Mercedes, a gostosa do sexo

Era um 31 de dezembro. Na verdade, 1º de janeiro, fomos tomar umas bebidas no centro com um amigo. Sentamos nas mesas da calle de um bar com clientes de maior idade. Do nosso lado, um casal mais velho. Uns 50 anos, entre drinks a gente falava de tudo com meu amigo. Ao mesmo tempo, notei que o cara do lado da mulher levantava toda hora pra ir no banheiro. Numa dessas escapadas dele, eu tava falando com meu amigo sobre o que tinha feito naqueles dias, que tive muita coisa pra fazer. Aí ela me diz: "Ah, mas você não dorme nada, neném?" Por inspiração, falo: "Se você quiser, eu não durmo mais." Ela só sorriu e a gente cortou o momento de se conhecer porque o parceiro dela voltou. Continuei bebendo como se nada. Dez minutos depois, ele vai pro banheiro de novo. Vamos chamar ele de Seu Banheiro. "Sou Mercedes, prazer. Cê dorme tão pouco mesmo?" "Costumo dormir pouco, Mercedes, menos ainda quando vale a pena ficar acordado, e você parece valer a pena." Mer: "Ah, neném, me deixou vermelha." Eu: "Você é daqui?" Mer: "Moro com meu marido num condomínio não muito longe daqui." Seu Banheiro voltou e a gente cortou o papo. Daí a pouco, ele foi de novo. Trocamos números e combinamos de continuar a conversa por telefone pra não fazer propaganda da infidelidade. No dia seguinte, mando um texto às 9 da manhã esperando falar: "Oi Mer, ontem à noite te dei meu número no bar, queria que a gente tomasse alguma coisa." Dez minutos depois, ela escreve: "Tô com meu marido. Meio-dia ele sai e te ligo, bebão. Beijos." Ansioso, esperei o meio-dia. 12:15, meu telefone toca. "Oi, neném, como cê tá? Meu marido foi comer um churrasco com os amigos. Tô em casa, cê tá livre? Passo aí pra te pegar e a gente vem, fiquei com vontade de te ver melhor." Aceitei sem pensar na proposta dela, ela passou pra me pegar. Entramos no condomínio enquanto a gente conversava e ela passava a mão no meu volume por cima da calça, mordia os lábios, não fez questão nenhuma de esconder o que queria. Chegamos na casa dela. Um casarão lindo que um arquiteto como Seu Banheiro podia pagar. Mercedes. Loira. flaca, um corpo bem cuidado pros 51 anos dela, me serviu uma dose de vinho, ela tomou o dela rapidinho. Tava sentado num sofá de canto cor mostarda. Confortável como se fosse meu, como se tivesse pago com meu suor. Ela, sem nem um beijo, tirou meu jogging, abriu minhas pernas. Começou a passar a língua nas minhas bolas, foi inevitável ele subir em segundos. Mer: Que pica linda, papi. Sem mais delongas, continuou o trabalho enquanto eu apreciava tomando vinho digno de arquiteto. Entre suspiros de prazer, tomei o vinho que restava no copo de um gole só. Peguei ela pelo cabelo, queria afogar ela na minha pica, lembro da baba escorrendo dos engasgos... ela foi se despindo sozinha, joguei ela no sofá de quatro, chupei a pussy dela com muita vontade, ela gemia que nem uma puta precisando daquele momento. Levantei, decidi que era hora, enfiei a pica o mais fundo que pude, comia com euforia. Umas dez minutos comendo ela com muita força, deitei ela e continuei comendo de pernas abertas, com movimentos que só fluem no tesão, a pussy dela toda molhada, minha pica inchada sem dar trégua, ela não gozava, parecia não querer gozar. Depois de um tempo, ela pede pra fazer 69, queria gozar com minha língua dentro dela, eu queria comer a boca dela. Fizemos por um tempo até gozarmos. Terminamos o vinho, ela fez um boquete, assim que recuperei energia, ela me fez ver estrelas, tanta experiência chupando, me levou pra casa de novo. Daquele dia em diante, ficamos um ano, fazendo toda vez que o marido não tava, no carro dela, no quintal, na piscina, na cama, até no escritório de trabalho do marido. Comíamos muito e nos divertíamos pra caralho. No fim, um dia perdi o celular. E aí nossa história acabou. Assim termina esse relato sexual, foi minha primeira e única vez até hoje com uma senhora de mais de 50, aconteceu uns 4 anos atrás, espero poder ver ela de novo. pra tirar a roupa dela. Deixem seus pontos aí, amigos de p! Saudações! Att. Dillinger

1 comentários - Mercedes, a gostosa do sexo

Exquisito relato, son las mejores las doñas, como el buen vino, mientras mas añejados mejor.