noche sin bragas

Um dia desse verão, combinamos de ir a uma praia de nudismo, aproveitando que não trabalhávamos naquela semana e que uma amiga nossa tem um apartamento vazio na região e sempre deixa a gente usar. Chegou o dia e fomos; em pouco mais de uma hora já estávamos colocando a toalha na areia. Fez um dia lindo. As horas foram passando entre banhos deliciosos e momentos na toalha, pegando sol e falando das nossas coisas.

Quando já estava na hora de ir embora, comecei a levar a conversa para um terreno mais íntimo, fazendo propostas para minha mulher para tornar aquela noite mais picante do que uma simples trepada, que era óbvio que ia rolar. Ela ria das propostas que eu fazia, mas em nenhum momento disse não — só ria e me dizia: "Você está me deixando muito excitada, então é melhor a gente ir indo para o apartamento". Esse foi, por enquanto, o fim da conversa. Juntamos nossas coisas e fomos para o apartamento.

Lá, preparamos as roupas para sair para jantar. Ela tomou banho primeiro e, enquanto se arrumava, tomei banho também. Quando saí do chuveiro, ela estava na frente do espelho se maquiando. Comecei a elogiá-la, porque como sempre, estava linda com um vestido branco e sandálias de salto. Entre elogios e brincadeiras, aproveitava para acariciá-la e dizer o quanto estava com vontade. Ela, em nenhum momento relutante, entrava na minha onda com beijos, movimentos do corpo e, em certo momento, disse: "Olha que calcinha fio dental eu coloquei para você". Na hora, fui para cima dela e começamos a nos beijar com frenesi e carícias, em que levantei seu vestido e acariciei sua bunda gostosa até terminar introduzindo dois dedos na sua bucetinha, que já estava no ponto. Ela, entre gemidos, pediu para parar, dizendo: "Amor, vamos jantar, tomamos umas cervejas e voltamos para você fazer todas essas coisas que me disse na praia que quer fazer". Como conseguimos, desgrudamos nossos corpos e nossas bocas, mas, em troca de parar, de brincadeira, eu disse: "Vou levar seu fio dental e devolvo depois". rio e me encarando com um sorriso nos lábios, disse: "Você não espera que eu saia na rua assim, né?"
- Sim, meu amor, hoje você estava dizendo como era bom ficar sem roupa.
- Mas eu estava falando da praia.

Estendi minha mão e ela levantou o vestido, puxou a calcinha até tirar e, com um sorriso no rosto, me entregou. Eu saí do banheiro para deixá-la terminar de se arrumar enquanto me vestia. Em meia hora, já estávamos caminhando pela rua procurando algum bar para tomar alguma coisa. Naquela noite, parecíamos um casalzinho de namorados, andando com carícias na cintura dela e parando para nos beijar. Entramos em um bar, sentamos, pedimos algumas tiras e cervejas. Ela me disse: "Nunca estive em um bar sem calcinha... olha só como você é mau..." Eu ria e perguntava: "Você está se sentindo bem?"
- Sim, mas é uma sensação estranha, como se eu me esquecesse e abrisse as pernas, alguém pode me ver.
- Bom, hoje gente te viu na praia e você não ligou.
- Não é a mesma coisa.
- Claro, quem te ver vai ficar com um tesão danado e vai se masturbar hoje à noite pensando em você.

Com um sorriso no rosto, ela acrescentou: "E isso não te incomoda?"
- Não, querida, que olhem para minha mulher e sintam desejo me deixa muito excitado.

Terminamos de jantar e pagamos a conta. Ao sair na rua, ela me beijou com doçura e disse: "Uma bebida em algum pub para terminar e vamos embora". Sugeri irmos a um que ficava na rua do apartamento e nos dirigimos para lá. Nunca tínhamos ido. Ao entrar, vimos que era tipo boate, com música de dança, pouca luz e, como era dia de semana, pouca gente. Nos aproximamos do balcão e pedimos duas bebidas. Conversávamos enquanto minha mulher requebrava o corpo no ritmo da música. O álcool já começava a aparecer. Eu segurava sua cintura enquanto ela dançava e, quando ela virava, eu acariciava sua bunda e levantava devagar o vestido, ao mesmo tempo que a beijava no pescoço. Ela me disse: "Eles vão ver tudo". E eu respondi: "Ninguém está percebendo". E ela disse: "Ninguém, exceto aquele garoto que está nos encarando fixamente". Eu olhei e vi um garoto nos observando e disse no ouvido dela: "É... Normal que me olhem com desejo, você está muito gostosa, querida. Eu sei que a situação estava ficando bem quente e, sem disfarçar, subi minhas mãos pelo corpo dela até chegar aos seios. Ela reagiu dando um salto e se afastou de mim, dizendo: "Vou ao banheiro". Ela seguiu em direção ao banheiro, passando ao lado do cara, que não se fez de rogado e virou para olhar a bunda dela, indo atrás. Os dois passaram pela primeira porta para entrar na área dos banheiros, e eu perdi a vista dos dois. Não demorou muito quando ela voltou, viu que eu estava acabando minha bebida e disse: "Vamos tomar outra?". No começo, eu disse que não, mas ela insistiu. Levantei a vista e vi que o cara tinha saído do banheiro e estava vindo para onde estávamos. Ele parou bem ao nosso lado no balcão para pedir. Minha mulher insistia para tomarmos outra, e eu, estranhando, fiquei pensando. Sem tempo para mais, chegou o garçom e o cara disse: "Põe uma bebida pra mim e, para este casal, coloca também o que quiserem tomar". Olhei para o cara e, antes de reagir, minha mulher disse: "Viu, ele está nos convidando, e além disso, essa música eu adoro". Sorri, concordando, e agradeci ao cara, que, sem cerimônia, me disse: "Te importa se eu dançar com ela? Vim sozinho e também adoro essa música". No meu rosto se desenhou um sorriso, mas não era uma aceitação, era mais tipo: "Mas que porra você está me dizendo?". Ele ou não entendeu ou não quis entender e saiu disparado para onde minha mulher tinha ido dançar. Fiquei apoiado no balcão, olhando enquanto dançavam. Minha mulher me olhava enquanto ele falava algo, ela ria e, quando a música acabou, voltaram caminhando. Ela me beijou e pegou sua bebida, dando um bom gole. Eu disse: "E aí, como foi?" e o cara, que sempre se adiantava, disse: "Ela dança como uma deusa". Ela sorriu e disse: "Ah, para, não é tanto assim". E ele respondeu: "Ah, como não?" e, olhando para mim, perguntou: "Ela não se mexe melhor que a Shakira?". "Presumo que sim", respondi, e rimos os três. Ele levantou a mão e disse ao garçom: "Uns shots, por favor". Tomamos a rodada de um gole e eu disse à minha mulher: "Vou um momento ao banheiro". Enquanto fui até lá... Minha cabeça não parava de pensar: quem é esse cara tão sem vergonha? Por que minha mulher está dando corda pra ele? Ele não fez nada de errado, mas... Quando voltei, ele parecia estar ocupando o meu lugar. Quando chegamos no pub, ele ficava falando coisas pra minha mulher enquanto ela rebolava no ritmo da música, e ela nem parecia se importar. Cheguei perto do ouvido dela e perguntei: "Esse chato tá te incomodando?" E nunca esperaria aquela resposta. Ela se aproximou do meu ouvido com um sorriso no rosto e, ao mesmo tempo, começou a acariciar minha virilha com a mão e disse: "Não, amor, de jeito nenhum." E continuou: "Meu amor, seu sonho vai se realizar, vai acontecer de verdade." Eu perguntei: "Do que você tá falando?", fazendo de bobo, mas já suspeitava de algo. "Você sempre quis fazer um ménage, né?" E eu disse: "Tem certeza? É isso que você quer?" (Por dentro, eu pensava: "Fala que sim, por favor!") Ela respondeu: "Sim, eu quero fazer." (Era tipo "agora ou nunca"!) "Eu gosto do cara, uff." Naquele momento, não soube o que dizer. Olhei pra ela sorrindo, e ela me abraçou, envolvendo os braços atrás do meu pescoço e aproximando o corpo do meu para morder meus lábios. Passei minhas mãos pelo corpo dela até chegar na bunda e apertar com força. O cara ficou nos olhando enquanto eu perguntava pra minha mulher: "Foi ele que propôs?" "Não, amor, ele só me deu uns elogios, mas tô com uma noite tão quente que já tô bem molhada e com vontade de foder. E sei que quando a gente estiver transando, você vai dizer que gostaria que fosse com ele também." Piscando o olho, ela disse: "Você decide?" Olhei pro cara, e ele, parecendo sem entender nada, falou: "Acho que vou embora, não quero incomodar mais." Sem pensar em nada além do rosto de desejo da minha mulher, eu disse: "Não, pede outra rodada de shots e a gente vai os três." Não sei se ele entendeu na hora, mas ele obedeceu e pediu. Pagamos o garçom e, depois de tomar um gole, saímos do pub. Caminhamos os poucos metros até o apartamento, abri a porta do prédio, entramos os três. Ele estava meio confuso. Apertei o botão do elevador, a porta abriu, entramos... Uma vez dentro, agarrei minha mulher com força e comecei a beijá-la. Ele observava enquanto minha mulher me beijava, enfiando a língua na minha boca. Eu a segurei pelas coxas e levantei seu vestido, mostrando sua linda bunda nua. Abri suas nádegas e disse a ele: "Olha como está minha mulherinha". Naquele momento, vi como seus olhos quase saltavam da cara ao ver a bunda da minha mulher. Ela apoiou a cabeça junto à minha e eu disse a ele:
- Você não vai tocá-la? Achei que você estava morrendo de vontade.
Ele se aproximou e passou a mão por toda a bunda dela, sentindo a umidade de sua boceta. Sem pensar mais, enfiou um dedo em sua boceta, começando a masturbá-la.
- Gostou, querida?
- Uuuuuu, siiim!
O elevador parou e nos soltamos para entrar rapidamente no apartamento e ir para o quarto. Eu parei para ir ao banheiro, porque minha bexiga estava quase explodindo. Um breve segundo para pensar: "O que estamos fazendo? Isso é certo ou errado? É isso que queríamos ou é efeito do álcool?" Quando voltei, mal pude acreditar no que vi (nunca pensei em ver minha mulher daquele jeito, tão disposta). Minha mulher estava sentada na beirada da cama, com o vestido levantado até a cintura, e o cara em pé, com a calça abaixada, segurando o pau enquanto ela olhava para ele com uma expressão de prazer e os olhos brilhando. Ele começou a colocar a camisinha. Ela se deitou para trás, abriu e dobrou as pernas, esperando a penetração. O pau daquele garoto começou a investir nela com força, com raiva. Isso já não parecia um ménage; eu era um mero espectador enquanto os dois transavam. A cada investida que ele dava, minha mulher respondia com um movimento compassado e gemidos cada vez mais altos. Como minha mulher tem um corpo magro, ela se mexe bem na cama. O garoto a vira e começa a comê-la de quatro, uma pose irresistível para minha mulher. Eu me aproximei pelo outro lado da cama para que ela chupasse, mas ela nem me deu bola. Estava tão absorta no que estavam fazendo com ela, e soltava uns gritos, até que pouco a... Pouco a pouco foram se acalmando, pois o garoto e minha mulher gozaram quase ao mesmo tempo. O cara tirou o pau dele, com a camisinha cheia de porra, e minha mulher me disse: "Agora sim, querido, é a sua vez. É que não consegui me segurar", ela falou. Eu me coloquei no lugar que ele tinha deixado e enfiei meu pau, comecei a meter agarrando ela com força pela cintura. Minha mulher tinha a buceta tão molhada e dilatada por aquele garoto que meu pau deslizava com total facilidade, entrando até o fundo. Ele enquanto isso ficava olhando como eu fodia minha mulher sem parar de tocar o pau já meio mole. Minha mulher virou o rosto e disse: "Vem". Ele se colocou na frente, minha mulher começou a chupar o pau dele, enquanto eu continuava fodendo ela de quatro com toda vontade. Agarrei as nádegas dela e fazia o movimento de entra e sai, enquanto ela se mexia, até que finalmente gozei dentro dela. Minha mulher continuava com o pau do garoto na boca, tentando recuperar a ereção dele. Desci da cama e indiquei para ele se sentar na minha frente e chupar a porra que saía do meu pau. Ele fez tão bem, se colocou ao lado para que ela pudesse chupar nossos paus, embora ambos estivessem moles. Ela nos olhava com expressão de alegria e me perguntou: "Querido, você gostou?" – "Sim, gostei, mas acho que você mais" – "Sim, e ainda quero mais". Ambos olhamos para o garoto, ele rindo disse: "Sua mulher me deixou muito excitado, quando a vi nunca pensei que acabaria fodendo ela. Ela é muito gostosa, e ainda mais quente". Todos rimos, mas ela acrescentou: "Sério, vocês vão me deixar assim? Uuuff, estou cansada e bêbada, mas quero mais".

– Querida, eu comeria sua buceta, mas gozei dentro.

Ela se deitou para trás na cama com cara de cansaço ou de desistência, ao que eu disse: "Vamos descansar um pouco e te fodo de novo", estendendo minha mão para ajudá-la a levantar, acrescentei: "Vamos para o chuveiro". Entramos no banheiro os três e começamos a nos lavar. A frescura da água e as brincadeiras para se ensaboar fizeram um efeito rápido.

Mas isso eu conto para vocês... Conto outro dia.

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