Bom, primeiro de tudo, muito obrigada pela recepção tão calorosa que deram pra mim e pro meu corno manso :)
Primeiro, quero dar um contexto sobre nós... como a gente administra nosso relacionamento e como leva essa vida.
A gente mantém um perfil baixo com quem conhece (ou pelo menos tenta), porque não quero que me vejam como uma puta e ele como um corno. Não é tanto por ligar pro que falam, mas porque o pessoal costuma ser muito fechado — iam nos julgar como pessoas ruins, não como adultos que curtem a própria sexualidade. É assim que a galera é, amiga, incluindo meus pais e os dele.
Queria deixar claro que tanto eu quanto meu marido estamos nessa conta. Nós dois escrevemos e ficamos por dentro. Não escondo nada dele e não vou postar nem contar nada sem que o outro esteja de acordo ou saiba. Quase sempre vou escrever eu, mas ele tá aqui lendo por cima do meu ombro.
A gente funciona num esquema de puta dominante e corno submisso. Ele não tem muita escolha sobre o que eu faço ou não, nem pode me proibir nada. Em teoria, eu domino 100% a situação. Mas, mesmo assim, eu amo ele e não machuco ele só pra satisfazer minha buceta quente (bom, às vezes sim). No geral, a gente se encaixou bem: ele como corno submisso e eu como puta dominante.
Vou contar a primeira sacanagem que fiz, o que deu início a tudo isso...
A gente foi numa festa, um "peda" como a gente fala no México. Era de uma amiga em comum, mas não conhecíamos muita gente além dela. Eu sempre fui de rebolado solto, mas a gente tava junto há pouco mais de um ano, eu e meu corno, então eu tinha sido fiel (até certo ponto — só trocava uns sexteiros ou flertava no trabalho ou na faculdade, mas nada de foder com outros). Isso foi há 5 anos, eu tinha só 19 e ele 23.
Chegamos na festa com a ideia de ir embora cedo e se divertir um pouco. Nada de beber demais ou sequer transar, porque a gente tinha faculdade cedo no dia seguinte (foi lá que a gente se conheceu). Chegamos e tava tudo de boa. Já passava das 9 da noite, minha amiga nos recebeu, deu uma cerveja pra cada um e a noite começou tranquila. Nossa amiga ficava com a gente de vez em quando e... Raros que estávamos sozinhos, ela tinha que cuidar da festa. Logo em seguida começaram a me olhar com segundas intenções e eu sentia muitos olhares (principalmente na minha bunda, isso acontece sempre, até ele já estava acostumado), mas, como já disse, eu me comportava naquela época.
A noite foi caindo. Meu cuck começou a beber demais, sendo que a gente tinha combinado que não. Fiquei mais puta porque ele estava de carro. Não discutimos, mas comecei a racionar a cerveja dele, e ele começou a ficar irritado também. O clima ficou tenso e paramos de nos falar. Não nos afastamos, mas não trocávamos uma palavra. A situação piorou porque um cara grudou na gente (juro que não lembro o nome dele) e eu comecei a beber mais, fodendo-me também. Era óbvio que o cara tinha más intenções comigo, e meu cuck percebia. Mas, por estar puta e bêbada, eu continuei puxando papo com ele, mesmo com meu cuck claramente irritado. Nossa amiga chegou e piorou tudo, conversando com meu cuck, então nos dividimos, tipo, em dois casais: meu cuck e minha amiga conversando, e eu com esse cara (que não era feio).
A conversa continuou, e o cara me perguntou se meu cuck era meu namorado ou o quê. Falei que sim, mas que estávamos brigados naquele momento, e isso sem dúvida deu mais moral pra ele. Lembro do arrepio que percorreu meu corpo todo quando o cara colocou a mão na minha perna praticamente na frente do meu namorado. Eu estava de saia curta e justa, então o toque foi na pele. Meu cuck viu isso, levantou na hora e me puxou. O cara falou pra ele não se estressar, me deixar em paz, mas eu acalmei os dois e falei pro meu namorado que a gente precisava conversar. Nos afastamos um pouco, e minha amiga ficou tipo "WTF!" conversando com o cara (que era amigo dela).
— Qual é a desse cara, Mariana? — meu cuck falou, muito puto.
— Qual é de quê? Você já tá bêbado, não é nada, relaxa.
— Ele tocou na sua perna, não se faz de sonsa, ok? Já vai começar a putaria? — em outras ocasiões ele já tinha me pego flertando, mas, insisto, nada de foder
- olha, não fala comigo assim, Franco, ok? já! não é nada, tanto faz! - eu sai de perto dele e voltei com o cara pra conversar, e ele com a minha amiga, obviamente os dois putos
A gente continuava batendo papo, eu e o cara, ele queria se passar de galã me perguntando se eu tava bem e tal (eles acham que sou uma garota às vezes hehehe). Meu corno foi no banheiro e minha amiga me puxou quase na hora pra uns metros de distância.
- ei, mano, que porra é essa com o fulano? - to omitindo o nome porque não lembro
- do que, mano? tudo suave, a gente só tá conversando e só, mano
- mas esse cara quer te arrombar toda, mano hehehehehe - minha amiga já tava meio bebada também, e percebi que enquanto falava comigo trocava olhares com ele de cumplicidade, acho que quando eles dois conversaram enquanto eu e meu marido falávamos, o cara comentou algo sobre isso
- hehehe acho que sim, mano
- e aí? se o Franco tá sendo muito cara, abre as pernas e dá a bunda pro meu amigo, mano hehehe - ela tava falando sério
- não fode, mano hehehe nah, deixa quieto, tanto faz, mano, deixa assim
- beleza, mano, tanto faz, vamos comprar cigarro no Oxxo
- só deixa eu avisar o Franco quando ele voltar
- nah, mano, vamos agora
Minha amiga me puxou e me tirou da festa pra gente ir comprar os tais cigarros no Oxxo. Eu também tava meio tonta e custava um pouco pra andar, chegamos no Oxxo mas ela tava mexendo no celular, compramos os cigarros e voltamos, mas ela me levou por outro caminho e quando eu ia perguntar, vi o cara virando a esquina... o sangue gelou e tudo se encaixou! Minha amiga tinha armado uma cilada perfeitamente planejada! Olhei pra ela com raiva e nervosa, e ela só riu.
- vem, mano, olha - ela me puxou pelo braço na direção dele
- que porra é essa, mano? o que cê tá fazendo? - falei nervosa
O cara chegou perto e me beijou sem avisar (eu correspondi por estar bêbada e por ser safada), uau! foi uma situação muito putaria! Minha amiga ria de um jeito safado e falou pra gente por onde ir. Ela nos levou pra uma casa abandonada Tinha garagem e já eram tipo 2:30 da manhã, então a rua tava toda vazia e escura. Nós três entramos na garagem e eu tava nervosa e excitada ao mesmo tempo, tudo tava indo rápido demais, mas eu tava amando. O cara ia passando a mão na minha bunda e falando umas putarias: "que bunda bonita, que buceta gostosa, que rabão" e tal. Já dentro da garagem, minha amiga olhava pra todo lado e só falou "vai", e eu tipo "vai? vai o quê?" O cara encostou na parede na hora, me puxou pra perto dele e começou a me beijar sem largar minha bunda. Comecei a acariciar o pau dele e tava duríssimo, dava pra sentir que era grande (meu corno não é muito bem dotado, normal, o cara tinha mais pau). Fazia um ano e meio mais ou menos que eu tava pegando, lambendo e enfiando o mesmo pau, e sentir o de outro me deixou no talo na hora. Rapidão tirei o pau dele pra fora e me ajoelhei na frente daquela pica dura e cabeçuda. Olhei ele antes, queria ver bem, tava uma delícia, tipo ver uma pizza gostosa antes de comer. Fiquei batendo uma pra ele e ele me encarava, gemendo baixinho. Minha amiga ria: "chupa ele, porra, kkkk".
Chupei ele de baixo pra cima e comecei a lamber as bolas dele, e ele se contorceu inteiro. Tomei meu tempo lambendo aquelas bolas peludas, grandes e quentes que ele tinha. Comecei a mamar ele e ele gemia fundo: "que boquete bom, sua puta rabuda" (lembro perfeitamente dessa frase e do tom safado e entre gemidos que ele usou, todos os diálogos aqui são aproximados porque faz 5 anos e não consigo lembrar tudo certinho, mas isso eu lembro exatamente como ele falou). Em vez de me ofender com "puta rabuda", me deixou mais excitada ainda e chupei ele com mais tesão. Comecei a dar o melhor boquete da vida dele, sou muito boa em boquetes, engolia ele inteiro, engasgando, e ele gemia felizão, segurando minha nuca e enfiando todo o pau duro dele até minha garganta. Depois de uns bons 10 minutos de boquete foda, ele tirou o pau da minha boca desesperado, batendo uma um pouco.
Já sabia o que vinha depois, adoro essa parte do boquete. quando o cara em questão vai jogar o cum na sua cara ou boca, os gemidos dele, a espera de boca aberta ou a pica na boca. Me olhando fixo, ele enfiou de uma vez na minha boca e eu abracei com meus lábios, ele soltou e deixou livre na minha boca enquanto gemia forte "caralho, que gostoso!" e eu senti a pica dele começar a pulsar e se contorcer na minha boca enquanto jorrava todo o sêmen. Pelo nojo, pela bebedeira ou pela quantidade (foi bastante cum), não aguentei tudo na boca, ele deu uns bons 3 tiros dentro da boca e depois eu tirei e ele terminou no meu rosto, jogando uma boa quantidade também.
Terminou e a gente riu em cumplicidade os 3 (minha amiga ficou bem perto o tempo todo, olhando atentamente, a safada hehehehe)
- aí mano, se limpa - minha amiga disse me passando um lenço que tirou da bolsa
- caralho, que boquete gostoso, sua puta gostosa - ele falava, me apalpando a bunda, eu já tava de pé
- que pica gostosa você tem, mas vamos embora que meu marido deve estar ficando louco - falei olhando meu celular, 5 chamadas perdidas ou mais, não lembro direito, mas chamadas perdidas dele
- vamos sim, mano - disse minha amiga olhando minha cara procurando sêmen - já tá limpa, mano
Joguei o lenço lá e fomos indo, o cara ia me agarrando a bunda e todos nós íamos brincando sobre eu chegar beijando meu marido pra dar o cheiro e gosto de pica alheia hehehe
Umas 2 quadras depois, o cara parou de me agarrar a bunda e disse pra passar meu número (coisa que não fiz 😞) e meu marido tava fora de casa olhando pra todo lado, quando me viu chegar com eles, a irritação dele era evidente, ainda bem que eu tava com minha amiga também, senão ele ia partir pra briga. Ele me puxou pra longe deles.
- que porra é essa, Mariana, o que cê tava fazendo? onde cê tava?
- fomos comprar cigarro, só isso, fica tranquilo - falei mostrando os cigarros
- Mariana... - ele disse me olhando fixo, assustado, nervoso, puto
- o quê? - eu não sabia o que tava rolando, me assustei
- cê tá com porra no cabelo Cabelo, garota! — falou, tirando um baita meleca do meu cabelo e mostrando pra mim — Não fode, que nojo, garota! — disse, passando a meleca na minha blusa.
A briga foi horrível, ele chorou, eu chorei, implorei pra ele me perdoar, ficamos lá fora discutindo umas 2 horas. Ele terminou comigo, voltamos, tudo nessas 2 horas, e no fim fomos embora. Nos despedindo meio friamente quando ele me deixou em casa.
No dia seguinte, expliquei mais de boa que foi só porque eu tava bêbada e puta com ele, que eu amava ele, blablablá, e que foi só um boquete... tudo se resolveu quando ele me perguntou (a gente tava no telefone): "E como foi? Me conta tudo, prefiro saber."
Contei tudo com detalhes, ele quis assim, e no fim ele admitiu pra mim dias depois que... isso excitou ele! E ele até bateu uma me ouvindo! E foi assim que tudo começou...
É isso, hehehe, espero que tenham gostado da história, gurias e guris! Depois a gente traz mais. Todos os diálogos são aproximados por causa do tempo. Nunca mais soubemos do nosso batizador de cuck e slut, porque eu contei pra minha amiga as tretas que a gente teve por causa disso, e ela não fez ideia que nós dois gostamos, até anos depois...
Algumas fotos minhas. Abraços.


Primeiro, quero dar um contexto sobre nós... como a gente administra nosso relacionamento e como leva essa vida.
A gente mantém um perfil baixo com quem conhece (ou pelo menos tenta), porque não quero que me vejam como uma puta e ele como um corno. Não é tanto por ligar pro que falam, mas porque o pessoal costuma ser muito fechado — iam nos julgar como pessoas ruins, não como adultos que curtem a própria sexualidade. É assim que a galera é, amiga, incluindo meus pais e os dele.
Queria deixar claro que tanto eu quanto meu marido estamos nessa conta. Nós dois escrevemos e ficamos por dentro. Não escondo nada dele e não vou postar nem contar nada sem que o outro esteja de acordo ou saiba. Quase sempre vou escrever eu, mas ele tá aqui lendo por cima do meu ombro.
A gente funciona num esquema de puta dominante e corno submisso. Ele não tem muita escolha sobre o que eu faço ou não, nem pode me proibir nada. Em teoria, eu domino 100% a situação. Mas, mesmo assim, eu amo ele e não machuco ele só pra satisfazer minha buceta quente (bom, às vezes sim). No geral, a gente se encaixou bem: ele como corno submisso e eu como puta dominante.
Vou contar a primeira sacanagem que fiz, o que deu início a tudo isso...
A gente foi numa festa, um "peda" como a gente fala no México. Era de uma amiga em comum, mas não conhecíamos muita gente além dela. Eu sempre fui de rebolado solto, mas a gente tava junto há pouco mais de um ano, eu e meu corno, então eu tinha sido fiel (até certo ponto — só trocava uns sexteiros ou flertava no trabalho ou na faculdade, mas nada de foder com outros). Isso foi há 5 anos, eu tinha só 19 e ele 23.
Chegamos na festa com a ideia de ir embora cedo e se divertir um pouco. Nada de beber demais ou sequer transar, porque a gente tinha faculdade cedo no dia seguinte (foi lá que a gente se conheceu). Chegamos e tava tudo de boa. Já passava das 9 da noite, minha amiga nos recebeu, deu uma cerveja pra cada um e a noite começou tranquila. Nossa amiga ficava com a gente de vez em quando e... Raros que estávamos sozinhos, ela tinha que cuidar da festa. Logo em seguida começaram a me olhar com segundas intenções e eu sentia muitos olhares (principalmente na minha bunda, isso acontece sempre, até ele já estava acostumado), mas, como já disse, eu me comportava naquela época.
A noite foi caindo. Meu cuck começou a beber demais, sendo que a gente tinha combinado que não. Fiquei mais puta porque ele estava de carro. Não discutimos, mas comecei a racionar a cerveja dele, e ele começou a ficar irritado também. O clima ficou tenso e paramos de nos falar. Não nos afastamos, mas não trocávamos uma palavra. A situação piorou porque um cara grudou na gente (juro que não lembro o nome dele) e eu comecei a beber mais, fodendo-me também. Era óbvio que o cara tinha más intenções comigo, e meu cuck percebia. Mas, por estar puta e bêbada, eu continuei puxando papo com ele, mesmo com meu cuck claramente irritado. Nossa amiga chegou e piorou tudo, conversando com meu cuck, então nos dividimos, tipo, em dois casais: meu cuck e minha amiga conversando, e eu com esse cara (que não era feio).
A conversa continuou, e o cara me perguntou se meu cuck era meu namorado ou o quê. Falei que sim, mas que estávamos brigados naquele momento, e isso sem dúvida deu mais moral pra ele. Lembro do arrepio que percorreu meu corpo todo quando o cara colocou a mão na minha perna praticamente na frente do meu namorado. Eu estava de saia curta e justa, então o toque foi na pele. Meu cuck viu isso, levantou na hora e me puxou. O cara falou pra ele não se estressar, me deixar em paz, mas eu acalmei os dois e falei pro meu namorado que a gente precisava conversar. Nos afastamos um pouco, e minha amiga ficou tipo "WTF!" conversando com o cara (que era amigo dela).
— Qual é a desse cara, Mariana? — meu cuck falou, muito puto.
— Qual é de quê? Você já tá bêbado, não é nada, relaxa.
— Ele tocou na sua perna, não se faz de sonsa, ok? Já vai começar a putaria? — em outras ocasiões ele já tinha me pego flertando, mas, insisto, nada de foder
- olha, não fala comigo assim, Franco, ok? já! não é nada, tanto faz! - eu sai de perto dele e voltei com o cara pra conversar, e ele com a minha amiga, obviamente os dois putos
A gente continuava batendo papo, eu e o cara, ele queria se passar de galã me perguntando se eu tava bem e tal (eles acham que sou uma garota às vezes hehehe). Meu corno foi no banheiro e minha amiga me puxou quase na hora pra uns metros de distância.
- ei, mano, que porra é essa com o fulano? - to omitindo o nome porque não lembro
- do que, mano? tudo suave, a gente só tá conversando e só, mano
- mas esse cara quer te arrombar toda, mano hehehehehe - minha amiga já tava meio bebada também, e percebi que enquanto falava comigo trocava olhares com ele de cumplicidade, acho que quando eles dois conversaram enquanto eu e meu marido falávamos, o cara comentou algo sobre isso
- hehehe acho que sim, mano
- e aí? se o Franco tá sendo muito cara, abre as pernas e dá a bunda pro meu amigo, mano hehehe - ela tava falando sério
- não fode, mano hehehe nah, deixa quieto, tanto faz, mano, deixa assim
- beleza, mano, tanto faz, vamos comprar cigarro no Oxxo
- só deixa eu avisar o Franco quando ele voltar
- nah, mano, vamos agora
Minha amiga me puxou e me tirou da festa pra gente ir comprar os tais cigarros no Oxxo. Eu também tava meio tonta e custava um pouco pra andar, chegamos no Oxxo mas ela tava mexendo no celular, compramos os cigarros e voltamos, mas ela me levou por outro caminho e quando eu ia perguntar, vi o cara virando a esquina... o sangue gelou e tudo se encaixou! Minha amiga tinha armado uma cilada perfeitamente planejada! Olhei pra ela com raiva e nervosa, e ela só riu.
- vem, mano, olha - ela me puxou pelo braço na direção dele
- que porra é essa, mano? o que cê tá fazendo? - falei nervosa
O cara chegou perto e me beijou sem avisar (eu correspondi por estar bêbada e por ser safada), uau! foi uma situação muito putaria! Minha amiga ria de um jeito safado e falou pra gente por onde ir. Ela nos levou pra uma casa abandonada Tinha garagem e já eram tipo 2:30 da manhã, então a rua tava toda vazia e escura. Nós três entramos na garagem e eu tava nervosa e excitada ao mesmo tempo, tudo tava indo rápido demais, mas eu tava amando. O cara ia passando a mão na minha bunda e falando umas putarias: "que bunda bonita, que buceta gostosa, que rabão" e tal. Já dentro da garagem, minha amiga olhava pra todo lado e só falou "vai", e eu tipo "vai? vai o quê?" O cara encostou na parede na hora, me puxou pra perto dele e começou a me beijar sem largar minha bunda. Comecei a acariciar o pau dele e tava duríssimo, dava pra sentir que era grande (meu corno não é muito bem dotado, normal, o cara tinha mais pau). Fazia um ano e meio mais ou menos que eu tava pegando, lambendo e enfiando o mesmo pau, e sentir o de outro me deixou no talo na hora. Rapidão tirei o pau dele pra fora e me ajoelhei na frente daquela pica dura e cabeçuda. Olhei ele antes, queria ver bem, tava uma delícia, tipo ver uma pizza gostosa antes de comer. Fiquei batendo uma pra ele e ele me encarava, gemendo baixinho. Minha amiga ria: "chupa ele, porra, kkkk".
Chupei ele de baixo pra cima e comecei a lamber as bolas dele, e ele se contorceu inteiro. Tomei meu tempo lambendo aquelas bolas peludas, grandes e quentes que ele tinha. Comecei a mamar ele e ele gemia fundo: "que boquete bom, sua puta rabuda" (lembro perfeitamente dessa frase e do tom safado e entre gemidos que ele usou, todos os diálogos aqui são aproximados porque faz 5 anos e não consigo lembrar tudo certinho, mas isso eu lembro exatamente como ele falou). Em vez de me ofender com "puta rabuda", me deixou mais excitada ainda e chupei ele com mais tesão. Comecei a dar o melhor boquete da vida dele, sou muito boa em boquetes, engolia ele inteiro, engasgando, e ele gemia felizão, segurando minha nuca e enfiando todo o pau duro dele até minha garganta. Depois de uns bons 10 minutos de boquete foda, ele tirou o pau da minha boca desesperado, batendo uma um pouco.
Já sabia o que vinha depois, adoro essa parte do boquete. quando o cara em questão vai jogar o cum na sua cara ou boca, os gemidos dele, a espera de boca aberta ou a pica na boca. Me olhando fixo, ele enfiou de uma vez na minha boca e eu abracei com meus lábios, ele soltou e deixou livre na minha boca enquanto gemia forte "caralho, que gostoso!" e eu senti a pica dele começar a pulsar e se contorcer na minha boca enquanto jorrava todo o sêmen. Pelo nojo, pela bebedeira ou pela quantidade (foi bastante cum), não aguentei tudo na boca, ele deu uns bons 3 tiros dentro da boca e depois eu tirei e ele terminou no meu rosto, jogando uma boa quantidade também.
Terminou e a gente riu em cumplicidade os 3 (minha amiga ficou bem perto o tempo todo, olhando atentamente, a safada hehehehe)
- aí mano, se limpa - minha amiga disse me passando um lenço que tirou da bolsa
- caralho, que boquete gostoso, sua puta gostosa - ele falava, me apalpando a bunda, eu já tava de pé
- que pica gostosa você tem, mas vamos embora que meu marido deve estar ficando louco - falei olhando meu celular, 5 chamadas perdidas ou mais, não lembro direito, mas chamadas perdidas dele
- vamos sim, mano - disse minha amiga olhando minha cara procurando sêmen - já tá limpa, mano
Joguei o lenço lá e fomos indo, o cara ia me agarrando a bunda e todos nós íamos brincando sobre eu chegar beijando meu marido pra dar o cheiro e gosto de pica alheia hehehe
Umas 2 quadras depois, o cara parou de me agarrar a bunda e disse pra passar meu número (coisa que não fiz 😞) e meu marido tava fora de casa olhando pra todo lado, quando me viu chegar com eles, a irritação dele era evidente, ainda bem que eu tava com minha amiga também, senão ele ia partir pra briga. Ele me puxou pra longe deles.
- que porra é essa, Mariana, o que cê tava fazendo? onde cê tava?
- fomos comprar cigarro, só isso, fica tranquilo - falei mostrando os cigarros
- Mariana... - ele disse me olhando fixo, assustado, nervoso, puto
- o quê? - eu não sabia o que tava rolando, me assustei
- cê tá com porra no cabelo Cabelo, garota! — falou, tirando um baita meleca do meu cabelo e mostrando pra mim — Não fode, que nojo, garota! — disse, passando a meleca na minha blusa.
A briga foi horrível, ele chorou, eu chorei, implorei pra ele me perdoar, ficamos lá fora discutindo umas 2 horas. Ele terminou comigo, voltamos, tudo nessas 2 horas, e no fim fomos embora. Nos despedindo meio friamente quando ele me deixou em casa.
No dia seguinte, expliquei mais de boa que foi só porque eu tava bêbada e puta com ele, que eu amava ele, blablablá, e que foi só um boquete... tudo se resolveu quando ele me perguntou (a gente tava no telefone): "E como foi? Me conta tudo, prefiro saber."
Contei tudo com detalhes, ele quis assim, e no fim ele admitiu pra mim dias depois que... isso excitou ele! E ele até bateu uma me ouvindo! E foi assim que tudo começou...
É isso, hehehe, espero que tenham gostado da história, gurias e guris! Depois a gente traz mais. Todos os diálogos são aproximados por causa do tempo. Nunca mais soubemos do nosso batizador de cuck e slut, porque eu contei pra minha amiga as tretas que a gente teve por causa disso, e ela não fez ideia que nós dois gostamos, até anos depois...
Algumas fotos minhas. Abraços.


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