Reencontro de duas amigas. Parte 3





Depoisde uma noite tão emocionante que viveram. essas duas amigas, por motivos diferentes, foram se distanciando tanto no trabalho quanto nas ocupações de dona de casa.




C. Segui com minha rotina de sempre de dona de casa, esposa dedicada à família.
O lado bom pra mim, é que consegui me reencontrar comigo mesma, como mulher. Me dediquei mais a me sentir gostosa, desejada, atraente, consegui ter meu tempo livre só pra mim.


Sair sozinha pra comprar roupa, fio dental, legging, no fim me ver mais puta e não tão mulher abandonada.
Notava quando saía como os homens me olhavam, os peitos, a raba, e as mulheres me invejavam minha figura. O que mais me excitava nisso tudo eram os olhares das mulheres. Pensava comigo mesma: será que tô ficando lésbica ou sempre fui?


Quando saía sozinha pra fazer compras, sempre comprava legging um número menor, pra marcar a fio dental enfiada na minha bunda, queria que roçasse enquanto andava e sentia minha buceta molhada de tesão.
Chegava em casa com a fio dental inteira encharcada, mas satisfeita de prazer. Não me trocava na hora que chegava, esperava terminar minhas tarefas de casa e cuidar da minha família.


Quando terminava meu dia, podia cuidar de me satisfazer sozinha, sem ajuda do meu marido, porque já não sentia vontade de ficar com ele. Entrava no banheiro e era como um ritual: tirar a legging e depois a tanguinha minúscula que eu tava usando. Passava ela pelo meu nariz pra sentir meu cheiro e perceber o quanto eu tava molhada.


Pensava nas mulheres que eu cruzava durante o dia, no jeito que me olhavam, isso já bastava pra eu me masturbar e ficar satisfeita.


Meu marido me procurava o tempo todo, encostava o pau na minha bunda, beijava meu pescoço, apalpava meus peitos. No nosso quarto, ele andava pelado com o pau duro, mas eu já não sentia nada, não me dava nem um tesão.


Nossa relação tava num ponto que a qualquer hora a gente ia se separar, os homens não me atraíam mais.
Numa das minhas saídas de compras de sempre, fui tomar um café numa confeitaria. Pedi um café pro garçom e fui no banheiro. Quando entrei, ouvi uma mina discutindo e gritando, percebi que ela tava falando no telefone. Não liguei muito e segui na minha.


Depois de alguns minutos me olhando no espelho, eu abaixo a legging e ajusto a fio dental pra apertar mais. Não consigo evitar de ouvir a mina começando a chorar. Pergunto se ela tava bem? Ela não me respondia nada, aí insisto de novo: cê tá bem?
e a garota me responde que sim. valeu. ok, falo e sigo na minha.


Quando tô indo embora, ela me pede se posso ficar, porque tava muito angustiada. Respondo que sim.
A garota em questão se chama Vesna, é da Eslovênia.
V. Sai abrindo a porta do banheiro individual, me hipnotiza com a beleza dela, os olhos brilhando de tanto chorar.


Meu coração batia a mil, meus bicos do peito ficaram duros, comecei a ficar toda molhada, foi tipo uma flechada de tesão que sentia um calor dentro de mim.


V. Vestia um jeans super apertado, com uma regata até o umbigo, um cabelo preto preso e uns óculos. Notei como os bicos dos peitos marcavam na regata, era uma mina intelectual pelo jeito que se vestia, por causa dos óculos.


V. me diz "oi" e se apresenta.


C. eu digo pra ela que meu nome é Carla.


V. Ela me agradece por não ter ido embora.


C. De nada, tudo bem, respondo pra ela.


V. Ela me pergunta se quero beber algo e se posso fazer companhia pra ela por um tempo.


C. Respondo que sim, sem problema. Na hora, mil ideias loucas de fantasia com ela passaram pela minha cabeça. Ela tava toda molhada e gostosa.


C. aí me trazem meu café, falo pro garçom.


V. fala pro garçom trazer uma cerveja artesanal puxada. Depois de uns minutos, me diz que precisa beber algo não tão suave, porque a verdade é que ela tá meio na bad.


C. Fica tranquila, não te faz bem ficar tão mal por um cara.


V. Ela me agradece de novo por ter ficado com ela. Diz que não queria ficar sozinha.


C. Notei que tu tava chorando, se quiser pode me contar, o que que aconteceu?


V. Briguei com minha mina, ela me largou por outra, me contou pra minha surpresa.


C. Surpresa com esse depoimento, fico calada.


V. Não tem problema você ser lésbica, né? — ela me pergunta.


C. Não, não tá tudo bem, falei pra ela.
V. me pede pra acompanhar ela com uma cerveja, não quer parecer uma bebada. E seri


C. eu falo pra ela que não sou de beber, mas já que uma mina tão doce e gostosa me pede, vou abrir uma exceção.


C. Não conseguia parar de olhar pros bicos dos peitos dela e pros lábios. Tava muito excitada com a presença dela.


V. percebia como ela me olhava do mesmo jeito que eu olhava pra ela.


C. Perguntei pra ela se pelo menos conseguiu esquecer um pouco de todo aquele sofrimento que tava passando.
V. Ela me disse que sim, que se não fosse por mim, ela teria conseguido sair do banheiro.


C. Enquanto isso, eu tava de leggins branca e uma fio dental preta que dava pra ver de tão transparente que era, marcando toda minha rabeta. Minha camiseta era meio largona, não curto mostrar os peitos por causa do tamanho que tenho, mas é impossível esconder um baita par desses.


C. Meu celular toca, no melhor da nossa conversa, é meu marido perguntando que horas vou pra casa. Falo pra ele que daqui a uma hora. Tô com uma amiga.


V. Ao ouvir minha conversa, me pergunta se eu tô num relacionamento?


C. respondo que sim, sou casada e tenho duas filhas.


V. Me diz que se eu quisesse, ele poderia me buscar de carro, pra eu não ter problema em casa.


C. rapidinho te conto que tá tudo errado com meu parceiro, a gente tá na última fase antes de se separar. Falo pra ele não fazer drama, outra hora ia contar com detalhe minha situação.
Torcendo pra gente se encontrar de novo.


V. Dale, dale, sem drama. Vamo que eu te levo.


C. Eu estava me divertindo tanto que a última coisa que queria era ir embora.


V. Ela fala: deixa que eu pago.


C. Como é que você vai me pagar, eu falo, se acabou de me conhecer.


V. Enquanto isso, ela me dá uma indireta: "Com uma companhia tão gostosa, não posso deixar você pagar, até porque você é muito gata.


C. Valeu, você é uma gostosa, e eu fico olhando descaradamente pras suas tetas. Levanto primeiro e vou em direção à porta, percebo como ela olha pra minha bunda. Sinto um flechada dos olhos dela.


V. abre a porta do carro pra mim.


C. E sem querer eu toco na bunda dela. Peço desculpa, toda corada.


V. "Não esquenta, não fez nada", ela me diz.


C. Subimos no carro e pega um sinal vermelho, crio coragem e passo a mão na buceta dela fingindo que não foi nada.


V. e no meio disso tudo, ela ri e não solta nenhum comentário, sabia que alguma coisa ia rolar porque via nos olhos dele como me devorava com o olhar.


C. Eu tava muito excitado, ela me olhava e eu não me reconhecia, nunca tinha tido coragem pra algo assim, mas tava com muita vontade de comer ela.


V. Ligo o carro e seguimos nosso caminho. Enquanto a gente conversa, ele me diz que sou muito gostosa, que não conseguia tirar os olhos da minha bunda, que adorava como minha fio dental aparecia na legging. Depois de terminar de falar, quando pegamos outro semáforo, ele me dá um beijo e apalpa meus peitos.


C. eu obviamente não falei nada, tava muito tesuda naquele momento.


V. Quando ela percebe que tem que dar a volta, ela procura algum lugar pra estacionar o carro. E continuar nos apalpando, a gente ficou uns 15 minutos nos tocando.


C. Eu, do jeito que posso, naquela altura, tiro a legging, mostro a fio-dental pequenininha que tô usando.


V. Ela, sem perder tempo, me pega na buceta, fala que tá bem molhadinha, puxa ela pro lado e passa a língua procurando meu clitóris. Ficou brincando uns 5 minutos com a linguinha dela.


C. Era a hora de eu começar a brincar também. Abaixo o jeans dela um pouquinho, molho minha mão com minha saliva nos meus dedos, e procuro o buraquinho dela, percebo como ela começa a suspirar. Ela tava toda molhada.
Tinha esquecido que precisava chegar em casa, não tava nem aí pra nada, só queria comer ela. A gente continuou mais uns minutos se beijando de língua, a única coisa que me veio na cabeça foi deixar ela toda molhada pra quando a gente se encontrar, a gente se acabar na cama.


V. Ela queria continuar.


C. Mas deu um jeito, eu saí e falei pra ele que hoje não dava.
Tinha que chegar na minha casa.


V. Por sorte ele conseguiu entender e, como recompensa, tirei minha calcinha fio-dental molhada com meu cheiro gostoso e dei de presente pra ele.


V. Ela também tinha uma lembrancinha pra mim, me deu a dela com o número de celular escrito. Que cheiro gostoso que saía daquela fio dental.


C. prometi pra ela que ia recompensar ela na próxima vez que a gente se ver.


Continua...






P.S.: Por favor, agradeço por passar.

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