Bom, tô escrevendo de outra conta porque a anterior foi banida por "postar conto com menor de idade no Poringa".http://www.poringa.net/posts/relatos/3102652/La-chica-de-IG.html--- parte 1
No sábado à noite, como bom gamer que sou, passei o tempo jogando videogame em casa, e durante boa parte do dia, essa mina ficou insistindo pra gente sair pra uma balada. Sinceramente, não tava afim de ir pra balada pra porra nenhuma, já que não é meu ambiente nem curto a música que tocam, então falei pra ela que, se quisesse, ia buscar ela de carro na saída. Claro que ela aceitou, então às cinco da manhã tomei banho e fui buscá-la.
Ela tava com um top rosa salmão, um mini short da mesma cor, meia arrastão e uns sapatos de plataforma que faziam ela mostrar mais raba do que já tem. Ela entra no carro e me come de beijo. — Pensei em você a noite toda — ela confessa. — E eu em você — menti pra não ficar mal. — Vai me levar pra tomar café? — ela pergunta enquanto coloca o cinto entre os peitos.
Arranquei com o carro pra padaria mais perto de casa e comprei coisa pro café; fomos pro meu apartamento. Como na tarde anterior eu tinha me encontrado com uns amigos no aniversário de uma das minas do grupo, o apê ainda tava com decoração de aniversário (balões, guirlandas e papéis). — Teve festa e não me chamou? — ela pergunta, sem esconder a decepção. — Era o aniversário de uma amiga minha, e meu apê é o ponto de encontro oficial — respondi enquanto tirava uns balões da mesa e arrumava as coisas.
Ela tirou os sapatos e sentou enquanto eu organizava, ligou a TV. — A gente ganhou uma agenda na balada — ela fala enquanto morde uma medialuna. — Uma agenda? — perguntei, surpreso. — É, era bem bonita, e perdi no VIP — respondeu meio triste. — E onde cê tava com a cabeça? — perguntei. — Aqui — responde. — Em você.
Dito isso, ela se jogou em cima de mim e enfiou a língua tão fundo que eu senti o gosto da bolacha preta que tinha engolido uns dois minutos antes. Começamos a nos beijar com paixão por um tempo, e paramos pra continuar o café, mas com as Olhares trocados, a gente se despia pra meter ali mesmo. Depois do café, eu levantei a mesa enquanto ela foi pro meu quarto. — Ai, que lindo — comentou animada ao ver que minhas amigas tinham enchido meu quarto com os balões de hélio que sobraram da festa, pra evitar que os caras estourassem tudo enquanto a gente brincava com o gás. Tirei os tênis no caminho pro quarto e encontrei ela sentada no meio da minha cama, pelada, tampando a buceta com um balão dourado. Ela me olhou enquanto eu me aproximava devagar. — O que é isso? — perguntei, tocando o balão com uma mão. — Meu balão — respondeu num tom inocente. — Sabe que isso é no meu lugar? — falei, entrando na brincadeira. — Acho que não — respondeu, desviando o olhar, fingindo inocência. Apoiei minha buceta no balão, fazendo pressão nela pra estourar, mas não adiantou. Então enfiei os dedos pra estourar e caí por cima dela, começando a beijá-la. A gente se beijou por uns minutos com carinho, e entre um beijo e outro se olhava nos olhos, cheios de desejo e tesão. — Esperei por isso a noite toda — confessou num momento. — E fazer isso no meio de tantos balões me excita mais — disse, apalpando meu pau por cima da cueca. — É uma das suas fantasias? — perguntei curioso. — Sim, uma das minhas fantasias é transar numa festa ou num pula-pula — respondeu, mordendo o lábio. — Imagina que tem gente do outro lado da porta — falei enquanto começava a beijar a buceta dela, que já tava bem molhada, pra minha surpresa. Ela acariciava meu cabelo enquanto eu chupava ela, e com a outra mão percebi que pegava os fios dos balões pra puxar devagar até a mão dela, onde começava a cravar as unhas conforme o prazer aumentava. Depois de um tempo, dois estouraram enquanto ela gemia de prazer, e aí veio o primeiro orgasmo dela, um gritinho. A gente se ajeitou: eu me apoiei na cabeceira da cama enquanto ela colocou dois balões debaixo dela e começou a me chupar. Comecei a puxar o cabelo dela enquanto sentia prazer, ela só chupava de cima pra baixo enquanto massageava minhas bolas e eu me segurava pra não gozar na boca dela. Ficamos uns cinco minutos nessa até que senti que não aguentava mais e falei que era hora de penetrar ela, ela não disse que não e se deitou na cama de pernas abertas. Com cuidado me ajeitei e meti sem muito esforço, ela me envolveu com as pernas enquanto segurava um par de balões e eu ia entrando devagar. Ela parecia não querer gemer alto porque apertava os dentes enquanto gemia e cravava as unhas nos balões, que resistiam heroicamente à penetração das unhas. Conforme aumentei a intensidade, os balões começaram a resistir menos e ela já não conseguia segurar os gemidos de prazer. Num momento, me inclinei sobre ela pra beijar enquanto metia e nos beijamos por uns instantes até chegarmos ao êxtase gozando juntos, e depois nos beijamos apaixonadamente até recuperar o fôlego. Aí nos deixamos cair na cama e olhamos em volta, pedaços de balão espalhados pelo quarto inteiro. Nós, suados e ofegantes, nos olhamos com um sorriso e nos aproximamos pra nos encarar de perto. —Obrigada — ela disse com um sorriso de orelha a orelha. —Sempre quis fazer isso. —De onde veio essa fantasia? — perguntei. —Sempre vejo no baile quando estouram as piñatas e os balões, os casais se beijam e me dá uma ternura — ela respondeu. —Ah, eu sempre xingo eles porque o confete cai no meu drink — comentei. Ela riu e me beijou. —E você tem alguma fantasia assim? — me perguntou. —Foder enquanto jogo — confessei. —Já vamos ver o que podemos fazer — ela disse enquanto se levantava da cama e ia pro banheiro. —Vem? — me perguntou na porta. Sem pensar duas vezes, entrei no banheiro com ela.
No sábado à noite, como bom gamer que sou, passei o tempo jogando videogame em casa, e durante boa parte do dia, essa mina ficou insistindo pra gente sair pra uma balada. Sinceramente, não tava afim de ir pra balada pra porra nenhuma, já que não é meu ambiente nem curto a música que tocam, então falei pra ela que, se quisesse, ia buscar ela de carro na saída. Claro que ela aceitou, então às cinco da manhã tomei banho e fui buscá-la.
Ela tava com um top rosa salmão, um mini short da mesma cor, meia arrastão e uns sapatos de plataforma que faziam ela mostrar mais raba do que já tem. Ela entra no carro e me come de beijo. — Pensei em você a noite toda — ela confessa. — E eu em você — menti pra não ficar mal. — Vai me levar pra tomar café? — ela pergunta enquanto coloca o cinto entre os peitos.
Arranquei com o carro pra padaria mais perto de casa e comprei coisa pro café; fomos pro meu apartamento. Como na tarde anterior eu tinha me encontrado com uns amigos no aniversário de uma das minas do grupo, o apê ainda tava com decoração de aniversário (balões, guirlandas e papéis). — Teve festa e não me chamou? — ela pergunta, sem esconder a decepção. — Era o aniversário de uma amiga minha, e meu apê é o ponto de encontro oficial — respondi enquanto tirava uns balões da mesa e arrumava as coisas.
Ela tirou os sapatos e sentou enquanto eu organizava, ligou a TV. — A gente ganhou uma agenda na balada — ela fala enquanto morde uma medialuna. — Uma agenda? — perguntei, surpreso. — É, era bem bonita, e perdi no VIP — respondeu meio triste. — E onde cê tava com a cabeça? — perguntei. — Aqui — responde. — Em você.
Dito isso, ela se jogou em cima de mim e enfiou a língua tão fundo que eu senti o gosto da bolacha preta que tinha engolido uns dois minutos antes. Começamos a nos beijar com paixão por um tempo, e paramos pra continuar o café, mas com as Olhares trocados, a gente se despia pra meter ali mesmo. Depois do café, eu levantei a mesa enquanto ela foi pro meu quarto. — Ai, que lindo — comentou animada ao ver que minhas amigas tinham enchido meu quarto com os balões de hélio que sobraram da festa, pra evitar que os caras estourassem tudo enquanto a gente brincava com o gás. Tirei os tênis no caminho pro quarto e encontrei ela sentada no meio da minha cama, pelada, tampando a buceta com um balão dourado. Ela me olhou enquanto eu me aproximava devagar. — O que é isso? — perguntei, tocando o balão com uma mão. — Meu balão — respondeu num tom inocente. — Sabe que isso é no meu lugar? — falei, entrando na brincadeira. — Acho que não — respondeu, desviando o olhar, fingindo inocência. Apoiei minha buceta no balão, fazendo pressão nela pra estourar, mas não adiantou. Então enfiei os dedos pra estourar e caí por cima dela, começando a beijá-la. A gente se beijou por uns minutos com carinho, e entre um beijo e outro se olhava nos olhos, cheios de desejo e tesão. — Esperei por isso a noite toda — confessou num momento. — E fazer isso no meio de tantos balões me excita mais — disse, apalpando meu pau por cima da cueca. — É uma das suas fantasias? — perguntei curioso. — Sim, uma das minhas fantasias é transar numa festa ou num pula-pula — respondeu, mordendo o lábio. — Imagina que tem gente do outro lado da porta — falei enquanto começava a beijar a buceta dela, que já tava bem molhada, pra minha surpresa. Ela acariciava meu cabelo enquanto eu chupava ela, e com a outra mão percebi que pegava os fios dos balões pra puxar devagar até a mão dela, onde começava a cravar as unhas conforme o prazer aumentava. Depois de um tempo, dois estouraram enquanto ela gemia de prazer, e aí veio o primeiro orgasmo dela, um gritinho. A gente se ajeitou: eu me apoiei na cabeceira da cama enquanto ela colocou dois balões debaixo dela e começou a me chupar. Comecei a puxar o cabelo dela enquanto sentia prazer, ela só chupava de cima pra baixo enquanto massageava minhas bolas e eu me segurava pra não gozar na boca dela. Ficamos uns cinco minutos nessa até que senti que não aguentava mais e falei que era hora de penetrar ela, ela não disse que não e se deitou na cama de pernas abertas. Com cuidado me ajeitei e meti sem muito esforço, ela me envolveu com as pernas enquanto segurava um par de balões e eu ia entrando devagar. Ela parecia não querer gemer alto porque apertava os dentes enquanto gemia e cravava as unhas nos balões, que resistiam heroicamente à penetração das unhas. Conforme aumentei a intensidade, os balões começaram a resistir menos e ela já não conseguia segurar os gemidos de prazer. Num momento, me inclinei sobre ela pra beijar enquanto metia e nos beijamos por uns instantes até chegarmos ao êxtase gozando juntos, e depois nos beijamos apaixonadamente até recuperar o fôlego. Aí nos deixamos cair na cama e olhamos em volta, pedaços de balão espalhados pelo quarto inteiro. Nós, suados e ofegantes, nos olhamos com um sorriso e nos aproximamos pra nos encarar de perto. —Obrigada — ela disse com um sorriso de orelha a orelha. —Sempre quis fazer isso. —De onde veio essa fantasia? — perguntei. —Sempre vejo no baile quando estouram as piñatas e os balões, os casais se beijam e me dá uma ternura — ela respondeu. —Ah, eu sempre xingo eles porque o confete cai no meu drink — comentei. Ela riu e me beijou. —E você tem alguma fantasia assim? — me perguntou. —Foder enquanto jogo — confessei. —Já vamos ver o que podemos fazer — ela disse enquanto se levantava da cama e ia pro banheiro. —Vem? — me perguntou na porta. Sem pensar duas vezes, entrei no banheiro com ela.
1 comentários - Chica de IG (parte 2)