Quase por acaso, eu e meu namorado fomos num show de rock, ganhamos os ingressos por um amigo. O negócio é que a gente foi lá sem ser muito fã desse tipo de música. O show rolava num ginásio de basquete, não muito grande, pra ser sincero, mas a gente ficou bem surpreso quando chegou na porta e viu uma fila enorme de gente esperando pra entrar. Sem dúvida, tinha muito mais expectativa do que a gente imaginava...
Tanto eu quanto o Daniel (meu namorado) erramos feio nos palpites sobre o tipo de música e, muito menos, sobre o tipo de gente que se reunia ali. Quase todos eram caras mais novos que a gente e muito diferentes de nós em todos os sentidos: amantes de motos, rock, litrões, umas balinhas e, com certeza, bem mais violentos do que a gente podia imaginar.
Assim que cheguei na Booty, um deles fez um comentário sobre mim:
- Olha só a loirinha, que gostosa, hein?

Me agarrei com força no braço do Daniel, sabia que isso podia irritar ele, mas já tentei várias vezes convencê-lo a não se meter em encrenca por causa de um simples comentário sobre mim. Só que, longe de me ouvir, ele partiu pra cima daquele moleque que não devia ter mais de 17 anos.
— Qual é o seu problema, mano? — falou num tom ameaçador, bem típico da sua arrogância.
O garoto e os que estavam por perto caíram na risada. Parecia inevitável que aquilo terminasse em briga, e, pegando Daniel pelo braço de novo, puxei ele pra dentro do ginásio, tentando acabar com o que estava por vir. Ainda dava pra ouvir as risadas daqueles moleques enquanto a gente sumia no meio do povo, felizmente não deu em nada. Eu falei pro Daniel não fazer besteira, que eu sabia o homem que ele era e que não precisava me provar nada, que encarar aquela gente ia trazer problema pra ele e mais nada, então era melhor a gente se divertir e curtir o show. No fim, conseguimos entrar no pavilhão lotado, onde não cabia mais uma alma. Estávamos tão apertados que dava pra sentir o cheiro da humanidade, e o calor era de cortar com faca.
Claro que a gente não se encaixava nada naquela bagunça e eu nem tava vestida pro rolê, porque tava usando um vestido branco curto em vez de ter colocado uma calça jeans muito mais adequada pra esse tipo de evento.

Total, o show começou entre gritos ensurdecedores do líder da primeira banda que pulou no palco pra alegria de todos os jovens que se reuniam ali, vibrando e pulando no ritmo da bateria.
Não parava de entrar mais e mais gente naquele lugar lotado e a cada momento estávamos mais apertados, dava pra sentir que atrás de mim alguém se espremia mais do que devia, aproveitando a situação. Mas longe de falar algo pro Daniel, tentei me concentrar no show e curtir dentro do possível.
O calor tava sufocante e mal dava pra respirar no meio da multidão. Pra piorar, os caras que estavam atrás da gente tiraram as camisas e, quando virei a cabeça, tava cercada de torsos nus e suados. O grupo, com uns seis ou sete caras, me encarava e ria da minha cara de susto. O mais perto de mim sorriu e me ofereceu um gole da cerveja dele, mas eu recusei com um sorriso forçado. Daniel tava do meu lado, segurando minha mão, mas nem percebia o que tava rolando ao meu redor. Cada vez eu me adaptava melhor à música ensurdecedora quando um dos caras do grupo falou no meu ouvido:
- Ei, quer dar uma trepada... Eu me fiz de desentendida, não queria confusão, sabia o ciumento que o Daniel ia ficar e não respondi. Mas ele insistiu:
- Tô falando que você é muito gostosa... Voltei a me fazer de surda e deixei aqueles comentários passarem como se não fossem comigo. Mas como aquele cara não tinha vergonha, colocou uma das mãos na minha bunda e começou a apalpar descaradamente. Dei um pulo e o Daniel me perguntou:
- O que foi?
- Nada, nada...

Que bom que a gente entrou naquele lugar, mas como é que não vazamos quando chegamos na porta? A mão do garoto voltou ao ataque, me virei de lado e falei com cara séria pra ele parar se não quisesse problema... Aquilo pareceu divertir ele ainda mais, e ele foi contar pros amigos, que caíram na gargalhada...
Ele voltou a sussurrar no meu ouvido:
- Vou te comer, gostosa, vou meter até o fundo... Me virei, coloquei a cara mais séria que consegui e respondi:
— Para com isso agora, se não quiser que eu conte pro meu namorado... tá? Enquanto isso, Daniel ainda segurava minha mão, mas sem perceber nada, continuava olhando tranquilamente o show.
- Fala pro teu namorado, assim ele aprende como se come uma loira gostosa como você. - insistiu meu assediador. Voltei meu olhar pra frente, mais assustada do que qualquer outra coisa, já que imaginava que o Daniel ia perceber tudo e aquilo podia acabar num negócio bem desagradável pra gente, porque os caras eram uns seis ou sete...
- Ei, a buceta dela ainda é virgem?
De novo fingi que não ouvi...
- Queria meter nessa sua bunda e você ver como um pau de verdade entra...
As palavras dele, cada vez mais fortes, estavam começando a me deixar com tesão de verdade. Eu queria me concentrar no show e esquecer tudo, mas o cara continuava sem parar. Pra piorar, a mão dele voltou a passar no meu rabo, mas dessa vez apertando minhas nádegas com a maior cara de pau do mundo. Ele tava pouco se fodendo pra tudo, provavelmente por já estar meio bêbado. Eu não entendia muito bem o que tava rolando dentro do meu corpo, mas, longe de rejeitar aquele estranho, sentia uma certa excitação com as palavras dele, com a ousadia, com as carícias...
- Boneca, você deve estar com a buceta bem molhadinha, não é mesmo?

Daniel me olhava de vez em quando e sorria pra mim, totalmente alheio à situação, ah, se você soubesse! — eu pensava... O cara se apertou contra o meu corpo e eu sentia o volume do pau dele contra minha bunda, as mãos dele foram subindo da minha bunda pela minha cintura até chegar nos meus peitos, que ele começou a acariciar pelas laterais, e depois a apalpar minhas tetas à vontade, primeiro de leve e depois com mais força, até beliscar meus bicos por cima do tecido do vestido. Como eu não tava de sutiã, o contato das mãos dele nas minhas tetas era uma delícia pra ele e também, por mais que me custasse admitir, era uma delícia pra mim..

Tentei de todo jeito me afastar dele:
- Para com isso, filho da puta.. - cortei ele, tirando as mãos dele de cima de mim bruscamente.
No meio da confusão, o Daniel finalmente percebeu que algo tava rolando:
- O que foi?
- Nada, só me empurraram... - respondi, minimizando a situação pra evitar merda maior.
Daniel virou pros caras:
- Ei, cuidado aí, não enche o saco, beleza?
O cara que tava atrás de mim se armou e também encarou meu namorado.
- Que que cê falou, seu cuzão de merda? Quer ver como eu te boto no seu lugar?
Segurei a mão do Daniel com força, porque sabia que ia começar uma treta que ia sair do controle.
- Vai, então, começa, tá esperando o quê? - o Daniel já tava todo machão.
- Deixa pra lá, amor, por favor... só me empurraram, vamos continuar vendo o show, não liga pra eles, por favor não arruma confusão.
- me meti no meio dele e dos caras porque sabia que ele ia se foder, se é que sempre falo que ele tem a boca grande demais e não percebe o perigo que corre. As águas se acalmaram, pelo menos por enquanto, já que o cara voltou ao ataque, sussurrando coisas no meu ouvido de novo.
- O que rola com teu namorado é que ele não consegue manter duro, por isso que te deixa na mão. O que tu precisa é de um bom machete... tu tem que ver o pedaço de pau que eu tenho pra te dar...
Eu engolia seco e, dessa vez, não me virei pra evitar que a coisa acabasse em briga. Já não sabia mais o que fazer: se contasse pro Daniel, podia dar uma puta confusão; se ficasse calada, tava na mão do que aquele cara pudesse fazer comigo... Era melhor ignorar, assim eles parariam com a atitude, mas... como eu tava enganada! De novo meus peitos foram envolvidos pelos braços fortes dele, enquanto ele continuava sussurrando no meu ouvido.
- Você vai ver que foda que eu vou te dar, vai ver até estrelas, gostosa...Virei pro Daniel e pedi pra gente vazar daquele lugar.

Agora não, amor - ele me respondeu - vai tocar um grupo muito bom e quando acabar a gente vaza, beleza?
Eu tava metida numa baita enrascada e com certeza não ia sair ilesa dessa. Fiz de novo ouvidos moucos pra tudo que aquele cara dizia, mas ele insistia sem parar.
- Cê é muito gostosa, loirinha, tô com o machete duro igual pedra, vai ver que foda eu vou te dar...
Entre as frases dele e as mãozadas nos meus peitos, que quando me acariciam do jeito que ele tava fazendo, eu vou ao fundo do poço, já não dava mais pra evitar ficar com tesão e ver meus bicos cada vez mais durinhos. - Caralho, que peitões que você tem, gata, quase não cabem na minha mão, durinhos, redondinhos, do jeito que eu gosto... hmmmmmm, que bicos duros da porra....
Fechei os olhos, porque o prazer só aumentava, as batidas do meu coração aceleravam e minha bucetinha começava a ficar molhada, não conseguia evitar, queria que tudo aquilo acabasse, mas por outro lado desejava que não tivesse fim.
Tão lotado estava aquele pavilhão, que, embora Daniel olhasse de vez em quando, estávamos muito grudados e eu não conseguia ver nada do que acontecia. De vez em quando eu apertava a mão dele, já que mal conseguia ficar em pé por causa das carícias que aquele estranho estava me dando.
As mãos daquele cara voltaram pra minha bunda e continuaram no trabalho de apalpar e apalpar sem parar um segundo, mas a ousadia foi além quando uma das mãos dele se enfiou por baixo do meu vestido e começou a acariciar a parte interna das minhas coxas. Um suspiro escapou de mim...

— Mmmmm, que coxas gostosas você tem, macias, como veludo... você vai ver como vamos nos divertir... — o garoto sussurrou de novo pra mim. De repente senti ele fuçando na minha calcinha, claro que o filho da puta tava querendo tirar ela de mim, eu tentava me mexer pra me afastar dele, mas fazia isso com movimentos não muito escancarados pra que o Daniel não percebesse nada, se em algum momento ele nos pegasse, a coisa virava briga. - Deixa eu ficar com sua calcinha, gostosa, pelo menos vou ter uma lembrança sua, né? - o cara me dizia enquanto continuava tentando puxá-la pra baixo. Eu me recusava e segurava minha calcinha por cima do vestido com a mão que estava livre, porque a outra estava de mão dada com meu namorado. - Para agora, por favor... – eu suplicava, fazendo cara de pidona.
O cara continuava na tentativa, cada vez com mais vontade, enfiou os dedos nas minhas coxas por baixo do vestido e puxou minha calcinha pra baixo enquanto todos os amigos dele pareciam se divertir e riam sem parar... A situação devia parecer muito engraçada pra eles, mas eu tava assustada, embora ao mesmo tempo aquilo me desse um tesão danado, me odiava por deixar o prazer me invadir, mas era inevitável, tava presa!

No vai e vem de tirar minha calcinha, o cara puxou de uma vez com tanta força que na luta rasgou um pedaço do tecido, e isso pareceu excitar ele. Já que tirar pra baixo tava difícil, ele tentou arrancar de vez, puxava sem parar pra ele e minha calcinha ia se rasgando cada vez mais, as costuras foram cedendo e o pano grudava na minha pele, ao mesmo tempo o tecido entrava na minha bucetinha e isso me dava ainda mais tesão. Ele continuou puxando e puxando, até rasgar tudo, chegando a me machucar, deixando só um fio preso numa das minhas coxas. Mas o garoto deu um último puxão e finalmente arrancou à força, me fazendo cambalear e até esbarrar no cara que tava na minha frente.

Daniel percebeu de novo algo, mas não entendia direito o que era aquilo tudo:
— O que foi? — ele perguntou de novo...
— Nada, nada, é que tropecei. — respondi de qualquer jeito. Aquele cara tinha conseguido arrancar minha calcinha e agora eles estavam passando de um pro outro, cheirando e lambendo igual gatos no cio. Eu sentia o ventinho fresco entrando por baixo do meu vestido, que era a única peça que eu vestia na pele.
De novo, aquele garoto enfiou as mãos por baixo do meu vestido, subindo pela parte de fora das minhas coxas.
— Mmmmmm, que cinturinha, que rabo macio...
Eu fechava os olhos e aquela sensação me deixava confusa, parecia um sonho, mas era real, real demais para eu conseguir evitar.
— Daniel, por favor, vamos embora — implorei de novo pro meu namorado.
— Espera um pouco, meia hora e a gente vai, tá?
— É que eu tô com muito calor... Não me dava bola, estava destinada a cair nas mãos daqueles desconhecidos sem querer... ou será que eu realmente queria?
— Tá com calor, gostosa? — o cara me dizia — Vou apagar esse fogo, cê vai ver... Dessa vez, as mãos dele deslizaram pela parte interna das minhas coxas e começaram a subir, eu sentia o calor e a mão suada dele subindo centímetro por centímetro na minha pele. De repente, percebi que um dos dedos dele chegou na minha bucetinha. Ele parou, acariciou minhas virilhas devagar, até que o dedo roçou minha rachinha molhada, sentindo todo o meu calor. Ele voltou ao meu ouvido e deu uma pequena mordida no meu lóbulo enquanto sussurrava:
- Puxa.... você tá gostosa, bem gostosa e molhada, vai ver como meu dedo entra gostoso em você....


Ela se virou para os amigos:
- Essa putinha tá que é uma brasa...
O dedo dele continuou brincando na minha virilha, nos meus pelinhos, e de repente se enfiou na minha buceta sem dificuldade, devia ser o dedo dele, bem comprido por sinal.


Foi inevitável eu soltar mais um suspiro e um gemido quase inaudível.
O vestido grudava em mim por causa do suor e, com a mão livre, ele continuava apalpando minha bunda, minha cintura e, em seguida, voltava a esfregar os dedos entre meus peitos. Eu olhava de canto pro Daniel, mas ele não percebia nada, coitadinho... tavam me passando a mão de um jeito danado e ele olhando pra plateia como se nada fosse. O dedo habilidoso daquele desconhecido entrava e saía sem parar na minha bucetinha, me dando um tesão danado.
— Que bucetinha apertada, que gostosa, que gostosa... — ele repetia sem parar no meu ouvido. O cara parou de me tocar de repente, por um momento achei que tinha acabado tudo, mas não era bem assim, ele tava conversando com os amigos e preparando alguma outra artimanha. Pois é, mandou os amigos se posicionarem na frente do Daniel pra garantir que ele não visse nada, e como o povo dançava e pulava, a gente tropeçava uma hora e outra, e aquilo parecia fazer parte da bagunça da multidão.
O garoto voltou ao ataque, mas dessa vez não era a mão dele que estava entre minhas coxas, era a respiração dele que eu sentia na minha bunda. No começo, fechei as pernas, achava que aquilo tinha ido longe demais e queria parar, pelo menos em parte, porque quando a língua dele roçou meus glúteos, achei que ia morrer. Mas pior ainda foi quando ele separou minha bunda com as mãos e aquela mesma língua começou a explorar meu buraquinho traseiro. Aí sim, eu tinha perdido totalmente o controle, estava completamente entregue. Num piscar de olhos, aquele garoto estava debaixo das minhas pernas, chupando a parte mais íntima do meu corpo, indo da bunda pra minha buceta uma hora e outra. Quando a língua dele roçou meu clitóris, um gritinho escapou da minha garganta. Felizmente, ele parecia surdo, porque no meio da gritaria da galera quase ninguém ouviu, muito menos o Daniel, que continuava segurando minha mão e se mexendo no ritmo da música.

Outra vez aquela língua maravilhosa explorava minha bucetinha, instintivamente eu abria mais minhas pernas e a língua desconhecida continuava brincando com meu clitóris até que inevitavelmente veio um orgasmo intenso e maravilhoso. Tive que me apoiar no cara da frente, que também não tava entendendo nada.
O cara saiu de baixo da minha saia e voltou a chupar minha orelha enquanto me dizia:
- Mmmmm, que buceta deliciosa você tem... E aí? Você se divertiu pra caralho, né? Agora você vai ver que eu tô com o pau duro feito pedra, diferente do seu namorado. Levantou a parte de trás do meu vestido e senti algo duro e molhado se enfiando entre minhas coxas, sem dúvida o troço era descomunal. Abaixei minha mão livre e agarrei a ponta dele com meus dedos, comecei a brincar com aquela maravilha de pau e esfregava ele uma e outra vez contra minha buceta. Nossos sucos se misturavam e ele não parava de me chupar e morder no pescoço. O que estava acontecendo comigo? Por que eu tinha ido até ali..? Não conseguia parar, tava a mil por hora.... Tava louca de tesão e morrendo de vontade que aquele membro potente entrasse dentro de mim, comecei a masturbar ele com minha mão por baixo das minhas pernas, sentia como o pau dele escapava dos meus dedos, ele fazia movimentos pra trás e pra frente pra facilitar a manobra.
Eu não aguentava mais e ele parecia que também não.
- Quero meter em você, quero te foder, vai ver como um ferro quente entra naquele buraquinho...



A posição quase não permitia, já que os dois estávamos de pé e eu também não podia me inclinar muito pra frente, porque não tinha espaço e podia parecer suspeito pro Daniel. Em compensação, eu queria com todas as minhas forças que me comessem, precisava daquilo... Seguimos brincando, eu com meus dedos acariciando a glande dele e as dobras da pele da porra do pau dele, ele me mordia no pescoço e apertava a pélvis contra minha bunda, o contato da pele dele com a minha era foda. Nossa respiração aumentava e nosso tesão também.
O cara sussurrou de novo pra mim.
- Tenho que meter em você, tenho que te foder, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida... Isso me excitava ainda mais e tive a brilhante ideia de falar pro Daniel:
— Amor, preciso ir ao banheiro, não tô aguentando...
— Agora? Mas você não vai conseguir chegar, isso aqui tá lotado — ele respondeu.
— É que não tô aguentando...
— Tá bom, vou com você.
— Não, não, vou sozinha, continua vendo o show, assim vou correndo, não se preocupa.
— Sozinha?
- Sim, sim, não se preocupa...
Foi assim que consegui me livrar dele por um momento, eu tava fora de mim, me comportando igual uma pirralha, mas não tava nem aí pra nada nem pra ninguém, queria sentir aquela pica dentro de mim, então me virei, peguei na mão daquele cara que me deixou tão tesuda e saímos correndo no meio da multidão em direção aos banheiros. Os amigos dele foram junto, porque não queriam perder aquilo. Foi um parto abrir caminho no meio daquela multidão, mas no fim conseguimos. Eu tava elétrica e não tava nem aí pros empurrões e roçadas que a gente levava ao passar por tanta gente. Finalmente chegamos nos banheiros, o das minas tava lotado e tinha fila. Entramos no banheiro dos caras e só tinha dois moleques. Minha acompanhante falou algo pra eles que fez os dois saírem sem reclamar, e os amigos deles ficaram de vigia na porta pra ninguém encher o saco. Ali mesmo, no centro daquele lugar fedorento, começou a passar a mão em mim por todo lado, dessa vez sem nenhum impedimento, e eu, claro, me deixei levar. A gente se beijou como dois condenados, brincando com nossas bocas e línguas. A mão dele enfiou por baixo do meu vestido e acariciou os pelinhos da minha buceta, e depois o dedo dele brincou com meus lábios vaginais...
— Me fode, me fode. — implorei.
Abrimos a porta de um dos mictórios e, mesmo estando imundo, não me importei nem um pouco. Eu estava tão louca pra ser possuída por aquele estranho que nada mais importava. O cara baixou a calça até os tornozelos, ficando pelado na minha frente. Adorei ver o torso nu e suado dele, o pau completamente duro e uma cara de safado fora do normal. Ele começou a desabotoar meu vestido, com tanta brutalidade que arrancou dois botões. Tive que terminar de tirar sozinha pra não sair dali semi-nua. Devagar, soltei todos os botões do meu vestidinho até ficar completamente pelada na frente daquele desconhecido e dos cinco amigos dele, que estavam na porta daquele cubículo pra não perder nenhum detalhe.


- Mamãe, como você é gostosa... que corpo... - repetiam todos.
O cara ficou me olhando de cima a baixo, admirando minha nudez. O pau dele apontava pro teto e eu queria ele dentro de mim o mais rápido possível. Entreguei o vestido pra um dos amigos dele e me ajoelhei na frente do pau dele, comecei a brincar com ele, segurei pela base com minha mão e com minha língua subia e descia pela parte externa, ele fechava os olhos e eu sorria pra ele...
- Como você me deixa louco, sua puta... As palavras dela podiam soar super vulgares em outro momento, mas eu adorava ouvi-las, realmente me sentia como uma puta e naquele momento eu era... Fiquei brincando uma e outra vez com o pau dele duro até ele me implorar pra colocar na boca. Não fiz ele sofrer muito mais e comecei a fazer um boquete monstruoso, aquele instrumento enorme sumia dentro da minha boca até chegar na minha garganta, e minha cabeça subia e descia sem parar... de vez em quando eu tirava da boca pra observar ele e dar um sorriso malicioso.
- Continua, foxy, continua... que você adora chupar ele... como você faz bem....


Continuei um bom tempo, dale que dale, chupando aquele pauzão, me esbaldando com ele, até que o cara sentou na privada e me disse:- Agora sobe aqui, gostosa, que você vai ver o que é ter uma pica bem dentro.
Obedeci como uma boa menina, me levantei, virei de costas pra ele e abri minhas pernas o máximo que pude, enquanto me segurava nas paredes daquele cubículo. Sentei naquele garoto excitado, peguei a ponta do pau dele com meus dedos e guiei pra dentro da minha buceta. Primeiro, passei ele pra cima e pra baixo nos meus lábios vaginais, e meu corpo tremia com aquela sensação gostosa que eu não conseguia parar. De uma vez só, sentei nele, sentindo ele entrar centímetro por centímetro dentro de mim. O tesão era inacreditável...
- Ahhhhh, Deus, que gostoso..... - eu gemia.
Comecei a cavalgar naquele pau poderoso, vendo ele desaparecer dentro da minha bucetinha, parecia incrível que aquilo entrasse com tanta facilidade, mas eu estava tão tarada e tão molhada que entrava de tudo... O garoto apertava meus peitos enquanto a pélvis dele se movia pra trás e depois apertava, tentando me atravessar com aquela adaga quente. Nossos corpos suavam, nossas línguas se enroscavam e nossos corpos se fundiam numa foda magnífica.
— Toma, toma, toma... — ele repetia sem parar enquanto me penetrava. Os músculos da minha buceta se apertavam contra o pauzão dele e minhas mãos se agarravam nas paredes, os amigos dele gritavam sem parar e batiam uma na minha frente, a vista era espetacular, ver cinco caras na minha frente se masturbando era maravilhoso. O cara continuava me fodendo com muita maestria, o corpo todo dele se arqueava, ele se jogava pra trás pra meter de novo com força...- Sim, sim, me fode, me fode... -eu gritava.


O show devia ser incrível e os caras não ficaram só na punheta, começaram a acariciar minhas coxas, meus peitos, minha buceta... Eu fechava os olhos e tentava sentir cada carícia que me deixava maravilhada. Não aguentei mais e, com uns resfôlegos fortes, gozei no meio de suspiros e gemidos. Em poucos segundos, eu tava cercada pelos seis caras, um tava me comendo e de que jeito, outro chupava meus peitos, outro minhas coxas, e até meus pés... que delícia, que maravilha...
- Uff, ufff... Uaaauuuu... - resfolegava o que tava embaixo e que tava me penetrando até o fundo.
O garoto continuava firme no propósito de me destruir, e olha se não estava conseguindo bem, os músculos dele se tensionavam e os dentes mordiam meu pescoço, eu olhava pra baixo pra ver a pica linda dele sumir dentro da minha bucetinha insaciável.


De repente, parou de uma vez, deu a última enfiada dentro de mim e gozou pra caralho dentro de mim enquanto repetia sem parar:
- Que foda, que foda, caralho, como você transa bem...
Virei a cabeça e continuei beijando ele enquanto ele ficava parado, sentindo os últimos espasmos de uma gozada longa dentro da minha buceta. Eu não queria que acabasse tão cedo, precisava de mais e mais e mais, tava tão tesuda que não bastava aquela transa.

O cara me pegou pelas axilas e a gente se separou enquanto ele falava pros amigos:
- Porra, como essa mina fode, passem na bilheteria que a gente vai cobrar...
Sem pestanejar, foram sentando um por um na privada e eu em cima de cada um deles pra sentir aqueles paus juvenis enormes e brincalhões. O primeiro, o segundo, o terceiro, o quarto e o quinto foram passando pela pedra e com cada um deles eu gozava mais e mais, me fizeram gozar várias vezes, umas gozadas das mais selvagens. Enquanto um me comia, os outros me acariciavam, me mordiam, me beijavam, me chupavam por todos os lados...
Meu primeiro perseguidor e líder do grupo incentivava os amigos:
- Comam ela bem, deem porrada nessa buceta, que ela tá precisando... Eles ficavam mais e mais animados e, ao mesmo tempo, eu estava no paraíso, nunca tinham me feito gozar daquele jeito.
- Não para, não para, que essa puta não tem o bastante... - repetia o líder pro amigo que eu tinha debaixo.



Assim terminamos todos bem exaustos, inclusive eu, porque apesar de ter todos os músculos doloridos e minha buceta mais que irritada, eu queria mais e mais, foder selvagem como nunca tinha feito. Vendo que meus pensamentos pareciam ser lidos pelo meu primeiro amante, ele conseguiu me dizer:
- Vai ver, gostosa, agora vou meter esse pauzão no seu cu e você vai ver as estrelas... Me assustei, francamente, porque só tinha tentado uma vez com meu namorado e não foi muito gratificante, mas por outro lado, queria encarar esse novo desafio e ser sodomizada era o que eu mais desejava naquele momento. Pobre de mim, tinha virado uma boneca, um fantoche na mão daqueles caras. Ele me fez deitar de bruços sobre a privada e apoiar as mãos na parede, cuspiu nos próprios dedos e esfregou a saliva no meu cuzinho apertado, primeiro um dedo, depois dois e até três, fazendo meu buraquinho dilatar rapidamente.
Em seguida, colocou a glande entre minhas nádegas e começou a forçar a entrada devagar, até que a cabeça do pau enorme dele entrou por completo. Eu gritava, a dor era aguda, mas aos poucos meu esfíncter foi relaxando, transformando aquela dor num tesão que só aumentava. Ele continuou metendo só a ponta enquanto me segurava pelos quadris. Depois foi apertando mais pra que, centímetro por centímetro, fosse entrando. Meus gritos deviam estar ensurdecedores, mas duvido que alguém, além de quem estava ali, pudesse ouvir, porque a música do show abafava qualquer outro barulho.
— Isso, gostosa, agora você vai ver como ele entra inteiro nessa bunda linda... — ele disse. Ele me agarrou com força pelo cabelo, puxou pra perto dele e, de uma só vez, enfiou o pau inteiro no meu cu dolorido. Acho que perdi a noção do tempo, não sei se cheguei a desmaiar, mas de repente todas as minhas dores e ardor sumiram pra dar lugar a um prazer que eu não conhecia. Minhas costas se arqueavam e meus quadris se moviam no ritmo pra receber aquela faca atrás de mim. Juro que tava vendo estrelas e eu repetia pra ele:
— Continua, filho da puta, continua... arrebenta minha buceta...
Ele seguia minhas ordens e não parava de bombar enquanto puxava meu cabelo. Meus pelos se arrepiaram e um calafrio percorreu meu corpo inteiro, cheguei a não sentir meus dedos, minha cara tava ardendo, era uma sensação estranha, mas eu sentia que um orgasmo diferente tava chegando. Comecei a gemer forte, cada vez mais forte, até começar a gritar, a falar coisas sem sentido, a xingar todo mundo ao redor, e aquele orgasmo me tomou da cabeça aos pés... foi incrível.
O cara gozou dentro de mim quase ao mesmo tempo que eu, até que as pernas dele não aguentaram mais e ele caiu sobre minhas costas suadas de suor.




Meus amigos, pra não ficar por baixo, quiseram provar daquela iguaria e, um por um, acabaram de destruir minha buceta com seus paus longos, curtos, grossos e finos. Me deixaram largada lá no meio daquele lugar fedorento, sem nem se despedir de mim, só rindo e se gabando de ter comido uma mina com a maior facilidade do mundo. Minha cabeça tava rodando, me sentindo muito mal, suada, suja por dentro e por fora, completamente pelada naquela privada nojenta depois de ter sido fodida e enrabada com vontade por seis caras, sem ter buscado aquilo, sem ser premeditado, mas entendi que tinha caído na armadilha do prazer, sem nem perceber direito e, por um lado, sentia remorso, mas por outro, lembrava do tesão que tinha aguentado e que valeu a pena, pelo menos como uma experiência que não vou esquecer e acho que nunca mais vou poder repetir.... Vesti meu vestido sobre meu corpo nu e sujo e, quando voltei para procurar o Daniel, ele já não estava mais lá. Acho que, depois de eu ter demorado mais de uma hora, ele ficou me procurando pelos banheiros femininos, mas no meio da multidão a gente não conseguia se achar — nem eu ele, nem ele eu. Saí na rua e fui andando com o olhar vago, perdido, desorientado, era como se tivesse vivido um terremoto. Só quando cheguei em casa e me enfiei na banheira é que percebi o que realmente tinha acontecido...
Tanto eu quanto o Daniel (meu namorado) erramos feio nos palpites sobre o tipo de música e, muito menos, sobre o tipo de gente que se reunia ali. Quase todos eram caras mais novos que a gente e muito diferentes de nós em todos os sentidos: amantes de motos, rock, litrões, umas balinhas e, com certeza, bem mais violentos do que a gente podia imaginar.
Assim que cheguei na Booty, um deles fez um comentário sobre mim:
- Olha só a loirinha, que gostosa, hein?

Me agarrei com força no braço do Daniel, sabia que isso podia irritar ele, mas já tentei várias vezes convencê-lo a não se meter em encrenca por causa de um simples comentário sobre mim. Só que, longe de me ouvir, ele partiu pra cima daquele moleque que não devia ter mais de 17 anos.
— Qual é o seu problema, mano? — falou num tom ameaçador, bem típico da sua arrogância.
O garoto e os que estavam por perto caíram na risada. Parecia inevitável que aquilo terminasse em briga, e, pegando Daniel pelo braço de novo, puxei ele pra dentro do ginásio, tentando acabar com o que estava por vir. Ainda dava pra ouvir as risadas daqueles moleques enquanto a gente sumia no meio do povo, felizmente não deu em nada. Eu falei pro Daniel não fazer besteira, que eu sabia o homem que ele era e que não precisava me provar nada, que encarar aquela gente ia trazer problema pra ele e mais nada, então era melhor a gente se divertir e curtir o show. No fim, conseguimos entrar no pavilhão lotado, onde não cabia mais uma alma. Estávamos tão apertados que dava pra sentir o cheiro da humanidade, e o calor era de cortar com faca.
Claro que a gente não se encaixava nada naquela bagunça e eu nem tava vestida pro rolê, porque tava usando um vestido branco curto em vez de ter colocado uma calça jeans muito mais adequada pra esse tipo de evento.

Total, o show começou entre gritos ensurdecedores do líder da primeira banda que pulou no palco pra alegria de todos os jovens que se reuniam ali, vibrando e pulando no ritmo da bateria.
Não parava de entrar mais e mais gente naquele lugar lotado e a cada momento estávamos mais apertados, dava pra sentir que atrás de mim alguém se espremia mais do que devia, aproveitando a situação. Mas longe de falar algo pro Daniel, tentei me concentrar no show e curtir dentro do possível.
O calor tava sufocante e mal dava pra respirar no meio da multidão. Pra piorar, os caras que estavam atrás da gente tiraram as camisas e, quando virei a cabeça, tava cercada de torsos nus e suados. O grupo, com uns seis ou sete caras, me encarava e ria da minha cara de susto. O mais perto de mim sorriu e me ofereceu um gole da cerveja dele, mas eu recusei com um sorriso forçado. Daniel tava do meu lado, segurando minha mão, mas nem percebia o que tava rolando ao meu redor. Cada vez eu me adaptava melhor à música ensurdecedora quando um dos caras do grupo falou no meu ouvido:
- Ei, quer dar uma trepada... Eu me fiz de desentendida, não queria confusão, sabia o ciumento que o Daniel ia ficar e não respondi. Mas ele insistiu:
- Tô falando que você é muito gostosa... Voltei a me fazer de surda e deixei aqueles comentários passarem como se não fossem comigo. Mas como aquele cara não tinha vergonha, colocou uma das mãos na minha bunda e começou a apalpar descaradamente. Dei um pulo e o Daniel me perguntou:
- O que foi?
- Nada, nada...

Que bom que a gente entrou naquele lugar, mas como é que não vazamos quando chegamos na porta? A mão do garoto voltou ao ataque, me virei de lado e falei com cara séria pra ele parar se não quisesse problema... Aquilo pareceu divertir ele ainda mais, e ele foi contar pros amigos, que caíram na gargalhada...
Ele voltou a sussurrar no meu ouvido:
- Vou te comer, gostosa, vou meter até o fundo... Me virei, coloquei a cara mais séria que consegui e respondi:
— Para com isso agora, se não quiser que eu conte pro meu namorado... tá? Enquanto isso, Daniel ainda segurava minha mão, mas sem perceber nada, continuava olhando tranquilamente o show.
- Fala pro teu namorado, assim ele aprende como se come uma loira gostosa como você. - insistiu meu assediador. Voltei meu olhar pra frente, mais assustada do que qualquer outra coisa, já que imaginava que o Daniel ia perceber tudo e aquilo podia acabar num negócio bem desagradável pra gente, porque os caras eram uns seis ou sete...
- Ei, a buceta dela ainda é virgem?
De novo fingi que não ouvi...
- Queria meter nessa sua bunda e você ver como um pau de verdade entra...
As palavras dele, cada vez mais fortes, estavam começando a me deixar com tesão de verdade. Eu queria me concentrar no show e esquecer tudo, mas o cara continuava sem parar. Pra piorar, a mão dele voltou a passar no meu rabo, mas dessa vez apertando minhas nádegas com a maior cara de pau do mundo. Ele tava pouco se fodendo pra tudo, provavelmente por já estar meio bêbado. Eu não entendia muito bem o que tava rolando dentro do meu corpo, mas, longe de rejeitar aquele estranho, sentia uma certa excitação com as palavras dele, com a ousadia, com as carícias...
- Boneca, você deve estar com a buceta bem molhadinha, não é mesmo?

Daniel me olhava de vez em quando e sorria pra mim, totalmente alheio à situação, ah, se você soubesse! — eu pensava... O cara se apertou contra o meu corpo e eu sentia o volume do pau dele contra minha bunda, as mãos dele foram subindo da minha bunda pela minha cintura até chegar nos meus peitos, que ele começou a acariciar pelas laterais, e depois a apalpar minhas tetas à vontade, primeiro de leve e depois com mais força, até beliscar meus bicos por cima do tecido do vestido. Como eu não tava de sutiã, o contato das mãos dele nas minhas tetas era uma delícia pra ele e também, por mais que me custasse admitir, era uma delícia pra mim..

Tentei de todo jeito me afastar dele: - Para com isso, filho da puta.. - cortei ele, tirando as mãos dele de cima de mim bruscamente.
No meio da confusão, o Daniel finalmente percebeu que algo tava rolando:
- O que foi?
- Nada, só me empurraram... - respondi, minimizando a situação pra evitar merda maior.
Daniel virou pros caras:
- Ei, cuidado aí, não enche o saco, beleza?
O cara que tava atrás de mim se armou e também encarou meu namorado.
- Que que cê falou, seu cuzão de merda? Quer ver como eu te boto no seu lugar?
Segurei a mão do Daniel com força, porque sabia que ia começar uma treta que ia sair do controle.
- Vai, então, começa, tá esperando o quê? - o Daniel já tava todo machão.
- Deixa pra lá, amor, por favor... só me empurraram, vamos continuar vendo o show, não liga pra eles, por favor não arruma confusão.
- me meti no meio dele e dos caras porque sabia que ele ia se foder, se é que sempre falo que ele tem a boca grande demais e não percebe o perigo que corre. As águas se acalmaram, pelo menos por enquanto, já que o cara voltou ao ataque, sussurrando coisas no meu ouvido de novo.
- O que rola com teu namorado é que ele não consegue manter duro, por isso que te deixa na mão. O que tu precisa é de um bom machete... tu tem que ver o pedaço de pau que eu tenho pra te dar...
Eu engolia seco e, dessa vez, não me virei pra evitar que a coisa acabasse em briga. Já não sabia mais o que fazer: se contasse pro Daniel, podia dar uma puta confusão; se ficasse calada, tava na mão do que aquele cara pudesse fazer comigo... Era melhor ignorar, assim eles parariam com a atitude, mas... como eu tava enganada! De novo meus peitos foram envolvidos pelos braços fortes dele, enquanto ele continuava sussurrando no meu ouvido.
- Você vai ver que foda que eu vou te dar, vai ver até estrelas, gostosa...Virei pro Daniel e pedi pra gente vazar daquele lugar.

Agora não, amor - ele me respondeu - vai tocar um grupo muito bom e quando acabar a gente vaza, beleza?
Eu tava metida numa baita enrascada e com certeza não ia sair ilesa dessa. Fiz de novo ouvidos moucos pra tudo que aquele cara dizia, mas ele insistia sem parar.
- Cê é muito gostosa, loirinha, tô com o machete duro igual pedra, vai ver que foda eu vou te dar...
Entre as frases dele e as mãozadas nos meus peitos, que quando me acariciam do jeito que ele tava fazendo, eu vou ao fundo do poço, já não dava mais pra evitar ficar com tesão e ver meus bicos cada vez mais durinhos. - Caralho, que peitões que você tem, gata, quase não cabem na minha mão, durinhos, redondinhos, do jeito que eu gosto... hmmmmmm, que bicos duros da porra....
Fechei os olhos, porque o prazer só aumentava, as batidas do meu coração aceleravam e minha bucetinha começava a ficar molhada, não conseguia evitar, queria que tudo aquilo acabasse, mas por outro lado desejava que não tivesse fim.
Tão lotado estava aquele pavilhão, que, embora Daniel olhasse de vez em quando, estávamos muito grudados e eu não conseguia ver nada do que acontecia. De vez em quando eu apertava a mão dele, já que mal conseguia ficar em pé por causa das carícias que aquele estranho estava me dando. As mãos daquele cara voltaram pra minha bunda e continuaram no trabalho de apalpar e apalpar sem parar um segundo, mas a ousadia foi além quando uma das mãos dele se enfiou por baixo do meu vestido e começou a acariciar a parte interna das minhas coxas. Um suspiro escapou de mim...

— Mmmmm, que coxas gostosas você tem, macias, como veludo... você vai ver como vamos nos divertir... — o garoto sussurrou de novo pra mim. De repente senti ele fuçando na minha calcinha, claro que o filho da puta tava querendo tirar ela de mim, eu tentava me mexer pra me afastar dele, mas fazia isso com movimentos não muito escancarados pra que o Daniel não percebesse nada, se em algum momento ele nos pegasse, a coisa virava briga. - Deixa eu ficar com sua calcinha, gostosa, pelo menos vou ter uma lembrança sua, né? - o cara me dizia enquanto continuava tentando puxá-la pra baixo. Eu me recusava e segurava minha calcinha por cima do vestido com a mão que estava livre, porque a outra estava de mão dada com meu namorado. - Para agora, por favor... – eu suplicava, fazendo cara de pidona.
O cara continuava na tentativa, cada vez com mais vontade, enfiou os dedos nas minhas coxas por baixo do vestido e puxou minha calcinha pra baixo enquanto todos os amigos dele pareciam se divertir e riam sem parar... A situação devia parecer muito engraçada pra eles, mas eu tava assustada, embora ao mesmo tempo aquilo me desse um tesão danado, me odiava por deixar o prazer me invadir, mas era inevitável, tava presa!

No vai e vem de tirar minha calcinha, o cara puxou de uma vez com tanta força que na luta rasgou um pedaço do tecido, e isso pareceu excitar ele. Já que tirar pra baixo tava difícil, ele tentou arrancar de vez, puxava sem parar pra ele e minha calcinha ia se rasgando cada vez mais, as costuras foram cedendo e o pano grudava na minha pele, ao mesmo tempo o tecido entrava na minha bucetinha e isso me dava ainda mais tesão. Ele continuou puxando e puxando, até rasgar tudo, chegando a me machucar, deixando só um fio preso numa das minhas coxas. Mas o garoto deu um último puxão e finalmente arrancou à força, me fazendo cambalear e até esbarrar no cara que tava na minha frente.

Daniel percebeu de novo algo, mas não entendia direito o que era aquilo tudo:
— O que foi? — ele perguntou de novo...
— Nada, nada, é que tropecei. — respondi de qualquer jeito. Aquele cara tinha conseguido arrancar minha calcinha e agora eles estavam passando de um pro outro, cheirando e lambendo igual gatos no cio. Eu sentia o ventinho fresco entrando por baixo do meu vestido, que era a única peça que eu vestia na pele.
De novo, aquele garoto enfiou as mãos por baixo do meu vestido, subindo pela parte de fora das minhas coxas.
— Mmmmmm, que cinturinha, que rabo macio...
Eu fechava os olhos e aquela sensação me deixava confusa, parecia um sonho, mas era real, real demais para eu conseguir evitar.
— Daniel, por favor, vamos embora — implorei de novo pro meu namorado.
— Espera um pouco, meia hora e a gente vai, tá?
— É que eu tô com muito calor... Não me dava bola, estava destinada a cair nas mãos daqueles desconhecidos sem querer... ou será que eu realmente queria?
— Tá com calor, gostosa? — o cara me dizia — Vou apagar esse fogo, cê vai ver... Dessa vez, as mãos dele deslizaram pela parte interna das minhas coxas e começaram a subir, eu sentia o calor e a mão suada dele subindo centímetro por centímetro na minha pele. De repente, percebi que um dos dedos dele chegou na minha bucetinha. Ele parou, acariciou minhas virilhas devagar, até que o dedo roçou minha rachinha molhada, sentindo todo o meu calor. Ele voltou ao meu ouvido e deu uma pequena mordida no meu lóbulo enquanto sussurrava:
- Puxa.... você tá gostosa, bem gostosa e molhada, vai ver como meu dedo entra gostoso em você....


Ela se virou para os amigos:
- Essa putinha tá que é uma brasa...
O dedo dele continuou brincando na minha virilha, nos meus pelinhos, e de repente se enfiou na minha buceta sem dificuldade, devia ser o dedo dele, bem comprido por sinal.


Foi inevitável eu soltar mais um suspiro e um gemido quase inaudível.
O vestido grudava em mim por causa do suor e, com a mão livre, ele continuava apalpando minha bunda, minha cintura e, em seguida, voltava a esfregar os dedos entre meus peitos. Eu olhava de canto pro Daniel, mas ele não percebia nada, coitadinho... tavam me passando a mão de um jeito danado e ele olhando pra plateia como se nada fosse. O dedo habilidoso daquele desconhecido entrava e saía sem parar na minha bucetinha, me dando um tesão danado.
— Que bucetinha apertada, que gostosa, que gostosa... — ele repetia sem parar no meu ouvido. O cara parou de me tocar de repente, por um momento achei que tinha acabado tudo, mas não era bem assim, ele tava conversando com os amigos e preparando alguma outra artimanha. Pois é, mandou os amigos se posicionarem na frente do Daniel pra garantir que ele não visse nada, e como o povo dançava e pulava, a gente tropeçava uma hora e outra, e aquilo parecia fazer parte da bagunça da multidão.
O garoto voltou ao ataque, mas dessa vez não era a mão dele que estava entre minhas coxas, era a respiração dele que eu sentia na minha bunda. No começo, fechei as pernas, achava que aquilo tinha ido longe demais e queria parar, pelo menos em parte, porque quando a língua dele roçou meus glúteos, achei que ia morrer. Mas pior ainda foi quando ele separou minha bunda com as mãos e aquela mesma língua começou a explorar meu buraquinho traseiro. Aí sim, eu tinha perdido totalmente o controle, estava completamente entregue. Num piscar de olhos, aquele garoto estava debaixo das minhas pernas, chupando a parte mais íntima do meu corpo, indo da bunda pra minha buceta uma hora e outra. Quando a língua dele roçou meu clitóris, um gritinho escapou da minha garganta. Felizmente, ele parecia surdo, porque no meio da gritaria da galera quase ninguém ouviu, muito menos o Daniel, que continuava segurando minha mão e se mexendo no ritmo da música.

Outra vez aquela língua maravilhosa explorava minha bucetinha, instintivamente eu abria mais minhas pernas e a língua desconhecida continuava brincando com meu clitóris até que inevitavelmente veio um orgasmo intenso e maravilhoso. Tive que me apoiar no cara da frente, que também não tava entendendo nada.
O cara saiu de baixo da minha saia e voltou a chupar minha orelha enquanto me dizia:
- Mmmmm, que buceta deliciosa você tem... E aí? Você se divertiu pra caralho, né? Agora você vai ver que eu tô com o pau duro feito pedra, diferente do seu namorado. Levantou a parte de trás do meu vestido e senti algo duro e molhado se enfiando entre minhas coxas, sem dúvida o troço era descomunal. Abaixei minha mão livre e agarrei a ponta dele com meus dedos, comecei a brincar com aquela maravilha de pau e esfregava ele uma e outra vez contra minha buceta. Nossos sucos se misturavam e ele não parava de me chupar e morder no pescoço. O que estava acontecendo comigo? Por que eu tinha ido até ali..? Não conseguia parar, tava a mil por hora.... Tava louca de tesão e morrendo de vontade que aquele membro potente entrasse dentro de mim, comecei a masturbar ele com minha mão por baixo das minhas pernas, sentia como o pau dele escapava dos meus dedos, ele fazia movimentos pra trás e pra frente pra facilitar a manobra.
Eu não aguentava mais e ele parecia que também não.
- Quero meter em você, quero te foder, vai ver como um ferro quente entra naquele buraquinho...



A posição quase não permitia, já que os dois estávamos de pé e eu também não podia me inclinar muito pra frente, porque não tinha espaço e podia parecer suspeito pro Daniel. Em compensação, eu queria com todas as minhas forças que me comessem, precisava daquilo... Seguimos brincando, eu com meus dedos acariciando a glande dele e as dobras da pele da porra do pau dele, ele me mordia no pescoço e apertava a pélvis contra minha bunda, o contato da pele dele com a minha era foda. Nossa respiração aumentava e nosso tesão também.
O cara sussurrou de novo pra mim.
- Tenho que meter em você, tenho que te foder, mesmo que seja a última coisa que eu faça na minha vida... Isso me excitava ainda mais e tive a brilhante ideia de falar pro Daniel:
— Amor, preciso ir ao banheiro, não tô aguentando...
— Agora? Mas você não vai conseguir chegar, isso aqui tá lotado — ele respondeu.
— É que não tô aguentando...
— Tá bom, vou com você.
— Não, não, vou sozinha, continua vendo o show, assim vou correndo, não se preocupa.
— Sozinha?
- Sim, sim, não se preocupa...
Foi assim que consegui me livrar dele por um momento, eu tava fora de mim, me comportando igual uma pirralha, mas não tava nem aí pra nada nem pra ninguém, queria sentir aquela pica dentro de mim, então me virei, peguei na mão daquele cara que me deixou tão tesuda e saímos correndo no meio da multidão em direção aos banheiros. Os amigos dele foram junto, porque não queriam perder aquilo. Foi um parto abrir caminho no meio daquela multidão, mas no fim conseguimos. Eu tava elétrica e não tava nem aí pros empurrões e roçadas que a gente levava ao passar por tanta gente. Finalmente chegamos nos banheiros, o das minas tava lotado e tinha fila. Entramos no banheiro dos caras e só tinha dois moleques. Minha acompanhante falou algo pra eles que fez os dois saírem sem reclamar, e os amigos deles ficaram de vigia na porta pra ninguém encher o saco. Ali mesmo, no centro daquele lugar fedorento, começou a passar a mão em mim por todo lado, dessa vez sem nenhum impedimento, e eu, claro, me deixei levar. A gente se beijou como dois condenados, brincando com nossas bocas e línguas. A mão dele enfiou por baixo do meu vestido e acariciou os pelinhos da minha buceta, e depois o dedo dele brincou com meus lábios vaginais...
— Me fode, me fode. — implorei.
Abrimos a porta de um dos mictórios e, mesmo estando imundo, não me importei nem um pouco. Eu estava tão louca pra ser possuída por aquele estranho que nada mais importava. O cara baixou a calça até os tornozelos, ficando pelado na minha frente. Adorei ver o torso nu e suado dele, o pau completamente duro e uma cara de safado fora do normal. Ele começou a desabotoar meu vestido, com tanta brutalidade que arrancou dois botões. Tive que terminar de tirar sozinha pra não sair dali semi-nua. Devagar, soltei todos os botões do meu vestidinho até ficar completamente pelada na frente daquele desconhecido e dos cinco amigos dele, que estavam na porta daquele cubículo pra não perder nenhum detalhe.


- Mamãe, como você é gostosa... que corpo... - repetiam todos.
O cara ficou me olhando de cima a baixo, admirando minha nudez. O pau dele apontava pro teto e eu queria ele dentro de mim o mais rápido possível. Entreguei o vestido pra um dos amigos dele e me ajoelhei na frente do pau dele, comecei a brincar com ele, segurei pela base com minha mão e com minha língua subia e descia pela parte externa, ele fechava os olhos e eu sorria pra ele...
- Como você me deixa louco, sua puta... As palavras dela podiam soar super vulgares em outro momento, mas eu adorava ouvi-las, realmente me sentia como uma puta e naquele momento eu era... Fiquei brincando uma e outra vez com o pau dele duro até ele me implorar pra colocar na boca. Não fiz ele sofrer muito mais e comecei a fazer um boquete monstruoso, aquele instrumento enorme sumia dentro da minha boca até chegar na minha garganta, e minha cabeça subia e descia sem parar... de vez em quando eu tirava da boca pra observar ele e dar um sorriso malicioso.
- Continua, foxy, continua... que você adora chupar ele... como você faz bem....


Continuei um bom tempo, dale que dale, chupando aquele pauzão, me esbaldando com ele, até que o cara sentou na privada e me disse:- Agora sobe aqui, gostosa, que você vai ver o que é ter uma pica bem dentro.Obedeci como uma boa menina, me levantei, virei de costas pra ele e abri minhas pernas o máximo que pude, enquanto me segurava nas paredes daquele cubículo. Sentei naquele garoto excitado, peguei a ponta do pau dele com meus dedos e guiei pra dentro da minha buceta. Primeiro, passei ele pra cima e pra baixo nos meus lábios vaginais, e meu corpo tremia com aquela sensação gostosa que eu não conseguia parar. De uma vez só, sentei nele, sentindo ele entrar centímetro por centímetro dentro de mim. O tesão era inacreditável...
- Ahhhhh, Deus, que gostoso..... - eu gemia.
Comecei a cavalgar naquele pau poderoso, vendo ele desaparecer dentro da minha bucetinha, parecia incrível que aquilo entrasse com tanta facilidade, mas eu estava tão tarada e tão molhada que entrava de tudo... O garoto apertava meus peitos enquanto a pélvis dele se movia pra trás e depois apertava, tentando me atravessar com aquela adaga quente. Nossos corpos suavam, nossas línguas se enroscavam e nossos corpos se fundiam numa foda magnífica. — Toma, toma, toma... — ele repetia sem parar enquanto me penetrava. Os músculos da minha buceta se apertavam contra o pauzão dele e minhas mãos se agarravam nas paredes, os amigos dele gritavam sem parar e batiam uma na minha frente, a vista era espetacular, ver cinco caras na minha frente se masturbando era maravilhoso. O cara continuava me fodendo com muita maestria, o corpo todo dele se arqueava, ele se jogava pra trás pra meter de novo com força...- Sim, sim, me fode, me fode... -eu gritava.


O show devia ser incrível e os caras não ficaram só na punheta, começaram a acariciar minhas coxas, meus peitos, minha buceta... Eu fechava os olhos e tentava sentir cada carícia que me deixava maravilhada. Não aguentei mais e, com uns resfôlegos fortes, gozei no meio de suspiros e gemidos. Em poucos segundos, eu tava cercada pelos seis caras, um tava me comendo e de que jeito, outro chupava meus peitos, outro minhas coxas, e até meus pés... que delícia, que maravilha...
- Uff, ufff... Uaaauuuu... - resfolegava o que tava embaixo e que tava me penetrando até o fundo.
O garoto continuava firme no propósito de me destruir, e olha se não estava conseguindo bem, os músculos dele se tensionavam e os dentes mordiam meu pescoço, eu olhava pra baixo pra ver a pica linda dele sumir dentro da minha bucetinha insaciável.


De repente, parou de uma vez, deu a última enfiada dentro de mim e gozou pra caralho dentro de mim enquanto repetia sem parar:
- Que foda, que foda, caralho, como você transa bem...
Virei a cabeça e continuei beijando ele enquanto ele ficava parado, sentindo os últimos espasmos de uma gozada longa dentro da minha buceta. Eu não queria que acabasse tão cedo, precisava de mais e mais e mais, tava tão tesuda que não bastava aquela transa.

O cara me pegou pelas axilas e a gente se separou enquanto ele falava pros amigos:
- Porra, como essa mina fode, passem na bilheteria que a gente vai cobrar...
Sem pestanejar, foram sentando um por um na privada e eu em cima de cada um deles pra sentir aqueles paus juvenis enormes e brincalhões. O primeiro, o segundo, o terceiro, o quarto e o quinto foram passando pela pedra e com cada um deles eu gozava mais e mais, me fizeram gozar várias vezes, umas gozadas das mais selvagens. Enquanto um me comia, os outros me acariciavam, me mordiam, me beijavam, me chupavam por todos os lados...
Meu primeiro perseguidor e líder do grupo incentivava os amigos:
- Comam ela bem, deem porrada nessa buceta, que ela tá precisando... Eles ficavam mais e mais animados e, ao mesmo tempo, eu estava no paraíso, nunca tinham me feito gozar daquele jeito.
- Não para, não para, que essa puta não tem o bastante... - repetia o líder pro amigo que eu tinha debaixo.



Assim terminamos todos bem exaustos, inclusive eu, porque apesar de ter todos os músculos doloridos e minha buceta mais que irritada, eu queria mais e mais, foder selvagem como nunca tinha feito. Vendo que meus pensamentos pareciam ser lidos pelo meu primeiro amante, ele conseguiu me dizer:
- Vai ver, gostosa, agora vou meter esse pauzão no seu cu e você vai ver as estrelas... Me assustei, francamente, porque só tinha tentado uma vez com meu namorado e não foi muito gratificante, mas por outro lado, queria encarar esse novo desafio e ser sodomizada era o que eu mais desejava naquele momento. Pobre de mim, tinha virado uma boneca, um fantoche na mão daqueles caras. Ele me fez deitar de bruços sobre a privada e apoiar as mãos na parede, cuspiu nos próprios dedos e esfregou a saliva no meu cuzinho apertado, primeiro um dedo, depois dois e até três, fazendo meu buraquinho dilatar rapidamente.
Em seguida, colocou a glande entre minhas nádegas e começou a forçar a entrada devagar, até que a cabeça do pau enorme dele entrou por completo. Eu gritava, a dor era aguda, mas aos poucos meu esfíncter foi relaxando, transformando aquela dor num tesão que só aumentava. Ele continuou metendo só a ponta enquanto me segurava pelos quadris. Depois foi apertando mais pra que, centímetro por centímetro, fosse entrando. Meus gritos deviam estar ensurdecedores, mas duvido que alguém, além de quem estava ali, pudesse ouvir, porque a música do show abafava qualquer outro barulho.
— Isso, gostosa, agora você vai ver como ele entra inteiro nessa bunda linda... — ele disse. Ele me agarrou com força pelo cabelo, puxou pra perto dele e, de uma só vez, enfiou o pau inteiro no meu cu dolorido. Acho que perdi a noção do tempo, não sei se cheguei a desmaiar, mas de repente todas as minhas dores e ardor sumiram pra dar lugar a um prazer que eu não conhecia. Minhas costas se arqueavam e meus quadris se moviam no ritmo pra receber aquela faca atrás de mim. Juro que tava vendo estrelas e eu repetia pra ele:
— Continua, filho da puta, continua... arrebenta minha buceta...
Ele seguia minhas ordens e não parava de bombar enquanto puxava meu cabelo. Meus pelos se arrepiaram e um calafrio percorreu meu corpo inteiro, cheguei a não sentir meus dedos, minha cara tava ardendo, era uma sensação estranha, mas eu sentia que um orgasmo diferente tava chegando. Comecei a gemer forte, cada vez mais forte, até começar a gritar, a falar coisas sem sentido, a xingar todo mundo ao redor, e aquele orgasmo me tomou da cabeça aos pés... foi incrível.
O cara gozou dentro de mim quase ao mesmo tempo que eu, até que as pernas dele não aguentaram mais e ele caiu sobre minhas costas suadas de suor.




Meus amigos, pra não ficar por baixo, quiseram provar daquela iguaria e, um por um, acabaram de destruir minha buceta com seus paus longos, curtos, grossos e finos. Me deixaram largada lá no meio daquele lugar fedorento, sem nem se despedir de mim, só rindo e se gabando de ter comido uma mina com a maior facilidade do mundo. Minha cabeça tava rodando, me sentindo muito mal, suada, suja por dentro e por fora, completamente pelada naquela privada nojenta depois de ter sido fodida e enrabada com vontade por seis caras, sem ter buscado aquilo, sem ser premeditado, mas entendi que tinha caído na armadilha do prazer, sem nem perceber direito e, por um lado, sentia remorso, mas por outro, lembrava do tesão que tinha aguentado e que valeu a pena, pelo menos como uma experiência que não vou esquecer e acho que nunca mais vou poder repetir.... Vesti meu vestido sobre meu corpo nu e sujo e, quando voltei para procurar o Daniel, ele já não estava mais lá. Acho que, depois de eu ter demorado mais de uma hora, ele ficou me procurando pelos banheiros femininos, mas no meio da multidão a gente não conseguia se achar — nem eu ele, nem ele eu. Saí na rua e fui andando com o olhar vago, perdido, desorientado, era como se tivesse vivido um terremoto. Só quando cheguei em casa e me enfiei na banheira é que percebi o que realmente tinha acontecido...
7 comentários - No show, na buceta.
Leo para ver algún texto bueno y novedoso que me caliente, y si no es así en este sitio se puede criticar. Si no te gustan las críticas cerrá los comentarios (no sé si se puede).
Sigue adi chica muy bueno