No dia do aniversário de 27 anos da minha namorada (Maritza), a família dela organizou uma festinha surpresa no meu apartamento. A gente ia chegar depois do expediente. Como era dia de semana, os convidados eram só os mais chegados. Os pais dela, tios, uns primos e a irmã mais velha (Paulina), uma mulher de uns 1,70, dona de uma pele morena lisa e delicada, com uns óculos que dão um ar sedutor, cabelão comprido e um par de motivos lindos pra eu não parar de olhar praquele decote exibido.
Os convidados foram saindo da festa aos poucos, com a desculpa de que tinham que trabalhar no dia seguinte, então já no começo da noite estávamos só eu, a Paulina e a Maritza. Entre os drinks e os cigarros, foi se formando uma noite maravilhosa, com o panorama da Zona Leste de Santiago como pano de fundo. Nada podia dar errado naquela noite. Lá pelas 3 da manhã, a Maritza já tava apagada no sofá da sala. Eu e minha cunhada continuamos na varanda, abrindo a última garrafa de Late Harvest que tinha sobrado. O álcool já tava detonando nosso juízo e, conforme a noite avançava, as conversas foram ficando mais picantes. Os movimentos dela ficaram mais desajeitados e ela se aproximava cada vez mais do meu rosto. Eu sentia que podia roçar os lábios carnudos dela com os meus. Aquilo me deixava em êxtase. De repente, por "acidente", ela derrubou a taça de vinho no meu jeans. Pulei de pé na hora, enquanto ela procurava algo pra secar a bagunça que fez. Só de ver a irmã da minha namorada de joelhos, com as mãos suaves e delicadas no meio das minhas pernas, já me deu uma ereção impossível de esconder. Ela não percebeu de cara. Mordeu os lábios, me encarou nos olhos e, com a maior cara de safada, falou: — JÁ ENTENDO POR QUE MINHA IRMÃZINHA VIVE DE BOM HUMOR —. Em seguida, tirou meu jeans molhado e começou a esfregar de leve meu volume com a ponta dos dedos longos e finos, apertando com firmeza. Dava pra ver que ela sabia lidar com uma boa rola nas mãos. Os movimentos foram acelerando até que ela não aguentou mais a curiosidade e tirou de vez minha cueca encharcada. Quando minha rola torta e dura ficou na frente dos olhos dela, ela segurou firme com uma mão e enfiou na boca até sumir na garganta. Continuou assim por uns minutos. Da minha parte, lutei pra não gozar dentro da boca dela, que já parecia um lugar propício para esvaziar todo meu néctar do prazer.
Depois de um momento, ela tirou os peitões enormes dela, que já estavam cheios de uma mistura maravilhosa do meu gozo com a saliva dela, e começou a esfregar minha rola entre eles com um entusiasmo que me surpreendeu... A visão era maravilhosa.
Não aguentei mais e pedi pra ela ficar de quatro no parapeito da varanda. Deixando exposto aquele cuzinho depilado e gostoso, que pra minha surpresa ainda era virgem, comecei a lamber com gosto a buceta molhada e dilatada dela, que pedia em silêncio pra ser penetrada por mim. A sensação de ver meu pau entrando naquela bucetinha apertada e molhada era hipnótica. Ela gemia baixinho ao sentir a grossura entrando entre as paredes da xereca. A gente se entregou à luxúria e ao descontrole por uma hora, até que não aguentei mais e falei que ia gozar. Ela pulou e ficou de joelhos, me pedindo pra encher ela de porra.
Depois peguei a Maritza no colo e fui com ela pro meu quarto, Paulina ficou no quarto de hóspedes. Lá pelas 10 da manhã, a Maritza acorda nós dois com o café da manhã fresquinho. E pergunta: — Como foi a noite de vocês? — Tipo, que horas foram dormir, o que estavam fazendo? Olhei pra Paulina, a gente se encarou e caiu na risada os três juntos na mesa. Daí a Maritza me pede pra, por favor, levar a irmã dela em casa. — Claro, meu amor, eu cuido disso, fica tranquila — Na sequência, entramos no carro e, mal viramos a primeira esquina, ela fala: — Chegou a hora de terminar o que ficou pendente — Em seguida, puxei minha rola pra fora e ela chupou o caminho inteiro até a casa dela. Não sem antes garantir que levava cada gota do meu leite na boquinha dela. — Valeu pela trepada, cunhadinho, um dia te convido pra vir aqui em casa — Deixei minha cunhada, e mais um pouco, no apê dela e depois fui direto pro trampo como se nada tivesse acontecido.
Os convidados foram saindo da festa aos poucos, com a desculpa de que tinham que trabalhar no dia seguinte, então já no começo da noite estávamos só eu, a Paulina e a Maritza. Entre os drinks e os cigarros, foi se formando uma noite maravilhosa, com o panorama da Zona Leste de Santiago como pano de fundo. Nada podia dar errado naquela noite. Lá pelas 3 da manhã, a Maritza já tava apagada no sofá da sala. Eu e minha cunhada continuamos na varanda, abrindo a última garrafa de Late Harvest que tinha sobrado. O álcool já tava detonando nosso juízo e, conforme a noite avançava, as conversas foram ficando mais picantes. Os movimentos dela ficaram mais desajeitados e ela se aproximava cada vez mais do meu rosto. Eu sentia que podia roçar os lábios carnudos dela com os meus. Aquilo me deixava em êxtase. De repente, por "acidente", ela derrubou a taça de vinho no meu jeans. Pulei de pé na hora, enquanto ela procurava algo pra secar a bagunça que fez. Só de ver a irmã da minha namorada de joelhos, com as mãos suaves e delicadas no meio das minhas pernas, já me deu uma ereção impossível de esconder. Ela não percebeu de cara. Mordeu os lábios, me encarou nos olhos e, com a maior cara de safada, falou: — JÁ ENTENDO POR QUE MINHA IRMÃZINHA VIVE DE BOM HUMOR —. Em seguida, tirou meu jeans molhado e começou a esfregar de leve meu volume com a ponta dos dedos longos e finos, apertando com firmeza. Dava pra ver que ela sabia lidar com uma boa rola nas mãos. Os movimentos foram acelerando até que ela não aguentou mais a curiosidade e tirou de vez minha cueca encharcada. Quando minha rola torta e dura ficou na frente dos olhos dela, ela segurou firme com uma mão e enfiou na boca até sumir na garganta. Continuou assim por uns minutos. Da minha parte, lutei pra não gozar dentro da boca dela, que já parecia um lugar propício para esvaziar todo meu néctar do prazer.
Depois de um momento, ela tirou os peitões enormes dela, que já estavam cheios de uma mistura maravilhosa do meu gozo com a saliva dela, e começou a esfregar minha rola entre eles com um entusiasmo que me surpreendeu... A visão era maravilhosa.
Não aguentei mais e pedi pra ela ficar de quatro no parapeito da varanda. Deixando exposto aquele cuzinho depilado e gostoso, que pra minha surpresa ainda era virgem, comecei a lamber com gosto a buceta molhada e dilatada dela, que pedia em silêncio pra ser penetrada por mim. A sensação de ver meu pau entrando naquela bucetinha apertada e molhada era hipnótica. Ela gemia baixinho ao sentir a grossura entrando entre as paredes da xereca. A gente se entregou à luxúria e ao descontrole por uma hora, até que não aguentei mais e falei que ia gozar. Ela pulou e ficou de joelhos, me pedindo pra encher ela de porra.
Depois peguei a Maritza no colo e fui com ela pro meu quarto, Paulina ficou no quarto de hóspedes. Lá pelas 10 da manhã, a Maritza acorda nós dois com o café da manhã fresquinho. E pergunta: — Como foi a noite de vocês? — Tipo, que horas foram dormir, o que estavam fazendo? Olhei pra Paulina, a gente se encarou e caiu na risada os três juntos na mesa. Daí a Maritza me pede pra, por favor, levar a irmã dela em casa. — Claro, meu amor, eu cuido disso, fica tranquila — Na sequência, entramos no carro e, mal viramos a primeira esquina, ela fala: — Chegou a hora de terminar o que ficou pendente — Em seguida, puxei minha rola pra fora e ela chupou o caminho inteiro até a casa dela. Não sem antes garantir que levava cada gota do meu leite na boquinha dela. — Valeu pela trepada, cunhadinho, um dia te convido pra vir aqui em casa — Deixei minha cunhada, e mais um pouco, no apê dela e depois fui direto pro trampo como se nada tivesse acontecido.
1 comentários - Feliz 27 anos, gostosa