É a minha vez, ela lembrou de novo. Eu não estava em condições de negociar nada, estava completamente entregue, só concordei com a cabeça, que era a única parte meio funcional depois do orgasmo violento que ela tinha me dado.
— Olha pra mim — disse violentamente, impedindo que eu fechasse os olhos.
Obedeci na hora, levantei a cabeça e me deparei com o espetáculo lindo de vê-la se despindo devagar pra mim. Primeiro, desabotoou a blusa branca, deixando o decote generoso se abrir cada vez mais, se movendo num ritmo gostoso, sem nunca desviar o olhar dos meus olhos. O contato visual era intenso, despertava em mim sensações animales, queria me jogar em cima dela, mas toda vez que tentava, ela me parava, passando a língua de leve pelos meus lábios. Depois de uns minutos, a blusa já tava em cima de uma mesa no quarto do hotel, deixando à mostra um sutiã delicado, cheio de detalhes. Os peitões enormes dela pareciam que iam transbordar, uma sombra leve da auréola aparecia na borda do sutiã, fazendo o sangue bombear de novo pro meu pau. Ela ficou só de calça, enquanto a gente se olhava, desenhou de novo aquele sorriso safado, desabotoou o único botão e, num ritmo gostoso, abaixou o zíper, molhou os lábios com a língua, me olhou desafiadora e virou as costas pra tirar a calça até o tornozelo, se agachando completamente no processo sem dobrar os joelhos, mostrando aquele cuzão gostoso quase nu, só coberto por um pedacinho de pano de uma calcinha fio dental sexy. Ficou assim por uns segundos, tempo suficiente pra ver as bordas do cuzinho rosado dela e uma manchinha de tesão na buceta. Tirou os sapatos e a calça, se virou de novo, e na minha frente eu podia vê-la em todo o seu esplendor. Era um espetáculo delicioso, uma mulher madura linda, com as marcas da maternidade, com um corpo de verdade, cheia de vida, empoderada como uma fera selvagem, queria me possuir. E eu não ia fazer nada pra evitar.
Sem tirar a calcinha, tirei todas as roupas que ainda tinha, fiquei completamente nu e ela subiu em cima de mim, voltou a acariciar meu pau e me deu um sorrisão de satisfação. Foi subindo mais, engatinhando sobre mim, e me deu um beijão. Ainda dava pra sentir o gosto salgado do meu gozo nos lábios dela, mas não me incomodou, o tesão era maior. Ela sentou no meu peito e tirou o sutiã com habilidade. Dois peitos lindos apareceram na minha frente, a sombra da auréola combinava com a cor dos mamilos eretos que pediam pra ser chupados. Era um espetáculo perfeito. Ela aproximou os peitões enormes do meu rosto e eu me perdi por uns minutos naquelas montanhas maravilhosas. Ela me manteve assim por alguns segundos e desceu de novo pelo meu corpo, os mamilos macios e durinhos roçando deliciosamente nos pelos do meu peito, causando uma sensação elétrica muito excitante. Desceu rápido até sentir meu pau sendo rodeado por aquelas maravilhas eróticas. Sorriu de novo pra mim, enquanto envolvia meu membro feliz com os peitos deliciosos dela, e começou a me masturbar com eles. Parou de repente, me deixando no auge do êxtase. Aquele sorriso safado ainda estava estampado na boca dela. Ela se levantou na minha frente e tirou a calcinha fio dental, deixando à mostra a buceta gostosa dela, só enfeitada por um tufinho de pelos bem aparados. Os lábios maiores escondiam boa parte dos menores, e dava pra ver um brilho leve entre as pernas, por causa da umidade que a situação tinha gerado.
- é minha vez - ela disse novamente
Eu só concordei com a cabeça e ela começou a engatinhar por cima de mim, dessa vez com rapidez, avançando pelo meu corpo com habilidade até sentar completamente na minha cara, enfiando a buceta deliciosa no meu nariz e na minha boca, quase me sufocando. Instintivamente, agarrei a bunda dela e comecei a saborear os fluidos gostosos que escorriam daquela fonte de carne. Minha língua perdeu o controle entre os lábios carnudos daquela feminilidade deliciosa; quanto mais eu lambia, mais molhado tudo ficava. Minhas mãos separavam as nádegas enormes e meu dedo procurava a entrada daquele cu apertado como um louco. Quando encontrei e comecei a acariciar, um leve espasmo sacudiu o corpo dela. Percebi na hora que ela gostava: minha boca na vulva dela e meu dedo no cu. A umidade da buceta escorria pelas minhas bochechas. Meu pau, duro como pedra, pedia pra ser tocado, e minha amante pareceu perceber. Ela arqueou levemente as costas, enfiou a mão fundo na própria buceta, molhando os dedos, só pra acariciar meu pau com a mão lubrificada pelos próprios fluidos. Minha cara estava dormente de tanto se mexer no ritmo dos quadris dela. Contei pelo menos dois orgasmos pelos espasmos e jorros. Ela estava desesperada, tinha perdido o controle do corpo. Acariciava meu pau com fúria e levantava levemente os quadris, me convidando a lamber o cu dela, e eu aceitei com prazer. Cada vez que minha língua rodeava as rugas daquele cu apertado, ela se contorcia gostoso, me fazendo saber o quanto tava adorando. Continuamos assim por uns minutos, com meu polegar tocando o clitóris dela e minha língua masturbando aquele cu delicioso. Um leve espasmo avisou a chegada de outro orgasmo, acompanhado de uma série de puxões e gemidos agudos. O monte de Vênus pulsava. Dessa vez era diferente, e eu aumentei a intensidade até que um jorro enorme de um líquido leitoso saiu rápido entre as paredes da buceta carnuda dela, enchendo minha cara com aquele líquido morno, cheio de aromas deliciosos. Enfiei com mais vontade minha cara na palavra: buceta, desesperado, meu pau respondeu àquele fluxo enorme, com uma gozada violenta que acertou em cheio nas costas dela... senti que ia desmaiar, o prazer me dominava, com ela era a mesma coisa, o corpo dela era de lã, se desfazendo sobre o meu... ela saiu de cima de mim e ficou deitada, exausta do meu lado... e não passaram nem dez segundos quando, lá do fundo da garganta dela, quase imperceptível, saiu um autoritário "Mete em mim"... continua
— Olha pra mim — disse violentamente, impedindo que eu fechasse os olhos.
Obedeci na hora, levantei a cabeça e me deparei com o espetáculo lindo de vê-la se despindo devagar pra mim. Primeiro, desabotoou a blusa branca, deixando o decote generoso se abrir cada vez mais, se movendo num ritmo gostoso, sem nunca desviar o olhar dos meus olhos. O contato visual era intenso, despertava em mim sensações animales, queria me jogar em cima dela, mas toda vez que tentava, ela me parava, passando a língua de leve pelos meus lábios. Depois de uns minutos, a blusa já tava em cima de uma mesa no quarto do hotel, deixando à mostra um sutiã delicado, cheio de detalhes. Os peitões enormes dela pareciam que iam transbordar, uma sombra leve da auréola aparecia na borda do sutiã, fazendo o sangue bombear de novo pro meu pau. Ela ficou só de calça, enquanto a gente se olhava, desenhou de novo aquele sorriso safado, desabotoou o único botão e, num ritmo gostoso, abaixou o zíper, molhou os lábios com a língua, me olhou desafiadora e virou as costas pra tirar a calça até o tornozelo, se agachando completamente no processo sem dobrar os joelhos, mostrando aquele cuzão gostoso quase nu, só coberto por um pedacinho de pano de uma calcinha fio dental sexy. Ficou assim por uns segundos, tempo suficiente pra ver as bordas do cuzinho rosado dela e uma manchinha de tesão na buceta. Tirou os sapatos e a calça, se virou de novo, e na minha frente eu podia vê-la em todo o seu esplendor. Era um espetáculo delicioso, uma mulher madura linda, com as marcas da maternidade, com um corpo de verdade, cheia de vida, empoderada como uma fera selvagem, queria me possuir. E eu não ia fazer nada pra evitar.
Sem tirar a calcinha, tirei todas as roupas que ainda tinha, fiquei completamente nu e ela subiu em cima de mim, voltou a acariciar meu pau e me deu um sorrisão de satisfação. Foi subindo mais, engatinhando sobre mim, e me deu um beijão. Ainda dava pra sentir o gosto salgado do meu gozo nos lábios dela, mas não me incomodou, o tesão era maior. Ela sentou no meu peito e tirou o sutiã com habilidade. Dois peitos lindos apareceram na minha frente, a sombra da auréola combinava com a cor dos mamilos eretos que pediam pra ser chupados. Era um espetáculo perfeito. Ela aproximou os peitões enormes do meu rosto e eu me perdi por uns minutos naquelas montanhas maravilhosas. Ela me manteve assim por alguns segundos e desceu de novo pelo meu corpo, os mamilos macios e durinhos roçando deliciosamente nos pelos do meu peito, causando uma sensação elétrica muito excitante. Desceu rápido até sentir meu pau sendo rodeado por aquelas maravilhas eróticas. Sorriu de novo pra mim, enquanto envolvia meu membro feliz com os peitos deliciosos dela, e começou a me masturbar com eles. Parou de repente, me deixando no auge do êxtase. Aquele sorriso safado ainda estava estampado na boca dela. Ela se levantou na minha frente e tirou a calcinha fio dental, deixando à mostra a buceta gostosa dela, só enfeitada por um tufinho de pelos bem aparados. Os lábios maiores escondiam boa parte dos menores, e dava pra ver um brilho leve entre as pernas, por causa da umidade que a situação tinha gerado.
- é minha vez - ela disse novamente
Eu só concordei com a cabeça e ela começou a engatinhar por cima de mim, dessa vez com rapidez, avançando pelo meu corpo com habilidade até sentar completamente na minha cara, enfiando a buceta deliciosa no meu nariz e na minha boca, quase me sufocando. Instintivamente, agarrei a bunda dela e comecei a saborear os fluidos gostosos que escorriam daquela fonte de carne. Minha língua perdeu o controle entre os lábios carnudos daquela feminilidade deliciosa; quanto mais eu lambia, mais molhado tudo ficava. Minhas mãos separavam as nádegas enormes e meu dedo procurava a entrada daquele cu apertado como um louco. Quando encontrei e comecei a acariciar, um leve espasmo sacudiu o corpo dela. Percebi na hora que ela gostava: minha boca na vulva dela e meu dedo no cu. A umidade da buceta escorria pelas minhas bochechas. Meu pau, duro como pedra, pedia pra ser tocado, e minha amante pareceu perceber. Ela arqueou levemente as costas, enfiou a mão fundo na própria buceta, molhando os dedos, só pra acariciar meu pau com a mão lubrificada pelos próprios fluidos. Minha cara estava dormente de tanto se mexer no ritmo dos quadris dela. Contei pelo menos dois orgasmos pelos espasmos e jorros. Ela estava desesperada, tinha perdido o controle do corpo. Acariciava meu pau com fúria e levantava levemente os quadris, me convidando a lamber o cu dela, e eu aceitei com prazer. Cada vez que minha língua rodeava as rugas daquele cu apertado, ela se contorcia gostoso, me fazendo saber o quanto tava adorando. Continuamos assim por uns minutos, com meu polegar tocando o clitóris dela e minha língua masturbando aquele cu delicioso. Um leve espasmo avisou a chegada de outro orgasmo, acompanhado de uma série de puxões e gemidos agudos. O monte de Vênus pulsava. Dessa vez era diferente, e eu aumentei a intensidade até que um jorro enorme de um líquido leitoso saiu rápido entre as paredes da buceta carnuda dela, enchendo minha cara com aquele líquido morno, cheio de aromas deliciosos. Enfiei com mais vontade minha cara na palavra: buceta, desesperado, meu pau respondeu àquele fluxo enorme, com uma gozada violenta que acertou em cheio nas costas dela... senti que ia desmaiar, o prazer me dominava, com ela era a mesma coisa, o corpo dela era de lã, se desfazendo sobre o meu... ela saiu de cima de mim e ficou deitada, exausta do meu lado... e não passaram nem dez segundos quando, lá do fundo da garganta dela, quase imperceptível, saiu um autoritário "Mete em mim"... continua
3 comentários - Inesperado, Parte 2