Mi vida en Europa 2: mi cuñada 2

Ela tinha os braços quentinhos, o cheiro do pescoço dela junto com o cabelo era muito excitante. Por trás, vi como ela mordia o lábio inferior; abracei ela com mais força, deslizando a mão esquerda até a barriga dela, a outra bem debaixo do peito e dei um beijo no pescoço.

Ela reagiu na hora e de um jeito que eu não esperava, tirou meus braços do corpo dela com força e se afastou rápido de mim.
- Não, não, não, isso tá errado, isso não pode estar acontecendo.
- Calma, não tem problema, a gente não fez nada.
- Não, isso é impossível.
- Se acalma, não rolou nada… vem, me desculpa, não vai embora.
- Maturidade, não quero falar sobre isso, isso tá errado… maturidade.

Fiquei com muita raiva e desespero ao mesmo tempo, passou um monte de coisa na minha cabeça, e uma delas era que todo mundo ia perceber, tava 100% certo de que a atitude dela comigo tinha mudado completamente, e os poucos avanços que eu tinha em tanto tempo tinham ido pro caralho. Fiquei me lamentando por ter perdido uma boa chance de ganhar mais confiança com ela… falei comigo mesmo:
- Porra, seu punheteiro de merda, custava esperar mais um pouco? Ela é fria que nem gelo, tem que ir com calma, além do mais é sua cunhada, a jogada tava indo bem, talvez demorasse mais uns meses, mas era um caminho sólido pra comer ela quando quisesse… agora tudo foi pro saco.

Desci pra ver se minha mulher tinha levantado, mas não… meus sogros ainda tavam vendo TV, e já começaram com as perguntas.
- O que vocês estavam fazendo?
- Nada, só conversando enquanto eu arrumava a cozinha.
- Sobre o que vocês estavam falando?
- Bah, já nem lembro, de tudo, das crianças, do trabalho… nada de interessante.
- Ahhh… e por que você veio?

Não sei se eles suspeitavam de algo e tavam me pressionando pra ver onde eu pisava na bola, ou se era só curiosidade mesmo… o pessoal aqui às vezes é muito chato, pergunta demais, quase igual criança “e por quê”, “e por quê”… então fiquei na minha, e tentei esvaziar a cabeça. pra poder responder rápido e sem hesitar
• Ela terminou de limpar a cozinha e queria ler um livro, por isso vim
• Ahhh, ok

Parece que essa resposta foi bem convincente e não continuaram perguntando. Isso foi entre 1 e 2 da tarde, mais ou menos.

Lá pelas 4 tomamos café todo mundo junto, e a cunhada estava muito séria… o marido chegou naquele momento e a primeira coisa que perguntou foi se tinha acontecido algo com ela… ela disse que não… os sogros começaram a pressionar ela também pra falar o que tinha, que ela estava muito estranha… ela cada vez mais nervosa, prestes a falar alguma coisa, eu tava com o cu na mão.

Mas sério, vocês deviam ver como a pressão social aqui tem um papel muito sério na vida das pessoas, é estressante… eles se metem na sua vida e te enchem de perguntas até conseguirem o que querem, e se você é um bunker, não fala nada e manda todo mundo tomar no cu, aí te excluem da sociedade e você é o “esquisito”. Morando aqui entendi por que as pessoas sofrem de depressão grave, e por que o bullying é um assunto realmente complexo que leva as pessoas a tomarem decisões idiotas. Tem que ser muito forte pra realmente cagar pro que os outros pensam de você, tipo, na América Latina o povo é um saco com questões sociais, a família te enche o saco porque você não vai no casamento do primo, seus amigos podem te xingar porque você não quer ir ao cinema… mas no fim das contas ainda são família, e amigos… aqui não, aqui te excluem completamente, até da família.

Bom… já vou parar de divagar…

A cunhada se rendeu e falou!
- Tô grávida de 2 meses

Todo mundo ficou em choque, o marido nem sabia da notícia… e essa nova informação acabou de fuder meu plano maligno.
A cunhada olhou nos meus olhos e baixou o olhar meio com vergonha, não sei por quê… os sogros estavam felizes, o marido nem se fala, mas ela parecia muito mal.

Os dias passaram, e o comportamento dela comigo era muito Áspero… eu não podia falar nada porque de uma vez ela me respondia com algo realmente grosso, tava igual uma puta raivosa. O marido (às vezes eu sinto pena, porque ele é meio bobo e gente boa) um dia me disse pra não ligar pra ela, que era coisa da gravidez, que ela tava assim com ele também… senti um pouco de remorso por ele…

Durante a gravidez dela, tentei conversar, às vezes ela tava de bom humor, outras não… de vez em quando eu falava que ela tava gostosa, que não tinha engordado nada… e essas coisas faziam ela baixar a guarda e ela amolecia um pouco.

Umas semanas antes do parto, resolvi confrontar ela… a gente tinha almoçado junto, depois foram dormir e eu fiquei só com ela, como em várias outras vezes, e dessa vez ela tava de bom humor, então aproveitei…

- Quer falar sobre o que aconteceu outro dia na cozinha?
- Não, verdade, não quero
- Ok, desculpa por ter tocado no assunto
- Não, fica tranquilo (sorrindo), mas quero te falar uma coisa… (fez uma pausa e respirou fundo)… Me assustou muito o que eu tava sentindo, não sei por quê, foi muito excitante, mas é que isso é errado… mas não tô te culpando, não leva a mal, você não fez nada de errado, eu gostei e simplesmente me assustei
- Não sei o que te dizer, eu também fiquei muito excitado e senti vontade de te abraçar, não quis me aproveitar de você
- Mas você me entende? A gente tem compromisso, sua mulher é minha irmã… não é estranho pra você?
- Sim, claro

A conversa continuou assim, nada sério, nada concreto, eu não sabia realmente o que dizer, me sentia como um menino sendo repreendido. Percebi que meu erro foi ter flertado com ela como se eu tivesse tentando conquistar ela num tom de namoro, como se fosse uma novinha, e pelo visto tava funcionando, mas os valores éticos dela não deixaram ela ir mais longe… talvez saber que ela tava grávida fez ela analisar melhor a situação, nunca vou saber…

Mas tava claro que furar essa parede moral ia dar trabalho e eu não fazia ideia de como fazer.

Chegou o parto, tudo bem, tudo normal… não aconteceu nada. Interessante entre nós dois… o bebê cresceu uns meses e eles vieram com a proposta de eu ser o padrinho, e como diz o ditado “entre mãe e compadre, mais perto eu chego o pau”.

Depois do batizado, ela ficou mais solta pra falar comigo. (Uma coisa que esqueci de mencionar é que a gente se vê todo fim de semana, às vezes dormimos na casa dos sogros, por isso consegui criar uma relação mais próxima com ela, apesar dos altos e baixos emocionais dela).

Continuei fazendo comentários sobre o corpo dela, e como ela tava gostosa depois da gravidez, sério, não engordou nem 1 kg, continuava igualzinha, mas dessa vez eu não falava com respeito nem de forma ensaiada, era mais espontâneo, tipo: “aah, foi no salão, ficou bom”, “com essa calça parece que tem uma bunda”; e esse tipo de comentário fazia ela rir, diferente de antes que ela ficava sem graça.

A sogra percebeu que tinha algo estranho rolando e me falou:
- Acho que você tá pegando minha outra filha.
- (nunca esperava isso na vida) quê?????? Kkkkkkkk
- Kkkkk tô falando sério! Acho que ela tá te dando mole.
- Nada, isso é piada, a piada é ela saber dar mole, porque ela é mais fria que uma geladeira.
- Kkkkkk tá, tá, mas falando sério, toda vez que você vem ela veste uma roupa nova, e ela não é de comprar coisa toda hora, ainda mais pra usar em casa, talvez pra uma festa, mas pra ficar em casa… não, acho que você tá pegando ela.
- (já tava ficando nervoso) não, sogra, sério, isso não pode ser, não percebi nada.
- Ah! Te peguei, safado! Ouvi você falando que ela tá bonita!!
- (rir era minha única saída) kkkkk um elogio não faz mal a ninguém, além disso ela tava bonita, mas não acho que tá me dando mole.
- Kkkkk relaxa, não tô te acusando de crime… ouvi você uma vez falar que o corte de cabelo dela tava bonito, e agora ela vai mais vezes no salão. No salão de cabeleireiro… o marido é um idiota, ela nunca se arruma porque ele nunca elogia ela, nunca fez isso, não sei por que ela casou com ele, não sei o que viu nele… é feio ver uma mulher, e ainda mais uma filha, se apagar porque o marido é um porco
- Nossa, sogra, verdade que eu não queria saber tanto hahaha
- Ahhh é que eu preciso desabafar, aquele idiota nunca está em casa, as crianças sempre perguntam por que ele não está, e agora com o bebê eu pensei que ele ia mudar, mas foi pra pior, agora ele viaja mais de 2 semanas por causa do trabalho, não sei o que ele faz… ninguém sabe
- Ele deve ter seus motivos, não quero julgar

- Bom, bom… ele que sabe o que faz… e voltando ao assunto (com um olhar meio diabólico) você já agarrou uma bunda dela?
- O quê???? Não!!! Isso é uma armadilha, né?? Hahaha
- Ah! Não seja tímido, estamos entre amigos, eu conheço minhas filhas, e ela é muito reservada, e se ela se arruma tanto quando você vem é por algum motivo… além disso, vocês ficam muito tempo sozinhos quando os outros veem TV ou dormem… nunca rolou nada?
- (eu já estava realmente assustado) não sogra, como assim?? Sendo sincero, sim, ela me parece gostosa, mas não, não rolou nada (eu me sentia como se estivesse fazendo um exame de próstata)

- Ou você é um santo, ou é viado, ou acha que eu sou otária
- (otária eu não era, disso eu tinha certeza, e eu não sabia como escapar dessa situação… fiquei meio sério) sogra, você realmente acha que eu tô fazendo alguma coisa com minha cunhada?

- Não estou te acusando de nada, e não sei como é no seu país, mas aqui isso é muito estranho, nenhum homem fica horas conversando com outra mulher que não seja a dele, e vocês passam muito tempo sozinhos, conversam demais, isso não é normal… e pelo que vi, ela gosta, e olha que ela é muito quieta, não gosta de falar, mas com você ela se solta e fala de livros, do que fez no dia, o que as crianças fizeram… essas coisas ela não fala nem com o marido, e você também não conversa tanto com sua mulher - Uuhh, desculpa, mas minha mulher não me falou nada, não sabia que eu tava incomodando ela.
- Relaxa, ela não disse nada, ninguém me falou nada… todo mundo acha que eu sou bobinha, mas eu tô de olho em tudo e não me escapa nada, e ver minha filha depois de uma gravidez se sentir mulher de novo, não dá pra ignorar, e eu gosto disso. Só vou te falar uma coisa: tem duas famílias em jogo e as duas são irmãs, faz as coisas direito, ninguém descobre e você tem minha bênção com as duas.

- Isso tá realmente acontecendo? Isso não é um sonho? Eu preciso acordar…
- Kkkk sim, sim, bem real, e tudo que eu falei foi muito sério, não é nenhuma armadilha, mas lembra: NINGUÉM pode saber, nem eu… bom, eu sou meio fofoqueira, se eu perceber alguma coisa, te aviso pra vocês tomarem cuidado, lembra que sua mulher também é minha filha e não quero que você a negligencie ou machuque, mas se ninguém souber, todo mundo fica feliz.
- Quê??????
- Kkkk esquece tudo que eu falei, acho que você tem um trauma… tô começando a achar que você é um santo.

Depois dessa conversa, eu não sabia o que pensar, se a sogra tava me armando uma pegadinha pra ver se eu abria o jogo com ela, ou se tudo que ela disse era verdade e ela tava de acordo com uma “infidelidade saudável”. A putaria de pensar que a sogra podia ser cúmplice do meu plano me deixava duro só de imaginar, mas era uma carta que eu não podia usar de qualquer jeito, porque se fosse uma armadilha, eu tava ferrado.

Então segui as recomendações da sogra e tentei ser um pouco mais discreto.

4 comentários - Mi vida en Europa 2: mi cuñada 2

faaa me encanto el relato!! espero la continuacion
exelente relato!! me quede con ganas de saver como sigue!!!
No es una trampa en lo absoluto!!! si te dijo eso es para que vayas seguro y con más cuidado...
Alguna fotito sin las caras no le vendría nada mal al post...
Espero el aviso de la continuación... RECOMENDADO!!!
Mi vida en Europa 2: mi cuñada 2