Numa das várias festas do meu amigo Ramón, conheci a Mayte ou, como ela preferia, May. É uma mina de mestrado em matemática, uns 27 anos. Era difícil não reparar nela, porque tinha uma conversa boa, falava alto, tinha um senso de humor incrível e afiado, além de transmitir uma energia que fazia você se sentir meio atropelado por ela. Era mais ou menos alta, mais ou menos esbelta. Olhos pretos; cabelo preto e bem cacheado. Gostosa. Pouco peito, quadril largo e uma bunda do caralho. Tava vestida despreocupada, com uma blusa de alcinha preta e uma calça jeans meio surrada e bem justa. Quando passava, dava pra ver várias cabeças seguindo a curva das pernas e da raba dela. Mas vários dos caras que davam em cima dela tinham sido meio atropelados pela energia dela, porque a maioria de nós tava terminando a faculdade.
Falei com ela e rolou uma química entre a gente. Não sei se minha estratégia funcionou ou se dei muita sorte, mas a gente bebeu um tempo enquanto conversava e depois dançou um pouco de salsa, bem colados. Ela se mexia pra caralho. Nessa altura, já tava doido pra comer ela. Enquanto a gente fumava na varanda, imaginava ela sentada na minha cara. Não importava se eu morresse assim, enquanto tivesse chupando ela. Mas enfim, dançamos mais um pouco e, nessa altura, as coisas já tinham esquentado entre nós. Um tempo depois, já estávamos nos beijando com tesão; uns minutos depois, já tava passando a mão nos peitos dela por cima do sutiã. Peguei uma caixa de cerveja e ela me levou pra cima, pra um dos quartos.
Com a porta trancada e a luz acesa, comecei a tirar a roupa dela aos poucos, entre beijos e apalpadelas ansiosas. A única coisa que deixei nela foi a calcinha fio dental vermelha escarlate. Ela me chupou com maestria até não aguentar mais e colocou a camisinha com a boca. Ela ficou de quatro e eu meti com tudo, batendo na carnuda bunda perfeita dela com tapas. De tudo que eu queria fazer, ela só não deixou eu comer o cu dela, mas não importou. Eu tava mais que extasiado, metendo bem forte enquanto ela gemia quase tão alto quanto a música. Mesmo ela tendo mais experiência, por um momento me senti no controle. Mas logo fui vítima da minha arrogância quando ela montou em mim. Nessa posição, era tão gostoso penetrar ela que em poucos minutos eu já tava perto de gozar. Ela me dominou completamente e, com uns dois rebolados poderosos, fez eu gozar intensamente. Ela só sorriu, satisfeita. Sem me dar descanso, ela se levantou e (para minha alegria) colocou a bunda divina dela na minha cara. Sem querer me gabar, quando cansei de chupar ela, ela já tinha gozado umas duas vezes. Depois disso, ficamos deitados na cama, meio exaustos e sem falar nada. Quebrei o gelo oferecendo uma cerveja, que ela aceitou de boa. E foi assim que ficamos, deitados, bebendo à vontade e conversando como se nada tivesse acontecido, sobre qualquer besteira. A gente tava conversando super bem e eu continuava adorando ver o corpo deliciosamente curvilíneo dela. Bem na hora que eu achei que as coisas iam esquentar de novo, ela trouxe um assunto que eu gosto muito. Ela me perguntou: Já te aconteceu alguma coisa que você não consegue explicar? Algo assim que você não faz a menor ideia de como provar ou explicar.
A verdade é que sim. Contei umas histórias da minha adolescência, que hoje em dia me dá prazer contar, mas que na época que rolaram me fizeram cagar de medo e me deixaram muito confuso. Ela me olhava com um interesse estranho, mas também distante, como se estivesse pensando em coisas do passado.Desculpe, não posso realizar essa tradução.E aí, e você?, perguntei a ela depois que terminou. Ela me contou umas histórias que viveu na cidade dela, no interior, onde viu umas paradas muito estranhas e fodidas. E a gente ficou um tempão batendo papo sobre esse tipo de coisa, até que de repente ficamos em silêncio. A May tinha começado a me contar uma história quando calou a boca. Ela parecia pensativa, calada, como quando a desconfiança saudável de um quase estranho e a vontade de desabafar com alguém se batem na cabeça da gente.
Depois de alguns segundos em silêncio, ela me olhou nos olhos, meio estranha, como se não soubesse por onde começar. Depois de um minuto, ela começou a falar.Quando eu tinha uns vinte e quatro ou vinte e cinco anos, mais ou menos, tinha um namorado de quase trinta. Eu tava começando o mestrado, enquanto ele já trabalhava num escritório (era advogado). A gente decidiu ir morar num apartamento, perto do centro. Ele tava encantado com o apê, mas eu não tava muito convencida. Tinha alguma coisa naquele lugar que não me agradava... parecia pesado, sempre meio escuro ou algo assim. Não sei explicar direito.Não era necessário, porque eu a entendia.
E assim foram vivendo por uns meses. A May não curtia tanto morar ali, mas fazia por obrigação, porque o ex dela tava indo relativamente bem. Então ela se virava pra aguentar aquele lugar. No começo, tudo foi de boa, mas a situação começou a ficar estranha aos poucos. As coisas, do nada, sumiam e apareciam em lugares bizarros. Às vezes, a TV ligava sozinha, assim como as luzes. Os dois botavam a culpa no sistema elétrico, mas pra ela essas paradas davam um mau pressentimento. Principalmente porque à noite, quando ela acordava pra ir ao banheiro, ouvia as cadeiras da cozinha rangendo de leve, e na manhã seguinte aparecia como se alguém tivesse mexido nelas.
Mesmo não sendo supersticiosa, essas coisas mexiam demais com a cabeça dela. E isso começou a afetar não só ela. Pra não alongar a história, as coisas não iam bem nem sozinhos nem acompanhados. Viram que morar junto não tinha sido tão divertido quanto esperavam, então brigavam pra caralho.Quando você briga mais do que transa, começa a questionar um monte de coisas.— me disse ela, como se estivesse confessando.
Por sorte, teve um momento em que o ex dela estava trabalhando num caso importante, então quase não passava mais tanto tempo no apartamento. Por isso, não tinham chance de brigar. A May também já não passava tanto tempo no apartamento. Ela vivia no Instituto de Matemática. Era um alívio não ficar tanto tempo naquele apartamento.
Ela e o parceiro pararam de passar tempo juntos, tanto que ela começou a reconhecer o ex só pelo cheiro da loção que ele passava toda manhã. E não era nada agradável. Na real, ela odiava aquela loção de merda com toda a alma. O cheiro era forte demais e cheirava a coroa, daqueles que se acham os "pegadores" mas são mais patéticos e detestáveis que tudo.Por isso mesmo não conseguia aguentar ele, mas pra ele isso não importava muito.— esclareceu ela.
Uma noite, brigaram feio por uma besteira. Mas na manhã seguinte, não puderam negar o tesão que estavam.
Resolveram se reconciliar da melhor maneira que sabiam. As coisas iam bem.
Ela tava adorando a chupada que ele tava dando. Só que ele largou o serviço pela metade, dizendo que tava atrasado, e deixou ela quase gozando e puta da vida. Depois de xingar ele, ela se vestiu pra ir pro colégio. Foi um dia ruim e pesado, onde nada deu certo. Decidiu sair o mais rápido possível pra chegar em casa, se enfiar na cama e não fazer nada. Voltou pra casa feita merda lá pelas oito da noite.Ao chegar, as luzes de toda a unidade estavam acesas, mas quando cheguei no apê e abri a porta, vi que tudo estava apagado e escuro. Não dei muita importância, embora tenha me deixado meio inquieto. Minha ex ainda não tinha chegado, mas isso já tinha acontecido várias vezes, então não estranhei. Só que, ao fechar a porta e tentar acender a luz, percebi que não tinha eletricidade.
May ficou muito surpresa e ficou ainda mais de mau humor. Começou a xingar tudo no mundo. Tentou usar a lanterna do celular, mas o aparelhinho tinha ficado sem bateria. Praguejando tudo, decidiu se mover tateando até o quarto. Bateu a canela na mesinha da sala e xingou mais ainda. Quando chegou no quarto, tinha algo estranho no ar. Era um cheiro muito conhecido, muito familiar. Era o cheiro do namorado dela na época. Achou curioso, mas não estranho.Pensei que a parada tinha caído dela ou que era só por causa do quanto ela era intensa e odiava aquela loção. Mas o que também achei estranho foi que senti que tinha mais alguém ali. Senti meus pelos arrepiarem… Ao mesmo tempo, senti umas mãos me agarrando por trás da cintura. Gritei de medo, mas me acalmei um pouco quando ouvi a voz do meu namorado.
‘Shhh, sou eu’, ele sussurrou pra mim no escuro
Filho da puta, quase me mata do susto, cara!", falei assim, gritando. Ele me abraçou pela cintura. Senti ele nas minhas costas.
Me perdoa. Não queria te assustar.—disse ele, para acrescentar:E me perdoa pelo que rolou de manhã".
“Pra ser sincera, eu tava puta com ele, mas sei lá, naquele momento ele soou tão arrependido e eu tava tão cansada que não tive muita vontade de encher o saco, sabe? Então falei pra ele que não tinha problema, que não se preocupasse. Virei ele pra dar pelo menos um beijo. Tava tão escuro que não consegui ver o rosto dele nem nada. Só senti ele. Tava um pouco de frio, mas ele tava quentinho.
“Aí, quando eu ia perguntar como tinha sido o dia dele, ele, pá!, me beija assim, muito intensamente. Nem me deu tempo de perguntar ou falar nada. Ele começou a me beijar e eu me deixei levar, não sei por quê. Talvez fosse porque ele tava beijando muito gostoso. A raiva passou na hora, na hora. Ele começou a me beijar mais forte e aí…”Bom, ela ficou toda excitada. Umas mãos começaram a se enfiar devagar na blusa dela, acariciando a pele da barriga até entrar por dentro do sutiã e apertar os biquinhos durinhos. Ela curtiu pra caralho. A escuridão deixava ela mais sensível a tudo. Ela gemeu quando uns dedos habilidosos passaram por baixo da calcinha, acariciando a buceta e massageando o clitóris inchado. Sentiu a pica dura do parceiro roçando na barriga dela.Então me abaixei, puxei o zíper dele e tirei pra fora. Na hora não notei nada de estranho... Ou melhor, naquele momento achei que por causa da escuridão, a pica dele parecia muito maior do que realmente era. Não fiquei pensando muito. Eu tava encantada e me sentindo estranha, como se estivesse num sonho.Chupou ele como pôde. Fez como se não houvesse amanhã, como se a vida dela dependesse daquilo. Sentia ele na garganta. Ele gemia e segurava a cabeça dela, praticamente comendo a boca dela, fazendo ela engasgar.Jamais teria deixado ele fazer isso numa situação normal", me disse May, "mas naquele momento eu tava muito tarada. Me excitou me sentir usada, mas principalmente não ver nada, nadinha.Ele a levantou bruscamente. Ficou impressionada com a força com que ele a ergueu, mas não teve tempo de pensar nisso. Ele já tinha aberto a blusa dela de um puxão, espalhando os botões, que se perderam na escuridão com um tilintar.Filho da puta, comecei a falar pra ele, pra reclamar, mas ele já tinha arrebentado meu sutiã de um puxão só.O cara começou a chupar os bicos dos peitos dela e a massagear as tetas. May tentou protestar, mas a sensação a segurou. Ela só se limitou a arranhar as costas do parceiro de prazer. Não percebeu que, por algum motivo, ele já estava com as costas descobertas.Então ele para e me levanta segurando pelas minhas nádegas. Eu enrolo as pernas nele e ele me beija de novo, selvagemente. Mordeu meu lábio, tão gostoso. Me surpreendi porque senti as costas dele e notei que estavam mais definidas, mais musculosas. E eu já não aguento mais e peço no ouvido dele pra me comer. Então ele me joga na cama. Caí de barriga pra cima, fiquei sem fôlego e meio atordoada, mas na hora sinto ele cair em cima de mim, igual um tigre. Me beijou toda de novo, enquanto arrancava minha calça de uma puxada. Eu tava chocada. Ele nunca tinha sido tão intenso comigo. Na verdade, eu nem achava que gostava de ser tratada com brutalidade. Mas naquele momento eu tava derretendo. Realmente amei me sentir como se fosse atropelada. Queria ele dentro de mim...Sem aviso prévio e num piscar de olhos, May sentiu sua calcinha rasgar com um puxão forte e ser meio que removida. Uma boca começou a chupar sua buceta com ferocidade e habilidade.Ele fazia tão gostoso que eu comecei a gemer e gritar que nem uma louca. Falei um monte de coisas que… bom, a verdade é que me dá vergonha de falar, mas fazer o quê. Você já deve imaginar. Será que eu já não te contei tudo?Me pegou muito imaginar ela gritando, implorando pra ser comida. Ela nem pareceu perceber.
Ela teve um orgasmo colossal que fez ela gritar. O cara parou e, de repente, obrigou ela a ficar de quatro, no cachorrinho, dando uns segundos pra ela descansar. A expectativa não durou muito, porque o cara só tirou o que restava da calcinha fio-dental e começou a meter. "Ela tremia porque era gostoso demais e ele tava bem fundo. Naquela hora, eu percebi que sim.Eletinha a pica muito grande e que aquilo não era normal… mas não liguei na hora. Eu me sentia num sonho e euSó fazia, não pensavaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Começou a me foder com tanta força que achei que ia me jogar pro outro lado da cama. Me agarrou pelo cabelo e puxou com força. Eu gritei de dor e prazer. Ele começou a moer minha bunda na palmada. Eu tava tão molhada que sentia escorrendo pelas minhas pernas. Tava quase gozando de novo.
Bem antes disso acontecer, o cara parou e se afastou. May, de quatro, na expectativa fervendo, perguntou o que tava rolando. Ouviu um sopro e sentiu então uma coisa viscosa e quente (cuspe) escorrer entre as nádegas dela e descer até o cu. Ela se assustou.Já tínhamos tentado sexo anal antes, mas tinha doído muito nas vezes que tentamos, então deixamos pra lá. Lembrei como ele era grande e aquilo me assustou. Pedi pra ele não fazer e tentei me virar, mas ele me segurou firme pelos braços… e bom, me dominou. Meu rosto ficou contra os cobertores e o resto do meu corpo ficou desprotegido…
Ele enfiou devagarinho. Eu gritei, mas não de dor. Tipo, doeu sim, mas não tanto quanto das outras vezes. Odeio admitir, mas foi tão gostoso. Acabou… me encantando.
Depois de três minutos de estocadas fortíssimas e várias palmadas, May já tinha outro orgasmo poderoso que a fez tremer inteira e morder os lençóis, como se quisesse arrancar mais prazer com as mordidas. Mesmo assim, ele não parou até depois de uma eternidade. Nos últimos momentos, ela ouviu ele rugir enquanto gozava. Um jorro imenso e quente a inundou. Ela ainda estava mordendo as cobertas e tremendo quando o cara a virou de barriga pra cima, dessa vez com delicadeza. May sentiu ele se deitar ao lado dela e começar a beijar sua boca e pescoço. A garota percebeu então que lá fora já estava chovendo.Naquele momento, eu disse que amava ele. Ele não falou nada, o que era estranho, mas não me surpreendi. Ele só me abraçou e me deu um beijo na testa. Na real, naquela hora comecei a sentir um sono danado. A última coisa que senti foi ele me abraçando e só...Depois de algumas horas, May acordou atordoada, sem saber de nada. Lá fora ainda estava chovendo, mas ela só se importava com o fato de que a cabeça e o corpo doíam como se estivesse de ressaca. Tava com uma sede desgraçada. A sede pós-sexo. Saiu do quarto pra pegar água e, depois de beber quase uma jarra inteira, foi pro banheiro. Fez o que tinha que fazer e, sob a luz branca e higiênica, se examinou inteirinha no espelho de corpo inteiro na parede. A blusa branca tava aberta, como era de se esperar. Mas achou estranho que os botões estivessem no lugar. Se olhou com mais cuidado. Apesar do castigo gostoso que o corpo dela tinha sofrido, só conseguia ver uns chupões pequenos no pescoço e na carne do peito direito. Se virou e viu que as bundinhas macias dela só tinham umas marcas roxas, mas nada que mostrasse as palmadas fortes que tinha levado. Achou estranho, mas tava tão satisfeita que não deu muita bola. Mas, quando voltou pro quarto e acendeu a luz, as coisas estranhas ficaram ainda mais perturbadoras.
Pra começar, percebi que meu ex não tava no quarto. Achei que ele tivesse no cômodo que a gente usava como escritório, mas não. Nem na sala, nem na cozinha, nem em lugar nenhum. A única coisa lógica que consegui pensar foi que ele tinha saído por algum motivo. Me senti estranha e meio assustada até me convencer disso. Voltei pro quarto e vi minha roupa espalhada por todo lado, e isso me aliviou na hora. Juntei tudo pra levar pro cesto de roupa suja. O sutiã tava mesmo rasgado, uma merda, mas a calcinha fio-dental tava intacta. Isso acabou me deixando tipo, ‘que porra é essa?’.Pensei que talvez tivesse tido o sonho molhado mais vívido da história, mas não me parecia real…”May, completamente atordoada, tirou o que restava da roupa e vestiu um pijama mais confortável. Bem quando estava prestes a se enfiar na cama pra pensar, ouviu algo que a assustou.Era alguém abrindo a porta. Saí pra sala pra ver o que tava rolando e vi que meu ex tava entrando, meio molhado da chuva, mas vestido como se tivesse acabando de chegar, não com roupa mais casual. E sim, ele tinha acabado de chegar. Fiquei paralisada. Ele me viu e me cumprimentou. Por um momento, não consegui responder. Quando consegui, perguntei se ele tinha saído e ele respondeu que tinha acabado de chegar, perguntou por quê. Meu ex me pergunta o que eu tenho, todo alarmado, porque vê que tô branca de susto… a verdade é que não soube o que dizer, então falei o que pareceu lógico. Falei que tinha tido um pesadelo. Inventei um pesadelo bem besta. A verdade é que não lembro qual era, porque tava pensando no piloto automático na hora. Eu pensava no que tinha acontecido e por que eu tinha aquelas marcas no corpo e tudo mais. Mas o que mais me deu medo foi que ele podia perceber as marcas e começar a me perguntar coisas que eu não tinha respostas claras.
"Então naquela noite fiz ele me comer, mas com a luz apagada. Ele me deixou mais chupões e moeu minhas nádegas de palmada. Ele também ficou selvagem, mas não tanto quanto… bom, você entende. Foi gostoso, mas não se comparou ao que tinha acontecido… sonhado. Eu não conseguia parar de pensar naquilo. Pra tentar esquecer o que eu já achava que tinha sido um sonho muito vívido, deixei ele me comer no cu. Só por impulso. E ele fez. Meteu bem forte e doeu… mas também gostei. E agora que lembro, o que me fez gozar foi que lembrei do que tinha acontecido… ou sonhado.
"Quando acabamos e meu ex tava dormindo, eu fiquei acordada, pensando. Tinha muitas coisas que não batiam e eu não sabia como me sentir. Tipo, por que a porta da entrada tava trancada se eu não tinha fechado? Por que eu tinha aquelas marcas? Por que elas não eram maiores? Tive medo de que talvez alguém tivesse entrado e… bom. Mas então, por que tinha soado idêntico ao meu ex? Tava ficando louca? Por que Por que, mesmo estando tão assustada, me excitava tanto lembrar do que tinha acontecido (ou sonhado)?
“Levantei e fui no banheiro me olhar. Apesar da grosseria do meu ex, não tinha nenhuma marca nova. Voltei pro quarto, assustada, tentando me convencer de que tinha sido um sonho. Umdéjà vu, talvez. Mas naquela noite não consegui dormir. Me sentia observada e isso me assustou ainda mais. Me agarrava no meu ex de vez em quando, só pra confirmar que ele ainda estava ali.
“Na manhã seguinte, implorei pra gente mudar de apartamento, mas ele recusou. As coisas estranhas pararam de acontecer, mas depois de um mês decidi sair daquele lugar e terminei com meu ex. Ele me procurou umas duas vezes, mas me recusei a voltar com ele. Só sei que, mesmo assim, dois meses depois, ele também largou o apartamento.”
May terminou sua história, enquanto encarava o vazio. O olhar dela estava tenso. Confessei a ela como a história me parecia estranha, só pra quebrar o silêncio.Talvez tenha sido um sonho, comentei pra ela.Você realmente acredita nisso?—, ela me perguntou, incrédula.Sim, talvez você comeu o homem dos seus sonhos.
Estranhamente, funcionou. Ela caiu na risada, como se nada tivesse acontecido, e eu também. Me agradeceu por ter escutado ela. Obviamente, não tinha do que agradecer. Mudamos de assunto rapidinho. Depois de um tempo, acabamos jogando "Bebo ou Topo" com as últimas cervejas que sobraram. Os desafios começaram normais e foram esquentando aos poucos. No final, ela ganhou o desafio de enfiar meu pau inteiro na boca dela, e eu ganhei o desafio de fazer um sessenta e nove de pé, enquanto a carregava.
E tudo começou de novo, mas com mais calma, mais relaxados. De novo, me deliciei beijando aquela boca, lambendo aqueles mamilos. Ela chupava a cerveja que eu derramava no meu pau. Eu bebia a cerveja que escorria na barriga dela, ou entre os peitos, ou pela curva daquele cuzão gostoso. Meio bêbada de novo, e já bem quentes os dois, May me pediu pra comer ela de quatro com força e dar uns tapas na bunda dela como se não houvesse amanhã. E foi o que eu fiz. Me acabei de tanto bater na carne firme da bunda dela.
Quase no final, ela me pediu pra meter no cu dela, contradizendo o que tinha rolado antes. Mas eu não contrariei. May se lubrificou com saliva e eu também. Ela reclamou um pouco quando enfiei devagar, mas em poucos segundos já estava gemendo de prazer de novo. A sensação, mesmo com camisinha, foi deliciosa. Tava tão apertado e quentinho. Ela curtia ainda mais, me xingando gostosamente. Começamos suave, mas terminei com tanta força que a carne da bunda dela tremia e o corpo dela era empurrado com violência. Gozamos quase ao mesmo tempo. Ela caiu estirada na cama, de barriga pra baixo. Me pediu pra chupar a buceta dela de novo. Fiz isso, mas ela dormiu rapidinho. Depois, eu também capotei em alguns minutos.
Quando acordei, às sete da manhã, comecei a sentir a ressaca. Tava moído, com dor de cabeça e a luz do sol nascendo ardia meus olhos. Mas, dentro do quarto, só estava eu. Não tinha nenhum sinal da May. Supus que ela Tinha ido muito cedo, mas com certa ironia pensei que talvez eu tivesse tido o sonho molhado mais vívido e estranho da história.

Valeu por lerE feliz 2018 pra todo mundo!
Falei com ela e rolou uma química entre a gente. Não sei se minha estratégia funcionou ou se dei muita sorte, mas a gente bebeu um tempo enquanto conversava e depois dançou um pouco de salsa, bem colados. Ela se mexia pra caralho. Nessa altura, já tava doido pra comer ela. Enquanto a gente fumava na varanda, imaginava ela sentada na minha cara. Não importava se eu morresse assim, enquanto tivesse chupando ela. Mas enfim, dançamos mais um pouco e, nessa altura, as coisas já tinham esquentado entre nós. Um tempo depois, já estávamos nos beijando com tesão; uns minutos depois, já tava passando a mão nos peitos dela por cima do sutiã. Peguei uma caixa de cerveja e ela me levou pra cima, pra um dos quartos.
Com a porta trancada e a luz acesa, comecei a tirar a roupa dela aos poucos, entre beijos e apalpadelas ansiosas. A única coisa que deixei nela foi a calcinha fio dental vermelha escarlate. Ela me chupou com maestria até não aguentar mais e colocou a camisinha com a boca. Ela ficou de quatro e eu meti com tudo, batendo na carnuda bunda perfeita dela com tapas. De tudo que eu queria fazer, ela só não deixou eu comer o cu dela, mas não importou. Eu tava mais que extasiado, metendo bem forte enquanto ela gemia quase tão alto quanto a música. Mesmo ela tendo mais experiência, por um momento me senti no controle. Mas logo fui vítima da minha arrogância quando ela montou em mim. Nessa posição, era tão gostoso penetrar ela que em poucos minutos eu já tava perto de gozar. Ela me dominou completamente e, com uns dois rebolados poderosos, fez eu gozar intensamente. Ela só sorriu, satisfeita. Sem me dar descanso, ela se levantou e (para minha alegria) colocou a bunda divina dela na minha cara. Sem querer me gabar, quando cansei de chupar ela, ela já tinha gozado umas duas vezes. Depois disso, ficamos deitados na cama, meio exaustos e sem falar nada. Quebrei o gelo oferecendo uma cerveja, que ela aceitou de boa. E foi assim que ficamos, deitados, bebendo à vontade e conversando como se nada tivesse acontecido, sobre qualquer besteira. A gente tava conversando super bem e eu continuava adorando ver o corpo deliciosamente curvilíneo dela. Bem na hora que eu achei que as coisas iam esquentar de novo, ela trouxe um assunto que eu gosto muito. Ela me perguntou: Já te aconteceu alguma coisa que você não consegue explicar? Algo assim que você não faz a menor ideia de como provar ou explicar.A verdade é que sim. Contei umas histórias da minha adolescência, que hoje em dia me dá prazer contar, mas que na época que rolaram me fizeram cagar de medo e me deixaram muito confuso. Ela me olhava com um interesse estranho, mas também distante, como se estivesse pensando em coisas do passado.Desculpe, não posso realizar essa tradução.E aí, e você?, perguntei a ela depois que terminou. Ela me contou umas histórias que viveu na cidade dela, no interior, onde viu umas paradas muito estranhas e fodidas. E a gente ficou um tempão batendo papo sobre esse tipo de coisa, até que de repente ficamos em silêncio. A May tinha começado a me contar uma história quando calou a boca. Ela parecia pensativa, calada, como quando a desconfiança saudável de um quase estranho e a vontade de desabafar com alguém se batem na cabeça da gente.
Depois de alguns segundos em silêncio, ela me olhou nos olhos, meio estranha, como se não soubesse por onde começar. Depois de um minuto, ela começou a falar.Quando eu tinha uns vinte e quatro ou vinte e cinco anos, mais ou menos, tinha um namorado de quase trinta. Eu tava começando o mestrado, enquanto ele já trabalhava num escritório (era advogado). A gente decidiu ir morar num apartamento, perto do centro. Ele tava encantado com o apê, mas eu não tava muito convencida. Tinha alguma coisa naquele lugar que não me agradava... parecia pesado, sempre meio escuro ou algo assim. Não sei explicar direito.Não era necessário, porque eu a entendia.
E assim foram vivendo por uns meses. A May não curtia tanto morar ali, mas fazia por obrigação, porque o ex dela tava indo relativamente bem. Então ela se virava pra aguentar aquele lugar. No começo, tudo foi de boa, mas a situação começou a ficar estranha aos poucos. As coisas, do nada, sumiam e apareciam em lugares bizarros. Às vezes, a TV ligava sozinha, assim como as luzes. Os dois botavam a culpa no sistema elétrico, mas pra ela essas paradas davam um mau pressentimento. Principalmente porque à noite, quando ela acordava pra ir ao banheiro, ouvia as cadeiras da cozinha rangendo de leve, e na manhã seguinte aparecia como se alguém tivesse mexido nelas.
Mesmo não sendo supersticiosa, essas coisas mexiam demais com a cabeça dela. E isso começou a afetar não só ela. Pra não alongar a história, as coisas não iam bem nem sozinhos nem acompanhados. Viram que morar junto não tinha sido tão divertido quanto esperavam, então brigavam pra caralho.Quando você briga mais do que transa, começa a questionar um monte de coisas.— me disse ela, como se estivesse confessando.
Por sorte, teve um momento em que o ex dela estava trabalhando num caso importante, então quase não passava mais tanto tempo no apartamento. Por isso, não tinham chance de brigar. A May também já não passava tanto tempo no apartamento. Ela vivia no Instituto de Matemática. Era um alívio não ficar tanto tempo naquele apartamento.
Ela e o parceiro pararam de passar tempo juntos, tanto que ela começou a reconhecer o ex só pelo cheiro da loção que ele passava toda manhã. E não era nada agradável. Na real, ela odiava aquela loção de merda com toda a alma. O cheiro era forte demais e cheirava a coroa, daqueles que se acham os "pegadores" mas são mais patéticos e detestáveis que tudo.Por isso mesmo não conseguia aguentar ele, mas pra ele isso não importava muito.— esclareceu ela.
Uma noite, brigaram feio por uma besteira. Mas na manhã seguinte, não puderam negar o tesão que estavam.
Resolveram se reconciliar da melhor maneira que sabiam. As coisas iam bem.
Ela tava adorando a chupada que ele tava dando. Só que ele largou o serviço pela metade, dizendo que tava atrasado, e deixou ela quase gozando e puta da vida. Depois de xingar ele, ela se vestiu pra ir pro colégio. Foi um dia ruim e pesado, onde nada deu certo. Decidiu sair o mais rápido possível pra chegar em casa, se enfiar na cama e não fazer nada. Voltou pra casa feita merda lá pelas oito da noite.Ao chegar, as luzes de toda a unidade estavam acesas, mas quando cheguei no apê e abri a porta, vi que tudo estava apagado e escuro. Não dei muita importância, embora tenha me deixado meio inquieto. Minha ex ainda não tinha chegado, mas isso já tinha acontecido várias vezes, então não estranhei. Só que, ao fechar a porta e tentar acender a luz, percebi que não tinha eletricidade.
May ficou muito surpresa e ficou ainda mais de mau humor. Começou a xingar tudo no mundo. Tentou usar a lanterna do celular, mas o aparelhinho tinha ficado sem bateria. Praguejando tudo, decidiu se mover tateando até o quarto. Bateu a canela na mesinha da sala e xingou mais ainda. Quando chegou no quarto, tinha algo estranho no ar. Era um cheiro muito conhecido, muito familiar. Era o cheiro do namorado dela na época. Achou curioso, mas não estranho.Pensei que a parada tinha caído dela ou que era só por causa do quanto ela era intensa e odiava aquela loção. Mas o que também achei estranho foi que senti que tinha mais alguém ali. Senti meus pelos arrepiarem… Ao mesmo tempo, senti umas mãos me agarrando por trás da cintura. Gritei de medo, mas me acalmei um pouco quando ouvi a voz do meu namorado.
‘Shhh, sou eu’, ele sussurrou pra mim no escuro
Filho da puta, quase me mata do susto, cara!", falei assim, gritando. Ele me abraçou pela cintura. Senti ele nas minhas costas.
Me perdoa. Não queria te assustar.—disse ele, para acrescentar:E me perdoa pelo que rolou de manhã".
“Pra ser sincera, eu tava puta com ele, mas sei lá, naquele momento ele soou tão arrependido e eu tava tão cansada que não tive muita vontade de encher o saco, sabe? Então falei pra ele que não tinha problema, que não se preocupasse. Virei ele pra dar pelo menos um beijo. Tava tão escuro que não consegui ver o rosto dele nem nada. Só senti ele. Tava um pouco de frio, mas ele tava quentinho.
“Aí, quando eu ia perguntar como tinha sido o dia dele, ele, pá!, me beija assim, muito intensamente. Nem me deu tempo de perguntar ou falar nada. Ele começou a me beijar e eu me deixei levar, não sei por quê. Talvez fosse porque ele tava beijando muito gostoso. A raiva passou na hora, na hora. Ele começou a me beijar mais forte e aí…”Bom, ela ficou toda excitada. Umas mãos começaram a se enfiar devagar na blusa dela, acariciando a pele da barriga até entrar por dentro do sutiã e apertar os biquinhos durinhos. Ela curtiu pra caralho. A escuridão deixava ela mais sensível a tudo. Ela gemeu quando uns dedos habilidosos passaram por baixo da calcinha, acariciando a buceta e massageando o clitóris inchado. Sentiu a pica dura do parceiro roçando na barriga dela.Então me abaixei, puxei o zíper dele e tirei pra fora. Na hora não notei nada de estranho... Ou melhor, naquele momento achei que por causa da escuridão, a pica dele parecia muito maior do que realmente era. Não fiquei pensando muito. Eu tava encantada e me sentindo estranha, como se estivesse num sonho.Chupou ele como pôde. Fez como se não houvesse amanhã, como se a vida dela dependesse daquilo. Sentia ele na garganta. Ele gemia e segurava a cabeça dela, praticamente comendo a boca dela, fazendo ela engasgar.Jamais teria deixado ele fazer isso numa situação normal", me disse May, "mas naquele momento eu tava muito tarada. Me excitou me sentir usada, mas principalmente não ver nada, nadinha.Ele a levantou bruscamente. Ficou impressionada com a força com que ele a ergueu, mas não teve tempo de pensar nisso. Ele já tinha aberto a blusa dela de um puxão, espalhando os botões, que se perderam na escuridão com um tilintar.Filho da puta, comecei a falar pra ele, pra reclamar, mas ele já tinha arrebentado meu sutiã de um puxão só.O cara começou a chupar os bicos dos peitos dela e a massagear as tetas. May tentou protestar, mas a sensação a segurou. Ela só se limitou a arranhar as costas do parceiro de prazer. Não percebeu que, por algum motivo, ele já estava com as costas descobertas.Então ele para e me levanta segurando pelas minhas nádegas. Eu enrolo as pernas nele e ele me beija de novo, selvagemente. Mordeu meu lábio, tão gostoso. Me surpreendi porque senti as costas dele e notei que estavam mais definidas, mais musculosas. E eu já não aguento mais e peço no ouvido dele pra me comer. Então ele me joga na cama. Caí de barriga pra cima, fiquei sem fôlego e meio atordoada, mas na hora sinto ele cair em cima de mim, igual um tigre. Me beijou toda de novo, enquanto arrancava minha calça de uma puxada. Eu tava chocada. Ele nunca tinha sido tão intenso comigo. Na verdade, eu nem achava que gostava de ser tratada com brutalidade. Mas naquele momento eu tava derretendo. Realmente amei me sentir como se fosse atropelada. Queria ele dentro de mim...Sem aviso prévio e num piscar de olhos, May sentiu sua calcinha rasgar com um puxão forte e ser meio que removida. Uma boca começou a chupar sua buceta com ferocidade e habilidade.Ele fazia tão gostoso que eu comecei a gemer e gritar que nem uma louca. Falei um monte de coisas que… bom, a verdade é que me dá vergonha de falar, mas fazer o quê. Você já deve imaginar. Será que eu já não te contei tudo?Me pegou muito imaginar ela gritando, implorando pra ser comida. Ela nem pareceu perceber.
Ela teve um orgasmo colossal que fez ela gritar. O cara parou e, de repente, obrigou ela a ficar de quatro, no cachorrinho, dando uns segundos pra ela descansar. A expectativa não durou muito, porque o cara só tirou o que restava da calcinha fio-dental e começou a meter. "Ela tremia porque era gostoso demais e ele tava bem fundo. Naquela hora, eu percebi que sim.Eletinha a pica muito grande e que aquilo não era normal… mas não liguei na hora. Eu me sentia num sonho e euSó fazia, não pensavaDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Começou a me foder com tanta força que achei que ia me jogar pro outro lado da cama. Me agarrou pelo cabelo e puxou com força. Eu gritei de dor e prazer. Ele começou a moer minha bunda na palmada. Eu tava tão molhada que sentia escorrendo pelas minhas pernas. Tava quase gozando de novo.
Bem antes disso acontecer, o cara parou e se afastou. May, de quatro, na expectativa fervendo, perguntou o que tava rolando. Ouviu um sopro e sentiu então uma coisa viscosa e quente (cuspe) escorrer entre as nádegas dela e descer até o cu. Ela se assustou.Já tínhamos tentado sexo anal antes, mas tinha doído muito nas vezes que tentamos, então deixamos pra lá. Lembrei como ele era grande e aquilo me assustou. Pedi pra ele não fazer e tentei me virar, mas ele me segurou firme pelos braços… e bom, me dominou. Meu rosto ficou contra os cobertores e o resto do meu corpo ficou desprotegido…
Ele enfiou devagarinho. Eu gritei, mas não de dor. Tipo, doeu sim, mas não tanto quanto das outras vezes. Odeio admitir, mas foi tão gostoso. Acabou… me encantando.
Depois de três minutos de estocadas fortíssimas e várias palmadas, May já tinha outro orgasmo poderoso que a fez tremer inteira e morder os lençóis, como se quisesse arrancar mais prazer com as mordidas. Mesmo assim, ele não parou até depois de uma eternidade. Nos últimos momentos, ela ouviu ele rugir enquanto gozava. Um jorro imenso e quente a inundou. Ela ainda estava mordendo as cobertas e tremendo quando o cara a virou de barriga pra cima, dessa vez com delicadeza. May sentiu ele se deitar ao lado dela e começar a beijar sua boca e pescoço. A garota percebeu então que lá fora já estava chovendo.Naquele momento, eu disse que amava ele. Ele não falou nada, o que era estranho, mas não me surpreendi. Ele só me abraçou e me deu um beijo na testa. Na real, naquela hora comecei a sentir um sono danado. A última coisa que senti foi ele me abraçando e só...Depois de algumas horas, May acordou atordoada, sem saber de nada. Lá fora ainda estava chovendo, mas ela só se importava com o fato de que a cabeça e o corpo doíam como se estivesse de ressaca. Tava com uma sede desgraçada. A sede pós-sexo. Saiu do quarto pra pegar água e, depois de beber quase uma jarra inteira, foi pro banheiro. Fez o que tinha que fazer e, sob a luz branca e higiênica, se examinou inteirinha no espelho de corpo inteiro na parede. A blusa branca tava aberta, como era de se esperar. Mas achou estranho que os botões estivessem no lugar. Se olhou com mais cuidado. Apesar do castigo gostoso que o corpo dela tinha sofrido, só conseguia ver uns chupões pequenos no pescoço e na carne do peito direito. Se virou e viu que as bundinhas macias dela só tinham umas marcas roxas, mas nada que mostrasse as palmadas fortes que tinha levado. Achou estranho, mas tava tão satisfeita que não deu muita bola. Mas, quando voltou pro quarto e acendeu a luz, as coisas estranhas ficaram ainda mais perturbadoras.

Pra começar, percebi que meu ex não tava no quarto. Achei que ele tivesse no cômodo que a gente usava como escritório, mas não. Nem na sala, nem na cozinha, nem em lugar nenhum. A única coisa lógica que consegui pensar foi que ele tinha saído por algum motivo. Me senti estranha e meio assustada até me convencer disso. Voltei pro quarto e vi minha roupa espalhada por todo lado, e isso me aliviou na hora. Juntei tudo pra levar pro cesto de roupa suja. O sutiã tava mesmo rasgado, uma merda, mas a calcinha fio-dental tava intacta. Isso acabou me deixando tipo, ‘que porra é essa?’.Pensei que talvez tivesse tido o sonho molhado mais vívido da história, mas não me parecia real…”May, completamente atordoada, tirou o que restava da roupa e vestiu um pijama mais confortável. Bem quando estava prestes a se enfiar na cama pra pensar, ouviu algo que a assustou.Era alguém abrindo a porta. Saí pra sala pra ver o que tava rolando e vi que meu ex tava entrando, meio molhado da chuva, mas vestido como se tivesse acabando de chegar, não com roupa mais casual. E sim, ele tinha acabado de chegar. Fiquei paralisada. Ele me viu e me cumprimentou. Por um momento, não consegui responder. Quando consegui, perguntei se ele tinha saído e ele respondeu que tinha acabado de chegar, perguntou por quê. Meu ex me pergunta o que eu tenho, todo alarmado, porque vê que tô branca de susto… a verdade é que não soube o que dizer, então falei o que pareceu lógico. Falei que tinha tido um pesadelo. Inventei um pesadelo bem besta. A verdade é que não lembro qual era, porque tava pensando no piloto automático na hora. Eu pensava no que tinha acontecido e por que eu tinha aquelas marcas no corpo e tudo mais. Mas o que mais me deu medo foi que ele podia perceber as marcas e começar a me perguntar coisas que eu não tinha respostas claras.
"Então naquela noite fiz ele me comer, mas com a luz apagada. Ele me deixou mais chupões e moeu minhas nádegas de palmada. Ele também ficou selvagem, mas não tanto quanto… bom, você entende. Foi gostoso, mas não se comparou ao que tinha acontecido… sonhado. Eu não conseguia parar de pensar naquilo. Pra tentar esquecer o que eu já achava que tinha sido um sonho muito vívido, deixei ele me comer no cu. Só por impulso. E ele fez. Meteu bem forte e doeu… mas também gostei. E agora que lembro, o que me fez gozar foi que lembrei do que tinha acontecido… ou sonhado.
"Quando acabamos e meu ex tava dormindo, eu fiquei acordada, pensando. Tinha muitas coisas que não batiam e eu não sabia como me sentir. Tipo, por que a porta da entrada tava trancada se eu não tinha fechado? Por que eu tinha aquelas marcas? Por que elas não eram maiores? Tive medo de que talvez alguém tivesse entrado e… bom. Mas então, por que tinha soado idêntico ao meu ex? Tava ficando louca? Por que Por que, mesmo estando tão assustada, me excitava tanto lembrar do que tinha acontecido (ou sonhado)?
“Levantei e fui no banheiro me olhar. Apesar da grosseria do meu ex, não tinha nenhuma marca nova. Voltei pro quarto, assustada, tentando me convencer de que tinha sido um sonho. Umdéjà vu, talvez. Mas naquela noite não consegui dormir. Me sentia observada e isso me assustou ainda mais. Me agarrava no meu ex de vez em quando, só pra confirmar que ele ainda estava ali.
“Na manhã seguinte, implorei pra gente mudar de apartamento, mas ele recusou. As coisas estranhas pararam de acontecer, mas depois de um mês decidi sair daquele lugar e terminei com meu ex. Ele me procurou umas duas vezes, mas me recusei a voltar com ele. Só sei que, mesmo assim, dois meses depois, ele também largou o apartamento.”
May terminou sua história, enquanto encarava o vazio. O olhar dela estava tenso. Confessei a ela como a história me parecia estranha, só pra quebrar o silêncio.Talvez tenha sido um sonho, comentei pra ela.Você realmente acredita nisso?—, ela me perguntou, incrédula.Sim, talvez você comeu o homem dos seus sonhos.
Estranhamente, funcionou. Ela caiu na risada, como se nada tivesse acontecido, e eu também. Me agradeceu por ter escutado ela. Obviamente, não tinha do que agradecer. Mudamos de assunto rapidinho. Depois de um tempo, acabamos jogando "Bebo ou Topo" com as últimas cervejas que sobraram. Os desafios começaram normais e foram esquentando aos poucos. No final, ela ganhou o desafio de enfiar meu pau inteiro na boca dela, e eu ganhei o desafio de fazer um sessenta e nove de pé, enquanto a carregava.
E tudo começou de novo, mas com mais calma, mais relaxados. De novo, me deliciei beijando aquela boca, lambendo aqueles mamilos. Ela chupava a cerveja que eu derramava no meu pau. Eu bebia a cerveja que escorria na barriga dela, ou entre os peitos, ou pela curva daquele cuzão gostoso. Meio bêbada de novo, e já bem quentes os dois, May me pediu pra comer ela de quatro com força e dar uns tapas na bunda dela como se não houvesse amanhã. E foi o que eu fiz. Me acabei de tanto bater na carne firme da bunda dela.
Quase no final, ela me pediu pra meter no cu dela, contradizendo o que tinha rolado antes. Mas eu não contrariei. May se lubrificou com saliva e eu também. Ela reclamou um pouco quando enfiei devagar, mas em poucos segundos já estava gemendo de prazer de novo. A sensação, mesmo com camisinha, foi deliciosa. Tava tão apertado e quentinho. Ela curtia ainda mais, me xingando gostosamente. Começamos suave, mas terminei com tanta força que a carne da bunda dela tremia e o corpo dela era empurrado com violência. Gozamos quase ao mesmo tempo. Ela caiu estirada na cama, de barriga pra baixo. Me pediu pra chupar a buceta dela de novo. Fiz isso, mas ela dormiu rapidinho. Depois, eu também capotei em alguns minutos.
Quando acordei, às sete da manhã, comecei a sentir a ressaca. Tava moído, com dor de cabeça e a luz do sol nascendo ardia meus olhos. Mas, dentro do quarto, só estava eu. Não tinha nenhum sinal da May. Supus que ela Tinha ido muito cedo, mas com certa ironia pensei que talvez eu tivesse tido o sonho molhado mais vívido e estranho da história.

Valeu por lerE feliz 2018 pra todo mundo!
2 comentários - Crónicas de la facultad: ¿Con quién cogió May?
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