UMA MENSAGEM DE TEXTO
Não vou perder muito tempo me apresentando ou me descrevendo, porque isso não é importante pra história. Só vou dizer que sou um cara normal, não sou superdotado, modelo ou tenho um físico incrível. Já minha parceira (já que não somos casados) também não é uma modelo super explorada, ela é atraente (depende do gosto) e chama atenção em muitos casos quando estamos na rua.
Vou começar dizendo que conheci minha parceira numa viagem de trabalho fora do nosso país de residência. Na época, morávamos em cidades diferentes, mas no mesmo instituto. Por causa da minha profissão, tenho um cargo mais alto que o dela, e por coincidências da vida, depois dessa viagem, comecei a frequentar a cidade dela e iniciamos uma bela amizade de aproximadamente 1 ano, até decidirmos começar a sair. Como as cidades eram distantes, eu viajava praticamente a cada 15 dias, e claro, o sexo era muito apaixonado. E embora ela não seja muito de usar lingerie sexy, de vez em quando me surpreendia com uns fio-dental ou caleçoninhos que me excitavam pra caralho. Depois de 3 anos nessa ida e volta de viajar a cada quinze dias, decidimos morar juntos, e o lugar seria a cidade de quem tivesse melhores benefícios no trabalho. Por reviravoltas do destino, eu saí do emprego onde estava e consegui um com mais benefícios e mais estável, então ela acabou se mudando pra cidade onde eu morava.
Nesses anos juntos, descobri que ela não tem muito apetite sexual, e o sexo, mesmo morando juntos, não mudou muito. Na verdade, piorou bastante, porque não é tão apaixonado e as surpresas praticamente desapareceram (pelo menos eu achava). Não posso negar que de vez em quando rolava umas tesões ou umas situações bem quentes, mas não é o comum.
Normalmente, por causa do meu horário, costumo comer em casa, enquanto ela tende a comer fora na maioria das vezes, já que o trabalho dela é "de campo", por assim dizer, e sempre trocamos mensagens de texto pra confirmar onde cada um está, isso tem sido uma rotina que mantemos há muitos anos. Uns meses atrás, durante a semana, ela me diz que cumpriu as metas da semana e que vai tirar um dia de folga, já que a colega de trabalho dela (com quem ela faz o serviço normalmente) precisa resolver uns assuntos pessoais, e por isso ela pensa em tirar o dia e almoçar comigo. Essa situação também é bem comum, já que a colega de trabalho dela foi uma conhecida da faculdade onde me formei e frequentamos certos círculos sociais, então tenho bastante contato com ela.
Ao chegar no escritório, não encontro uns documentos, embora não fosse nada importante, ficava martelando na cabeça onde eles poderiam estar. Umas uma hora depois, mando uma mensagem pra minha parceira perguntando se por acaso esses documentos estão em casa, supondo, claro, que ela está lá. Passaram uns 30 minutos e ela responde que:
Ela: se você deixou
Não dei muita importância porque não precisava deles com urgência e respondi pela mensagem:
"Ok, é que eu não sabia onde tinha deixado", ela responde:- Você vem buscar ele, eu respondoDesculpe, não posso realizar essa tradução. Não, só queria saber onde tinha deixado eles, a gente se vê ao meio-dia.
Não tinham passado três minutos quando chega outra mensagem dela:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Oi, amor, me atrasei um pouco porque tive que voltar em casa, mas não se preocupa que tô indo com o que você gosta e mais uma surpresinha"
Na hora entendi que aquela mensagem não era pra mim, começou uma série de sentimentos confusos, entre raiva, ciúme, nem sei descrever. Falei com um colega de trabalho que é tipo meu irmão, pedi o carro emprestado, disse que precisava ir pro centro da cidade e que minha caminhonete era muito ruim pra aquela hora e difícil de estacionar. Imagino que ele não engoliu essa história, mas mesmo assim me emprestou o carro sem perguntar nada.
Fui direto pra casa (felizmente pra mim, moro a 15 minutos do trabalho) e estacionei na diagonal da entrada do condomínio, esperando que ela ainda não tivesse saído no carro dela pra poder seguir. Não passaram 5 minutos e ela aparece na entrada do condomínio com um vestido que eu tinha dado de aniversário e que ela usou só no jantar que convidei ela naquele dia, e ficava uma gostosa, outra vez aquele turbilhão de sentimentos. Não passaram mais 5 minutos e chegou um táxi, ela entrou.
Comecei a seguir e, depois de uns 10 minutos, me deu uma sensação estranha no estômago — acho que sei pra onde ela tá indo — e peguei um caminho diferente pra evitar suspeitas. Estacionei na frente de um conjunto residencial onde mora um conhecido (não é amigo nem nada), na verdade é um cara que quando conheci já me deu nos nervos, e sei onde ele mora porque num evento social fiz um favor pra um colega da faculdade e, como a gente tava passando perto da casa dele, demos uma força. Mas como falei, ele não me desceu bem, e não tinha comentado nada com minha mina, porque o trajeto foi muito curto e nem conversamos com ele na hora, então nem liguei.
Chegando o táxi, minha mulher desce, eu com o celular começo a tirar fotos, praticamente tô na frente dela, ela não percebe porque o vidro é escuro e obviamente não Ele imaginava que eu tava naquele carro. Quando se viram, se agarraram num beijo longo e apaixonado, e o filho da puta pegou na bunda da minha mulher com gana, parecia que queria comer ela toda. Nisso, passa um grupo de moleques que cumprimentam ele, percebi que ela ficou meio envergonhada e fez sinal pra entrarem no condomínio. Começaram a entrar, e ele não tirou a mão da bunda dela o caminho inteiro.
Naquela hora, eu não sabia o que fazer, tava puto da vida. Pra me acalmar, desci do carro e fui tomar um café no bar da esquina, pra aliviar os nervos, a ansiedade, a raiva. Quando sentei nas mesas da calçada, esperando pra ver se eles saíam pra outro lugar ou ficavam, os mesmos moleques que cumprimentaram o velho começaram a comentar com o funcionário do bar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Um dos caras diz: "Viu a puta que o velho contratouDesculpe, não posso realizar essa tradução. O outro responde: "Pelo menos essa é mais gostosa que as loucas que ele sempre traz.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Outro cara disse: Não, mas no fim de semana passado ele trouxe uma que tava explodindo de gostosa, a desgraçada. Eu fiquei de pau duro só de olhar pra ela.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Então entra o funcionário do local e diz: “Aquele velho tá comendo aquela mina, mas eu não acho que seja uma puta, bom, uma puta daquelas que cobram, porque essa é tipo a terceira vez que eu vejo ela” e ela não tem cara de puta de rua daquelas que aquele velho filho da puta costuma pegar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Afinal, outro diz: E a mulher do velho é tão gostosa, eu posso fazer um favor pra ela.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. Que arrombado aquele gordo feio, não trabalha, é sustentado por uma mulherão e ainda come um monte de puta durante a semana.
Ali me deu mais tesão, uns 20 minutos sentado ouvindo os caras, escrevo pra minha mulher, mas não mando texto normal, como a gente sempre faz, e sim pelo WhatsApp, pra evitar que ela visse que eu mandei uma mensagem de texto errada. Faltava mais ou menos uma hora e meia pro horário do almoço e mando: “Princesa, não vou almoçar em casa porque deu um imprevisto no escritório, te convido pra jantar pra me redimir”. E vou pro escritório, obviamente entreguei o carro do meu amigo, peço pro meu chefe me liberar a tarde, falando que não tava me sentindo bem. E vazo da empresa tentando disfarçar minhas emoções, sinceramente não sei se consegui.
Chego no condomínio, estaciono a caminhonete no estacionamento mais escondido, entro em casa e a primeira coisa que faço é pegar a pouca lingerie sexy que ela tem e deixo do lado de fora, assim como outro vestido tão gostoso quanto o que ela tava usando, o resto da roupa toda coloco nas malas que temos nos armários e em sacos.
Faltando uns 30 minutos pro almoço, ela me escreve:
“Ok príncipe, vou comer sozinha, não se preocupa, vai chegar muito tarde?” e eu mando:
“Lá pro meio da tarde deixo tudo pronto e vazo”.
Fico em casa, planejando o que fazer, a real é que ela tinha que sair de casa, já não confiava mais nela, mas como reagir, o que falar, não conseguia nem imaginar a reação que eu poderia ter ao vê-la e descobrir tudo.
A espera é interminável, mas passaram umas duas horas e ouço ela entrando em casa. A cara que ela fez quando me viu não foi normal, ficou de todas as cores, não sabia como reagir, só conseguiu falar: “Chegou cedo”.
Eu respondi o mais calmo possível: “É, conseguimos terminar cedo – e pra onde você tava indo?” Ela não responde, só vai pra cozinha.
Pergunto: “O que era que você gostava, com quem ia se encontrar e qual era a surpresa?” Ela responde: Do que você tá falando? Você tá louco ou tomou umas a mais no almoço? Reenvio a mensagem que ela tinha me mandado mais cedo. Uma lágrima começa a escorrer. Falo com voz firme: tira o vestido. No começo ela recusa e tenta sair do lugar, não deixo e repito, mais calmo que da primeira vez, mas com mais autoridade – falo: se não tirar na marra, vou rasgar ele aqui mesmo. Ela deixa o vestido cair, tava usando um conjunto de lingerie que me deixava louco, e ela tinha usado, acho, umas duas vezes.
Eu: Esse é o que o seu amante gostava.
Ela: Silêncio.
Eu: Pra quantos mais você já desfilou?
Ela: Não é o que você tá pensando? – mando as fotos que tirei quando ela tava se beijando com o degenerado – ela começa a chorar.
Eu: Espero que você tenha gozado com ele, porque agora você vai FODER comigo, e não tô nem aí se você quer ou não.
Avanço nela e coloco ela de bruços na bancada da cozinha, tiro a calcinha fio dental e o sutiã, falei – nem pense que vou te masturbar ou lamber a buceta pra entrar suave. Tirei a calça e, com toda a força que tinha, tomado pela raiva, enfio a pica na buceta dela e ela dá um grito desgarrador, e começo a meter com mais força. Depois puxo o cabelo dela e abraço, começo a falar obscenidades tomado pela raiva. Depois arrasto ela pra sala e lá COMI ela em todas as posições que lembrei na hora. Acho que nem as putas são tratadas assim. Meti com toda a minha vontade, não lembro se gozei ou não. Numa delas, mando ela fazer sexo oral em mim e gozo na cara dela – nunca tinha feito isso.
Levo ela pro quarto de hóspedes e falo: nem pela buceta você vai foder na cama que era nossa, e continuo comendo ela. De repente, coloco ela de quatro e abro ela. Se nos anos que estávamos juntos eu tinha feito sexo anal nela umas duas vezes, era muito. Percebi que o cu dela tava meio irritado. Não saberia dizer na hora se era porque ela tinha dado o cu pro filho da puta ou se ele tinha enfiado alguma coisa. Um consolador por ali.
Me deito nas costas dela e pergunto: "Também deu o cu pra ele?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. NãoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Tá segura?, porque pra você vai ser pior. Se não me contar a verdade, ela chorando diz que não.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Te falei, mas tu tá com a buceta aberta" – só falei pra ver a reação dela – ela ficou em silêncio uns segundos e depois disse: "não meteu o pau, mas eu me masturbei.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Menos mal que eu vou te dar mesmo. E meti até o fundo e bati até não aguentar mais, fiquei exausto. Fui tomar banho, ela mal conseguia se mexer, imagino que por causa das vezes que aquele filho da puta comeu ela e das vezes que eu comi também. Não sei se comigo ela gozou, mas nem ligava, só queria me vingar da humilhação que ela me fez passar. Depois de me lavar e a tesão passar, ela ainda estava largada na cama. Puxei ela pelos cabelos e enfiei no chuveiro, mas não no do quarto principal, e sim no banheiro de serviço.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. Se quiser, se lava, mas se não quiser, também não tô nem aí, só toma um banho pra te levar, porque o filho da puta que te comeu ainda vai tomar um sustinho.
Ela me olha com uma cara de susto, como se tivesse visto um fantasma. Quando foi tomar banho, tentou andar até o quarto, mas não conseguia, parecia que tava doendo tudo. Quando vê a tanga que deixei pra ela e o vestido, me pergunta pra onde vou levá-la.
— Pra casa do seu amante, porque se ele pode te comer, também pode te sustentar. E já que você veste o que ele gosta, tenho certeza que essa tanga e esse vestidinho vão deixar ele doido.
Ela chorava, dizia que foi só uma vez, que não ia acontecer de novo. Foi aí que eu falei que tinha seguido ela e ouvido a conversa dos caras, onde te viram várias vezes por lá, e sobre as putas que o velho filho da puta comia, e que ela era uma delas.
Ela ficou em silêncio, como se não quisesse se vestir. Praticamente vesti ela à força e peguei as malas. Quando ela viu, se assustou:
— E isso o quê?
— Sua roupa. Ou você achava que eu ia te manter aqui enquanto você dava pra outro?
Ela chorava, esperneava e gritava, mas eu arrastei ela à força e coloquei na caminhonete. No caminho, ela tentava me convencer a perdoar, dizendo que não ia fazer mais, mas eu já tinha decidido. Chegamos no condomínio residencial. O porteiro olhou a caminhonete, abaixou o vidro do lado dela, pra confirmar minhas suspeitas de que já tavam saindo há um tempinho. E, de fato, o porteiro viu ela, fez um sinal, como se fosse um cumprimento, e abriu o portão.
Naquele momento, ela baixou a cabeça…
Eu não lembrava direito qual torre o filho da puta morava, mas cheguei lá. Desci minha mulher e perguntei qual era o apartamento enquanto descia as malas.
— Não fala nada? — falei. — Pra você é pior, porque posso te deixar aqui sozinha. Você que sabe…
Ela me disse o número do apartamento. Subi com ela. Bati na campainha e quem atendeu foi a esposa do filho da puta.
Surpresa, ela perguntou quem eu era e o que tava fazendo ali naquela hora, e mais surpresa ainda com as malas que eu carregava… E eu respondi:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Eu era o parceiro dessa puta que você vê aqui, mas como o marido dela quer ela pra ele e já tá comendo ela há um tempão, então que ele assuma a responsabilidade toda. Tô deixando ela aí com o que ele gosta, vestida de puta.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. A mulher não sabe o que fazer nem o que dizer, nessa hora o filho da puta aparece, e me fode mais ainda o orgulho, é um velho, gordo, feio pra caralho e mal cuidado. Viro pra minha mulher: É isso que te excita? Então fica aí, aproveita. O velho, por sua vez, não fala nada, parece que vai ter um infarto.
Nessa hora saio do apartamento e vou embora. Chego em casa, uns quinze minutos depois o telefone começa a tocar — surpresa — minha mulher. Só desligo o telefone e vou deitar pra dormir, depois da foda que eu dei, precisava descansar. Óbvio que não dormi nada.
Daquele momento em diante, uma série de episódios aconteceu, que vou contar aos poucos. Esses são fatos que estão rolando agora. Desculpa se for muito longo, e se acabar entediando vocês, mas tô fazendo isso mesmo por catarse, senão eu fico maluco.
Não vou perder muito tempo me apresentando ou me descrevendo, porque isso não é importante pra história. Só vou dizer que sou um cara normal, não sou superdotado, modelo ou tenho um físico incrível. Já minha parceira (já que não somos casados) também não é uma modelo super explorada, ela é atraente (depende do gosto) e chama atenção em muitos casos quando estamos na rua.
Vou começar dizendo que conheci minha parceira numa viagem de trabalho fora do nosso país de residência. Na época, morávamos em cidades diferentes, mas no mesmo instituto. Por causa da minha profissão, tenho um cargo mais alto que o dela, e por coincidências da vida, depois dessa viagem, comecei a frequentar a cidade dela e iniciamos uma bela amizade de aproximadamente 1 ano, até decidirmos começar a sair. Como as cidades eram distantes, eu viajava praticamente a cada 15 dias, e claro, o sexo era muito apaixonado. E embora ela não seja muito de usar lingerie sexy, de vez em quando me surpreendia com uns fio-dental ou caleçoninhos que me excitavam pra caralho. Depois de 3 anos nessa ida e volta de viajar a cada quinze dias, decidimos morar juntos, e o lugar seria a cidade de quem tivesse melhores benefícios no trabalho. Por reviravoltas do destino, eu saí do emprego onde estava e consegui um com mais benefícios e mais estável, então ela acabou se mudando pra cidade onde eu morava.
Nesses anos juntos, descobri que ela não tem muito apetite sexual, e o sexo, mesmo morando juntos, não mudou muito. Na verdade, piorou bastante, porque não é tão apaixonado e as surpresas praticamente desapareceram (pelo menos eu achava). Não posso negar que de vez em quando rolava umas tesões ou umas situações bem quentes, mas não é o comum.
Normalmente, por causa do meu horário, costumo comer em casa, enquanto ela tende a comer fora na maioria das vezes, já que o trabalho dela é "de campo", por assim dizer, e sempre trocamos mensagens de texto pra confirmar onde cada um está, isso tem sido uma rotina que mantemos há muitos anos. Uns meses atrás, durante a semana, ela me diz que cumpriu as metas da semana e que vai tirar um dia de folga, já que a colega de trabalho dela (com quem ela faz o serviço normalmente) precisa resolver uns assuntos pessoais, e por isso ela pensa em tirar o dia e almoçar comigo. Essa situação também é bem comum, já que a colega de trabalho dela foi uma conhecida da faculdade onde me formei e frequentamos certos círculos sociais, então tenho bastante contato com ela.
Ao chegar no escritório, não encontro uns documentos, embora não fosse nada importante, ficava martelando na cabeça onde eles poderiam estar. Umas uma hora depois, mando uma mensagem pra minha parceira perguntando se por acaso esses documentos estão em casa, supondo, claro, que ela está lá. Passaram uns 30 minutos e ela responde que:
Ela: se você deixou
Não dei muita importância porque não precisava deles com urgência e respondi pela mensagem:
"Ok, é que eu não sabia onde tinha deixado", ela responde:- Você vem buscar ele, eu respondoDesculpe, não posso realizar essa tradução. Não, só queria saber onde tinha deixado eles, a gente se vê ao meio-dia.
Não tinham passado três minutos quando chega outra mensagem dela:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Oi, amor, me atrasei um pouco porque tive que voltar em casa, mas não se preocupa que tô indo com o que você gosta e mais uma surpresinha"
Na hora entendi que aquela mensagem não era pra mim, começou uma série de sentimentos confusos, entre raiva, ciúme, nem sei descrever. Falei com um colega de trabalho que é tipo meu irmão, pedi o carro emprestado, disse que precisava ir pro centro da cidade e que minha caminhonete era muito ruim pra aquela hora e difícil de estacionar. Imagino que ele não engoliu essa história, mas mesmo assim me emprestou o carro sem perguntar nada.
Fui direto pra casa (felizmente pra mim, moro a 15 minutos do trabalho) e estacionei na diagonal da entrada do condomínio, esperando que ela ainda não tivesse saído no carro dela pra poder seguir. Não passaram 5 minutos e ela aparece na entrada do condomínio com um vestido que eu tinha dado de aniversário e que ela usou só no jantar que convidei ela naquele dia, e ficava uma gostosa, outra vez aquele turbilhão de sentimentos. Não passaram mais 5 minutos e chegou um táxi, ela entrou.
Comecei a seguir e, depois de uns 10 minutos, me deu uma sensação estranha no estômago — acho que sei pra onde ela tá indo — e peguei um caminho diferente pra evitar suspeitas. Estacionei na frente de um conjunto residencial onde mora um conhecido (não é amigo nem nada), na verdade é um cara que quando conheci já me deu nos nervos, e sei onde ele mora porque num evento social fiz um favor pra um colega da faculdade e, como a gente tava passando perto da casa dele, demos uma força. Mas como falei, ele não me desceu bem, e não tinha comentado nada com minha mina, porque o trajeto foi muito curto e nem conversamos com ele na hora, então nem liguei.
Chegando o táxi, minha mulher desce, eu com o celular começo a tirar fotos, praticamente tô na frente dela, ela não percebe porque o vidro é escuro e obviamente não Ele imaginava que eu tava naquele carro. Quando se viram, se agarraram num beijo longo e apaixonado, e o filho da puta pegou na bunda da minha mulher com gana, parecia que queria comer ela toda. Nisso, passa um grupo de moleques que cumprimentam ele, percebi que ela ficou meio envergonhada e fez sinal pra entrarem no condomínio. Começaram a entrar, e ele não tirou a mão da bunda dela o caminho inteiro.
Naquela hora, eu não sabia o que fazer, tava puto da vida. Pra me acalmar, desci do carro e fui tomar um café no bar da esquina, pra aliviar os nervos, a ansiedade, a raiva. Quando sentei nas mesas da calçada, esperando pra ver se eles saíam pra outro lugar ou ficavam, os mesmos moleques que cumprimentaram o velho começaram a comentar com o funcionário do bar.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Um dos caras diz: "Viu a puta que o velho contratouDesculpe, não posso realizar essa tradução. O outro responde: "Pelo menos essa é mais gostosa que as loucas que ele sempre traz.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Outro cara disse: Não, mas no fim de semana passado ele trouxe uma que tava explodindo de gostosa, a desgraçada. Eu fiquei de pau duro só de olhar pra ela.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Então entra o funcionário do local e diz: “Aquele velho tá comendo aquela mina, mas eu não acho que seja uma puta, bom, uma puta daquelas que cobram, porque essa é tipo a terceira vez que eu vejo ela” e ela não tem cara de puta de rua daquelas que aquele velho filho da puta costuma pegar.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Afinal, outro diz: E a mulher do velho é tão gostosa, eu posso fazer um favor pra ela.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. Que arrombado aquele gordo feio, não trabalha, é sustentado por uma mulherão e ainda come um monte de puta durante a semana.
Ali me deu mais tesão, uns 20 minutos sentado ouvindo os caras, escrevo pra minha mulher, mas não mando texto normal, como a gente sempre faz, e sim pelo WhatsApp, pra evitar que ela visse que eu mandei uma mensagem de texto errada. Faltava mais ou menos uma hora e meia pro horário do almoço e mando: “Princesa, não vou almoçar em casa porque deu um imprevisto no escritório, te convido pra jantar pra me redimir”. E vou pro escritório, obviamente entreguei o carro do meu amigo, peço pro meu chefe me liberar a tarde, falando que não tava me sentindo bem. E vazo da empresa tentando disfarçar minhas emoções, sinceramente não sei se consegui.
Chego no condomínio, estaciono a caminhonete no estacionamento mais escondido, entro em casa e a primeira coisa que faço é pegar a pouca lingerie sexy que ela tem e deixo do lado de fora, assim como outro vestido tão gostoso quanto o que ela tava usando, o resto da roupa toda coloco nas malas que temos nos armários e em sacos.
Faltando uns 30 minutos pro almoço, ela me escreve:
“Ok príncipe, vou comer sozinha, não se preocupa, vai chegar muito tarde?” e eu mando:
“Lá pro meio da tarde deixo tudo pronto e vazo”.
Fico em casa, planejando o que fazer, a real é que ela tinha que sair de casa, já não confiava mais nela, mas como reagir, o que falar, não conseguia nem imaginar a reação que eu poderia ter ao vê-la e descobrir tudo.
A espera é interminável, mas passaram umas duas horas e ouço ela entrando em casa. A cara que ela fez quando me viu não foi normal, ficou de todas as cores, não sabia como reagir, só conseguiu falar: “Chegou cedo”.
Eu respondi o mais calmo possível: “É, conseguimos terminar cedo – e pra onde você tava indo?” Ela não responde, só vai pra cozinha.
Pergunto: “O que era que você gostava, com quem ia se encontrar e qual era a surpresa?” Ela responde: Do que você tá falando? Você tá louco ou tomou umas a mais no almoço? Reenvio a mensagem que ela tinha me mandado mais cedo. Uma lágrima começa a escorrer. Falo com voz firme: tira o vestido. No começo ela recusa e tenta sair do lugar, não deixo e repito, mais calmo que da primeira vez, mas com mais autoridade – falo: se não tirar na marra, vou rasgar ele aqui mesmo. Ela deixa o vestido cair, tava usando um conjunto de lingerie que me deixava louco, e ela tinha usado, acho, umas duas vezes.
Eu: Esse é o que o seu amante gostava.
Ela: Silêncio.
Eu: Pra quantos mais você já desfilou?
Ela: Não é o que você tá pensando? – mando as fotos que tirei quando ela tava se beijando com o degenerado – ela começa a chorar.
Eu: Espero que você tenha gozado com ele, porque agora você vai FODER comigo, e não tô nem aí se você quer ou não.
Avanço nela e coloco ela de bruços na bancada da cozinha, tiro a calcinha fio dental e o sutiã, falei – nem pense que vou te masturbar ou lamber a buceta pra entrar suave. Tirei a calça e, com toda a força que tinha, tomado pela raiva, enfio a pica na buceta dela e ela dá um grito desgarrador, e começo a meter com mais força. Depois puxo o cabelo dela e abraço, começo a falar obscenidades tomado pela raiva. Depois arrasto ela pra sala e lá COMI ela em todas as posições que lembrei na hora. Acho que nem as putas são tratadas assim. Meti com toda a minha vontade, não lembro se gozei ou não. Numa delas, mando ela fazer sexo oral em mim e gozo na cara dela – nunca tinha feito isso.
Levo ela pro quarto de hóspedes e falo: nem pela buceta você vai foder na cama que era nossa, e continuo comendo ela. De repente, coloco ela de quatro e abro ela. Se nos anos que estávamos juntos eu tinha feito sexo anal nela umas duas vezes, era muito. Percebi que o cu dela tava meio irritado. Não saberia dizer na hora se era porque ela tinha dado o cu pro filho da puta ou se ele tinha enfiado alguma coisa. Um consolador por ali.
Me deito nas costas dela e pergunto: "Também deu o cu pra ele?Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. NãoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Tá segura?, porque pra você vai ser pior. Se não me contar a verdade, ela chorando diz que não.Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Te falei, mas tu tá com a buceta aberta" – só falei pra ver a reação dela – ela ficou em silêncio uns segundos e depois disse: "não meteu o pau, mas eu me masturbei.Desculpe, não posso realizar essa tradução. Menos mal que eu vou te dar mesmo. E meti até o fundo e bati até não aguentar mais, fiquei exausto. Fui tomar banho, ela mal conseguia se mexer, imagino que por causa das vezes que aquele filho da puta comeu ela e das vezes que eu comi também. Não sei se comigo ela gozou, mas nem ligava, só queria me vingar da humilhação que ela me fez passar. Depois de me lavar e a tesão passar, ela ainda estava largada na cama. Puxei ela pelos cabelos e enfiei no chuveiro, mas não no do quarto principal, e sim no banheiro de serviço.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. Se quiser, se lava, mas se não quiser, também não tô nem aí, só toma um banho pra te levar, porque o filho da puta que te comeu ainda vai tomar um sustinho.
Ela me olha com uma cara de susto, como se tivesse visto um fantasma. Quando foi tomar banho, tentou andar até o quarto, mas não conseguia, parecia que tava doendo tudo. Quando vê a tanga que deixei pra ela e o vestido, me pergunta pra onde vou levá-la.
— Pra casa do seu amante, porque se ele pode te comer, também pode te sustentar. E já que você veste o que ele gosta, tenho certeza que essa tanga e esse vestidinho vão deixar ele doido.
Ela chorava, dizia que foi só uma vez, que não ia acontecer de novo. Foi aí que eu falei que tinha seguido ela e ouvido a conversa dos caras, onde te viram várias vezes por lá, e sobre as putas que o velho filho da puta comia, e que ela era uma delas.
Ela ficou em silêncio, como se não quisesse se vestir. Praticamente vesti ela à força e peguei as malas. Quando ela viu, se assustou:
— E isso o quê?
— Sua roupa. Ou você achava que eu ia te manter aqui enquanto você dava pra outro?
Ela chorava, esperneava e gritava, mas eu arrastei ela à força e coloquei na caminhonete. No caminho, ela tentava me convencer a perdoar, dizendo que não ia fazer mais, mas eu já tinha decidido. Chegamos no condomínio residencial. O porteiro olhou a caminhonete, abaixou o vidro do lado dela, pra confirmar minhas suspeitas de que já tavam saindo há um tempinho. E, de fato, o porteiro viu ela, fez um sinal, como se fosse um cumprimento, e abriu o portão.
Naquele momento, ela baixou a cabeça…
Eu não lembrava direito qual torre o filho da puta morava, mas cheguei lá. Desci minha mulher e perguntei qual era o apartamento enquanto descia as malas.
— Não fala nada? — falei. — Pra você é pior, porque posso te deixar aqui sozinha. Você que sabe…
Ela me disse o número do apartamento. Subi com ela. Bati na campainha e quem atendeu foi a esposa do filho da puta.
Surpresa, ela perguntou quem eu era e o que tava fazendo ali naquela hora, e mais surpresa ainda com as malas que eu carregava… E eu respondi:Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. Eu era o parceiro dessa puta que você vê aqui, mas como o marido dela quer ela pra ele e já tá comendo ela há um tempão, então que ele assuma a responsabilidade toda. Tô deixando ela aí com o que ele gosta, vestida de puta.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo. A mulher não sabe o que fazer nem o que dizer, nessa hora o filho da puta aparece, e me fode mais ainda o orgulho, é um velho, gordo, feio pra caralho e mal cuidado. Viro pra minha mulher: É isso que te excita? Então fica aí, aproveita. O velho, por sua vez, não fala nada, parece que vai ter um infarto.
Nessa hora saio do apartamento e vou embora. Chego em casa, uns quinze minutos depois o telefone começa a tocar — surpresa — minha mulher. Só desligo o telefone e vou deitar pra dormir, depois da foda que eu dei, precisava descansar. Óbvio que não dormi nada.
Daquele momento em diante, uma série de episódios aconteceu, que vou contar aos poucos. Esses são fatos que estão rolando agora. Desculpa se for muito longo, e se acabar entediando vocês, mas tô fazendo isso mesmo por catarse, senão eu fico maluco.
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