La amiga de mi abuela 15

E chegou a noite e o jantar de aniversário da Tita, todo mundo na casa dela, em família, se divertindo num clima descontraído de piadas e música. Em certo momento, a mãe comentou como a comida estava gostosa — era um serviço de lanches como se costumava naquela época —, e a Tita respondeu: "É da padaria e confeitaria da avenida. Você lembra da Carmen, sua colega de escola?" "Como não vou lembrar se a gente estava sempre junto? Mas faz muito tempo que não vejo ela. Desde que ficou viúva, ela fica o tempo todo naquele negócio." "É verdade", acrescentou a Tita. "E hoje ela me disse que precisava de um rapaz para ajudar com as entregas e para arrumar um pouco o salão, já que era uma vergonha não poder entregar nada em casa, como hoje que tivemos que ir buscar com seu filho. E, na verdade, me ocorreu uma coisa: você não quer que eu pergunte se ela experimenta com o Tony? Quem sabe nas férias, enquanto ele não está na escola, ele pode ganhar uma grana." Eu olhei para ela como quem diz: "Tita, você me entregou para aquela mulher imponente?", mas minha mãe me trouxe de volta à realidade: "Você quer?" "Sim", respondi na hora. "Bom, vou consultar com meu marido." "Pergunta agora", disse a Tita. "E se ele disser que sim, eu amanhã mesmo levo ele e apresento para a Carmen. Digo que é seu filho e pronto." "Bom, vou perguntar", ela foi falar com meu pai, enquanto a aniversariante aproveitou para me dizer quase no ouvido: "Agora depende de você comer aquela mulher." "Bom", disse minha mãe ao voltar, "seu pai disse que, se você quiser, pode ir. Que pelo menos você saiba o que é trabalhar no verão." E aí o jantar acabou para mim. Desde aquele momento, só conseguia pensar no sexo que teria com minha patroa. Quando voltamos para casa, me deitei e continuei pensando na mesma coisa. Tão focado nisso que não percebi que, já pelada, minha avó estava prestes a entrar na minha cama. Ela entrou e, automaticamente, agarrou meu pau, puxando minha cueca para baixo. E quase sem dar tempo de enfiar tudo na boca dela, ejaculei jorrando a porra grossa que... tinha acumulado pensando em comer a Carmen, depois de engolir até a última gota do meu leite, a vovó disse: se você vai ficar assim de tesão depois de foder a padeira, não tem problema você ir trabalhar com ela, pelo menos até você comê-la pela primeira vez, se é que você vai conseguir. Você vai voltar com as bolas bem cheias e duras e toda noite eu vou esvaziar e amaciar elas. Nós rimos, eu a abracei e conversamos. Por que a mamãe nunca disse que era amiga da Carmen? Não sei, elas eram comparsas quando garotas, iam juntas para todo lado, o que o seu avô não gostava muito, pois dizia que a Carmen era muito rápida. Até que um dia ela começou a namorar um rapaz mais velho, o filho do velho padeiro, e pouco tempo depois se casou, teve família e parou de frequentar as amigas do bairro. Quando o filho foi crescendo, começou a trabalhar no negócio e, quando há alguns anos o marido morreu, ela assumiu tudo. Bom, agora vou indo, assim você dorme que tem que acordar cedo. Bom, eu disse, você tem razão, vai para o seu quarto dormir. Mas não faça de sonsa e, antes de ir, vire de costas e fique de quatro, porque desde que te vi hoje à noite com essa saia justa, estou com vontade de arrombar seu cu. Sem terminar de dizer a frase, a cabeça do meu pau, lubrificada pelo que ela tinha me contado, já estava forçando seu esfíncter para entrar fundo na sua bunda, o que consegui com um empurrão forte. "Nenê", ela disse no meio de um gemido abafado, "você tem que aprender uma coisa: depois de um jantar importante, uma senhora deve ir ao banheiro antes de fazer sexo anal, porque senão, quando entra um pau fundo de uma vez, pode dar merda. Como eu agora. Então mexe devagar, goza e tira devagar, porque você vai tirar o pau cheio de bosta e eu quero sujar o mínimo possível." Fiz como ela indicou e tirei totalmente enfarruscado. Ela me deu um beijo e disse: "Vai se lavar, enquanto eu troco os lençóis. Mas essa você vai me pagar, é a segunda vez que você me faz cagar. Além disso, e olha que você tem um pau normal, nem quero imaginar como você me deixaria com um pau de negro.

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