Um dia desse verão, combinamos de ir a uma praia de nudismo, aproveitando que não estávamos trabalhando naquela semana e que uma amiga nossa tem um apartamento vazio na região e sempre nos empresta. Então, chegou o dia e fomos; em pouco mais de uma hora já estávamos estendendo a toalha na areia. O dia estava lindo, as horas foram passando entre banhos deliciosos e momentos na toalha, tomando sol e conversando sobre nossas coisas.
Já perto da hora de ir embora, comecei a puxar a conversa para um terreno mais íntimo, fazendo propostas para minha mulher sobre tornar aquela noite algo mais picante do que uma simples trepada, que era óbvio que íamos dar. Ela ria das propostas que eu fazia, mas em nenhum momento disse não, só ria e me dizia: "Você está me deixando muito molhada, então é melhor a gente ir indo para o apartamento." Esse foi, por enquanto, o fim da conversa. Recolhemos nossas coisas e fomos para o apartamento.
Uma vez lá, preparamos a roupa para sair para jantar. Ela tomou banho primeiro e, enquanto se arrumava, tomei banho eu. Quando saí do chuveiro, ela estava na frente do espelho se maquiando. Comecei a elogiá-la, porque, como sempre, ela tinha ficado muito gostosa com um vestido branco e umas sandálias de salto. Entre elogios e brincadeiras, eu também aproveitava para acariciá-la e dizer o quanto estava com vontade. Ela, em nenhum momento, ficou contra; entrava no jogo com beijos, rebolados e, num dado momento, me disse: "Olha a calcinha fio dental que eu vesti para você." Na hora, me joguei nela e começamos a nos beijar com frenesi e carícias; levantei o vestido dela e acariciei aquele rabo gostoso até terminar enfiando dois dedos na bucetinha dela, que já estava no ponto. Ela, entre gemidos, me pediu para parar, dizendo: "Amor, vamos jantar, tomar umas cervejas e voltar para você fazer todas aquelas coisas que me disse na praia que quer me fazer." Como conseguimos, desgrudamos nossos corpos e nossas bocas, mas, em troca de parar, de brincadeira, falei: "Vou levar sua calcinha fio dental; depois te devolvo. Rio, e me olhando fixamente com um sorriso nos lábios, disse: "Você não vai querer que eu saia sem ele na rua, né?"
— Sim, meu amor, hoje você tava dizendo como era gostoso ficar sem roupa.
— Mas eu tava me referindo à praia.
Estendi minha mão, e ela levantou o vestido, desceu a calcinha fio dental até tirar e, com o sorriso no rosto, me entregou. Saí do banheiro pra deixar ela se arrumar enquanto eu me vestia. Em meia hora, já estávamos passeando pela rua procurando um bar pra tomar alguma coisa. Naquela noite, parecíamos um casalzinho de namorados andando entre carícias na cintura dela e parando pra nos beijar. Entramos num bar, sentamos, pedimos umas tapas e umas cervejas. Ela me disse: "Nunca estive num bar sem calcinha. Olha que safado você é…" Eu ria e perguntava: "Você se sente bem?"
— Sim, mas é uma sensação estranha, como se eu esquecesse e, se abrir as pernas, alguém pode me ver.
— Bom, hoje você foi vista na praia e não se importou.
— Não é a mesma coisa.
— Claro, quem te ver vai ficar de pau duro e vai bater uma punheta pensando em você hoje à noite.
Com um sorriso no rosto, ela completou: "E isso não te incomoda?"
— Não, amor, ver outros caras de olho na minha mulher e sentindo desejo me deixa com muito tesão.
Terminamos de jantar e pagamos a conta. Ao sair na rua, ela me beijou com doçura e disse: "Uma dose num pub pra fechar a noite e a gente vai embora." Sugeri ir a um que ficava na rua do apartamento, e fomos pra lá. Nunca tínhamos ido. Ao entrar, vimos que era tipo uma balada, música dançante, pouca luz e, como era meio de semana, pouca gente. Chegamos no balcão e pedimos duas doses. A gente conversava enquanto minha mulher rebolava o corpo no ritmo da música. O álcool já começava a fazer efeito. Eu segurava a cintura dela enquanto ela dançava e, quando virava de costas, eu passava a mão na bunda dela e levantava devagar o vestido, ao mesmo tempo que beijava o pescoço dela. Ela disse: "Vão ver tudo." Respondi: "Ninguém percebe." E ela falou: "Ninguém, menos aquele cara que tá olhando fixamente pra gente." Olhei e vi um cara nos encarando. Sussurrei no ouvido dela: "É ele. Normal que te olhem com desejo, você é muito gostosa, amor. Eu sei que a situação estava ficando muito quente e, sem disfarçar, subi minhas mãos pelo corpo dela até chegar nos peitos dela. Ela reagiu dando um pulo e se afastou de mim, dizendo: "Vou ao banheiro". Caminhou na direção dele, passando ao lado do cara, que não se intimidou, se virou pra olhar a bunda dela e foi atrás dela. Os dois passaram pela primeira porta pra entrar na área dos banheiros, e eu perdi os dois de vista. Não demorou muito pra ela voltar, viu que eu estava terminando minha dose e disse: "Vamos pegar outra". A princípio eu disse que não, mas ela insistiu. Levantei o olhar e vi que o cara tinha saído do banheiro e estava vindo pra onde a gente estava. Ele parou do nosso lado no balcão pra pedir. Minha mulher insistia pra gente tomar outra, e eu, estranhando e pensando, sem tempo pra mais nada, chegou o garçom e o cara disse: "Me dá uma dose e pra esse casal aí, põe o que eles quiserem também". Olhei pro cara e, antes de eu reagir, minha mulher disse: "Viu, tão nos convidando, e ainda por cima essa música é a minha favorita". Sorri, concordei e agradeci o cara, que, sem cerimônia, me disse: "Se importa se eu dançar com ela? Vim sozinho e também adoro essa música". No meu rosto se desenhou um sorriso, mas não era de aceitação, era mais tipo: "Mas o que você tá me contando?" Ele ou não entendeu ou não quis entender, e saiu disparado pra onde minha mulher tinha ido dançar. Fiquei apoiado no balcão olhando os dois dançando. Minha mulher me olhava enquanto ele falava alguma coisa pra ela, ela ria. E quando a música acabou, eles voltaram andando. Ela me beijou, pegou a dose dela e deu um bom gole. Eu perguntei: "E aí, como foi?" E o cara, que sempre se adiantava, disse: "Dança como uma deusa". Ela sorriu pra ele e disse: "Ah, para, não é tudo isso". E ele respondeu: "Ah, é sim", e me olhando, perguntou: "Ou será que ela se mexe melhor que a Shakira?" Supus que sim, e rimos os três. Ele levantou a mão e disse pro garçom: "Uns shots, por favor". Tomamos a rodada de um gole só e eu falei pra minha mulher: "Vou ali no banheiro um momento". Enquanto eu ia pra lá. minha cabeça não parava de pensar, quem é esse cara tão sem vergonha, por que minha mulher tá dando corda pra ele, ele não fez nada de errado mas…
Quando ele voltou, parecia que tava tomando meu lugar. Quando chegamos no pub, ele ficava falando coisas pra minha mulher enquanto ela rebolava no ritmo da música, e ela não parecia se importar. Cheguei perto do ouvido dela e perguntei: “Esse chato tá te incomodando?” E nunca esperava aquela resposta dela. Ela se aproximou do meu ouvido com um sorriso no rosto, enquanto com a mão começou a acariciar minha virilha e disse: “Não, amor, de jeito nenhum.” E completou: “Meu amor, seu sonho vai se realizar, vai se tornar realidade.” “Do que você tá falando?” perguntei, me fazendo de bobo, porque já tava desconfiando. “Como você sempre quis fazer um menage”, ela disse. E eu perguntei: “Tem certeza? É isso que você quer?” (Lá no fundo eu pensava: fala que sim!) “Sim, quero sim”, ela respondeu (isso era o agora ou nunca!). “Esse cara me agrada, uff.” Naquele momento, não soube o que mais dizer. Olhei pra ela sorrindo, e ela correspondeu, abraçando meus braços por trás do meu pescoço e aproximando o corpo dela do meu pra morder meus lábios. Passei minhas mãos pelo corpo dela, chegando na bunda dela pra apertar com força. O cara ficou nos olhando enquanto eu perguntei pra minha mulher: “Foi ele que propôs?” “Não, amor, ele só me elogiou, mas tô tão excitada essa noite que já tô toda molhada e quero muito foder. E sei que quando a gente tiver transando, você vai me falar que queria ter fodido com ele.” E piscando um olho, disse: “Você decide?” Olhei pro cara, que parecia não entender nada, e ele falou: “Acho que vou embora, não quero atrapalhar mais.” Aí, sem pensar em mais nada além da cara de tesão da minha mulher, falei: “Não, pede mais uma rodada de shots e a gente vai embora os três.” Não sei se na hora ele entendeu ou não, mas ele obedeceu e pediu. Pagamos o garçom e, depois de tomar um gole, saímos do pub. Caminhamos os poucos metros que nos separavam do apartamento. Abri a porta do prédio, entramos os três. Ele tava meio confuso. Apertei o botão do elevador, a porta abriu, entramos. Dentro do elevador, agarrei minha mulher com força e comecei a beijá-la. Ele olhava enquanto minha mulher me beijava, enfiando a língua na minha boca. Peguei ela pelas coxas e levantei o vestido, mostrando a bunda linda e nua dela. Abri as nádegas dela e falei: "Olha como a minha mulherzinha tá." Naquele momento, vi os olhos dele quase pulando pra fora olhando a bunda da minha mulher. Ela apoiou a cabeça perto da minha, e eu falei pra ele:
- Você não vai tocar nela? Achava que tava morrendo de vontade?
Ele se aproximou e passou a mão por toda a bunda dela, sentiu a umidade da buceta dela e, sem pensar duas vezes, enfiou um dedo na buceta dela, começando a masturbá-la.
- Amor, você tá gostando?
- Uuuuuu, siiiim.
O elevador parou, e a gente se soltou pra entrar rápido no apartamento e ir pro quarto. Eu parei pra ir no banheiro, porque a bexiga ia explodir — um segundo pra pensar: "O que a gente tá fazendo? É certo ou errado? É isso que a gente queria ou foi coisa do álcool?" Quando voltei, quase não acreditei no que vi (nunca pensei que veria minha mulher daquele jeito, tão entregue). Minha mulher sentada na beira da cama, com o vestido levantado até a cintura, e o cara de pé com a calça arriada, segurando a pica, enquanto ela olhava pra pica dele com uma cara de prazer e os olhos brilhando. Ele começou a colocar a camisinha, ela se deitou pra trás, abriu e recolheu as pernas, esperando a penetração. A pica daquele cara começou a meter nela com uma força, com uma raiva — aquilo já não parecia mais um ménage, eu era só um espectador. Enquanto os dois transavam, a cada estocada que ele dava, minha mulher respondia com um movimento no ritmo, e com uns gemidos cada vez mais altos. Como minha mulher tem um corpo magro, na cama ela se mexe bem. O cara virou ela de quatro e começou a comer ela de cachorrinho, uma posição irresistível pra minha mulher. Eu me aproximei do outro lado da cama pra ela chupar, mas ela nem ligou pra mim — tava tão vidrada no que ele tava fazendo, e dava uns gritos, até que aos poucos... Aos poucos foram se acalmando, porque o garoto e minha mulher gozaram quase ao mesmo tempo. O cara tirou o pau, com a camisinha cheia de porra, e minha mulher disse: "Agora sim, amor, é sua vez. É que não consegui me segurar", ela falou. Eu me coloquei no lugar que ele tinha deixado e meti meu pau, comecei a bombar, segurando ela com força pela cintura. Minha mulher estava com a buceta tão molhada e dilatada por aquele garoto que meu pau deslizava com total facilidade, entrando até o fundo. Ele, enquanto isso, olhava como eu fodia minha mulher, sem parar de tocar o próprio pau, já meio frio. Minha mulher virou o rosto e disse: "Vem". Ele se colocou na frente, e ela começou a chupar o pau dele, enquanto eu continuava fodendo ela de quatro com toda a vontade. Eu agarrava as nádegas dela e fazia o movimento pra dentro e pra fora, enquanto ela se mexia, até que finalmente gozei dentro dela. Minha mulher continuava com o pau do garoto na boca, tentando recuperar a ereção dele. Desci da cama e indiquei pra ele sentar na minha frente e chupar a porra que saía do meu pau. Ele fez tão bem. O outro se colocou ao lado pra que ela pudesse chupar as duas rolas pra nós, embora ambas estivessem moles. Ela nos olhava com uma expressão de alegria e me perguntou: "Amor, você gostou?" — "Sim, gostei, mas acho que você gostou mais." — "Sim, e ainda tô com mais vontade." Nós dois olhamos pro garoto, ele riu e disse: "Sua mulher me deixou muito excitado. Quando a vi, nunca pensei que ia acabar fodendo ela. Ela é uma delícia e muito mais gostosa ainda." Todos rimos, mas ela acrescentou: "Sério, vocês vão me deixar na mão? Uuuff, tô cansada e bêbada, mas ainda tô com mais vontade." — "Amor, eu comeria sua buceta, mas gozei dentro dela." Ela se deitou pra trás na cama com cara de cansaço ou de desistência, então eu disse: "Vamos descansar um pouco e a gente te fode de novo." Estendi minha mão pra ajudá-la a levantar e completei: "Vamos pro chuveiro." Entramos na banheira nós três e começamos a nos lavar. O frescor da água e as brincadeiras pra nos ensaboar fizeram efeito rápido. Mas isso é outra história. conto outro dia.
Já perto da hora de ir embora, comecei a puxar a conversa para um terreno mais íntimo, fazendo propostas para minha mulher sobre tornar aquela noite algo mais picante do que uma simples trepada, que era óbvio que íamos dar. Ela ria das propostas que eu fazia, mas em nenhum momento disse não, só ria e me dizia: "Você está me deixando muito molhada, então é melhor a gente ir indo para o apartamento." Esse foi, por enquanto, o fim da conversa. Recolhemos nossas coisas e fomos para o apartamento.
Uma vez lá, preparamos a roupa para sair para jantar. Ela tomou banho primeiro e, enquanto se arrumava, tomei banho eu. Quando saí do chuveiro, ela estava na frente do espelho se maquiando. Comecei a elogiá-la, porque, como sempre, ela tinha ficado muito gostosa com um vestido branco e umas sandálias de salto. Entre elogios e brincadeiras, eu também aproveitava para acariciá-la e dizer o quanto estava com vontade. Ela, em nenhum momento, ficou contra; entrava no jogo com beijos, rebolados e, num dado momento, me disse: "Olha a calcinha fio dental que eu vesti para você." Na hora, me joguei nela e começamos a nos beijar com frenesi e carícias; levantei o vestido dela e acariciei aquele rabo gostoso até terminar enfiando dois dedos na bucetinha dela, que já estava no ponto. Ela, entre gemidos, me pediu para parar, dizendo: "Amor, vamos jantar, tomar umas cervejas e voltar para você fazer todas aquelas coisas que me disse na praia que quer me fazer." Como conseguimos, desgrudamos nossos corpos e nossas bocas, mas, em troca de parar, de brincadeira, falei: "Vou levar sua calcinha fio dental; depois te devolvo. Rio, e me olhando fixamente com um sorriso nos lábios, disse: "Você não vai querer que eu saia sem ele na rua, né?"
— Sim, meu amor, hoje você tava dizendo como era gostoso ficar sem roupa.
— Mas eu tava me referindo à praia.
Estendi minha mão, e ela levantou o vestido, desceu a calcinha fio dental até tirar e, com o sorriso no rosto, me entregou. Saí do banheiro pra deixar ela se arrumar enquanto eu me vestia. Em meia hora, já estávamos passeando pela rua procurando um bar pra tomar alguma coisa. Naquela noite, parecíamos um casalzinho de namorados andando entre carícias na cintura dela e parando pra nos beijar. Entramos num bar, sentamos, pedimos umas tapas e umas cervejas. Ela me disse: "Nunca estive num bar sem calcinha. Olha que safado você é…" Eu ria e perguntava: "Você se sente bem?"
— Sim, mas é uma sensação estranha, como se eu esquecesse e, se abrir as pernas, alguém pode me ver.
— Bom, hoje você foi vista na praia e não se importou.
— Não é a mesma coisa.
— Claro, quem te ver vai ficar de pau duro e vai bater uma punheta pensando em você hoje à noite.
Com um sorriso no rosto, ela completou: "E isso não te incomoda?"
— Não, amor, ver outros caras de olho na minha mulher e sentindo desejo me deixa com muito tesão.
Terminamos de jantar e pagamos a conta. Ao sair na rua, ela me beijou com doçura e disse: "Uma dose num pub pra fechar a noite e a gente vai embora." Sugeri ir a um que ficava na rua do apartamento, e fomos pra lá. Nunca tínhamos ido. Ao entrar, vimos que era tipo uma balada, música dançante, pouca luz e, como era meio de semana, pouca gente. Chegamos no balcão e pedimos duas doses. A gente conversava enquanto minha mulher rebolava o corpo no ritmo da música. O álcool já começava a fazer efeito. Eu segurava a cintura dela enquanto ela dançava e, quando virava de costas, eu passava a mão na bunda dela e levantava devagar o vestido, ao mesmo tempo que beijava o pescoço dela. Ela disse: "Vão ver tudo." Respondi: "Ninguém percebe." E ela falou: "Ninguém, menos aquele cara que tá olhando fixamente pra gente." Olhei e vi um cara nos encarando. Sussurrei no ouvido dela: "É ele. Normal que te olhem com desejo, você é muito gostosa, amor. Eu sei que a situação estava ficando muito quente e, sem disfarçar, subi minhas mãos pelo corpo dela até chegar nos peitos dela. Ela reagiu dando um pulo e se afastou de mim, dizendo: "Vou ao banheiro". Caminhou na direção dele, passando ao lado do cara, que não se intimidou, se virou pra olhar a bunda dela e foi atrás dela. Os dois passaram pela primeira porta pra entrar na área dos banheiros, e eu perdi os dois de vista. Não demorou muito pra ela voltar, viu que eu estava terminando minha dose e disse: "Vamos pegar outra". A princípio eu disse que não, mas ela insistiu. Levantei o olhar e vi que o cara tinha saído do banheiro e estava vindo pra onde a gente estava. Ele parou do nosso lado no balcão pra pedir. Minha mulher insistia pra gente tomar outra, e eu, estranhando e pensando, sem tempo pra mais nada, chegou o garçom e o cara disse: "Me dá uma dose e pra esse casal aí, põe o que eles quiserem também". Olhei pro cara e, antes de eu reagir, minha mulher disse: "Viu, tão nos convidando, e ainda por cima essa música é a minha favorita". Sorri, concordei e agradeci o cara, que, sem cerimônia, me disse: "Se importa se eu dançar com ela? Vim sozinho e também adoro essa música". No meu rosto se desenhou um sorriso, mas não era de aceitação, era mais tipo: "Mas o que você tá me contando?" Ele ou não entendeu ou não quis entender, e saiu disparado pra onde minha mulher tinha ido dançar. Fiquei apoiado no balcão olhando os dois dançando. Minha mulher me olhava enquanto ele falava alguma coisa pra ela, ela ria. E quando a música acabou, eles voltaram andando. Ela me beijou, pegou a dose dela e deu um bom gole. Eu perguntei: "E aí, como foi?" E o cara, que sempre se adiantava, disse: "Dança como uma deusa". Ela sorriu pra ele e disse: "Ah, para, não é tudo isso". E ele respondeu: "Ah, é sim", e me olhando, perguntou: "Ou será que ela se mexe melhor que a Shakira?" Supus que sim, e rimos os três. Ele levantou a mão e disse pro garçom: "Uns shots, por favor". Tomamos a rodada de um gole só e eu falei pra minha mulher: "Vou ali no banheiro um momento". Enquanto eu ia pra lá. minha cabeça não parava de pensar, quem é esse cara tão sem vergonha, por que minha mulher tá dando corda pra ele, ele não fez nada de errado mas…
Quando ele voltou, parecia que tava tomando meu lugar. Quando chegamos no pub, ele ficava falando coisas pra minha mulher enquanto ela rebolava no ritmo da música, e ela não parecia se importar. Cheguei perto do ouvido dela e perguntei: “Esse chato tá te incomodando?” E nunca esperava aquela resposta dela. Ela se aproximou do meu ouvido com um sorriso no rosto, enquanto com a mão começou a acariciar minha virilha e disse: “Não, amor, de jeito nenhum.” E completou: “Meu amor, seu sonho vai se realizar, vai se tornar realidade.” “Do que você tá falando?” perguntei, me fazendo de bobo, porque já tava desconfiando. “Como você sempre quis fazer um menage”, ela disse. E eu perguntei: “Tem certeza? É isso que você quer?” (Lá no fundo eu pensava: fala que sim!) “Sim, quero sim”, ela respondeu (isso era o agora ou nunca!). “Esse cara me agrada, uff.” Naquele momento, não soube o que mais dizer. Olhei pra ela sorrindo, e ela correspondeu, abraçando meus braços por trás do meu pescoço e aproximando o corpo dela do meu pra morder meus lábios. Passei minhas mãos pelo corpo dela, chegando na bunda dela pra apertar com força. O cara ficou nos olhando enquanto eu perguntei pra minha mulher: “Foi ele que propôs?” “Não, amor, ele só me elogiou, mas tô tão excitada essa noite que já tô toda molhada e quero muito foder. E sei que quando a gente tiver transando, você vai me falar que queria ter fodido com ele.” E piscando um olho, disse: “Você decide?” Olhei pro cara, que parecia não entender nada, e ele falou: “Acho que vou embora, não quero atrapalhar mais.” Aí, sem pensar em mais nada além da cara de tesão da minha mulher, falei: “Não, pede mais uma rodada de shots e a gente vai embora os três.” Não sei se na hora ele entendeu ou não, mas ele obedeceu e pediu. Pagamos o garçom e, depois de tomar um gole, saímos do pub. Caminhamos os poucos metros que nos separavam do apartamento. Abri a porta do prédio, entramos os três. Ele tava meio confuso. Apertei o botão do elevador, a porta abriu, entramos. Dentro do elevador, agarrei minha mulher com força e comecei a beijá-la. Ele olhava enquanto minha mulher me beijava, enfiando a língua na minha boca. Peguei ela pelas coxas e levantei o vestido, mostrando a bunda linda e nua dela. Abri as nádegas dela e falei: "Olha como a minha mulherzinha tá." Naquele momento, vi os olhos dele quase pulando pra fora olhando a bunda da minha mulher. Ela apoiou a cabeça perto da minha, e eu falei pra ele:
- Você não vai tocar nela? Achava que tava morrendo de vontade?
Ele se aproximou e passou a mão por toda a bunda dela, sentiu a umidade da buceta dela e, sem pensar duas vezes, enfiou um dedo na buceta dela, começando a masturbá-la.
- Amor, você tá gostando?
- Uuuuuu, siiiim.
O elevador parou, e a gente se soltou pra entrar rápido no apartamento e ir pro quarto. Eu parei pra ir no banheiro, porque a bexiga ia explodir — um segundo pra pensar: "O que a gente tá fazendo? É certo ou errado? É isso que a gente queria ou foi coisa do álcool?" Quando voltei, quase não acreditei no que vi (nunca pensei que veria minha mulher daquele jeito, tão entregue). Minha mulher sentada na beira da cama, com o vestido levantado até a cintura, e o cara de pé com a calça arriada, segurando a pica, enquanto ela olhava pra pica dele com uma cara de prazer e os olhos brilhando. Ele começou a colocar a camisinha, ela se deitou pra trás, abriu e recolheu as pernas, esperando a penetração. A pica daquele cara começou a meter nela com uma força, com uma raiva — aquilo já não parecia mais um ménage, eu era só um espectador. Enquanto os dois transavam, a cada estocada que ele dava, minha mulher respondia com um movimento no ritmo, e com uns gemidos cada vez mais altos. Como minha mulher tem um corpo magro, na cama ela se mexe bem. O cara virou ela de quatro e começou a comer ela de cachorrinho, uma posição irresistível pra minha mulher. Eu me aproximei do outro lado da cama pra ela chupar, mas ela nem ligou pra mim — tava tão vidrada no que ele tava fazendo, e dava uns gritos, até que aos poucos... Aos poucos foram se acalmando, porque o garoto e minha mulher gozaram quase ao mesmo tempo. O cara tirou o pau, com a camisinha cheia de porra, e minha mulher disse: "Agora sim, amor, é sua vez. É que não consegui me segurar", ela falou. Eu me coloquei no lugar que ele tinha deixado e meti meu pau, comecei a bombar, segurando ela com força pela cintura. Minha mulher estava com a buceta tão molhada e dilatada por aquele garoto que meu pau deslizava com total facilidade, entrando até o fundo. Ele, enquanto isso, olhava como eu fodia minha mulher, sem parar de tocar o próprio pau, já meio frio. Minha mulher virou o rosto e disse: "Vem". Ele se colocou na frente, e ela começou a chupar o pau dele, enquanto eu continuava fodendo ela de quatro com toda a vontade. Eu agarrava as nádegas dela e fazia o movimento pra dentro e pra fora, enquanto ela se mexia, até que finalmente gozei dentro dela. Minha mulher continuava com o pau do garoto na boca, tentando recuperar a ereção dele. Desci da cama e indiquei pra ele sentar na minha frente e chupar a porra que saía do meu pau. Ele fez tão bem. O outro se colocou ao lado pra que ela pudesse chupar as duas rolas pra nós, embora ambas estivessem moles. Ela nos olhava com uma expressão de alegria e me perguntou: "Amor, você gostou?" — "Sim, gostei, mas acho que você gostou mais." — "Sim, e ainda tô com mais vontade." Nós dois olhamos pro garoto, ele riu e disse: "Sua mulher me deixou muito excitado. Quando a vi, nunca pensei que ia acabar fodendo ela. Ela é uma delícia e muito mais gostosa ainda." Todos rimos, mas ela acrescentou: "Sério, vocês vão me deixar na mão? Uuuff, tô cansada e bêbada, mas ainda tô com mais vontade." — "Amor, eu comeria sua buceta, mas gozei dentro dela." Ela se deitou pra trás na cama com cara de cansaço ou de desistência, então eu disse: "Vamos descansar um pouco e a gente te fode de novo." Estendi minha mão pra ajudá-la a levantar e completei: "Vamos pro chuveiro." Entramos na banheira nós três e começamos a nos lavar. O frescor da água e as brincadeiras pra nos ensaboar fizeram efeito rápido. Mas isso é outra história. conto outro dia.
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