivesse impedido, segurando ela pelo pescoço e enfiando um pouco mais fundo aquela pica que fazia a alegria dos espectadores. O salão, ao contrário do que se podia imaginar, ficou em silêncio, deixando ouvir os balbucios da garota abafados pela rolha de carne que invadia a boca dela. Ela mexia as pernas como se quisesse se soltar, mas o negão segurava ela firme pelos quadris e bem empalada até o fundo, impedindo que escapasse. Depois de um tempo, ela se acalmou, acho que tinha ficado sem forças. Por um momento, pensei que fosse um desmaio de dor, mas tava enganada. Dava pra ver as lágrimas escorrendo dos olhos dela, eram lágrimas de dor e talvez também da asfixia que tavam causando nela.

Quando o Vikingo tirou o animal da boca dela, ela deu uma baita golfada de ar, e depois de um tempo, tava sendo penetrada com força pelo negão enquanto chupava a cabeça do loiro e batia uma punheta pra ele com as duas mãos.

Minha atenção desviou um pouco do show pra notar como a Gabriela tinha aberto as pernas e, puxando a calcinha pro lado, se masturbava enfiando 2 dedos na buceta dela.
O negão, com os gemidos da Daniela e as fortes metidas daquela pica preta que batia as bolas naquele cu que com certeza apertava, soltou um gemido que parecia um grito de guerra e gozou, deixando todo o néctar dentro.

Quando tirou, deixou um buraco que não fechava, o cu dela escorria porra. O negão se afastou, voltando a bater palmas acima da cabeça, como um jogador de futebol que sai agradecendo a torcida.

Vikingo, já com o caminho livre pro cu da Daniela, não demorou pra botar a mão na massa. Ficou atrás dela, que ainda estava de quatro. Enfiou a cabeça com facilidade, pegou ela pelas mãos, levou elas pra trás e levantou, deixando o tronco dela no ar, sustentada pelo Vikingo.
Mi feminización VIII (el show)Ele começou a investida devagar, não tinha enfiado nem metade daquela pica, mas com a boca livre Daniela gemia, gritava e se contorcia de prazer. A perversão do loiro crescia cada vez mais, dava pra ver na cara dele, as investidas ficavam mais fortes, os gritos de Daniela pareciam passar de prazer pra dor, ela pedia pra ele não meter tão forte, e a galera respondia com vaias e xingamentos.

Vikingo soltou os braços dela, deixando ela cair na cama. A cara dela bateu no colchão, deixando a bunda dela toda arreganhada pro macho fazer o que quisesse. Vikingo subiu em cima da cama e se agachou atrás de Daniela. Enfiou um pedaço do pau no cu dela. Ela, já sabendo o que vinha, pedia chorando: "por favor, não, não faz isso, vai me machucar".

Ele parecia ignorar ela, não ia mostrar nem um pingo da tão esperada misericórdia. Os gemidos de Gabriela aumentavam a força dele.

Diante de um estádio em silêncio, esperando o que ia rolar, Vikingo, sem piedade, enfiou aquele animal que tinha entre as pernas até o fundo, as bolas dele encostaram na bunda dela. Daniela soltou um grito ensurdecedor que ecoou no estádio, os olhos dela viraram pra cima, enquanto ela ficava parada, a porra do amante anterior começava a escorrer da buceta dela, escorrendo pelas bolas e pingando no colchão. Aquele pauzão tinha ocupado tudo lá dentro. Ele começou a bombar ela selvagemente, ofegando agressivo que nem um bicho. Daniela não emitia som nenhum, só se ouvia quando a pélvis do Vikingo batia nos glúteos da bunda dela. Depois de várias bombadas, Vikingo tirou a pica e, apontando pro cu dela, gozou, enchendo ela com uma quantidade desumana de porra que banhou a bunda e as costas dela, enquanto a vítima ficava imóvel.

O estádio festejava a crueldade do ato. Enquanto Vikingo se retirava, fazendo reverências pro público. Daniela reagiu, virando de lado e abraçando as pernas em posição fetal. fetal, 2 caras mascaradas entraram e, dando água pra ela, ajudaram ela a sentar.

O animador pediu uma salva de palmas pra Daniela, e o povo respondeu animado.

Pegaram ela cada um de um braço, levantaram e levaram ela da arena andando no ritmo dela, enquanto passava, ela escorria porra deixando um rastro de gotas até sumir da minha vista.

Olhei pra Gabriela, que tava meio vermelha, tinha gozado com o espetáculo morbidão.

- Gostou?
- Tô tentando processar se acabei de ver um show ou um estupro
- Mas gostou?
- Algo me excitou, mas não consigo deixar de sentir um pouco de culpa
- Isso é o que faz ser excitante, né?

Terminamos nossas bebidas, ela chamou o motorista de remis e a gente se preparou pra voltar pra casa.

Ao sair, ela colocou a coleira de novo no meu pescoço, dessa vez as insinuações foram mais pesadas, me apalparam muito, levantaram meu vestido e uns caras me pegaram pelo braço e não queriam me soltar. Ela ameaçou chamar a segurança, e eles desistiram. Não sei o que seria de mim se a Gabriela não tivesse lá. Quando saímos já era noite, perdi a noção do tempo e não consigo estimar quanto tempo durou aquele show, mas fiquei com um tesão do caralho.

Na volta, conversando com o motorista do remis, fizemos ele parar na estrada e a gente comeu ele entre as duas, távamos muito quentes. Acho que demos a foda da vida dele, duvido que ele consiga esquecer.

Continua.

Bom, como sempre, queria que me dissessem o que acharam, toda crítica boa ou ruim é sempre bem-vinda. Dessa vez, tenho que confessar que fiquei com um tesão danado com meu próprio relato e enfiei os dedos e fiz uma punhetação violenta enquanto escrevia, e ainda tô excitada hehe.

Não sou de pedir pontos, mas se gostaram, deixem alguns pelo esforço de escrever enquanto me castigava sexualmente 🙂

Um abraço pra todos. Nos vemos em breve.

2 comentários - Meu show de feminização VIII

TebiJ
Me gusta, me gusta. Ya imagino a Dai castigada, siendo el centro de atención, siendo el show.
Ahora el grandote "Tebby"... con ese nombre estoy más q seguro q por dentro es una nena amante de la verga jajaja