Trio tentador ( Adriano y las chicas)

Finalmente ela topou. Passei uns sete meses inteiros tentando um jeito da Lorena me dar o sim.
— Ok — ela falou naquela tarde — vamos, mas se eu não gostar, não faço.
E não é que ela seja uma mulher puritana, nem tradicionalista, nem medrosa. É que ela nunca tinha pensado nisso.

Eu e a Lorena nos conhecíamos há anos. E começamos a sair numa tarde em que, meio entediados, descobrimos que dava pra transar sem ser mais que amigos. O sexo com ela foi muito bom desde o começo.

Mas fazia meses que eu queria transar com ela e outra mulher. A amiga dela, Carla, era a escolhida. Cara de puta do caralho. Peitões gigantes. Uma bunda boa. E, acima de tudo, disposta.

Eu já tinha falado da ideia pra ela e ela sempre se mostrou aberta. Disse que com a Lorena topava experimentar.

Naquela noite fui buscá-la. Ela subiu no banco de trás do carro e, bem paciente, viajou com a gente. Todo mundo ficou calado.
A Lorena olhava pelo retrovisor e sorria. A Carla tava com uma saia preta bem curta e um perfume que já me deixava louco pra ver ela em ação.

O vidro fumê do carro protegeu a gente de qualquer olhadinha indiscreta. Entramos no motel de boa.

O quarto 2 ficava entre umas palmeiras grandes, afastado uns metros da entrada.
Entrei com o carro. Desci e fechei o portão. As duas desceram e entraram no quarto.
Eu fui atrás, com o sangue fervendo. Foi aí que as duas se trancaram no banheiro e eu me distraí com a TV, procurando um pornô bom pra esquentar o clima.

A Lorena saiu só com uma calcinha fio dental vermelha e os peitos de fora. Abaixou um pouco a luz e sentou na cama.
A Carla apareceu completamente vestida. Do jeito que tinha vindo.
Ela sentou do lado da Lorena e me encarou.

— Quero que você me tire essa roupa — falou, enquanto passava a mão no cabelo.
Caminhei até ela e olhei pra Lorena, que só balançou a cabeça num sinal de sim.

Peguei as pernas lindas da Carla e comecei a acariciar. Eram longas e macias. Tinham um cheiro gostoso de cereja. Tirei os sapatos dela e vi os pezinhos dela. Já tava me deixando com tesão. Tanto os pés dela. Eu beijei eles suavemente.
Ela só olhava pra TV. Depois se deitou e deixou as pernas penduradas na borda da cama. Beijei a Lorena na boca de leve e voltei pra Carla. Subi minhas mãos pelas pernas dela, acariciando a pele de mansinho, tentando não ser desesperado. Meti a mão por baixo da saia dela e procurei a calcinha. Peguei ela e comecei a tirar. Ela se deixou.
Quando tirei, senti ela molhada. Cheirei ela como se eu fosse um bicho. Ela agora olhava pra Lorena, que tinha começado a se tocar nos mamilos. Levantei a saia e pude ver a linda buceta da doce Carla.
Ela tava toda depilada. Abri a buceta e meti dois dedos de uma vez. Ela gemeu.
Olhava pra Lorena como se pedisse socorro. Eu comecei a mexer meus dedos dentro dela. Na hora, Carla se abriu mais e deixou a penetração limpa. Lorena chegou na blusa dela e tirou fácil.
Os peitos da Carla eram fantásticos. Saltaram pra fora e Lorena, sem pensar, começou a chupar eles.
Que tesão que me deu tudo aquilo! Carla gemia a cada metida dos meus dedos e eu via a Lorena mordendo os mamilos duros da outra mulher. Aí Carla pediu pra eu sair dela. Pegou minha mão que tava penetrando ela e fez eu levar os dedos até a boca da Lorena, e ao mesmo tempo ela chegou lá também. Me fez meter os dedos cheios do melzinho dela na boca da Lorena, e ao mesmo tempo ela também chupou eles.
Nisso tudo, Lorena se masturbava de leve com a mão por baixo da calcinha fio dental.
— Quero que você sente aí e observe. — disse a Carla.
Eu obedeci, enquanto pelado pegava no meu pau e batia uma de cima pra baixo.
Lorena se deitou e Carla não hesitou em tirar a calcinha pequena.
Depois se jogou como uma tigresa e meteu a língua comprida na pussy da Lorena, que tava mais que molhada. Meteu a língua várias vezes. Enquanto beliscava os mamilos da amante. Por sua vez, Lorena abria as pernas generosamente pra receber a mulher, enquanto me olhava fixo...
Aquela cena me Enlouquecia! Me masturbava com gosto...
— Não quero que você goze — gritou Lorena, me provocando como um menino.
Enquanto isso, Carla chupava com vontade o longo clitóris da companheira e tinha enfiado um dedo na bunda apertada de Lorena e outro na buceta.
Mexia com gosto... sem cerimônia. Como se quisesse rasgar minha parceira.
Logo percebi o que ia rolar.
Os olhos de Lorena, que me encaravam fixos, se fecharam. A respiração ficou mais pesada. O arfado ficou mais barulhento. Ela começou a subir a bacia.
Eu tinha parado de me masturbar, mas às vezes balançava meu pau por instinto.
A língua de Carla se movia num ritmo infernal na buceta da pobre Lorena, que já pedia gozo aos gritos. Foi aí que três dedos se perderam na buceta dela e logo ela se arqueou, gritando de prazer.
Mas Carla não parava de chupar todo aquele mel que escorria da buceta vermelha de Lorena.
Quando finalmente matou a sede, se virou e abriu a buceta o máximo que pôde...
— Vem — disse Carla — agora é sua vez...
Cheguei devagar e senti o cheiro dela. Era o paraíso.

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