Meu sogro na piscina

Adrián, como sempre, o trabalho dele em primeiro plano e a vida conjugal em segundo. Da minha relação de casal, só tenho uma reclamação: o sexo. Como já falei, meu marido é muito conservador e eu sou bem safada.
O caso é que chegamos na sexta à tarde, depois dos cumprimentos de praxe e de nos acomodarmos no nosso quarto. Enquanto jantávamos, minha sogra pediu pro Adrián levar ela pra cidade no dia seguinte, porque tinha que resolver um assunto importantíssimo, já que o Fernando não estava. A cidade fica a umas 2 horas de distância.
Na manhã seguinte, a gente se preparava: eles pra ir pra cidade e eu pra pegar um sol na piscina. Coloquei meu biquíni fio dental.
Quando estavam prestes a ir embora, o Fernando chegou, deu tchau e se mandaram, deixando eu e o Fernando na casa. A relação com meu "sogro" vocês já sabem como é, de vez em quando a gente trepa, e ficar ali de biquíni me deixava com muito tesão do jeito que ele me olhava, me vestia e me despia com os olhos.
Tava deitada na beira da piscina tomando sol quando vi uma sombra se interpondo entre o sol e eu. Levantei o olhar e vi o Fernando com dois copos de cuba libre (rum, coca Booty e limão). Ele esticou o braço e me ofereceu um. Sentei e fiquei olhando pro Fernando, que tava de sunga, mas não dava pra disfarçar a piroca enorme escondida ali no pano. Não consegui evitar de olhar praquele lugar, mas consegui desviar rápido pra não ficar na cara.
Ficamos batendo papo furado enquanto tomávamos as cubas, de repente ela me disse com toda a naturalidade, que tinha comprado um biquíni menorzinho pra mim e que eu fosse vestir se quisesse.
Pensei bem e falei: por que não? Aí subi pro quarto, procurei e era um branco, fio dental, bem pequeno. Minha veia exibicionista tinha despertado. Me olhei no espelho e gostei do que vi. Desci pra piscina pensando na putaria que ia ser saber que o Fernando ia estar sofrendo vendo minha figura espetacular.
Enquanto eu caminhava em direção à piscina, Fernando me esperava com outra Cuba Libre e me observava com os olhos arregalados, não perdia nenhum detalhe de cada passo que eu dava, imaginava ele de boca aberta, babando. Quando cheguei, peguei o copo e me deitei na toalha de barriga pra cima, disfarçadamente via ele me olhando de cima a baixo, parando o olhar no triângulo de pano que cobria minha bucetinha depilada. A gente conversou por um bom tempo, enquanto eu passava o bronzeador, fazia isso de um jeito sedutor, mas como quem não quer nada, tava brincando com os desejos libidinosos do Fernando.
Pouco depois, me virei pra ficar de bruços, e Fernando aproveitou pra se oferecer pra passar o bronzeador nas minhas costas. No começo, hesitei em aceitar, mas no fim, sem saber por quê, topei. Ele desamarrou os cordões da parte de cima do biquíni, com a desculpa de não sujar e não deixar marcas. Senti o gel tocar minha pele e as mãos calejadas dele, mãos de macho, de homem bruto e trabalhador, percorrendo minhas costas. Fechei os olhos e deixei Fernando continuar o serviço dele.
Sentia as mãos dele bem perto dos meus peitos, depois desciam pela minha cintura, sem chegar na minha bunda. As mãos dele estavam fazendo um efeito que eu não esperava — minha buceta começou a esquentar, já dava sinais de tesão. Meus bicos, por sorte, não estavam à vista do Fernando, mas estavam durinhos pra caralho. Eu mantinha os olhos fechados. As mãos do Fernando, bem devagar, continuavam passando ou massageando minhas costas. Já um pouco mais ousadas, chegavam no começo da minha racha, sem tocar totalmente minha bunda. Por dentro, eu queria que ele fizesse isso. Muito astuto, ele ia preparando o terreno. Senti gel na minha bunda e ouvi o Fernando dizer que ia abaixar o fio pra não sujar, todo cuidadoso. As mãos dele apertavam meus glúteos e os dedos, disfarçadamente, se perdiam na rachinha do cu, sem tocar meu buraquinho. Delicadamente, ele afastou um pouco minhas pernas pra passar bronzeador na parte de trás das minhas coxas e também na parte interna.
Minha buceta pulsava a cada toque das mãos dele na minha pele, eu continuava com o rosto enterrado entre meus braços e os olhos fechados, como se assim pudesse evitar a realidade e aquilo fosse só um sonho divino. De repente, senti as mãos dele se apoiarem nas laterais do meu quadril e a calcinha fio dental se soltar de entre minhas nádegas, deslizando até meus tornozelos. Pensei em reagir, mas só isso mesmo: pensei, além de levantar um pouco a pelve pra facilitar a saída do fio dental.
Eu sentia o olhar do Fernando, imagino que ele estava admirando o panorama maravilhoso que meu cu nu mostrava, pra ser sincera, antes já era pouca a quantidade de pano que cobria entre minhas nádegas. Depois da pausa, as mãos dele voltaram ao ataque, com o caminho livre, os dedos mais ousados que antes começaram a jornada em direção à gruta molhada da minha entreperna. Ao longe, como se fosse um sonho, ouvi a voz do Fernando dizer:
—minha menina, como você tá molhadinha, parece um ralo, mas não se preocupa que a gente vai dar um jeito nisso logo.
Em seguida, dois dos dedos dele escorregaram por causa da minha umidade e, com a ajuda do lubrificante do gel bronzeador, se perderam na profundidade da minha buceta.
Não queria nem pensar no que estava acontecendo, nem nas consequências, isso eu deixaria pra depois. Seus dedos, uns entravam e saíam da minha buceta, outros tentavam abrir meu furinho traseiro, que aos poucos ia cedendo. Os dedos que fuçavam minha gruta molhada abandonaram seu posto pra dar lugar a um novo visitante. Sem tirar o dedo do meu cu e apoiando a outra mão de lado, Fernando colocou o pau na entrada da minha buceta. Com as pernas, ele abriu as minhas, e por instinto levantei um pouco minha raba pra facilitar a penetração. O pau dele, apontando firme pra minha xota, deu início à tão esperada penetração. Fernando me perguntava se eu tava gostando, resposta óbvia. Com a voz quase apagada, respondi que siiiim!!
Já penetrada até o fundo, começamos um ritmo de sobe e desce, o meu mais devagar, no meu buraco anal já tinha dois dedos enfiados, que também, no mesmo compasso, entravam e saíam.
Por vários minutos e dois orgasmos meus, continuamos, até que Fernando disse:
—Esse rabo já tá pronto, vou encher ele de porra, cê quer, gostosa?
Perguntou, igual da outra vez, com a voz meio apagada eu respondi:
—sssiii!!
Sem me dar tempo pra pensar, ele tirou os dedos do meu buraco e o pau da minha buceta quase no mesmo instante, os dedos saindo e a cabeçona dele tomando o lugar. Senti a vara entrando no meu cu, não deu tempo de sentir se doía, quando senti a pélvis dele batendo na minha bunda, sinal de que tinha entrado até o talo. Senti o corpo dele nas minhas costas e o hálito na minha nuca, quase no meu ouvido ele deu as instruções: "Mamita, quando sentir que eu tô tirando, aperta a bunda, como se quisesse prender ele. Quando sentir que eu tô metendo, relaxa a bunda.
sei lá, se foi por ter dilatado meu esfíncter com os dedos, o gel bronzeador, a excitação, sentir o roçar dos pelos dele nas minhas nádegas e o pau roçando minhas paredes intestinais que me fez explodir, foi isso mesmo que eu senti, uma explosão orgásmica, um orgasmo diferente mas não menos delicioso. Fernando gozou nas minhas nádegas, o líquido quente dele banhou os dois glúteos, e com as mãos ele espalhou por toda a minha bunda.
Depois que os ânimos se acalmaram, Fernando foi tomar banho no chuveiro da área da piscina, enquanto eu, ainda deitada, pensava que com certeza esse era o começo de umas quantas fodas que viriam nesse fim de semana.

Meu sogro na piscina

10 comentários - Meu sogro na piscina

Que preciosa estas ojala pudieras subir unas fotutos de ese traje de baño puesto que buena cogida te ponen eres puro fuego preciosa
Eso de dar la crema y luego follar está muy visto, pero será que funciona jajaja
Van ocho puntos
38015
Hermoso relato , al palo quede !!!
ezee024 +1
Que lindo mi amor.... tengo ganas de verte en bikini paradita, brinda una foto asi