Las calenturas de Martha, fin del tratamiento

Já haviam se passado dois dias desde que Martha recebeu os supositórios pela primeira vez. Para ela, o tratamento era algo doloroso, mas para os filhos, era pura diversão. E a sorte estava do lado deles, já que naquela noite a temperatura de Martha subiu inesperadamente, e claro, Mauro e Sérgio estavam na expectativa.

— Ei, meninos, não estou me sentindo muito bem. Acho que estou com febre.

Mauro imediatamente tocou a testa de Martha e percebeu que ela estava bem quente.

— Hmm... é verdade, você está ardendo.

Sérgio também se aproximou e, tocando a testa da mãe, confirmou o que o irmão disse.

— É, é melhor a gente te refrescar, não é, Mauro?

Os dois garotos se entreolharam, e Mauro rapidamente pegou uma bacia com água e um pano. Depois, juntos, começaram a levantar o camisola dela até tirá-la completamente, deixando Martha apenas com a roupa íntima. Assim que ficou assim, Mauro molhou o pano e começou a passá-lo pelos seios e abdômen dela. Martha, ao sentir a água fria escorrendo pelo corpo, começou a reclamar.

— Calma, Martha, é para o seu bem.

Mauro continuou passando o pano pelo corpo da mãe. Suas mãos subiam e desciam, dando atenção especial aos seios de Martha, já que não parava de percorrê-los lentamente. Mas claro, isso não foi suficiente para ele, pois depois de alguns minutos assim, disse ao irmão:

— É melhor a gente despir ela e colocar outro supositório.

Ao ouvir os filhos, Martha arregalou os olhos e só pediu que não fossem muito bruscos. Mas claro, os dois estavam dispostos a aproveitar o corpo voluptuoso da mãe a qualquer custo. Mauro se lançou sobre o sutiã dela, e Sérgio foi direto para a cintura e começou a puxar a calcinha para baixo. Em segundos, Martha ficou completamente nua, sob o olhar mórbido dos filhos, que por alguns segundos a contemplaram embasbacados.

— Vamos colocar ela de bruços, Sérgio.

Ambos os garotos... Pegaram Martha e a viraram com cuidado, deixando suas nádegas totalmente à disposição de seus filhos tarados.

- Afasta as nádegas dela, Sérgio, enquanto eu pego os supositórios.

Sérgio, movido mais pelo desejo do que pelo bem-estar de Martha, obedeceu ao irmão e segurou as nádegas dela, afastando-as de forma brusca.

- Aiii… aiii… devagar, por favor, tá doendo tudo…

Mauro pegou os supositórios da cômoda da mãe, tirou a cápsula com os dedos e apoiou no cu de Martha, começando a enfiar lentamente. Martha soltou vários gemidos ao sentir a invasão, mas Mauro tinha outros planos. Assim que terminou de enfiar aquela cápsula, segurou Martha pelo quadril e puxou ela até a beirada da cama. Ela tentou virar, mas foi inútil — seu estado e a força do filho impediram.

- Não, Mauro… por favorrr… para…

Mas Mauro ignorou e começou a abaixar o pijama, deixando o pau à vista. Começou a bater uma e, quando ele já estava bem duro, apoiou as mãos nas nádegas da mãe e começou a enfiar. Martha, sentindo-se invadida de novo, começou a mexer o quadril.

- Calma, Martha, é necessário para o supositório entrar mais rápido.

- Você é tão bárbaro quanto seu pai.

Mas Mauro ignorou totalmente as súplicas de Martha e começou a mover o quadril devagar, metendo e tirando o pau do cu dolorido da mãe, enquanto dizia:

- Calma, Martha, só relaxa.

Mas o pau do filho era grande demais para ela, e logo ela começou a gritar:

- Jáaaa… Mauro, tiraaa… por favorrr…

Mas Mauro continuou no vai e vem, enfiando a pica toda no cu da mãe, deixando dentro alguns instantes e depois tirando lentamente. Martha não parava de gritar e se mexer.

- Jáaaa… Mauro, você tá me rasgando… paraaa…!!!

Mauro, ao ouvir os gritos da mãe, disse ao irmão:

- Amarra as mãos dela, Sergio, sorrindo maliciosamente, puxou os braços da mãe para cima, deixando-a imobilizada, - Nããão... nããão... Sergio, me solta...!! Era inútil. Em segundos, Martha estava completamente submissa, e Mauro não parava de arrombar o cu dela. Seus quadris começaram a se mover cada vez mais rápido, e suas mãos não paravam de acariciar as nádegas da mãe. Ela, por sua vez, geme cada vez mais alto, implorando para ser solta, até que, depois de alguns minutos fodendo ela assim, Mauro segurou firmemente os quadris de Martha, deixou seu corpo cair praticamente sobre as nádegas dela e começou a gemer, - Hhaaaa... ééé... fica quietinha... mamãe... hhaaaaaaa Ele tinha gozado dentro do cu da mãe. Martha, nesse ponto, já estava soluçando e implorava aos filhos que a deixassem em paz, que eles eram uns selvagens. Mas a travessura ainda não tinha acabado. Faltava Sergio, que rapidamente tomou o lugar do irmão. Mas antes de penetrá-la, pegou o outro supositório e o introduziu no cu dolorido de Martha. Ela apenas moveu os quadris ao se sentir penetrada novamente. Depois, ele abaixou o boxer, deixou sua pica aparecer e começou a esfregá-la nas nádegas de Martha, até que ficou ereta. Martha, ao sentir que a penetração era iminente, apenas virou e disse ao filho para fazer devagar, - Mete devagar, não seja tão bruto como seu irmão..!! Mas Sergio, assim como Mauro, colocou as mãos nos quadris de Martha, apoiou sua pica na entrada anal e, com um empurrão, enfiou até o fundo. Martha soltou um grito forte, mas a Sergio também não importava fazê-la sofrer. Ele começou uma enfiada e tirada tremenda, sua pelve batia contra as nádegas da mãe, e ela não parava de se mexer e gritar. Mas ele não estava satisfeito com isso; também começou a dar palmadas e beliscões, enquanto Mauro segurava seus braços com força, - Jááá... jááá... para... por favooorrr...!!! Mas Sergio estava disposto a aproveitar Martha ao máximo, e cada penetração ia acompanhada de tapas e beliscões, a essa altura Martha já tinha os olhos cheios de lágrimas e o rosto completamente vermelho, e não parava de suplicar para que seus filhos parassem, mas Sérgio não dava a mínima, seu pau não era tão grande quanto o do irmão, mas sim um pouco mais grosso, o que fazia o cu de Martha ir se dilatando cada vez mais, até que de repente, Sérgio se apoiou sobre ela e seus movimentos ficaram mais lentos e ele começou a gemer,

- hhaaaa… hhaayyyyy… arrrgghhhh… siim…

Pela segunda vez, o cu de Martha foi alvo do sêmen quente de seus filhos, alguns segundos depois Sérgio se retirou e pôde ver que o cu de sua mãe estava completamente dilatado, olhou para o irmão e fez um sinal, Mauro se aproximou e os dois começaram a rir,

- Nossa, Martha, esse cu ficou pronto para receber mais do que dois supositórios… hahahaha

Martha rapidamente se endireitou e começou a reclamar com os filhos,

- São uns brutos! Olha só tratar a própria mãe assim! Que ingratos!

E correu para o banheiro, enquanto Mauro e Sérgio riam disfarçadamente,

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