Espero que a primeira parte tenha agradado vocês, fv. comentem pra melhorar...
As Delícias da Alice II
No primeiro relato, vocês conheceram essa dupla explosiva que tive há 5 anos: a Alice, uma mulher linda de peitos voluptuosos com dois bicos que furvavam a roupa, uma bunda normal, mas com glúteos durinhos e umas pernas lindas e longas. Depois daquela explosão de fluidos interestelares que tivemos, a libido caiu — ou pelo menos a gente achou. Resolvemos comer algo, deitamos pelados na cama e bateu uma fome do caralho, precisávamos repor as energias. Pedimos o melhor menu do mundo: dois sanduíches de milanesa com batata. Enquanto esperávamos, agradeci à minha amada com beijinhos na bochecha por ela ter realizado minha fantasia erótica com ela.
Não sei por quê, mas tem uns detalhes bem pessoais nas mulheres que fazem elas pirar de prazer. Não existe só um ponto G, e esses são pontos pra aproveitar como um bom amante. No caso da Alice, ela tinha uma perdição pelo pescoço, abaixo da orelha, e pelo cabelo.
Enquanto dava beijinhos na bochecha dela e sussurrava meus agradecimentos, comecei a passar os dedos no cabelo dela, e senti umas pequenas explosões no corpo dela. Raramente a gente ficava sozinho e com grana, e os astros continuavam alinhados a nosso favor. Meu corpo, ao ver as reações eróticas da Alice, respondeu na hora, e ela, me vendo tão grato, colocou a bunda na minha cara e começou a fazer loucuras na minha glande com a língua dela. Por um momento, fiquei imóvel de olhos fechados, curtindo o momento. Essa sessão cheia de sexo ia ser inesquecível. A Alice tinha se soltado e entendido como me excitava rapidamente: a língua dela circulando na minha glande de um jeito tão romântico.
Quando abri os olhos, senti uma umidade extra no meu queixo, e o cu dela se mexia suave na minha frente. Com uma mão, puxei o cabelo dela e empurrei pra ela engolir toda a minha pica veiuda e dura. E com a mão esquerda, abri os glúteos dela com força, sentindo um gemido leve da boca ocupada dela. Com a língua, comecei a roçar o cu dela. Em círculos, sem tocar direito, a Alicia tirou minha pica da boca dela, se esticou um pouco e com o mamilo dela ficava acariciando a cabeça explosiva da minha pica, me deixou a mil. Eu dobrei o travesseiro e me aproximei de novo do cu dela e meti minha língua o mais fundo que deu dentro dele, ela já tava em outra dimensão, e eu já tava entrando. Ela começou a erguer as costas e apertar a bunda dela contra minha boca, tava entrando em transe, começou a ir e vir muito rápido, até sentir gotas no meu queixo e um tremor elétrico. Nunca tinha sentido um orgasmo tão foda, parece que o sexo oral satisfez tanto ela quanto eu. Fiquei com minha pica apontando pro ventilador e a campainha tocou. Fui atender pelado com a grana na mão e, abrindo a porta só um pouco, tentei pegar o pedido. A Alicia desceu da cama e, atrás da porta enquanto eu recebia os sanduíches, começou com tudo a chupar minha pica. A situação me encheu de tesão, e eu estiquei ao máximo a conversa esperando ele me dar o troco. Ele não tinha troco, então sugeri pagar tudo junto na saída do turno, enquanto se ouvia: — Chuuppp, chuuuppp, chuuppp. Ele, percebendo a situação, desviou o olhar, mas com um pouco de timidez eu me despedi e fechei a porta. Virei a Alicia no ar, larguei os sanduíches numa bancada, e ela me esperava com as pernas abertas, mostrando toda a buceta dela, com as pernas esticadas e a cabeça apoiada na cama. Peguei minha vara e apoiei nos lábios maiores dela, com minha mão comecei a guiar do clitóris até o cu dela, e assim continuei pra fazer aquele dia inesquecível. Já num momento, a Alicia me disse: — Pelo amor de Deus, Pedro, pelo buraco que você quiser, mas enfia tudo dentro, não aguento maaais. Eu tava pensando em fazer ela sofrer um pouco mais, e começou a sair um animal de dentro de mim. Agarrei ela pelos cabelos e guiei ela pro meu pau e, com mais violência que antes, ela engoliu a pica inteira, fazendo ela engasgar. Novamente a coloquei na mesma posição de antes, e comecei a brincar com ela de novo. Eu, como outros homens que já me confessaram, no segundo gozo tenho muito mais resistência e me transformo num adonis sexual. Comecei a bater com meu pau na buceta dela e intercalava isso com enfiar a cabeça do meu pau na buceta dela, e voltava a bater com meu ferro, plapp, plaapppp, plaaap. E já com toda minha fúria e a buceta dela como um poço d'água e vapor, enfiei até o fundo, guiei a mão dela até minhas bolas e comecei a meter e tirar violentamente. Comecei a sentir a temperatura subir uns 10 graus mais, por dentro era um fogo. Tirei meu pau da buceta dela e tentei enfiar no cu dela, que tanto me excitava. Custou pra entrar, mas na base da força e com um gemido da Alicia, entrou até a cabeça e suavemente comecei a meter o ferro todo, prestes a explodir e com os gritos dela que me deixavam louco, minhas bolas ficaram duras como juntando pressão. Quando a Alicia jogou o corpo todo pra trás e com força e com a rabeta dela fez movimentos laterais, eu estourei, soltando jatos de gozo dentro das tripas dela. Depois desse orgasmo mútuo, nos limpamos, comemos e fomos embora relaxados e cansados.

As Delícias da Alice II No primeiro relato, vocês conheceram essa dupla explosiva que tive há 5 anos: a Alice, uma mulher linda de peitos voluptuosos com dois bicos que furvavam a roupa, uma bunda normal, mas com glúteos durinhos e umas pernas lindas e longas. Depois daquela explosão de fluidos interestelares que tivemos, a libido caiu — ou pelo menos a gente achou. Resolvemos comer algo, deitamos pelados na cama e bateu uma fome do caralho, precisávamos repor as energias. Pedimos o melhor menu do mundo: dois sanduíches de milanesa com batata. Enquanto esperávamos, agradeci à minha amada com beijinhos na bochecha por ela ter realizado minha fantasia erótica com ela.
Não sei por quê, mas tem uns detalhes bem pessoais nas mulheres que fazem elas pirar de prazer. Não existe só um ponto G, e esses são pontos pra aproveitar como um bom amante. No caso da Alice, ela tinha uma perdição pelo pescoço, abaixo da orelha, e pelo cabelo.
Enquanto dava beijinhos na bochecha dela e sussurrava meus agradecimentos, comecei a passar os dedos no cabelo dela, e senti umas pequenas explosões no corpo dela. Raramente a gente ficava sozinho e com grana, e os astros continuavam alinhados a nosso favor. Meu corpo, ao ver as reações eróticas da Alice, respondeu na hora, e ela, me vendo tão grato, colocou a bunda na minha cara e começou a fazer loucuras na minha glande com a língua dela. Por um momento, fiquei imóvel de olhos fechados, curtindo o momento. Essa sessão cheia de sexo ia ser inesquecível. A Alice tinha se soltado e entendido como me excitava rapidamente: a língua dela circulando na minha glande de um jeito tão romântico.
Quando abri os olhos, senti uma umidade extra no meu queixo, e o cu dela se mexia suave na minha frente. Com uma mão, puxei o cabelo dela e empurrei pra ela engolir toda a minha pica veiuda e dura. E com a mão esquerda, abri os glúteos dela com força, sentindo um gemido leve da boca ocupada dela. Com a língua, comecei a roçar o cu dela. Em círculos, sem tocar direito, a Alicia tirou minha pica da boca dela, se esticou um pouco e com o mamilo dela ficava acariciando a cabeça explosiva da minha pica, me deixou a mil. Eu dobrei o travesseiro e me aproximei de novo do cu dela e meti minha língua o mais fundo que deu dentro dele, ela já tava em outra dimensão, e eu já tava entrando. Ela começou a erguer as costas e apertar a bunda dela contra minha boca, tava entrando em transe, começou a ir e vir muito rápido, até sentir gotas no meu queixo e um tremor elétrico. Nunca tinha sentido um orgasmo tão foda, parece que o sexo oral satisfez tanto ela quanto eu. Fiquei com minha pica apontando pro ventilador e a campainha tocou. Fui atender pelado com a grana na mão e, abrindo a porta só um pouco, tentei pegar o pedido. A Alicia desceu da cama e, atrás da porta enquanto eu recebia os sanduíches, começou com tudo a chupar minha pica. A situação me encheu de tesão, e eu estiquei ao máximo a conversa esperando ele me dar o troco. Ele não tinha troco, então sugeri pagar tudo junto na saída do turno, enquanto se ouvia: — Chuuppp, chuuuppp, chuuppp. Ele, percebendo a situação, desviou o olhar, mas com um pouco de timidez eu me despedi e fechei a porta. Virei a Alicia no ar, larguei os sanduíches numa bancada, e ela me esperava com as pernas abertas, mostrando toda a buceta dela, com as pernas esticadas e a cabeça apoiada na cama. Peguei minha vara e apoiei nos lábios maiores dela, com minha mão comecei a guiar do clitóris até o cu dela, e assim continuei pra fazer aquele dia inesquecível. Já num momento, a Alicia me disse: — Pelo amor de Deus, Pedro, pelo buraco que você quiser, mas enfia tudo dentro, não aguento maaais. Eu tava pensando em fazer ela sofrer um pouco mais, e começou a sair um animal de dentro de mim. Agarrei ela pelos cabelos e guiei ela pro meu pau e, com mais violência que antes, ela engoliu a pica inteira, fazendo ela engasgar. Novamente a coloquei na mesma posição de antes, e comecei a brincar com ela de novo. Eu, como outros homens que já me confessaram, no segundo gozo tenho muito mais resistência e me transformo num adonis sexual. Comecei a bater com meu pau na buceta dela e intercalava isso com enfiar a cabeça do meu pau na buceta dela, e voltava a bater com meu ferro, plapp, plaapppp, plaaap. E já com toda minha fúria e a buceta dela como um poço d'água e vapor, enfiei até o fundo, guiei a mão dela até minhas bolas e comecei a meter e tirar violentamente. Comecei a sentir a temperatura subir uns 10 graus mais, por dentro era um fogo. Tirei meu pau da buceta dela e tentei enfiar no cu dela, que tanto me excitava. Custou pra entrar, mas na base da força e com um gemido da Alicia, entrou até a cabeça e suavemente comecei a meter o ferro todo, prestes a explodir e com os gritos dela que me deixavam louco, minhas bolas ficaram duras como juntando pressão. Quando a Alicia jogou o corpo todo pra trás e com força e com a rabeta dela fez movimentos laterais, eu estourei, soltando jatos de gozo dentro das tripas dela. Depois desse orgasmo mútuo, nos limpamos, comemos e fomos embora relaxados e cansados.
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