O dia que saí de Tuxtla rumo a Houston, não imaginava que aquela viagem fosse mudar minha vida pra sempre. Minha ideia era curtir uma semana de compras e descansar. Exausta de tanto estudar, passar sete dias sem ter que encostar num livro era uma espécie de paraíso.
«Vou poder fazer o que eu bem entender!», pensei enquanto passava pelo controle de passaportes já no Texas.
Pra uma mina de vinte e quatro anos como eu, aquelas férias eram um respiro rápido antes de voltar pra faculdade. Acostumada a estudar igual uma condenada, tinha decidido que ia pegar um sol e vagabundear por uma semana. Assim que me registrei no hotel, troquei de roupa e vesti o biquíni que meu ex-professor tinha comprado pra essa viagem.
Como não podia ser diferente, assim que coloquei, fui correndo pro espelho do meu quarto ver como ficava em mim.
—Ficou um arraso! — exclamei ao ver que aquela roupa de banho valorizava ainda mais o meu já exuberante peito. Me virei, olhei minha bunda e sorri, satisfeita com a firmeza das minhas nádegas.


Sem saber o efeito que minha bunda jovem causaria nos outros hóspedes, peguei uma toalha e fui pra piscina do hotel. Já no corredor, os olhares que um par de gringos me deram me deixaram incomodada com o brilho nojento dos olhos deles:
«São uns velhos tarados», sentenciei e, desejando fugir do desejo que aquele par de coroas exteriorizava, saí correndo, rebolando a bunda no ritmo da música que ouvia pelos fones do meu iPod.

Os caras não conseguiram evitar de olhar pra minha bunda e pros meus peitos, e longe de me agradar, isso me irritou, porque achava inconcebível que ficassem de olho numa garota que podia muito bem ser filha deles. Felizmente, esse momento ruim acabou assim que atravessei a porta que dava pra saída.lá fora, já que esses malditos preferiram ficar debaixo do ar condicionado do hall.
Ainda me sentindo suja do jeito que aqueles babões me olharam, me deitei numa rede e fiqueiapassar creme enquanto dava uma olhada ao redor. A piscina tava quase vazia. Só um casal chinês brincava com o filho na parte mais rasa. Isso me deu a tranquilidade de espalhar o bronzeador pelas minhas nádegas.

Tava terminando quando senti uma presença do meu lado e, ao me virar, vi que um baita de um brutamontes tinha sentado numa mesa perto e tava me observando. Fiquei vermelha quando percebi os olhos dele passando pela minha bunda, e por isso larguei o pote de creme no chão na hora e me virei pra ele parar de olhar pro meu rabo.

Foi aí que ouvi ele me dizer, enquanto dava um gole na cerveja dele:
Se você não passar creme no peito, essas tetinhas brancas vão ficar bem vermelhas.
Não me dignei a responder e, pegando todas as minhas coisas, troquei de lugar pra evitar a proximidade dele. O que eu não esperava era que aquele cara soltasse uma gargalhada e, enquanto eu fugia pela segunda vez em menos de uma hora, ele me soltasse:
—Você tem uma bunda linda! Quem me dera ser o dono dela!
«Que porco!», xinguei em silêncio ao deixar minhas coisas na rede nova, «Quem ele pensa que eu sou? Uma das putinhas dele!».
Todo o meu ser ainda tava irritado com aquele cara e talvez por isso, de vez em quando eu me virava pra ver que porra ele tava fazendo. Felizmente, ele tinha se esquecido de mim e tava batendo um papo amigável com o funcionário do bar. Observando ele de longe, suspeitei que devia ter grana pelo jeito que agia, mas confirmei quando vi uma loira com cara de secretária sentar do lado dele e começar a dar uns papéis pra ele assinar.
Por cinco minutos, ele ficou ocupado assinando feito um executivo típico, mas algo me dizia que o respeito que a funcionária mostrava era exagerado e que tinha algo estranho entre os dois. Só quando ele terminou e a garota se levantou foi que entendi que havia mais que uma relação de trabalho entre eles, porque antes de ir embora, a loira beijou a mão dele — a mesma mão com que deu um tapa sonoro enquanto dizia:
-Espera por mim na cama pelada, sua putinha.

Naquela hora, fiquei puto tanto com ele quanto com a mulher. Com o cara pelo jeito humilhante que ele tratou ela, e com ela por deixar ele fazer isso.
«Essa mina é idiota», pensei, «se tivesse um pouco de dignidade, mandava ela pra puta que pariu».
Furiosa sem motivo, decidi vazar e, sem querer passar na frente daquele porco, dei a volta na piscina entrando por uma porta lateral do hotel.
Já no meu quarto, me despi e entrei no chuveiro sem parar de pensar naquele casal e no jeito estranho como a mulher olhava pra ele.
Parecia uma putinha implorando pelo carinho do dono", falei, escandalizada.
Embora eu tivesse lido 50 Tons de Cinza, sempre encarei aquilo como literatura e, inacreditavelmente, esses dois me fizeram perceber que esse tipo de relacionamento doentio era mais comum do que minha mente inexperiente imaginava até então.
Continua meu banho, curtindo a água gelada escorrendo pelo meu corpo.

Depois de quinze minutos me esbaldando, saí pro meu quarto e comecei a catar algo pra sair pra comer. O dia tava lindo demais pra ficar trancada no quarto, então fui fuçar nas minhas roupas pra achar algo pra sair e comer.
Enquanto me trocava, olhava no espelho toda a minha anatomia. Mesmo sendo uma garota baixinha (154 cm), tenho umas pernas bonitas e um abdômen sequinho, apesar de só correr à tarde. Minha pele é clara e meu cabelo cacheado ruivo se destaca. E, por último, meus peitos, que são um pouco grandes, chamam atenção muitas vezes com a roupa que uso, além da minha altura que também ajuda a realçar.

Pra sair pra comer, prendi o cabelo e vesti uma camiseta meio folgada, uma legging preta com um shortinho por cima e, pra finalizar, umas botas marrom.
« Claro! Aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e com gírias apropriadas:
"Ei!Tô esplêndida! » falei pra mim mesma me olhando no espelho. E saí direto pra um dos restaurantes da cidade. A poucas quadras do hotel tinha um lugar legal e resolvi comer lá. Enquanto esperava ser atendida, uma mina chegou perto e pediu licença pra sentar comigo. Quando olhei pra ela, fiquei chocada. Era a mesma guria que eu vi com aquele cara nojento da piscina.
Gaguejei um pouco com o pedido, mas no fim aceitei que ela sentasse comigo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. OláAntes de mais nada, queria me desculpar pela atitude do meu chefe com você hoje de manhã. Eu…
-Não se preocupa, não dá bola pra isso — eu disse interrompendo, nisso chegou a garçonete, que perguntou o que a gente queria beber. — Uma piña colada, por favor — pedi.
A loira pediu a mesma coisa que eu, mas quando fez isso, notei que deu uma olhada pra garçonete e pensei: com certeza ela quer alguma coisa com ela.
Continuamos conversando, mas não tinha muito assunto, sentia que ela queria me fazer de amigo, mas eu não deixava, a presença dela me incomodava.
De repente ela ficou me encarando e me disse:
—Sabe, você tem uns peitos gostosos.
Ao ouvir isso, fiquei com cara de "que porra é essa!!!
—Você é muito gostosa, tem um cabelo fantástico e avermelhado, e sua pele parece muito macia.
Nisso a garçonete chegou com as bebidas e eu agradeci por isso, porque já tava me sentindo muito desconfortável. Não esperei ela servir e tomei minha bebida de um gole só.
Os próximos 3 minutos foram de silêncio e pareceram uma eternidade. Decidi que tinha que vazar dali. Levantei, mas na hora me senti muito mal e a visão começou a escurecer.
Quando acordei, tava num quarto todo arrumado, deitada numa cama bem confortável. Tava com uma dorzinha de cabeça e não fazia ideia de onde tava. Por uns segundos, tentei lembrar como tinha ido parar ali, mas minha última lembrança era daquele restaurante. Minha surpresa não parou por aí, porque quando olhei como tava vestida, vi que tava usando um uniforme de colegial.

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«Vou poder fazer o que eu bem entender!», pensei enquanto passava pelo controle de passaportes já no Texas.
Pra uma mina de vinte e quatro anos como eu, aquelas férias eram um respiro rápido antes de voltar pra faculdade. Acostumada a estudar igual uma condenada, tinha decidido que ia pegar um sol e vagabundear por uma semana. Assim que me registrei no hotel, troquei de roupa e vesti o biquíni que meu ex-professor tinha comprado pra essa viagem.
Como não podia ser diferente, assim que coloquei, fui correndo pro espelho do meu quarto ver como ficava em mim.
—Ficou um arraso! — exclamei ao ver que aquela roupa de banho valorizava ainda mais o meu já exuberante peito. Me virei, olhei minha bunda e sorri, satisfeita com a firmeza das minhas nádegas.


Sem saber o efeito que minha bunda jovem causaria nos outros hóspedes, peguei uma toalha e fui pra piscina do hotel. Já no corredor, os olhares que um par de gringos me deram me deixaram incomodada com o brilho nojento dos olhos deles:
«São uns velhos tarados», sentenciei e, desejando fugir do desejo que aquele par de coroas exteriorizava, saí correndo, rebolando a bunda no ritmo da música que ouvia pelos fones do meu iPod.

Os caras não conseguiram evitar de olhar pra minha bunda e pros meus peitos, e longe de me agradar, isso me irritou, porque achava inconcebível que ficassem de olho numa garota que podia muito bem ser filha deles. Felizmente, esse momento ruim acabou assim que atravessei a porta que dava pra saída.lá fora, já que esses malditos preferiram ficar debaixo do ar condicionado do hall.
Ainda me sentindo suja do jeito que aqueles babões me olharam, me deitei numa rede e fiqueiapassar creme enquanto dava uma olhada ao redor. A piscina tava quase vazia. Só um casal chinês brincava com o filho na parte mais rasa. Isso me deu a tranquilidade de espalhar o bronzeador pelas minhas nádegas.

Tava terminando quando senti uma presença do meu lado e, ao me virar, vi que um baita de um brutamontes tinha sentado numa mesa perto e tava me observando. Fiquei vermelha quando percebi os olhos dele passando pela minha bunda, e por isso larguei o pote de creme no chão na hora e me virei pra ele parar de olhar pro meu rabo.

Foi aí que ouvi ele me dizer, enquanto dava um gole na cerveja dele:
Se você não passar creme no peito, essas tetinhas brancas vão ficar bem vermelhas.
Não me dignei a responder e, pegando todas as minhas coisas, troquei de lugar pra evitar a proximidade dele. O que eu não esperava era que aquele cara soltasse uma gargalhada e, enquanto eu fugia pela segunda vez em menos de uma hora, ele me soltasse:
—Você tem uma bunda linda! Quem me dera ser o dono dela!
«Que porco!», xinguei em silêncio ao deixar minhas coisas na rede nova, «Quem ele pensa que eu sou? Uma das putinhas dele!».
Todo o meu ser ainda tava irritado com aquele cara e talvez por isso, de vez em quando eu me virava pra ver que porra ele tava fazendo. Felizmente, ele tinha se esquecido de mim e tava batendo um papo amigável com o funcionário do bar. Observando ele de longe, suspeitei que devia ter grana pelo jeito que agia, mas confirmei quando vi uma loira com cara de secretária sentar do lado dele e começar a dar uns papéis pra ele assinar.
Por cinco minutos, ele ficou ocupado assinando feito um executivo típico, mas algo me dizia que o respeito que a funcionária mostrava era exagerado e que tinha algo estranho entre os dois. Só quando ele terminou e a garota se levantou foi que entendi que havia mais que uma relação de trabalho entre eles, porque antes de ir embora, a loira beijou a mão dele — a mesma mão com que deu um tapa sonoro enquanto dizia:
-Espera por mim na cama pelada, sua putinha.

Naquela hora, fiquei puto tanto com ele quanto com a mulher. Com o cara pelo jeito humilhante que ele tratou ela, e com ela por deixar ele fazer isso.
«Essa mina é idiota», pensei, «se tivesse um pouco de dignidade, mandava ela pra puta que pariu».
Furiosa sem motivo, decidi vazar e, sem querer passar na frente daquele porco, dei a volta na piscina entrando por uma porta lateral do hotel.
Já no meu quarto, me despi e entrei no chuveiro sem parar de pensar naquele casal e no jeito estranho como a mulher olhava pra ele.
Parecia uma putinha implorando pelo carinho do dono", falei, escandalizada.
Embora eu tivesse lido 50 Tons de Cinza, sempre encarei aquilo como literatura e, inacreditavelmente, esses dois me fizeram perceber que esse tipo de relacionamento doentio era mais comum do que minha mente inexperiente imaginava até então.
Continua meu banho, curtindo a água gelada escorrendo pelo meu corpo.

Depois de quinze minutos me esbaldando, saí pro meu quarto e comecei a catar algo pra sair pra comer. O dia tava lindo demais pra ficar trancada no quarto, então fui fuçar nas minhas roupas pra achar algo pra sair e comer.
Enquanto me trocava, olhava no espelho toda a minha anatomia. Mesmo sendo uma garota baixinha (154 cm), tenho umas pernas bonitas e um abdômen sequinho, apesar de só correr à tarde. Minha pele é clara e meu cabelo cacheado ruivo se destaca. E, por último, meus peitos, que são um pouco grandes, chamam atenção muitas vezes com a roupa que uso, além da minha altura que também ajuda a realçar.

Pra sair pra comer, prendi o cabelo e vesti uma camiseta meio folgada, uma legging preta com um shortinho por cima e, pra finalizar, umas botas marrom.
« Claro! Aqui está a tradução para o português brasileiro, mantendo o tom natural e com gírias apropriadas:
"Ei!Tô esplêndida! » falei pra mim mesma me olhando no espelho. E saí direto pra um dos restaurantes da cidade. A poucas quadras do hotel tinha um lugar legal e resolvi comer lá. Enquanto esperava ser atendida, uma mina chegou perto e pediu licença pra sentar comigo. Quando olhei pra ela, fiquei chocada. Era a mesma guria que eu vi com aquele cara nojento da piscina.
Gaguejei um pouco com o pedido, mas no fim aceitei que ela sentasse comigo.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação. OláAntes de mais nada, queria me desculpar pela atitude do meu chefe com você hoje de manhã. Eu…
-Não se preocupa, não dá bola pra isso — eu disse interrompendo, nisso chegou a garçonete, que perguntou o que a gente queria beber. — Uma piña colada, por favor — pedi.
A loira pediu a mesma coisa que eu, mas quando fez isso, notei que deu uma olhada pra garçonete e pensei: com certeza ela quer alguma coisa com ela.
Continuamos conversando, mas não tinha muito assunto, sentia que ela queria me fazer de amigo, mas eu não deixava, a presença dela me incomodava.
De repente ela ficou me encarando e me disse:
—Sabe, você tem uns peitos gostosos.
Ao ouvir isso, fiquei com cara de "que porra é essa!!!
—Você é muito gostosa, tem um cabelo fantástico e avermelhado, e sua pele parece muito macia.
Nisso a garçonete chegou com as bebidas e eu agradeci por isso, porque já tava me sentindo muito desconfortável. Não esperei ela servir e tomei minha bebida de um gole só.
Os próximos 3 minutos foram de silêncio e pareceram uma eternidade. Decidi que tinha que vazar dali. Levantei, mas na hora me senti muito mal e a visão começou a escurecer.
Quando acordei, tava num quarto todo arrumado, deitada numa cama bem confortável. Tava com uma dorzinha de cabeça e não fazia ideia de onde tava. Por uns segundos, tentei lembrar como tinha ido parar ali, mas minha última lembrança era daquele restaurante. Minha surpresa não parou por aí, porque quando olhei como tava vestida, vi que tava usando um uniforme de colegial.

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1 comentários - Férias tortuosas de uma inocente novinha. 1ª parte.