Bom, ontem minha melhor amiga apareceu no meu apê com a amiga dela, Abril, e o melhor rolê possível aconteceu. Acontece que eu já tinha tentado ficar com a Abril na época, mas ela disse que não queria sair comigo porque tava afim de outro cara e um monte de outras coisas.
Depois de me oferecer pra levar elas em casa, a Abril me pediu pra voltarmos pro meu apê pra passar um tempo e ver uns filmes, porque não queria ficar sozinha em casa. Eu, sem pensar duas vezes, aceitei, e no caminho de volta a gente conversou um pouco sobre relacionamentos enquanto eu só pensava em devorar a boca dela do jeito que sempre quis, além de arrancar aquele vestido rosa que ela tava usando e ter ela só pra mim.
Chegamos no apê, fomos pro meu quarto e começamos a ver uns filmes com ela enquanto tomávamos alguma coisa.
Depois de um tempo, começaram os amassos e as carícias. Ela começou a falar como eu tava bonito e que tinha sido uma idiota por ter ido com o outro, entre outras coisas.
A gente sentou e se olhou, ela deu um sorriso com covinhas e passou os braços no meu pescoço, aí comecei a beijar o pescoço dela enquanto ela ria. De novo, nossos olhos se encontraram e ela mordeu o lábio, então eu devorei a boca dela e começamos a nos beijar gostoso. Ela mordeu meu lábio e sorriu com aquele sorriso de menina inocente, nessa hora eu me apoiei nela pra ela sentir meu pau duro perto da buceta dela. A mão dela acariciou ele um pouco enquanto eu acariciava os peitos dela por cima do vestido, a gente continuou se beijando por um tempo.
— Vai rolar? — ela perguntou.
— Já foi — eu respondi, animado com a proposta.
Rapidamente, tirei o vestido rosa dela e ela tava ali do jeito que sempre quis. Os peitos dela pediam pra escapar do sutiã e o shortinho que ela usava por baixo do vestido parecia que ia rasgar a qualquer momento, desabotoei o sutiã dela pra começar a brincar com os biquinhos. Ela me acariciava enquanto gemia baixinho, as mãos dela foram das minhas costas até meu pau e ela me fez tirar o short.
— Nossa, tem alguém acordado aqui — ela disse. enquanto eu massageava ele.
A gente continuou se tocando por um tempo até que ela tomou a iniciativa e começou a chupar meu pau, me pediu pra fazer um rabo de cavalo no cabelo dela pra puxar forte enquanto me chupava. Nada fora do comum, era um boquete normalzinho até que ela começou a aumentar a intensidade e, antes que eu gozasse, tirou o pau com um fio de baba da minha ponta até a boca dela.
A gente se beijou e ela tirou o short, pra minha surpresa, quando minha mão foi procurar os lábios dela, já estavam bem molhados.
Ela ficou de quatro e a gente começou, peguei a rabeta de cavalo que tinha feito nela e comecei a puxar enquanto nossas carnes batiam com barulho. Ela gemia de prazer e eu dava beijos na nuca dela, ela pegou uma das minhas mãos e colocou sobre um dos peitos dela. Comecei a apertar o peito dela enquanto ela gemia cada vez mais forte, se jogou pra frente pra enfiar a cabeça no travesseiro enquanto gemia aos gritos.
Eu tava quase gozando quando ela geme e fica em silêncio de boca aberta olhando pra cima, continuo metendo enquanto ela enfia a cabeça no travesseiro de novo. Poucos segundos depois, eu saio de dentro dela e começo a bater punheta pra gozar na rabeta dela, mas ela se vira pra me olhar.
— Goza nos meus peitos — ela ordena enquanto se ajeita debaixo de mim.
Obedeço e gozo nos peitos tatuados que ela tem, ela passou os dedos e começou a chupar enquanto me olhava com a carinha de menina.
Deitei do lado dela e fiquei olhando enquanto ela chupava os dedos.
Depois de me oferecer pra levar elas em casa, a Abril me pediu pra voltarmos pro meu apê pra passar um tempo e ver uns filmes, porque não queria ficar sozinha em casa. Eu, sem pensar duas vezes, aceitei, e no caminho de volta a gente conversou um pouco sobre relacionamentos enquanto eu só pensava em devorar a boca dela do jeito que sempre quis, além de arrancar aquele vestido rosa que ela tava usando e ter ela só pra mim.
Chegamos no apê, fomos pro meu quarto e começamos a ver uns filmes com ela enquanto tomávamos alguma coisa.
Depois de um tempo, começaram os amassos e as carícias. Ela começou a falar como eu tava bonito e que tinha sido uma idiota por ter ido com o outro, entre outras coisas.
A gente sentou e se olhou, ela deu um sorriso com covinhas e passou os braços no meu pescoço, aí comecei a beijar o pescoço dela enquanto ela ria. De novo, nossos olhos se encontraram e ela mordeu o lábio, então eu devorei a boca dela e começamos a nos beijar gostoso. Ela mordeu meu lábio e sorriu com aquele sorriso de menina inocente, nessa hora eu me apoiei nela pra ela sentir meu pau duro perto da buceta dela. A mão dela acariciou ele um pouco enquanto eu acariciava os peitos dela por cima do vestido, a gente continuou se beijando por um tempo.
— Vai rolar? — ela perguntou.
— Já foi — eu respondi, animado com a proposta.
Rapidamente, tirei o vestido rosa dela e ela tava ali do jeito que sempre quis. Os peitos dela pediam pra escapar do sutiã e o shortinho que ela usava por baixo do vestido parecia que ia rasgar a qualquer momento, desabotoei o sutiã dela pra começar a brincar com os biquinhos. Ela me acariciava enquanto gemia baixinho, as mãos dela foram das minhas costas até meu pau e ela me fez tirar o short.
— Nossa, tem alguém acordado aqui — ela disse. enquanto eu massageava ele.
A gente continuou se tocando por um tempo até que ela tomou a iniciativa e começou a chupar meu pau, me pediu pra fazer um rabo de cavalo no cabelo dela pra puxar forte enquanto me chupava. Nada fora do comum, era um boquete normalzinho até que ela começou a aumentar a intensidade e, antes que eu gozasse, tirou o pau com um fio de baba da minha ponta até a boca dela.
A gente se beijou e ela tirou o short, pra minha surpresa, quando minha mão foi procurar os lábios dela, já estavam bem molhados.
Ela ficou de quatro e a gente começou, peguei a rabeta de cavalo que tinha feito nela e comecei a puxar enquanto nossas carnes batiam com barulho. Ela gemia de prazer e eu dava beijos na nuca dela, ela pegou uma das minhas mãos e colocou sobre um dos peitos dela. Comecei a apertar o peito dela enquanto ela gemia cada vez mais forte, se jogou pra frente pra enfiar a cabeça no travesseiro enquanto gemia aos gritos.
Eu tava quase gozando quando ela geme e fica em silêncio de boca aberta olhando pra cima, continuo metendo enquanto ela enfia a cabeça no travesseiro de novo. Poucos segundos depois, eu saio de dentro dela e começo a bater punheta pra gozar na rabeta dela, mas ela se vira pra me olhar.
— Goza nos meus peitos — ela ordena enquanto se ajeita debaixo de mim.
Obedeço e gozo nos peitos tatuados que ela tem, ela passou os dedos e começou a chupar enquanto me olhava com a carinha de menina.
Deitei do lado dela e fiquei olhando enquanto ela chupava os dedos.
1 comentários - Abril, la revancha