Kari, o vacilo dela e o encontro com um paraguaio

Estou escrevendo meu primeiro relato que trata de dar testemunho de conversas e descrições que uma amiga me fez, a quem chamarei de Kari por conveniência, embora não seja seu nome verdadeiro, casada, 39 anos, nascida numa área nobre vizinha à Cidade Autônoma de Buenos Aires, embora atualmente viva com o marido e os dois filhos num bom apartamento do bairro de Belgrano. Kari é uma mina argentina normal, casada há uns 18 anos, com dois filhos adolescentes hoje em dia. Descrevo ela: cabelo loiro, olhos castanhos, 1,64 de altura, 53 quilos, medidas 89-57-88, uma mulher gostosa pra caralho!!

Kari, que é sempre muito caprichada na aparência e com um estilo casual que mostra uma certa cultura e preparo, embora não seja formada na universidade, seu vocabulário, seu conhecimento geral e até suas expressões ou como escreve mostram que foi bem educada pelos pais, ambos profissionais. Ela mesma, bem casada com um funcionário de alto escalão de uma empresa privada, num momento da vida percebeu que estava insatisfeita sexualmente e decidiu experimentar outros caminhos, caminhos do prazer nunca explorados por uma mina argentina de classe média, casada e que foi desvirginada pelo próprio marido, um pouco antes de casar. No casamento dela, a real é que o sexo está entre as coisas mais esquecidas, transando só um dia por semana, por exemplo, e onde tudo era e é feito de forma rotineira, sem pensar em mudar o que já vem sendo feito, mesmo que isso não satisfaça plenamente os envolvidos. A partir desse cenário, Kari decidiu dar o "mau passo" e contatar caras desconhecidos pra transar. Isso aconteceu uns 8 anos atrás, ou seja, ela tinha por volta de 31 anos, uma MILF gostosa pra caralho, com muita fome de ser satisfeita depois de levar uma vida onde o sexo no casamento era tipo um tabu ou algo assim.

Através do chat da cidade, ela conseguiu estabelecer contato primeiro com um estudante jovem, com quem em hotéis O alojamento conseguiu deixar pra trás a penetração única do marido e, finalmente, depois de duas sessões onde só chupou pau, no terceiro encontro o jovem amigo degustou sexualmente sua carne jovem e ansiosa. No começo, com muito mais culpa do que prazer para Kari, mas ela atravessou uma barreira importante para uma mulher: fazer cuckold no marido e iniciar o caminho morbidamente prazeroso, ou o prazer morbidamente.

Com o segundo dos jovens contatados — tanto o primeiro quanto o segundo que ela havia conhecido num chat de sexo, que na época eram meios de ampla difusão, e depois, se aceitasse, passava os celulares de contato e os locais de encontro e abordagem eram geralmente em pontos centrais onde ela passava para buscar seus “escolhidos” com o carro — e de onde seus escolhidos selecionados eram os que escolhiam o hotel para onde iriam para seus encontros, que em muitos casos ela pagava (ou ajudava no pagamento). Acho que era por puro tesão mórbido, por sentir aquela sensação de pagar “pra ser comida”, algo próximo à humilhação, ou ela via assim, já que em muitos casos desconhecia o mundo da sacanagem no qual estava entrando rapidamente.

Nos primeiros contatos, eram encontros furtivos. Os primeiros selecionados eram estudantes e funcionários mais jovens que ela. O primeiro teve acesso à buceta dela, o segundo incorporou o acesso anal ao corpo dela.

O terceiro que ela conheceria seria um paraguaio, uns 20 anos mais velho que ela, jardineiro, que morava na região dos arredores de Tigre, nada a ver com o mundo de Kari, vários degraus sociais abaixo. Mas o paraguaio tinha algo que, conversando e conversando, surgiu, e ainda por cima o jardineiro mandou fotos, consciente de que era seu principal recurso e sua forma de se tornar atraente: era a posse de um pau de 22 cm, segundo ele divulgava. Minha amiga foi tomada pela curiosidade e pelo tesão mórbido, mas os bem-dotados chamavam particularmente sua atenção. Lembrem-se de que ela sempre começava pelo sexo oral. Ela adorava e ainda adora chupar aquela pica, algo que com o marido nunca fez e nem faz. Lá, a transa é tradicional (ela diz que goza... pelo menos na maioria das vezes), uma vez por semana, e sobre os assuntos de que gosta ou não gosta, não se fala diretamente. Então o paraguaio já virou "o candidato" para ser abordado por essa MILF doida por uma carne no osso, e se fosse de tamanho XXL, melhor ainda. Depois ela ia descobrir que o paraguaio não era muito higiênico, mas isso pouco importou... ela só queria conhecer uma pica daquelas proporções, que na verdade a deixava louca de curiosidade de que uma coisa dessas pudesse existir.

Depois de combinar com Salvador — esse é o nome do jardineiro paraguaio (embora com muitos anos morando na Argentina) —, ela passou com o carro pela região de Tigre e deixou ele subir. Foram para um motel vagabundo, daqueles que o Salvador conhecia, e como tudo tinha começado com uma aposta, assim que entraram no quarto, Kari tirou um centímetro para conferir e ver se o Salva (como ela gosta de chamá-lo) era bem dotado mesmo. Aí o jardineiro se colocou à disposição da jurada (no caso, a Kari) para que ela conferisse a hombridade que ele tinha. Depois de minha amiga constatar que o tamanho anunciado não era mentira, ela mesma se ajoelhou diante do seu garanhão latino-americano e foi descobrir o prepúcio dele para agarrar com a boca aquele pedaço de carne que tanto desejara e que tanta curiosidade despertara nela. Ela saboreou cada pedaço daquela carne e, como ela sempre diz, o primeiro contato, que na maioria das vezes é oral, não dura muito. Salvador deixou no rosto dela um produto grosso e esbranquiçado, resultado da porra que uma boca ainda desconhecida para ele tinha proporcionado, mas que se tornaria um clássico de uma vez por semana nos encontros com uma mulher casada, que ele acostumou a deixar a leitada dentro da buceta, porque ele dizia não gostar de usar camisinha. Karina sabia que não podia exigir nada para gozar com aquele garanhão. Mistura de guarani com italiano, então ela tomou as precauções necessárias. Depois do boquete da minha amiga Kari, teve um pequeno descanso, e claro ela começou a brincar de novo com a pica do parceiro ocasional dela, chupando até que Salvador, já ligado, teve uma ereção importante, que quis aproveitar enfiando o pedaço dele dentro da buceta da sua recém-conhecida companheira. E embora Kari diga que não tem problemas de lubrificação, abrir espaço pra aquela pica teve seus perrengues, não foi tarefa fácil pra ela. O amigo Salvador não manjava muito de truques pra facilitar a entrada da pica dele, não era a especialidade dele nem ele achou que precisasse, então só empurrava, não usava preparar a companheira, ainda mais com um tamanho tão considerável. Então o trabalho era mais da minha amiga, que ficava excitada só de se ver naquela situação, algo impensável pra ela, uma mulher casada e mãe de dois meninos pequenos. Naquele momento, Karina ainda tinha pelos na buceta, coisa que com o tempo foi eliminando porque o amante dela não gostava dos pequenos pelinhos pubianos que enfeitavam a entrada vaginal dela. Lembrava que naquela vez, do tesão que tava, os pelos dela estavam totalmente encharcados numa substância transparente e babosa, aspecto que facilitaria a entrada da pica do Salvador. Aquela primeira vez ela sofreu na introdução do membro do parceiro, foi bem trabalhoso mas não sem um prazer bizarro e transgressor, pelo jeito que aquele macho a colocava à disposição dele, como ele abria ela e como penetrava sem contemplação, até como gozou dentro da buceta dela, inundando de porra de pica, produzida pelas gonadas masculinas de um jardineiro de 1,80 de altura, ombros largos e a bruteza própria de um indivíduo que se dedica a um trabalho pesado. Tudo que pra ela era incomum, a coisa continuou mas isso vai ser assunto de outros relatos futuros.

(com certeza esse relato vai continuar) ......)

3 comentários - Kari, o vacilo dela e o encontro com um paraguaio

cornu99 +1
Muy bueno ...me encantaria que mi flaca tenga un novio asi bien pijudo y morocho .....
me alegro que te haya gustado amigo!!